Flávio Roscoe — texto do programa sobre Segurança pública (Governador — MG, 2026)

Fonte: eleicoes.ai — programas de governo registrados no TSE (eleições 2026). Use SÓ o que está nestes arquivos para falar dos programas; cite o candidato e a página do programa; não recomende voto. Estados possíveis de um candidato numa proposta: PROPÕE (há trecho), PROPÕE O CONTRÁRIO (há trecho que rejeita a mesma medida), NÃO LOCALIZADO (não achamos trecho no programa dele NESTE tema — não é "é contra", e não é prova de que o programa não trata do assunto: o trecho pode estar classificado em outro tema; procure no índice de assuntos e no texto do programa antes de afirmar ausência, e prefira dizer "não localizei").

Este arquivo tem 15 blocos do programa de Flávio Roscoe, na ordem do documento. [p. N] é a página do PDF registrado no TSE (divulgacandcontas.tse.jus.br/divulga/rest/arquivo/doc/130017092515). "→" marca o bloco que sustenta proposta da comparação (eleicoes.ai/ia/dados/governador/mg/tema-seguranca).

[p. 5]

[b57] (seguranca) 1.3 Segurança pública e sistema prisional

[b61] (seguranca) Crimes violentos, 2022-2025 -29,1% (18.791 → 13.317)

[b63] (seguranca) Homicídios em BH, 2024-2025 -15,48% (142 vítimas), de base já alta

[b65] (seguranca) Homicídios em MG, 2024-2025 -14,2% (3.124 → 2.698; taxa

[p. 6]

[b71] (seguranca) Tráfico de drogas, 2024-2025 +41,7% em MG vs. +18,5% no país

[b73] (seguranca) Déficit de vagas no sistema prisional

[b77] (seguranca) Unidades prisionais superlotadas

[b80] (seguranca) A queda geral da violência é um resultado real e precisa ser reconhecido como tal. Mas a média estadual esconde dois problemas que exigem tratamento próprio: o colapso do sistema prisional, com déficit que cresceu 63,6% em um único ano, e a concentração da alta de homicídios e de tráfico em Belo Horizonte, na direção contrária à tendência do interior.

[p. 10]

[b216] (seguranca) Eixo 2 — Segurança Pública e Sistema Prisional

[b217] (seguranca) A violência em geral caiu em Minas, mas dois problemas específicos crescem sob essa média favorável: o colapso do sistema prisional — déficit de 22 a 24 mil vagas, 66,8% das unidades superlotadas, 40% das vagas sob interdição judicial — e a concentração de homicídios e tráfico em Belo Horizonte, na direção contrária ao restante do estado (seção 1.3). A esse quadro se soma o retrato da violência de gênero descrito na seção 1.11: Minas é o segundo estado do país em feminicídios, mesmo com uma rede de proteção relativamente estruturada.

[p. 11]

[b219] (seguranca) Plano de emergência para o déficit prisional, combinando ampliação de vagas com parcerias público-privadas de gestão, sem repetir os erros de superlotação que hoje geram interdição judicial em dois terços das unidades. ● → seguranca/p19, seguranca/p20

[b220] (seguranca) Reversão da alta específica de homicídios e tráfico em Belo Horizonte, com policiamento orientado por dados e integração entre as polícias Civil e Militar na capital. ● → seguranca/p4, seguranca/p35, seguranca/p36, seguranca/p106

[b221] (seguranca) Ampliação da rede de proteção à mulher com foco no momento de maior risco — o ciclo avançado de violência que hoje antecede a maioria dos feminicídios — e não só na porta de entrada da denúncia. ● → seguranca/p6, seguranca/p76

[b222] (seguranca) Criar, dentro da Polícia Civil, um protocolo de reavaliação obrigatória de risco a cada 30 dias para vítimas com medida protetiva ativa, com prioridade de acompanhamento para os casos classificados como risco extremo — hoje a medida protetiva é concedida, mas não há reavaliação periódica sistemática do risco enquanto ela está em vigor. → seguranca/p9

[p. 17]

[b275] (seguranca) Reduzir o número de feminicídios, com foco no acompanhamento de casos já classificados como risco extremo — não apenas na expansão do número de delegacias especializadas, que já são 70 no estado. ● → seguranca/p9

FIM — 15 blocos neste arquivo.