Cabo Daciolo — texto do programa sobre Economia, emprego e agro (Governador — AM, 2026)
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[b137] (economia) Trabalho, crédito e desenvolvimento: serviços vinculados ao Sine, qualificação, vagas, encaminhamento, primeiro emprego e atendimento da AFEAM para crédito e apoio empresarial. → economia-agro/p8, economia-agro/p325, economia-agro/p356
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[b157] (economia) ECONOMIA, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
[b160] (economia) A atuação estadual não pretende substituir nem alterar unilateralmente o regime tributário federal da Zona Franca de Manaus. O objetivo é aproveitar melhor esse ativo, desenvolver fornecedores, aumentar conteúdo tecnológico local e aproximar ciência, formação profissional e produção. → economia-agro/p11, economia-agro/p68, economia-agro/p158, economia-agro/p232, economia-agro/p364
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[b222] (agro) AGRO FORTE - O AMAZONAS TAMBÉM É AGRO
[b224] (agro) O setor primário amazonense reúne agricultura familiar, pesca, piscicultura, agroextrativismo, pecuária, manejo sustentável, bioeconomia, agroindústria e turismo rural. O AGRO FORTE parte da diversidade regional para organizar uma política que ajude o produtor a produzir, beneficiar e vender mais, sem tratar preservação e desenvolvimento como objetivos incompatíveis.
[b225] (agro) PRODUZIR MAIS, AGREGAR VALOR E GERAR RENDA COM BAIXO IMPACTO
[b227] (agro) Os instrumentos de fomento terão critérios públicos e impessoais, transparência, previsão orçamentária e respeito às regras ambientais, sanitárias, fundiárias, eleitorais e de contratação pública. Em ano eleitoral, qualquer entrega ou cessão subsidiada de bens, insumos ou benefícios seguirá rigorosamente as limitações legais aplicáveis, sem uso promocional ou clientelista. → economia-agro/p58
[b229] (agro) 1. Plano Estadual de Desenvolvimento da Zona Rural. Planejamento participativo e regionalizado com produtores, pescadores, associações, cooperativas, colônias, sindicatos, conselhos, municípios, universidades e instituições científicas. Vocação econômica, logística, segurança alimentar, insumos e sustentabilidade orientarão as prioridades. → economia-agro/p37, economia-agro/p396
[b230] (agro) 2. Fortalecimento dos Conselhos. Reforço dos espaços estaduais de participação ligados ao setor primário, pesca, aquicultura, desenvolvimento rural sustentável e produção orgânica. → economia-agro/p39
[b231] (agro) 3. Fórum Anual de Desenvolvimento Rural. Encontro permanente entre Estado, municípios, produtores, organizações e centros de pesquisa para alinhar metas e execução. → economia-agro/p39
[b232] (agro) 4. Regularização fundiária e ambiental. O Estado acelerará procedimentos sobre terras de sua titularidade e prestará apoio técnico e documental nos demais casos. Áreas federais ou submetidas a regime especial dependerão da atuação dos órgãos competentes. CAR, regularização ambiental e licenciamento receberão apoio dentro das atribuições estaduais. → economia-agro/p18, economia-agro/p84, economia-agro/p411
[b233] (agro) PILAR 2 - FORTALECIMENTO INSTITUCIONAL E CAPACITAÇÃO
[b234] (agro) 5. IDAM forte no interior. Mais capacidade técnica, frota terrestre e fluvial, assistência, extensão rural, elaboração de projetos, orientação para crédito e transferência de tecnologia. → economia-agro/p1
[b235] (agro) 6. Política Estadual de Pesca. Fortalecimento do atendimento técnico, produtivo, social e institucional a pescadores e suas organizações. → economia-agro/p16, economia-agro/p406
[b236] (agro) 7. ADS - Produzir e vender. Expansão de feiras, comercialização, compras públicas legalmente admitidas, beneficiamento, agregação de valor e organização das cadeias produtivas. → economia-agro/p10, economia-agro/p27, economia-agro/p62, economia-agro/p330, economia-agro/p403
[b237] (agro) 8. Formação de extensionistas rurais. Parcerias com UEA e CETAM para formar profissionais capazes de aproximar ciência, tecnologia e produtor, especialmente na agricultura familiar. → economia-agro/p56
[b238] (agro) 9. Defesa sanitária. Vigilância, inspeção e defesa animal e vegetal para proteger consumidor, produtor e acesso aos mercados. → economia-agro/p43, economia-agro/p84, economia-agro/p411
[b239] (agro) PILAR 3 - INOVAÇÃO, TECNOLOGIA E CONECTIVIDADE
[b240] (agro) 10. ATER Digital. Plataforma online e, quando possível, offline para acompanhamento técnico, gestão da produção, informações de mercado, vídeos orientativos, balcão de oportunidades e contato entre produtor e extensionista, com proteção de dados. → economia-agro/p55
[b242] (agro) PILAR 4 - COMERCIALIZAÇÃO, ESCOAMENTO E MERCADO
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[b243] (agro) 12. Calendário agrícola de compras governamentais. Planejamento regional da produção e das compras públicas conforme safra, disponibilidade, logística e vocação produtiva. → economia-agro/p10, economia-agro/p62, economia-agro/p403
[b244] (agro) 13. PROSAFRA. Estudo de programa de aquisição em período de safra para reduzir perdas, ampliar mercados, apoiar escoamento e enfrentar impactos climáticos, sem prometer fixação administrativa de preço de mercado. → economia-agro/p29, economia-agro/p384
[b245] (agro) 14. Central de abastecimento e entrepostos. Estudo de revitalização da estrutura de abastecimento em Iranduba, integrando armazenamento, comercialização, beneficiamento, agroindústria e logística metropolitana. → economia-agro/p26, economia-agro/p72
[b246] (agro) 15. Expoagro e eventos regionais. Uso de feiras e eventos como instrumentos de venda, capacitação, acesso a crédito e tecnologia e atração de investimento. → economia-agro/p27, economia-agro/p179, economia-agro/p246, economia-agro/p470
[b247] (agro) PILAR 5 - INFRAESTRUTURA, MÁQUINAS E INSUMOS
[b248] (agro) 16. Equipamentos e insumos produtivos. Acesso por cessão de uso, financiamento, doação para finalidade de interesse social, doação com encargo quando juridicamente cabível ou outros instrumentos legais. Beneficiários serão escolhidos por critérios públicos, objetivos e fiscalizáveis. → economia-agro/p25
[b249] (agro) 17. Compras coletivas de insumos. Apoio à organização de produtores para reduzir custos e melhorar a logística de aquisição. → economia-agro/p22, economia-agro/p379
[b250] (agro) 18. Mecanização sem novo desmatamento. Máquinas e hora-máquina em áreas já abertas ou antropizadas juridicamente aptas à produção, respeitando APP, Reserva Legal, CAR, PRA, embargos, licenciamento e demais limitações. Área antropizada não será considerada automaticamente regular. → economia-agro/p30
[b251] (agro) 19. Estradas vicinais produtivas. Recuperação e manutenção dentro das competências estaduais e por cooperação municipal quando necessário, priorizando escoamento e acesso às propriedades. → economia-agro/p28, economia-agro/p72
[b252] (agro) PILAR 6 - CADEIAS PRODUTIVAS E SUSTENTABILIDADE
[b253] (agro) 20. Sistemas Agroflorestais. Incentivo a SAFs em áreas juridicamente aptas e tecnicamente adequadas, combinando culturas, espécies florestais e frutíferas, meliponicultura e recuperação produtiva de áreas degradadas. → economia-agro/p20
[b254] (agro) 21. Mandioca Forte. Mecanização, casas de farinha mais higiênicas e eficientes, produção de fécula e tapioca, agregação de valor e aproveitamento seguro de subprodutos. → economia-agro/p23
[b255] (agro) 22. Piscicultura Amazonense. Recuperação de viveiros e implantação de novos tanques em áreas aptas, com assistência técnica, alevinagem, beneficiamento e comercialização. → economia-agro/p15, economia-agro/p85, economia-agro/p334, economia-agro/p412
[b256] (agro) Licenciamento, outorga de água, domínio do corpo hídrico e defesa sanitária serão observados quando exigidos. → economia-agro/p334
[b257] (agro) 23. Agricultura agroecológica, orgânica e plantas medicinais. Apoio técnico, certificação quando aplicável, comercialização e acesso a compras públicas. → economia-agro/p21
[b258] (agro) 24. Milho e insumos regionais. Estudo de cultivo tecnicamente orientado para consumo e produção de ração, buscando reduzir custos da piscicultura, avicultura, suinocultura e ovinocaprinocultura. → economia-agro/p17
[b259] (agro) 25. Turismo rural e de base comunitária. Integração entre produção, gastronomia, cultura, natureza, pesca esportiva e economia criativa. Projetos que afetem diretamente povos indígenas ou comunidades tradicionais respeitarão os direitos de participação e consulta juridicamente exigidos. → economia-agro/p4, economia-agro/p179, economia-agro/p281, economia-agro/p307, economia-agro/p480, economia-agro/p487
[b260] (agro) PILAR 7 - AGROINDÚSTRIA E AGREGAÇÃO DE VALOR → economia-agro/p332, economia-agro/p494
[b261] (agro) 26. Fábricas de ração comercial. Estímulo ao investimento privado, respeitando registro, fabricação e controle sanitário. → economia-agro/p17
[b262] (agro) 27. Ração regional e economia circular. Pesquisa e unidades regionais para aproveitamento seguro de insumos e subprodutos da mandioca, pescado e processamento de alimentos, após validação técnica e sanitária. → economia-agro/p17, economia-agro/p264, economia-agro/p332, economia-agro/p494
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[b263] (agro) 28. Beneficiamento do pescado. Apoio a estruturas de salga, defumação, filetagem, cortes, conservação e produtos de maior valor agregado. → economia-agro/p15, economia-agro/p85, economia-agro/p97, economia-agro/p264, economia-agro/p332, economia-agro/p346, economia-agro/p347, economia-agro/p412, economia-agro/p494, economia-agro/p504
[b264] (agro) 29. Abatedouros e inspeção. Apoio a implantação ou adequação em polos estratégicos quando estudos demonstrarem necessidade, sempre sob serviço oficial de inspeção compatível com o mercado de destino e observando regras estaduais e federais aplicáveis. → economia-agro/p26, economia-agro/p346, economia-agro/p504
[b265] (agro) 30. Fábricas de gelo. Estudo de unidades em polos estratégicos para reduzir perdas na conservação de pescado e outros perecíveis. → economia-agro/p15, economia-agro/p97, economia-agro/p346, economia-agro/p347, economia-agro/p504
[b268] (agro) A política respeitará a vocação de cada território. Entre as cadeias possíveis estão mandioca, açaí, abacaxi, citros, banana, cupuaçu, maracujá, mamão, hortaliças, guaraná, juta, malva, cacau, café, cana-de-açúcar, grãos, bovinos, bubalinos, suínos, ovinos, caprinos, aves, pescado, borracha, castanha-do-brasil, óleos vegetais e sistemas agroflorestais.
[b269] (agro) Na bioeconomia florestal, serão estimuladas cadeias como borracha, castanha-do-brasil, andiroba, copaíba, murumuru, buriti e outros produtos não madeireiros, com foco em beneficiamento, financiamento, comercialização e agregação de valor. → economia-agro/p5, economia-agro/p115, economia-agro/p264, economia-agro/p330, economia-agro/p332, economia-agro/p420, economia-agro/p494
[b271] (agro) transformar produção sustentável em emprego, renda e permanência econômica no interior, com metas definidas a partir de critérios técnicos e territoriais. → economia-agro/p136, economia-agro/p269
[b272] (agro) TRANSFORMAR PRODUÇÃO SUSTENTÁVEL EM EMPREGO, RENDA E
[b273] (agro) PERMANÊNCIA DO HOMEM NO INTERIOR.
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[b304] (economia) EMPREGO, RENDA, EMPREENDEDORISMO E DESENVOLVIMENTO
[b306] (economia) PROGRAMA 23 - TRABALHO, RENDA E EMPREENDEDORISMO
[b307] (economia) O desafio do Amazonas não é apenas reduzir desemprego; é aumentar renda e transformar ocupações precárias em oportunidades produtivas. Qualificação, intermediação de mão de obra, primeiro emprego e requalificação profissional serão planejados de acordo com as cadeias que realmente contratam em cada região. → economia-agro/p7, economia-agro/p44, economia-agro/p325
[b308] (economia) CETAM, UEA, Sine e programas de formação deverão atuar de forma coordenada. Cursos serão acompanhados também pelo que acontece depois: quantos alunos conseguiram trabalho, quanto tempo demoraram e em que setores. Estágio, aprendizagem, primeiro emprego, reinserção profissional e interiorização de oportunidades serão prioridades. → economia-agro/p7, economia-agro/p8, economia-agro/p325
[b310] (economia) Quem quer empreender precisa de mais do que crédito. O Estado organizará uma jornada integrada para MEIs, micro e pequenas empresas, autônomos, cooperativas e negócios inovadores, conectando formalização, capacitação, crédito responsável, gestão, tecnologia, acesso a mercado e expansão. → economia-agro/p9, economia-agro/p268, economia-agro/p361
[b311] (economia) AFEAM, JUCEA, Sine, CETAM, UEA e órgãos de desenvolvimento deverão atuar de maneira mais articulada, com atendimento regional e digital assistido. O crédito será acompanhado de orientação, porque financiamento sem planejamento pode virar endividamento improdutivo. → economia-agro/p9, economia-agro/p268, economia-agro/p325, economia-agro/p356, economia-agro/p361
[b312] (economia) PROGRAMA 24 - ZONA FRANCA, INDÚSTRIA E NOVAS MATRIZES
[b313] (economia) A Zona Franca de Manaus continuará sendo defendida como patrimônio econômico estratégico do Amazonas. Ao mesmo tempo, o Estado trabalhará para que mais empresas locais participem das cadeias do Polo Industrial e para que conhecimento, tecnologia e renda gerados em Manaus criem mais oportunidades no próprio Estado. → economia-agro/p11, economia-agro/p259, economia-agro/p364
[b314] (economia) Fornecedores locais, formação técnica, pesquisa e desenvolvimento, indústria 4.0, componentes e insumos, serviços tecnológicos, bioindústria e exportação terão atenção específica. A diversificação econômica será construída para complementar a Zona Franca, e não para enfraquecê-la. → economia-agro/p12, economia-agro/p13, economia-agro/p68, economia-agro/p135, economia-agro/p136, economia-agro/p158, economia-agro/p259, economia-agro/p364
[b315] (economia) MANAUS INDUSTRIAL, TECNOLÓGICA E EMPREENDEDORA
[b316] (economia) Manaus será tratada como centro industrial, tecnológico e logístico estratégico para todo o Estado. → economia-agro/p269
[b317] (economia) O Governo buscará ampliar a competitividade do ambiente produtivo, aproximar empresas do Polo Industrial de fornecedores locais, universidades, centros de pesquisa, startups e formação profissional e incentivar inovação, digitalização e novos negócios que também criem encadeamentos econômicos com o interior. → economia-agro/p12, economia-agro/p135, economia-agro/p136, economia-agro/p158, economia-agro/p232, economia-agro/p269, economia-agro/p364
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[b323] (economia) PROGRAMA 26 - TURISMO DO AMAZONAS O ANO INTEIRO
[b324] (economia) O turismo amazonense será trabalhado como uma cadeia econômica completa. Natureza, pesca esportiva, aventura, gastronomia, cultura, eventos, turismo fluvial, científico, de negócios e de base comunitária podem gerar renda em diferentes partes do Estado, desde que existam acesso, qualificação, saneamento, conectividade, segurança, informação e promoção. → economia-agro/p4, economia-agro/p191, economia-agro/p199, economia-agro/p200, economia-agro/p307, economia-agro/p455, economia-agro/p487
[b325] (economia) Parintins demonstra a capacidade que cultura e turismo têm de movimentar uma economia local. A estratégia será usar essa experiência como referência de escala, sem copiar o mesmo modelo, e desenvolver outros destinos e calendários nos doze polos ao longo do ano. → economia-agro/p191, economia-agro/p192, economia-agro/p199, economia-agro/p214, economia-agro/p281, economia-agro/p461, economia-agro/p480
FIM — 63 blocos neste arquivo.