Eduardo Riedel — texto do programa sobre Assistência social e pobreza (Governador — MS, 2026)

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Este arquivo tem 22 blocos do programa de Eduardo Riedel, na ordem do documento. [p. N] é a página do PDF registrado no TSE (divulgacandcontas.tse.jus.br/divulga/rest/arquivo/doc/120016868872). "→" marca o bloco que sustenta proposta da comparação (eleicoes.ai/ia/dados/governador/ms/tema-assistencia-social).

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[b34] (assistencia_social) O crescimento econômico de MS foi acompanhado por uma agenda propositiva de inclusão. Em 4 anos, a extrema pobreza caiu 60% — mais de 40 mil pessoas saíram das condições mais precárias de vida e mais de 34 mil famílias passaram a ter acesso regular à alimentação adequada. O Estado conquistou o 10 lugar no ranking nacional de mobilidade social — o indicador que mede a chance de um filho viver melhor do que seus pais.

[b35] (assistencia_social) A política de assistência social também passou por uma transformação estrutural. Os programas estaduais deixaram de ser exclusivamente mecanismos de transferência de renda e passaram a atuar como instrumentos de superação da vulnerabilidade, combinando apoio financeiro com ações de segurança alimentar, acesso à saúde, permanência escolar e acompanhamento familiar, tendo como foco a busca pela emancipação das pessoas. A adoção da busca ativa permitiu identificar famílias que sequer estavam inscritas no Cadastro Único e, portanto, não acessavam benefícios sociais estaduais ou federais. Como resultado, cerca de 44 mil famílias saíram da insegurança alimentar nos últimos dois anos (2024 a 2026), a taxa de extrema pobreza foi reduzida de 4% para 1,6% e Mato Grosso do Sul avançou da 17a em 2022 para a 2a posição nacional no pilar Capital Humano do último Ranking de Competitividade dos Estados (2025), refletindo a evolução das oportunidades e da qualidade de vida da população.

[b36] (assistencia_social) Além de reestruturar programas consolidados, como o Mais Social e o Energia Zero, o Estado implantou novas iniciativas voltadas a públicos específicos, entre elas o ‘Cuidar de Quem Cuida’, o ‘Recomeços’ e o ‘Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família: Criança na Creche’. A implantação do Compliance Social, em parceria com a Controladoria-Geral do Estado, fortaleceu a transparência, a integridade e o monitoramento das políticas públicas, consolidando um modelo de assistência social orientado por resultados, focalização e promoção da autonomia das famílias. → assistencia-social/p8, assistencia-social/p15

[b42] (assistencia_social) Redução da Pobreza e Inclusão Social

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[b66] (assistencia_social) Na proteção social, o Conta de Energia Zero e o Mais Social atendem mais de 70 mil famílias (chegaram a mais de 100 mil durante a pandemia) e a redução reflete o desenquadramento pelo crescimento da renda e do emprego. O número de famílias no Bolsa Família caiu 8,63% em dois anos (61.610 pessoas a menos) e o percentual de domicílios com o benefício caiu de 13% para 9,5% — 50 menor do país.

[b67] (assistencia_social) Já na segurança nutricional, são 47 mil famílias recebendo o cartão do Mais Social e 20 mil famílias indígenas em áreas rurais recebendo as cestas alimentares, totalizando 67 mil famílias com alimentação garantida pelo governo do Estado.

[b98] (assistencia_social) Crescimento que chega na vida de cada um

[b102] (assistencia_social) Mobilidade social — filho tem mais chance de viver melhor que os pais

[b107] (assistencia_social) Extrema pobreza — de 4% para 1,6% da população (30 menor índice nacional)

[b131] (assistencia_social) Famílias com alimentação regular garantida pelo

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[b153] (assistencia_social) Pessoas, Proteção Social e Desenvolvimento

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[b159] (assistencia_social) 1. Pessoas, Proteção Social e Desenvolvimento Humano

[b163] (assistencia_social) Proteção Social, Cidadania, Equidade e Inclusão Produtiva

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[b242] (assistencia_social) sta dimensão reúne o conjunto de políticas públicas voltadas à promoção da dignidade humana, da inclusão social e da melhoria da qualidade de vida da população. Parte da compreensão de que o verdadeiro desenvolvimento de um Estado se mede pela capacidade de oferecer oportunidades, reduzir desigualdades e garantir que as

[b243] (assistencia_social) pessoas que precisam tenham acesso a serviços públicos de qualidade ao longo de diferentes etapas da vida.

[b244] (assistencia_social) Mais do que ampliar a oferta de serviços, esta dimensão propõe uma nova lógica de atuação do poder público, baseada na prevenção, na integração entre políticas públicas e na construção de trajetórias de emancipação social. O objetivo é enfrentar as causas estruturais das vulnerabilidades e não somente administrá-las, fortalecendo a autonomia das pessoas e das famílias, criand condições para que as oportunidades criadas pelo crescimento, a educação, a saúde, a assistência social, a cultura, a habitação, o esporte e a segurança atuem de forma articulada, produzindo resultados permanentes para a sociedade.

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[b257] (assistencia_social) A dimensão também reconhece que os investimentos realizados na primeira infância e nos primeiros anos da vida produzem impactos duradouros sobre aprendizagem, saúde, segurança pública, produtividade e mobilidade social, devendo orientar transversalmente as políticas públicas voltadas ao desenvolvimento humano. Essa dimensão reconhece que a construção de uma sociedade mais justa depende também de uma política de segurança pública moderna, integrada e orientada pela inteligência, pela prevenção e pela proteção das pessoas. Em um estado de fronteira, o enfrentamento ao crime organizado deve caminhar ao lado do fortalecimento das políticas preventivas, da redução da violência nas comunidades e da proteção aos grupos mais vulneráveis, com atenção especial ao enfrentamento da violência contra a mulher e à consolidação de uma rede de atendimento mais humanizada, acessível e presente em todo o território estadual.

[b258] (assistencia_social) Da mesma forma, a proteção social, cada vez mais deixa de ser compreendida apenas como oferta de benefícios e passa a atuar como instrumento de superação da vulnerabilidade, promovendo inclusão produtiva, qualificação profissional e acompanhamento das famílias até a conquista de sua autonomia e a plenitude de sua dignidade. Ao integrar prevenção da violência, fortalecimento das comunidades, valorização da cultura, esporte e cidadania, esta dimensão busca construir ambientes mais seguros, inclusivos e acolhedores, ampliando oportunidades e promovendo mobilidade social em todas as regiões de Mato Grosso do Sul. Por isso, esta nova agenda trabalha com o desafio de oferecer uma “cesta” de serviços às famílias em situação de pobreza. De forma prática e transversal articular oferta de habitação, saneamento básico, prioridade no acesso à saúde, através de prontuários diferenciados; escola em tempo integral, creche para os filhos mais novos e qualificação para o emprego. É evidente que, entre elas, outras políticas públicas atuam complementarmente, como o esporte, o lazer e a cultura.

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[b267] (assistencia_social) 1.2 PROTEÇÃO SOCIAL, CIDADANIA, EQUIDADE E INCLUSÃO PRODUTIVA

[b268] (assistencia_social) Mato Grosso do Sul ampliou significativamente sua rede de proteção social nos últimos anos, fortalecendo programas de transferência de renda, segurança alimentar, promoção dos direitos humanos e inclusão social. Ao mesmo tempo, consolidou uma atuação cada vez mais integrada entre diferentes áreas governamentais, incorporando uma visão mais ampla de desenvolvimento social, na qual assistência, qualificação profissional, cidadania e geração de oportunidades atuam de forma articulada para reduzir vulnerabilidades e ampliar a autonomia das famílias. Essa estratégia, combinada ao crescimento econômico, ao cenário de praticamente pleno emprego e à expansão da renda média, contribuiu para reduzir a extrema pobreza a 1,6%, uma das menores taxas do país, além de diminuir a concentração de renda e fortalecer a mobilidade social.

[b269] (assistencia_social) Nos próximos anos, essa agenda evoluirá para um modelo cada vez mais orientado à superação definitiva das vulnerabilidades e à promoção da autonomia. O foco será fortalecer políticas de inclusão produtiva, ampliar o acesso à qualificação profissional, aperfeiçoar os instrumentos de identificação, monitoramento e acompanhamento das famílias em situação de vulnerabilidade, expandir o acesso aos serviços públicos e consolidar uma política de segurança alimentar baseada na dignidade, na equidade e na emancipação das pessoas. Além disso, o Estado pretende avançar na atenção à públicos específicos, mais vulneráveis e que precisam de políticas públicas específicas e orientadas, como idosos, pessoas com deficiência, jovens e mulheres. A integração entre proteção social, cidadania e desenvolvimento humano continuará orientando ações capazes de romper ciclos intergeracionais de vulnerabilidade e ampliar oportunidades para todos os sul-mato-grossenses. → assistencia-social/p5, assistencia-social/p6, assistencia-social/p18

[b271] (assistencia_social) •Abrir pelo menos 600 novas vagas, exclusivas para mulheres, do programa MS SUPERA MULHER para vítimas de violência. •Abrir mais uma Casa Abrigo em Campo Grande, para mulheres vítimas de violência. •Criar novas 500 vagas para a expansão do programa Cuidar de Quem Cuida. •Implantar o cadastro estadual integrado das pessoas com deficiência. •Criar o Programa de Residências apoiadas nos 4 maiores municípios do Estado. •Implantar o programa Recomeços Jovem para 100% dos adolescentes em unidades de acolhimento e até os 20 anos de idade despois de desacolhidos. •Criar Programa de Emprego Apoiado para pessoas com deficiência, com no mínimo 1000 vagas. •Integrar políticas de assistência social, qualificação profissional e inclusão produtiva, ampliando oportunidades de encaminhamento para o emprego aos beneficiários de programas sociais. •Implantar mecanismos permanentes de acompanhamento da superação da vulnerabilidade social. •Modernizar a política estadual de segurança alimentar, priorizando qualidade nutricional e dignidade no acesso aos alimentos. •Atender com políticas específicas a população em situação de rua, incluindo atendimento psicossocial, soluções de acolhimento e reinserção social. •Estruturar políticas permanentes de promoção da autonomia econômica das mulheres. •Fortalecer a Rede Estadual de Atenção Integral à Pessoa com Deficiência e Autismo, ampliando a atuação das organizações da sociedade civil, como polos regionais de atendimento. → assistencia-social/p1, assistencia-social/p4, assistencia-social/p5, assistencia-social/p6, assistencia-social/p8, assistencia-social/p11, assistencia-social/p12, assistencia-social/p13, assistencia-social/p14, assistencia-social/p15, assistencia-social/p16, assistencia-social/p17, assistencia-social/p18

FIM — 22 blocos neste arquivo.