Eduardo Riedel — texto do programa sobre Economia, emprego e agro (Governador — MS, 2026)
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[b26] (economia) Ao longo da última década, Mato Grosso do Sul consolidou uma transformação de sua estrutura econômica.
[b27] (economia) O Produto Interno Bruto (PIB) praticamente dobrou, passando de R$ 91,9 bilhões em 2016 para R$ 184,4 bilhões em 2023, ano em que o Estado registrou a segunda maior taxa de crescimento do país (13,4%), mais de quatro vezes a média nacional (3,2%), além de alcançar o 60 maior PIB per capita do Brasil. A diversificação econômica tornou-se uma realidade, com destaque para a indústria de transformação, impulsionada pelos investimentos em celulose, bioenergia e agroindustrialização, que ampliou sua participação na economia estadual e consolidou uma nova base industrial. Paralelamente, o Estado atingiu recordes nas exportações em 2025, com uma pauta cada vez mais diversificada, liderada por produtos florestais (US$ 9,2 bilhões), soja (US$ 2,8 bilhões), carnes (US$ 2,7 bilhões) e produtos do complexo sucroalcooleiro (US$ 731 milhões). A inserção internacional também se fortaleceu, tendo a China como principal destino (44,6%), seguida pela União Europeia (12%), Estados Unidos (5%) e Uruguai (3%), evidenciando a ampliação dos mercados compradores e a consolidação de Mato Grosso do Sul como um polo exportador de alimentos, fibras, bioenergia e produtos industriais. Esse desempenho reflete uma estratégia de desenvolvimento que fortalece as vocações do Estado, amplia a industrialização vinculada ao agronegócio, diversifica a base produtiva e consolida Mato Grosso do Sul como um dos principais polos nacionais de produção agroindustrial e de exportação.
[b28] (economia) Assim, Mato Grosso do Sul saiu da condição de estado exportador de matéria-prima para se tornar referência nacional em industrialização do agro e atração de investimentos. Segundo projeção do Banco do Brasil, em 2025, o estado cresceu 5,3% — mais que o dobro da média nacional projetada de 2,5% —, conquistando o 30 lugar no ranking de crescimento do PIB entre os estados brasileiros. Desde 2023, foram atraídos mais de R$ 81 bilhões em investimentos privados, impulsionados por setores como celulose, bioetanol, proteína animal e logística.
[b29] (economia) A política de desburocratização e simplificação tributária posicionou MS com o menor ICMS do país em setores estratégicos, criando um ambiente competitivo que atrai empresas nacionais e internacionais. O Estado lidera o ranking nacional de crescimento da indústria de transformação — o indicador que mede a transição de uma economia primária para uma base industrial diversificada. Somente no ano passado foram gerados mais de 19 mil novos empregos formais, impulsionados pelos setores de construção, serviços, indústria, comércio e agropecuária.
[b30] (economia) A renda média no Estado cresceu 64% (de 2021 comparado a 2025), sendo que o 80% do ganho advém do rendimento do trabalho.
[b31] (economia) Mais de 500 mil qualificações foram realizadas em três anos por meio de programas de formação profissional alinhados às cadeias produtivas estratégicas. A FUNTRAB foi modernizada e expandiu sua presença nos 79 municípios, passando a operar como central de inteligência do trabalho.
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[b72] (economia) Economia que cresce e gera oportunidade
[b77] (economia) (5,3%) — mais que o dobro da média nacional
[b81] (economia) Investimento privado atraído em 2 anos
[b84] (economia) Profissionais formados em programas de qualificação
[b89] (economia) Indústria de transformação — liderança nacional
[b93] (economia) Carga tributária competitiva que fortalece o setor produtivo
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[b152] (economia) Desenvolvimento, Competitividade e Futuro
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[b177] (economia) 2. Desenvolvimento, Competitividade e Futuro
[b183] (agro) Agropecuária, Agroindústria e Agro 5.0
[b185] (economia) Indústria, Comércio e Serviços
[b187] (economia) Turismo de Natureza, Cultural e de Negócios
[b191] (economia) Ambiente de Negócios, Competitividade e Transformação Econômica
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[b309] (economia) ato Grosso do Sul vive um novo ciclo de desenvolvimento econômico, marcado pela expansão de investimentos, diversificação da base produtiva, fortalecimento da agroindustrialização, crescimento da indústria, consolidação de novos setores econômicos e construção de um ambiente cada vez mais favorável aos negócios. Nos últimos anos, o Estado conquistou posição de destaque nacional em
[b310] (economia) competitividade, responsabilidade fiscal, atração de investimentos e sustentabilidade, criando bases sólidas para um novo estágio de crescimento econômico, geração de oportunidades e melhoria da qualidade de vida da população. Esta dimensão dialoga diretamente com as estratégias de mobilidade social e desenvolvimento humano, infraestrutura e modernização do Estado, reconhecendo que a competitividade depende da integração entre pessoas, território e capacidade institucional.
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[b319] (economia) DESENVOLVIMENTO, COMPETITIVIDADE E FUTURO
[b320] (economia) Esta dimensão concentra as estratégias voltadas à consolidação desse novo posicionamento, ampliando a competitividade da economia sul-mato-grossense e preparando o Estado para as transformações produtivas, tecnológicas e institucionais das próximas décadas. Seu objetivo é fortalecer um ambiente favorável ao investimento, ao empreendedorismo, à inovação e à geração de emprego e renda, promovendo maior agregação de valor à produção, diversificação econômica e inserção competitiva de Mato Grosso do Sul nos mercados nacionais e internacionais.
[b321] (economia) O próximo ciclo de governo também será marcado pela implementação da Reforma Tributária, que promoverá a maior transformação no ambiente econômico brasileiro das últimas décadas. Não por mero acaso, o Estado vem executando uma das mais agressivas políticas de incentivo fiscal do país. O objetivo estratégico é claro: a partir de 2029, os incentivos passarão a ser reduzidos progressivamente até serem extintos em 2032. Ou seja, estes são os últimos anos possíveis de utilização desse instrumento para atrair investimento e promover a tão ansiada industrialização da economia sul-mato-grossense. → economia-agro/p85, economia-agro/p113
[b322] (economia) Mais do que um desafio de adaptação, esse novo cenário representa uma oportunidade para consolidar o Mato Grosso do Sul como um dos estados mais competitivos do País. Um ambiente de negócios moderno, seguro e eficiente, aliada a uma estratégia estruturada de transição tributária, será fundamental para preservar a atratividade do Estado, apoiar o setor produtivo e ampliar sua capacidade de captar investimentos ao longo de todo o período de implementação do novo sistema tributário.
[b324] (economia) A diretriz proposta busca integrar temas estratégicos e áreas interdependentes em uma agenda única de desenvolvimento, conectando agropecuária, agroindústria, indústria, comércio, serviços, turismo, bioeconomia e transformação digital da economia. Da mesma forma, reconhece que o crescimento econômico somente se traduz em desenvolvimento quando amplia oportunidades para as pessoas. Por isso, esta dimensão articula suas ações às políticas de educação, qualificação profissional e inclusão produtiva, garantindo que a competitividade do Estado seja acompanhada pela geração de emprego, aumento da renda e melhoria da qualidade de vida da população.
[b325] (economia) Mais do que responder aos desafios do presente, esta dimensão projeta Mato Grosso do Sul para o futuro. Seu propósito é consolidar o Estado como uma das economias mais competitivas, inovadoras e sustentáveis do Brasil, capaz de transformar suas vocações naturais, sua capacidade empreendedora e seu ambiente institucional em desenvolvimento econômico, prosperidade compartilhada e oportunidades para as próximas gerações.
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[b331] (economia) 2.2 EMPREGO, RENDA E QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL
[b332] (economia) O dinamismo econômico vivido por Mato Grosso do Sul nos últimos anos ampliou a geração de empregos formais e evidenciou a necessidade de aproximar cada vez mais a formação profissional das demandas do mercado de trabalho, para que o Estado continue avançando na direção do aumento substantivo da renda média, como ocorreu nesses anos (37,6%, em relação a 2019), impactando a realidade nacional e regional de empregos de baixos salários.
[b333] (economia) O fortalecimento das políticas de intermediação de mão de obra, das ações de qualificação profissional e da articulação entre governo, setor produtivo e instituições de ensino contribuiu para reduzir gargalos de empregabilidade e apoiar a expansão dos principais setores econômicos, fazendo com que MS atingisse o menor nível de desocupação no longo prazo do País.
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[b337] (economia) em patamar inferior à média brasileira. As pessoas estão trabalhando ou empreendendo.
[b338] (economia) O desafio para o próximo ciclo será transformar ainda mais o crescimento econômico em oportunidades para a população, ampliando a qualificação profissional, fortalecendo políticas de retenção de talentos e conectando educação, assistência social e desenvolvimento econômico. O objetivo é garantir que a expansão da economia seja acompanhada pela formação de mão de obra qualificada, aumento da renda e maior inclusão produtiva em todas as regiões do Estado.
[b340] (agro) 2.3 AGROPECUÁRIA, AGROINDÚSTRIA E AGRO 5.0
[b341] (agro) A agropecuária permanece como um dos principais motores do desenvolvimento de Mato Grosso do Sul e, nos últimos anos, avançou significativamente em produtividade, agregação de valor e sustentabilidade. Entre 2010 e 2024, MS reduziu em 52% a área de pastagens degradadas, que caiu de 6,2 milhões para 2,9 milhões de hectares.
[b342] (agro) Foram 3,3 milhões de hectares recuperados (4x o território de Campo Grande), suportando a economia, a renda das pessoas e gerando benefícios ambientais, como a redução do desmatamento de e das emissões carbono pelo setor agropecuário. A expansão da agroindustrialização, programas como o MS Irriga, a consolidação de cadeias produtivas estratégicas e o fortalecimento de políticas voltadas à inovação no campo vêm posicionando o Estado como referência nacional em produção agropecuária de alta eficiência e baixo impacto ambiental.
[b343] (agro) Nos próximos anos, a prioridade será consolidar uma nova etapa de desenvolvimento do agro, ampliando a incorporação de tecnologias digitais, agricultura de precisão, irrigação, automação e inteligência de dados, a conversão de áreas degradadas, uso de bioinsumos, sistemas integrados e princípios de economia circular. Ao mesmo tempo, será fundamental fortalecer a agregação de valor, diversificar cadeias produtivas, ampliar mercados e consolidar o Estado como referência em produção sustentável e competitiva. •Dobrar os recursos aplicados no voucher transportador, ampliando o número de habilitados nas categorias “D” e “E”, passando para, pelo menos, 5 mil habilitados até 2030. •Ampliar os recursos do voucher desenvolvedor para formar pelo menos 400 novos desenvolvedores até 2030. •Implantar um eixo de atuação, junto a assistência social, para formalização e operacionalização de cooperativas de catadores, com formação e remuneração dos trabalhadores. •Integrar formação profissional às estratégias de atração de investimentos. •Fortalecer políticas de empregabilidade para jovens e grupos em situação de vulnerabilidade. •Incentivar programas de requalificação profissional para novas tecnologias. •Estimular a formação de mão de obra para setores estratégicos da economia. •Fortalecer mecanismos de intermediação entre trabalhadores e empresas. •Promover ações voltadas à retenção e atração de talentos. •Expandir programas de inclusão produtiva e empreendedorismo. → economia-agro/p47, economia-agro/p49, economia-agro/p50, economia-agro/p54, economia-agro/p55, economia-agro/p101, economia-agro/p102, economia-agro/p103
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[b346] (economia) 2.4 INDÚSTRIA, COMÉRCIO E SERVIÇOS
[b347] (economia) Mato Grosso do Sul vive um dos mais importantes ciclos de industrialização de sua história, impulsionado pela atração de novos investimentos, expansão das cadeias produtivas e fortalecimento do ambiente empresarial, figurando nos últimos anos entre as primeiras posições de crescimento da indústria de transformação no Brasil. A consolidação dos polos de celulose, proteína animal, bioenergia e mineração, aliada ao crescimento do comércio e dos serviços, tem contribuído para diversificar a economia estadual e ampliar a geração de emprego e renda, fazendo com que o Estado crescesse mais de 4 vezes a média nacional nos últimos anos.
[b348] (economia) O próximo ciclo buscará aprofundar essa transformação, estimulando maior agregação de valor, aumento da produtividade e fortalecimento das cadeias produtivas locais. A estratégia será ampliar a competitividade dos setores econômicos, incentivar novos segmentos industriais e consolidar um ambiente favorável à inovação, ao empreendedorismo e ao crescimento sustentável dos serviços. •Implementar o primeiro Fundo de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais – FIAGRO do MS, ou modelo semelhante de financiamento para a atividade agropecuária. •Ampliar a conversão de áreas degradadas em áreas produtivas, com programas específicos para regiões de solos arenosos. •Expandir a agregação de valor às cadeias produtivas agroindustriais consolidadas, estimulando a inovação em novos produtos e transformação de coprodutos e resíduos. •Incentivar e atrair novos investimentos em agroindustrialização com foco em cadeias emergentes no estado. •Reestruturar o serviço de assistência técnica rural público, priorizando o desenvolvimento dos agricultores familiares e a ampliação da captação de financiamento por esse segmento. •Ampliar os programas de investimento em agroindustrialização para associações e cooperativas ligadas a agricultura familiar. •Incentivar a modernização tecnológica das propriedades rurais e ampliar a conectividade e a adoção de soluções de Agricultura 5.0. •Estimular sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis, com foco no uso eficiente dos insumos, integração de atividades, bioinsumos e princípios de economia circular. •Fortalecer programas de irrigação e intensificação sustentável, atuando inclusive na modernização e mecanismos de licenciamento associados a atividade de irrigação. •Expandir ações de abertura e diversificação de mercados. •Implantar um sistema de rastreabilidade da bovinocultura, com objetivo de ampliar a competitividade das cadeias produtivas. •Estimular pesquisa aplicada voltada ao aumento da produtividade. → economia-agro/p17, economia-agro/p24, economia-agro/p25, economia-agro/p29, economia-agro/p39, economia-agro/p41, economia-agro/p76, economia-agro/p98
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[b350] (economia) •Atrair novos investimentos industriais e de serviços. •Incentivar a diversificação da base produtiva estadual. •Fortalecer cadeias produtivas estratégicas locais, promovendo seu adensamento e garantindo a participação de fornecedores locais. •Estimular o aumento da produtividade das empresas. •Promover a internacionalização das empresas sul-mato-grossenses. •Fortalecer programas de inovação industrial. •Estimular a agregação de valor à produção estadual. •Incentivar o desenvolvimento de novos setores econômicos. → economia-agro/p17, economia-agro/p18, economia-agro/p20, economia-agro/p22, economia-agro/p24
[b352] (economia) 2.5 TURISMO DE NATUREZA, CULTURAL E DE NEGÓCIOS
[b353] (economia) O turismo consolidou-se como uma atividade estratégica para a diversificação econômica de Mato Grosso do Sul, apoiado na valorização de seus ativos naturais, culturais e na crescente capacidade de atrair eventos e investimentos, além de ser uma importante atividade para atrair recursos de outros estados e países para dentro de MS. Destinos consolidados, como Bonito e Pantanal, aliados ao fortalecimento das políticas estaduais de promoção turística e à ampliação da infraestrutura para o setor, posicionaram o Estado como referência nacional em turismo de natureza e sustentabilidade.
[b354] (economia) A próxima etapa deverá ampliar essa agenda, diversificando produtos turísticos, fortalecendo o turismo cultural, étnico, de eventos e de negócios e promovendo maior integração entre municípios e regiões turísticas. O objetivo é transformar o turismo em um vetor permanente de desenvolvimento regional, geração de emprego, valorização da cultura local e atração de investimentos, fortalecendo as cadeias produtivas associadas à ele, como gastronomia, artesanato, economia criativa e serviços.
[b357] (economia) •Consolidar Mato Grosso do Sul como destino global de turismo sustentável. •Diversificar a oferta de produtos turísticos, desenvolvendo também destinos em municípios fora do eixo Bonito-Pantanal. •Fortalecer o turismo cultural, étnico, gastronômico, de experiência e de base comunitária. •Expandir o turismo de negócios e eventos. •Integrar e estruturar rotas turísticas estaduais. •Incentivar investimentos privados no setor. •Ampliar ações de promoção nacional e internacional do destino Mato Grosso do Sul. •Fortalecer a qualificação dos serviços turísticos. •Estimular a inovação e a transformação digital no turismo. → economia-agro/p2, economia-agro/p3, economia-agro/p5, economia-agro/p7, economia-agro/p9, economia-agro/p10, economia-agro/p89, economia-agro/p90, economia-agro/p92, economia-agro/p93
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[b367] (economia) 2.7 AMBIENTE DE NEGÓCIOS, COMPETITIVIDADE E TRANSFORMAÇÃO ECONÔMICA
[b368] (economia) Nos últimos anos, Mato Grosso do Sul consolidou um dos ambientes de negócios mais competitivos do Brasil, resultado de uma agenda consistente de modernização regulatória, simplificação de processos, transformação digital e atração de investimentos. A evolução dos serviços empresariais digitais, a modernização dos processos de abertura e licenciamento de empresas, a atuação estruturada na atração de novos empreendimentos e o fortalecimento da inserção logística e comercial do Estado contribuíram para ampliar sua competitividade e posicioná-lo como referência nacional na criação de um ambiente favorável ao desenvolvimento econômico.
[b369] (economia) O próximo ciclo de governo será marcado por uma nova etapa dessa agenda, impulsionada pela implementação da Reforma Tributária. A prioridade será conduzir uma transição segura, planejada e estratégica para o novo modelo tributário nacional, preservando a competitividade dos setores produtivos, fortalecendo a segurança jurídica e desenvolvendo novos instrumentos de promoção do investimento compatíveis com esse novo ambiente
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[b371] (economia) econômico. Paralelamente, a continuidade da transformação digital, da simplificação regulatória e da melhoria do ambiente de negócios permitirá consolidar Mato Grosso do Sul entre os estados mais competitivos do país, ampliando sua capacidade de atrair investimentos, gerar empregos e impulsionar o desenvolvimento sustentável.
[b373] (economia) •Conduzir a implementação da estratégia estadual de adaptação à Reforma Tributária. •Ampliar o Programa de Parcerias do Estado de Mato Grosso do Sul – PROP/MS. •Reestruturar todos os programas de incentivo das cadeias agropecuárias de MS, convertendo-os do atual modelo de incentivo fiscal, para modelos possíveis pós reforma tributária. •Monitorar continuamente os impactos econômicos e fiscais da transição tributária sobre os setores produtivos. •Desenvolver novos instrumentos de competitividade compatíveis com o novo sistema tributário nacional. •Simplificar e modernizar o ambiente regulatório para atração e expansão de investimentos. •Digitalizar e integrar os principais serviços públicos destinados ao setor produtivo. •Reduzir o tempo de abertura, licenciamento e regularização de empresas. •Fortalecer a política estadual de atração de investimentos, aperfeiçoando mecanismos de acompanhamento dos investimentos estratégicos e de monitoramento de seus impactos econômicos, sociais e territoriais. •Fortalecer a inteligência de mercado para prospecção de investimentos, ampliação das exportações e identificação de novos mercados. •Estimular a transformação digital e o aumento da produtividade das empresas sul-mato-grossenses. •Fortalecer a competitividade das micro, pequenas e médias empresas. •Desenvolver mecanismos permanentes de melhoria do ambiente de negócios e avaliação da competitividade estadual. → economia-agro/p20, economia-agro/p22, economia-agro/p68, economia-agro/p70, economia-agro/p71, economia-agro/p73, economia-agro/p85, economia-agro/p109, economia-agro/p113
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[b497] (economia) Para dar efetividade ao compromisso com a redução da carga, o Estado trabalha com a menor alíquota modal de ICMS em vigor no país – 17%. E uma extensa pauta tributária dá dimensão ao esforço para melhorar competitividade, de um lado; mas também acrescentar diversas outras metas, como a redução da pressão sobre preços; estímulo à produção local; preservação e geração de empregos e alívio no custo de vida da população. Em um cenário em que alimentação, gás de cozinha, medicamentos, energia, transporte e serviços essenciais pesam diretamente no orçamento das famílias, a decisão do Governo do Estado de manter alíquotas reduzidas sobre produtos básicos e desonerar etapas importantes da cadeia produtiva cria condições para que bens e mercadorias cheguem ao consumidor com menor carga tributária embutida no preço final.
[b498] (economia) A lógica é simples, mas não automática. Menos imposto significa menor custo na formação do preço. No entanto, entre a redução tributária e o valor pago no caixa do supermercado há uma cadeia inteira de fatores: concorrência entre estabelecimentos, safra, frete, câmbio, energia, estoque, margem do varejo, custo de reposição e comportamento dos fornecedores.
[b499] (economia) Sob a gestão Eduardo Riedel, esta política tem sido apresentada como uma escolha de desenvolvimento econômico com reflexo direto na vida das pessoas. O objetivo não é apenas tornar Mato Grosso do Sul mais competitivo para atrair investimentos, mas também construir um ambiente em que empresas produzam com menor custo, setores estratégicos continuem operando, empregos sejam preservados e consumidores tenham maior capacidade de compra.
[b500] (economia) A alíquota modal baixa, de 17%, permite criar outros comparativos. Quando produtos essenciais recebem tratamento ainda menor, como a carne bovina com carga de 4% ou itens da cesta básica com carga de 7%, a diferença fica mais evidente. Na prática, esses percentuais reduzidos evitam que alimentos e mercadorias de consumo recorrente sejam tratados como produtos comuns, sujeitos à carga cheia. Isso também é resultado dos incentivos.
[b501] (economia) O caso mais concreto está na cesta básica. Mato Grosso do Sul mantém carga tributária reduzida de 7% sobre diversos produtos indispensáveis ao consumo da população, como arroz, feijão, óleo de soja, sal, café, peixes, banha de porco e mel de produção sul-mato-grossense. Outros itens, como erva-mate, farinha de mandioca, farinha de milho, fubá, sabonete em barra, vinagre e chá-mate, também contam com redução de base de cálculo
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[b503] (economia) para que o imposto resulte no percentual líquido de 7%.
[b504] (economia) Na saúde, foram renovados benefícios como isenção de ICMS para medicamentos, vacinas, kits diagnósticos, produtos imunobiológicos, medicamentos destinados ao tratamento de HIV, gripe A, câncer, doenças raras, doenças infecciosas e medicamentos de uso hospitalar destinados a órgãos públicos. Também há crédito outorgado para estabelecimentos atacadistas ou distribuidores de produtos farmacêuticos localizados no Estado. São medidas que, direta ou indiretamente, ajudam a reduzir custos em uma área sensível para as famílias e para o poder público.
[b505] (economia) No comércio, o segmento de bares e restaurantes aparece com destaque. O benefício prevê redução da base de cálculo do ICMS de forma que a carga tributária possa equivaler a 2% no fornecimento de refeições promovido por bares, restaurantes, estabelecimentos similares, hotéis, pousadas e empresas preparadoras de refeições coletivas. Também há previsão de crédito presumido para que a carga tributária resulte em 7% no fornecimento de refeições, além de isenção da parcela correspondente ao ICMS para bares e restaurantes optantes pelo Simples Nacional.
[b506] (economia) No caso do gás de cozinha, a política também dialoga diretamente com o orçamento doméstico. A base de cálculo do ICMS foi reduzida para que o imposto resulte no percentual de 12% nas saídas internas de gás liquefeito de petróleo. Como o botijão é uma despesa recorrente e sensível, especialmente nos lares de menor renda, a redução do peso tributário nesse item contribui para diminuir a pressão sobre uma conta essencial da casa.
[b507] (economia) Esses, são exemplos de como a política fiscal atua na base da cadeia alimentar, reduzindo custos de produção e circulação de produtos que chegam à mesa das famílias. Os incentivos fiscais ajudam a reduzir o piso de custo de produtos essenciais, mas o preço final continua sendo formado por uma cadeia de fatores. Quando a política tributária atua junto com produção local forte, concorrência no varejo e estabilidade econômica, a chance de alívio ao consumidor aumenta.
[b508] (economia) Menos imposto, mais emprego e maior capacidade de compra. Esse tem sido o modelo até aqui.
[b509] (economia) Mas o custo de vida não se mede apenas pelo preço da cesta. Mede-se também pela capacidade da família de pagar por ela. E, nesse ponto, Mato Grosso do Sul apresenta indicadores favoráveis.
[b510] (economia) Em 2025, a taxa anual de desocupação do Estado foi de 3,0%, uma das menores do país e a menor da série histórica local. No quarto trimestre de 2025, a desocupação caiu para 2,4%, ficando entre os menores índices nacionais. Já no primeiro trimestre de 2026, mesmo com alta sazonal em vários estados, Mato Grosso do Sul permaneceu em patamar inferior à média brasileira. As pessoas estão trabalhando ou empreendendo.
[b511] (economia) Para atrair investimentos privados, alavanca fundamental ao alto ciclo de crescimento atual, o Estado modernizou a política de incentivos, tornando-a mais ampla, democrática e robusta. E o resultado aí está: o MS se consolidou como um dos principais destinos de investimentos privados do Brasil, graças a um ambiente favorável aos negócios, aliado a investimentos em infraestrutura, logística e qualificação profissional. Entre 2015 e 2025, Mato Grosso do Sul reúne mais de R$ 115 bilhões em investimentos privados captados, sendo que R$ 81 bilhões foram só na atual gestão.
[b512] (economia) Foi exatamente esta robustez que permitiu ao governo ultrapassar uma inesperada e importante queda da arrecadação do gás e quebras nas safras decorrentes dos problemas climáticos nos anos recentes. A administração cortou gastos na própria carne para manter intocada a sua responsabilidade fiscal.
FIM — 63 blocos neste arquivo.