João Henrique Catan — texto do programa sobre Economia, emprego e agro (Governador — MS, 2026)

Fonte: eleicoes.ai — programas de governo registrados no TSE (eleições 2026). Use SÓ o que está nestes arquivos para falar dos programas; cite o candidato e a página do programa; não recomende voto. Estados possíveis de um candidato numa proposta: PROPÕE (há trecho), PROPÕE O CONTRÁRIO (há trecho que rejeita a mesma medida), NÃO LOCALIZADO (não achamos trecho no programa dele NESTE tema — não é "é contra", e não é prova de que o programa não trata do assunto: o trecho pode estar classificado em outro tema; procure no índice de assuntos e no texto do programa antes de afirmar ausência, e prefira dizer "não localizei").

Este arquivo tem 55 blocos do programa de João Henrique Catan, na ordem do documento. [p. N] é a página do PDF registrado no TSE (divulgacandcontas.tse.jus.br/divulga/rest/arquivo/doc/120017115315). "→" marca o bloco que sustenta proposta da comparação (eleicoes.ai/ia/dados/governador/ms/tema-economia-agro).

[p. 3]

[b15] (economia) Na economia, a direção será clara: menos impostos, menos burocracia e mais liberdade para produzir. → economia-agro/p62

[b16] (economia) Vamos rever distorções tributárias, aprimorar os incentivos para que alcancem também pequenos e médios produtores e empreendedores e garantir que recursos gerados pela produção retornem em infraestrutura e desenvolvimento. → economia-agro/p34, economia-agro/p57, economia-agro/p85, economia-agro/p111

[p. 11]

[b326] (economia) Não haverá desenvolvimento sustentável com carga tributária excessiva, burocracia e insegurança para quem produz, investe e gera empregos.

[b327] (economia) Não haverá economia regional forte sem valorizar os empresários locais, especialmente os pequenos e médios empreendedores, responsáveis por gerar empregos, renda, investimentos e oportunidades nos municípios.

[p. 13]

[b346] (economia) A política tributária precisa ser simples e previsível, preservando a competitividade de quem produz e investe. → economia-agro/p72, economia-agro/p110

[p. 14]

[b367] (economia) 2. EQUILÍBRIO FISCAL, LIBERDADE ECONÔMICA E MENOS IMPOSTOS

[b368] (economia) Mato Grosso do Sul precisa de um Estado que gaste melhor, cobre menos e entregue mais. O dinheiro arrecadado deve ser tratado com responsabilidade, e quem produz, investe e gera empregos não pode ser penalizado por excesso de impostos, burocracia ou distorções tributárias.

[b369] (economia) A proposta é construir um ambiente econômico mais livre, simples e competitivo, com menos burocracia, tributação mais justa, revisão de distorções e estímulo à produção e ao investimento.

[b370] (economia) O objetivo é ampliar a atividade econômica, gerar oportunidades e fortalecer a arrecadação pelo crescimento, e não pelo aumento permanente da carga sobre quem já paga.

[b372] (economia) 2.1. Menos impostos, menos burocracia

[b373] (economia) Reduzir alíquotas e taxas, sempre com responsabilidade fiscal e planejamento. → economia-agro/p62

[b374] (economia) Simplificar procedimentos e reduzir a burocracia para abrir, manter e expandir empresas e atividades produtivas. → economia-agro/p70

[b375] (economia) Rever mecanismos que resultem em cobrança em duplicidade ou bitributação. → economia-agro/p63

[b376] (economia) Rever a pauta fiscal e mecanismos de cobrança que aumentem artificialmente o custo da produção. → economia-agro/p63

[b377] (economia) Utilizar tecnologia e inteligência fiscal para combater a sonegação e a concorrência desleal, sem transformar o contribuinte regular no alvo permanente da fiscalização. → economia-agro/p67

[b379] (economia) 2.2. Novo Fundersul: dinheiro da produção voltando para a produção → economia-agro/p34

[b383] (economia) Revisar a tributação dentro das cadeias produtivas para eliminar situações de cobrança em duplicidade, incluindo mecanismos específicos para evitar a bitributação na comercialização de animais. → economia-agro/p63

[p. 15]

[b391] (economia) 2.3. ICMS com equilíbrio entre Capital e Interior

[b392] (economia) Reformular os critérios de rateio do ICMS, buscando uma distribuição mais equilibrada dos recursos entre os municípios. → economia-agro/p64

[b393] (economia) Corrigir distorções na distribuição, fortalecendo a participação de Campo Grande sem prejudicar o interior. → economia-agro/p64

[b394] (economia) Criar um fundo de compensação, utilizando recursos da renúncia global para evitar perdas dos municípios durante a transição. → economia-agro/p64

[b395] (economia) 2.4. Incentivo fiscal para quem produz - não apenas para os grandes

[b396] (economia) Reformular o modelo de incentivos fiscais, para que os benefícios não fiquem concentrados apenas nos grandes grupos e no topo das cadeias produtivas. → economia-agro/p57, economia-agro/p85, economia-agro/p111

[b397] (economia) Fazer o incentivo descer pela cadeia produtiva, alcançando também pequenos e médios produtores e empreendedores que querem investir, ampliar sua produção e gerar empregos. → economia-agro/p57, economia-agro/p85, economia-agro/p111

[b398] (economia) Criar instrumentos que permitam transformar parte dos incentivos existentes em investimento produtivo, inclusive para pequenos produtores que desejem modernizar sua atividade, como energia, tecnologia e infraestrutura. → economia-agro/p66, economia-agro/p85, economia-agro/p111

[b399] (economia) Criar um modelo estadual de incentivo à produção, inspirado na lógica do Plano → economia-agro/p65

[b400] (economia) Safra, mas ampliado para diferentes atividades, incluindo agricultura e pecuária. → economia-agro/p65

[b403] (economia) O princípio é claro: cobrar menos, simplificar mais, produzir mais e arrecadar melhor. → economia-agro/p62

[p. 25]

[b550] (economia) Qualificação profissional: direcionar formação técnica às demandas efetivas de logística, comércio exterior, indústria, turismo e serviços. → economia-agro/p47, economia-agro/p100

[b551] (economia) Empresas locais: ampliar a participação de pequenos e médios negócios nas cadeias de fornecimento e prestação de serviços relacionadas aos novos corredores. → economia-agro/p18, economia-agro/p71

[b552] (economia) Turismo da Rota Bioceânica: integrar destinos, sinalização, informação multilíngue e serviços turísticos nos municípios do corredor. → economia-agro/p4

[p. 40]

[b819] (economia) Mato Grosso do Sul ocupa posição estratégica no centro da América do Sul e possui condições para ampliar sua integração econômica com Paraguai, Argentina e demais mercados do continente.

[b820] (economia) Essa posição geográfica precisa se transformar em desenvolvimento concreto. O próximo ciclo econômico buscará aproximar cadeias produtivas, ampliar mercados, atrair investimentos, fortalecer a indústria, agregar valor à produção e gerar novas oportunidades em todas as regiões.

[b821] (economia) A integração sul-americana será tratada não apenas como corredor de passagem, mas como instrumento permanente de desenvolvimento econômico, industrial e comercial.

[b822] (economia) 14.1. Integração Regional e Cadeias Produtivas Internacionais

[b823] (economia) Alianças produtivas transnacionais: estimular a integração entre empresas, produtores, fornecedores e cadeias industriais de Mato Grosso do Sul e dos países vizinhos. → economia-agro/p19

[b824] (economia) Integração industrial e comercial: criar ambiente favorável à instalação de empresas que utilizem a posição estratégica do Estado para atender mercados brasileiros e sul-americanos. → economia-agro/p19, economia-agro/p22, economia-agro/p96

[b825] (economia) Agregação de valor: incentivar investimentos capazes de transformar matériasprimas produzidas no Estado em produtos de maior valor agregado. → economia-agro/p17

[b826] (economia) Integração de fornecedores: aproximar pequenas, médias e grandes empresas locais das novas cadeias produtivas. → economia-agro/p18

[b827] (economia) Comércio exterior: ampliar o apoio às empresas na abertura de mercados, exportação, importação e inserção em cadeias internacionais. → economia-agro/p20

[b829] (economia) 14. DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, PRODUTIVIDADE,

[b830] (economia) INOVAÇÃO E INTEGRAÇÃO SUL-AMERICANA

[p. 41]

[b835] (economia) A integração logística com Paraguai, Argentina e demais mercados sul-americanos será utilizada como instrumento para atrair investimentos, ampliar cadeias produtivas, agregar valor à produção estadual e gerar novos empregos em Mato Grosso do Sul. → economia-agro/p19

[b836] (economia) 14.2. Estratégia por região e cadeia produtiva

[b837] (agro) Agroindustrialização com apoio à transformação local da produção. → economia-agro/p17

[b838] (agro) Fortalecimento da agricultura familiar, de cooperativas e de compras governamentais. → economia-agro/p35, economia-agro/p99

[b839] (economia) Apoio ao pequeno empreendedor, ao MEI e à formalização como política permanente. → economia-agro/p50, economia-agro/p71, economia-agro/p104

[b840] (economia) Ambiente de negócios mais simples, digital e previsível. → economia-agro/p70

[b846] (economia) 14.4. Turismo e economia de experiência

[b847] (economia) Integração entre turismo, esporte, meio ambiente e desenvolvimento regional.

[b848] (economia) Apoio técnico e financeiro às regiões turísticas para inovação, criação de novos produtos e profissionalização da governança. → economia-agro/p3, economia-agro/p10

[b849] (economia) Melhoria de acessos, saneamento, sinalização, informação ao visitante e segurança em destinos estratégicos. → economia-agro/p4

[p. 42]

[b854] (economia) Aproveitamento econômico sustentável do Pantanal, da fronteira e das rotas de natureza.

[b855] (economia) Viabilização de um grande parque aquático em Campo Grande, por meio de parceria com a iniciativa privada, criando uma nova atração turística e de lazer, capaz de ampliar a permanência dos visitantes, gerar empregos e movimentar hotéis, restaurantes, comércio e serviços. → economia-agro/p16

[b856] (economia) A meta é fazer com que as vocações de cada região se transformem em investimento, emprego, renda e oportunidade, ampliando a presença de Mato Grosso do Sul nos mercados nacionais e sul-americanos.

FIM — 55 blocos neste arquivo.