Luis Cesar Bueno — texto do programa sobre Infraestrutura, transporte e mobilidade (Governador — GO, 2026)

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[b32] (infraestrutura) Prioridade técnica para gargalos logísticos, energia, água, conectividade e projetos estruturantes. → infraestrutura-mobilidade/p23, infraestrutura-mobilidade/p37

[b38] (mobilidade) Tarifa Zero progressiva, condicionada a financiamento permanente, capacidade operacional e qualidade. → infraestrutura-mobilidade/p16

[b49] (infraestrutura) Carteira total do Novo PAC relacionada a Goiás, conforme base documental utilizada no plano.

[b51] (infraestrutura) Seleções do Novo PAC 2023/2025 registradas na base de referência.

[b57] (mobilidade) Objetivo final da Tarifa Zero, com implantação progressiva e gatilhos fiscais e operacionais. → infraestrutura-mobilidade/p16

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[b65] (infraestrutura) Custo logístico • Dependência rodoviária, gargalos de acesso, armazenagem e conexão ferroviária. • A FICO e a Norte-Sul exigem planejamento de terminais e retroáreas.

[b66] (infraestrutura) Energia, água e internet • Novos polos industriais, irrigação, mineração, turismo e logística elevam a demanda. •

[b67] (infraestrutura) Infraestrutura precisa chegar antes do investimento e do visitante.

[b79] (infraestrutura) Infraestrutura antes da demanda

[b80] (infraestrutura) Áreas com energia, água, acesso, internet, licenciamento e mão de obra mapeados. → infraestrutura-mobilidade/p37

[b81] (infraestrutura) Critérios públicos, planejamento fiscal e licenciamento regular.

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[b112] (infraestrutura) Norte-Sul, aeroporto, distritos, rotas e fornecedores.

[b120] (infraestrutura) Rodovias turísticas, internet, água e Cerrado. → infraestrutura-mobilidade/p36, infraestrutura-mobilidade/p38, infraestrutura-mobilidade/p84

[b124] (infraestrutura) Energia, estradas, eventos e recuperação ambiental. → infraestrutura-mobilidade/p36, infraestrutura-mobilidade/p84

[b128] (infraestrutura) Acessos, terminais, energia e cidades preparadas. → infraestrutura-mobilidade/p36, infraestrutura-mobilidade/p84

[b136] (infraestrutura) Corredores, energia, bioeconomia e centros de eventos.

[b142] (infraestrutura) Corredores de mobilidade; saneamento e drenagem; conectividade; energia confiável; centros de convenções, arenas e espaços culturais integrados à rede hoteleira e ao aeroporto. → infraestrutura-mobilidade/p1

[p. 7]

[b153] (infraestrutura) Infraestrutura prioritária Integração entre rodovias, NorteSul, aeroporto e distritos; reforço energético; conectividade; espaços para feiras, congressos e circuitos históricoreligiosos. → infraestrutura-mobilidade/p23, infraestrutura-mobilidade/p39, infraestrutura-mobilidade/p87, infraestrutura-mobilidade/p89

[b164] (infraestrutura) Transporte regional; corredores econômicos; saneamento e drenagem; áreas empresariais; internet; equipamentos urbanos e espaços para eventos e esporte. → infraestrutura-mobilidade/p23

[b174] (infraestrutura) Infraestrutura prioritária Rodovias turísticas seguras; conectividade rural; saneamento; segurança hídrica; prevenção e resposta a incêndios. → infraestrutura-mobilidade/p38

[p. 8]

[b186] (infraestrutura) Estradas; energia; conectividade; áreas industriais com água e saneamento; formação técnica em mineração e manutenção. → infraestrutura-mobilidade/p36, infraestrutura-mobilidade/p84

[b194] (infraestrutura) NOROESTE E CORREDOR DA FICO A ferrovia deve gerar riqueza em Goiás, e não apenas atravessar Goiás.

[b196] (infraestrutura) Infraestrutura prioritária Acessos à FICO; terminais intermodais; transmissão e subestações; armazenagem; conectividade; expansão urbana planejada. → infraestrutura-mobilidade/p24, infraestrutura-mobilidade/p89

[b200] (infraestrutura) • Estruturar uma plataforma multimodal. → infraestrutura-mobilidade/p24

[b207] (infraestrutura) Integração rodoviária e ferroviária; energia; logística industrial; saneamento industrial; reúso; infraestrutura turística. → infraestrutura-mobilidade/p36, infraestrutura-mobilidade/p84, infraestrutura-mobilidade/p89

[b217] (infraestrutura) Infraestrutura prioritária Corredores rodoviários; armazenagem; conexão ferroviária; energia; água; infraestrutura digital; hotelaria e centros para feiras, congressos e demonstrações técnicas. → infraestrutura-mobilidade/p36, infraestrutura-mobilidade/p84

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[b225] (infraestrutura) 1.8 Programas transversais de infraestrutura

[b226] (infraestrutura) GOIÁS MULTIMODAL • Rodovias, FICO, Norte-Sul, aeroportos, terminais, armazenagem e distritos como sistema. • Mapa dos 20 gargalos e três plataformas intermodais estruturadas. → infraestrutura-mobilidade/p23, infraestrutura-mobilidade/p27, infraestrutura-mobilidade/p89

[b230] (mobilidade) MOBILIDADE ECONÔMICA • Emprego, transporte, habitação e distribuição de mercadorias planejados juntos. • → infraestrutura-mobilidade/p12

[b231] (mobilidade) Terminais, corredores metropolitanos e logística de última milha. → infraestrutura-mobilidade/p1, infraestrutura-mobilidade/p11

[b233] (infraestrutura) • Planos de risco e resposta para cada zona.

[b247] (mobilidade) Mobilidade, regularização e encostas

[p. 10]

[b259] (infraestrutura) Aeroporto, mobilidade, arenas, centros de convenções, hotelaria e segurança. → infraestrutura-mobilidade/p39, infraestrutura-mobilidade/p87

[b262] (infraestrutura) Acesso regional, espaços de eventos, sinalização, conectividade e fornecedores. → infraestrutura-mobilidade/p38

[b265] (infraestrutura) Transporte regional, venues, hotelaria, saneamento e comando integrado.

[b268] (infraestrutura) Rodovias turísticas, internet, resíduos, prevenção a incêndios e segurança turística. → infraestrutura-mobilidade/p38

[b271] (infraestrutura) Acessos, saneamento sazonal, salvamento, conectividade e infraestrutura fluvial.

[b274] (infraestrutura) Acessos, terminais, hotelaria, comunicação, energia e espaços multifuncionais. → infraestrutura-mobilidade/p38

[b277] (infraestrutura) Mobilidade, saneamento, hotelaria, espaços de convenção e proteção dos destinos. → infraestrutura-mobilidade/p38

[b280] (infraestrutura) Aeroportos e rodovias, centros de eventos, hotelaria, conectividade e logística. → infraestrutura-mobilidade/p39, infraestrutura-mobilidade/p87

[p. 13]

[b390] (infraestrutura) Iniciar obras e contratos prioritários; estruturar plataformas multimodais; implantar parques verdes, hubs de alimentos e corredores seguros; ampliar saneamento, conectividade, rotas e eventos regionais. → infraestrutura-mobilidade/p24

[p. 14]

[b402] (infraestrutura) Logística 20 gargalos com solução técnica; prioridades contratadas ou em execução. → infraestrutura-mobilidade/p27

[b403] (infraestrutura) Multimodalidade 3 plataformas ou projetos intermodais estruturados ou contratados. → infraestrutura-mobilidade/p24

[p. 27]

[b876] (infraestrutura) Garantir energia, água, logística e conectividade → infraestrutura-mobilidade/p37

[b880] (mobilidade) Reduzir o custo de acesso a emprego, estudo e serviços

[p. 28]

[b891] (mobilidade) • Tempo médio de deslocamento de estudantes e trabalhadores.

[b894] (mobilidade) • Custo público por passageiro e qualidade do transporte.

[p. 29]

[b911] (mobilidade) 4. Mobilidade Urbana e Tarifa Zero

[b912] (mobilidade) Transporte coletivo como infraestrutura econômica, política social e instrumento de qualidade de vida.

[b914] (mobilidade) Mobilidade para conectar pessoas as oportunidades

[b915] (mobilidade) A mobilidade metropolitana será tratada como infraestrutura essencial para o funcionamento da economia e para a qualidade de vida. A proposta e implantar progressivamente a Tarifa Zero, com prioridade para a Região Metropolitana de Goiânia e, mediante cooperação interfederativa, para o Entorno do Distrito Federal. → infraestrutura-mobilidade/p16, infraestrutura-mobilidade/p20, infraestrutura-mobilidade/p77

[b917] (mobilidade) Tarifa zero para o passageiro não significa transporte sem custo. Significa substituir progressivamente o pagamento na catraca por um modelo permanente, transparente e compartilhado de financiamento do transporte coletivo.

[b918] (mobilidade) Parâmetros do programa: horizonte de implantação de quatro anos; três gatilhos - financeiro, operacional e de qualidade; duas regiões prioritárias - RMG e Entorno; objetivo final de R$ 0 para o usuário. → infraestrutura-mobilidade/p17

[b920] (mobilidade) • Reduzir o custo de vida. Diminuir o peso do transporte no orçamento das famílias.

[b921] (mobilidade) • Ampliar oportunidades. Conectar bairros a empregos, escolas, universidades, hospitais e zonas econômicas.

[b922] (mobilidade) • Melhorar o sistema. Mais oferta, regularidade, segurança, acessibilidade e conforto.

[b923] (mobilidade) • Reduzir desigualdades territoriais. Integrar municípios metropolitanos e periferias urbanas.

[b924] (mobilidade) • Promover mobilidade sustentável. Aumentar a atratividade do coletivo e modernizar a frota. → infraestrutura-mobilidade/p3

[b925] (mobilidade) O que diferencia está proposta

[b926] (mobilidade) Não e E Gratuidade improvisada

[b927] (mobilidade) Transição planejada com fonte permanente de recursos → infraestrutura-mobilidade/p18

[b929] (mobilidade) Gratuidade acompanhada de aumento de oferta → infraestrutura-mobilidade/p58

[b931] (mobilidade) Bilhetagem mantida para planejamento e auditoria → infraestrutura-mobilidade/p81

[b933] (mobilidade) Integração com emprego, educação, saúde, segurança e clima → infraestrutura-mobilidade/p12

[b935] (mobilidade) Universalização condicionada a gatilhos objetivos → infraestrutura-mobilidade/p17

[b936] (mobilidade) 4.2 Premissas e ponto de partida

[b937] (mobilidade) Construir a partir da estrutura metropolitana existente

[b938] (mobilidade) A Grande Goiânia já possui sistema integrado, bilhetagem, terminais, corredores estruturantes e mecanismos de subsídio público. A proposta utiliza essa base institucional para evoluir, de forma gradual, para um modelo em que o passageiro deixa de financiar diretamente a operação pela catraca.

[b939] (mobilidade) As três condições para chegar a Tarifa Zero

[b944] (mobilidade) Recursos comprovados para pelo menos 12 meses da etapa seguinte. → infraestrutura-mobilidade/p59

[b945] (mobilidade) Há fonte permanente para pagar a operação?

[b947] (mobilidade) Frota, pessoal e frequência suficientes para absorver a demanda adicional. → infraestrutura-mobilidade/p17

[b948] (mobilidade) O sistema suporta mais passageiros?

[b950] (mobilidade) Indicadores mínimos de pontualidade, regularidade e disponibilidade cumpridos. → infraestrutura-mobilidade/p17

[b951] (mobilidade) O usuário receberá serviço adequado?

[p. 30]

[b954] (mobilidade) A gratuidade só avança quando os três gatilhos estiverem simultaneamente atendidos. Isso protege o passageiro contra a deterioração do serviço e protege as contas públicas contra uma expansão sem cobertura financeira. → infraestrutura-mobilidade/p17

[b958] (mobilidade) Região Metropolitana de Goiânia

[b959] (mobilidade) Primeira região para transição completa, aproveitando sistema integrado, governança e bilhetagem já existentes. → infraestrutura-mobilidade/p60

[b960] (mobilidade) Região Metropolitana do Entorno do DF

[b961] (mobilidade) Implantação em camadas, com sistemas locais, rede metropolitana dentro de Goiás e negociação Goiás-DF-União para linhas interfederativas. → infraestrutura-mobilidade/p20, infraestrutura-mobilidade/p21, infraestrutura-mobilidade/p77

[b963] (mobilidade) Fundo Metropolitano de Mobilidade e Tarifa Zero → infraestrutura-mobilidade/p18

[b964] (mobilidade) O coração financeiro do programa será um fundo com governança, contabilidade separada por sistema e regras claras de aporte. O objetivo e reduzir gradualmente a dependência da tarifa paga pelo usuário sem transferir o custo de forma opaca para o orçamento. → infraestrutura-mobilidade/p18

[b969] (mobilidade) Cofinanciamento metropolitano e contrapartidas estruturantes. → infraestrutura-mobilidade/p19

[b971] (mobilidade) Participação pactuada conforme governança e capacidade fiscal. → infraestrutura-mobilidade/p19

[b973] (mobilidade) Programas, financiamentos e instrumentos federais de mobilidade. → infraestrutura-mobilidade/p19

[b975] (mobilidade) Ônibus, terminais, estações e mobiliário urbano. → infraestrutura-mobilidade/p19

[b977] (mobilidade) Receitas de terminais, ativos e áreas economicamente exploráveis. → infraestrutura-mobilidade/p19

[b979] (mobilidade) Novos negócios vinculados ao sistema de mobilidade. → infraestrutura-mobilidade/p19

[b981] (mobilidade) Captura de valorização e contrapartidas legalmente cabiveis. → infraestrutura-mobilidade/p19

[b983] (mobilidade) Renovação de frota e infraestrutura de baixa emissão. → infraestrutura-mobilidade/p19

[b984] (mobilidade) Regra de responsabilidade fiscal

[b985] (mobilidade) 1. Custeio permanente. Não usar receitas extraordinárias como base estrutural da gratuidade. → infraestrutura-mobilidade/p19

[b986] (mobilidade) 2. Transparência integral. Publicar custo total, custo por viagem, aporte por ente e receitas extratarifárias. → infraestrutura-mobilidade/p31

[b987] (mobilidade) 3. Expansão por etapas. Cada nova fase deve ser financeiramente suportável por pelo menos 12 meses. → infraestrutura-mobilidade/p17

[b988] (mobilidade) 4. Proteção de investimentos. Separar recursos de operação cotidiana dos recursos de frota, corredores e terminais. → infraestrutura-mobilidade/p61

[b990] (mobilidade) O Estado não deve prometer custear sozinho sistemas cuja governança e competência sejam compartilhadas.

[b991] (mobilidade) Tarifa Zero precisa ser um pacto metropolitano, e não uma despesa sem divisão de responsabilidades.

[p. 31]

[b993] (mobilidade) 4.4 Novo modelo de operação e qualidade

[b994] (mobilidade) Pagar pelo serviço entregue - não pela catraca

[b995] (mobilidade) A Tarifa Zero exige que o contrato de transporte seja orientado pela qualidade e pela oferta efetivamente entregue. A bilhetagem continua existindo para medir demanda e permitir planejamento, mas a remuneração do operador deve estar cada vez mais associada ao serviço contratado e ao desempenho. → infraestrutura-mobilidade/p34

[b1002] (mobilidade) Reduzir atrasos e aumentar previsibilidade. → infraestrutura-mobilidade/p34

[b1004] (mobilidade) Evitar longos intervalos entre veículos. → infraestrutura-mobilidade/p34

[b1006] (mobilidade) Estabelecer padrões de conforto e capacidade. → infraestrutura-mobilidade/p34

[b1008] (mobilidade) Reduzir quebras e interrupções. → infraestrutura-mobilidade/p34

[b1010] (mobilidade) Melhorar experiência do usuário. → infraestrutura-mobilidade/p34

[b1012] (mobilidade) Atendimento universal e seguro. → infraestrutura-mobilidade/p10

[b1014] (mobilidade) Incorporar a experiência do passageiro ao contrato. → infraestrutura-mobilidade/p34

[b1016] (mobilidade) Monitorar ocorrências em veículos, pontos e terminais. → infraestrutura-mobilidade/p6

[b1017] (mobilidade) Bilhetagem mesmo com tarifa R$ 0

[b1018] (mobilidade) • Cartão, aplicativo, QR Code ou outros meios continuarão registrando as viagens. → infraestrutura-mobilidade/p81

[b1019] (mobilidade) • Dados operacionais permitirão estimar origem, destino, horário, integrações e lotação. → infraestrutura-mobilidade/p81

[b1020] (mobilidade) • O tratamento das informações deverá observar a LGPD, segurança e minimização de dados. → infraestrutura-mobilidade/p62

[b1021] (mobilidade) • Cadastros sociais poderão continuar existindo quando forem necessários para políticas específicas, sem transformar a gratuidade universal em burocracia de acesso. → infraestrutura-mobilidade/p63

[b1023] (mobilidade) Tarifa Zero precisa vir acompanhada de velocidade, oferta e conforto

[b1024] (mobilidade) Ônibus gratuito parado no congestionamento continua sendo um serviço ruim. O programa combina gratuidade com prioridade ao transporte coletivo nos grandes corredores metropolitanos.

[b1025] (mobilidade) Metas de referência: redução indicativa de 20% no tempo de viagem dos corredores prioritários; 100% dos veículos novos acessíveis; dados abertos sobre pontualidade, oferta e custo; rede integrada entre bairro, trabalho, escola e saúde. → infraestrutura-mobilidade/p9, infraestrutura-mobilidade/p10

[b1027] (mobilidade) • Corredores e faixas prioritárias. Priorizar transporte coletivo nos eixos de maior demanda. → infraestrutura-mobilidade/p1

[b1028] (mobilidade) • Prioridade semafórica. Reduzir tempo parado em cruzamentos. → infraestrutura-mobilidade/p8

[b1029] (mobilidade) • Terminais modernizados. Acessibilidade, informação, segurança e conforto. → infraestrutura-mobilidade/p1

[b1030] (mobilidade) • Embarque mais rápido. Organização de fluxos e tecnologia operacional. → infraestrutura-mobilidade/p64

[b1031] (mobilidade) • Informação em tempo real. Previsão de chegada e alterações de linha. → infraestrutura-mobilidade/p4

[b1032] (mobilidade) • Renovação de frota. Veículos acessíveis, confiáveis e de menor emissão. → infraestrutura-mobilidade/p3

[b1034] (mobilidade) Grandes terminais deverão integrar bicicletários seguros, ciclovias conectadas, calçadas acessíveis e, quando viável, sistemas de bicicletas compartilhadas. A rede deve permitir o percurso casa -> caminhada/bicicleta -> terminal -> ônibus -> trabalho ou escola. → infraestrutura-mobilidade/p11

[b1035] (mobilidade) 4.6 Mobilidade conectada às políticas públicas

[b1036] (mobilidade) O transporte como ponte entre o cidadão e a oportunidade

[p. 32]

[b1041] (mobilidade) Planos de Mobilidade do Trabalhador ligando bairros a distritos industriais, polos logísticos e zonas de emprego. → infraestrutura-mobilidade/p12

[b1043] (mobilidade) Linhas e horários coordenados com CEPIs, escolas técnicas, universidades e institutos federais. → infraestrutura-mobilidade/p12

[b1045] (mobilidade) Hospitais, maternidades, policlínicas e centros especializados incorporados ao desenho prioritário da rede. → infraestrutura-mobilidade/p12

[b1047] (mobilidade) Terminais e pontos prioritários integrados ao Goiás Seguro → infraestrutura-mobilidade/p6

[b1048] (mobilidade) 2030, com iluminação, monitoramento e protocolos de emergência. → infraestrutura-mobilidade/p7

[b1050] (mobilidade) Renovação progressiva da frota com tecnologias de menor emissão segundo custo total e confiabilidade. → infraestrutura-mobilidade/p3

[b1052] (mobilidade) Maior circulação de pessoas e melhor acesso a centros comerciais e de serviços.

[b1053] (mobilidade) Mobilidade segura para mulheres

[b1054] (mobilidade) • Programa Ponto Seguro nos locais de maior circulação noturna. → infraestrutura-mobilidade/p7

[b1055] (mobilidade) • Iluminação adequada, monitoramento de áreas públicas e comunicação de emergência. → infraestrutura-mobilidade/p7

[b1056] (mobilidade) • Integração com forças de segurança e protocolos de resposta. → infraestrutura-mobilidade/p7

[b1057] (mobilidade) • Estudo de ampliação de desembarque seguro em horários e condições específicas. → infraestrutura-mobilidade/p7

[b1059] (mobilidade) O trabalhador precisa conseguir aceitar um emprego sem calcular se o transporte consumirá sua renda. O estudante precisa chegar a escola. A família precisa acessar saúde, cultura, comércio e lazer.

[b1060] (mobilidade) 4.7 Programa Tarifa Zero Entorno

[b1061] (mobilidade) Uma rede em três camadas para uma realidade interfederativa

[b1062] (mobilidade) O Entorno do Distrito Federal exige desenho próprio porque parte relevante das viagens atravessa a divisa entre Goiás e o DF. A política deve respeitar as competências de cada ente e construir integração progressiva.

[b1066] (mobilidade) Estimular sistemas locais gratuitos ou integrados, com apoio técnico e cofinanciamento condicionado a metas. → infraestrutura-mobilidade/p21

[b1068] (mobilidade) Construir rede integrada entre os municípios da Região → infraestrutura-mobilidade/p21

[b1071] (mobilidade) Negociar arranjo Goiás-DF-União para linhas e serviços que atravessem a divisa. → infraestrutura-mobilidade/p21

[b1074] (mobilidade) Mesmo quando existirem diferentes operadores e entes responsáveis, o passageiro deve perceber uma rede integrada, simples e previsível.

[b1076] (mobilidade) Experiências municipais de gratuidade, como a de Luziânia, devem ser avaliadas tecnicamente para estimar aumento de demanda, custo por passageiro, necessidade de frota e efeitos sobre comércio, emprego e acesso a serviços. O programa estadual usara essas experiências como aprendizado, e não como modelo a ser copiado automaticamente. → infraestrutura-mobilidade/p65

[p. 33]

[b1078] (mobilidade) 4.8 Apoio aos polos do interior

[b1079] (mobilidade) Tarifa Zero metropolitana com assistência técnica estadual para outras cidades

[b1080] (mobilidade) A prioridade estadual será metropolitana, mas cidades-polo como Anápolis, Rio Verde, Jataí, Catalão e outras poderão receber apoio técnico para avaliar gratuidade, redução tarifária ou integração mais ampla. → infraestrutura-mobilidade/p22

[b1081] (mobilidade) Programa Goiás Apoia Tarifa Zero

[b1082] (mobilidade) • Planejamento de rede. Reorganização de linhas e integração entre bairros, polos produtivos e serviços. → infraestrutura-mobilidade/p22

[b1083] (mobilidade) • Bilhetagem e dados. Padrões técnicos para controle e planejamento. → infraestrutura-mobilidade/p81

[b1084] (mobilidade) • Modelagem financeira. Estimativa de custos, fontes de receita e impactos. → infraestrutura-mobilidade/p22

[b1085] (mobilidade) • Compras compartilhadas. Estudo de ganhos de escala para equipamentos e tecnologia. → infraestrutura-mobilidade/p22

[b1086] (mobilidade) • Frota limpa. Apoio a projetos de eletrificação, biometano ou outras soluções adequadas. → infraestrutura-mobilidade/p3

[b1087] (mobilidade) A adesão municipal dependerá de demonstração de capacidade de financiamento e compromisso com metas de serviço. O Estado não assumirá automaticamente o custeio integral de sistemas locais. → infraestrutura-mobilidade/p22

[b1088] (mobilidade) 4.9 Roteiro de implementação em quatro anos

[b1089] (mobilidade) Transição gradual, mensurável e fiscalmente sustentável

[b1093] (mobilidade) Auditoria financeira e operacional da RMTC; estudo de demanda; revisão de contratos; projeto do Fundo; agenda com municípios e DF; painel inicial de custos e qualidade. → infraestrutura-mobilidade/p32

[b1095] (mobilidade) Fundo implantado; modelagem financeira aprovada; medidas para aumentar oferta; pilotos controlados; projeto dos corredores prioritários; padrões de transparência. → infraestrutura-mobilidade/p1

[b1097] (mobilidade) Gratuidade progressiva na Grande Goiânia; ampliação de frota; Rede Rápida em corredores prioritários; primeira etapa do Ponto Seguro; integração com zonas de emprego e CEPIs. → infraestrutura-mobilidade/p16, infraestrutura-mobilidade/p66

[b1099] (mobilidade) Universalização da Tarifa Zero na RMG, se os três gatilhos estiverem atendidos; expansão dos corredores; consolidação do contrato por qualidade. → infraestrutura-mobilidade/p34

[b1101] (mobilidade) Consolidação na RMG; expansão progressiva no Entorno conforme pactos firmados; integração interfederativa; apoio ampliado aos polos do interior. → infraestrutura-mobilidade/p22

[b1102] (mobilidade) Primeiros 100 dias - agenda de decisão

[b1103] (mobilidade) 1. Publicar o custo real do sistema e seus principais componentes. → infraestrutura-mobilidade/p31

[b1104] (mobilidade) 2. Medir demanda, lotação, regularidade, pontualidade e tempo de viagem. → infraestrutura-mobilidade/p31

[b1105] (mobilidade) 3. Mapear as fontes de subsídio atuais e as responsabilidades de cada ente. → infraestrutura-mobilidade/p32

[b1106] (mobilidade) 4. Estimar o impacto da gratuidade sobre demanda e frota. → infraestrutura-mobilidade/p67

[b1107] (mobilidade) 5. Definir proposta de Fundo Metropolitano e governança. → infraestrutura-mobilidade/p18

[b1108] (mobilidade) 6. Selecionar corredores e grupos para pilotos controlados. → infraestrutura-mobilidade/p68

[b1109] (mobilidade) 4.10 Metas e painel de resultados

[b1110] (mobilidade) O programa será acompanhado por dados públicos

[b1112] (mobilidade) Meta programática para o ciclo

[b1114] (mobilidade) Universalização até o 3º ano, condicionada aos três gatilhos. → infraestrutura-mobilidade/p16

[b1116] (mobilidade) Rede integrada estruturada e gratuidade progressiva conforme competências e pactos. → infraestrutura-mobilidade/p20, infraestrutura-mobilidade/p77

[p. 34]

[b1119] (mobilidade) Meta programática para o ciclo

[b1123] (mobilidade) 100% das viagens registradas para planejamento. → infraestrutura-mobilidade/p81

[b1125] (mobilidade) Redução indicativa de 20% nos corredores prioritários. → infraestrutura-mobilidade/p9

[b1127] (mobilidade) Crescimento compatível com a demanda adicional observada. → infraestrutura-mobilidade/p58

[b1129] (mobilidade) 100% dos veículos novos acessíveis. → infraestrutura-mobilidade/p10

[b1131] (mobilidade) Pontos e terminais prioritários integrados ao Ponto Seguro. → infraestrutura-mobilidade/p6

[b1133] (mobilidade) 100% dos grandes polos apoiados pelo Estado com plano de acesso coletivo. → infraestrutura-mobilidade/p12

[b1135] (mobilidade) Custos, aportes, quilometragem e qualidade publicados periodicamente. → infraestrutura-mobilidade/p31

[b1136] (mobilidade) Painel "Quanto custa e o que entrega"

[b1137] (mobilidade) • Passageiros transportados e viagens registradas. → infraestrutura-mobilidade/p31

[b1138] (mobilidade) • Quilômetros programados e realizados. → infraestrutura-mobilidade/p31

[b1139] (mobilidade) • Custo total e custo por viagem. → infraestrutura-mobilidade/p31

[b1140] (mobilidade) • Aporte do Estado e dos municípios. → infraestrutura-mobilidade/p31

[b1142] (mobilidade) • Pontualidade, regularidade, lotação e disponibilidade da frota. → infraestrutura-mobilidade/p31

[b1143] (mobilidade) • Reclamações e pesquisa de satisfação. → infraestrutura-mobilidade/p31

[b1144] (mobilidade) 4.11 Governança, transparência e gestão de riscos

[b1145] (mobilidade) Uma política permanente precisa de regras claras

[b1147] (mobilidade) • Instância metropolitana. Usar estruturas existentes sempre que possível e evitar burocracia redundante. → infraestrutura-mobilidade/p2

[b1148] (mobilidade) • Fundo com contas segregadas. Cada sistema deve ter receitas, despesas e metas identificáveis. → infraestrutura-mobilidade/p18

[b1149] (mobilidade) • Comitê técnico. Planejamento, dados, contratos, operação, segurança e acessibilidade. → infraestrutura-mobilidade/p2

[b1150] (mobilidade) • Participação social. Conselhos e canais de consulta com usuários, trabalhadores, empresas e municípios. → infraestrutura-mobilidade/p2

[b1151] (mobilidade) • Controle e auditoria. Dados abertos e mecanismos de fiscalização institucional. → infraestrutura-mobilidade/p32

[b1156] (mobilidade) Expansão por etapas e gatilho operacional antes da gratuidade. → infraestrutura-mobilidade/p17

[b1158] (mobilidade) Fundo com cobertura mínima de 12 meses e receitas permanentes. → infraestrutura-mobilidade/p59

[b1160] (mobilidade) Aumento de oferta e metas de lotação antes de cada nova fase. → infraestrutura-mobilidade/p58

[b1162] (mobilidade) Remuneração associada a indicadores de serviço. → infraestrutura-mobilidade/p34

[b1164] (mobilidade) Painel público de custos, aportes e desempenho. → infraestrutura-mobilidade/p31

[b1166] (mobilidade) Pactos formais e respeito as competências de Estado, municípios, DF e União. → infraestrutura-mobilidade/p2

[p. 35]

[b1169] (mobilidade) Não implantar gratuidade sem fonte permanente. Não reduzir a tarifa a zero antes de preparar a frota. Não criar nova burocracia quando a governança existente puder executar. Não medir sucesso apenas por número de passageiros - medir também tempo, qualidade, acesso e custo. → infraestrutura-mobilidade/p17

[b1170] (mobilidade) 4.12 Base normativa e referências técnicas

[b1171] (mobilidade) Fontes para detalhamento na fase de modelagem

[b1184] (mobilidade) Observação: metas quantitativas e cronogramas deverão ser recalibrados após auditoria dos primeiros 100 dias, estudo de demanda, análise contratual e definição das fontes permanentes de financiamento.

FIM — 207 blocos neste arquivo.