Marconi Perillo — texto do programa sobre Economia, emprego e agro (Governador — GO, 2026)

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[p. 7]

[b159] (economia) Transformar crescimento em oportunidades

[b160] (economia) Goiás possui extraordinária capacidade produtiva.

[b161] (economia) Nosso desafio será transformar essa força em mais produtividade, inovação, empregos, renda e valor agregado.

[b162] (economia) Este eixo articula desenvolvimento econômico, indústria, comércio, serviços, empreendedorismo, agricultura, pecuária, cooperativismo, inovação, qualificação profissional, internacionalização e novas oportunidades associadas à economia verde e digital.

[b163] (economia) O Estado deverá criar condições para quem deseja investir, produzir e empreender, ao mesmo tempo em que prepara trabalhadores e empresas para transformações tecnológicas e ambientais.

[b164] (economia) Nesse cenário, sustentabilidade, inovação e tecnologia serão fatores cada vez mais determinantes para a competitividade da economia goiana, abrindo novos mercados, atraindo investimentos e agregando valor à produção.

[b166] (economia) Transformar crescimento econômico em prosperidade compartilhada, trabalho, renda e oportunidades em todas as regiões.

[p. 25]

[b542] (economia) Crescer, inovar e transformar desenvolvimento em oportunidades

[b544] (economia) Goiás construiu uma economia diversificada e ocupa posição relevante na produção agropecuária, na indústria, no comércio e nos serviços. O próximo desafio é transformar essa base econômica em mais produtividade, investimentos, inovação, empregos de qualidade e renda para a população, ampliando também a capacidade de agregar valor àquilo que o Estado produz.

[b545] (economia) A competição por investimentos tornou-se mais intensa. Empresas e empreendedores precisam de infraestrutura, trabalhadores qualificados, acesso à tecnologia, crédito, mercados e um ambiente institucional que ofereça segurança, previsibilidade e agilidade. Ao Estado caberá criar condições para que novos investimentos cheguem a Goiás e para que quem já produz e empreende aqui tenha condições de crescer, inovar e gerar novas oportunidades.

[b546] (economia) As transformações tecnológicas e as mudanças na produção e no consumo estão criando novos mercados, alterando profissões e exigindo maior capacidade de adaptação das empresas e dos trabalhadores. Pequenas empresas e empreendedores precisam ter condições de participar dessas mudanças, com políticas de incentivo e acesso ao crédito, incluindo o fortalecimento de instrumentos como o Banco do Povo, capazes de apoiar pequenos e microempreendedores. Trabalhadores precisam encontrar oportunidades de qualificação e requalificação compatíveis com as novas demandas do mercado. → economia-agro/p29

[b547] (economia) Goiás também deverá estar preparado para aproveitar as oportunidades abertas pela economia digital, pela inteligência artificial, pela transição energética e por novas formas de produção, conectando inovação às vocações e à capacidade produtiva do Estado.

[b548] (economia) O desafio será, portanto, fazer Goiás produzir mais, agregar mais valor, atrair investimentos e abrir novas oportunidades de trabalho e renda, levando os benefícios do crescimento às diferentes regiões e à vida das pessoas.

[b550] (economia) Queremos consolidar Goiás como um dos melhores Estados brasileiros para investir, produzir, empreender, inovar e trabalhar.

[b551] (economia) O Governo deverá atuar para simplificar o ambiente de negócios, atrair novos investimentos, fortalecer as empresas já instaladas, estimular a industrialização e a agregação de valor, apoiar pequenos negócios com instrumentos de incentivo e acesso ao crédito e aproximar qualificação profissional das oportunidades efetivamente existentes. → economia-agro/p7

[b552] (economia) Ciência, tecnologia, inovação e transformação digital deverão contribuir para aumentar a produtividade, ampliar a competitividade da economia goiana e preparar empresas e trabalhadores para as transformações tecnológicas e produtivas. → economia-agro/p75

[b553] (economia) O desenvolvimento deverá aproveitar as características e potencialidades de cada região, estimulando atividades capazes de gerar investimento, trabalho e renda e ampliando a participação das diferentes regiões no crescimento do Estado. → economia-agro/p12

[b554] (economia) Nossa direção será: transformar crescimento econômico em mais empregos, mais renda, mais inovação e melhores oportunidades para os goianos.

[b555] (economia) 4.4 Desenvolvimento Econômico e Trabalho

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[b558] (economia) N O S S O S C O M P R O M I S S O S

[b559] (economia) Tornar mais simples investir e empreender em Goiás → economia-agro/p27, economia-agro/p123

[b560] (economia) Avançar na simplificação, digitalização e integração dos procedimentos relacionados às atividades econômicas, reduzindo burocracia, exigências desnecessárias, tempo e custos para empresas e empreendedores. → economia-agro/p27, economia-agro/p65, economia-agro/p123

[b561] (economia) O Estado deverá buscar maior previsibilidade, com procedimentos mais claros, prazos definidos e maior integração entre os órgãos envolvidos. Investidores e empreendedores deverão encontrar informações e orientações de forma mais simples e coordenada, desde a abertura do negócio até sua implantação e expansão. → economia-agro/p27, economia-agro/p65, economia-agro/p123

[b562] (economia) Simplificar não significará reduzir controles necessários à proteção da sociedade e do meio ambiente.

[b563] (economia) Significará eliminar redundâncias, evitar exigências repetidas e organizar melhor a atuação pública para que cumprir as regras seja mais simples, rápido e transparente.

[b564] (economia) Atrair novos investimentos e apoiar a expansão das empresas que já produzem em Goiás Fortalecer a política estadual de atração de investimentos, identificando oportunidades compatíveis com as vocações e vantagens competitivas de Goiás e acompanhando os projetos desde a decisão de investir até sua efetiva implantação, com atenção também à expansão e ao adensamento das cadeias produtivas já existentes no Estado. → economia-agro/p7

[b565] (economia) A estratégia deverá buscar novos investimentos capazes de ampliar a produtividade, a inovação e a agregação de valor à economia goiana, incluindo centros de processamento de dados (data centers), infraestrutura digital, novas tecnologias aplicadas à indústria e à produção, biotecnologia, energia limpa e empreendimentos relacionados à inteligência artificial e a outras atividades intensivas em conhecimento, inovação e tecnologia. → economia-agro/p66, economia-agro/p71, economia-agro/p76, economia-agro/p125

[b566] (economia) A mesma atenção deverá ser dedicada às empresas já instaladas no Estado, apoiando projetos de expansão, modernização e geração de novos empregos. → economia-agro/p7

[b567] (economia) A política de investimentos deverá buscar conectar empreendimentos a fornecedores locais, trabalhadores qualificados, infraestrutura e municípios, fortalecendo cadeias produtivas, estimulando a geração de negócios no próprio Estado e ampliando os efeitos dos investimentos sobre o emprego e a renda. → economia-agro/p7, economia-agro/p11, economia-agro/p100

[b568] (economia) A atração de investimentos deverá buscar também ampliar as etapas de produção realizadas em Goiás, agregando valor ao que o Estado já produz. → economia-agro/p8

[b569] (economia) Diante das transformações introduzidas pela reforma tributária, Goiás defenderá a preservação da capacidade de desenvolvimento e de competição dos estados e o respeito aos incentivos como instrumentos de atração de investimentos e promoção do desenvolvimento regional. → economia-agro/p35, economia-agro/p108

[b570] (economia) O Estado assumirá papel ativo na articulação nacional com outros governos estaduais, o Congresso Nacional, o Governo Federal e os setores produtivos, defendendo os mecanismos de desenvolvimento regional e condições efetivas para que estados como Goiás continuem competindo por investimentos, industrialização, inovação e geração de empregos. → economia-agro/p35, economia-agro/p108

[b571] (economia) A política de atração de investimentos será orientada não apenas pela chegada de novos empreendimentos, mas também pelo fortalecimento das cadeias produtivas existentes, pela expansão das empresas já instaladas e pela geração de oportunidades nas diferentes regiões do Estado

[p. 27]

[b576] (economia) Ampliar a industrialização e agregar mais valor ao que Goiás produz → economia-agro/p8

[b577] (economia) Ampliar a industrialização e fazer com que Goiás agregue cada vez mais valor àquilo que produz, fortalecendo cadeias produtivas, estimulando novos investimentos industriais e criando condições para que matériasprimas e produtos goianos sejam cada vez mais transformados dentro do próprio Estado. → economia-agro/p8

[b578] (economia) Goiás deverá aproveitar melhor sua capacidade produtiva para ampliar a industrialização em cadeias nas quais já possui vantagens competitivas, ao mesmo tempo em que deverá buscar novas oportunidades associadas à tecnologia, saúde, energia, bioeconomia e outras atividades com potencial de geração de valor e inovação. → economia-agro/p8, economia-agro/p66, economia-agro/p125

[b579] (economia) A estratégia será aproximar produção, indústria, logística, inovação e mercados, ampliando e modernizando a infraestrutura necessária à atividade industrial e preparando áreas e distritos estratégicos para receber novos empreendimentos e apoiar a expansão dos já existentes. → economia-agro/p77

[b580] (economia) Essa estratégia será articulada aos novos instrumentos de desenvolvimento e competitividade defendidos por Goiás no contexto das transformações do sistema tributário, criando melhores condições para a expansão das empresas, a atração de investimentos e a geração de empregos de maior qualidade. → economia-agro/p35, economia-agro/p108

[b581] (economia) O objetivo será fazer com que o crescimento da produção goiana se traduza cada vez mais em produtividade, industrialização, inovação, empregos, renda e riqueza gerada dentro do próprio Estado.

[b582] (economia) Fortalecer micro e pequenas empresas e apoiar quem empreende → economia-agro/p28

[b583] (economia) Ampliar o apoio aos pequenos negócios e empreendedores, facilitando acesso a orientação, capacitação, inovação, transformação digital, crédito e novos mercados. → economia-agro/p28

[b584] (economia) As políticas estaduais deverão considerar as dificuldades específicas enfrentadas por quem está começando um negócio ou possui menor estrutura para lidar com exigências administrativas, mudanças tecnológicas e acesso a financiamento, com atendimento mais simples e instrumentos adequados às diferentes etapas de desenvolvimento dos pequenos negócios. → economia-agro/p28

[b585] (economia) O Banco do Povo deverá ser retomado e modernizado como instrumento de acesso ao crédito para pequenos e microempreendedores, ampliando sua capacidade de apoiar quem deseja iniciar, manter ou expandir uma atividade produtiva e gerar sua própria renda. → economia-agro/p29

[b586] (economia) Também será importante ampliar oportunidades para que pequenos negócios participem de cadeias de fornecedores e alcancem novos consumidores e tenham maior acesso ao mercado, inclusive às oportunidades de fornecimento ao poder público, observadas as regras aplicáveis. → economia-agro/p11, economia-agro/p31, economia-agro/p100

[b587] (economia) O acesso ao crédito deverá estar articulado à capacitação, à inovação e à orientação para o desenvolvimento dos negócios, ampliando as condições para que pequenos empreendimentos cresçam e se mantenham de forma sustentável. → economia-agro/p28

[b588] (economia) Fortalecer o pequeno empreendedor significa ampliar oportunidades de trabalho e renda, movimentar a economia local e fazer o desenvolvimento chegar também a quem começa pequeno.

[p. 28]

[b593] (economia) Qualificar para o trabalho e para novas oportunidades → economia-agro/p14

[b594] (economia) Aproximar as políticas de formação e qualificação profissional das necessidades reais das empresas e das oportunidades existentes em cada região. → economia-agro/p14, economia-agro/p64, economia-agro/p121

[b595] (economia) A oferta de cursos deverá considerar informações sobre demanda de trabalhadores, novos investimentos, características da economia de cada região e transformações tecnológicas, evitando formar pessoas para oportunidades que não existem ou deixar empresas sem profissionais para funções que precisam preencher. → economia-agro/p14, economia-agro/p64, economia-agro/p121

[b596] (economia) As políticas de desenvolvimento econômico, trabalho e educação deverão atuar de forma integrada, aproximando as escolas técnicas, a UEG e outras instituições de ensino e formação das necessidades de qualificação identificadas nas diferentes regiões e das oportunidades geradas por novos investimentos. → economia-agro/p14, economia-agro/p64, economia-agro/p121

[b598] (economia) As políticas de trabalho e qualificação deverão considerar também as transformações nas relações de trabalho, incluindo trabalhadores autônomos, profissionais de plataformas digitais e outras formas emergentes de ocupação, buscando ampliar acesso a qualificação, crédito, orientação e oportunidades de desenvolvimento profissional. → economia-agro/p17

[b599] (economia) O Estado deverá estimular a articulação entre trabalhadores, instituições de ensino, empresas e sistemas de intermediação de emprego, aproximando quem busca trabalho das oportunidades disponíveis. → economia-agro/p17

[b600] (economia) A prioridade será especialmente importante para jovens que buscam o primeiro trabalho, trabalhadores que precisam atualizar suas competências e pessoas que necessitam de novas oportunidades profissionais, ampliando suas possibilidades de inserção e permanência no mercado de trabalho. → economia-agro/p17

[b601] (economia) Qualificação deverá significar oportunidade real de trabalho e renda.

[p. 29]

[b610] (economia) Apoiar a inserção das empresas goianas em mercados nacionais e internacionais, identificando novas oportunidades comerciais, ampliando conexões com compradores, investidores e parceiros e apoiando empresas que tenham capacidade de levar produtos, serviços e tecnologia desenvolvidos em Goiás a novos mercados. → economia-agro/p13

[b611] (economia) Inovação, energia, recursos minerais e abertura de mercados deverão fazer parte de uma mesma estratégia: usar conhecimento, tecnologia e as potencialidades de Goiás para agregar valor à produção, ampliar mercados e gerar mais investimentos, trabalho e renda no Estado.

[b613] (economia) O compromisso com o desenvolvimento econômico

[b614] (economia) Nosso compromisso será construir um ambiente no qual quem queira trabalhar, empreender, investir e produzir encontre condições para transformar iniciativa em oportunidade.

[b615] (economia) O Governo deverá criar condições para o desenvolvimento da economia, combinando infraestrutura, qualificação profissional, simplificação, segurança institucional, inovação, acesso a crédito e articulação entre o setor produtivo, trabalhadores, instituições de ensino e pesquisa e poder público. → economia-agro/p78

[b616] (economia) O desenvolvimento econômico deverá ser medido pelos resultados que efetivamente produz. Mais do que anúncios de investimentos, será preciso verificar se os projetos saíram do papel, se novas empresas começaram a produzir, se as empresas já instaladas cresceram e se os pequenos negócios encontraram condições para se desenvolver.

[b617] (economia) Também importará saber se foram gerados novos empregos e melhores oportunidades de trabalho, se a produção goiana passou a agregar mais valor, se a inovação aumentou a competitividade da economia e se o crescimento alcançou as diferentes regiões do Estado.

[b619] (economia) Por isso, a pergunta central será: o crescimento da economia está se transformando em mais trabalho, renda, inovação e oportunidades para os goianos?

[b620] (economia) Essa será a medida fundamental da nossa política de desenvolvimento econômico.

[p. 30]

[b628] (agro) Produzir mais, agregar valor e preservar para o futuro

[b630] (agro) A agropecuária é uma das grandes forças econômicas de Goiás e desempenha papel decisivo na geração de empregos, renda, exportações e desenvolvimento do interior. O próximo ciclo exigirá preservar essa competitividade diante de transformações tecnológicas, ambientais, sanitárias e comerciais cada vez mais rápidas. Também será necessário enfrentar fatores que afetam diretamente a capacidade de produzir e investir, como custos de produção, acesso ao crédito, endividamento, oscilações de mercado, riscos climáticos e condições de infraestrutura e logística, além da disponibilidade de energia e da necessidade de maior segurança e previsibilidade para quem produz.

[b631] (agro) Produzir mais continuará sendo importante, mas já não será suficiente. O desafio será elevar a produtividade e agregar valor à produção, ampliar o acesso à tecnologia, fortalecer a defesa agropecuária e preparar produtores para mercados que exigem cada vez mais qualidade, rastreabilidade, eficiência e sustentabilidade.

[b632] (agro) A competitividade dependerá também de um ambiente tributário equilibrado e de condições adequadas para que o produtor possa planejar, investir e ampliar sua produção.

[b633] (agro) As políticas para o campo deverão considerar as diferentes escalas e realidades da produção rural. Agricultura familiar, pequenos e médios produtores e cooperativas precisam ter melhores condições de acesso à assistência técnica, inovação, crédito, organização produtiva e mercados.

[b634] (agro) A segurança no campo também integra as condições necessárias para produzir. A proteção das pessoas, das propriedades, dos equipamentos e da produção rural deverá acompanhar as transformações e a crescente incorporação de tecnologia e patrimônio às atividades agropecuárias.

[b635] (agro) A disponibilidade e o uso eficiente da água serão cada vez mais estratégicos. Ao mesmo tempo, novas oportunidades surgem com bioinsumos, recuperação produtiva de áreas degradadas, produção de baixo carbono e bioeconomia, ampliando as possibilidades de produzir com eficiência, preservar recursos naturais e acessar novos mercados.

[b636] (agro) O desafio será, portanto, combinar produção, produtividade, inovação, inclusão produtiva e sustentabilidade, garantindo condições para que produtores de diferentes portes possam avançar e fazendo com que a força do campo gere ainda mais trabalho, renda e desenvolvimento em Goiás.

[b638] (agro) Queremos consolidar Goiás como referência nacional em uma agropecuária produtiva, tecnológica, competitiva e sustentável, capaz de agregar mais valor à produção e ampliar sua presença nos mercados nacionais e internacionais.

[b639] (agro) O Estado deverá aproximar pesquisa, tecnologia, assistência técnica e produtores; fortalecer a segurança sanitária; ampliar oportunidades para agricultura familiar e cooperativismo; estimular o uso eficiente da água; apoiar o acesso a crédito, inovação e mercados; melhorar a infraestrutura e a logística necessárias ao armazenamento e ao escoamento da produção; contribuir para condições mais seguras e confiáveis de fornecimento de energia no campo; e criar condições para que uma parcela maior da produção seja processada e transformada dentro de Goiás. → economia-agro/p43

[b640] (agro) Sustentabilidade será tratada como parte da competitividade do agro. Produzir com responsabilidade ambiental, preservar os recursos naturais, recuperar áreas degradadas e incorporar novas tecnologias deverão contribuir para aumentar a eficiência da produção, ampliar o acesso a mercados e preservar a capacidade produtiva para as próximas gerações. A atuação do Estado deverá buscar também maior segurança e previsibilidade na aplicação das normas sob sua responsabilidade, conciliando proteção ambiental e segurança jurídica para quem produz. → economia-agro/p41

[b641] (agro) A política para o campo deverá estar articulada às demais áreas do Governo, reconhecendo que a competitividade da produção rural depende também de infraestrutura e logística, energia, conectividade, segurança no campo, qualificação e condições adequadas para produzir e investir. → economia-agro/p79

[b642] (agro) 4.5 Agronegócio, Agricultura Familiar e Desenvolvimento Rural

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[b645] (agro) Nossa direção será: um agro cada vez mais produtivo e tecnológico, que agregue valor, preserve recursos e transforme a força do campo em mais desenvolvimento para Goiás.

[b646] (agro) N O S S O S C O M P R O M I S S O S

[b647] (agro) Aumentar a produtividade no campo com tecnologia, inovação e sustentabilidade → economia-agro/p39

[b648] (agro) Fortalecer a pesquisa e a difusão de tecnologias aplicadas à agricultura e à pecuária, aproximando conhecimento científico das necessidades concretas dos produtores e ampliando a integração entre instituições de pesquisa, universidades, assistência técnica e setor produtivo. → economia-agro/p39

[b649] (agro) Estimular conectividade rural, agricultura de precisão, mecanização, digitalização, automação, uso responsável de inteligência artificial e outras tecnologias capazes de elevar a eficiência, a produtividade e a capacidade de gestão das propriedades. → economia-agro/p39

[b650] (agro) A pesquisa e a inovação deverão considerar também soluções relacionadas à eficiência no uso da água, bioinsumos, recuperação produtiva de áreas degradadas, adaptação às condições climáticas e outras tecnologias capazes de conciliar produtividade, competitividade e sustentabilidade. → economia-agro/p41

[b651] (agro) A inovação deverá estar ao alcance de produtores de diferentes portes e regiões, com difusão de conhecimento, assistência técnica e instrumentos que facilitem a adoção de novas tecnologias no campo. → economia-agro/p39

[b652] (agro) O objetivo será produzir melhor, utilizar recursos com maior eficiência e transformar conhecimento e tecnologia em maior produtividade, competitividade e capacidade de produzir de forma sustentável.

[b653] (agro) Fortalecer a assistência técnica e a defesa agropecuária → economia-agro/p2

[b654] (agro) Ampliar e modernizar a assistência técnica e a extensão rural, especialmente para pequenos produtores, agricultores familiares e aqueles que encontram maior dificuldade de acesso a conhecimento, tecnologia e serviços especializados, apoiando a melhoria da produção, da gestão das propriedades, a adoção de tecnologias e o acesso a mercados. → economia-agro/p2

[b655] (agro) Essa atuação deverá ser articulada com instituições de ensino e pesquisa, cooperativas, entidades do setor produtivo e municípios, aproximando conhecimento e soluções das necessidades concretas dos produtores. → economia-agro/p2

[b656] (agro) Fortalecer também a defesa sanitária animal e vegetal, a vigilância, a capacidade laboratorial e os instrumentos necessários para proteger a produção goiana. → economia-agro/p42, economia-agro/p112

[b657] (agro) Sanidade agropecuária é patrimônio econômico do Estado. Ela protege produtores, consumidores e cadeias produtivas e constitui requisito fundamental para alcançar e preservar mercados.

[b658] (agro) A defesa agropecuária deverá atuar de forma integrada com outras áreas do Estado quando houver riscos que envolvam saúde, meio ambiente, produção ou acesso a mercados, permitindo prevenção, identificação e resposta mais rápidas. → economia-agro/p42, economia-agro/p112

[b659] (agro) O objetivo será ampliar o suporte ao produtor e preservar a sanidade e a qualidade da produção goiana, contribuindo para sua produtividade, segurança e competitividade.

[p. 32]

[b664] (agro) Expandir a irrigação com eficiência e segurança no uso da água → economia-agro/p44

[b665] (agro) Estimular a expansão e modernização da agricultura irrigada de maneira planejada, eficiente e compatível com a disponibilidade dos recursos hídricos, ampliando a segurança e a previsibilidade necessárias aos investimentos em irrigação. → economia-agro/p44

[b666] (agro) O Estado deverá apoiar tecnologias que reduzam perdas e aumentem a eficiência no uso da água, melhorar informações para planejamento e articular a política de irrigação à gestão das bacias hidrográficas. → economia-agro/p44

[b667] (agro) A política de irrigação deverá estar articulada também às áreas de infraestrutura, energia e segurança pública, reconhecendo que a expansão da produção irrigada depende de fornecimento adequado de energia e da proteção dos equipamentos e das estruturas instaladas nas propriedades rurais. → economia-agro/p45

[b668] (agro) A segurança rural deverá considerar a crescente incorporação de equipamentos de alto valor e tecnologia às atividades produtivas, fortalecendo a prevenção, a inteligência e a atuação integrada contra furtos, roubos e receptação que afetem sistemas de irrigação e outras estruturas essenciais à produção. → economia-agro/p45

[b669] (agro) A irrigação poderá contribuir para elevar produtividade, reduzir vulnerabilidades climáticas e permitir maior estabilidade da produção, desde que sua expansão ocorra com responsabilidade.

[b670] (agro) Por isso, a diretriz será: mais eficiência por unidade de água utilizada, segurança para produzir e planejamento compatível com a disponibilidade hídrica de cada região. → economia-agro/p44

[b671] (agro) Fortalecer a agricultura familiar, os pequenos produtores e o cooperativismo → economia-agro/p1

[b672] (agro) Ampliar as condições para que agricultores familiares e pequenos produtores ampliem sua capacidade de produzir, agregar valor e acessar mercados, participando das oportunidades geradas pelo desenvolvimento do agro. → economia-agro/p1

[b673] (agro) As políticas deverão articular assistência técnica, acesso ao crédito, organização produtiva, qualificação, tecnologia, comercialização e agregação de valor, considerando as necessidades de quem produz em menor escala. → economia-agro/p1

[b674] (agro) Fortalecer assistência técnica, organização produtiva, cooperativismo, acesso a mercados e instrumentos que facilitem modernização e agregação de valor. → economia-agro/p4

[b675] (agro) O cooperativismo deverá ser estimulado como estratégia para aumentar escala, compartilhar estruturas, melhorar a capacidade de negociação e facilitar o acesso de produtores a tecnologia, crédito, processamento, comercialização e mercados. → economia-agro/p4

[b676] (agro) O Estado deverá ampliar também as oportunidades de comercialização da produção da agricultura familiar, inclusive por meio das compras públicas e da aproximação com mercados locais e regionais, contribuindo para gerar renda e dar maior estabilidade à produção. → economia-agro/p3

[b677] (agro) As políticas para agricultura familiar deverão alcançar também produtores dos assentamentos e das comunidades tradicionais quilombolas e calungas, assegurando acesso às políticas de apoio à produção, assistência técnica, crédito, organização produtiva e comercialização, respeitadas as características de cada comunidade. → economia-agro/p55

[b678] (agro) O desenvolvimento do campo será mais consistente quando agricultores familiares e pequenos produtores tiverem condições de produzir com eficiência, acessar mercados e transformar sua produção em renda e desenvolvimento para suas comunidades.

[p. 33]

[b683] (agro) Agregar mais valor à produção goiana e ampliar mercados

[b684] (agro) Estimular a agroindustrialização, processamento e a transformação da produção dentro de Goiás, aproximando produtores, cooperativas, agroindústrias, logística e mercados, para ampliar as etapas das cadeias produtivas realizadas no próprio Estado. → economia-agro/p8

[b685] (agro) Fortalecer iniciativas de qualidade, certificação e rastreabilidade que aumentem a confiança nos produtos goianos e contribuam para seu acesso a mercados mais exigentes, com segurança sanitária e previsibilidade para quem produz e investe. → economia-agro/p80

[b686] (agro) Apoiar também a ampliação da presença da produção estadual nos mercados brasileiro e internacional, em articulação com a estratégia econômica e comercial do Estado, identificando oportunidades, apoiando a abertura e a manutenção de mercados e aproximando a produção goiana de novos compradores e parceiros comerciais. → economia-agro/p13

[b687] (agro) A competitividade das cadeias agropecuárias deverá ser tratada de forma integrada, considerando também fatores que afetam o custo e a capacidade de produzir e comercializar, como infraestrutura e logística, fornecimento de energia, segurança jurídica e ambiente tributário equilibrado. → economia-agro/p81

[b688] (agro) A política estadual deverá dedicar atenção especial às cadeias produtivas formadas por pequenos e médios produtores que enfrentem maior vulnerabilidade econômica, inclusive a cadeia do leite, articulando apoio técnico, cooperativismo, crédito, organização da produção, processamento e acesso a mercados. → economia-agro/p82

[b689] (agro) Goiás já possui enorme capacidade de produzir. O próximo passo será fazer com que uma parcela crescente dessa produção seja processada, transformada e comercializada com maior valor agregado, gerando dentro do próprio Estado mais investimentos, empregos e renda.

[b690] (agro) Ampliar oportunidades com bioeconomia e produção de baixo carbono → economia-agro/p40, economia-agro/p71, economia-agro/p127

[b691] (agro) Estimular tecnologias e atividades capazes de combinar desenvolvimento econômico, aproveitamento eficiente dos recursos naturais e redução de impactos ambientais, gerando novas oportunidades de produção, investimento e renda no campo. → economia-agro/p40, economia-agro/p71, economia-agro/p127

[b692] (agro) Apoiar pesquisa, desenvolvimento e utilização de bioinsumos, aproveitamento de resíduos e subprodutos, recuperação produtiva de áreas degradadas e práticas que contribuam para uma agropecuária de menor emissão e maior eficiência ambiental, buscando também redução de custos, aumento da produtividade e maior eficiência dos sistemas produtivos. → economia-agro/p40, economia-agro/p71, economia-agro/p127

[b693] (agro) A bioeconomia deverá aproximar biodiversidade, ciência, produção e inovação, permitindo o desenvolvimento de novos produtos, processos e cadeias econômicas, com participação de universidades, instituições de pesquisa, produtores, cooperativas e empresas na transformação do conhecimento em soluções e oportunidades econômicas. → economia-agro/p83

[b694] (agro) A produção sustentável deverá contribuir também para ampliar a competitividade dos produtos goianos e seu acesso a mercados que valorizem rastreabilidade, eficiência ambiental e práticas produtivas de menor impacto.

[b695] (agro) A sustentabilidade não será tratada como obstáculo à produção.

[b696] (agro) Será parte da estratégia para produzir com eficiência, ampliar a competitividade, abrir mercados e preservar os recursos necessários à continuidade da atividade agropecuária.

[p. 34]

[b702] (agro) Nosso compromisso será preservar a força do agro goiano e prepará-lo para uma nova etapa de desenvolvimento, com condições para que quem produz possa investir, crescer e competir com segurança e sem a cobrança da nefasta taxa do agro, criada pelo governo atual. → economia-agro/p37

[b703] (agro) O sucesso dessa política não será medido apenas pelo aumento da produção. Será necessário verificar se houve ganho de produtividade e agregação de valor; se produtores tiveram maior acesso à tecnologia, assistência técnica, crédito e mercados; se a defesa sanitária permaneceu forte; e se agricultores familiares, pequenos produtores e cooperativas ampliaram suas oportunidades.

[b704] (agro) Também será preciso avaliar se avançamos nas condições que determinam a competitividade da produção: infraestrutura e logística para o escoamento, fornecimento confiável de energia, conectividade, segurança no campo, segurança jurídica e um ambiente adequado para produzir e investir.

[b705] (agro) A capacidade de enfrentar situações de endividamento e outras dificuldades que comprometam a continuidade da produção também deverá fazer parte da atuação do Estado, inclusive por meio da articulação com a União e demais instituições competentes quando as soluções ultrapassarem a competência estadual. → economia-agro/p43

[b706] (agro) Produção e preservação não serão tratadas como objetivos incompatíveis. A competitividade do futuro dependerá cada vez mais da capacidade de produzir com tecnologia, eficiência, rastreabilidade, segurança sanitária e responsabilidade ambiental, utilizando água e recursos naturais de forma responsável e preservando a capacidade produtiva do Estado.

[b707] (agro) O diálogo permanente com produtores, cooperativas, entidades representativas, instituições de pesquisa e demais integrantes das cadeias produtivas deverá orientar a identificação de necessidades e a construção de soluções para o desenvolvimento do campo. → economia-agro/p84

[b708] (agro) Por isso, nossa pergunta central será:

[b709] (agro) Goiás está oferecendo condições para que quem produz possa produzir melhor, agregar mais valor, acessar mercados e transformar a força do campo em mais trabalho, renda e desenvolvimento para o Estado?

[b710] (agro) Essa será a medida essencial da nossa política para o agro.

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[b971] (economia) O turismo, por sua vez, possui grande potencial para gerar emprego e renda em diferentes regiões, mas depende de destinos estruturados, qualificação, promoção, conectividade e integração entre atrativos, serviços e experiências. Goiás reúne destinos de natureza, águas termais, patrimônio histórico, turismo religioso, rural, cultural e de negócios que precisam ser tratados como parte de uma estratégia permanente de desenvolvimento regional.

[b978] (economia) O turismo deverá ser estruturado a partir das características dos territórios, transformando o potencial de cada região em destinos mais preparados, conhecidos e capazes de receber visitantes, conectando natureza, cultura, gastronomia, religiosidade, meio rural, eventos e negócios a serviços de qualidade e geração de renda. → economia-agro/p23

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[b1024] (economia) Fazer do turismo um motor de desenvolvimento regional → economia-agro/p23

[b1025] (economia) Fortalecer destinos, rotas e experiências turísticas a partir das vocações e características das diferentes regiões de Goiás, tratando o turismo como atividade econômica capaz de gerar emprego, renda e desenvolvimento local. → economia-agro/p23

[b1026] (economia) O Estado deverá estimular a integração entre atrativos, infraestrutura, serviços, qualificação, promoção e empreendedorismo local, buscando melhorar a experiência dos visitantes, ampliar sua permanência nos destinos e fazer com que uma parcela maior da renda gerada pelo turismo permaneça nas comunidades. → economia-agro/p85

[b1027] (economia) Turismo de natureza, cultural, religioso, gastronômico, rural, de eventos, negócios e outras vocações deverão ser desenvolvidos de acordo com o potencial de cada região, fortalecendo destinos e experiências já reconhecidos, como o Vale do Araguaia, as águas termais, a Chapada dos Veadeiros, Pirenópolis, a cidade de Goiás e Trindade, ao mesmo tempo em que novas rotas e destinos deverão receber condições para se desenvolver. → economia-agro/p23

[b1028] (economia) Rotas que integrem diferentes municípios deverão receber atenção especial, articulando infraestrutura, sinalização, segurança, serviços e promoção. O Caminho de Cora Coralina, idealizado em 2013 e inaugurado em 2018, deverá ser valorizado como experiência que conecta patrimônio histórico, cultura, natureza, gastronomia e diferentes municípios goianos. → economia-agro/p86

[b1029] (economia) O calendário turístico deverá valorizar eventos e manifestações capazes de movimentar as economias locais ao longo do ano, articulando cultura, esporte, gastronomia, religiosidade e turismo e fortalecendo iniciativas tradicionais já reconhecidas pelos goianos e pelos visitantes. → economia-agro/p24, economia-agro/p104

[b1030] (economia) A política de turismo deverá atuar de forma transversal com infraestrutura, meio ambiente, cultura, segurança, qualificação profissional e desenvolvimento econômico, porque um destino somente se consolida quando o visitante encontra condições adequadas para chegar, permanecer, circular e retornar. → economia-agro/p87

[b1031] (economia) O objetivo será transformar o potencial turístico de Goiás em destinos estruturados, maior permanência dos visitantes, geração de renda e desenvolvimento para as diferentes regiões, preservando o patrimônio cultural e natural que sustenta essa atividade.

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