Felipe Camarão — texto do programa sobre Assistência social e pobreza (Governador — MA, 2026)
Fonte: eleicoes.ai — programas de governo registrados no TSE (eleições 2026). Use SÓ o que está nestes arquivos para falar dos programas; cite o candidato e a página do programa; não recomende voto. Estados possíveis de um candidato numa proposta: PROPÕE (há trecho), PROPÕE O CONTRÁRIO (há trecho que rejeita a mesma medida), NÃO LOCALIZADO (não achamos trecho no programa dele NESTE tema — não é "é contra", e não é prova de que o programa não trata do assunto: o trecho pode estar classificado em outro tema; procure no índice de assuntos e no texto do programa antes de afirmar ausência, e prefira dizer "não localizei").
Este arquivo tem 14 blocos do programa de Felipe Camarão, na ordem do documento. [p. N] é a página do PDF registrado no TSE (divulgacandcontas.tse.jus.br/divulga/rest/arquivo/doc/100017016099). "→" marca o bloco que sustenta proposta da comparação (eleicoes.ai/ia/dados/governador/ma/tema-assistencia-social).
[p. 14]
[b143] (assistencia_social) Segurança alimentar. A rede de Restaurantes Populares e Cozinhas
[b144] (assistencia_social) Comunitárias, que passou de seis para vinte e cinco unidades no primeiro mandato, é a base sobre a qual este plano propõe regulamentar percentuais de aquisição da agricultura familiar para esses equipamentos, além de avançar na expansão dos sistemas de SAN nos municípios maranhenses. → assistencia-social/p14, assistencia-social/p15, assistencia-social/p18
[b145] (assistencia_social) A regionalização da Proteção Social Especial (SUAS). Foi iniciada com oferta de serviços de média complexidade (com equipes volantes) para crescer gradualmente até garantir cobertura em todas as regiões. → assistencia-social/p1
[p. 16]
[b168] (assistencia_social) A dimensão da pobreza confirma o quadro. Pela linha do Banco Mundial, de 6,85 dólares por dia, a taxa de pobreza recuou de 66,2% em 2021 para 52,7% em 2023, e a extrema pobreza caiu de 22,8% para 12,2% no mesmo intervalo, o que corresponde a cerca de 919,9 mil maranhenses deixando a condição de pobreza
[b169] (assistencia_social) (FGV IBRE, com base na PNAD Contínua). Considerado apenas o intervalo entre 2022 e 2023, o IBGE registra 372 mil pessoas saindo da pobreza e 195 mil saindo da extrema pobreza, movimento associado ao avanço real de 12,9% do rendimento domiciliar médio per capita do estado no período, acima da média nacional de 11,5%. É uma redução expressiva, que parte de um dos patamares mais altos do país e se apoia sobretudo em transferências e ocupação, o que mostra, ao mesmo tempo, que a política redistributiva funciona e que a estrutura produtiva não gera, por si, renda suficiente.
[p. 19]
[b195] (assistencia_social) sua população dispõe. Entre as populações empobrecidas, destacam-se as mulheres chefes de família, que assumem solitariamente o cuidado dos filhos.
[p. 22]
[b226] (assistencia_social) Some-se a isso o peso do trabalho infantil, com 80.534 crianças e adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho em 2024, o sétimo maior contingente absoluto do país (PNAD Contínua/IBGE, estatísticas experimentais, conforme o GT de Assistência Social), que compromete a escolarização e perpetua o ciclo intergeracional da pobreza. A saúde e o cuidado, além de direitos, são também a economia do cuidado que a nova matriz 4 propõe expandir, com capacidade de gerar emprego qualificado na cidade e no interior.
[p. 33]
[b321] (assistencia_social) Cenário 1 — Pobreza estrutural e insegurança alimentar
[b322] (assistencia_social) Evidência convergente dos GTs. O menor PIB per capita do país convive com pobreza de 52,7% e extrema pobreza de 12,2% em 2023, em queda apoiada sobretudo em transferências e ocupação, não em uma nova estrutura de renda
[p. 36]
[b356] (assistencia_social) Cenário 10 — Atenção integral na primeira infância
[b357] (assistencia_social) Evidência convergente dos GTs. Abandono do Plano Estadual pela Primeira
[b358] (assistencia_social) Infância e das ações intersetoriais.
[b359] (assistencia_social) O que a matriz responde. A Primeira Infância passa a constituir uma estratégia integrada de proteção e cuidados, saúde, educação, desenvolvimento econômico, combate à pobreza e redução das desigualdades, rompendo a transmissão intergeracional da pobreza, ampliando as capacidades humanas e contribuindo para a construção de um Maranhão mais justo, produtivo e sustentável. → assistencia-social/p7, assistencia-social/p28
[p. 46]
[b432] (assistencia_social) Uma criança desde a gestação até os seis anos de idade, com acesso ao cuidado, à proteção social integral e a oportunidades desenvolve plenamente suas capacidades. Uma criança que chega bem alimentada e acompanhada aos seis anos aprende mais na escola. Um adolescente que estuda, tem esporte e cultura no bairro e não precisa trabalhar cedo chega à juventude com escolha. Um jovem com trabalho e formação sustenta a família e envelhece com renda. E uma pessoa idosa cuidada devolve tempo às mulheres da casa, que voltam a estudar e trabalhar. É o mesmo fio, e por isso os compromissos precisam operar como um só sistema. A inclusão da pessoa com deficiência atravessa todos esses momentos, da atenção precoce na primeira infância à autonomia na velhice.
FIM — 14 blocos neste arquivo.