Leandro Grass — texto do programa sobre Apresentação e o que não entrou em tema (Governador — DF, 2026)

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Este arquivo tem 66 blocos do programa de Leandro Grass, na ordem do documento. [p. N] é a página do PDF registrado no TSE (divulgacandcontas.tse.jus.br/divulga/rest/arquivo/doc/70017113505).

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[b25] (apresentacao) Brasília nasceu de um sonho. Em mil dias, no meio do Cerrado, milhares de candangos ergueram a capital mais ousada do mundo. Sessenta e seis anos depois, a cidade feita para o Brasil funcionar, Patrimônio Cultural da Humanidade e única cidade moderna construída no século XX, virou manchete negativa, com fila por saúde, por creche, por moradia, por transporte, por emprego, por renda digna. Brasília, que foi erguida para dar certo, hoje faz o seu povo esperar.

[b26] (apresentacao) Essa espera tem endereço. Ela é resultado das escolhas do governo de Ibaneis Rocha e Celina Leão. Dinheiro existe: o DF tem o maior PIB per capita do país e recebe quase quatro em cada dez reais do seu orçamento da União. O problema é definir prioridades e executar bem. Enquanto milhares de procedimentos se acumulavam e a espera por uma cirurgia saltava de 40 para 254 dias, o BRB foi envolvido numa operação com o Banco Master que abriu uma grave crise financeira e passou a exigir recursos públicos por muitos anos. Cada real destinado a cobrir perdas e compromissos dessa operação é um real que deixa de ser destinado para UBS, a sala de aula, o saneamento e o transporte. Filas também são consequência de escolhas de governo.

[b27] (apresentacao) Eu não escrevo isso de fora. Nasci em Brasília, sou professor há 20 anos e conheço de perto a vida desta cidade. A sala de aula me ensinou que nenhum número substitui a realidade de quem está diante de nós. Foi ali que aprendi uma regra simples, que também deve valer para a política: primeiro escutar, compreender o problema e, só então, decidir.

[b28] (apresentacao) Foi assim que este programa foi construído, no maior processo de escuta popular já realizado numa pré-campanha no DF. Reunimos milhares de manifestações no Decide DF, dezenas de escutas presenciais nas regiões administrativas, contribuições de especialistas voluntários, debates dos partidos que compõem a coligação e propostas dos movimentos sociais. Cada eixo combina diagnóstico, dados, metas claras e propostas concretas, para que a população possa acompanhar e cobrar. Este não é um plano preparado em gabinete para depois ser apresentado à cidade: ele nasce das ruas, das organizações e das pessoas que vivem os problemas do Distrito Federal todos os dias.

[b29] (apresentacao) Também não chego sem experiência para mostrar. Como deputado distrital, transformei fiscalização e presença nas cidades em método de trabalho. Aprovei mais de 30 leis, visitei todos os hospitais e UPAs do DF, estive em mais de 300 escolas, denunciei irregularidades e acompanhei de perto a atuação do GDF. Como gestor público federal, presidi o IPHAN no governo Lula, período em que a instituição bateu recordes de investimento, avançou na modernização administrativa, fortaleceu seus servidores e realizou obras em todo o país. Conheço a responsabilidade de decidir, prestar contas e entregar resultados.

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[b36] (apresentacao) Nada disso é invenção. Brasília já provou que sabe ser exemplo. Foi no governo do PT que nasceu aqui o Bolsa-Escola, política que virou referência mundial e inspirou o Bolsa Família. Foi o governo do PT que entregou o Expresso DF, o primeiro BRT da cidade, mais de 20 mil moradias do Morar Bem, dezenas de creches e a escola em tempo integral. Sabemos o que funciona porque já fizemos, e temos coragem de fazer ainda melhor.

[b37] (apresentacao) Meu compromisso é devolver o seu tempo e baratear a sua vida: transporte de graça, comida mais barata, creche perto de casa, remédio na farmácia e um governo que pertença de fato ao trabalhador, ao servidor público e, de forma muito especial, às mulheres. Caminho com a honra de estar ao lado do presidente Lula e a força desta caminhada vem de você.

[b38] (apresentacao) Porque espera demais a gente já teve. Quem cansou de esperar não quer só reclamar da fila, quer ver a fila andar. Tá na hora dessa fila andar. Este governo é nosso, e a nossa caminhada tem um destino, que é sair da espera, chegar à esperança e transformá-la em realizações.

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[b42] (apresentacao) O PROGRAMA E NOSSAS PRIORIDADES

[b43] (apresentacao) Como foi construído · o governo que queremos fazer · os seis tempos · os onze compromissos

[b44] (apresentacao) UM PROGRAMA CONSTRUÍDO COM O POVO

[b45] (apresentacao) Este programa de governo é resultado do maior processo de escuta popular já realizado numa pré-campanha no Distrito Federal. Quatro fontes se combinaram para produzi-lo:

[b46] (apresentacao) • Decide DF (plataforma digital): 5.554 votos e 443 comentários de participantes únicos em 15 temas, com 81% de concordância global. Participação anônima e livre. Os relatos líderes se mantiveram estáveis nas 3 rodadas. O povo do DF sabe o que quer.

[b47] (apresentacao) • Escutas presenciais: mais de 300 agendas em todas as Regiões Administrativas, entre cafés, plenárias, visitas a acampamentos, encontros com categorias, rodas de conversa. A escuta presencial, digital e a equipe na rua.

[b48] (apresentacao) • Secretarias e Setoriais do PT-DF, PV-DF, PCdoB-DF, PDT, PSOL/REDE e especialistas: setoriais temáticos do PT-DF (saúde, educação, mulheres, comunitário, ciência e tecnologia, esporte, cultura, segurança alimentar, participação popular, inclusão da pessoa com deficiência e outros) e contribuições territoriais das zonais, reunidas no Comitê de Construção Programática, com dezenas de especialistas voluntários que produziram diagnósticos completos por área.

[b49] (apresentacao) • Ouvidoria-Geral do DF: análise das manifestações registradas pela população sobre zeladoria urbana, iluminação, tapa-buraco, poda, coleta de lixo e falhas de serviço, o retrato do abandono cotidiano das cidades.

[b50] (apresentacao) O QUE A POPULAÇÃO DISSE NO DECIDE DF

[b51] (apresentacao) A saúde é disparado o tema mais votado (1.064 votos, +104% de crescimento entre as rodadas), seguida por mobilidade (947) e educação (806). Os relatos líderes de cada tema:

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[b60] (apresentacao) Governar é escolher prioridades e responder por elas. Este programa parte de uma ideia simples: o dinheiro público, a capacidade do Estado e a proximidade com a população devem estar a serviço de quem mais precisa. Os princípios abaixo orientam todas as áreas do governo e dão unidade às escolhas que aparecem ao longo deste plano.

[b61] (apresentacao) Seis princípios orientam o governo:

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[b65] (apresentacao) 2. Cuidado e redução das desigualdades: o governo deve chegar primeiro a quem mais precisa.

[b66] (apresentacao) Reduzir as desigualdades sociais, raciais, de gênero e territoriais será objetivo transversal, com atenção especial às periferias e às pessoas que enfrentam maior vulnerabilidade. Cuidar orienta o conjunto das políticas, da infância ao envelhecimento.

[b71] (apresentacao) NOSSAS PRIORIDADES PARA O DISTRITO FEDERAL

[b72] (apresentacao) O lema sintetiza a tese do governo: este governo é nosso. Brasília é feita por sua gente, e um governo só se justifica se governar com quem faz a cidade funcionar todos os dias e para quem mais precisa dele, como a professora, o rodoviário, a mãe que cria sozinha os filhos, o jovem que busca o primeiro emprego, o servidor, a agricultora, o pequeno comerciante. Depois de anos de abandono, de duas Brasílias e de um banco público fragilizado por falcatrua, o DF precisa ser resgatado para a sua gente.

[b73] (apresentacao) Este programa parte da vida concreta de quem mora no Distrito Federal. Quer devolver o tempo que a espera tira das pessoas e reduzir o peso dos serviços essenciais no orçamento das

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[b75] (apresentacao) famílias. As políticas se organizam em seis tempos: cuidar, aprender, chegar, morar, trabalhar e viver sem medo. Tudo isso se apoia em três condições para funcionar: participação popular, responsabilidade com o dinheiro público e valorização de quem faz o serviço público acontecer.

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[b89] (apresentacao) OS ONZE COMPROMISSOS PRIORITÁRIOS

[b90] (apresentacao) Por que estas prioridades e não outras? Porque são as áreas onde a espera mais dói, onde os dados são mais duros e das quais a população mais reclama. A saúde é o problema nº 1 apontado no Decide DF, com filas de mais de 7 horas e 100 mil procedimentos represados. O transporte tira uma parte considerável do orçamento do bolso e do tempo para viver de quem depende do ônibus. A creche falta justamente para a mãe que precisa trabalhar, e o feminicídio é um indicador de segurança em que o DF está acima da média nacional. Cada compromisso abaixo nasce de um número e de um rosto, e por isso vem primeiro.

[b91] (apresentacao) Os onze compromissos abaixo concentram as prioridades do governo. Eles traduzem em entregas concretas o que apareceu com mais força nas escutas e nos diagnósticos e se desdobram, na Parte II, em 23 políticas de governo.

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[b148] (protecao_animal) Estruturar a política distrital de proteção animal com coordenação própria na estrutura existente, rede regionalizada de atendimento veterinário público e castração em escala.

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[b205] (apresentacao) Nenhum tempo se cumpre no vazio. Cuidar, aprender, chegar, morar, trabalhar e viver sem medo só acontecem se houver dinheiro público bem cuidado, decisão tomada junto com o povo e servidor respeitado. Resgatar as finanças e ampliar a participação são o fundamento de todos os processos deste plano, e por isso vêm primeiro. Sem contas saneadas, nenhuma promessa se sustenta. Sem participação, nenhuma prioridade é a da população. Sem servidor valorizado, nada disso chega à ponta.

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[b351] (apresentacao) O DF que cuida das pessoas, do berço ao envelhecimento

[b352] (apresentacao) É tempo de inverter a lógica: a saúde que anda, a comida na mesa, a mulher protegida, a pessoa idosa amparada. E é tempo de reconhecer quem sempre sustentou o cuidado no DF sozinha e de graça (a mulher negra da periferia) devolvendo a ela tempo, renda e dignidade.

[b354] (apresentacao) Saúde · Assistência Social e Segurança Alimentar · Mulheres · Igualdade Racial, Diversidade e Direitos Humanos · Proteção e Bem-Estar Animal · Política Distrital de Cuidados

[b356] (apresentacao) Conselhos de saúde, dos direitos da mulher, da pessoa idosa e da assistência decidem prioridades e fiscalizam a rede, quem é cuidado ajuda a desenhar o cuidado.

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[b590] (protecao_animal) O DF tem uma das maiores populações de animais comunitários e abandonados do país e uma única unidade pública de pronto-atendimento para cães e gatos, o HVEP de Taguatinga, que funciona apenas em horário comercial. O nome hospital gera falsa expectativa, porque a estrutura não tem plantão contínuo nem suporte pleno de alta complexidade, e quem precisa de socorro à noite ou no fim de semana simplesmente não tem para onde ir. As políticas existentes, Cartão Ração e Cartão Castração (Lei 7.765/2025), são passos corretos, mas sem escala, e o resultado são filas longas, cobertura insuficiente e protetores independentes que sustentam sozinhos o que deveria ser política pública.

[b591] (protecao_animal) A gestão do HVEP, vinculada ao Ibram e executada por contrato com organizações da sociedade civil, não deu conta de atender com regularidade a população, os protetores independentes, as ONGs e os animais apreendidos em operações da Polícia Civil. Falta ainda médico-veterinário de carreira exercendo a função finalística no órgão, o que fragiliza a fiscalização de laudos de maus-tratos e as vistorias que o TCDF exige sobre as verbas da saúde animal. O diagnóstico dos especialistas aponta o caminho, que passa por estrutura permanente e concursada, castração em massa como única política eficaz de controle populacional, atendimento veterinário acessível nas regiões e apoio real a quem protege.

[b594] (protecao_animal) Estruturar a política distrital de proteção animal com coordenação própria na estrutura existente, rede regionalizada de atendimento veterinário público e castração em escala.

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[b597] (protecao_animal) • Rede regionalizada de atendimento veterinário público

[b598] (protecao_animal) • Castração em escala com meta anual publicada

[b599] (protecao_animal) • Secretaria executiva de proteção animal em funcionamento

[b600] (protecao_animal) • Cinco hospitais veterinários públicos, um por vetor do território, com pronto-socorro 24 horas

[b601] (protecao_animal) • UBS Pet nas regiões administrativas e quatro polos de atendimento a grandes animais

[b602] (protecao_animal) • Acolhimento Público Obrigatório em funcionamento, sem recusa por falta de vaga

[b605] (protecao_animal) Estruturar a Coordenação Distrital de Proteção Animal: com orçamento e equipe próprios, o Fundo Distrital de Proteção Animal e o Conselho Distrital deliberativo com protetores e sociedade civil.

[b606] (protecao_animal) 2. Castração em massa como política central: mutirões permanentes por RA com meta anual pública e castramóvel, priorizando animais comunitários e de tutores de baixa renda.

[b607] (protecao_animal) 3. Rede Distrital de Saúde Veterinária em quatro níveis: hospitais públicos veterinários de média e alta complexidade, um por vetor do território, com atendimento ao público todos os dias e pronto-socorro e internação 24 horas. A unidade de Taguatinga é reestruturada e ampliada para cobrir Taguatinga, Ceilândia e Samambaia, e entram novas unidades no Norte (Planaltina), no Sul (Santa Maria), no Leste (São Sebastião) e no Centro-Norte (Brazlândia). O corpo funcional vem por concurso público, o que garante continuidade do serviço, soberania na fiscalização e emprego qualificado no DF.

[b608] (protecao_animal) 4. Fortalecer os Cartões Ração e Castração (Lei 7.765/2025): cadastro simplificado dos protetores, transparência na fila e ampliação da cobertura.

[b609] (protecao_animal) 5. Apoio a protetores e abrigos: credenciamento, repasse por animal acolhido, apoio veterinário e parceria para adoção.

[b610] (protecao_animal) 6. Resgate e socorro público: serviço para animais em risco, maus-tratos ou acidentes, com plantão e integração à Ouvidoria e aos Bombeiros.

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[b612] (protecao_animal) 7. Adoção responsável: feiras e campanhas permanentes com microchipagem, registro geral animal e acompanhamento pós-adoção.

[b613] (protecao_animal) 8. Combate implacável aos maus-tratos: delegacia especializada (DEMA) fortalecida, canal de denúncia integrado e responsabilização efetiva.

[b614] (protecao_animal) 9. Educação humanitária e manejo ético: guarda responsável no currículo complementar, manejo ético da fauna urbana e política para grandes animais abandonados.

[b615] (protecao_animal) 10. UBS Pet nas regiões administrativas: São unidades de atenção primária veterinária onde o morador já vive. Fazem consulta de rotina, acompanham doença crônica estabilizada, aplicam curativo e ofertam vacina gratuita o ano inteiro, incluindo a da leptospirose, que hoje falta. Também vermifugam, microchipam o animal vinculado ao CPF do tutor e mantêm um centro cirúrgico pequeno só para castração. A rede primária desafoga o hospital, encurta a distância para quem não tem carro e acaba com a fila de madrugada, porque o caso grave detectado na região é estabilizado ali e segue por vaga regulada para o hospital de referência.

[b616] (protecao_animal) 11. Saúde para os grandes animais, hoje sem assistência nenhuma: A rede atende equinos e animais de produção e tração em quatro polos, que cruzam as bacias agrícolas e as rotas dos carroceiros, em Ceilândia, Santa Maria e Gama, Planaltina e Brazlândia. Os polos fazem cadastro, microchipagem, clínica, cirurgia ambulatorial, casqueamento, vacinação e diagnóstico de mormo, raiva herbívora e anemia infecciosa equina. Casos de alta complexidade seguem por vaga regulada, em transporte do governo, para o Hospital de Grandes Animais da UnB na Granja do Torto, aproveitando estrutura pública que já existe em vez de construir outra. Vans e picapes equipadas com raio-X e ultrassom portáteis atendem o animal que não pode ser deslocado.

[b617] (protecao_animal) 12. Acolhimento Público Obrigatório: O DF assume a guarda e o custeio de todo animal apreendido ou resgatado em fiscalização, decisão judicial de maus-tratos ou caso de acumulação.

[b618] (protecao_animal) Falta de vaga e falta de orçamento deixam de ser desculpa para recusar. Uma Central Distrital de Vagas opera em rede mista, com centros públicos de triagem e reabilitação e vagas permanentes compradas em ONGs e lares temporários cadastrados, pagas mesmo quando ociosas, para que a vaga esteja disponível no instante em que a Polícia Civil precisar dela.

[b619] (protecao_animal) Depois de reabilitado, o animal vai para adoção em plataforma pública, com acompanhamento por quatro anos e prerrogativa de retomar a tutela em caso de negligência.

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[b621] (protecao_animal) 13. Amparo ao animal de quem vive na rua: Os centros de bem-estar ganham leito de convivência e de pós-operatório, para o bicho se recuperar sem ocupar vaga de hospital. E a guarda temporária fica garantida sempre que o tutor precisar se internar. O animal só é encaminhado para adoção definitiva em três situações, que são a morte do responsável, doação espontânea ou maus-tratos formalmente constatados. Ninguém deve escolher entre tratar a própria saúde e não perder quem lhe faz companhia.

[b622] (protecao_animal) 14. Saúde Única na prática: A política animal se integra à saúde humana e ao meio ambiente.

[b623] (protecao_animal) Controlar leptospirose, raiva herbívora e esporotricose é proteger gente. O programa articula vigilância de zoonoses, atenção em saúde mental para casos de acumulação e educação para guarda responsável, com médico-veterinário de carreira no Estado para dar respaldo técnico à fiscalização e às vistorias exigidas pelo TCDF.

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[b1375] (apresentacao) COMO ESTE PLANO SERÁ CUMPRIDO, E COBRADO

[b1376] (apresentacao) Plano de governo não pode ser papel de campanha que se arquiva depois da posse. Este plano foi construído com a população, e será executado, monitorado e cobrado com a população. A governança do plano tem cinco instrumentos:

[b1377] (apresentacao) O QUE ENTREGAMOS EM QUATRO ANOS E A BRASÍLIA QUE COMEÇA AGORA

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[b1452] (apresentacao) Este documento reúne o que os participantes do Decide DF votaram, o que mais de 300 agendas de escuta registraram em cada cidade, o que dezenas de especialistas e setoriais sistematizaram e o que a Ouvidoria-Geral do DF acumula de manifestações da população. Não é o plano de um candidato. É o plano de um DF inteiro que decidiu não aceitar mais o abandono.

[b1453] (apresentacao) Ele será revisado, aprofundado e detalhado ao longo da campanha, com a mesma participação que o gerou. E, a partir de 1º de janeiro de 2027, será o contrato de trabalho do governo com a população.

FIM — 66 blocos neste arquivo.