Leandro Grass — texto do programa sobre Meio ambiente e energia (Governador — DF, 2026)

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Este arquivo tem 15 blocos do programa de Leandro Grass, na ordem do documento. [p. N] é a página do PDF registrado no TSE (divulgacandcontas.tse.jus.br/divulga/rest/arquivo/doc/70017113505). "→" marca o bloco que sustenta proposta da comparação (eleicoes.ai/ia/dados/governador/df/tema-ambiente-energia).

[p. 10]

[b70] (meio_ambiente_energia) 6. Sustentabilidade e visão de futuro: o governo combinará entregas concretas nos quatro anos com planejamento para as próximas décadas. Proteger o Cerrado, garantir água e energia sustentável, enfrentar a injustiça climática e preparar Brasília para o futuro são parte da mesma responsabilidade com as próximas gerações.

[p. 45]

[b523] (meio_ambiente_energia) 14. Justiça climática com as mulheres no centro: A perspectiva de gênero entra nos planos de adaptação climática, de prevenção de desastres e de resposta a eventos extremos, com prioridade às mulheres em situação de vulnerabilidade nas áreas de maior risco socioambiental. Quando falta água, quando a chuva alaga ou o calor extremo chega, é a mulher que carrega o balde, cuida do doente e reorganiza a casa. → ambiente-energia/p14, ambiente-energia/p20, ambiente-energia/p54

[p. 86]

[b1007] (meio_ambiente_energia) O diagnóstico do setorial de Meio Ambiente aponta cinco problemas estruturais: crise hídrica e de gestão de recursos hídricos (conflitos pelo uso da água no Pipiripau, Brazlândia e Bacia do Rio Preto. Falta de monitoramento das águas subterrâneas). Urbanização desordenada e riscos geotécnicos (ocupações em área de risco, grilagem, alagamentos). Saneamento e qualidade ambiental (resíduos, incêndios, qualidade do ar). Fragilidade da governança ambiental (ZEE não regulamentado, licenciamento desatualizado, conselhos incipientes), e desigualdade e racismo ambiental, onde falta árvore e área verde, o calor castiga mais, e são as periferias como Sol Nascente, Ceilândia e Fercal as mais atingidas.

[p. 87]

[b1015] (meio_ambiente_energia) • Programa de arborização das periferias contra o racismo ambiental → ambiente-energia/p19, ambiente-energia/p25, ambiente-energia/p26

[b1016] (meio_ambiente_energia) • Solarizar o setor público e reformular o modelo de cobrança da CIP, levando em consideração o consumo de energia elétrica, a renda e a qualidade da iluminação pública do território → ambiente-energia/p37, ambiente-energia/p39

[b1022] (meio_ambiente_energia) 4. Revolução na coleta seletiva: metas por RA, contratos ampliados e valorizados com cooperativas de catadores, educação ambiental e logística reversa. → ambiente-energia/p1, ambiente-energia/p2, ambiente-energia/p3, ambiente-energia/p7, ambiente-energia/p29, ambiente-energia/p42

[p. 88]

[b1026] (meio_ambiente_energia) 6. Arborização massiva como direito: meta de plantio por RA com espécies do Cerrado, priorizando as ilhas de calor (Ceilândia, Samambaia, Planaltina) e criando parques nas periferias. → ambiente-energia/p26

[b1027] (meio_ambiente_energia) 7. Resgatar o Cerrado: restauração de áreas degradadas e nascentes, corredores ecológicos, combate ao desmatamento e prevenção de queimadas com brigadas permanentes. Prevenir custa menos do que combater. → ambiente-energia/p15, ambiente-energia/p23, ambiente-energia/p24, ambiente-energia/p27, ambiente-energia/p56

[b1028] (meio_ambiente_energia) 8. Solarização do setor público (Programa DF Solar): instalar energia solar em escolas, hospitais, UPAs, UBS e prédios públicos, começando pelas unidades de maior consumo. O setor público do DF gasta cerca de R$ 128 milhões por ano com energia. A solarização pode reduzir essa conta em até 75%, com o investimento totalmente amortizado em pouco mais de cinco anos pelos recursos da própria redução do consumo. Considerando que a vida útil dos painéis solares é de 25 anos, o GDF economizará, nesse período, aproximadamente R$ 2 bilhões, que poderão ser destinados a saúde, educação e transporte, além de gerar cerca de 3.000 empregos. → ambiente-energia/p37

[b1030] (meio_ambiente_energia) 10. Transição energética justa com gás natural e biometano: instituir a política distrital de transição energética, regulamentando a lei do Gás Natural Veicular (GNV), cobrando da concessionária o cumprimento do contrato de distribuição de gás canalizado e retomando a rede de postos de GNV, hoje inexistente no DF. Energia mais limpa e mais barata, geração de emprego e menos dependência de combustível caro. → ambiente-energia/p38

[b1031] (meio_ambiente_energia) 11. Regulamentar o Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE): integrar o Mapa de Vegetação e o mapeamento de risco ao PDOT e ao licenciamento ambiental. → ambiente-energia/p35

[p. 89]

[b1033] (meio_ambiente_energia) 12. Governança ambiental democrática: democratizar o CONAM e o Conselho de Recursos Hídricos, fortalecer as COMDEMAS e o controle social sobre Caesb, SLU e Adasa. → ambiente-energia/p36

[b1035] (meio_ambiente_energia) 14. Fiscalizar a qualidade do serviço público de energia elétrica, prestado pela Neoenergia: usar os instrumentos institucionais do GDF e a articulação com a regulação federal para cobrar da concessionária a redução dos apagões recorrentes e do tempo sem energia, além de defender o consumidor nos processos tarifários. Energia cara e instável castiga mais a periferia. O governo atuará de forma permanente junto à Aneel, à Adasa e aos demais órgãos competentes, fortalecendo a capacidade técnica distrital de acompanhamento e fiscalização dentro das competências legais. → ambiente-energia/p40

[p. 99]

[b1161] (meio_ambiente_energia) 7. Proteção do Cerrado produtivo: pagamento por serviços ambientais a produtores que conservam água e vegetação nativa, e combate ao desmatamento ilegal. → ambiente-energia/p27, ambiente-energia/p28

[p. 120]

[b1412] (meio_ambiente_energia) DF resiliente ao clima, com o Cerrado protegido e a justiça ambiental como marca da cidade. → ambiente-energia/p14, ambiente-energia/p19, ambiente-energia/p54

FIM — 15 blocos neste arquivo.