Gabriel — texto do programa sobre Infraestrutura, transporte e mobilidade (Governador — MG, 2026)

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[p. 5]

[b27] (infraestrutura) A retomada da agenda ferroviária atravessa o plano como eixo transversal: Minas Gerais produz minério e paga o preço do desgaste das rodovias, e a ferrovia é o que conecta produção, cidades e portos, reduz custo logístico e protege a malha rodoviária. → infraestrutura-mobilidade/p13

[p. 16]

[b218] (infraestrutura) Minas Gerais já teve uma rede extensa de ferrovias para viabilizar o transporte de minérios sem degradar a malha rodoviária. A falta de investimentos e apoio público, contudo, resultou na redução da malha ferroviária e comprometeu a qualidade do transporte nas estradas. Minas Gerais, tristemente, ficou conhecida pela má qualidade das suas estradas.

[b219] (infraestrutura) Nas décadas de 1950 e 1960, Minas Gerais teve a maior malha ferroviária do país, 8.176 km, cerca de um quarto do total brasileiro; hoje opera pouco mais de 5.000 km, ainda a segunda maior do país. Para dimensionar o potencial, Minas Gerais conta hoje com cerca de 270 mil km de malha rodoviária, a maior do Brasil: a distância entre o tamanho da rede de estradas e o da rede de trilhos mostra o quanto o estado ainda pode crescer sobre ferrovias.

[b220] (infraestrutura) Não faltam recursos: há fundos e planos federais para financiar ferrovias. Falta executar e coordenar. O desafio é articular União, Estado e municípios para construir soluções ambiental e economicamente sustentáveis, viabilizar o transporte de minérios e proteger a malha rodoviária. É um plano de longo prazo, de Estado e não de um só governo: o compromisso destes quatro anos é montar os projetos e iniciar a execução, deixando uma estrutura que os próximos governos continuem. → infraestrutura-mobilidade/p13, infraestrutura-mobilidade/p89

[b221] (infraestrutura) Vale reconhecer o que foi bem feito em outras administrações, como o trabalho de Renan Filho e George Santoro, no governo de Alagoas e no Ministério dos Transportes. Reconhecer mérito alheio é generosidade que combina com Minas Gerais, o lugar da conversa.

[b223] (infraestrutura) Manutenção tratada como gasto, e não como patrimônio, com a logística mineira dependente da estrada e a ferrovia represada por falta de coordenação entre agências.

[b225] (infraestrutura) Apenas 8% das cargas mineiras seguem por ferrovia.

[b227] (infraestrutura) Manutenção por desempenho da rede rodoviária, Portfólio Estadual de Projetos Executivos, e "O Futuro sobre → infraestrutura-mobilidade/p2

[b228] (infraestrutura) Trilhos", com projetos ferroviários prontos para captar recursos federais. → infraestrutura-mobilidade/p17

[b230] (infraestrutura) Manutenção, contratação e capacidade técnica

[b231] (infraestrutura) Manutenção por desempenho da rede rodoviária. → infraestrutura-mobilidade/p1, infraestrutura-mobilidade/p2

[b232] (infraestrutura) Contratos plurianuais em que empresas respondem pela conservação de trechos definidos, com indicadores de qualidade, segurança, pavimentação, sinalização e disponibilidade, atacando o passivo acumulado e estabilizando o padrão da rede fora das concessões. → infraestrutura-mobilidade/p1, infraestrutura-mobilidade/p2

[b234] (infraestrutura) Infraestrutura, Ferrovias e Mobilidade

[p. 17]

[b237] (infraestrutura) Preservação de um núcleo técnico estatal pequeno e altamente qualificado. → infraestrutura-mobilidade/p45

[b238] (infraestrutura) Capacidade permanente para estruturar projetos, avaliar propostas, fiscalizar contratos, dialogar com o setor privado e garantir qualidade, assegurando o comando técnico do Estado sobre o investimento. → infraestrutura-mobilidade/p45

[b239] (infraestrutura) Reforma da contratação de obras com projeto executivo completo como padrão. → infraestrutura-mobilidade/p44

[b240] (infraestrutura) Contratação orientada à qualidade e à entregabilidade, com avaliação de capacidade técnica e critérios objetivos de qualificação, para reduzir paralisações, litígios e retrabalho. → infraestrutura-mobilidade/p44

[b241] (infraestrutura) Portfólio Estadual de Projetos Executivos. → infraestrutura-mobilidade/p43

[b242] (infraestrutura) Carteira permanente de projetos e estudos, com governança de priorização e atualização, para impedir o reinício de projetos a cada troca de gestão, filtrada por impacto econômico, integração logística e maturidade técnica. → infraestrutura-mobilidade/p43

[b243] (infraestrutura) Diagnóstico anual do passivo de infraestrutura. → infraestrutura-mobilidade/p11, infraestrutura-mobilidade/p46, infraestrutura-mobilidade/p109

[b244] (infraestrutura) Painel público com condição das rodovias, pontos críticos, custos estimados, intervenções e impactos logísticos e de segurança, como ferramenta de gestão, não de comunicação. → infraestrutura-mobilidade/p11, infraestrutura-mobilidade/p46, infraestrutura-mobilidade/p109

[b245] (infraestrutura) Integração das aprovações entre órgãos estaduais, municípios e União. → infraestrutura-mobilidade/p47

[b246] (infraestrutura) Diretriz neutra de coordenação para decisões articuladas sobre projetos estruturantes, sem redução do rigor ambiental e sem criar procedimento próprio de flexibilização de licenciamento. → infraestrutura-mobilidade/p47

[b247] (infraestrutura) Programa de estradas mais seguras com base em mapa de risco. → infraestrutura-mobilidade/p5, infraestrutura-mobilidade/p6, infraestrutura-mobilidade/p83

[b248] (infraestrutura) Priorizar sinalização, manutenção e intervenções a partir de dados de acidentes, mortes e ocorrências, com critério técnico verificável. → infraestrutura-mobilidade/p6

[b249] (mobilidade) Mobilidade e transporte coletivo

[b250] (mobilidade) Organização da rede de transporte para reduzir o tempo de deslocamento e ampliar o acesso aos serviços públicos. → infraestrutura-mobilidade/p27, infraestrutura-mobilidade/p29, infraestrutura-mobilidade/p36, infraestrutura-mobilidade/p106

[b251] (mobilidade) Planejar a rede considerando as necessidades de deslocamento da população e o acesso aos serviços estaduais, especialmente saúde e atendimento ao cidadão, integrando fisicamente e por bilhetagem os sistemas municipais e metropolitanos onde for possível. A referência é aproximar o cidadão do serviço, não deslocar o serviço como eixo principal. → infraestrutura-mobilidade/p27, infraestrutura-mobilidade/p36, infraestrutura-mobilidade/p106

[b252] (mobilidade) Estudos para a recuperação do transporte coletivo metropolitano. → infraestrutura-mobilidade/p30

[b253] (mobilidade) Realizar estudos técnicos sobre as condições do transporte coletivo metropolitano, avaliando regularidade, tempo de viagem, lotação, confiabilidade e estrutura de custos, de modo a identificar os gargalos que hoje afastam o usuário e a dimensionar as alternativas de resposta. Os estudos devem examinar modelos de apoio financeiro adotados em outras regiões metropolitanas, as condicionantes de desempenho associadas a esse apoio e a repartição de responsabilidades entre Estado e municípios, subsidiando decisões futuras sobre o desenho e o financiamento do sistema. Tornar o ônibus uma alternativa competitiva ao automóvel reduz congestionamento, custo do deslocamento e emissões, mas exige diagnóstico consistente antes de qualquer compromisso de aporte. Os estudos considerarão também o reconhecimento de outras regiões metropolitanas de Minas Gerais, além da Região Metropolitana de Belo Horizonte e da Região Metropolitana do Vale do Aço, e avaliarão a possibilidade e a importância de uma tarifa única de transporte metropolitano nessas regiões, com o objetivo de viabilizar sua implementação quando as condições técnicas e fiscais permitirem. → infraestrutura-mobilidade/p30

[p. 18]

[b261] (infraestrutura) Estruturação, em articulação com o Governo Federal, de projetos ferroviários prontos para captar recursos da compensação mineral. → infraestrutura-mobilidade/p17

[b262] (infraestrutura) Existem recursos federais de compensação mineral destinados a projetos ferroviários ligados aos impactos da mineração, e para acessá-los Minas Gerais precisa ter projetos estruturados e prontos para execução. A estruturação deve ser conduzida em articulação permanente com o Ministério dos Transportes, o Ministério de Minas e Energia e demais órgãos federais responsáveis pela destinação desses recursos, de modo que os projetos mineiros já nasçam alinhados aos critérios técnicos e aos prazos das linhas de financiamento federais. A ausência de projeto pronto, e não a falta de recurso, é o que tem impedido o Estado de acessar essas fontes. → infraestrutura-mobilidade/p17

[b263] (infraestrutura) Governança de integração entre as instâncias que avaliam e aprovam projetos ferroviários. → infraestrutura-mobilidade/p18

[b264] (infraestrutura) São muitas as agências e instâncias que avaliam projetos nos diversos níveis de governo, sem integração entre si, de modo que um projeto aprovado em uma esfera esbarra em outra e fica parado por longos períodos. Instituir uma governança permanente de coordenação entre esses órgãos, garantindo a observância das normas envolvidas com maior celeridade e previsibilidade de prazos, e articulando as instituições de pesquisa de Minas Gerais e de outras regiões para reduzir a dificuldade de integração dos estudos técnicos. Existem mais de 20 projetos aprovados para construção de ferrovias em Minas Gerais dependendo da celeridade dessas etapas. → infraestrutura-mobilidade/p18, infraestrutura-mobilidade/p47

[b265] (infraestrutura) Consolidação da capacidade de estruturar e executar o Plano Estratégico Ferroviário. → infraestrutura-mobilidade/p13, infraestrutura-mobilidade/p54, infraestrutura-mobilidade/p89

[b266] (infraestrutura) Reunir, num só instrumento, planejamento, modelagem e captação de recursos, superando o cenário em que projetos são estruturados numa área e ficam paralisados nas etapas seguintes. Diferenciar com clareza as fontes: recursos federais, parcela da CFEM destinada ao Estado, outorgas ferroviárias e financiamento climático. → infraestrutura-mobilidade/p13, infraestrutura-mobilidade/p54, infraestrutura-mobilidade/p89

[b267] (infraestrutura) Incentivo à diversificação de cargas e à retomada de trens regionais. → infraestrutura-mobilidade/p14, infraestrutura-mobilidade/p20

[b268] (infraestrutura) Condicionar a política ferroviária estadual à diversificação de cargas, hoje concentrada no minério, e à retomada de trens regionais de passageiros onde houver demanda e viabilidade, com rotas-piloto integradas a polos regionais, evitando que a malha atenda a um só setor. → infraestrutura-mobilidade/p14, infraestrutura-mobilidade/p20

[b269] (infraestrutura) Atuação na esfera federal para garantir retorno territorial nas concessões ferroviárias. → infraestrutura-mobilidade/p19

[b270] (infraestrutura) Agenda mineira de negociação e acompanhamento das concessões e renovações que atravessam o estado, com foco em contrapartidas efetivas ao território, terminais intermodais e corredores estruturantes que reduzam o custo do frete e aliviem as rodovias. → infraestrutura-mobilidade/p19, infraestrutura-mobilidade/p39, infraestrutura-mobilidade/p108

[b272] (infraestrutura) (No Anexo 4, apresentamos o Dossiê Técnico Preliminar para a organização dos 15 corredores ferroviários de Minas Gerais que reconectarão o estado.)

[p. 78]

[b778] (infraestrutura) 15 corredores ferroviários regionais para reconectar Minas Gerais

[b783] (infraestrutura) Organizar 15 corredores ferroviários de Minas Gerais numa carteira pública. Cada projeto terá custo, etapa, fonte, prazo e responsável. Nos quatro anos de governo, o compromisso é concluir projetos, garantir recursos e iniciar as obras que estiverem maduras. → infraestrutura-mobilidade/p16

[b784] (infraestrutura) Minas Gerais já teve 8.176 quilômetros de ferrovias e hoje opera pouco mais de 5 mil quilômetros. Ao mesmo tempo, possui cerca de 270 mil quilômetros de malha rodoviária. Apenas 8% das cargas mineiras seguem por ferrovia. O desequilíbrio encarece o frete, desgasta as estradas e aumenta a exposição das famílias a acidentes e interrupções logísticas.

[b785] (infraestrutura) A ferrovia regional não substitui o caminhão. Ela realiza a longa distância com maior capacidade, enquanto o transporte rodoviário permanece indispensável no primeiro e no último trecho. O ganho depende de terminais abertos, direito de passagem, concorrência e integração entre operadores.

[b786] (infraestrutura) O Relatório Final da Comissão Pró-Ferrovias identificou corredores, contornos, ramais e serviços regionais de passageiros. O Plano Estratégico Ferroviário transformou parte dessa agenda numa carteira técnica. O Plano de Governo acrescenta capacidade permanente de estruturação, coordenação entre entes e fontes diferenciadas de financiamento. [1] [2] [3] Um dado que traduz a proposta → infraestrutura-mobilidade/p18

[b787] (infraestrutura) O relatório da Assembleia registra que um vagão pode transportar carga equivalente à de aproximadamente cinco carretas. Mais carga sobre trilhos significa menor pressão sobre as rodovias e mais segurança para quem viaja.

[b788] (infraestrutura) 2. Regras de honestidade técnica

[b789] (infraestrutura) • Autorização não é obra: exige demanda contratada, financiamento, licenciamento e projeto.

[b790] (infraestrutura) • Custo histórico não é orçamento vigente: deve ser atualizado para uma data-base comum.

[b791] (infraestrutura) • Ferrovia de carga e trem de passageiros têm modelos econômicos diferentes.

[b792] (infraestrutura) • Faixa de corredor não representa traçado executivo.

[b793] (infraestrutura) • Os intervalos de custo não devem ser somados: há sobreposição de trechos e escopos.

[b794] (infraestrutura) • Projeto regional precisa demonstrar benefício econômico, social e territorial.

[b800] (infraestrutura) A infraestrutura ou o serviço existe. A prioridade é ampliar capacidade, frequência ou integração.

[b803] (infraestrutura) Existe contrato, autorização ou processo regulatório. A prioridade é transformar o ato em investimento físico.

[b806] (infraestrutura) O corredor integra relatório ou carteira pública. A prioridade é atualizar demanda, engenharia e custo.

[b809] (infraestrutura) Há lógica regional, mas falta estudo completo. A prioridade é produzir evidência antes de prometer obra.

[b810] (infraestrutura) 4. Como foram tratadas as estimativas de custo

[b811] (infraestrutura) Quando existe valor oficial, o documento apresenta a referência e o ano. Quando não existe orçamento individual publicado, apresenta-se uma faixa preliminar de ordem de grandeza. A faixa considera a extensão provável, o relevo, o reaproveitamento de via, os terminais e o tipo de serviço.

[b812] (infraestrutura) As referências oficiais mostram grande variação. Uberlândia-Chaveslândia foi anunciada, em 2021, com 235 quilômetros e R$ 2,7 bilhões. A EF-118, em 2026, possui 575 quilômetros e R$ 7,7 bilhões. A Serra do Tigre foi estimada, em 2020, em R$ 3,1 bilhões para 450 quilômetros. A ferrovia do Porto do Açu possui 41 quilômetros e R$ 610 milhões. [6] [8] [9] [14] Uso correto dos números

[b813] (infraestrutura) A estimativa preliminar serve para comparar ordens de grandeza e orientar estudos. Não deve ser tratada como preço de licitação, valor de contrato ou promessa orçamentária.

[p. 79]

[b818] (infraestrutura) A matriz resume o estágio e a ordem de grandeza. Os valores marcados como preliminares não substituem estudos de viabilidade.

[b828] (infraestrutura) Uberlândia - Ituiutaba - Chaveslândia

[b833] (infraestrutura) R$ 2,7 bi (2021); R$ 3,5-5,5 bi preliminar

[b836] (infraestrutura) Araguari - Uberlândia - Uberaba - rede paulista

[b837] (infraestrutura) Alto Paranaíba; Triângulo Mineiro

[b841] (infraestrutura) R$ 2-5 bi preliminar no núcleo mineiro

[b844] (infraestrutura) Patrocínio/Ibiá - Serra do Tigre - Divinópolis - Sete Lagoas

[b845] (infraestrutura) Alto Paranaíba; Centro-Oeste; Central

[b849] (infraestrutura) R$ 3,1 bi (2020); R$ 6-12 bi preliminar

[b852] (infraestrutura) Divinópolis - Itaúna - Betim - Belo

[b861] (infraestrutura) Luziânia/Anápolis - Unaí - Pirapora - Corinto/Sete Lagoas

[b866] (infraestrutura) R$ 4-8 bi fase 1; R$ 15-30 bi integral

[b869] (infraestrutura) Corinto - Montes Claros - Janaúba - Bahia/FIOL

[b873] (infraestrutura) 217 km no trem BocaiúvaJanaúba

[b874] (infraestrutura) Pacote FCA: R$ 8 bi em MG; R$ 6-14 bi eixo

[b877] (infraestrutura) Porteirinha - Salinas - Itaobim - Jequitinhonha

[b885] (infraestrutura) Araçuaí - Teófilo Otoni - Nanuque - Caravelas

[b890] (infraestrutura) R$ 12 bi empresarial; R$ 12- 18 bi prudencial

[b893] (infraestrutura) A = operação existente; B = autorização, contrato ou modelagem; C = estudo oficial; D = conceito territorial que ainda exige estudo completo.

[p. 80]

[b897] (infraestrutura) 5. Matriz dos 15 corredores — continuação

[b898] (infraestrutura) Os sete corredores abaixo completam a carteira. Os custos continuam sujeitos a atualização, detalhamento e eventual sobreposição de trechos.

[b908] (infraestrutura) Belo Horizonte - Vale do Aço - Gov.

[b910] (infraestrutura) Central; Rio Doce; Vale do Aço

[b913] (infraestrutura) R$ 0,4-1,2 bi preliminar para expansão

[b916] (infraestrutura) João Monlevade - Antônio Dias - Vale do Aço

[b924] (infraestrutura) Miguel Burnier - Ponte Nova - Viçosa - Ubá - Muriaé - Açu

[b926] (infraestrutura) Recuperação e conexão portuária

[b929] (infraestrutura) R$ 8-15 bi; acesso Açu R$ 610 mi

[b932] (infraestrutura) Zona da Mata - Três Rios - Rio de Janeiro

[b940] (infraestrutura) Lavras - Três Corações - Varginha - Cruzeiro

[b945] (infraestrutura) R$ 0,6-1,2 bi fase 1; R$ 2,5-5 bi fase 2

[b949] (infraestrutura) Vermelho/Lavras - Três Corações

[b950] (infraestrutura) Campo das Vertentes; Sul de Minas

[b955] (infraestrutura) R$ 20-50 mi estudo; R$ 3-7 bi corredor

[b958] (infraestrutura) Belo Horizonte - Nova Lima - Itabirito - Ouro Preto - Mariana

[b959] (infraestrutura) Central; Quadrilátero Ferrífero

[b963] (infraestrutura) Preto/Lafaiete; 18 km OPMariana

[b964] (infraestrutura) R$ 1,5-3,5 bi; R$ 0,15-0,4 bi OP-Mariana

[b967] (infraestrutura) As faixas não devem ser somadas como orçamento de governo. Elas orientam priorização, atualização dos estudos e comparação de ordens de grandeza.

[p. 81]

[b971] (infraestrutura) 6. Fichas técnicas dos corredores

[b972] (infraestrutura) As 15 fichas preservam o grau de maturidade de cada corredor. Nos casos sem orçamento oficial, a faixa preliminar é apresentada como hipótese de planejamento, nunca como valor de contrato.

[b973] (infraestrutura) 01. Uberlândia - Ituiutaba - Chaveslândia

[b983] (infraestrutura) Uberlândia -> Ituiutaba -> Chaveslândia, no município de Santa Vitória, com conexão à malha ferroviária nacional. O traçado executivo depende do contrato federal e do licenciamento.

[b985] (infraestrutura) • O anúncio estadual de 2021 apresentou 235 quilômetros, investimento previsto de R$ 2,7 bilhões e conexão da Ferrovia Centro-Atlântica à

[b987] (infraestrutura) • O corredor possui histórico no modelo federal de autorizações. A existência de autorização, por si só, não demonstra fechamento financeiro, licença concluída ou obra iniciada.

[b989] (infraestrutura) Referência oficial histórica: R$ 2,7 bilhões, em valores de 2021.

[b990] (infraestrutura) Estimativa preliminar de ordem de grandeza

[b991] (infraestrutura) Faixa preliminar de 2026: R$ 3,5 bilhões a R$ 5,5 bilhões. A atualização depende de desapropriações, pontes, terminais e terraplenagem.

[b994] (infraestrutura) • contratos de longo prazo com embarcadores

[b995] (infraestrutura) • debêntures de infraestrutura

[b998] (infraestrutura) Entregas possíveis entre 2027 e 2030

[b999] (infraestrutura) • confirmar o contrato e o cronograma vigentes → infraestrutura-mobilidade/p22

[b1000] (infraestrutura) • concluir ou avançar o licenciamento → infraestrutura-mobilidade/p22

[b1001] (infraestrutura) • definir o traçado georreferenciado → infraestrutura-mobilidade/p22

[b1002] (infraestrutura) • estruturar terminais e contratos de carga → infraestrutura-mobilidade/p39

[b1003] (infraestrutura) • iniciar a obra caso exista fechamento financeiro → infraestrutura-mobilidade/p22

[b1005] (infraestrutura) Conecta uma das regiões agrícolas mais produtivas do país à malha nacional. Permite receber fertilizantes e escoar grãos, com fluxo de ida e volta.

[b1007] (infraestrutura) Fertilizante mais barato reduz pressão sobre o custo agrícola. O efeito pode alcançar aves, carnes, leite e ração. A redução não é automática: exige acesso, concorrência e transparência.

[b1009] (infraestrutura) Autorização sem demanda contratada ou financiamento. O painel público deve medir licença, obra, recurso, terminal e tonelagem.

[p. 82]

[b1014] (infraestrutura) 02. Araguari - Uberlândia - Uberaba - rede ferroviária de São Paulo

[b1019] (infraestrutura) Alto Paranaíba; Triângulo Mineiro

[b1020] (infraestrutura) Modernização e integração de carga

[b1024] (infraestrutura) Araguari -> Uberlândia -> Uberaba -> divisa com São Paulo -> rede paulista -> Porto de Santos. O segmento fora de Minas Gerais deve aparecer como conexão nacional, não como obra estadual.

[b1026] (infraestrutura) • O Relatório Final da Comissão Pró-Ferrovias defende expressamente a modernização do corredor entre o Triângulo Mineiro e São Paulo.

[b1027] (infraestrutura) • A proposta de renovação da Ferrovia Centro-Atlântica, aprovada pela ANTT e encaminhada ao TCU em julho de 2026, prevê R$ 24 bilhões ao longo de 30 anos e aproximadamente R$ 8 bilhões em Minas Gerais. O valor não é exclusivo deste corredor.

[b1029] (infraestrutura) Não há orçamento público individual atualizado para o núcleo mineiro.

[b1030] (infraestrutura) Estimativa preliminar de ordem de grandeza

[b1031] (infraestrutura) Faixa preliminar: R$ 2 bilhões a R$ 5 bilhões para eliminar restrições, ampliar pátios, modernizar sinalização e estruturar terminais.

[b1033] (infraestrutura) • contratos com cooperativas e embarcadores

[b1034] (infraestrutura) • debêntures de infraestrutura

[b1036] (infraestrutura) • investimentos obrigatórios da FCA

[b1038] (infraestrutura) Entregas possíveis entre 2027 e 2030

[b1039] (infraestrutura) • fixar metas de capacidade e velocidade → infraestrutura-mobilidade/p63

[b1040] (infraestrutura) • inventariar restrições operacionais → infraestrutura-mobilidade/p22

[b1041] (infraestrutura) • negociar investimentos no contrato federal → infraestrutura-mobilidade/p19

[b1042] (infraestrutura) • organizar direito de passagem → infraestrutura-mobilidade/p21

[b1043] (infraestrutura) • projetar terminais de fertilizantes e grãos → infraestrutura-mobilidade/p39

[b1045] (infraestrutura) Integra os polos de Araguari, Uberaba e Uberlândia a mercados e portos. Serve agroindústria, combustíveis, fertilizantes e produtos industriais.

[b1047] (infraestrutura) O trem assume a longa distância e o caminhão realiza a distribuição final. Menos carga pesada também reduz acidentes e desgaste das rodovias.

[b1049] (infraestrutura) O pacote federal pode ser anunciado sem detalhamento territorial. O contrato deve indicar obra, prazo e município.

[p. 83]

[b1055] (infraestrutura) Serra do Tigre - Divinópolis - Sete Lagoas

[b1062] (infraestrutura) Contorno ferroviário e modernização de cargas

[b1066] (infraestrutura) Patrocínio ou Ibiá -> Campos Altos -> contorno da Serra do Tigre -> Divinópolis -> Sete Lagoas. Deve ser apresentado como faixa de estudo até a escolha da variante.

[b1068] (infraestrutura) • O projeto divulgado em 2020 indicava 450 quilômetros, R$ 3,1 bilhões, aumento de velocidade de 16 para 60 quilômetros por hora, capacidade adicional de 21 milhões de toneladas por ano e redução de cerca de 120 quilômetros no percurso até os portos do Espírito Santo.

[b1069] (infraestrutura) • O relevo torna o traçado decisivo. Cortes, pontes, túneis e viadutos podem alterar substancialmente o custo.

[b1071] (infraestrutura) Referência oficial histórica: R$ 3,1 bilhões, em valores de 2020.

[b1072] (infraestrutura) Estimativa preliminar de ordem de grandeza

[b1073] (infraestrutura) Faixa preliminar de 2026: R$ 6 bilhões a R$ 12 bilhões.

[b1075] (infraestrutura) • contratos com grandes usuários

[b1076] (infraestrutura) • debêntures de infraestrutura

[b1080] (infraestrutura) Entregas possíveis entre 2027 e 2030

[b1081] (infraestrutura) • atualizar demanda e orçamento → infraestrutura-mobilidade/p22

[b1082] (infraestrutura) • comparar alternativas de traçado → infraestrutura-mobilidade/p22

[b1084] (infraestrutura) • negociar inclusão no contrato federal → infraestrutura-mobilidade/p19

[b1087] (infraestrutura) Ataca um gargalo histórico, amplia a capacidade do corredor Centro-Leste e melhora o escoamento de café, fertilizantes e grãos.

[b1089] (infraestrutura) A redução do tempo ferroviário diminui custo de longa distância e libera capacidade em estradas usadas pelas famílias.

[b1091] (infraestrutura) Escolher politicamente uma variante antes do estudo técnico. O mapa deve usar corredor, não linha executiva.

[p. 84]

[b1096] (infraestrutura) 04. Divinópolis - Itaúna - Betim - Belo Horizonte

[b1101] (infraestrutura) Centro-Oeste; Região Metropolitana de Belo Horizonte

[b1102] (infraestrutura) Cargas e passageiros regionais

[b1106] (infraestrutura) Divinópolis -> Itaúna -> Mateus Leme -> Betim -> Belo Horizonte, com contorno de cargas e eventual serviço regional de passageiros.

[b1108] (infraestrutura) • O Relatório Final da Comissão Pró-Ferrovias defendeu contorno em Divinópolis/Itaúna, modernização da Linha Oeste e liberação de trechos urbanos para passageiros.

[b1109] (infraestrutura) • A extensão preliminar está entre 140 e 170 quilômetros, conforme estações e contornos escolhidos.

[b1111] (infraestrutura) Não há valor público individual atualizado.

[b1112] (infraestrutura) Estimativa preliminar de ordem de grandeza

[b1113] (infraestrutura) Faixa preliminar: R$ 1,5 bilhão a R$ 4 bilhões. O limite superior inclui duplicações pontuais, estações, material rodante, sinalização e contornos.

[b1115] (infraestrutura) • contrato estadual de passageiros

[b1118] (infraestrutura) • participação municipal em estações

[b1120] (infraestrutura) Entregas possíveis entre 2027 e 2030

[b1122] (infraestrutura) • definir estações e integração tarifária → infraestrutura-mobilidade/p64, infraestrutura-mobilidade/p116

[b1124] (infraestrutura) • projetar o contorno de cargas → infraestrutura-mobilidade/p65

[b1127] (infraestrutura) Reconecta o Centro-Oeste à Região Metropolitana de Belo Horizonte e melhora a logística industrial de Divinópolis e Itaúna.

[b1129] (infraestrutura) O passageiro economiza combustível, estacionamento, pedágio e tempo. A indústria reduz custo logístico.

[b1131] (infraestrutura) Conflito de capacidade entre carga e passageiros. A solução exige faixa adicional ou janelas operacionais confiáveis.

[p. 85]

[b1136] (infraestrutura) 05. Luziânia/Anápolis - Unaí - Pirapora -

[b1147] (infraestrutura) Fase 1: Unaí -> Pirapora. Fase 2: Luziânia ou Anápolis -> Unaí. Fase 3: Pirapora -> Corinto ou Sete Lagoas.

[b1149] (infraestrutura) • O Plano Estratégico Ferroviário incluiu a ligação Unaí-Pirapora. Estudos federais também trabalharam corredor mais amplo entre Anápolis e Corinto.

[b1150] (infraestrutura) • A fase Unaí-Pirapora aparece em estudos estaduais com aproximadamente 308 quilômetros. A extensão deve ser confirmada em novo estudo.

[b1152] (infraestrutura) Não existe orçamento público atualizado para o corredor completo.

[b1153] (infraestrutura) Estimativa preliminar de ordem de grandeza

[b1154] (infraestrutura) Faixa preliminar: R$ 4 bilhões a R$ 8 bilhões para Unaí-Pirapora; R$ 15 bilhões a R$ 30 bilhões para o corredor integral.

[b1156] (infraestrutura) • autorização ou concessão federal

[b1157] (infraestrutura) • contratos com produtores e tradings

[b1158] (infraestrutura) • debêntures de infraestrutura

[b1160] (infraestrutura) • terminais secos em Pirapora e Unaí

[b1161] (infraestrutura) Entregas possíveis entre 2027 e 2030

[b1162] (infraestrutura) • contratar cargas e definir terminais → infraestrutura-mobilidade/p39

[b1163] (infraestrutura) • escolher o eixo federal de conexão → infraestrutura-mobilidade/p22

[b1164] (infraestrutura) • estruturar autorização ou concessão

[b1165] (infraestrutura) • finalizar o estudo da fase Unaí-Pirapora → infraestrutura-mobilidade/p22

[b1168] (infraestrutura) O Noroeste recebe fertilizantes e escoa grãos. O corredor integra uma região de grande produção ao sistema ferroviário nacional.

[b1170] (infraestrutura) Menor custo de fertilizante e frete reduz pressão sobre alimentos. A ferrovia diminui a exposição ao diesel e às interrupções rodoviárias.

[b1172] (infraestrutura) Tentar executar o corredor integral sem divisão por fases. A primeira entrega deve ser o trecho com demanda mais demonstrável.

[p. 86]

[b1179] (infraestrutura) Corinto - Montes Claros - Janaúba - Bahia/FIOL

[b1185] (infraestrutura) Cargas e passageiros regionais

[b1189] (infraestrutura) Corinto -> Montes Claros -> Janaúba -> Guanambi/Caetité -> Ferrovia de Integração Oeste-Leste. A alternativa atual da FCA, Corinto-Campo Formoso, deve ser comparada ao corredor estruturante.

[b1191] (infraestrutura) • O Relatório Final da Comissão Pró-Ferrovias defendeu Corinto-Guanambi. O projeto federal de trens regionais selecionou Bocaiúva-Montes

[b1192] (infraestrutura) Claros-Janaúba, com 217 quilômetros.

[b1193] (infraestrutura) • A renovação da FCA prevê aproximadamente R$ 8 bilhões em Minas Gerais, com destaque para Corinto-Campo Formoso. O processo segue no TCU.

[b1195] (infraestrutura) Pacote da FCA em Minas Gerais: aproximadamente R$ 8 bilhões, sem individualização completa por corredor.

[b1196] (infraestrutura) Estimativa preliminar de ordem de grandeza

[b1197] (infraestrutura) Faixa preliminar: R$ 6 bilhões a R$ 14 bilhões para o eixo de carga; R$ 1,7 bilhão a R$ 4,3 bilhões para o serviço Bocaiúva-Janaúba. Há sobreposição.

[b1199] (infraestrutura) • contrato estadual de passageiros

[b1200] (infraestrutura) • debêntures de infraestrutura

[b1202] (infraestrutura) • Fundo de Desenvolvimento do Nordeste

[b1204] (infraestrutura) Entregas possíveis entre 2027 e 2030

[b1205] (infraestrutura) • contratar o estudo atualizado do trem regional → infraestrutura-mobilidade/p22

[b1206] (infraestrutura) • definir integração com a FIOL → infraestrutura-mobilidade/p22

[b1208] (infraestrutura) • projetar estações e terminais → infraestrutura-mobilidade/p39

[b1209] (infraestrutura) • selecionar a alternativa de carga → infraestrutura-mobilidade/p20

[b1211] (infraestrutura) Cria espinha ferroviária para o Norte, melhora a ligação com o Nordeste e oferece alternativa regional para passageiros.

[b1213] (infraestrutura) A região economiza na entrada de insumos e na saída da produção. O trem reduz custo direto de deslocamento entre cidades-polo.

[b1215] (infraestrutura) Aceitar investimento federal sem discriminar entregas no Norte de Minas Gerais.

[p. 87]

[b1221] (infraestrutura) 07. Porteirinha - Salinas - Itaobim - Jequitinhonha

[b1232] (infraestrutura) Porteirinha -> Salinas -> Itaobim -> Jequitinhonha. Rio Pardo de Minas pode ser avaliado como passagem ou ramal, sem antecipar decisão de engenharia.

[b1234] (infraestrutura) • O corredor integra o Plano Estratégico Ferroviário. O Relatório Final da Comissão Pró-Ferrovias também defendeu o ramal

[b1236] (infraestrutura) • A extensão cartográfica preliminar está entre 450 e 550 quilômetros.

[b1238] (infraestrutura) Não existe orçamento público atualizado.

[b1239] (infraestrutura) Estimativa preliminar de ordem de grandeza

[b1240] (infraestrutura) Faixa preliminar: R$ 8 bilhões a R$ 16 bilhões.

[b1242] (infraestrutura) • autorização ferroviária privada

[b1244] (infraestrutura) • debêntures de infraestrutura

[b1245] (infraestrutura) • Fundo de Desenvolvimento do Nordeste

[b1246] (infraestrutura) • recursos federais ligados aos impactos minerais

[b1247] (infraestrutura) Entregas possíveis entre 2027 e 2030

[b1249] (infraestrutura) • concluir avaliação ambiental estratégica → infraestrutura-mobilidade/p22

[b1250] (infraestrutura) • contratar estudo de viabilidade → infraestrutura-mobilidade/p22

[b1254] (infraestrutura) Pode atender minerais críticos e produção regional, com terminais que estimulem fornecedores, qualificação e serviços logísticos.

[b1256] (infraestrutura) O efeito principal ocorre por emprego, infraestrutura e redução do desgaste rodoviário. Não deve ser vendido como promessa imediata de supermercado mais barato.

[b1258] (infraestrutura) Criar apenas corredor de extração. O projeto deve exigir benefícios territoriais e capacidade local permanente.

[p. 88]

[b1265] (infraestrutura) Araçuaí - Teófilo Otoni - Nanuque - Caravelas

[b1275] (infraestrutura) Araçuaí -> Teófilo Otoni -> Nanuque -> Caravelas. É a reconstrução contemporânea da ligação Bahia-Minas.

[b1277] (infraestrutura) • A ANTT celebrou contrato de adesão para a ligação Caravelas-Araçuaí em 2023.

[b1278] (infraestrutura) • A referência empresarial divulgada trabalha com aproximadamente 500 quilômetros, cerca de 400 quilômetros em Minas Gerais e investimento estimado em R$ 12 bilhões.

[b1280] (infraestrutura) Referência empresarial: R$ 12 bilhões. Não equivale a orçamento público auditado.

[b1281] (infraestrutura) Estimativa preliminar de ordem de grandeza

[b1282] (infraestrutura) Faixa prudencial de planejamento: R$ 12 bilhões a R$ 18 bilhões.

[b1285] (infraestrutura) • contratos de longo prazo com embarcadores

[b1286] (infraestrutura) • debêntures de infraestrutura

[b1288] (infraestrutura) • Fundo de Desenvolvimento do Nordeste

[b1289] (infraestrutura) Entregas possíveis entre 2027 e 2030

[b1290] (infraestrutura) • acompanhar obrigações da autorização → infraestrutura-mobilidade/p19

[b1294] (infraestrutura) • organizar audiências territoriais → infraestrutura-mobilidade/p66

[b1296] (infraestrutura) Cria saída portuária para os Vales do Jequitinhonha e do Mucuri. Pode atender agricultura, combustíveis, fertilizantes, minerais e produtos florestais.

[b1298] (infraestrutura) Combustíveis e fertilizantes podem fazer a longa distância por trilhos, reduzindo custo de abastecimento regional e pressão sobre rodovias.

[b1300] (infraestrutura) A autorização depende de demanda contratada e de capacidade portuária. O indicador deve ser obra e carga, não assinatura.

[p. 89]

[b1306] (infraestrutura) 09. Belo Horizonte - João Monlevade - Vale do Aço - Governador

[b1312] (infraestrutura) Central; Rio Doce; Vale do Aço

[b1313] (infraestrutura) Ampliação de passageiros em ferrovia existente

[b1316] (infraestrutura) Estrada de Ferro Vitória a Minas: Belo Horizonte -> João Monlevade -> Ipatinga -> Governador Valadares -> Cariacica/Vitória.

[b1318] (infraestrutura) • O trem regular percorre 664 quilômetros, atende 30 estações e 42 municípios e realiza a viagem em aproximadamente 13 horas e 30 minutos.

[b1319] (infraestrutura) • A Vale informou 740 mil passageiros em 2023. A ANTT registra o serviço como linha regular em operação.

[b1320] (infraestrutura) • O Relatório Final da Comissão Pró-Ferrovias defendeu mais horários e trem noturno. A regulação federal já prevê aumento de oferta em meses de maior demanda.

[b1322] (infraestrutura) Não existe valor oficial publicado para um programa completo de expansão.

[b1323] (infraestrutura) Estimativa preliminar de ordem de grandeza

[b1324] (infraestrutura) Faixa preliminar: R$ 400 milhões a R$ 1,2 bilhão, conforme material rodante, estações e capacidade adicional.

[b1327] (infraestrutura) • contrato estadual de serviço público

[b1329] (infraestrutura) • investimento da concessionária

[b1330] (infraestrutura) • recursos para estações e integração

[b1331] (infraestrutura) Entregas possíveis entre 2027 e 2030

[b1332] (infraestrutura) • integrar ônibus alimentadores → infraestrutura-mobilidade/p67

[b1333] (infraestrutura) • modernizar estações prioritárias → infraestrutura-mobilidade/p68

[b1334] (infraestrutura) • negociar segundo par diário ou serviço noturno → infraestrutura-mobilidade/p69

[b1335] (infraestrutura) • publicar ocupação e pontualidade → infraestrutura-mobilidade/p70

[b1336] (infraestrutura) • testar frequências em trechos de maior demanda → infraestrutura-mobilidade/p69

[b1338] (infraestrutura) É a alternativa ferroviária mais imediata à BR-381 para estudo, família, saúde e trabalho.

[b1340] (infraestrutura) Reduz combustível, hospedagem, pedágio, risco e tempo. O benefício chega diretamente ao orçamento familiar.

[b1342] (infraestrutura) A capacidade da via é compartilhada com cargas. A expansão precisa de janela operacional e material rodante.

[p. 90]

[b1348] (infraestrutura) 10. João Monlevade - Antônio Dias - Vale do Aço

[b1358] (infraestrutura) João Monlevade -> Antônio Dias -> Ipatinga, com atendimento a Coronel Fabriciano e Timóteo por estações ou integrações adequadas.

[b1360] (infraestrutura) • O Relatório Final da Comissão Pró-Ferrovias recomenda protagonismo estadual na organização do transporte ferroviário regional do Vale do Aço.

[b1361] (infraestrutura) • Não há estudo público atualizado de demanda, custo ou operação para esse serviço específico. A extensão preliminar é de 100 a 120 quilômetros.

[b1364] (infraestrutura) Estimativa preliminar de ordem de grandeza

[b1365] (infraestrutura) Faixa preliminar: R$ 800 milhões a R$ 2 bilhões, com uso da via existente, estações, material rodante e adaptações operacionais.

[b1367] (infraestrutura) • contrato estadual de serviço público

[b1369] (infraestrutura) • investimento da concessionária

[b1370] (infraestrutura) • participação municipal em estações

[b1372] (infraestrutura) Entregas possíveis entre 2027 e 2030

[b1373] (infraestrutura) • adquirir ou contratar material rodante → infraestrutura-mobilidade/p71

[b1375] (infraestrutura) • negociar capacidade com a Vale → infraestrutura-mobilidade/p19

[b1376] (infraestrutura) • realizar pesquisa de origem e destino → infraestrutura-mobilidade/p22

[b1379] (infraestrutura) Atende deslocamentos cotidianos numa área urbana integrada e reduz dependência exclusiva de carro e ônibus.

[b1381] (infraestrutura) O trabalhador economiza combustível, estacionamento e tempo. A integração amplia acesso a emprego, escola e hospital.

[b1383] (infraestrutura) Construir estações longe de moradia e emprego. O trem só funciona com integração física e tarifária.

[p. 91]

[b1389] (infraestrutura) 11. Miguel Burnier - Ponte Nova - Viçosa - Ubá - Muriaé - Porto do Açu

[b1395] (infraestrutura) Recuperação de linha e conexão portuária

[b1399] (infraestrutura) Miguel Burnier -> Ponte Nova -> Viçosa -> Ubá -> Muriaé. A conexão Muriaé-Porto do Açu deve aparecer pontilhada até a definição do trecho fluminense.

[b1401] (infraestrutura) • O Plano Estratégico Ferroviário incluiu Miguel Burnier-Muriaé. O Relatório Final da Comissão Pró-Ferrovias defendeu a recuperação da

[b1402] (infraestrutura) Linha Mineira e a destinação de multas para esse fim.

[b1403] (infraestrutura) • O Corredor Minas-Rio reúne trechos devolvidos da FCA e possui chamamento público previsto para dezembro de 2026. A modelagem estava no TCU em agosto.

[b1404] (infraestrutura) • O acesso privado ao Porto do Açu possui 41 quilômetros, investimento previsto de R$ 610 milhões e capacidade projetada de 50 milhões de toneladas por ano.

[b1406] (infraestrutura) Acesso ferroviário do Porto do Açu: R$ 610 milhões. Não há valor oficial integral para a ligação mineira.

[b1407] (infraestrutura) Estimativa preliminar de ordem de grandeza

[b1408] (infraestrutura) Faixa preliminar para o conjunto: R$ 8 bilhões a R$ 15 bilhões.

[b1411] (infraestrutura) • capital privado do Porto do Açu

[b1412] (infraestrutura) • chamamento público do Corredor Minas-Rio

[b1415] (infraestrutura) Entregas possíveis entre 2027 e 2030

[b1416] (infraestrutura) • atualizar viabilidade por segmentos → infraestrutura-mobilidade/p22

[b1417] (infraestrutura) • definir o primeiro trecho recuperável → infraestrutura-mobilidade/p22

[b1418] (infraestrutura) • participar do chamamento federal

[b1419] (infraestrutura) • projetar terminais para a Zona da Mata → infraestrutura-mobilidade/p39

[b1420] (infraestrutura) • selecionar cargas prioritárias → infraestrutura-mobilidade/p20

[b1422] (infraestrutura) Atende bauxita, café, móveis, produção agroindustrial e produtos siderúrgicos. Cria acesso portuário para a Zona da Mata.

[b1424] (infraestrutura) Menos carretas reduzem desgaste rodoviário. O polo moveleiro e o café ganham logística mais competitiva.

[b1426] (infraestrutura) Confundir o acesso de 41 quilômetros dentro do Porto do Açu com a ligação completa de Minas Gerais.

[p. 92]

[b1439] (infraestrutura) Passageiros regionais e turismo

[b1443] (infraestrutura) Braço A: Juiz de Fora -> Matias Barbosa -> Três Rios -> Rio de Janeiro. Braço B: Cataguases -> Além Paraíba -> Três Rios. Os braços se encontram na região de Três Rios.

[b1445] (infraestrutura) • O Relatório Final da Comissão Pró-Ferrovias apoiou o Trem Rio-Minas entre Cataguases, Além Paraíba e Três Rios e recomendou sua autorização.

[b1446] (infraestrutura) • Parte da infraestrutura foi desativada. É necessário recuperar a via e resolver titularidade, manutenção e operação.

[b1447] (infraestrutura) • A extensão conjunta preliminar está entre 350 e 450 quilômetros.

[b1449] (infraestrutura) Não existe valor oficial atualizado para os dois braços.

[b1450] (infraestrutura) Estimativa preliminar de ordem de grandeza

[b1451] (infraestrutura) Faixa preliminar: R$ 2,5 bilhões a R$ 6 bilhões.

[b1453] (infraestrutura) • contrato estadual ou interestadual de passageiros

[b1455] (infraestrutura) • investimento da MRS no braço de Juiz de Fora

[b1456] (infraestrutura) • parcerias com Iphan e Ministério do Turismo

[b1457] (infraestrutura) • participação municipal em estações

[b1458] (infraestrutura) Entregas possíveis entre 2027 e 2030

[b1459] (infraestrutura) • escolher o braço mais maduro → infraestrutura-mobilidade/p22

[b1465] (infraestrutura) Juiz de Fora ganha alternativa ao Rio de Janeiro. Cataguases e Além Paraíba recuperam patrimônio e turismo.

[b1467] (infraestrutura) O passageiro pode substituir viagens de carro ou ônibus. O impacto principal é no custo de deslocamento e na renda turística.

[b1469] (infraestrutura) Desenhar os dois braços como uma única linha contínua. O documento preserva a distinção técnica.

[p. 93]

[b1475] (infraestrutura) 13. Lavras - Três Corações - Varginha - Cruzeiro

[b1485] (infraestrutura) Etapa 1: Lavras -> Três Corações -> Varginha. Etapa 2: Varginha -> Cruzeiro. Etapa 3: serviços regionais e turísticos onde houver demanda.

[b1487] (infraestrutura) • O estudo divulgado em 2022 indicava 130 quilômetros no trecho Lavras-Varginha, até R$ 500 milhões de investimento privado e cerca de

[b1488] (infraestrutura) R$ 140 milhões para reabilitação da linha.

[b1489] (infraestrutura) • O Plano Estratégico Ferroviário incluiu Lavras-Três Corações-Varginha e Varginha-Cruzeiro. Trechos da FCA integram a agenda do Corredor

[b1492] (infraestrutura) Lavras-Varginha: até R$ 500 milhões em valores históricos, com R$ 140 milhões para revitalização.

[b1493] (infraestrutura) Estimativa preliminar de ordem de grandeza

[b1494] (infraestrutura) Faixa atual: R$ 600 milhões a R$ 1,2 bilhão para Lavras-Varginha; R$ 2,5 bilhões a R$ 5 bilhões para Varginha-Cruzeiro.

[b1496] (infraestrutura) • chamamento do Corredor Minas-Rio

[b1497] (infraestrutura) • contratos com café e fertilizantes

[b1498] (infraestrutura) • empresas do Porto Seco de Varginha

[b1501] (infraestrutura) Entregas possíveis entre 2027 e 2030

[b1503] (infraestrutura) • estruturar terminal no Porto Seco → infraestrutura-mobilidade/p39

[b1505] (infraestrutura) • resolver a destinação do trecho → infraestrutura-mobilidade/p73

[b1508] (infraestrutura) Fortalece café, fertilizantes, Porto Seco, patrimônio e turismo. Pode combinar carga regional com passageiros.

[b1510] (infraestrutura) A ferrovia reduz a longa distância rodoviária e o custo de insumos. O passageiro economiza em viagens entre cidades.

[b1512] (infraestrutura) Anunciar o prolongamento até Cruzeiro como se possuísse o mesmo grau de maturidade de Lavras-Varginha.

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[b1518] (infraestrutura) 14. São João del-Rei - Ribeirão Vermelho/Lavras - Três Corações

[b1523] (infraestrutura) Campo das Vertentes; Sul de Minas

[b1525] (infraestrutura) Passageiros regionais e turismo

[b1529] (infraestrutura) São João del-Rei -> Ribeirão Vermelho/Lavras -> Três Corações. Todo o corredor deve aparecer pontilhado e identificado como estudo prioritário.

[b1531] (infraestrutura) • Não existe projeto contínuo pronto para o corredor. Há patrimônio, trechos históricos e lógica territorial, mas faltam estudos de bitola, demanda, faixa de domínio e traçado.

[b1532] (infraestrutura) • O trecho turístico São João del-Rei-Tiradentes possui 12 quilômetros e permanece como referência patrimonial.

[b1535] (infraestrutura) Estimativa preliminar de ordem de grandeza

[b1536] (infraestrutura) Estudo completo: R$ 20 milhões a R$ 50 milhões. Reconstrução regional: R$ 3 bilhões a R$ 7 bilhões, com alto grau de incerteza.

[b1542] (infraestrutura) • operadores turísticos privados

[b1543] (infraestrutura) Entregas possíveis entre 2027 e 2030

[b1544] (infraestrutura) • ampliar trecho patrimonial onde viável

[b1545] (infraestrutura) • integrar o estudo a Lavras-Varginha → infraestrutura-mobilidade/p22

[b1548] (infraestrutura) • selecionar uma primeira extensão curta → infraestrutura-mobilidade/p22

[b1550] (infraestrutura) Gera renda turística, preserva patrimônio e pode conectar universidades e cidades históricas.

[b1552] (infraestrutura) O ganho principal ocorre por emprego, serviços e turismo, não pelo preço imediato de mercadorias.

[b1554] (infraestrutura) É o corredor menos maduro da carteira. A promessa correta é estudar e preservar, não iniciar obra integral sem evidência.

[p. 95]

[b1560] (infraestrutura) 15. Belo Horizonte - Nova Lima - Itabirito - Ouro Preto - Mariana

[b1565] (infraestrutura) Central; Quadrilátero Ferrífero

[b1566] (infraestrutura) Passageiros regionais e turismo

[b1570] (infraestrutura) Belo Horizonte -> Nova Lima -> Itabirito -> Ouro Preto -> Mariana. O serviço deve compartilhar ou recuperar infraestrutura existente.

[b1572] (infraestrutura) • O Programa Federal de Trens Regionais selecionou Belo Horizonte-Ouro Preto/Conselheiro Lafaiete, com 149 quilômetros.

[b1573] (infraestrutura) • O trecho Ouro Preto-Mariana possui aproximadamente 18 quilômetros e autorização turística. A ANTT acompanhou intervenções de recuperação em 2026.

[b1575] (infraestrutura) Não existe valor oficial atualizado para Belo Horizonte-Ouro Preto.

[b1576] (infraestrutura) Estimativa preliminar de ordem de grandeza

[b1577] (infraestrutura) Faixa preliminar: R$ 1,5 bilhão a R$ 3,5 bilhões para Belo Horizonte-Ouro Preto; R$ 150 milhões a R$ 400 milhões para Ouro Preto-Mariana.

[b1579] (infraestrutura) • contrato estadual de passageiros

[b1582] (infraestrutura) • parcerias com Iphan e Ministério do Turismo

[b1584] (infraestrutura) Entregas possíveis entre 2027 e 2030

[b1585] (infraestrutura) • atualizar o estudo de demanda → infraestrutura-mobilidade/p22

[b1587] (infraestrutura) • inspecionar Ouro Preto-Mariana

[b1591] (infraestrutura) Conecta cidades históricas, universidades e polos de trabalho. Cria alternativa a estradas intensas e de relevo difícil.

[b1593] (infraestrutura) O passageiro reduz combustível, estacionamento e pedágio. O turismo amplia renda e permanência dos visitantes.

[b1595] (infraestrutura) Misturar trem regional com metrô. O projeto é intermunicipal e deve ser avaliado pela demanda regional.

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[b1601] (infraestrutura) 7. Fontes de financiamento e divisão de responsabilidades

[b1602] (infraestrutura) O Governo de Minas Gerais não deve assumir sozinho dezenas de bilhões de reais em ferrovias federais. O papel estadual é preparar projetos, coordenar entes, financiar interfaces e contratar serviços intrastaduais de passageiros quando houver viabilidade.

[b1604] (infraestrutura) Empresas podem construir e operar ferrovias por sua conta e risco. A ANTT informa 43 contratos de autorização, 12.477 quilômetros e R$ 239,15 bilhões em investimentos declarados. O indicador relevante é a obra efetiva, não o valor anunciado. [16]

[b1606] (infraestrutura) O banco pode financiar implantação e modernização, estruturar concessões e combinar crédito com mercado de capitais. [17]

[b1608] (infraestrutura) Concessionárias e autorizatárias podem captar recursos para implantação, modernização e recuperação ferroviária. [18] Fundo Clima

[b1609] (infraestrutura) Projetos que demonstrem redução de emissões podem buscar financiamento climático. [20] Fundo de Desenvolvimento do Nordeste

[b1610] (infraestrutura) É especialmente relevante para Jequitinhonha, Mucuri e Norte de Minas Gerais. O FDNE pode financiar infraestrutura na área da Sudene, observadas as regras do fundo. [19]

[b1612] (infraestrutura) A participação estadual deve se concentrar em estações, estudos, integração urbana, licenciamento, projetos e terminais. A lista está em ordem alfabética e identifica os itens que destravam investimentos maiores. → infraestrutura-mobilidade/p23, infraestrutura-mobilidade/p54

[b1613] (infraestrutura) Renovações e concessões federais

[b1614] (infraestrutura) A proposta de renovação da FCA prevê R$ 24 bilhões em 30 anos, com cerca de R$ 8 bilhões em Minas Gerais. A prioridade é transformar o pacote em cronogram

[b1615] (infraestrutura) a territorial verificável. [5]

[b1620] (infraestrutura) Autorizações, concessões, direito de passagem federal, regulação da ANTT e trechos que transponham limites estaduais.

[b1622] (infraestrutura) Coordenação regional, estruturação de projetos, licenciamento estadual, serviços ferroviários intrastaduais, terminais e integração com outras políticas.

[b1624] (infraestrutura) Estações, integração urbana, ordenamento territorial, preservação da faixa e conexão com ônibus locais.

[p. 97]

[b1629] (infraestrutura) • instalar unidade estadual de projetos ferroviários dentro da estrutura existente → infraestrutura-mobilidade/p18

[b1630] (infraestrutura) • publicar os 15 corredores com custo, etapa, fonte, prazo e responsável → infraestrutura-mobilidade/p16

[b1631] (infraestrutura) • criar mesa permanente com ANTT, concessionárias, Governo Federal e municípios → infraestrutura-mobilidade/p18

[b1633] (infraestrutura) • atualizar custos para uma data-base comum → infraestrutura-mobilidade/p22

[b1634] (infraestrutura) • definir cinco prioridades de execução → infraestrutura-mobilidade/p22

[b1635] (infraestrutura) • inventariar faixas, projetos e trechos → infraestrutura-mobilidade/p72

[b1636] (infraestrutura) • publicar integralmente os estudos existentes → infraestrutura-mobilidade/p16

[b1638] (infraestrutura) • concluir ou atualizar pelo menos oito estudos de viabilidade → infraestrutura-mobilidade/p22

[b1639] (infraestrutura) • estruturar modelos financeiros → infraestrutura-mobilidade/p54

[b1640] (infraestrutura) • obter licenças prévias para projetos maduros → infraestrutura-mobilidade/p22

[b1641] (infraestrutura) • selecionar os serviços regionais de passageiros mais viáveis → infraestrutura-mobilidade/p14

[b1643] (infraestrutura) • contratar pelo menos três projetos → infraestrutura-mobilidade/p22

[b1644] (infraestrutura) • ter cinco projetos com engenharia suficientemente madura → infraestrutura-mobilidade/p75, infraestrutura-mobilidade/p117

[b1645] (infraestrutura) • ter um serviço regional de passageiros estruturado → infraestrutura-mobilidade/p14

[b1647] (infraestrutura) • ampliar o serviço de passageiros numa linha existente → infraestrutura-mobilidade/p14

[b1648] (infraestrutura) • iniciar obras em pelo menos três corredores → infraestrutura-mobilidade/p22

[b1649] (infraestrutura) • publicar prestação anual de contas → infraestrutura-mobilidade/p22, infraestrutura-mobilidade/p46

[b1650] (infraestrutura) • ter um novo serviço regional em implantação ou operação → infraestrutura-mobilidade/p14

[b1653] (infraestrutura) Território Corredores Alto Paranaíba 2 e 3 Campo das Vertentes 14

[b1654] (infraestrutura) Centro-Oeste 3 e 4 Jequitinhonha 7 e 8

[b1656] (infraestrutura) Território Corredores Mucuri 8

[b1659] (infraestrutura) Quadrilátero Ferrífero 15 Região Central 9 e 15 Rio Doce 9

[b1660] (infraestrutura) Sul de Minas Gerais 13 e 14 Triângulo Mineiro 1 e 2 Vale do Aço 9 e 10 Zona da Mata 11 e 12

[b1662] (infraestrutura) Lacuna territorial reconhecida

[b1663] (infraestrutura) O Sudoeste de Minas Gerais, especialmente o eixo de Passos e São Sebastião do Paraíso, permanece sem corredor próprio entre os

[b1664] (infraestrutura) 15. A solução responsável é manter uma faixa cinza no mapa como próxima carteira de estudos, sem fabricar um traçado sem base técnica. → infraestrutura-mobilidade/p76

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[b1675] (infraestrutura) Como transformar frete menor em custo de vida menor

[b1676] (infraestrutura) A redução do frete não vira automaticamente preço menor. Para que o benefício chegue à população, contratos e terminais precisam produzir acesso, concorrência e transparência.

[b1677] (infraestrutura) • Acesso à malha para diferentes operadores. → infraestrutura-mobilidade/p21

[b1678] (infraestrutura) • Concorrência entre prestadores e embarcadores. → infraestrutura-mobilidade/p21

[b1679] (infraestrutura) • Metas públicas de capacidade e desempenho. → infraestrutura-mobilidade/p21

[b1680] (infraestrutura) • Terminais abertos e integrados às rodovias. → infraestrutura-mobilidade/p21

[b1681] (infraestrutura) • Transparência sobre tarifas, volumes e prazos. → infraestrutura-mobilidade/p21

[b1683] (infraestrutura) Combustível, estacionamento, pedágio e tempo.

[b1685] (infraestrutura) Alimentos, combustíveis, fertilizantes, insumos industriais e manutenção rodoviária.

FIM — 423 blocos neste arquivo.