Well Macedo — texto do programa sobre Apresentação e o que não entrou em tema (Governador — PA, 2026)
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Este arquivo tem 10 blocos do programa de Well Macedo, na ordem do documento. [p. N] é a página do PDF registrado no TSE (divulgacandcontas.tse.jus.br/divulga/rest/arquivo/doc/140017131010).
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[b5] (apresentacao) O Pará é um dos estados mais ricos do Brasil, e tem 80% de sua extensão coberta pelo bioma amazônico. Apesar da riqueza, a grande maioria da população vive em condições precárias, sem acesso aos serviços públicos de qualidade, com salários muito baixos ou sem empregos, com uma juventude sem perspectiva de futuro.
[b6] (apresentacao) Existe um verdadeiro fosso social separando os bilionários dos trabalhadores e do povo pobre. Enquanto a burguesia e seus governos comemoram os grandes índices da economia, o estado continua campeão dos piores índices nacionais nos mais diversos parâmetros sociais.
[b7] (apresentacao) Em 2025 a economia paraense teve um crescimento de 4,51%, superando expressivamente a média brasileira de 2,29%. O PIB estadual foi impulsionado pelo setor agropecuário (11,13%) e a construção civil, que registrou uma impressionante expansão de 71,28%, embalada pela COP 30; já as exportações somaram US$ 24,23 bilhões.
[b8] (apresentacao) As desigualdades sociais e econômicas são brutais porque toda essa riqueza é desviada para grandes empresas e bancos, que estão bilionários, enquanto aqueles que a produzem e protegem nossos biomas vivem sob precarização, violência e insegurança.
[b13] (apresentacao) Helder é aliado de Lula, que também governa em prol do grande agronegócio.
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[b20] (apresentacao) Por sua vez, o bolsonarismo no Brasil e no Estado não esconde o que deseja: destruir de vez a floresta, liberar agrotóxicos proibidos e acabar com os povos originários. E na cidade, seus representantes defendem a destruição física do povo pobre da periferia através da violência policial. Além de defender um governo nacional em total submissão ao imperialismo de Trump, alentando o desejo de receber o apoio para um golpe militar no país, projeto que continua tão vivo quanto Bolsonaro e o bolsonarismo.
[b21] (apresentacao) Já a esquerda da ordem se encontra cada vez mais enrolada em sua política de acender uma vela a Deus e outra ao Diabo. É o caso de alguns setores do PSOL, que se colocam contra o arcabouço fiscal, a favor do fim da 6×1 e da redução da jornada, contra as privatizações e pelo controle estatal dos nossos recursos naturais, mas vão chamar o voto em Lula no primeiro turno. Dizem ser contra a política de Lula, mas reforçam a confiança no governo do PT em frente ampla com a burguesia e setores do imperialismo, sempre em nome de um suposto combate ao bolsonarismo e a extrema direita. Na verdade, com essa política nem enfrentam a direita coerentemente e nem lutam de verdade pela pauta que dizem defender. São apenas úteis para blindar um governo capitalista, mantendo os trabalhadores reféns do projeto burguês de conciliação de classes.
[b22] (apresentacao) Para mudar de verdade a vida do povo trabalhador, nestas eleições o PSTU apresenta candidaturas alternativas, antissistema e socialistas ao governo federal, aos governos estaduais e ao parlamento pelo Brasil a fora. Com um
[b23] (apresentacao) programa para romper as engrenagens capitalistas, disputaremos a consciência da classe trabalhadora e dos povos originários e oprimidos. Com Hertz Dias à presidência e Vanessa Portugal à vice, no Pará apresentamos Cleber Rabelo e Well Macedo ao governo do estado, para rompermos com o ciclo de falsas alternativas burguesas que vem levando o país à decadência e à barbárie, sendo a única forma de apontar no horizonte uma saída de fato para a classe trabalhadora e a população mais pobre e oprimida.
[b24] (apresentacao) Apresentaremos um programa para as principais necessidades dos trabalhadores e o povo pobre, fazendo um chamado à que eles façam da luta por seus direitos e uma vida minimamente digna, uma luta contra o capital, a burguesia e seus governos, uma luta pelo poder.
FIM — 10 blocos neste arquivo.