Eduardo Riedel — texto do programa sobre Ciência, tecnologia e inovação (Governador — MS, 2026)
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[b181] (ciencia_tecnologia) Ciência, Tecnologia e Ecossistemas de Inovação
[b207] (ciencia_tecnologia) Conectividade Digital e Infraestrutura
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[b323] (ciencia_tecnologia) Ao mesmo tempo, a dimensão reconhece que o desenvolvimento contemporâneo depende cada vez menos da disponibilidade isolada de recursos naturais e cada vez mais da capacidade de transformar conhecimento, tecnologia e inovação em ganhos de produtividade e competitividade. Por essa razão, ciência, tecnologia e inovação deixam de representar uma política setorial e passam a constituir um eixo transversal de desenvolvimento, impulsionando a modernização do agro, da indústria, dos serviços e das novas economias emergentes.
[p. 21]
[b328] (ciencia_tecnologia) 2.1 CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ECOSSISTEMAS DE INOVAÇÃO
[b329] (ciencia_tecnologia) Nos últimos anos, Mato Grosso do Sul consolidou importantes avanços na construção de um ambiente favorável à inovação, fortalecendo sua política estadual de ciência e tecnologia, ampliando os investimentos em pesquisa aplicada e aproximando universidades, centros de pesquisa, empresas e governo. A atualização da Política Estadual de Ciência e Tecnologia, o fortalecimento da Fundect, que atingiu seu maior nível de recursos aplicados em sua história, o apoio a ambientes de inovação e iniciativas como a cooperação firmada com empresas globais, como o Google, para desenvolvimento de soluções em inteligência artificial, demonstram a evolução de uma agenda que passa a ocupar papel estratégico no desenvolvimento do Estado.
[b330] (ciencia_tecnologia) O próximo ciclo deverá consolidar um ecossistema de inovação cada vez mais integrado, estimulando a geração de conhecimento, o empreendedorismo inovador, a transferência de tecnologia e a criação de soluções capazes de aumentar a competitividade da economia sul-mato-grossense. A ciência, a tecnologia e a inovação deverão atuar como vetores transversais do desenvolvimento, acelerando a transformação produtiva e preparando o Estado para as oportunidades da economia do futuro.
[b334] (ciencia_tecnologia) Em 2025, a taxa anual de desocupação do Estado foi de 3,0%, uma das menores do país e a menor da série histórica local. No quarto trimestre de 2025, a desocupação caiu para 2,4%, ficando entre os menores índices nacionais. Já no primeiro trimestre de 2026, mesmo com alta sazonal em vários estados, Mato Grosso do Sul permaneceu •Implementar a nova Política Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, criada recentemente. •Investir recursos e profissionalizar os ecossistemas regionais de inovação e empreendedorismo. •Aplicar recursos via FUNDECT em editais de pesquisa específicos voltados para os desafios do estado, buscando a aproximação entre universidades, centros de pesquisa e setor produtivo. •Ampliar programas de apoio à pesquisa aplicada e à inovação empresarial, ampliando os níveis atuais de bolsas, tanto para graduação, como para pós graduação. •Estimular a adoção de inteligência artificial e tecnologias emergentes nos setores produtivos. •Atrair centros de pesquisa, desenvolvimento e inovação para o Estado, atuando na implantação de pelo menos dois novos centros até 2030. → ciencia-tecnologia/p7, ciencia-tecnologia/p10, ciencia-tecnologia/p12, ciencia-tecnologia/p15, ciencia-tecnologia/p17, ciencia-tecnologia/p24, ciencia-tecnologia/p31
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[b431] (ciencia_tecnologia) 3.5 CONECTIVIDADE DIGITAL E INFRAESTRUTURA TECNOLÓGICA
[b432] (ciencia_tecnologia) A transformação digital do Estado exige uma infraestrutura tecnológica cada vez mais robusta e distribuída.
[b433] (ciencia_tecnologia) Nos últimos anos, Mato Grosso do Sul ampliou investimentos em conectividade, expansão das redes de comunicação e modernização da infraestrutura digital, fazendo a fibra ótica chegar em todos os prédios públicos dos 79 municípios, criando condições para fortalecer a inovação, a prestação de serviços públicos e o desenvolvimento econômico em todas as regiões.
[b434] (ciencia_tecnologia) O próximo ciclo buscará ampliar a cobertura da conectividade, reduzir desigualdades digitais e consolidar uma infraestrutura tecnológica preparada para suportar a transformação digital da economia, das cidades e dos serviços públicos. O acesso à conectividade deverá ser tratado como elemento essencial da competitividade, da inclusão e do desenvolvimento regional, e como elemento básico para atração de investimentos em datacenters, em consonância com as vantagens competitivas da matriz energética sustentável do Estado.
[b441] (ciencia_tecnologia) •Expandir a cobertura da infraestrutura de conectividade em todo o território estadual. •Fortalecer redes digitais de alta capacidade. •Reduzir desigualdades de acesso à conectividade. •Apoiar a implantação de infraestrutura tecnológica para cidades inteligentes. •Estimular a expansão das telecomunicações em áreas estratégicas. •Promover infraestrutura digital como vetor de desenvolvimento econômico. •Integrar conectividade às políticas de educação, saúde, segurança e inovação. •Realizar a restauração do Parque Estadual das Nascentes do Rio Taquari e do Parque das Várzeas do Rio Ivinhema, explorando os créditos de carbono oriundos da restauração (ARR). → ciencia-tecnologia/p1, ciencia-tecnologia/p2, ciencia-tecnologia/p4, ciencia-tecnologia/p5, ciencia-tecnologia/p22, ciencia-tecnologia/p28
FIM — 12 blocos neste arquivo.