Paula Belmonte — texto do programa sobre Saúde (Governador — DF, 2026)
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[b90] (saude) SAÚDE SEM FILAS: Fortalecer a atenção básica, integrar os prontuários eletrônicos e reorganizar os fluxos de atendimento para reduzir o tempo de espera e diminuir a sobrecarga das unidades de emergência. → saude/p1
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[b312] (saude) O maior desafio da saúde pública não começa na porta do hospital. Começa muito antes, quando uma pessoa não consegue ter acompanhamento regular, prevenir uma doença, realizar um exame no tempo certo ou encontrar atendimento perto de casa. Quando o cuidado chega tarde, um problema que poderia ser acompanhado na Unidade Básica de Saúde (UBS) acaba chegando à Unidade de Pronto
[b313] (saude) Atendimento (UPA) ou ao hospital.
[b314] (saude) Hoje, cerca de 1 milhão de moradores do Distrito Federal ainda não têm o cadastro na Atenção Primária. A rede também enfrenta déficit de equipes da Estratégia Saúde da Família, profissionais de acolhimento e equipes multiprofissionais, além da necessidade de ampliar e recuperar a estrutura das UBSs. O resultado é uma porta de entrada que ainda não consegue acompanhar toda a população como deveria.
[b315] (saude) Essa fragilidade repercute em todo o sistema. Sem acompanhamento contínuo, prevenção e diagnóstico precoce, na atenção básica, aumenta a procura por UPAs e hospitais, crescem as filas e os serviços de urgência e emergência acabam absorvendo demandas que poderiam ter sido resolvidas antes. Fortalecer a Atenção
[b316] (saude) Primária é cuidar antes que a doença se agrave e, ao mesmo tempo, permitir que os demais níveis de atenção cumpram melhor sua função.
[b317] (saude) Mas o problema da saúde não termina no primeiro atendimento. Muitas vezes, o paciente consegue entrar no sistema e passa a enfrentar uma nova dificuldade: percorrer a rede fragmentada, buscando consultas, exames, especialistas, cirurgias, tratamentos e reabilitação sem conseguir acompanhar com clareza o próprio caminho.
[b318] (saude) O SUS foi concebido para funcionar de outra forma: como uma rede integrada de cuidado, em que cada nível de atenção tem uma função e todos trabalham de maneira articulada. A Atenção Primária, por meio das UBSs e das equipes de Saúde da Família, deve ser a base dessa rede e a principal referência do cidadão. É onde acontecem prevenção, vacinação, acompanhamento das famílias, controle de doenças crônicas, consultas e os cuidados mais frequentes.
[b319] (saude) Quando surge uma situação que não pode esperar, entra a urgência e emergência, com UPAs e demais serviços preparados para o atendimento imediato. A rede de atenção psicossocial, incluindo os CAPS, também precisa estar articulada aos demais
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[b320] (saude) serviços para garantir cuidado em saúde mental e atenção às pessoas com problemas relacionados ao uso de álcool e outras drogas.
[b321] (saude) Quando o caso exige exames, especialistas ou tratamentos que ultrapassam a capacidade da Atenção Primária, o paciente segue para a atenção especializada, com policlínicas, ambulatórios, centros especializados e serviços de reabilitação.
[b322] (saude) Nos casos que exigem internação, cirurgia ou estrutura complexa, entra a atenção hospitalar. E os hospitais e serviços de referência devem concentrar os casos de alta complexidade, que dependem de equipes altamente especializadas, tecnologia avançada e tratamentos específicos.
[b323] (saude) O problema começa quando essas partes não conversam. Quando a Atenção Primária não funciona, as UPAs ficam sobrecarregadas. Quando a atenção especializada não responde, as filas aumentam. Quando consultas e exames demoram, doenças se agravam. Quando não há integração das informações, o paciente precisa encontrar sozinho o próximo caminho dentro do sistema. A saúde precisa funcionar como uma linha contínua de cuidado: prevenir, acolher, diagnosticar, encaminhar, tratar, reabilitar e continuar acompanhando.
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[b326] (saude) UMA REDE QUE ACOMPANHA AS PESSOAS
[b327] (saude) O desafio do Distrito Federal é fazer essa estrutura funcionar de maneira verdadeiramente integrada. O cidadão não pode carregar a responsabilidade de fazer o sistema conversar. É a rede que precisa acompanhar o cidadão.
[b328] (saude) A tecnologia será fundamental para essa transformação. Prontuário eletrônico integrado, regulação, Saúde Digital e compartilhamento seguro das informações precisam conectar diferentes pontos da rede. O profissional que recebe o paciente precisa conhecer o histórico dele, e a equipe responsável pelo acompanhamento precisa saber o que aconteceu quando ele passou por outro serviço.
[b329] (saude) A fila também precisa fazer parte dessa integração. O encaminhamento para um especialista, exame, cirurgia ou tratamento não pode significar o início de uma espera sem informação. A jornada do paciente precisa ser acompanhada do primeiro atendimento até a conclusão do cuidado, com critérios claros de prioridade, transparência e gestão permanente das filas. → saude/p2
[b330] (saude) Outro desafio é aproximar o atendimento de quem tem maior dificuldade de chegar aos serviços. Pessoas idosas, com deficiência, doenças crônicas, limitações de mobilidade ou que necessitam de cuidado contínuo precisam de uma rede capaz de chegar mais perto de suas casas. Nem todo cuidado precisa acontecer dentro de um hospital, de uma UPA ou mesmo de uma UBS.
[b331] (saude) O envelhecimento da população, inclusive, exige que a rede esteja preparada para necessidades específicas da pessoa idosa. Doenças crônicas, perda de mobilidade, necessidade de reabilitação e condições que exigem acompanhamento de diferentes especialidades demandam um cuidado integrado, capaz de acompanhar o idoso perto de casa e oferecer atendimento especializado quando necessário.
[b332] (saude) O DF dispõe de uma grande estrutura de saúde e de profissionais qualificados, mas precisa integrar serviços, organizar pessoal, garantir abastecimento, acompanhar resultados e fazer os recursos chegarem com eficiência à ponta.
[b333] (saude) A gestão da saúde também exige enfrentar os problemas do Instituto de Gestão
[b334] (saude) Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IGES-DF). Criado com a promessa de dar mais agilidade e eficiência ao atendimento, o modelo precisa ser submetido a maior controle, transparência e avaliação de resultados. A autonomia de gestão não pode significar menos fiscalização sobre contratos, compras, gastos e qualidade dos serviços prestados à população.
[b335] (saude) O desafio, portanto, não é apenas construir mais unidades ou oferecer mais consultas. É fazer a rede funcionar como uma rede e garantir que cada pessoa receba o cuidado adequado, no lugar certo e no tempo certo.
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[b338] (saude) Cuidar pela saúde é fazer o atendimento chegar antes que a doença se agrave e garantir que ninguém se perca no caminho quando precisar do sistema. A Atenção Primária será fortalecida como base dessa transformação. Mais equipes de Saúde da Família, UBSs estruturadas, atendimento multiprofissional, prevenção, acompanhamento de doenças crônicas e cuidado mais próximo das pessoas e das comunidades. A saúde precisa chegar antes da doença e estar perto de onde as pessoas vivem. → saude/p9, saude/p15, saude/p82
[b339] (saude) O cuidado continuará depois da primeira consulta. A rede será organizada para acompanhar a trajetória de cada paciente, conectando Atenção Primária, urgência e emergência, saúde mental, exames, especialistas, reabilitação, hospitais e serviços de alta complexidade. Cada nível de atenção cumprirá sua função, mas nenhum funcionará isoladamente. → saude/p59
[b340] (saude) Tecnologia, prontuário eletrônico e Saúde Digital serão instrumentos para conectar essa rede, organizar as filas e garantir continuidade ao atendimento. Quando houver necessidade de avançar para outro nível de atenção, o paciente será encaminhado e acompanhado, sem precisar recomeçar sua trajetória a cada serviço que procurar. → saude/p17
[b341] (saude) O cuidado será organizado de acordo com as diferentes fases da vida. O atendimento domiciliar será fortalecido para pessoas idosas, com deficiência, doenças crônicas ou limitações de mobilidade que necessitem de cuidado contínuo. Para a população idosa, a rede será estruturada para integrar Atenção → saude/p56, saude/p58
[b342] (saude) Primária, acompanhamento domiciliar, especialistas, reabilitação e atendimento hospitalar, garantindo continuidade ao cuidado → saude/p58
[b343] (saude) Uma saúde que cuida previne, acolhe, acompanha e resolve. Cuida perto de casa quando é possível, garante atendimento especializado no tempo certo quando é necessário e acompanha cada pessoa durante toda a sua jornada.
[b345] (saude) 1. FORTALECER A ATENÇÃO PRIMÁRIA
[b346] (saude) Ampliar a cobertura da Atenção Primária e da Estratégia Saúde da Família, fortalecendo as UBSs como principal referência de cuidado para cada pessoa e família. → saude/p9
[b347] (saude) Expandir e completar as equipes, incluindo as equipes de saúde bucal e os profissionais multiprofissionais, para ampliar a capacidade de prevenção, diagnóstico precoce, acompanhamento e resolução dos problemas mais frequentes. → saude/p9, saude/p15, saude/p16, saude/p82
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[b349] (saude) A proximidade das equipes com as famílias também será utilizada para identificar vulnerabilidades, conectando a Atenção Primária às demais políticas de proteção. → saude/p73
[b350] (saude) Ampliar e modernizar a rede de UBSs de acordo com as necessidades de cada território, aproximando o atendimento de onde as pessoas vivem. A saúde precisa chegar antes da doença e estar perto de casa. → saude/p10
[b351] (saude) 2. ORGANIZAR A JORNADA DO PACIENTE E INTEGRAR TODA A REDE
[b352] (saude) Implantar uma lógica de acompanhamento que conecte Atenção Primária, SAMU, urgência e emergência, CAPS, exames, especialistas, reabilitação, hospitais e serviços de alta complexidade. Cada serviço terá uma função dentro da rede, mas todos precisam compartilhar informações e garantir continuidade ao atendimento. → saude/p59
[b353] (saude) Fortalecer a integração entre SAMU, UBSs, UPAs, hospitais e centrais de regulação. → saude/p39
[b354] (saude) Nos casos atendidos pelo SAMU que não exijam internação, a rede deverá garantir, quando necessário, a continuidade do acompanhamento. → saude/p40
[b355] (saude) 3. USAR A SAÚDE DIGITAL PARA CONECTAR O CUIDADO
[b356] (saude) Implantar um prontuário eletrônico integrado, acessível aos diferentes níveis da rede, reunindo histórico clínico, exames, medicamentos, encaminhamentos e informações necessárias à continuidade do cuidado. → saude/p17
[b357] (saude) Ampliar os serviços de Saúde Digital para aproximar especialistas da Atenção → saude/p18
[b358] (saude) Primária, reduzir deslocamentos e acelerar diagnósticos e atendimentos, sem substituir o atendimento presencial quando ele for necessário. → saude/p18
[b359] (saude) 4. ORGANIZAR AS FILAS E GARANTIR ATENDIMENTO NO TEMPO CERTO
[b360] (saude) Integrar e qualificar a regulação de consultas, exames, procedimentos e cirurgias, com critérios transparentes de prioridade e acompanhamento permanente da demanda e da capacidade de atendimento. O paciente precisa saber que está na fila, qual é a situação do seu encaminhamento e ser chamado de acordo com critérios clínicos claros. A gestão precisa identificar gargalos e atuar sobre eles, ampliando capacidade onde houver maior demanda. → saude/p1, saude/p2
[b361] (saude) 5. AMPLIAR O ACESSO A ESPECIALISTAS, EXAMES E REABILITAÇÃO
[b362] (saude) Fortalecer a atenção especializada, ampliando a capacidade das policlínicas, ambulatórios, centros especializados e serviços de diagnóstico e reabilitação. → saude/p28, saude/p33
[b363] (saude) Organizar a oferta de especialistas e exames de acordo com a demanda real de cada região e integrar esse atendimento às UBSs. → saude/p28
[b364] (saude) 6. ESTRUTURAR CUIDADO DO CÂNCER, DA PREVENÇÃO AO TRATAMENTO
[b365] (saude) Organizar a linha de cuidado oncológico para que a pessoa com suspeita ou diagnóstico de câncer seja acompanhada durante toda a sua jornada, da prevenção e do diagnóstico precoce ao tratamento, à reabilitação e aos cuidados paliativos. → saude/p29
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[b367] (saude) Fortalecer a Atenção Primária para identificar sinais de alerta e garantir encaminhamento rápido dos casos suspeitos. Criar fluxos prioritários para exames e confirmação diagnóstica, reduzindo o tempo entre a suspeita da doença, o diagnóstico e o início do tratamento. → saude/p29
[b368] (saude) Integrar UBSs, regulação, serviços de diagnóstico e unidades especializadas para garantir continuidade entre consultas, exames, cirurgia, quimioterapia, radioterapia e demais tratamentos necessários. No câncer, o tempo também é parte do cuidado. → saude/p29
[b369] (saude) 7. FORTALECER A URGÊNCIA E A EMERGÊNCIA
[b370] (saude) Organizar UPAs, emergências hospitalares e demais serviços de urgência para que estejam preparados para atender quem realmente precisa de cuidado imediato, com fluxos claros entre esses serviços e os demais níveis da rede. → saude/p40
[b371] (saude) Integrar SAMU, UPAs, emergências hospitalares e centrais de regulação, utilizando tecnologia, protocolos e planejamento territorial para reduzir o tempo de resposta e direcionar cada paciente ao serviço adequado. → saude/p39
[b372] (saude) Após o atendimento de urgência, pacientes que necessitem de continuidade do cuidado deverão ser encaminhados para acompanhamento na Atenção Primária, atenção especializada ou rede hospitalar. A porta da urgência não pode ser o começo e o fim do atendimento. → saude/p40
[b373] (saude) 8. FAZER OS HOSPITAIS CUMPRIREM SUA FUNÇÃO DENTRO DA REDE
[b374] (saude) Fortalecer a rede hospitalar para internações, cirurgias e tratamentos de maior complexidade, articulando os hospitais às demais unidades do SUS. → saude/p24, saude/p92
[b375] (saude) Melhorar a gestão de leitos, centros cirúrgicos, exames, equipes e fluxos hospitalares, reduzindo cancelamentos, tempo de espera e permanências desnecessárias. Os hospitais precisam estar disponíveis para quem necessita de cuidado hospitalar, enquanto demandas que podem ser resolvidas em outros níveis devem encontrar resposta antes de chegar à emergência. → saude/p23
[b376] (saude) 9. CRIAR O HOSPITAL DO IDOSO E ESTRUTURAR UMA REDE DE CUIDADO
[b378] (saude) Implantar o Hospital do Idoso como referência especializada, integrado às UBSs, equipes de Saúde da Família, atendimento domiciliar, serviços especializados, reabilitação e rede hospitalar. A unidade será preparada para atender às necessidades próprias do envelhecimento, com atenção geriátrica e integração das especialidades, tratamento e recuperação da pessoa idosa. → saude/p57
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[b380] (saude) O cuidado com o idoso não começará no hospital. O Hospital do Idoso será a referência especializada quando a complexidade exigir, dentro de uma rede que acompanha a pessoa antes, durante e depois do atendimento hospitalar. → saude/p57
[b381] (saude) 10. LEVAR O CUIDADO PARA DENTRO DE CASA
[b382] (saude) Fortalecer o atendimento domiciliar para pessoas idosas, com deficiência, doenças crônicas, limitações de mobilidade e quem necessita de acompanhamento contínuo. Integrar o cuidado domiciliar às equipes da Atenção Primária, aos hospitais e aos serviços de reabilitação, permitindo acompanhamento após altas hospitalares e evitando deslocamentos e internações desnecessárias. → saude/p56
[b383] (saude) 11. FORTALECER A SAÚDE MENTAL E A REDE DE ATENÇÃO
[b385] (saude) Ampliar e qualificar a Rede de Atenção Psicossocial, fortalecendo CAPS e a integração com Atenção Primária, urgência e emergência, assistência social e rede hospitalar. → saude/p34
[b386] (saude) Garantir cuidado continuado para pessoas em sofrimento psíquico e para aquelas com problemas relacionados ao uso de álcool e outras drogas, evitando que famílias precisem percorrer diferentes serviços sem encontrar uma resposta integrada. → saude/p35, saude/p98
[b387] (saude) 12. CUIDAR DAS MULHERES EM TODAS AS FASES DA VIDA
[b388] (saude) Fortalecer a atenção integral à saúde da mulher, da prevenção e do acompanhamento ginecológico ao pré-natal, parto, puerpério, climatério e envelhecimento. Ampliar o diagnóstico precoce e o acesso a exames e tratamentos, especialmente para cânceres de mama e colo do útero, e integrar os serviços de saúde à rede de proteção das mulheres em situação de violência. → saude/p48, saude/p55
[b389] (saude) 13. CUIDAR DA GESTAÇÃO, DA INFÂNCIA E DO DESENVOLVIMENTO
[b390] (saude) Fortalecer o pré-natal, a assistência ao parto e ao puerpério e o acompanhamento da criança desde os primeiros dias de vida, integrando maternidades, pediatria, vacinação e Atenção Primária. → saude/p50, saude/p108
[b391] (saude) Garantir acompanhamento do crescimento e desenvolvimento infantil, com identificação precoce de alterações e encaminhamento para avaliação e cuidado especializado quando necessário. → saude/p51
[b392] (saude) 14. VALORIZAR PROFISSIONAIS E ORGANIZAR A FORÇA DE TRABALHO
[b393] (saude) Planejar a distribuição dos profissionais de acordo com as necessidades de cada região e de cada nível de atenção, reduzindo vazios assistenciais e equipes incompletas. → saude/p42
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[b395] (saude) Valorizar os servidores, investir em formação continuada e garantir condições adequadas de trabalho. Nenhuma estrutura de saúde funciona sem quem cuida das pessoas todos os dias. → saude/p43, saude/p103
[b396] (saude) 15. GARANTIR MEDICAMENTOS, INSUMOS E ABASTECIMENTO
[b397] (saude) Aprimorar planejamento, compras, estoques e distribuição para reduzir a falta de medicamentos e insumos nas unidades. → saude/p46
[b398] (saude) Utilizar tecnologia e integração de dados para antecipar necessidades, acompanhar estoques e reduzir desperdícios. Receber uma prescrição e não encontrar o medicamento necessário também é uma interrupção do cuidado. → saude/p46
[b399] (saude) 16. GARANTIR TRANSPARÊNCIA, CONTROLE E RESULTADOS NA GESTÃO
[b401] (saude) Realizar uma auditoria ampla no IGES-DF, avaliando contratos, compras, despesas, processos de contratação, indicadores assistenciais e resultados entregues à população. → saude/p62
[b402] (saude) Ampliar a transparência e os mecanismos permanentes de controle e fiscalização, com divulgação acessível de informações sobre contratos, fornecedores, gastos, metas e desempenho das unidades administradas pelo Instituto. → saude/p20, saude/p62
[b403] (saude) A gestão da saúde será orientada por indicadores e resultados, permitindo comparar recursos utilizados, capacidade instalada e atendimento efetivamente entregue à população. Autonomia administrativa precisa vir acompanhada de responsabilidade, transparência e controle. → saude/p20
[b404] (saude) 17.PREVENIR A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER PELA REDE DE SAÚDE
[b405] (saude) Integrar a Atenção Primária à política de prevenção à violência doméstica e ao feminicídio, preparando equipes de Saúde da Família e agentes comunitários de saúde para reconhecer sinais de violência, acolher com segurança e acionar os serviços especializados e a rede de proteção quando necessário. → saude/p55
[b406] (saude) A presença dos profissionais de saúde nos territórios e dentro das casas permite ao Estado estar próximo de mulheres que muitas vezes ainda não chegaram a uma delegacia ou a um serviço especializado. Visitas domiciliares, consultas e o acompanhamento das famílias podem ajudar a identificar situações de risco e permitir uma atuação mais precoce.
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[b408] (saude) 18.GARANTIR CUIDADO ÀS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E ÀS PESSOAS
[b411] (saude) Organizar linha de cuidado para pessoas com deficiência e pessoas neuroatípicas, integrando Atenção Primária, diagnóstico, atendimento especializado, terapias, reabilitação, saúde mental e acompanhamento multiprofissional. → saude/p60
[b413] (saude) Ampliar a capacidade de identificação precoce de alterações do desenvolvimento e do neurodesenvolvimento, garantindo encaminhamento e acompanhamento para crianças e adolescentes com sinais de autismo, TDAH e outras condições que demandem avaliação e cuidado especializado. → saude/p51, saude/p60
[b415] (saude) Integrar Saúde, Educação e Assistência Social para que informações e necessidades identificadas na escola, na UBS ou no acompanhamento das famílias resultem em atendimento e suporte adequados, evitando que as famílias precisem percorrer sozinhas diferentes serviços em busca de diagnóstico, terapias e acompanhamento. → saude/p51
[b417] (saude) Garantir acessibilidade física e comunicacional nos serviços de saúde e qualificar profissionais para um atendimento inclusivo, respeitando as diferentes necessidades de cada pessoa. → saude/p61
[b419] (saude) UMA REDE, UMA JORNADA, UMA PESSOA
[b421] (saude) Da UBS ao atendimento especializado, da UPA ao hospital, do atendimento domiciliar à alta complexidade, a lógica é a mesma: cada pessoa acompanhada durante toda a jornada de cuidado.
[b430] (saude) A base do cuidado. Acolhe, previne, acompanha e resolve a maior parte dos problemas de saúde.
[b442] (saude) Da prevenção ao tratamento, do atendimento domiciliar à alta complexidade, sem deixar o paciente se perder entre os serviços.
[b447] (saude) Conecta informações e serviços. Prontuário integrado, telemedicina e inovação para aproximar e agilizar.
[b449] (saude) Consultas, exames e tratamentos especializados
[b452] (saude) Reabilitação física e funcional
[b455] (saude) Internações, cirurgias e tratamentos
[b458] (saude) Organiza o caminho e o acesso. Define prioridades, acompanha filas e garante transparência.
[b461] (saude) Casos raros e tratamentos de alta tecnologia
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[b465] (saude) Uma rede pública de saúde mais próxima, integrada e resolutiva, capaz de cuidar das pessoas antes que a doença se agrave e acompanhá-las durante toda a jornada, garantindo atendimento no lugar certo e no tempo certo.
[b466] (saude) Mais pessoas acompanhadas pela Atenção Primária, com ampliação da cobertura da Estratégia Saúde da Família, equipes mais completas, UBSs estruturadas e maior capacidade de prevenção, diagnóstico precoce e resolução dos problemas mais frequentes. Uma rede mais próxima das pessoas, capaz de acompanhar cada paciente ao longo da vida e evitar que problemas simples se transformem em casos mais graves. → saude/p9
[b467] (saude) Uma rede verdadeiramente integrada, conectando Atenção Primária, SAMU, UPAs, CAPS, especialistas, reabilitação, hospitais e alta complexidade. → saude/p59
[b468] (saude) Menos tempo perdido entre uma etapa e outra do atendimento, com prontuário eletrônico integrado, Saúde Digital e informações acompanhando o paciente ao longo de sua jornada. → saude/p17
[b469] (saude) Filas mais transparentes e atendimento mais rápido, com critérios clínicos claros de prioridade, acompanhamento dos encaminhamentos e gestão permanente da demanda por consultas, exames, procedimentos e cirurgias. → saude/p1
[b470] (saude) Mais acesso a especialistas, exames e reabilitação, com oferta organizada de acordo com a demanda de cada região e integração do atendimento especializado às UBSs. → saude/p28, saude/p33
[b471] (saude) Diagnóstico e tratamento mais rápidos para o câncer, com uma linha de cuidado que acompanhe o paciente da prevenção e do diagnóstico precoce ao tratamento, reabilitação e cuidados paliativos. → saude/p29
[b472] (saude) Urgências e emergências mais resolutivas, com SAMU, UPAs, hospitais e regulação trabalhando de forma integrada para reduzir o tempo de resposta e encaminhar cada pessoa ao serviço adequado. → saude/p39
[b473] (saude) Hospitais mais eficientes e disponíveis para quem realmente precisa de cuidado hospitalar, com melhor gestão de leitos, centros cirúrgicos, exames e equipes, e redução de cancelamentos e esperas desnecessárias. → saude/p23
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[b475] (saude) Uma rede preparada para cuidar do envelhecimento, com Atenção Primária, atendimento domiciliar, especialistas, reabilitação, rede hospitalar e o Hospital do Idoso funcionando de maneira integrada. → saude/p57, saude/p58
[b476] (saude) Mais cuidado em saúde mental, com CAPS e Rede de Atenção Psicossocial articulados à Atenção Primária, urgência e emergência, assistência social e hospitais. → saude/p34
[b477] (saude) Mais cuidado com as mulheres em todas as fases da vida, ampliando prevenção, acompanhamento, diagnóstico precoce e acesso a exames e tratamentos e conectando a saúde à rede de proteção contra a violência. → saude/p48
[b478] (saude) Gestantes e crianças acompanhadas desde o pré-natal, com assistência ao parto e puerpério, vacinação, acompanhamento do crescimento e identificação precoce de alterações no desenvolvimento. → saude/p50, saude/p108
[b479] (saude) Profissionais mais valorizados e equipes mais bem distribuídas, reduzindo vazios assistenciais e garantindo melhores condições para quem cuida das pessoas. → saude/p42
[b480] (saude) Maior disponibilidade de medicamentos e insumos, com planejamento, controle de estoques e uso de tecnologia para reduzir faltas e desperdícios. → saude/p46
[b481] (saude) Mais transparência, controle e eficiência na gestão da saúde e do IGES-DF, com auditoria, fiscalização, indicadores e avaliação dos resultados efetivamente entregues à população. → saude/p62
[b482] (saude) Uma rede de saúde mais preparada para ajudar a prevenir a violência doméstica e o feminicídio, utilizando a proximidade das equipes de Saúde da Família e dos agentes comunitários para identificar sinais de risco, acolher e conectar mulheres à rede de proteção. → saude/p55
[b483] (saude) Mais acesso ao cuidado para pessoas com deficiência e pessoas neuroatípicas, com identificação precoce de alterações do desenvolvimento e do neurodesenvolvimento, acesso a diagnóstico, terapias, reabilitação e acompanhamento multiprofissional, além de maior integração entre Saúde, Educação e Assistência Social. → saude/p60
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