Eduardo Riedel — texto do programa sobre Saúde (Governador — MS, 2026)

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[p. 5]

[b37] (saude) A saúde em Mato Grosso do Sul passou por uma reorganização estrutural. A Nova Arquitetura da Saúde reorganiza o sistema em camadas integradas: o ecossistema de atendimento pretende funcionar a partir de uma atenção primária, porta de entrada do sistema, mais eficiente e homogênea nos 79 municípios, com cinturões de média complexidade e oferta de especialidades regionalizadas, complementados por hospitais de alta complexidade modernizados e plataforma digital de regulação. O Hospital Regional de MS avança via PPP, ampliando de 362 para 577 leitos. A Telessaúde levou consultas especializadas ao interior sem exigir deslocamento do paciente.

[b38] (saude) Na vacinação, MS conquistou nota 100 pelo Programa Nacional de Imunizações, liderando o ranking nacional.

[p. 8]

[b133] (saude) Vacinação — referência nacional em imunização infantil

[p. 10]

[b165] (saude) Saúde Pública, Regionalização, Saúde

[p. 12]

[b256] (saude) Na prática, os desafios contemporâneos exigem novas formas de organização das políticas públicas. Na saúde, isso significa consolidar uma rede regionalizada, integrada e apoiada por soluções digitais, capaz de ampliar o acesso e qualificar o atendimento em todas as regiões do Estado, articulando, com método, disciplina e assertividade as diferentes esferas de prestação de serviços. Na educação, representa avançar para um novo ciclo de transformação, fortalecendo a aprendizagem desde os primeiros anos escolares, ampliando a cooperação com os municípios e preparando crianças e jovens para os desafios de uma sociedade cada vez mais tecnológica e inovadora.

[p. 15]

[b274] (saude) 1.3 SAÚDE PÚBLICA, REGIONALIZAÇÃO, SAÚDE DIGITAL E VIGILÂNCIA EM SAÚDE

[b275] (saude) Nos últimos anos, Mato Grosso do Sul iniciou uma profunda transformação na organização da saúde pública, remodelando uma verdadeira rede estadual de atenção à saúde baseada na regionalização dos serviços, no fortalecimento da média e alta complexidade e na melhoria dos mecanismos de regulação, promovendo assim o início da implementação de uma nova arquitetura para a saúde, modelo que pretende mitigar, regionalmente, o dramático sub financiamento de 50% do Sistema Único de Saúde no País.

[b276] (saude) Paralelamente, a expansão da saúde digital, da telemedicina, da regulação integrada e dos sistemas de vigilância em saúde ampliaram o acesso da população aos serviços e fortaleceram a capacidade do Estado de responder tanto às demandas assistenciais quanto aos desafios sanitários contemporâneos.

[b277] (saude) O próximo ciclo buscará consolidar essa nova arquitetura da saúde, ampliando a integração entre os níveis de atenção, fortalecendo a regionalização da assistência, aperfeiçoando os mecanismos de regulação e expandindo o uso da saúde digital como instrumento de acesso, eficiência e qualidade. Ao mesmo tempo, a vigilância em saúde deverá assumir papel cada vez mais estratégico, fortalecendo a prevenção, o monitoramento epidemiológico, a preparação para emergências sanitárias e a capacidade de resposta do sistema estadual de saúde.

[b280] (saude) •Consolidar a regionalização e integração da rede estadual de saúde. •Implantar e operacionalizar o Hospital Regional do Pantanal. •Fortalecer os hospitais de média complexidade como elemento estruturante da assistência regional. •Implantar modelo integrado de regulação estadual em articulação com os municípios. •Expandir a saúde digital, com suas diferentes modalidades, em todas as regiões do Estado. •Ampliar o acesso às consultas, exames e procedimentos especializados. •Fortalecer as ações de vigilância epidemiológica, sanitária e ambiental. •Aprimorar a capacidade estadual de resposta a emergências em saúde pública. •Integrar dados e inteligência em saúde para qualificar a gestão e o planejamento. → saude/p1, saude/p3, saude/p9, saude/p18, saude/p28, saude/p30, saude/p42, saude/p69, saude/p71

FIM — 10 blocos neste arquivo.