Leandro Grass — texto do programa sobre Economia, emprego e agro (Governador — DF, 2026)

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[b86] (economia) Emprego e renda perto de casa, com salário que dá conta da vida. O DF tem a maior renda per capita e a maior desigualdade do país, é uma das capitais com o custo de vida mais alto, onde quem não tem piso de categoria ainda vive do mínimo nacional. É tempo de estudar um piso distrital com quem produz e quem trabalha, de apoiar o pequeno negócio que mais emprega na periferia e de diversificar a economia para além do governo. → economia-agro/p40, economia-agro/p58

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[b186] (economia) DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, TRABALHO E

[b188] (economia) Gerar emprego de qualidade nas RAs com apoio massivo ao pequeno negócio e diversificar a economia para além do governo. → economia-agro/p58

[b191] (economia) Dobrar a participação do turismo no PIB distrital até 2030, transformando volume em valor. → economia-agro/p13

[b193] (agro) AGRICULTURA FAMILIAR, ABASTECIMENTO E SE-

[b195] (agro) Integrar terra, produção, abastecimento e alimentação em um sistema distrital. → economia-agro/p65

[p. 43]

[b508] (economia) 4. Autonomia econômica: microcrédito para empreendedoras, prioridade nas compras públicas, qualificação com bolsa e creche no horário do curso. → economia-agro/p37, economia-agro/p61

[p. 80]

[b946] (economia) • Polos econômicos de proximidade nas RAs mais populosas → economia-agro/p2

[b951] (economia) 3. Vocações econômicas de cada RA: identificar e fomentar (agropecuária, economia criativa, indústrias limpas, logística, turismo e economia da conservação do Cerrado). → economia-agro/p2, economia-agro/p54

[p. 90]

[b1042] (economia) Emprego e renda perto de casa, com salário que dá conta da vida

[b1043] (economia) O DF tem a maior renda per capita e a maior desigualdade do país, é uma das capitais com o custo de vida mais alto, onde quem não tem piso de categoria ainda vive do mínimo nacional.

[b1044] (economia) É tempo de estudar um piso distrital com quem produz e quem trabalha, de apoiar o pequeno negócio que mais emprega na periferia e de diversificar a economia para além do governo. → economia-agro/p40

[b1046] (economia) Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda · Turismo · Agricultura Familiar e Abastecimento · Ciência, Tecnologia e Inovação

[b1048] (economia) Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social e conselhos do trabalho, do turismo e da agricultura familiar põem quem produz e quem trabalha na mesa das decisões econômicas. → economia-agro/p57

[b1051] (economia) DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, TRABALHO E RENDA

[b1053] (economia) A economia do DF vive um dualismo estrutural, com ilhas de alta produtividade no centro e precarização nas periferias. Em 2023, o PIB do DF foi de R$ 365,7 bilhões, a oitava maior economia do país e 3,3% do PIB nacional, com os serviços respondendo por 95,4% do valor adicionado (R$ 310,1 bilhões) e a indústria por só 3,9%. A administração pública representa cerca de 45% do PIB distrital, e só a administração federal responde por 28% dos empregos formais, uma concentração muito maior que a de outras capitais federais como Washington, Ottawa e Camberra, e a raiz da fragilidade da economia local a cada ajuste fiscal. O DF tem o maior PIB per capita do país, de R$ 129.790,44 em 2023, 2,4 vezes a média brasileira de R$ 53.886,67, puxada pelo funcionalismo que infla os preços para todos. Ao mesmo tempo, tem o pior índice de desigualdade

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[b1055] (economia) (Gini 0,570) e 431 mil pessoas na pobreza. A média esconde duas cidades. O rendimento domiciliar per capita é de R$ 15.780,19 no Lago Sul e de R$ 815,85 no SCIA/Estrutural, R$ 845,62 no Sol Nascente/Pôr do Sol, R$ 959,90 na Fercal e R$ 1.059,70 no Paranoá. Um morador do Lago Sul tem, em média, dezenove vezes a renda de um morador da Estrutural, dentro da mesma cidade.

[b1056] (economia) É uma das capitais com o custo de vida mais alto do Brasil, com custo médio de R$ 6.360/mês, cesta básica a R$ 726 (44% do salário mínimo nacional só em comida).

[b1057] (economia) O desemprego é o outro lado dessa conta. Pela Pesquisa de Emprego e Desemprego do IPEDF/ DIEESE, que capta também o desemprego oculto pelo trabalho precário e pelo desalento, a taxa foi de 15,3% em 2024, ou 264 mil pessoas, ante 16,2% em 2023. Pela PNAD Contínua do IBGE, que usa conceito mais restrito, ficou em torno de 6% a 7,5% no mesmo período. As duas medidas contam a mesma história por ângulos diferentes. Há muito mais gente sem trabalho adequado do que a estatística oficial mostra, e a taxa entre os jovens de 15 a 29 anos chega a ser cerca de três vezes a dos adultos, concentrada nas RAs de menor renda. Quem trabalha sem piso de categoria (domésticas, comerciários, serviços gerais, motoboys) recebe o mínimo nacional de R$ 1.621 numa cidade que custa como capital. A Constituição (art. 7º, V) e a LC 103/2000 autorizam o DF a fixar piso regional, como já fazem São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Com a segunda menor informalidade do país (27,3%), o piso distrital tem alcance real e imediato, com entre 150 e 250 mil trabalhadores beneficiados.

[b1058] (economia) O empreendedor também é maltratado: a cobrança de TFE de MEIs contraria a LC 123/2006.

[b1059] (economia) Faltam crédito, desburocratização e apoio real ao pequeno negócio, que é quem mais emprega nas RAs.

[b1060] (economia) Uma palavra direta a quem produz e gera emprego. Ao empresário, ao comerciante, ao dono de pequeno negócio e ao MEI, este governo enxerga vocês como parceiros do desenvolvimento, não como caixa a ser espremido. Vamos desburocratizar a abertura e a manutenção do negócio, acabar com a cobrança indevida de taxas ao MEI, estruturar o Fomenta-DF, programa de microcrédito produtivo orientado com juros acessíveis, aproveitando o BRB e os instrumentos já existentes, usar o poder de compra do governo para girar a economia local e formar quem precisa de mão de obra qualificada. Quem gera emprego no DF terá no governo um sócio da prosperidade, porque não há custo de vida mais baixo sem economia forte, e não há economia forte sem quem empreende. → economia-agro/p43, economia-agro/p44, economia-agro/p92

[p. 92]

[b1064] (economia) Gerar emprego de qualidade nas RAs com apoio massivo ao pequeno negócio e diversificar a economia para além do governo. → economia-agro/p58

[b1067] (economia) • Fomenta-DF com microcrédito produtivo orientado → economia-agro/p1

[b1068] (economia) • Distritos de emprego (áreas com incentivo a empresas que contratem localmente) implantados nas RAs de menor renda → economia-agro/p66

[b1071] (economia) Fomenta-DF e crédito popular: estruturar o Fomenta-DF, programa de fomento do governo detalhado no destaque PODE-DF, e escalar o microcrédito produtivo orientado com juro baixo, priorizando mulheres, jovens e negócios de periferia. → economia-agro/p1, economia-agro/p62

[b1072] (economia) 2. Desburocratizar o pequeno negócio: isenção efetiva de taxas para o MEI, licenciamento simplificado e abertura de empresa em prazo curto. → economia-agro/p5, economia-agro/p43, economia-agro/p62, economia-agro/p74

[b1073] (economia) 3. Compras públicas como motor: prioridade a MEIs, cooperativas e pequenas empresas locais nas compras do GDF, com credenciamento simplificado. → economia-agro/p4

[b1074] (economia) 4. Distritos de emprego nas RAs: implantar as subcentralidades do PDOT com incentivos a empresas que gerem emprego onde as pessoas moram (Ceilândia, Samambaia e outras). → economia-agro/p66

[b1075] (economia) 5. Qualificação conectada a vaga: rede distrital integrada às escolas técnicas, ao Sistema S e à → economia-agro/p3, economia-agro/p53, economia-agro/p61, economia-agro/p102

[b1076] (economia) UnDF, com foco em tecnologia, cuidado e construção, e primeiro emprego para a juventude, com aprendizagem ampliada. → economia-agro/p33, economia-agro/p61, economia-agro/p102

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[b1078] (economia) 6. Economia verde e circular: apoiar os pequenos negócios verdes (que crescem 20% em cinco anos), cooperativas de reciclagem e cadeias sustentáveis do Cerrado. → economia-agro/p32, economia-agro/p54

[b1079] (economia) 7. Inclusão produtiva 50+ e jornada digna: programa de recolocação e combate ao etarismo, e apoio institucional à redução da jornada 6x1 no que depender do GDF. → economia-agro/p36, economia-agro/p41

[b1083] (economia) 11. Empreendedorismo feminino na economia verde. Linha própria de incentivo e microcrédito para negócio sustentável liderado por mulher, em reciclagem, economia circular, gestão de resíduos, inovação ambiental e tecnologia verde. A linha se articula à qualificação profissional e aos programas de inclusão produtiva que o plano já prevê. A transição ecológica gera trabalho, e esse trabalho não pode nascer reproduzindo a desigualdade de sempre. → economia-agro/p37

[b1085] (economia) 13. Desoneração da cesta básica, com o calendário da reforma tributária na conta: Enquanto o ICMS existir, o DF ampliará a desoneração distrital sobre os alimentos essenciais, para → economia-agro/p42

[p. 94]

[b1087] (economia) baixar o preço do arroz, do feijão, do óleo, do leite e do pão na prateleira, já que a cesta básica no DF custa R$ 726, quase metade do salário mínimo nacional, e o preço alto pesa proporcionalmente mais sobre quem ganha menos. Como a reforma tributária cria a Cesta Básica Nacional com alíquota zero e extingue progressivamente os tributos estaduais, o compromisso se prolonga pelos instrumentos que restarão ao ente, como abastecimento popular, compras públicas, feiras sem atravessador e fiscalização de preços, para garantir que a redução chegue ao consumidor e não fique na margem do intermediário. → economia-agro/p42

[b1089] (economia) PODE-DF: DESENVOLVIMENTO COM EQUIDADE

[b1090] (economia) Programa de Desenvolvimento com Equidade do Distrito Federal.

[b1091] (economia) Brasília tem a maior renda média domiciliar do país (cerca de R$ 4.401 por pessoa em 2025, o dobro da média nacional) e, ao mesmo tempo, é a mais desigual do Brasil (Gini 0,570, em elevação pelo terceiro ano). Os 10% mais ricos recebem quase vinte vezes o que recebem os 40% mais pobres. A prosperidade existe, mas está concentrada, e o custo de vida de uma das capitais mais caras do país pesa proporcionalmente muito mais sobre a periferia. O PODE-DF parte de uma convicção clara, a de que o crescimento precisa vir acompanhado de redução das desigualdades, usando de forma coordenada os instrumentos que já existem, como o ZEE-DF, o PDOT, o Estatuto da Cidade e a competência tributária do DF.

[b1092] (economia) Desconcentrar oportunidades no território (ZEE)

[b1094] (economia) Polos econômicos de proximidade: centralidades produtivas nas RAs mais populosas e de menor renda (Ceilândia, Samambaia, Planaltina, Santa Maria, São Sebastião, Recanto das Emas), com meta de reduzir o deslocamento pendular ao Plano Piloto, medida pelo tempo médio casa-trabalho e pelos empregos formais gerados na própria RA. → economia-agro/p2

[b1095] (economia) 2. Vocações do ZEE com apoio estruturado: turismo ecológico e rural na porção norte, agroindústria no sul e economia da conservação do Cerrado, articulando crédito, assistência técnica e licenciamento orientado pelas subzonas de risco. → economia-agro/p2

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[b1097] (economia) 3. Compras públicas como indutor local: usar o poder de compra do GDF para ancorar demanda em fornecedores das RAs periféricas e da agricultura familiar, com margens de preferência regionais (Lei 14.133/2021). → economia-agro/p4

[b1098] (economia) Capacitação profissional e emprego

[b1099] (economia) 4. Qualificação ancorada nas vocações do ZEE: articular a rede de educação profissional (Sistema S e institutos federais) às cadeias priorizadas por subzona, reduzindo o descompasso entre escolaridade e renda. → economia-agro/p3

[b1100] (economia) 5. Primeiro emprego e transição escola-trabalho: estágio, aprendizagem e intermediação de mão de obra focados na juventude das RAs periféricas, com metas por região → economia-agro/p33, economia-agro/p61, economia-agro/p118

[b1101] (economia) 6. Economia do cuidado e solidária: apoiar cooperativas, MEIs e a economia popular com crédito, assistência técnica e acesso a mercados, inclusive compras públicas. → economia-agro/p32

[b1102] (economia) O QUE JÁ ESTÁ EM OBRAS: VAMOS FISCALIZAR E CONCLUIR

[b1103] (economia) • Programa Prospera de microcrédito já opera (R$ 5 mi liberados a 178 empreendedores em um semestre), que vamos ampliar radicalmente. • Desenvolve-DF e Pró-DF com oferta de lotes ao setor produtivo em curso. → economia-agro/p1, economia-agro/p62, economia-agro/p64, economia-agro/p107

[b1106] (economia) TURISMO: A CAPITAL DE TODOS OS BRASILEIROS

[b1108] (economia) O turismo responde por cerca de 2,5% do PIB do DF, um terço da média nacional de 7,7%, apesar de ativos de classe mundial, entre eles o título de Patrimônio da Humanidade, Cidade Criativa

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[b1110] (economia) do Design, o melhor aeroporto do país (4º do mundo) com 8 destinos internacionais diretos, 40 mil leitos e grandes centros de convenções. A contradição de 2023 a 2025 é que as chegadas internacionais dobraram (+105%), mas o emprego formal do setor caiu 40% e a ocupação hoteleira perdeu vantagem. O fluxo é dominado pelo turismo político-corporativo, que traz volume sem valor.

[b1111] (economia) O orçamento do setor começa em R$ 30–60 milhões na LOA e depende de emendas (cerca de 50%), numa gestão reativa e sem estratégia. Falta marca-destino, porque a imagem de “cidade só de política” afasta o turista de lazer. O artesanato (478 artesãos no PAB) e os pequenos negócios ainda não estão integrados à jornada do visitante.

[b1114] (economia) Dobrar a participação do turismo no PIB distrital até 2030, transformando volume em valor: mais permanência, mais gasto distribuído nas RAs e uma governança profissional do destino. → economia-agro/p13

[b1116] (economia) • Dobrar a participação do turismo no PIB distrital até 2030 → economia-agro/p13

[b1117] (economia) • Governança profissional do destino instalada → economia-agro/p13

[b1118] (economia) • Ampliar a permanência e o gasto do turista, distribuídos nas RAs → economia-agro/p67

[b1121] (economia) 21 de Abril, Abertura da Temporada Turística Nacional: evento-âncora cultural, musical e gastronômico no aniversário de Brasília. → economia-agro/p17

[b1122] (economia) 2. Grande Brasília, metrópole turística: integrar o destino a Pirenópolis, Chapada dos Veadeiros, → economia-agro/p11

[b1123] (economia) Formosa, Vale do Amanhecer, Salto do Itiquira, Corumbá e territórios quilombolas. → economia-agro/p11

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[b1125] (economia) 3. Reposicionar a marca Brasília: patrimônio, design, gastronomia, natureza e cultura, com portal do destino, e patrimônio como turismo cívico, transformando a capital Patrimônio da Humanidade em roteiro vivo de cidadania e memória. → economia-agro/p9, economia-agro/p82

[b1126] (economia) 4. Brasília, cidade de cultura e de negócios: polo de eventos, congressos e economia criativa, ativando Cine Brasília, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, museus e teatros como âncoras, e fortalecendo a Film Commission e o Polo de Cinema de Sobradinho (de 3 para 18 ha). → economia-agro/p9, economia-agro/p55, economia-agro/p121, economia-agro/p122

[b1127] (economia) 5. Turismo que distribui renda: integrar artesanato, feiras, gastronomia das RAs e turismo rural aos roteiros, com marketplace do artesão e roteiros afroturísticos. → economia-agro/p10

[b1128] (economia) 6. Qualificação da cadeia: receptivo, guias, condutores e hospitalidade com formação continuada e apoio à comercialização. → economia-agro/p15

[b1129] (economia) 7. Turismo cívico-educativo permanente: todo estudante do DF e caravanas do Brasil conhecendo a capital, em parceria com o programa federal. → economia-agro/p12

[b1130] (economia) 8. Mais voos internacionais: articular com a concessionária do aeroporto e as companhias aéreas o incentivo à ampliação dos voos internacionais diretos para Brasília, conectando o destino aos roteiros da Grande Brasília e do Cerrado. → economia-agro/p14

[b1131] (economia) O QUE JÁ ESTÁ EM OBRAS: VAMOS FISCALIZAR E CONCLUIR

[b1132] (economia) • Reforma e ampliação do Planetário de Brasília e programa de sinalização turística do

[b1133] (economia) DF em andamento. • Programas de stopover e campanha do segmento de eventos (MICE) em execução.

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[b1138] (agro) AGRICULTURA FAMILIAR, ABASTECIMENTO

[b1141] (agro) Do acesso à terra ao prato, as dimensões rurais do DF formam um sistema único. A agricultura familiar abastece a cidade com alimentos, mas enfrenta insegurança fundiária histórica (concessões sem título, conflitos, demanda reprimida por assentamento), assistência técnica insuficiente e dificuldade de acesso a mercados. A CEASA-DF, nó central do abastecimento, opera aquém das suas funções sociais; o Banco de Alimentos (Lei 7.510/2024) e as ações de combate ao desperdício precisam ganhar escala e continuidade. A base ecológica de tudo é o Cerrado, porque sem recarga hídrica não há produção nem segurança no abastecimento.

[b1142] (agro) Os marcos federais criam a janela: PNAAB, Plano Alimento no Prato 2025–2028, PAA reativado e o PNAE com mínimo de 45% de compras da agricultura familiar, que o DF precisa cumprir e superar (a Lei 7.075/2022, de Leandro Grass, garante prioridade a orgânicos da agricultura familiar na merenda).

[b1145] (agro) Integrar terra, produção, abastecimento e alimentação em um sistema distrital: regularização fundiária rural com sustentabilidade, CEASA cumprindo função social e compras públicas como motor da agricultura familiar. → economia-agro/p4, economia-agro/p18, economia-agro/p22, economia-agro/p65

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[b1148] (agro) • Regularização fundiária rural com sustentabilidade → economia-agro/p22

[b1149] (agro) • CEASA cumprindo função social de abastecimento popular → economia-agro/p18

[b1150] (agro) • Compras públicas como motor da agricultura familiar (meta mínima do PNAE/PAA) → economia-agro/p68

[b1153] (agro) Regularização fundiária rural: com segurança jurídica e critério ambiental, para destravar concessões e titulações, mediar conflitos e atender à demanda por assentamento. → economia-agro/p22

[b1154] (agro) 2. Ampliar as compras públicas da agricultura familiar (PNAE, PAA, PAPA-DF): com prioridade a mulheres, jovens, assentados e comunidades tradicionais, e expansão da produção orgânica e agroecológica. → economia-agro/p4

[b1155] (agro) 3. CEASA com função social plena: Banco de Alimentos operante, programa Desperdício Zero, → economia-agro/p18

[b1156] (agro) Mercado Livre do Produtor fortalecido e logística para os pequenos. → economia-agro/p18

[b1157] (agro) 4. ATER de qualidade, fortalecer a Emater-DF: concurso, mais pessoal e estrutura, metas por → economia-agro/p6, economia-agro/p78

[b1158] (agro) RA rural e foco em agroecologia, produção orgânica e adaptação climática, especialmente nos territórios vulneráveis. → economia-agro/p6, economia-agro/p78

[b1159] (agro) 5. Cinturão verde do DF: incentivo à produção local de hortifrúti, feiras do produtor em todas as RAs e circuitos curtos de comercialização. → economia-agro/p19

[b1162] (agro) 8. Agroindústria familiar: apoio a beneficiamento, selo de inspeção acessível e agregação de valor local. → economia-agro/p25

[p. 100]

[b1164] (agro) 9. Água para produzir: outorgas transparentes, reservação e manejo eficiente nas bacias produtoras. → economia-agro/p23

[b1165] (agro) 10. Juventude rural e sucessão: crédito, formação técnica e conectividade no campo. → economia-agro/p26

[b1166] (agro) 11. Agricultura urbana e agroecologia lideradas por mulheres. Hortas comunitárias e produção agroecológica com protagonismo feminino nas regiões administrativas, amparadas por apoio técnico da Emater, acesso a semente e água, compra pública garantida pelo PAA e pela merenda escolar e espaço fixo para vender. É renda para quem produz e comida boa e barata para quem mora perto. → economia-agro/p31

[p. 101]

[b1175] (economia) vagas, digitaliza serviços e contém despesas. O resultado é uma geração mais escolarizada que a dos pais e com menos futuro à frente. O segundo é o da desigualdade, porque a renda domiciliar per capita do Lago Sul é cerca de dezenove vezes a da Estrutural, e essas duas cidades estão a vinte minutos de carro uma da outra. O terceiro é o do que já se tentou e não deu certo, porque há mais de vinte anos Brasília anuncia parques tecnológicos. O Biotic foi projetado para cerca de um milhão de metros quadrados e potencial de 794 empresas; hoje abriga por volta de 65.

[p. 106]

[b1229] (economia) 15. As regras que fazem a formação virar emprego: contrapartida obrigatória de contratação para toda empresa que receber contrato dos Desafios Brasília, terreno subsidiado ou dinheiro do Fundo; modelo dual, como na Alemanha, em que o jovem alterna sala de aula e trabalho remunerado desde o começo; e pagamento por resultado, com as instituições formadoras recebendo por jovem empregado em doze meses, e não por matrícula feita. → economia-agro/p7, economia-agro/p61, economia-agro/p119, economia-agro/p120

[p. 108]

[b1249] (economia) 28. Atração de empresas e centros de pesquisa com os instrumentos que de fato restarão ao → economia-agro/p8, economia-agro/p64, economia-agro/p81, economia-agro/p107

[b1250] (economia) DF, como terra em condição favorável, desburocratização, energia limpa, contrato público e acesso a dados, para atrair inteligência artificial, datacenters sustentáveis com contrapartida de emprego local e energia renovável, semicondutores, robótica e bioeconomia. → economia-agro/p7, economia-agro/p8, economia-agro/p64, economia-agro/p81, economia-agro/p107

[p. 109]

[b1263] (economia) E a cidade inteira ganha mais empresas pagando imposto, menos dependência do humor do orçamento federal, serviços públicos melhores e uma economia que cresce por mérito próprio.

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[b1398] (economia) DF Mais Barato · Fomenta-DF e microcrédito · distritos de emprego (áreas nas RAs com incentivo a empresas que gerem trabalho perto de casa) · estudo do piso distrital com o setor produtivo · Desafios Brasília e Agência Brasília Inova em operação. → economia-agro/p40

[b1399] (economia) Economia diversificada para além do governo, capital da tecnologia, com renda distribuída no território. → economia-agro/p58

FIM — 94 blocos neste arquivo.