Ricardo Ferraço — texto do programa sobre Economia, emprego e agro (Governador — ES, 2026)

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[b526] (economia) Fazer do trabalho o principal instrumento de inclusão → economia-agro/p55

[b527] (economia) Conectar qualificação profissional, inovação, empreendedorismo e desenvolvimento econômico às oportunidades reais de trabalho, renda e inclusão produtiva para toda a população. → economia-agro/p55, economia-agro/p104

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[b577] (economia) 1.4.3. TRABALHO, EMPREGO E INCLUSÃO

[b579] (economia) O trabalho é o principal instrumento de promoção da autonomia, redução das desigualdades e desenvolvimento humano. A política estadual de emprego deve superar a lógica fragmentada de cursos desconectados da realidade econômica e passar a atuar como uma política integrada de desenvolvimento produtivo e inclusão social.

[b580] (economia) O Espírito Santo reúne condições para liderar uma nova geração de políticas públicas que articulem qualificação profissional, inovação, empreendedorismo, economia do cuidado e inclusão produtiva, conectando pessoas às oportunidades geradas pelo desenvolvimento econômico do Estado.

[b582] (economia) • Implantar o Mapa Capixaba das Profissões do Futuro, identificando demandas regionais de mão de obra para orientar as políticas de formação profissional conectadas às demandas reais das empresas, reduzindo o descompasso entre formação profissional e mercado de trabalho. → economia-agro/p55, economia-agro/p104

[b583] (economia) • Implantar um Programa Estadual de Requalificação Profissional para trabalhadores acima de 40 anos. → economia-agro/p56

[b584] (economia) • Transformar a economia do cuidado em um novo vetor de geração de emprego, formando cuidadores de pessoas idosas, pessoas com deficiência, crianças e famílias. → economia-agro/p56

[b585] (economia) • Continuar o Programa CNH Social voltado a formação, qualificação e habilitação profissional de condutores de veículos automotores para cidadãos em situação de vulnerabilidade social, com finalidade de aumentar → economia-agro/p56

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[b588] (economia) seu nível de empregabilidade e gerar oportunidades de emprego e renda. → economia-agro/p56

[b589] (economia) O objetivo será aproximar desenvolvimento econômico e desenvolvimento humano, distribuindo os frutos do progresso e fazendo do crescimento uma oportunidade concreta para todos os capixabas.

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[b989] (economia) ESTABILIDADE EM EMPREGO, RENDA,

[b992] (economia) Prosperidade é muito mais do que crescimento econômico. É a capacidade de transformar estabilidade fiscal, segurança jurídica e boa gestão em oportunidades para as pessoas, ampliando empregos, renda, inovação, competitividade e qualidade de vida em todas as regiões do Estado.

[b993] (economia) Ao longo dos últimos anos, o Espírito Santo consolidou um dos ambientes institucionais mais sólidos do país. A responsabilidade fiscal, a capacidade de investimento, a segurança pública, a melhoria da infraestrutura e a estabilidade das instituições criaram as bases para um novo ciclo de desenvolvimento. O Estado deixou de competir apenas por incentivos fiscais para se destacar pela confiança, pela previsibilidade e pela capacidade de entregar resultados.

[b994] (economia) O próximo passo é transformar esses ativos em uma economia mais diversificada, inovadora e sustentável. Isso significa ampliar a agregação de valor às cadeias produtivas, acelerar a incorporação de ciência, tecnologia e inovação, fortalecer o empreendedorismo, atrair investimentos de nova geração, preparar o Estado para a transição energética e promover um desenvolvimento regional cada vez mais equilibrado.

[b995] (economia) Prosperar também significa garantir que o desenvolvimento alcance todas as regiões capixabas. Cada município possui vocações, potencialidades e

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[b999] (economia) Este eixo apresenta os caminhos para consolidar o Espírito Santo como um dos estados mais competitivos do Brasil, capaz de combinar crescimento econômico, sustentabilidade ambiental, inclusão produtiva e inovação. Um Estado que transforma oportunidades em desenvolvimento, desenvolvimento em prosperidade e prosperidade em melhoria concreta da vida das pessoas.

[b1000] (economia) 2.1 — COMPETITIVIDADE, AMBIENTE DE

[b1001] (economia) NEGÓCIOS E ATRAÇÃO DE INVESTIMENTOS

[b1002] (economia) O Espírito Santo consolidou, ao longo dos últimos anos, um ambiente favorável à atração de investimentos, apoiado em estabilidade fiscal, segurança jurídica, infraestrutura, localização estratégica e elevada conectividade logística e portuária. Esse conjunto de vantagens vem permitindo ao Estado atrair empreendimentos de grande porte, inclusive para além da lógica de incentivos fiscais, como demonstra a instalação da fábrica da GWM (Great Wall Motors) em Aracruz, com capacidade prevista de até 200 mil veículos por ano e geração de 10 mil empregos. O ambiente de negócios também tem impulsionado novos ciclos de expansão em diferentes regiões, com investimentos como a nova unidade da Suzano em Cachoeiro de Itapemirim, a ampliação da produção de café solúvel e a nova laminadora a frio da ArcelorMittal.

[b1003] (economia) Essa trajetória se apoia também na consolidação do Espírito Santo como importante hub nacional de comércio, logística e distribuição, porta de entrada de mercadorias e insumos para o mercado brasileiro e de saída da produção nacional para o mundo. Experiências como o complexo portuário e logístico de Barra do Riacho, em Aracruz, associado à primeira Zona de Processamento de Exportação privada do país, demonstram o potencial de articulação entre infraestrutura, organização empresarial e desenvolvimento produtivo. Para os

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[b1007] (economia) 2027 — 2030 próximos anos, o Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN) projeta uma carteira de R$ 137,6 bilhões em investimentos até 2029, distribuídos pelos 78 municípios capixabas, o maior volume da série histórica iniciada em 2000.

[b1008] (economia) O Estado dispõe hoje de instrumentos importantes para apoiar esse processo. A Agência de Atração de Investimentos do Espírito Santo (NOVA ES), instituída em 2025, atua no modelo One Stop Shop, acompanhando a jornada do investidor da prospecção à implantação dos projetos, enquanto o Banco de Desenvolvimento do Estado do Espírito Santo (BANDES) mantém papel estratégico como agente de desenvolvimento, inclusive por meio do Fundo Soberano do Estado do Espírito

[b1009] (economia) Santo (FUNSES) voltado a startups, sustentabilidade e descarbonização.

[b1010] (economia) O desafio do próximo ciclo será ampliar a integração desses instrumentos e utilizá-los também para promover uma nova etapa de transformação da estrutura produtiva capixaba. A política de atração de investimentos deverá avançar para uma porta de entrada unificada, articulando NOVA ES, BANDES, Banestes e demais mecanismos estaduais de apoio, de modo que cada potencial investidor tenha acesso, de forma coordenada, às soluções de crédito, financiamento, incentivos tributários, infraestrutura e apoio institucional disponíveis de acordo com seu projeto.

[b1011] (economia) Ao mesmo tempo, será necessário aproveitar as vantagens construídas nas diversas cadeias produtivas, como por exemplo, minério de ferro, aço, celulose, petróleo e gás, café, comércio exterior e logística para ampliar a agregação de valor, diversificar a indústria, fortalecer fornecedores locais e estimular atividades intensivas em tecnologia e inovação. Em parceria com os municípios, essa estratégia deverá avançar também na regionalização e no fortalecimento e articulação dos clusters produtivos nas diferentes microrregiões, favorecendo um desenvolvimento territorial mais equilibrado, além de avaliar novos instrumentos de atuação do BANDES, inclusive a possibilidade de participação em empresas consideradas estratégicas para o desenvolvimento estadual.

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[b1016] (economia) • Consolidar um balcão único de atração de investimentos, integrando NOVA → economia-agro/p42

[b1017] (economia) ES, Bandes, incentivos fiscais remanescentes e linhas de crédito, e avaliar a viabilidade do Bandes atuar como investidor/acionista. → economia-agro/p42

[b1018] (economia) • Aumentar o valor agregado das cadeias produtivas capixabas, atraindo fornecedores e novas cadeias associadas à transição energética, sem abandonar o atacado e as commodities. → economia-agro/p43

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[b1028] (economia) Programa de Sofisticação Produtiva

[b1029] (economia) Acelerar a sofisticação produtiva de setores como agroindústria de café, rochas ornamentais, indústria madeireira e moveleira, têxtil e calçados, siderurgia e metalomecânica, petroquímica, celulose e papel, e saúde/ educação no interior, com o Bandes e o Fortec coordenando o financiamento. → economia-agro/p33, economia-agro/p44, economia-agro/p65, economia-agro/p100

[b1033] (economia) Adensamento de cadeias produtivas

[b1034] (economia) Utilizar o caso GWM como modelo replicável de atração de investimentos: a cada nova âncora industrial atraída, mapear e atrair também sua cadeia de → economia-agro/p43

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[b1037] (economia) fornecedores, incluindo elos ainda não explorados por outros estados, no caso da GWM, montadora de veículos elétricos, o núcleo de fabricação de baterias de energia. → economia-agro/p43

[b1038] (economia) Plataforma de Geolocalização de Investimentos (NOVA ES)

[b1039] (economia) Lançar, com uso de Inteligência Artificial, uma plataforma de geolocalização que mapeie oportunidades e conecte investidores a ativos disponíveis no Estado, ampliando a capacidade da NOVA ES de atuar de forma proativa na prospecção e estruturação de projetos, dentro do modelo “One Stop Shop” já adotado pela agência. → economia-agro/p47

[b1040] (economia) O Espírito Santo reúne condições únicas para iniciar um novo ciclo de desenvolvimento, sustentado por uma gestão fiscal sólida, ambiente institucional confiável e capacidade de investimento.

[b1044] (agro) 2.2 — AGROPECUÁRIA, INFRAESTRUTURA

[b1045] (agro) RURAL E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

[b1046] (agro) A agropecuária é uma das principais forças econômicas, sociais e territoriais do Espírito Santo, contribuindo para a geração de emprego e renda, o abastecimento alimentar, a dinamização das economias locais e a inserção nacional e internacional dos produtos capixabas.

[b1047] (agro) Entre 2019 e 2026, o agro capixaba avançou em infraestrutura rural, segurança

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[b1051] (agro) 2027 — 2030 hídrica, agricultura familiar, assistência técnica e extensão rural, defesa sanitária, pesquisa, inovação e acesso a mercados, com fortalecimento dos órgãos estaduais do setor e consolidação de cadeias produtivas reconhecidas nacional e internacionalmente.

[b1052] (agro) Na infraestrutura rural, o Programa Caminhos do Campo, criado há mais de 20 anos pelo então Secretário de Agricultura Ricardo de Rezende Ferraço, permaneceu como um dos principais instrumentos de integração das comunidades rurais. Ao longo de sua trajetória, pavimentou mais de 1.300 quilômetros de estradas. Em 2025, foram investidos R$ 218,46 milhões na revitalização de 288,75 quilômetros em 30 municípios. Também avançou a infraestrutura energética, com 225 quilômetros de novas redes trifásicas implantadas em 50 municípios pelo Programa Energia Mais Produtiva, ampliando as condições para o uso de equipamentos modernos, irrigação, beneficiamento, refrigeração e agroindustrialização.

[b1053] (agro) Na segurança hídrica, a construção de barragens e os mecanismos de financiamento à reservação de água ampliaram em aproximadamente 6 bilhões de litros a capacidade de armazenamento, fortalecendo a resiliência da produção e a agricultura irrigada.

[b1054] (agro) Na agricultura familiar, o Fundo Social de Apoio à Agricultura Familiar (FUNSAF), criado em 2014 pelo então Governador Renato Casagrande, ampliou o apoio a associações, cooperativas e organizações rurais. Entre 2019 e 2026, quatro editais beneficiaram 144 entidades, com investimentos de R$ 32,5 milhões em produção, beneficiamento, agroindustrialização, comercialização e assistência técnica, incluindo iniciativas voltadas às mulheres rurais.

[b1055] (agro) O sistema público agrícola também foi fortalecido. O Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (INCAPER), o Instituto de Defesa

[b1056] (agro) Agropecuária e Florestal (IDAF) e a Centrais de Abastecimento do Espírito Santo

[b1057] (agro) S.A (CEASA-ES) incorporaram mais de 190 servidores por meio de concursos públicos e receberam investimentos em infraestrutura e modernização. O INCAPER realizou mais de 250 mil atendimentos de assistência técnica e extensão

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[b1060] (agro) rural, o IDAF analisou 66% dos imóveis inscritos no Cadastro Ambiental Rural e ampliou ações de crédito fundiário, defesa sanitária e fiscalização e a CEASA recebeu mais de R$ 5 milhões em melhorias de infraestrutura e logística.

[b1061] (agro) A pesquisa aplicada ganhou novo impulso com o Programa de Incentivo à Pesquisa, à Extensão, ao Desenvolvimento Social e à Inovação Agropecuária

[b1062] (agro) (INOVAGRO), que investiu mais de R$ 50 milhões em 144 projetos, articulando instituições estaduais, universidades e institutos de pesquisa e aproximando a produção de conhecimento das demandas das cadeias produtivas.

[b1063] (agro) Esse conjunto de ações contribuiu para ampliar a competitividade do agro capixaba. Em 2024, as exportações agropecuárias atingiram o recorde de US$ 3,67 bilhões, com vendas para 125 países. Em 2025, mesmo em um cenário de maior instabilidade no comércio internacional, o setor registrou o segundo melhor resultado da série, com US$ 3,21 bilhões exportados. O café respondeu por 56% desse valor, enquanto o Espírito Santo respondeu por cerca de 69% das exportações brasileiras de pimenta-do-reino, 60% das de gengibre e 40% das de mamão.

[b1064] (agro) Na cafeicultura, o Estado consolidou-se como uma das principais regiões produtoras do mundo, com reconhecimento crescente em competitividade, qualidade e sustentabilidade. As experiências do Programa de Desenvolvimento

[b1065] (agro) Sustentável da Cafeicultura passaram a ser apresentadas em fóruns e missões internacionais, ampliando a visibilidade das políticas e tecnologias desenvolvidas no Espírito Santo.

[b1066] (agro) Apesar dos avanços, permanecem desafios importantes para o próximo ciclo. As mudanças climáticas reforçam a necessidade de seguir ampliando a reservação de água, modernizar a irrigação e desenvolver sistemas produtivos mais resilientes. Também é preciso continuar avançando na agroindustrialização, no beneficiamento e na diferenciação dos produtos, ampliando a agregação de valor e o acesso a mercados mais exigentes.

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[b1071] (agro) Na agricultura familiar, ressalta-se o prosseguimento do acesso à assistência técnica, crédito, regularização fundiária, tecnologia, conectividade e comercialização, assim como em políticas que ampliem as oportunidades para jovens e fortaleçam o protagonismo econômico e social das mulheres no campo.

[b1072] (agro) Por fim, a transformação digital e o aumento das exigências sanitárias, ambientais e de rastreabilidade tornam essencial continuar garantindo maior conectividade, capacitação e acesso a novas tecnologias, de forma a preservar a competitividade e ampliar a presença dos produtos capixabas em mercados de maior valor.

[b1073] (agro) A visão para o período 2027-2030 é fazer do Espírito Santo uma referência nacional em produção agropecuária diversificada, resiliente e sustentável, com maior incorporação de tecnologia, agregação de valor, fortalecimento da agricultura familiar e presença competitiva nos mercados nacionais e internacionais. Essa transformação estará alinhada ao Plano ES 500

[b1074] (agro) Anos e ao Plano Estratégico de Desenvolvimento da Agricultura Capixaba

[b1075] (agro) (PEDEAG 4). O objetivo não será apenas produzir mais, mas produzir melhor, com maior eficiência, sustentabilidade, qualidade, renda e geração de oportunidades no interior.

[b1077] (agro) • Ampliar a conectividade rural e democratizar o acesso às tecnologias da agricultura digital, difundindo soluções de sensoriamento remoto, inteligência artificial, internet das coisas, automação, análise de dados, rastreabilidade e gestão das propriedades. → economia-agro/p27, economia-agro/p37

[b1078] (agro) • Fortalecer os ambientes de inovação do agro capixaba, conectando produtores, cooperativas, agroindústrias, startups, universidades, instituições de pesquisa e agentes financeiros para desenvolver e aplicar soluções adequadas às diferentes realidades produtivas do Estado. → economia-agro/p38

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[b1081] (agro) • Ampliar a cobertura e modernizar os serviços de assistência técnica e extensão rural, combinando atendimento presencial e digital e priorizando os pequenos e médios produtores e a agricultura familiar. → economia-agro/p35

[b1082] (agro) • Fortalecer a pesquisa aplicada e sua integração com a extensão rural, orientando investimentos, programas de financiamento e formação profissional para os desafios produtivos, climáticos, sanitários e tecnológicos das cadeias agroalimentares. → economia-agro/p36

[b1083] (agro) • Ampliar a segurança hídrica no campo por meio do financiamento e do apoio técnico à construção de pequenas barragens e reservatórios, do fortalecimento das barragens coletivas e da disseminação de sistemas eficientes de irrigação e manejo da água. → economia-agro/p28

[b1084] (agro) • Promover a adaptação da agropecuária às mudanças climáticas, incentivando cultivares resistentes, bioinsumos, práticas regenerativas, sistemas agroflorestais, recuperação de nascentes e áreas degradadas, tecnologias de baixa emissão de carbono e instrumentos de gestão de riscos. → economia-agro/p39

[b1085] (agro) • Ampliar e modernizar o Programa Caminhos do Campo, priorizando trechos estratégicos para o escoamento da produção, o acesso às agroindústrias e aos serviços públicos, a mobilidade das comunidades e o desenvolvimento do turismo rural, com manutenção preventiva, drenagem e sinalização. → economia-agro/p26

[b1086] (agro) • Expandir a infraestrutura produtiva do meio rural, articulando energia elétrica trifásica, geração renovável, conectividade, armazenagem, beneficiamento, distribuição e comercialização às vocações econômicas e aos planos de desenvolvimento de cada região. → economia-agro/p27, economia-agro/p30

[b1087] (agro) • Fortalecer o FUNSAF e ampliar os instrumentos de apoio à agricultura familiar, às associações e às cooperativas, integrando assistência técnica, crédito, compras governamentais, gestão, produção, agroindustrialização, logística, comercialização e acesso a mercados. → economia-agro/p17, economia-agro/p18, economia-agro/p19, economia-agro/p20, economia-agro/p22, economia-agro/p90

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[b1092] (agro) • Avançar na regularização fundiária e desenvolver políticas específicas para mulheres e jovens rurais, promovendo autonomia econômica, empreendedorismo, inovação, sucessão familiar, diversificação da renda e permanência qualificada no campo. → economia-agro/p21, economia-agro/p23

[b1093] (agro) • Apoiar a implantação, a modernização e a regularização de agroindústrias, cooperativas e empreendimentos rurais, facilitando o acesso a crédito, equipamentos, inovação, certificação, armazenagem, beneficiamento e comercialização. → economia-agro/p20, economia-agro/p32

[b1094] (agro) • Fortalecer as cadeias produtivas consolidadas e apoiar novas oportunidades de maior valor agregado, estimulando cafés especiais, cacau fino, fruticultura, olericultura, especiarias, bioprodutos, alimentos funcionais, bebidas, óleos essenciais, cosméticos e outras vocações regionais. → economia-agro/p33

[b1095] (agro) • Fortalecer a defesa sanitária animal e vegetal e apoiar produtores e agroindústrias no atendimento às exigências de sanidade, sustentabilidade, rastreabilidade e conformidade ambiental e social dos mercados compradores. → economia-agro/p40

[b1096] (agro) • Ampliar a presença dos produtos capixabas nos mercados nacional e internacional, articulando certificações, indicações geográficas, marcas coletivas, promoção da origem e da qualidade, participação em feiras e missões comerciais, atração de investimentos e acesso a novos mercados. → economia-agro/p34

[b1097] (agro) • Fortalecer o projeto Arranjos Produtivos por meio de parceria do Governo do Estado com a Assembleia Legislativa do Estado do Espírito Santo (ALES) alcançando todos os 78 municípios do estado, com o objetivo de estimular a diversificação da produção, aumentar a produtividade das propriedades rurais e gerar novas oportunidades de renda para agricultores familiares. → economia-agro/p41

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[b1102] (agro) Ampliar e modernizar o Programa Caminhos do Campo, estruturando uma carteira territorializada de investimentos em estradas rurais estratégicas. → economia-agro/p26

[b1103] (agro) O projeto deverá priorizar trechos que conectem áreas produtoras a agroindústrias, centros de comercialização, equipamentos públicos e rotas de turismo rural. Além da pavimentação, deverá incorporar recuperação, manutenção preventiva, drenagem, sinalização e soluções de engenharia adaptadas às condições climáticas. → economia-agro/p26

[b1104] (agro) A iniciativa permitirá reduzir custos logísticos, perdas de produção e tempo de deslocamento, além de melhorar o acesso das comunidades rurais a serviços públicos e oportunidades econômicas.

[b1105] (agro) Programa Estadual de Segurança Hídrica e Resiliência Rural

[b1106] (agro) Estruturar uma política integrada de segurança hídrica e adaptação climática para o campo, reunindo reservação de água, irrigação eficiente, recuperação ambiental, assistência técnica, pesquisa aplicada e monitoramento climático. → economia-agro/p28

[b1107] (agro) O programa deverá ampliar o financiamento de pequenas barragens e reservatórios nas propriedades, fortalecer as barragens coletivas e apoiar tecnologias de uso eficiente da água. → economia-agro/p28

[b1108] (agro) Também deverá orientar os produtores na adaptação às mudanças climáticas, integrando informações meteorológicas, manejo do solo, recuperação de nascentes, desenvolvimento de cultivares resistentes, bioinsumos e sistemas produtivos de maior resiliência. → economia-agro/p39

[b1110] (agro) Consolidar uma estratégia estadual de pesquisa, inovação, conectividade e digitalização das cadeias agroalimentares. O projeto deverá articular a expansão da conectividade rural, a difusão de tecnologias digitais, a pesquisa aplicada, a assistência técnica híbrida e a criação de ambientes de inovação voltados ao agro. → economia-agro/p37, economia-agro/p38

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[b1115] (agro) A iniciativa apoiará soluções em sensoriamento remoto, inteligência artificial, automação, rastreabilidade, gestão das propriedades, previsão climática, sanidade, irrigação e comercialização. O Agroinova ES deverá dar continuidade e ampliar experiências como o INOVAGRO, aproximando instituições de pesquisa, órgãos estaduais, produtores, cooperativas, agroindústrias, startups e agentes financeiros. → economia-agro/p36, economia-agro/p37

[b1116] (agro) A estratégia deverá assegurar que pequenos e médios produtores também participem da transformação tecnológica, evitando a ampliação das desigualdades no campo. → economia-agro/p75

[b1117] (agro) Programa Capixaba de Agroindustrialização e Agregação de Valor

[b1118] (agro) Implantar uma política integrada de apoio à transformação da produção agropecuária dentro do Espírito Santo. → economia-agro/p32

[b1119] (agro) O programa deverá oferecer assistência técnica, crédito, apoio à regularização sanitária e ambiental, acesso a equipamentos, desenvolvimento e design de produtos, certificação, rastreabilidade, promoção comercial e inserção nos mercados nacional e internacional. → economia-agro/p32

[b1120] (agro) A iniciativa priorizará agroindústrias familiares, associações, cooperativas e empresas localizadas no interior, apoiando cadeias tradicionais e novos segmentos de maior valor agregado. O objetivo será ampliar a renda dos produtores, gerar empregos, diversificar as economias locais e reduzir a dependência da comercialização de produtos com baixo grau de processamento. → economia-agro/p32

[b1122] (agro) Consolidar uma estratégia permanente de fortalecimento da agricultura familiar, do cooperativismo e da sucessão rural. → economia-agro/p17

[b1123] (agro) O projeto deverá ampliar os recursos do FUNSAF, expandir a assistência técnica e a extensão rural, fortalecer as compras públicas e apoiar associações e cooperativas na produção, gestão, agroindustrialização e comercialização. → economia-agro/p18, economia-agro/p19, economia-agro/p35, economia-agro/p90

[b1124] (agro) Também serão desenvolvidas ações específicas para jovens e mulheres → economia-agro/p23

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[b1127] (agro) rurais, incluindo capacitação, empreendedorismo, inovação, conectividade, acesso ao crédito, apoio a projetos produtivos e diversificação da renda. → economia-agro/p23

[b1128] (agro) A regularização fundiária e a titulação de terras deverão integrar o projeto, garantindo maior autonomia às famílias produtoras e facilitando o acesso ao crédito e às políticas públicas. → economia-agro/p21

[b1129] (agro) Com essas iniciativas, o Espírito Santo poderá avançar para um modelo de desenvolvimento rural que combine produção, inovação, sustentabilidade, inclusão e prosperidade em todas as regiões.

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[b1258] (economia) As inúmeras qualidades do Espírito Santo eram consideradas “um segredo bem guardado”. No entanto, explorando o potencial geográfico e cultural capixaba, podemos consolidar o Estado como um dos destinos turísticos mais competitivos e sustentáveis do Brasil, no quadriênio 2027-2030.

[b1259] (economia) Diante da Reforma Tributária, o turismo deixou de ser atividade isolada e tornou-se eixo central de desenvolvimento econômico transversal. O período

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[b1262] (economia) atual foi marcado pelo maior investimento público da história do setor, com governança sólida ao lado do trade turístico e destacando-se a reativação da Câmara Empresarial do Turismo (CET-ES), que impulsionou a mudança dos rumos do setor no estado.

[b1263] (economia) Com gestão profissionalizada, o Estado ampliou seu papel de fomentador das atividades turísticas e executamos ações estruturantes que redefiniram a infraestrutura e conectividade capixaba: o projeto Caminhos do Turismo ampliou o acesso e a fluidez aos visitantes e a Casa do Turismo Capixaba, implantada no histórico edifício do Saldanha da Gama, funciona como um hub central de promoção do setor. Além disso, promovemos a estruturação do turismo de experiência e a ampliação das certificações das Instâncias de Governança Regionais de Turismo (IGRTs).

[b1264] (economia) Outro símbolo da transformação pela qual passa o turismo capixaba é o Radium Hotel, que unirá a restauração do passado à inovação do futuro, abrigando a formação profissional da Tour ES (Escola Capixaba de Hospitalidade e Turismo, ligada ao Sistema Fecomércio-ES).

[b1265] (economia) Os resultados comprovam o acerto: o Aeroporto de Vitória alcançou 3,5 milhões de passageiros em 2025; recordes históricos de cadastros no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (CADASTUR); gasto médio por viagem 35,3% maior; e a maior permanência média de turistas do Sudeste

[b1266] (economia) (6,5 dias); enquanto a retomada de eventos como a MecShow, a Feira do Mármore e o Espírito Santo Innovation Experience (ESX) reposiciona o estado no mercado nacional de eventos.

[b1267] (economia) Em 2026, em conjunto com a Câmara Empresarial de Turismo (CET), o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Espírito Santo (SEBRAEES) e demais parceiros, lançamos o Plano Estratégico de Marketing Turístico, articulando diagnóstico, estratégia e visão de futuro. Nossa vantagem é a diversidade territorial integrada, que combina litoral, montanhas, áreas rurais e centros urbanos, e a capacidade de atender à crescente demanda por experiências autênticas e não massificadas.

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[b1272] (economia) O Espírito Santo deixou de ser um Estado a ser descoberto e tornouse um destino a ser vivenciado em toda a sua plenitude. Para 2027-2030, integraremos infraestrutura de ponta, preservação ambiental e inteligência de mercado, garantindo que o turismo seja motor de inovação tecnológica e inclusão social, gerando emprego, renda e orgulho para o capixaba. → economia-agro/p1

[b1273] (economia) Nosso território é compacto e plural: do ecoturismo ao turismo de experiência, do lazer aos negócios, das montanhas ao litoral, da tradição à inovação. A meta é consolidar uma marca forte, em que o visitante não apenas conhece o Espírito Santo, mas se reconhece nele. Para isso, no próximo período focaremos as ações em sustentabilidade, na sofisticação dos produtos turísticos capixabas e na internacionalização da marca Espírito Santo. → economia-agro/p1, economia-agro/p2

[b1276] (economia) O turismo é resultado direto da eficiência em outras áreas. Assim, os investimentos em segurança pública, meio ambiente, cultura, segurança sanitária e mobilidade inteligente (facilitando o fluxo entre o litoral e as montanhas), terão um olhar especial voltado às regiões turísticas capixabas. → economia-agro/p76, economia-agro/p110

[b1277] (economia) Estruturação da Oferta Turística:

[b1278] (economia) A competitividade do turismo capixaba depende em grande monta da capacidade de transformar suas potencialidades em ofertas estruturadas, coerentes, consistentes e memoráveis, alinhadas às expectativas dos visitantes e tendências do mercado, considerando ainda critérios de qualidade, sustentabilidade e valorização das identidades locais. → economia-agro/p1

[b1280] (economia) Diversas localidades no mundo têm se deparado com um turismo desordenado que acabam impactando negativamente a vida dos moradores locais. Atentos a este cenário, buscaremos um turismo que esteja alinhado

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[b1283] (economia) à proteção do meio ambiente, respeito a cultura local e que gere benefícios justos para as pessoas que vivem nos lugares visitados. Para tanto, serão apoiados os empreendimentos que adotarem práticas de regeneratividade de ecossistemas e que atuem na direção de um crescimento turístico que não comprometa o patrimônio natural, histórico e cultural capixaba. → economia-agro/p5

[b1285] (economia) Toda experiência turística é influenciada de forma relevante pelas pessoas e agentes que atuam direta ou indiretamente no setor, razão pela qual devese ter foco na formação e qualificação de profissionais, empreendedores e comunidades anfitriãs, promovendo relações mais acolhedoras, responsáveis e alinhadas às expectativas dos visitantes, contribuindo para elevar o padrão das experiências oferecidas. → economia-agro/p4

[b1286] (economia) Adoção de Inteligência de Dados:

[b1287] (economia) Utilização das informações elaboradas pelo Observatório do Turismo para uma gestão baseada em evidências, capaz de monitorar a performance de cada região turística e orientar a tomada de decisão, a avaliação da efetividade das ações e o ajuste permanente das estratégias em andamento. → economia-agro/p9, economia-agro/p85

[b1288] (economia) Internacionalização e Mercado Sul-americano:

[b1289] (economia) Conforme mapeamento já realizado, o próximo ciclo terá como foco estratégico turistas originários da Argentina e demais países vizinhos, buscando aumentar o fluxo de turistas estrangeiros, aproveitando a conectividade aérea e a competitividade de preços dos nossos destinos. → economia-agro/p2

[b1292] (economia) Assegurar o apoio à realização e fomentar a atração de feiras, festivais e eventos diversos (de negócios, culturais, esportivos) de nível nacional em solo capixaba, que ampliam a divulgação tanto do estado como dos municípios capixabas, movimentando a economia e gerando renda e trabalho para os cidadãos. → economia-agro/p6

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[b1298] (economia) Finalizar as obras de restauro e modernização do Radium Hotel, transformando-o em um espaço preparado para receber atividades de formação profissional turística. → economia-agro/p4

[b1300] (economia) Levar o modelo de sucesso das Montanhas Capixabas para novos territórios estratégicos, fomentando o empreendedorismo rural de norte a sul do Espírito Santo. → economia-agro/p83

[b1301] (economia) Criação de Novos Distritos Turísticos Capixabas:

[b1302] (economia) Ampliar o número de Distritos Turísticos, como em Pindobas – Venda Nova do Imigrante, estabelecendo um ambiente jurídico e administrativo que facilita a chegada de investimentos, melhorias de infraestrutura e o ordenamento territorial voltado à vocação turística de cada região, impulsionando a geração de emprego e renda por meio da valorização do patrimônio e o turismo de experiência capixaba. → economia-agro/p10, economia-agro/p88

[b1303] (economia) Expansão das “Indicações Geográficas (IGs)”:

[b1304] (economia) Fomentar a utilização das IGs capixabas como selos de qualidade, origem e diferencial competitivo na promoção dos destinos. → economia-agro/p15

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[b1311] (economia) Impulsionamento do Turismo do Mar:

[b1312] (economia) Desenvolver política estadual de economia oceânica, integrando conservação, turismo, pesca, cultura e inovação, por meio do fortalecimento do turismo náutico e do turismo sustentável associado à biodiversidade marinha e à observação de baleias. → economia-agro/p8

[b1313] (economia) Retorno dos Cruzeiros Marítimos:

[b1314] (economia) Atuar, em conjunto com as demais partes interessadas, para estruturação de infraestrutura de apoio para a retomada definitiva das escalas de grandes cruzeiros no estado. → economia-agro/p7

[b1315] (economia) Fortalecimento do Turismo Religioso:

[b1316] (economia) Atuar de forma integrada e estratégica junto ao setor para consolidar o turismo religioso no estado, que já atrai diversos visitantes para participar da Festa da Penha, dos Passos de Anchieta, o Circuito Jesuítico e conhecer o Buda do Mosteiro Zen de Ibiraçu, entre outros, movimentando a economia a partir da geração de centenas de empregos temporários, aumentando o movimento no comércio e impulsionando segmentos como a economia solidária e o artesanato. → economia-agro/p13

[b1317] (economia) Desenvolvimento de “Roteiros de Turismo Regenerativo e Baixo

[b1319] (economia) Estruturação de produtos turísticos focados na conservação ambiental e na neutralização de emissões, posicionando o estado como referência em sustentabilidade. → economia-agro/p5

[b1320] (economia) Potencialização da visitação dos Parques Estaduais:

[b1321] (economia) Apoiar rotas de desenvolvimento sustentável no entorno dos parques e áreas protegidas e construir, junto às comunidades interessadas e órgãos ambientais, projetos que viabilizem o ecoturismo e o turismo de aventura de baixo impacto, mas de alto valor agregado, nos Parques Estaduais, preservando e respeitando os ativos naturais e culturais locais. → economia-agro/p5, economia-agro/p110

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[b1391] (agro) • Expandir o Água na Medida e outras iniciativas de irrigação eficiente, especialmente para a agricultura familiar, com automação, assistência técnica, redução de desperdícios e aumento da produtividade. → economia-agro/p29

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[b1405] (agro) Água na Medida: irrigação eficiente e produção sustentável → economia-agro/p29

[b1406] (agro) Expandir o projeto Água na Medida e outras soluções de irrigação eficiente para a agricultura familiar e pequenos produtores. → economia-agro/p29

[b1407] (agro) A iniciativa deverá combinar automação, assistência técnica, orientação sobre manejo hídrico, redução do desperdício e aumento da produtividade, contribuindo para diminuir a pressão sobre rios e mananciais em períodos de escassez. → economia-agro/p29

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[b1467] (economia) • Atrair empresas e investimentos para as novas cadeias de energia e descarbonização, aproveitando a base industrial, agropecuária, energética, logística e portuária do Espírito Santo para desenvolver fornecedores locais e atrair serviços tecnológicos e empreendimentos de energia limpa, incluindo hubs industriais de baixo carbono e oportunidades de powershoring. → economia-agro/p50, economia-agro/p54, economia-agro/p102

[b1468] (economia) • Ampliar as capacidades necessárias à economia de baixo carbono, promovendo qualificação profissional, pesquisa aplicada, desenvolvimento de fornecedores e apoio técnico às empresas e aos municípios. → economia-agro/p57

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[b1486] (economia) Estratégia Capixaba de Novas Energias e Descarbonização → economia-agro/p54

[b1487] (economia) Atrair e viabilizar a instalação de empresas, fornecedores, centros de tecnologia e prestadores de serviços vinculados às cadeias de biometano, hidrogênio de baixo carbono, eólica offshore, biomassa e captura de carbono, aproveitando as competências do Espírito Santo em petróleo e gás, indústria, agropecuária, portos e logística. → economia-agro/p54

[b1488] (economia) A estratégia integrará infraestrutura, financiamento, incentivos e qualificação profissional para ampliar os investimentos, fortalecer fornecedores locais, criar empregos qualificados e aproveitar oportunidades de powershoring. → economia-agro/p54

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[b1494] (economia) O Espírito Santo tem uma economia historicamente conectada ao mar.

[b1495] (economia) Portos, petróleo e gás, pesca, turismo costeiro, biodiversidade marinha e a base industrial voltada ao comércio exterior fazem do oceano um ativo estratégico para o desenvolvimento estadual.

[b1496] (economia) Essa conexão se expressa tanto na dimensão logística, com portos e terminais por onde circulam minério, petróleo, produtos siderúrgicos, celulose, rochas ornamentais, café e insumos industriais, quanto na produção, por exemplo, de petróleo e gás offshore, que em 2025 recolocou o Estado na segunda posição entre os maiores produtores do Brasil, e na pesca, que abrange 14 municípios litorâneos e 43 comunidades pesqueiras ativas.

[b1497] (economia) Essas atividades integram a chamada Economia do Mar, e a Economia Azul representa a orientação sustentável desse desenvolvimento, conciliando o aproveitamento econômico com a conservação dos ecossistemas, a resiliência climática e a melhoria das condições de vida das populações costeiras. Uma agenda que o Plano ES 500 Anos reconheceu como trajetória estratégica de diversificação produtiva e que conta com capacidades científicas instaladas no estado, como o primeiro mestrado profissional em Economia Azul do país, no IFES de Piúma.

[b1498] (economia) Com cerca de 410 km de litoral em posição geográfica privilegiada, o Espírito

[b1499] (economia) Santo está pronto para se firmar como protagonista nos setores emergentes da Economia Azul: aquicultura marinha, energia eólica offshore, biotecnologia marinha, soluções de alta tecnologia e portos tecnológicos.

[b1500] (economia) Na última década, em conjunto com o setor privado, o Governo do Estado atuou de forma significativa para a modernização do complexo portuário capixaba, elevando o nível de eficiência e competitividade. No norte, o Parklog

[b1501] (economia) ES integra 12 municípios, três portos e a primeira ZPE privada do Brasil. No sul, o Parklog Sul Capixaba conecta o Porto Central de Presidente Kennedy,

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[b1505] (agro) Ademais, apoiamos a pesca e a aquicultura, com inclusão de mulheres e jovens, e aprimoramos o gerenciamento costeiro, zoneamento, monitoramento e ordenamento da orla, com revitalização de balneários como Meaípe, Piúma, Praia

[b1507] (economia) Os grandes investimentos portuários, logísticos, energéticos e offshore abrem oportunidades para fornecedores locais, profissionais qualificados, startups, cooperativas e comunidades tradicionais, e para a ampliação da participação das empresas e dos trabalhadores capixabas nas cadeias marítimas e marinhas.

[b1509] (economia) Santo posiciona-se como um hub natural para o descomissionamento de plataformas. Para tanto, vamos articular marcos regulatórios modernos, alinhados às melhores práticas internacionais, que possibilitem a atração de investimentos e o fomento dessas atividades em território capixaba. → economia-agro/p77

[b1510] (economia) Por sua vez, o fortalecimento da infraestrutura náutica terá como objetivo a atração de investimentos internacionais, diversificando a oferta turística para além do modelo sazonal de sol e praia, possibilitando o retorno dos cruzeiros nacionais e internacionais à costa capixaba. → economia-agro/p8

[b1511] (economia) Portanto, já existem ativos produtivos, científicos e institucionais relevantes no estado. O próximo passo será avançar ainda mais na integração à

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[b1515] (economia) 2027 — 2030 uma estratégia de desenvolvimento que identifique vocações, oriente investimentos e amplie a geração de valor associada ao mar, a Estratégia → economia-agro/p60

[b1516] (economia) Capixaba de Economia do Mar. Mantendo a articulação com os 14 municípios costeiros, iniciativa privada e instituições de ensino, as iniciativas em andamento serão integradas à uma estratégia estadual coordenada e com governança permanente, indicadores, carteira de investimentos e rede de inovação próprios, articulando economia, ciência, pesca, meio ambiente, energia, turismo e planejamento territorial. E isso sem substituir as políticas setoriais, mas promovendo convergência entre elas, de maneira transversal. → economia-agro/p60

[b1517] (economia) Desta forma, até 2030, o objetivo é consolidar o Espírito Santo como referência em Economia Azul, transformando a conexão histórica do estado com o mar em uma plataforma de desenvolvimento sustentável, com inclusão produtiva e diversificação econômica.

[b1519] (economia) • Constituir a Estratégia Capixaba de Economia do Mar: Estabelecer um planejamento estratégico, alinhado aos planos de longo prazo, com governança intersetorial, metas, cadeias prioritárias e mecanismos de acompanhamento, articulando Estado, municípios, setor produtivo, universidades e comunidades costeiras, considerando as diferenças regionais, identificando vocações, gargalos e conflitos de uso e orientando a implantação sustentável de empreendimentos e infraestruturas. → economia-agro/p60

[b1520] (economia) • Mensurar a Economia do Mar capixaba: Definir indicadores de produção, emprego, renda, estabelecimentos, investimentos, exportações e distribuição territorial, que permitam conhecer com maior precisão a dimensão econômica das atividades marítimas e marinhas no Espírito Santo, mensurando a participação das atividades marítimas e marinhas no produto, no emprego, na renda, nos investimentos, nas exportações e no desenvolvimento regional. → economia-agro/p60

[b1521] (economia) • Portifólio estadual de projetos de Economia do Mar: Estruturar uma → economia-agro/p60

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[b1524] (economia) carteira estadual de projetos e oportunidades da economia azul, integrando investimentos públicos e privados, mecanismos de financiamento, incentivos, inovação e desenvolvimento territorial, voltada à modernização e agregação de valor nas cadeias marítimas e marinhas, estimulando produtividade, rastreabilidade, beneficiamento, economia circular, inovação e acesso a novos mercados. → economia-agro/p60

[b1525] (economia) • Desenvolvimento e ensino profissional para as cadeias azuis: Promover o desenvolvimento de fornecedores e a qualificação profissional para as cadeias do mar, ampliando a participação de empresas e trabalhadores capixabas em atividades portuárias, logísticas, navais, pesqueiras, aquícolas, offshore e tecnológicas. → economia-agro/p57

[b1527] (economia) • Rede de Cooperação: Consolidar a cooperação nacional e internacional em economia azul, ampliando a participação do Espírito Santo em redes de pesquisa, financiamento, inovação e desenvolvimento sustentável dos oceanos. → economia-agro/p78

[b1528] (economia) • Marcos Regulatório: Promover, junto aos demais agentes envolvidos, a implementação de marcos regulatórios modernos, capazes de atrair investimentos, fomentar as atividades e desenvolver as potencialidades da economia do mar em território capixaba. → economia-agro/p79

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[b1536] (economia) Estratégia Capixaba de Economia do Mar → economia-agro/p60

[b1537] (economia) Instituir uma política estadual, alinhada ao planejamento de longo prazo, para integrar as diferentes atividades vinculadas ao mar, estabelecer prioridades, coordenar políticas públicas e orientar investimentos. A estratégia contará com governança permanente, participação dos municípios costeiros, diálogo com o setor produtivo, universidades e comunidades e integração com os instrumentos de planejamento territorial e ambiental. → economia-agro/p60

[b1538] (economia) Plataforma Capixaba de Investimentos e Negócios Azuis → economia-agro/p80

[b1539] (economia) Organizar uma carteira integrada de projetos da Economia do Mar e conectála aos instrumentos de crédito, financiamento, inovação, incentivos e atração de investimentos do Estado. A plataforma permitirá dar visibilidade a oportunidades em cadeias consolidadas, atividades em expansão e novos negócios da bioeconomia azul. → economia-agro/p80

[b1542] (agro) Programa de Fomento à Cadeia Pesqueira → economia-agro/p58

[b1543] (agro) Estabelecer um conjunto de ações voltadas à sustentabilidade, capacitação técnica, regularização sanitária, inovação, melhoria da infraestrutura de comercialização do pescado e valorização do trabalho das comunidades pesqueiras costeiras, apoiando pescadores, aquicultores, marisqueiras, mulheres, jovens e empreendedores locais no acesso à assistência técnica, capacitação, inovação, crédito e mercados. → economia-agro/p58

[b1544] (economia) Programa de Promoção de Talentos e Fornecedores do Mar → economia-agro/p57

[b1545] (economia) Preparar trabalhadores, empresas, cooperativas e empreendedores capixabas → economia-agro/p57

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[b1548] (economia) para participar das oportunidades geradas pelas cadeias marítimas e marinhas, como fornecimento de peças e serviços especializados e o descomissionamento de plataformas. O programa integrará qualificação profissional, certificação, desenvolvimento empresarial, inovação, acesso a crédito e aproximação com grandes contratantes, com atenção especial às comunidades costeiras e aos pequenos negócios. → economia-agro/p57

[b1549] (economia) Retorno dos Cruzeiros Marítimos: → economia-agro/p7

[b1550] (economia) Promover, em articulação com os demais agentes relacionados, a complementação da infraestrutura necessária para assegurar a retomada definitiva das escalas de grandes cruzeiros ao litoral capixaba. → economia-agro/p7

[b1551] (economia) Observatório da Economia do Mar → economia-agro/p60

[b1552] (economia) Criar, sob coordenação do IJSN e em parceria com instituições estaduais e nacionais, um sistema de mensuração da Economia do Mar no Espírito Santo. O projeto produzirá indicadores sobre produto, emprego, renda, estabelecimentos, exportações, investimentos, inovação e distribuição territorial, permitindo acompanhar resultados e orientar decisões públicas e privadas. → economia-agro/p60

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