Roberto Cidade — texto do programa sobre Economia, emprego e agro (Governador — AM, 2026)

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[p. 74]

[b616] (economia) A oportunidade que muda uma vida.

[p. 75]

[b618] (economia) Jovens concluem os estudos, mas esbarram na exigência de experiência profissional.

[b620] (economia) Criar o maior programa estadual de inserção de jovens no mercado, integrando escolas, CETAM, universidades e empresas. → economia-agro/p7, economia-agro/p8

[b625] (economia) Incentivo à contratação local. → economia-agro/p8

[b626] (economia) Todo jovem merece uma oportunidade para mostrar do que é capaz.

[b628] (economia) O maior financiador do primeiro emprego é o setor produtivo. O Estado entra com articulação, incentivo e a estrutura que já tem (CETAM e escolas), somada a recursos do Tesouro e do FAT/programas federais de aprendizagem. É baixo custo público e alto retorno social: cada jovem empregado passa a produzir, consumir e gerar arrecadação.

[p. 76]

[b631] (economia) Fortalecer quem impulsiona a economia do Amazonas.

[p. 77]

[b633] (economia) A nova economia exige inovação, pesquisa e diversificação para manter a competitividade do Polo Industrial.

[b635] (economia) Estimular automação, IA, semicondutores, biotecnologia, economia digital e indústria de baixo carbono. E construir um novo Distrito Industrial para destravar investimentos que já existem: empresas com projetos aprovados que hoje não saem do papel por falta de área e infraestrutura para instalar suas fábricas. → economia-agro/p13, economia-agro/p14, economia-agro/p135, economia-agro/p138, economia-agro/p147, economia-agro/p158, economia-agro/p363, economia-agro/p446

[b638] (economia) Novas empresas e empregos qualificados.

[b639] (economia) Integração indústria-universidades. → economia-agro/p138, economia-agro/p158, economia-agro/p446

[b641] (economia) Novo Distrito Industrial, com terreno e infraestrutura prontos para quem já tem projeto aprovado e precisa de espaço para construir e gerar emprego. → economia-agro/p14, economia-agro/p147, economia-agro/p363

[b642] (economia) Fortalecer a Zona Franca é fortalecer o futuro do Amazonas.

[b644] (economia) A Zona Franca não se sustenta com gasto do Estado: ela se sustenta com investimento privado e com o emprego e a arrecadação que gera. O papel do Governo é destravar e atrair. O novo Distrito Industrial será viabilizado com áreas e infraestrutura do Estado, em parceria com a Suframa e o setor privado, além de financiamento via fundos de desenvolvimento regional e operações de crédito para infraestrutura, quando cabíveis. Cada real público aplicado aqui volta multiplicado em fábrica funcionando, imposto pago e carteira assinada.

[p. 78]

[b647] (economia) A floresta em pé também gera riqueza.

[p. 79]

[b649] (economia) O Amazonas ainda exporta biodiversidade sem agregar valor suficiente.

[b651] (economia) Criar polos regionais de bioeconomia para açaí, castanha, óleos, cosméticos, fitoterápicos, alimentos e novos produtos. → economia-agro/p5, economia-agro/p71, economia-agro/p115, economia-agro/p124, economia-agro/p215, economia-agro/p222, economia-agro/p332, economia-agro/p346, economia-agro/p363

[b657] (economia) A floresta pode ser fonte de inovação e prosperidade

[b659] (economia) A bioeconomia atrai fontes que outros setores não alcançam: fundos ambientais e climáticos nacionais e internacionais, investimento privado e crédito verde, além do Tesouro Estadual para a estrutura de pesquisa. É desenvolvimento que se paga preservando — e que traz recurso de fora para dentro do Amazonas. → economia-agro/p115, economia-agro/p330, economia-agro/p363

[p. 81]

[b666] (economia) Mais investimentos e novas oportunidades de negócios, com empregos e geração de renda.

[b668] (economia) Fortalecimento da economia regional e dos municípios produtores.

[p. 82]

[b676] (agro) Produzir mais. Preservar sempre.

[p. 83]

[b678] (agro) O produtor enfrenta dificuldades de assistência, crédito, logística e mercado.

[b680] (agro) Ampliar assistência técnica, mecanização, crédito, regularização, armazenagem, agroindústria e vicinais. → economia-agro/p1, economia-agro/p2, economia-agro/p18, economia-agro/p26, economia-agro/p28, economia-agro/p30, economia-agro/p72, economia-agro/p84, economia-agro/p362, economia-agro/p374

[b683] (agro) Agricultura familiar fortalecida.

[b686] (agro) Quem produz alimento merece um Estado parceiro.

[b688] (agro) O agro se financia com crédito rural (Pronaf e bancos de fomento), com o Tesouro

[b689] (agro) Estadual na assistência técnica e com convênios federais para mecanização e armazenagem. É investimento que retorna rápido: mais produção significa mais renda no interior e mais alimento na mesa, reduzindo até o custo de outros programas do Estado.

[p. 84]

[b692] (agro) O rio como fonte de emprego e prosperidade.

[p. 85]

[b694] (agro) O Amazonas possui um dos maiores potenciais pesqueiros do mundo, mas ainda enfrenta dificuldades para agregar valor à produção, ampliar o beneficiamento, garantir infraestrutura adequada e abrir novos mercados para o pescado produzido no estado.

[b696] (agro) Fortalecer a cadeia do pescado, com investimentos em piscicultura, pesca artesanal e manejo sustentável, ampliação da infraestrutura de beneficiamento e armazenamento, incentivo à produção de ração, assistência técnica aos produtores, certificação sanitária e abertura de novos mercados para comercialização e exportação. → economia-agro/p15, economia-agro/p17, economia-agro/p84, economia-agro/p97, economia-agro/p106, economia-agro/p334, economia-agro/p347, economia-agro/p416

[b698] (agro) Expansão da piscicultura em todas as regiões do estado. → economia-agro/p15, economia-agro/p106, economia-agro/p334, economia-agro/p416

[b699] (agro) Implantação e fortalecimento de frigoríficos e unidades de beneficiamento. → economia-agro/p15, economia-agro/p72, economia-agro/p97, economia-agro/p346, economia-agro/p347, economia-agro/p363, economia-agro/p416

[b700] (agro) Mais assistência técnica e acesso à tecnologia para pescadores e piscicultores → economia-agro/p1, economia-agro/p334

[b701] (agro) Mais empregos, renda e desenvolvimento no interior. → economia-agro/p269, economia-agro/p476

[b702] (agro) Nossos rios podem gerar muito mais oportunidades.

[b704] (agro) A cadeia do pescado combina crédito rural e da agência de fomento, investimento privado nos frigoríficos e no beneficiamento, e Tesouro Estadual na assistência técnica e na certificação. O Estado organiza e destrava; o setor produtivo investe e emprega. O resultado é renda no interior e um produto amazonense pronto para o mercado nacional e internacional → economia-agro/p416

[p. 86]

[b707] (economia) Transformar talento em oportunidades.

[p. 87]

[b709] (economia) Pequenos negócios enfrentam barreiras de crédito, capacitação e mercado.

[b711] (economia) Ampliar microcrédito, qualificação, inovação, incubação, compras governamentais e digitalização. → economia-agro/p2, economia-agro/p10, economia-agro/p51, economia-agro/p167, economia-agro/p267, economia-agro/p268, economia-agro/p362

[b717] (economia) Todo sonho empreendedor merece uma oportunidade para crescer.

[b719] (economia) O motor aqui é o crédito, não a despesa: linhas de microcrédito da agência de fomento do Estado, parcerias com o Sebrae e o sistema financeiro, e o poder de compra do próprio

[b720] (economia) Governo direcionado aos pequenos negócios locais. O Tesouro entra sobretudo na qualificação. É dinheiro que volta: o microcrédito é pago de volta e reempresta a outro empreendedor.

[p. 89]

[b723] (economia) O Amazonas reúne um dos maiores potenciais turísticos e culturais do mundo. Da floresta aos rios, dos festivais populares às tradições indígenas, cada município possui riquezas capazes de gerar emprego, renda e desenvolvimento. No entanto, esse potencial ainda é pouco explorado por falta de infraestrutura, promoção, qualificação e investimentos permanentes que integrem cultura, turismo e economia criativa.

[b725] (economia) Transformar o turismo e a cultura em uma das principais matrizes econômicas do Amazonas, promovendo os destinos turísticos dos 62 municípios, fortalecendo festivais, manifestações culturais e a economia criativa. Ampliar a infraestrutura turística , executando obras estratégicas, como o novo Bumbódromo de Parintins. → economia-agro/p3, economia-agro/p40, economia-agro/p41, economia-agro/p200, economia-agro/p454

[b727] (economia) Plano Estadual de Desenvolvimento do Turismo para os 62 municípios. → economia-agro/p3, economia-agro/p192, economia-agro/p199, economia-agro/p200

[b728] (economia) • Fortalecimento dos festivais culturais e manifestações tradicionais em todo o Amazonas. → economia-agro/p40

[b729] (economia) • Mais infraestrutura turística, sinalização, acessibilidade e apoio aos destinos do interior. → economia-agro/p41, economia-agro/p192, economia-agro/p199, economia-agro/p454

[b730] (economia) • Promoção do ecoturismo, turismo de pesca esportiva, turismo de aventura, turismo cultural, gastronômico e de base comunitária. → economia-agro/p4, economia-agro/p191, economia-agro/p202, economia-agro/p307, economia-agro/p453

[b731] (economia) • Mais visitantes, mais empregos e mais renda para as famílias amazonenses. → economia-agro/p199

[b732] (economia) O Amazonas tem a maior riqueza natural e cultural do Brasil. Vamos transformar esse patrimônio em oportunidades para quem vive aqui.

[b734] (economia) Os investimentos serão viabilizados por recursos do Tesouro Estadual, operações de crédito para infraestrutura, Novo PAC, recursos federais destinados ao turismo e à cultura, fundos de desenvolvimento, emendas parlamentares, leis de incentivo, patrocínio da iniciativa privada e parcerias com os municípios. O turismo e a cultura movimentam cadeias produtivas inteiras — hotelaria, transporte, comércio, gastronomia, artesanato e serviços — fazendo com que cada investimento retorne em forma de emprego, renda, arrecadação e desenvolvimento regional.

FIM — 52 blocos neste arquivo.