Gabriel — texto do programa sobre Desenvolvimento regional e interior (Governador — MG, 2026)
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[p. 5]
[b24] (desenvolvimento_regional) Este plano começa por uma decisão: compreender os problemas concretos das pessoas em cada região. Por isso, a regionalização será um instrumento de governo para levar a capacidade técnica aos territórios, com escuta ativa dos problemas locais, cooperação com municípios e construção de soluções adequadas a cada realidade. → desenvolvimento-regional/p1, desenvolvimento-regional/p10, desenvolvimento-regional/p29
[b25] (desenvolvimento_regional) Os Governos Regionais e os consórcios intermunicipais serão instrumentos de coordenação, e não novas camadas de burocracia: existem para aproximar o governo do Estado das regiões, fortalecer a capacidade dos municípios e integrar serviços públicos. → desenvolvimento-regional/p7, desenvolvimento-regional/p9, desenvolvimento-regional/p29, desenvolvimento-regional/p40
[b28] (desenvolvimento_regional) O desenvolvimento das regiões terá como base a ciência aplicada, tecnologia e empreendedorismo. As regiões de Minas Gerais têm vocações distintas e a política pública deve identificar os seus desafios e desenvolver as suas oportunidades. → desenvolvimento-regional/p1, desenvolvimento-regional/p16, desenvolvimento-regional/p17
[b29] (desenvolvimento_regional) Minas Gerais não é uma só: há regiões com produção mineral, outras agroindustriais, outras turísticas, e há aquelas em que a cultura e a memória são parte essencial da economia. A ciência aplicada é o instrumento comum, o que permite desenvolver as vantagens de cada região e desenvolver os seus potenciais específicos.
[p. 7]
[b65] (desenvolvimento_regional) Gabriel Azevedo e Maria Helena - 2026 7 Minas Gerais é o estado com mais municípios do Brasil, com oportunidades e desafios específicos. Muitos municípios enfrentam restrição fiscal e não têm acesso a novas tecnologias e instrumentos de gestão. Concentrar a decisão em Belo Horizonte faz o serviço público chegar tarde, caro e desigual. A resposta é levar capacidade de execução e coordenação para o território, reorganizando estruturas que já existem, sem criar novas camadas de cargos nem instâncias políticas paralelas aos prefeitos eleitos.
[p. 8]
[b66] (desenvolvimento_regional) Os quarenta servidores previstos para os governos regionais, remanejados sem criar um único cargo, vão aproximar as regiões e os seus desafios do governo de Minas Gerais. O resultado será menos burocracia. → desenvolvimento-regional/p8
[b68] (desenvolvimento_regional) Governo distante e centralizado, como se toda decisão precisasse passar por Belo Horizonte, com regiões metropolitanas ainda por institucionalizar.
[b70] (desenvolvimento_regional) 853 municípios em Minas Gerais, a maior malha municipal do país.
[b72] (desenvolvimento_regional) Governos Regionais formados pela reorganização de estruturas já existentes, consórcios intermunicipais fortalecidos e arranjos regionais de desenvolvimento no Triângulo e na Zona da Mata. → desenvolvimento-regional/p14
[b74] (desenvolvimento_regional) Governos Regionais com capacidade de execução e coordenação. → desenvolvimento-regional/p7
[b75] (desenvolvimento_regional) Estruturas regionais permanentes, com atribuições claras, equipe técnica e rotina de pactuação com municípios, formadas pela reorganização de estruturas, equipes e cargos já existentes no Estado, sem expansão de despesa com pessoal e sem criar instância política paralela aos prefeitos eleitos. → desenvolvimento-regional/p7, desenvolvimento-regional/p8, desenvolvimento-regional/p29
[b76] (desenvolvimento_regional) Cada região contará com apenas quatro servidores, quarenta ao todo, o equivalente a 1,5% dos 2.598 cargos de Direção e Assessoramento sem cargo efetivo existentes atualmente na estrutura do Governo de Minas Gerais. São eles: um Coordenador Regional de Governo, responsável por articular as demandas da região; um Assessor de Relações Municipais, para dialogar com cidadãos, consórcios públicos, lideranças locais, prefeitos e vereadores; um Analista de Entregas e Dados, para acompanhar convênios, indicadores, obras, prazos e programas; e um Assistente de Agenda e Administração, para organizar atas, demandas, documentos, reuniões e respostas oficiais. → desenvolvimento-regional/p5, desenvolvimento-regional/p8, desenvolvimento-regional/p42
[b77] (desenvolvimento_regional) Devem identificar problemas e oportunidades de cada território, apoiar municípios com menor capacidade técnica, articular consórcios, integrar políticas estaduais, aproximar universidades, pesquisa, empresas, produtores e comunidades, apoiar experiências locais e projetos-piloto e medir resultados regionais. → desenvolvimento-regional/p5, desenvolvimento-regional/p8, desenvolvimento-regional/p10, desenvolvimento-regional/p17, desenvolvimento-regional/p29
[b81] (desenvolvimento_regional) Governos Regionais e Cooperação Municipal
[p. 9]
[b84] (desenvolvimento_regional) Reorganização de convênios, pessoal e estruturas estaduais a partir das regiões. → desenvolvimento-regional/p7, desenvolvimento-regional/p21, desenvolvimento-regional/p29, desenvolvimento-regional/p47
[b85] (desenvolvimento_regional) Alinhar unidades, equipes, convênios, meios e materiais às prioridades de cada região, corrigindo vazios de atendimento, duplicidades e estruturas que não conversam com a realidade local. → desenvolvimento-regional/p7, desenvolvimento-regional/p21, desenvolvimento-regional/p29, desenvolvimento-regional/p47
[b86] (desenvolvimento_regional) Ampliação e qualificação dos consórcios intermunicipais. → desenvolvimento-regional/p9, desenvolvimento-regional/p40
[b87] (desenvolvimento_regional) Fortalecer os consórcios de saúde, onde já há tradição e escala, e ampliar seu uso para resíduos sólidos, turismo, assistência técnica e outros serviços regionais quando houver competência adequada, com apoio técnico, financeiro e simplificação das regras de adesão e gestão. → desenvolvimento-regional/p9, desenvolvimento-regional/p40
[b88] (desenvolvimento_regional) Municípios pequenos, sozinhos, não sustentam equipamentos, especialistas e leitos de média e alta complexidade; consorciados, ampliam o acesso sem depender de deslocamentos longos.
[b89] (desenvolvimento_regional) Institucionalização das regiões metropolitanas e dos arranjos regionais de Minas Gerais. → desenvolvimento-regional/p13
[b90] (desenvolvimento_regional) Além da RMBH e da Região Metropolitana do Vale do Aço, incorporar a proposta de criação de arranjos regionais de desenvolvimento no Triângulo Mineiro, com polos como Uberlândia, Uberaba e Araguari, e na Zona da Mata, com polos como Juiz de Fora e Ubá, em delimitação técnica que não trate essas cidades como lista fechada. A institucionalização metropolitana oferece instrumentos de governança, planejamento territorial e integração de serviços, inclusive física, operacional e tarifária, com governança compartilhada entre Estado e municípios em colegiado interfederativo, sem concentração decisória no Estado; ela cria condições, mas não resolve, sozinha, os problemas. → desenvolvimento-regional/p13, desenvolvimento-regional/p14, desenvolvimento-regional/p29
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[b100] (desenvolvimento_regional) Riqueza mineral, agrícola, científica e cultural que não se traduz em desenvolvimento regional equilibrado, e um problema fiscal enfrentado sem transparência nem prioridade declarada.
[b104] (desenvolvimento_regional) Política de Minerais Críticos, fortalecimento de Fapemig, UEMG, Unimontes, Epamig e Emater-MG, turismo, cultura e esporte como ativos regionais, trajetória fiscal sustentável e instituição independente de avaliação de políticas. → desenvolvimento-regional/p17
[b112] (desenvolvimento_regional) Desenvolvimento e Fortalecimento Regional
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[b180] (desenvolvimento_regional) A política pública deve contribuir com o desenvolvimento das vantagens da região. → desenvolvimento-regional/p16
FIM — 25 blocos neste arquivo.