Leandro Grass — texto do programa sobre Segurança pública (Governador — DF, 2026)

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[b57] (seguranca) • Segurança: “Policial que conhece a comunidade protege melhor”. Junto com iluminação pública e proteção à mulher. → seguranca/p31

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[b88] (seguranca) Proteção presente, perto de casa. O feminicídio subiu 21,7% e o jovem da periferia morre 2,5 vezes mais que a média. É tempo de reverter essas curvas, com o policiamento que conhece a comunidade, as câmeras com monitoramento ativo e a tecnologia bem empregada contra o crime, o corredor iluminado e o Pacto contra o Feminicídio. E é tempo de cuidar de quem protege, o profissional de segurança adoecido e sem amparo. → seguranca/p16

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[b108] (seguranca) Segurança pública se constrói com tecnologia bem empregada, polícias integradas, prevenção que ataca as causas da violência e valorização concreta dos profissionais que colocam a vida em risco para proteger a população.

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[b201] (seguranca) Reverter a curva de alta do feminicídio e dos crimes violentos letais intencionais (CVLI) e reconstruir a sensação de segurança com tecnologia bem empregada, polícias integradas e prevenção que ataca as causas da violência. → seguranca/p50, seguranca/p102

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[b500] (seguranca) • Casa da Mulher Brasileira em pleno funcionamento e unidades regionais → seguranca/p13, seguranca/p77

[b501] (seguranca) • Patrulha Maria da Penha e classificação de risco em 100% das ocorrências → seguranca/p14, seguranca/p17

[b502] (seguranca) • Monitoramento eletrônico do agressor nos casos de tentativa de feminicídio → seguranca/p15

[b505] (seguranca) Pacto Contra o Feminicídio (100 primeiros dias): pacto formal entre o Governo do DF, o Tribunal de Justiça, o Ministério Público, a Defensoria, a Polícia Civil e a Polícia Militar para agir onde o feminicídio acontece, que é dentro de casa. Como a maioria dos casos é cometida por parceiro ou ex-parceiro, o foco é fazer a medida protetiva funcionar, com classificação de risco em 100% das ocorrências, concessão e fiscalização ágil das protetivas, monitoramento eletrônico do agressor por tornozeleira com alerta automático à polícia, acompanhamento de quem já denunciou e a rede Viva Flor e a Patrulha Maria da Penha em todas as RAs. Acolher a denúncia não basta, é preciso monitorar o agressor. → seguranca/p15, seguranca/p16, seguranca/p17

[b506] (seguranca) 2. Rede de proteção completa: Casa da Mulher Brasileira em funcionamento pleno e unidades regionais, DEAM 24h, casas-abrigo e acompanhamento psicossocial e jurídico. Programa de emprego, renda e prioridade habitacional para mulheres vítimas de violência. → seguranca/p13, seguranca/p21, seguranca/p77

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[b516] (seguranca) 10. Câmara de Gestão de Casos de Altíssimo Risco: instância fixa e periódica reunindo polícia, saúde, habitação, assistência, Defensoria e Judiciário para os casos de risco alto e extremo, com plano de segurança único, responsáveis e prazos definidos. → seguranca/p19, seguranca/p62

[b517] (seguranca) 11. Comitê Distrital de Revisão de Feminicídios: analisar cada feminicídio e cada tentativa grave para identificar onde a rede falhou e emitir recomendações formais de correção de protocolo, com encaminhamento obrigatório aos órgãos responsáveis e acompanhamento público das providências. O objetivo é aprender com cada caso para não repeti-lo. Somado à Sala de Situação do Feminicídio, com metas públicas por RA e dados abertos georreferenciados, faz de cada morte evitável um caso com responsável, protocolo e meta. → seguranca/p18

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[b525] (seguranca) DF DELAS: CIDADE SEGURA PARA AS MULHERES

[b526] (seguranca) O outro lado do medo: devolver a cidade às mulheres, de dia e de noite, sozinhas ou acompanhadas.

[b527] (seguranca) Enquanto o Pacto contra o Feminicídio protege a mulher da violência de quem ela conhece, o DF Delas cuida da insegurança do dia a dia que rouba das mulheres o direito de ir e vir, a que troca de calçada, não sai à noite ou abandona um curso porque o caminho até o ponto dá medo.

[b528] (seguranca) No Decide DF, o tema Mulheres e Juventude quase dobrou de votos entre as rodadas, e a insegurança feminina aparece como razão central do medo noturno no transporte. O roubo a pedestre é 87% dos roubos do DF e se concentra no caminho até o ponto de ônibus, o mesmo trecho que elas apontam como o mais assustador. O resultado é uma cidade usada pela metade.

[b529] (seguranca) O que o programa se compromete a fazer

[b530] (seguranca) Transformar o DF numa cidade que as mulheres usam por inteiro, reduzindo a insegurança com desenho urbano, mobilidade segura, ocupação viva do espaço público e resposta rápida ao assédio, tudo desenhado a partir da escuta das próprias mulheres e medido por metas por Região Administrativa. → seguranca/p24

[b531] (seguranca) Eixo 1: Desenhar a cidade com lente de gênero

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[b545] (seguranca) Eixo 4: Resposta, dados e escuta permanente

[b546] (seguranca) 10. Mapa do Medo: painel público que cruza assédio, roubo a pedestre e percepção de insegurança por RA e horário, atualizado com as marchas, para orientar o investimento. → seguranca/p24

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[b548] (seguranca) 11. Canal único de assédio no espaço público: número e app integrados ao 190 e ao 180, com georreferenciamento, para registrar e responder ao assédio de rua e no transporte. → seguranca/p23

[b549] (seguranca) 12. Formação de agentes públicos: guarda, PM, agentes de transporte e atendimento capacitados em abordagem não revitimizante, com a Rede EaD da Senasp e a UnB. → seguranca/p63

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[b1279] (seguranca) Proteção presente, perto de casa

[b1280] (seguranca) O feminicídio subiu 21,7% e o jovem da periferia morre 2,5 vezes mais que a média. É tempo de reverter essas curvas, com o policiamento que conhece a região, as câmeras com monitoramento ativo e a tecnologia bem empregada contra o crime, o corredor iluminado e o Pacto contra o Feminicídio. E é tempo de cuidar de quem protege, o profissional de segurança adoecido e sem amparo. → seguranca/p16

[b1282] (seguranca) Segurança Pública (com o Pacto contra o Feminicídio como eixo prioritário)

[b1284] (seguranca) Conselhos comunitários de segurança (CONSEGs) com poder real de pauta e devolutiva: a comunidade define, junto com a polícia, onde estão o medo e a prioridade. → seguranca/p32

[b1288] (seguranca) PROTEÇÃO PRESENTE, PERTO DE CASA

[b1290] (seguranca) O DF é hoje uma das unidades da federação mais seguras do país nos indicadores de violência letal, mas distribui essa segurança de forma desigual e não consegue reduzir o medo. Ainda que os indicadores de crimes violentos e a taxa de homicídios tenham melhorado, há um quadro de insegurança que se desenvolve entre vários públicos das cidades. E há um paradoxo que o próximo governo terá de enfrentar. O DF tem o maior gasto per capita em segurança pública do

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[b1292] (seguranca) país, sustentado pelo Fundo Constitucional (R$ 11,4 bilhões em 2025), e ainda assim convive com lacunas de perícia, de prevenção primária e de transparência de dados. Gasta-se muito e mal.

[b1293] (seguranca) No Decide DF, o relato líder resume a solução que a população quer: “policial que conhece a comunidade protege melhor”, ou seja, policiamento comunitário, iluminação e presença. E quem cuida da segurança também precisa de cuidado, porque no Brasil um policial tira a própria vida a cada três dias (131 suicídios em 2025), e o DF sequer publica esse dado sobre suas forças.

[b1294] (seguranca) Mas o quadro tem cinco alertas que orientam este plano. Primeiro, a desigualdade racial na letalidade se aprofundou, e uma pessoa negra no DF tem hoje três vezes mais chance de ser assassinada do que uma não negra (razão que subiu de 2,49 para 3,00). Segundo, o feminicídio é um dos poucos indicadores em que o DF está acima da média nacional, tendo subido de 23 para 28 vítimas em 2025 (+21,7%) e as tentativas passaram de 102 para 131, colocando o DF na 8ª posição do país. A taxa distrital de tentativas de feminicídio (4,44 por 100 mil) é mais que o dobro da média nacional (1,95), e nove RAs concentram 68% dos feminicídios, com maior incidência em Planaltina, Ceilândia, Samambaia e São Sebastião. Terceiro, o medo não acompanhou a queda do crime, e 64,3% das pessoas se sentem inseguras à noite no Setor Comercial Sul e dois em cada três usuários evitam pontos de ônibus depois das 20h. Quem leva mais de dez minutos de casa até o ponto tem 83,6% mais chance de perceber risco elevado, e quem percebe presença de facção no trajeto, 183%. É o medo, não só o crime, que esvazia as ruas e empurra quem pode para a segurança privada. E o crime mudou de forma, porque em 2025 foram 20.425 celulares roubados ou furtados, um aparelho a cada 26 minutos, enquanto os estelionatos digitais cresceram 408% no país entre 2018 e 2024. Quarto, as facções já chegaram, com mais de 500 faccionados presos (PCC, CV e outras), concentrados nas RAs mais vulneráveis, e a reversão dos CVLI em 2025 (+6,8%) pode ser o primeiro sinal. Quinto, as forças operam no limite, a PMDF tem cerca de 60% do efetivo previsto, a PCDF 50% e o CBMDF 59%, um déficit de aproximadamente 18 mil vagas.

[b1295] (seguranca) A melhor evidência disponível é clara sobre onde está o gargalo. As evidências apontam que o videomonitoramento meramente passivo praticamente não reduz crime. O monitoramento ativo, com operadores acompanhando as imagens e acionando resposta, reduz em torno de 15% e, combinado a outras intervenções, chega a cerca de 34%. O problema, portanto, está menos no número de câmeras e mais na capacidade de analisá-las e agir. Avaliações independentes do Smart Sampa apontaram ausência de redução estatística da criminalidade, além de falsos positivos e vieses no reconhecimento facial. Tecnologia sem gestão, sem prevenção e sem salvaguardas entrega pouco e cria riscos. É a lição que o DF 360, lançado em fevereiro de 2026, precisa incorporar para dar resultado. Precisamos integrar inteligência com presença da polícia onde é mais preciso, com condições adequadas para trabalhar e conhecimento da sua comunidade.

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[b1298] (seguranca) A SEGURANÇA QUE NÃO CHEGOU A TODOS

[b1299] (seguranca) A queda da violência letal é real, mas desigual. Fontes: SSP-DF, FBSP, NEVIS/UnB e SENAPPEN (2024–2026)

[b1301] (seguranca) Mais chance de um negro ser assassinado. A razão racial piorou: era 2,49 em 2017, chegou a 3,00 em 2024. +21,7%

[b1302] (seguranca) Alta do feminicídio em 2025. 28 vítimas e 131 tentativas · 9 RAs concentram 68% dos casos.

[b1304] (seguranca) Sentem-se inseguros à noite no Setor Comercial

[b1305] (seguranca) Sul. Dois em cada três usuários evitam pontos de ônibus após as 20h. +6,8%

[b1306] (seguranca) Reversão do CVLI em 2025. Primeira alta em sete anos: 267 vítimas, com facções no território. cerca de 18 mil

[b1307] (seguranca) Vagas em falta nas forças de segurança. PMDF com cerca de 60% do efetivo, PCDF 50% e

[b1310] (seguranca) Celular roubado ou furtado no DF. 20.425 aparelhos subtraídos em 2025, com estelionato digital em alta.

[b1311] (seguranca) O ENQUADRAMENTO: VERDADE, JUSTIÇA E CORAGEM

[b1312] (seguranca) Verdade: a segurança que existe não é igual para todos. Negros morrem três vezes mais, mulheres são atacadas a cada três dias, o medo persiste mesmo onde o crime caiu, as facções chegaram e as forças operam pela metade do efetivo. Sem evidenciar os problemas, não há como enfrentá-los.

[b1313] (seguranca) Justiça: os profissionais de segurança do DF entregaram, com metade do efetivo, a maior redução de violência letal do país na última década, uma conquista deles e da população, que precisa ser protegida. Mas os benefícios chegaram menos às periferias, às mulheres e aos jovens negros.

[b1314] (seguranca) Corrigir essa desigualdade é questão de justiça.

[b1315] (seguranca) Coragem: o DF tem capacidade institucional, base acadêmica, orçamento e evidências para se tornar referência nacional em segurança cidadã integrada, e não apenas em repressão. Isso exige coragem política para mudar o modelo, investir em prevenção e valorizar quem protege.

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[b1317] (seguranca) AS CINCO PRIORIDADES DA SEGURANÇA — 1. Enfrentar o crime organizado: com inteligência patrimonial e financeira, asfixiando o dinheiro das facções. — 2. Proteção integral da mulher: com universalização da classificação de risco e monitoramento eletrônico do agressor. — 3. → seguranca/p1

[b1318] (seguranca) Reduzir o medo no cotidiano: iluminação, presença e requalificação dos trajetos onde a insegurança é sentida. — 4. Segurança cidadã integrada: do policiamento ostensivo ao urbanismo social, medindo também a percepção de segurança. — 5. Valorizar quem protege: recompor o efetivo das forças e cuidar da saúde do profissional de segurança. → seguranca/p39, seguranca/p40, seguranca/p91

[b1320] (seguranca) Reverter a curva de alta do feminicídio e dos crimes violentos letais intencionais (CVLI) e reconstruir a sensação de segurança com tecnologia bem empregada, polícias integradas, prevenção que ataca as causas da violência e valorização concreta de quem protege, com metas públicas e avaliação de impacto. → seguranca/p48

[b1322] (seguranca) • Reverter a alta do feminicídio e dos crimes violentos letais intencionais (CVLI) → seguranca/p50, seguranca/p102

[b1323] (seguranca) • Reduzir a percepção de insegurança, medida por pesquisa de vitimização → seguranca/p49

[b1324] (seguranca) • Plano plurianual de recomposição do efetivo das forças (hoje cerca de 60%/50%/59%) → seguranca/p25

[b1327] (seguranca) Plano de Enfrentamento ao Feminicídio (30 dias): Viva Flor e Patrulha Maria da Penha em todas as RAs, fiscalização ativa de medida protetiva descumprida e avaliação de risco padronizada e obrigatória no primeiro contato (delegacia, saúde, 190). Expandir a Casa da Mulher Brasileira (delegacia, Defensoria, Juizado e acolhimento num só lugar) e o Dispositivo de Proteção que monitora vítima e agressor 24h. → seguranca/p14, seguranca/p15, seguranca/p16, seguranca/p17

[b1328] (seguranca) 2. Alcançar quem está fora do radar e revisar cada caso: como a maioria das vítimas de feminicídio não tinha medida protetiva, investir em prevenção primária, e instituir o Comitê de revisão de feminicídios, que analisa cada caso e tentativa grave para corrigir onde a rede falhou. → seguranca/p18

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[b1330] (seguranca) 3. Amparo às vítimas indiretas: acompanhamento psicológico, social e material a crianças e adolescentes que perdem as mães para o feminicídio. → seguranca/p20, seguranca/p106

[b1331] (seguranca) 4. Policiamento comunitário como doutrina: o policial fixado no território, que conhece a comunidade, com metas de proximidade, e CONSEGs com poder real de pauta e devolutiva obrigatória. → seguranca/p31, seguranca/p32

[b1332] (seguranca) 5. Rede Sentinela, monitoramento que age: transformar o DF 360 numa rede ativa, com salas de análise regionais 24h dimensionadas por número de câmeras, IA para detecção e resposta rápida. → seguranca/p8

[b1333] (seguranca) 6. Comando integrado e inteligência: Centro Integrado de Comando e Controle unificando → seguranca/p7, seguranca/p62

[b1334] (seguranca) PMDF, PCDF, Bombeiros, Detran e DF Legal, com integração de bancos de dados e prevenção qualificada ao roubo de celulares (integração com operadoras e bloqueio ágil). → seguranca/p6, seguranca/p7, seguranca/p62

[b1335] (seguranca) 7. Corredores de transporte seguros (urbanismo social): iluminação LED e requalificação de pontos e terminais, começando pelas periferias. → seguranca/p40

[b1336] (seguranca) 8. Juventude nas RAs de maior letalidade: busca ativa, mentoria, vaga de trabalho e acompanhamento psicossocial, com a segurança articulada à prevenção. → seguranca/p41

[b1337] (seguranca) 9. Consórcio metropolitano de segurança DF-Entorno (RIDE): centros de comando interoperáveis, fluxo de inteligência e captação do Fundo Nacional. → seguranca/p51, seguranca/p52

[b1338] (seguranca) 10. Cuidar de quem protege: Programa de Atenção Biopsicossocial aos Profissionais de Segurança (90 dias) com saúde mental desvinculada de disciplina, adesão ao Escuta Susp federal, e núcleos de assistência jurídica ao policial que atua na legalidade (60 dias). → seguranca/p26, seguranca/p29

[b1339] (seguranca) 11. Valorização das carreiras e transparência: critérios objetivos de promoção, mesa permanente com praças e oficiais, microdados criminais abertos e georreferenciados (incluindo letalidade e vitimização policial). → seguranca/p28, seguranca/p48, seguranca/p89

[b1340] (seguranca) 12. Câmeras corporais e formação: aderir ao Projeto Nacional de Câmeras Corporais (evidências mostram redução de 25% a 61% no uso da força) e usar a Rede EaD da Senasp para formação continuada. → seguranca/p27, seguranca/p54

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[b1342] (seguranca) 13. Política de redução da letalidade policial com meta e monitoramento: câmeras corporais, protocolos de uso progressivo da força e fortalecimento do controle interno e externo da atividade policial, tratando a proteção do cidadão e a do policial como a mesma política. → seguranca/p54

[b1343] (seguranca) 14. Formação continuada das forças de segurança em direitos humanos, enfrentamento ao racismo institucional, gênero, atendimento a grupos vulneráveis, saúde mental e polícia comunitária, substituindo a lógica exclusivamente repressiva. → seguranca/p27

[b1344] (seguranca) 15. Mediação comunitária e justiça restaurativa: expandir centros de mediação nos territórios, integrando segurança pública, assistência social e sistema de justiça para resolver conflitos antes que virem violência. → seguranca/p42

[b1345] (seguranca) 16. Sistema prisional como espaço de direitos e ressocialização: política integrada de reinserção com acompanhamento pós-cárcere e apoio às famílias, universalização da educação básica e profissionalizante às pessoas privadas de liberdade com remição pelo estudo, e enfrentamento da superlotação e das condições degradantes, a começar pelo Presídio Feminino da Colmeia. → seguranca/p47, seguranca/p106

[b1346] (seguranca) 17. Saúde mental na segurança: ampliar a Rede de Atenção Psicossocial no sistema prisional e implantar programa permanente de cuidado à saúde mental dos profissionais de segurança pública. → seguranca/p26, seguranca/p47, seguranca/p106

[b1347] (seguranca) 18. Asfixia financeira das facções: criar uma unidade integrada de inteligência patrimonial e financeira para atacar o dinheiro do crime organizado, que já opera no DF com mais de 500 faccionados presos, acelerar a perícia cibernética, combater a receptação de celulares (com bloqueio de IMEI e cooperação das operadoras) e articular com o sistema prisional para interromper o comando de dentro das cadeias. → seguranca/p2, seguranca/p6

[b1348] (seguranca) 19. Recompor o efetivo das forças: plano plurianual de concursos para PMDF, PCDF e CBMDF, que hoje operam com cerca de 60%, 50% e 59% do efetivo previsto, um déficit de aproximadamente 18 mil vagas. → seguranca/p25

[b1349] (seguranca) 20. Meta é reduzir o medo, não só o crime: instituir pesquisa periódica de vitimização e de percepção de segurança como indicador oficial do governo, orientando o investimento para onde a população de fato sente medo, porque a boa posição do DF nos números não chegou à sensação de segurança nas ruas. → seguranca/p49

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[b1351] (seguranca) 21. Meta explícita de redução da desigualdade racial na letalidade: hoje uma pessoa negra tem três vezes mais chance de ser assassinada no DF do que uma não negra, e essa razão piorou (subiu de 2,49 para 3,00 entre 2017 e 2024). A razão racial nos homicídios passa a ser indicador oficial do governo, com meta de redução publicada e prevenção primária (educação integral, esporte, trabalho e renda) direcionada às RAs de maior letalidade de jovens negros. → seguranca/p41, seguranca/p43

[b1352] (seguranca) 22. Perícia e investigação à altura do crime que mudou: laboratório integrado de perícia cibernética, com equipe e equipamento para investigar estelionato digital, fraude bancária e cadeia de receptação, atacando a impunidade nos golpes e nos 20.425 celulares subtraídos em 2025. → seguranca/p3, seguranca/p4, seguranca/p66

[b1353] (seguranca) A perícia é o gargalo silencioso, porque sem ela o inquérito não anda e o crime compensa.

[b1354] (seguranca) 23. Política de pessoas desaparecidas fortalecida: recuperar o índice de localização (98% em → seguranca/p12, seguranca/p75

[b1355] (seguranca) 2024, 96% em 2025) e reverter a alta de 11,7% nos desaparecimentos, mantendo o protocolo Sinal de Busca Imediata, que compartilha a imagem com mais de 30 órgãos em tempo real e virou referência nacional, com apoio permanente às famílias. → seguranca/p12, seguranca/p75

[b1358] (seguranca) Tecnologia, integração, prevenção e valorização de quem protege

[b1359] (seguranca) Segurança pública se constrói com tecnologia bem empregada, polícias integradas, prevenção que ataca as causas da violência e valorização concreta dos profissionais que colocam a vida em risco para proteger a população. O programa parte do DF 360, não para substituí-lo, mas para superar as suas fragilidades, já que o gargalo não está no número de câmeras, e sim na capacidade de analisá-las e agir. Cinco princípios orientam tudo, e são decisões baseadas em evidências, integração real entre as forças, prevenção antes da repressão, respeito aos direitos com transparência, e valorização de quem protege.

[b1362] (seguranca) Rede Sentinela, transformar o DF 360 de uma rede de câmeras numa rede que age: salas de análise regionais operando 24 horas, inteligência artificial para detecção de eventos com decisão humana, leitura de placas e cerco eletrônico. O monitoramento ativo reduz o crime em torno de 15%. O passivo, praticamente nada. → seguranca/p8, seguranca/p10

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[b1364] (seguranca) 2. Gestão por resultados com áreas integradas: batalhões da PM e delegacias da PC sobre a mesma base territorial, com metas e responsáveis claros, e comitê gestor com reuniões periódicas e presença do governador, porque onde o chefe do Executivo se afasta a política perde força. → seguranca/p34, seguranca/p91

[b1365] (seguranca) 3. Prevenção e direitos como método: urbanismo social nos territórios vulneráveis (iluminação, espaços públicos, serviços do Estado), bases comunitárias de proximidade, programas para a juventude em risco, e um comitê independente de supervisão com auditoria pública obrigatória do reconhecimento facial, validação humana antes de qualquer abordagem e conformidade com a LGPD. → seguranca/p9, seguranca/p11, seguranca/p39, seguranca/p62

[b1368] (seguranca) Monitoramento inteligente e ativo (Rede Sentinela) · 2. Integração e comando unificado (Centro Integrado de Comando e Controle) · 3. Prevenção situacional e urbanismo social · 4. → seguranca/p8, seguranca/p64

[b1369] (seguranca) Enfrentamento qualificado ao crime organizado (inteligência financeira e dissuasão focada) → seguranca/p1

[b1370] (seguranca) · 5. Proteção da vida da mulher (Rede de Proteção à Vida da Mulher) · 6. Combate ao roubo e furto de celular · 7. Governança, transparência e direitos. → seguranca/p6

[b1371] (seguranca) O QUE JÁ ESTÁ EM OBRAS: VAMOS FISCALIZAR E CONCLUIR

[b1372] (seguranca) • Penitenciária DF III em São Sebastião (R$ 68 mi), novo IML da Polícia Civil (R$ 47 mi) e batalhão da PM em Taguatinga contratados. • 52 obras de segurança (R$ 207 mi) que vamos fiscalizar e integrar a uma política de segurança cidadã. → seguranca/p35, seguranca/p95

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[b1401] (seguranca) Policiamento comunitário · câmeras com monitoramento ativo → seguranca/p31

[b1402] (seguranca) · recomposição do efetivo · asfixia financeira das facções · Pacto contra o feminicídio. → seguranca/p2

[b1403] (seguranca) DF referência nacional em segurança cidadã integrada, com o medo revertido e a desigualdade racial da violência superada. → seguranca/p43

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