Leandro Grass — texto do programa sobre Contas do estado e gestão pública (Governador — DF, 2026)

Fonte: eleicoes.ai — programas de governo registrados no TSE (eleições 2026). Use SÓ o que está nestes arquivos para falar dos programas; cite o candidato e a página do programa; não recomende voto. Estados possíveis de um candidato numa proposta: PROPÕE (há trecho), PROPÕE O CONTRÁRIO (há trecho que rejeita a mesma medida), NÃO LOCALIZADO (não achamos trecho no programa dele NESTE tema — não é "é contra", e não é prova de que o programa não trata do assunto: o trecho pode estar classificado em outro tema; procure no índice de assuntos e no texto do programa antes de afirmar ausência, e prefira dizer "não localizei").

Este arquivo tem 131 blocos do programa de Leandro Grass, na ordem do documento. [p. N] é a página do PDF registrado no TSE (divulgacandcontas.tse.jus.br/divulga/rest/arquivo/doc/70017113505). "→" marca o bloco que sustenta proposta da comparação (eleicoes.ai/ia/dados/governador/df/tema-contas-gestao).

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[b30] (financas_gestao) E é daí que vem o compromisso que talvez seja o mais prático de todos os que faço aqui. O Palácio do Planalto fica a quinze minutos do Buriti, e mesmo assim este governo conseguiu a proeza

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[b32] (financas_gestao) de deixar dinheiro federal na mesa. São R$ 3,2 bilhões do Novo PAC destinados à mobilidade do DF esperando quem os execute. É o Agora Tem Especialistas, que financia mutirão de cirurgia e exame, com adesão pela metade. É o Minha Casa Minha Vida, é o Pé-de-Meia, é o novo cofinanciamento da Atenção Primária, é o crédito do BNDES e da FINEP para inovação com linha reservada ao Centro-Oeste que o DF quase não usa. Recurso que não é pedido, projeto que não é escrito, convênio que não é assinado. Isso é incompetência administrativa, não ideologia, e quem paga a conta é quem está na fila. → contas-gestao/p76

[b33] (financas_gestao) Meu governo terá sintonia e capacidade de trabalho conjunto com o governo do presidente Lula. → contas-gestao/p76

[b34] (financas_gestao) Essa relação não é um mero alinhamento partidário. Ela pode definir se uma cirurgia acontece, se uma obra de mobilidade sai do papel ou se uma creche recebe financiamento. Brasília é a capital do Brasil e precisa usar essa condição a favor da sua população. Vou montar uma equipe dedicada à captação de recursos, manter agenda permanente com os ministérios e disputar cada programa e cada investimento federal a que o DF tenha direito. A proximidade com o Governo Federal precisa virar execução, obra e serviço na vida das pessoas. → contas-gestao/p76

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[b58] (financas_gestao) A participação não termina com a eleição. O compromisso central deste plano é que a população continue decidindo depois da posse. O Decide DF será transformado em plataforma permanente de participação do GDF, os Conselhos Comunitários serão instalados em cada RA e o Orçamento Participativo voltará ao DF, na forma digital e presencial. Escutar será método de governo e não peça de campanha. E a participação começa agora, porque este Programa de Governo permanece aberto a sugestões e inclusões da população durante toda a campanha eleitoral. → contas-gestao/p64

[b63] (financas_gestao) Democracia e participação: governar com o povo será método permanente. Conselhos Comunitários em cada Região Administrativa, Orçamento Participativo presencial e digital, Decide DF permanente, conferências e espaços de diálogo garantirão que a população participe da definição de prioridades e acompanhe as decisões do governo. → contas-gestao/p65

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[b67] (financas_gestao) 3. Transparência e responsabilidade com o dinheiro público: contratos, acordos, parcerias, metas e resultados serão divulgados de forma simples e acessível. A Controladoria-Geral será fortalecida, e cada real gasto deverá estar associado a uma prioridade pública e a uma entrega verificável. → contas-gestao/p1, contas-gestao/p49

[b68] (financas_gestao) 4. Valorização do serviço público: nenhum direito chega à população sem servidor e empregado público valorizados. O governo terá diálogo permanente com as carreiras, concursos para recompor quadros, políticas de saúde do trabalhador, qualificação e respeito a quem faz o Estado funcionar todos os dias. → contas-gestao/p30

[b69] (financas_gestao) 5. Eficiência, inovação e capacidade de realizar: competência, planejamento e metas públicas serão critérios de gestão. Inovar significa simplificar serviços, usar tecnologia com responsabilidade, aproveitar boas experiências e fazer o dinheiro render mais, sem confundir eficiência com corte de direitos ou precarização. → contas-gestao/p22

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[b109] (financas_gestao) 9. RESGATE DO BRB E DESENROLA DF

[b110] (financas_gestao) Recuperar o Banco de Brasília (BRB), o banco do povo, com gestão técnica e transparente, e criar o programa de renegociação de dívidas do servidor e da população. → contas-gestao/p39, contas-gestao/p61

[b111] (financas_gestao) 10. O POVO NO COMANDO: DEMOCRACIA PARTICIPATIVA

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[b113] (financas_gestao) Conselhos Comunitários em toda RA formados por representação das entidades locais, com prestação de contas periódica, Orçamento Participativo, Decide DF permanente, avaliação popular quadrimestral da gestão e administrador regional morador e indicado pela cidade. → contas-gestao/p66, contas-gestao/p67

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[b125] (financas_gestao) Resgatar as finanças do DF com transparência radical sobre o rombo do BRB, recuperação do banco público, revisão de privilégios fiscais e prioridade absoluta do investimento em quem mais precisa. → contas-gestao/p17

[b127] (financas_gestao) GESTÃO PÚBLICA, PARTICIPAÇÃO E TRANSPARÊN-

[b129] (financas_gestao) Instalar o governo mais participativo e transparente da história do DF.

[b131] (financas_gestao) SERVIDORES E EMPREGADOS PÚBLICOS

[b132] (financas_gestao) Reconstruir a relação do GDF com seus servidores, com concursos, carreiras valorizadas, saúde do servidor recuperada e negociação permanente. → contas-gestao/p38

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[b207] (financas_gestao) Finanças Públicas · Gestão Pública, Participação Popular e Transparência · Servidores e Empregados Públicos

[b209] (financas_gestao) Orçamento Participativo, Conselhos Comunitários em cada RA, Decide DF permanente e avaliação popular quadrimestral da gestão. O povo decide onde o dinheiro entra e cobra o que sai. → contas-gestao/p65

[b213] (financas_gestao) BRASÍLIA DA MAIOR CRISE FISCAL DA SUA HISTÓRIA

[b215] (financas_gestao) O DF chega a 2026 sob forte pressão financeira, agravada pela crise do BRB e pelas operações envolvendo o Banco Master, conduzidas durante o atual governo. Para sustentar o banco, o GDF assumiu compromissos de longo prazo com recursos públicos, em acordo cujo impacto foi reconhecido pelo próprio secretário de Economia em audiência na CLDF. O problema não é

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[b217] (financas_gestao) abstrato: todo recurso mobilizado para equacionar perdas e obrigações do banco reduz a margem disponível para UBS, escolas, transporte, obras e demais prioridades do Distrito Federal.

[b218] (financas_gestao) O orçamento aprovado para 2026 é de R$ 74,4 bilhões, dos quais R$ 45,9 bilhões vêm do Tesouro distrital e R$ 28,4 bilhões do Fundo Constitucional do DF, que responde por 38,17% do total e é vinculado sobretudo a segurança pública (R$ 15,4 bilhões), saúde (R$ 7,89 bilhões) e educação (R$ 5,1 bilhões). Ou seja, perto de quatro em cada dez reais do GDF vêm da União com destino carimbado, e é sobre o restante que o governo distrital de fato decide. É a razão pela qual cada real desperdiçado pesa muito mais do que parece. Além do rombo do BRB, o quadro inclui a dependência estrutural do Fundo Constitucional (FCDF) sem planejamento de longo prazo, o INAS (saúde do servidor) com déficit de R$ 141 milhões e dívidas de R$ 200 milhões que descredenciaram 226 clínicas, renúncias fiscais bilionárias sem avaliação de retorno e investimento público em queda. Não há mágica. Sem arrumar as contas, nenhuma promessa deste plano se sustenta. Por isso este capítulo é o alicerce de todos os outros.

[b219] (financas_gestao) A radiografia oficial das finanças confirma o alerta. O Relatório de Avaliação das Metas Fiscais do 1º quadrimestre de 2026 (SEEC/SEFIN) mostra um DF que arrecada bem, mas gasta mal e adia contas. No período, a receita realizada foi de R$ 13,4 bilhões (+10,35% sobre 2025) e a despesa empenhada chegou a R$ 15,3 bilhões, ou seja, o governo empenhou quase R$ 2 bilhões a mais do que arrecadou, num déficit orçamentário de R$ 1,9 bilhão no quadrimestre. Só em janeiro, o empenho foi de R$ 6,1 bilhões, 61,7% acima da receita do mês, pela inscrição de restos a pagar e concentração de empenhos. Entre 2021 e 2025, a despesa empenhada cresceu 49,5% enquanto a receita cresceu 39%, a despesa correndo na frente da arrecadação, pressão que o próprio relatório classifica como crescente sobre a capacidade fiscal do ente.

[b220] (financas_gestao) O rombo se esconde no que foi empurrado para frente. As Despesas de Exercícios Anteriores (contas de anos anteriores pagas depois) explodiram 254,7% entre 2021 e 2026, de R$ 438 milhões para R$ 1,55 bilhão, com Outras Despesas Correntes (custeio não pago no ano) respondendo por 93,5% do total. A disponibilidade de caixa líquida caiu cerca de 80% entre 2023 e 2025, de R$ 2,9 bilhões para R$ 570 milhões, e os recursos não vinculados já operam no vermelho (−R$ 877 milhões em 2025). É o retrato de um governo que paga fornecedor com atraso e sobrevive de recurso carimbado. Nos mínimos constitucionais, a educação (MDE) aplicou 21,75% (abaixo dos 25% exigidos) e a saúde, 87,23% do mínimo (déficit parcial de R$ 167,2 milhões). Os limites da LRF (pessoal em 40,45% da RCL, dívida em 13,22%) estão cumpridos, mas o equilíbrio aparente convive com atraso de pagamentos, caixa minguante e o passivo bilionário do socorro ao BRB.

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[b224] (financas_gestao) Resgatar as finanças do DF com transparência radical sobre o rombo do BRB, recuperação do banco público, revisão de privilégios fiscais e prioridade absoluta do investimento em quem mais precisa. → contas-gestao/p17, contas-gestao/p61

[b226] (financas_gestao) • Resgatar o BRB como banco público com gestão técnica → contas-gestao/p61

[b227] (financas_gestao) • Equilibrar as contas e recompor a disponibilidade de caixa

[b228] (financas_gestao) • Site próprio de prestação de contas em linguagem simples → contas-gestao/p4

[b229] (financas_gestao) • Estrutura administrativa mais eficiente, com orçamento por desempenho e revisão periódica das despesas (spending review) implantados → contas-gestao/p8, contas-gestao/p9, contas-gestao/p50, contas-gestao/p131

[b230] (financas_gestao) O ponto de partida do saneamento fiscal é olhar os números de frente. O retrato oficial do 1º quadrimestre de 2026:

[b231] (financas_gestao) RADIOGRAFIA DAS FINANÇAS DO DF

[b232] (financas_gestao) 1º Quadrimestre de 2026, dados oficiais (SEEC/SEFIN) − R$ 1,9 bi

[b233] (financas_gestao) Déficit orçamentário no quadrimestre. Empenho

[b234] (financas_gestao) (R$ 15,3 bi) acima da receita (R$ 13,4 bi). +254,7%

[b235] (financas_gestao) Explosão das contas empurradas para frente.

[b236] (financas_gestao) Despesas de Exercícios Anteriores: de R$ 438 mi

[b237] (financas_gestao) (2021) a R$ 1,55 bi (2026). − 80%

[b238] (financas_gestao) Queda da disponibilidade de caixa líquida. De R$ 2,9 bi (2023) para R$ 570 mi (2025) · recursos livres no vermelho.

[b240] (financas_gestao) Despesa correndo na frente da receita.

[b241] (financas_gestao) Crescimento do empenho vs. da arrecadação entre 2021 e 2025.

[b243] (financas_gestao) Educação (MDE) abaixo do mínimo. Mínimo constitucional é 25%, em monitoramento.

[b245] (financas_gestao) Saúde abaixo do mínimo. Déficit parcial de R$

[b246] (financas_gestao) 167,2 mi frente ao piso constitucional.

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[b248] (financas_gestao) O DF não tem problema de arrecadação, tem problema de gestão e de prioridade do gasto. Sanear as finanças é parar de empurrar contas, recompor o caixa, pagar fornecedor em dia e cumprir os pisos de saúde e educação, sem cortar de quem mais precisa do Estado.

[b251] (financas_gestao) Auditoria completa e pública do acordo BRB/Master (90 dias): quanto custou, quem decidiu e o que foi comprometido, com todos os documentos abertos.

[b252] (financas_gestao) 2. Resgate do BRB como banco público: gestão técnica por critérios profissionais, governança blindada contra aventuras e recomposição gradual da saúde do banco. → contas-gestao/p61

[b253] (financas_gestao) 3. Reestruturar as finanças e renegociar o socorro ao BRB: plano plurianual de equacionamento → contas-gestao/p20

[b254] (financas_gestao) 4. do endividamento e renegociação do cronograma de comprometimento de recursos, protegendo saúde, educação e investimento (com proteção explícita aos recursos destinados a serviços essenciais). → contas-gestao/p11, contas-gestao/p20, contas-gestao/p94

[b255] (financas_gestao) 5. Fornecedor pago em dia: recompor o fluxo de caixa (a disponibilidade líquida caiu cerca de → contas-gestao/p13

[b256] (financas_gestao) 80% entre 2023 e 2025) com cronograma transparente de pagamento. → contas-gestao/p13

[b257] (financas_gestao) 6. Fim da bola de neve dos restos a pagar: acabar com a prática de empurrar contas para o ano seguinte, que inflou as Despesas de Exercícios Anteriores. → contas-gestao/p13

[b258] (financas_gestao) 7. Ampliar recursos sem punir o pobre: revisão de todas as renúncias fiscais (cada benefício avaliado por retorno em emprego), recuperação da dívida ativa e progressividade onde a lei permitir. → contas-gestao/p16, contas-gestao/p17, contas-gestao/p99

[b259] (financas_gestao) 8. Desenrola GDF: renegociação de dívidas da população e dos servidores com o banco e o governo, aliviando o orçamento das famílias. → contas-gestao/p39

[b260] (financas_gestao) 9. Revisão dos aluguéis e imóveis do GDF: auditar e renegociar contratos, ocupando o patrimônio ocioso em vez de alugar prédios. → contas-gestao/p59

[b261] (financas_gestao) 10. Recuperação do INAS-DF: saneamento do déficit de R$ 141 milhões e das dívidas de R$ 200 milhões, e recredenciamento das 226 clínicas descredenciadas. → contas-gestao/p37

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[b263] (financas_gestao) 11. Pacto pelo Fundo Constitucional (FCDF): defesa permanente do FCDF em Brasília, com a força da relação do campo político com o governo federal. → contas-gestao/p77

[b264] (financas_gestao) 12. Qualidade do gasto e orçamento por desempenho: implantar o orçamento orientado a resultados, em que cada programa tem meta, indicador e avaliação pública, e o recurso segue o que entrega. A revisão periódica das despesas corta o custeio que não dá resultado e protege o que funciona, com orçamento base-zero, compras centralizadas por pregão eletrônico e fim dos contratos superfaturados. Eficiência aqui significa tirar dinheiro do desperdício e pôr em creche, posto de saúde e ônibus. O cuidado com o dinheiro público é parte do cuidado com quem depende do Estado. → contas-gestao/p8, contas-gestao/p9, contas-gestao/p73

[b265] (financas_gestao) 13. Radiografia pública das contas: painel aberto a cada quadrimestre com os indicadores oficiais (déficit, restos a pagar, caixa), acompanhado por conselho com participação da sociedade. → contas-gestao/p4

[b266] (financas_gestao) 14. Preparar o DF para a reforma tributária: unidade técnica dedicada à implementação a partir de 2027, com estudo público dos impactos sobre a receita distrital, defesa dos interesses do DF na regulamentação e modernização da administração tributária para o novo sistema, quem não se prepara, perde arrecadação. → contas-gestao/p18, contas-gestao/p102

[b267] (financas_gestao) 15. BRB mais forte com parceria federal: estudar parcerias e operações com a Caixa Econômica → contas-gestao/p62

[b268] (financas_gestao) Federal e o Banco do Brasil para robustecer o banco público do DF, ampliar a oferta de crédito e reduzir o custo do resgate, preservando o BRB como agente financeiro do Distrito Federal e o emprego dos seus trabalhadores. → contas-gestao/p62

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[b275] (financas_gestao) Este plano nasceu de um processo participativo, e o governo será assim também. O DF viveu oito anos de gestão fechada, com administradores regionais indicados por acordos políticos e que muitas vezes nem moram na cidade que administram, conselhos esvaziados, orçamento decidido em gabinete e uma relação com a CLDF pautada por emendas, não por projetos. O resultado apareceu no caso BRB/Master, com decisões bilionárias tomadas sem transparência, cujas contas o povo pagará por 15 anos.

[b276] (financas_gestao) A Ouvidoria-Geral registra todos os anos milhares de manifestações sobre os mesmos problemas (zeladoria, saúde, transporte) que não retornam como política pública. Escutar sem responder é a marca do governo que aí está.

[b279] (financas_gestao) Instalar o governo mais participativo e transparente da história do DF: o povo no comando, com Conselhos Comunitários em toda RA, Orçamento Participativo e transparência total. → contas-gestao/p65, contas-gestao/p66

[b281] (financas_gestao) • Conselhos Comunitários por representação das entidades locais em todas as RAs, com prestação de contas periódica → contas-gestao/p66

[b282] (financas_gestao) • Orçamento Participativo e Decide DF permanente em funcionamento → contas-gestao/p68

[b283] (financas_gestao) • Avaliação popular quadrimestral de secretários e administradores → contas-gestao/p69

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[b287] (financas_gestao) Conselhos Comunitários em cada RA, formados por representação das entidades comunitárias locais, com prestação de contas periódica à população, ao lado de uma Assembleia dos Cidadãos aberta à participação direta, e com atribuição de formar lista tríplice para a escolha do administrador regional pelo Governador. O administrador terá obrigatoriamente de residir na cidade que administra. → contas-gestao/p66, contas-gestao/p67

[b288] (financas_gestao) 2. Orçamento Participativo digital e presencial: assembleias em todas as RAs definindo parte dos investimentos, com execução acompanhada em painel público. → contas-gestao/p65

[b289] (financas_gestao) 3. Decide DF permanente: a plataforma da campanha vira política de Estado, com consultas digitais sobre grandes decisões, com efeitos e regras de vinculação definidos previamente nos instrumentos legais de participação. → contas-gestao/p68

[b290] (financas_gestao) 4. Controladoria-Geral autônoma: chefiada por servidor de carreira e independência para investigar. → contas-gestao/p49

[b291] (financas_gestao) 5. Transparência ampla, além do Diário Oficial: todos os contratos, acordos e parcerias publicados de forma imediata e completa, e um site próprio de prestação de contas em linguagem simples e acessível. A transparência só se completa quando a informação pode ser compreendida e acompanhada pela população. Ouvidoria com prazo de resposta por tipo de demanda e devolutiva obrigatória. → contas-gestao/p1, contas-gestao/p5, contas-gestao/p87

[b292] (financas_gestao) 6. Governo por metas com avaliação popular: cada secretaria e cada administração regional com metas públicas anuais e avaliação divulgada. E, de forma inédita, avaliação popular quadrimestral da gestão dos secretários e administradores regionais, ouvindo diretamente os beneficiários dos programas. A efetividade é medida tanto pelos indicadores internos quanto pela satisfação de quem usa o serviço. → contas-gestao/p7, contas-gestao/p69

[b293] (financas_gestao) 7. Governo enxuto e profissional: cargos de direção por critérios de competência, com percentual mínimo reservado a servidores de carreira e redução dos comissionados de indicação puramente política. Menos cabide de emprego, mais gestão. → contas-gestao/p33, contas-gestao/p50, contas-gestao/p131

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[b296] (financas_gestao) 9. SIPPOP-DF, Sistema Permanente de Participação Popular do Distrito Federal: reunir num só sistema conselhos, conferências, audiências públicas, consultas populares, plataformas digitais, ouvidorias e fóruns comunitários, institucionalizando o diálogo permanente entre governo e sociedade organizada, para além do momento do voto. → contas-gestao/p64

[b297] (financas_gestao) 10. Programa Comunidade Viva: política permanente de fortalecimento da participação popular em todas as RAs e comunidades rurais, com trabalho contínuo de base junto a lideranças locais, juventude, mulheres, pessoas idosas, agricultores familiares e povos tradicionais, reconhecendo as comunidades como parceiras da gestão, não como beneficiárias passivas. → contas-gestao/p64

[b298] (financas_gestao) 11. Governo nas Comunidades: agenda permanente do Governador e do secretariado nas comunidades urbanas e rurais para ouvir demandas, prestar contas presencialmente e acompanhar a execução das políticas onde a vida acontece. → contas-gestao/p70, contas-gestao/p142

[b299] (financas_gestao) 12. Planejamento Participativo Regional e Semana da Participação Popular: cada RA define periodicamente suas prioridades locais com a população organizada, em um calendário anual de encontros comunitários que avalia as políticas do ano e define as prioridades do seguinte, alimentando o orçamento e o plano de governo. → contas-gestao/p70, contas-gestao/p142

[b300] (financas_gestao) 13. Plataforma Comunidade Participa: ferramenta digital integrada (evolução do Decide DF) para apresentação de propostas, acompanhamento de demandas, consultas públicas, avaliação dos serviços e prestação de contas. → contas-gestao/p68

[b301] (financas_gestao) 14. Transparência comunitária: obras, investimentos, cronogramas, contratos e execução orçamentária publicados de forma simples e acessível, para que qualquer morador acompanhe o que está sendo feito na sua cidade, com transparência que a comunidade entende e fiscaliza. → contas-gestao/p1, contas-gestao/p72

[b302] (financas_gestao) 15. Dar uso pleno e responsável ao Centro Administrativo: o complexo de 16 prédios em Taguatinga custou cerca de R$ 1 bilhão e passou mais de uma década vazio, o retrato do de- → contas-gestao/p58

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[b304] (financas_gestao) sperdício que este plano combate. O compromisso é concluir a ocupação de forma planejada e transparente, transferindo para lá as secretarias que hoje pagam aluguel caro no Plano Piloto, com economia auditável e prestação de contas, e aproximando os serviços do centro demográfico do DF, onde vive a maior parte da população, mais perto de Ceilândia, Samambaia e Taguatinga. → contas-gestao/p58

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[b321] (financas_gestao) SERVIDORES E EMPREGADOS PÚBLICOS:

[b322] (financas_gestao) VALORIZAR QUEM EFETIVA DIREITOS

[b324] (financas_gestao) Nenhum serviço funciona sem quem o faz funcionar. E o servidor do DF foi maltratado: a rede perdeu 537 médicos em cinco anos, 5 mil enfermeiros aprovados aguardam convocação, professores ganham 62,7% da média dos demais servidores de nível superior, o INAS quebrou a saúde de quem serve. E, no caso do BRB, o servidor viu o banco em que deposita seu salário ser usado numa operação que comprometeu o futuro de todos.

[b325] (financas_gestao) Carreiras esvaziadas, terceirização precária via institutos, assédio institucional e ausência de mesa de negociação permanente completam o quadro. Valorizar o servidor é condição para que a UBS abra, a escola ensine e o ônibus passe.

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[b329] (financas_gestao) Reconstruir a relação do GDF com seus servidores, com concursos, carreiras valorizadas, saúde do servidor recuperada e negociação permanente, porque serviço público bom exige servidor respeitado. → contas-gestao/p30

[b331] (financas_gestao) • Realizar concursos e recompor os quadros prioritários → contas-gestao/p31

[b332] (financas_gestao) • Desenrola Servidor de renegociação de dívidas → contas-gestao/p39

[b333] (financas_gestao) • Negociação permanente e recuperação da saúde do servidor → contas-gestao/p38

[b336] (financas_gestao) Mesa Permanente de Negociação: diálogo com todas as carreiras e calendário anual de pautas, para tratar o servidor como parceiro, e não como adversário. → contas-gestao/p38

[b337] (financas_gestao) 2. Plano de recomposição de pessoal: concursos priorizando saúde (convocação dos enfermeiros aprovados), educação e assistência social, com substituição progressiva de terceirizações irregulares nas atividades finalísticas. → contas-gestao/p31, contas-gestao/p40

[b338] (financas_gestao) 3. Valorização do magistério: recomposição gradual do piso e da carreira docente rumo à média das carreiras de nível superior do GDF. → contas-gestao/p79

[b339] (financas_gestao) 4. Desenrola Servidor: renegociação de dívidas do servidor (consignados, INAS, obrigações com o GDF e o BRB recuperado), com juro baixo. → contas-gestao/p39

[b340] (financas_gestao) 5. Reformular o INAS-DF e fazê-lo funcionar: saneamento financeiro, recredenciamento das clínicas, corpo técnico próprio e rede resolutiva. → contas-gestao/p37

[b341] (financas_gestao) 6. Saúde mental e combate ao assédio: programa no GDF com canal independente de denúncia. → contas-gestao/p36

[p. 28]

[b343] (financas_gestao) 7. Qualificação e desenvolvimento: escola de governo fortalecida, licenças para formação e progressão vinculada a desenvolvimento profissional. → contas-gestao/p35

[b344] (financas_gestao) 8. Teletrabalho e flexibilidade: regulamentados onde a atividade permitir, com foco em produtividade e qualidade de vida. → contas-gestao/p41

[b345] (financas_gestao) 9. Chefia com percentual mínimo de carreira: valorizar quem conhece a máquina, e política de valorização dos inativos, com atendimento prioritário no INAS. → contas-gestao/p33

[b346] (financas_gestao) 10. Serviço público não se vende: compromisso de não privatizar os serviços de saneamento, transporte e energia pública do Distrito Federal. Caesb, Metrô-DF e CEB Iluminação permanecem públicos, com investimento, gestão eficiente e valorização dos seus empregados, assim como o BRB, que será resgatado como banco público. Água, mobilidade e luz são direito, não mercadoria. → contas-gestao/p63

[p. 44]

[b514] (financas_gestao) 8. Igualdade no governo: paridade nos cargos de direção e orçamento sensível a gênero. → contas-gestao/p34

[p. 107]

[b1236] (financas_gestao) 20. DF na Palma da Mão, o aplicativo único do cidadão: um só aplicativo reunindo os serviços hoje espalhados por dezenas de sites e sistemas que não conversam entre si, com horário e localização do ônibus em tempo real, agendamento de consulta e de exame, cartão de vacina, matrícula escolar, segunda via de documento, agendamento em administração regional, protocolo do Rua por Rua e acompanhamento de qualquer pedido feito ao governo. → contas-gestao/p22, contas-gestao/p27

[b1237] (financas_gestao) Uma identidade digital única, um login só e o histórico do cidadão preservado, sobre uma governança digital unificada (Plano Diretor de Tecnologia) e interoperabilidade obrigatória de dados. Quem não tem celular ou internet continua atendido presencialmente, porque digitalizar não pode virar barreira. → contas-gestao/p23, contas-gestao/p24, contas-gestao/p27

[p. 108]

[b1244] (financas_gestao) 24. Governo aberto: dados públicos abertos por padrão e painel de metas do governo em tempo real, integrado ao Painel Público de Metas da Parte III. → contas-gestao/p2, contas-gestao/p3

[p. 109]

[b1254] (financas_gestao) 30. Uma regra inegociável: tudo publicado, tudo avaliado. Linha de base no primeiro ano, indicadores públicos, avaliação externa independente e obrigação de divulgar também o que não funcionou. → contas-gestao/p7, contas-gestao/p93

[p. 120]

[b1414] (financas_gestao) Conselhos Comunitários por representação de entidades, com prestação de contas · Orçamento → contas-gestao/p66

[b1415] (financas_gestao) Participativo · avaliação popular quadrimestral · Decide DF permanente. → contas-gestao/p68, contas-gestao/p80

[b1416] (financas_gestao) Uma das democracias participativas mais avançadas do país, a participação popular virando cultura de Estado.

[b1422] (financas_gestao) Decisão de cima para baixo, periferia tratada como se não existisse.

[b1423] (financas_gestao) Participação popular como método de governar, com conselhos, orçamento participativo e avaliação popular da gestão. → contas-gestao/p64

[b1425] (financas_gestao) Bilhões em emendas e obras que somem, contas que não fecham.

[b1426] (financas_gestao) Orçamento participativo e por desempenho e revisão de despesas, para gastar bem e cuidar de quem precisa. → contas-gestao/p9

[b1428] (financas_gestao) Banco público usado para interesses privados, enquanto as filas cresciam.

[b1429] (financas_gestao) BRB resgatado como banco do povo, financiando as políticas sociais e o desenvolvimento do DF. → contas-gestao/p62

[b1432] (financas_gestao) Servidor tratado como adversário.

[b1433] (financas_gestao) Servidor valorizado, com concurso, plano de carreira e diálogo. → contas-gestao/p30

[b1435] (financas_gestao) Escolhas erradas repetidas até virarem método.

[b1436] (financas_gestao) As escolhas certas, feitas com transparência, honestidade e prestação de contas.

[b1438] (financas_gestao) Painel público de metas: nos primeiros 100 dias, todas as metas deste plano serão publicadas em painel aberto na internet, com indicador, prazo, responsável e situação atualizada. → contas-gestao/p3

[b1439] (financas_gestao) Qualquer cidadão acompanha em tempo real o que anda e o que atrasou, e por quê. → contas-gestao/p3

[b1440] (financas_gestao) 2. Prestação de contas mensal: o governador se disporá a comparecer mensalmente à Câmara → contas-gestao/p75

[b1441] (financas_gestao) Legislativa para prestar contas e responder a questionamentos, dos deputados e, por meio deles, da população. → contas-gestao/p75

[b1442] (financas_gestao) 3. Revisão participativa: periodicamente, o Decide DF permanente e as Assembleias do Orçamento Participativo revisarão as prioridades do plano, definindo o que a população quer acelerar, ajustar ou incluir. O plano é vivo porque a cidade é viva. → contas-gestao/p81

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[b1444] (financas_gestao) 4. Conselhos como fiscais: os Conselhos Comunitários de cada RA receberão relatório quadrimestral das entregas do governo no seu território (obra por obra, nos principais serviços) e terão canal direto com a Casa Civil para cobrança. → contas-gestao/p66

[b1445] (financas_gestao) 5. Ouvidoria com resposta: toda manifestação da Ouvidoria-Geral terá prazo máximo de resposta e devolutiva obrigatória. A escuta que gerou este plano continuará governando com ele. → contas-gestao/p5, contas-gestao/p87

[b1446] (financas_gestao) Este governo não começa do zero e não finge que começa. O Distrito Federal tem hoje 758 projetos de obra catalogados no seu planejamento, espalhados por 35 regiões administrativas.

[b1447] (financas_gestao) Uma parte está em execução. Outra está parada, suspensa ou nunca saiu do papel. Há ainda 132 projetos formalmente cancelados, muitos por razões que precisam ser reexaminadas. Nos primeiros cem dias, cada um desses projetos passa por triagem técnica com três saídas possíveis, que são executar, readequar ou arquivar com justificativa pública. O que for viável entra no cronograma dos quatro anos, com prazo, responsável e orçamento. O que for inviável será encerrado, e a população saberá o porquê. Tudo vai para um painel público atualizado todo mês. → contas-gestao/p56

[b1448] (financas_gestao) A regra é simples. Obra parada tem nome, data e explicação.

[b1449] (financas_gestao) Cada Região Administrativa recebe um caderno próprio, publicado junto com este plano, com o extrato da sua cidade, com quantos projetos existem no território, quantos de fato andam, quais os tipos de obra mais presentes e quais propostas deste plano ali se aplicam. Serve para que cada morador cobre a sua administração regional com número na mão e para que o Conselho Comunitário saiba o que fiscalizar. Os 85 projetos de alcance distrital, como a frota do metrô, o recapeamento de vias e as luminárias de LED, valem para todas as regiões e por isso não entram no extrato de nenhuma delas em particular, e são acompanhados no painel geral. → contas-gestao/p72

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