Efraim Filho — texto do programa sobre Assistência social e pobreza (Governador — PB, 2026)
Fonte: eleicoes.ai — programas de governo registrados no TSE (eleições 2026). Use SÓ o que está nestes arquivos para falar dos programas; cite o candidato e a página do programa; não recomende voto. Estados possíveis de um candidato numa proposta: PROPÕE (há trecho), PROPÕE O CONTRÁRIO (há trecho que rejeita a mesma medida), NÃO LOCALIZADO (não achamos trecho no programa dele NESTE tema — não é "é contra", e não é prova de que o programa não trata do assunto: o trecho pode estar classificado em outro tema; procure no índice de assuntos e no texto do programa antes de afirmar ausência, e prefira dizer "não localizei").
Este arquivo tem 7 blocos do programa de Efraim Filho, na ordem do documento. [p. N] é a página do PDF registrado no TSE (divulgacandcontas.tse.jus.br/divulga/rest/arquivo/doc/150016890636). "→" marca o bloco que sustenta proposta da comparação (eleicoes.ai/ia/dados/governador/pb/tema-assistencia-social).
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[b173] (assistencia_social) PARTE IV — DESENVOLVIMENTO HUMANO E PROTEÇÃO SOCIAL
[b174] (assistencia_social) Toda a estrutura do Estado só faz sentido se chegar à vida das pessoas. Esta parte reúne o coração do plano: a educação que forma, a saúde que cuida, a assistência que protege, as políticas que valorizam cada fase da vida - e também a cultura, o esporte e o cuidado com os animais, que fazem a vida valer a pena. Aqui, o Estado que conecta o território se torna um Estado que cuida das pessoas, em todos os municípios e para todas as famílias.
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[b187] (assistencia_social) Onde estamos: A proteção social existe, mas é desigual entre os territórios: muitas famílias ainda vivem em situação de pobreza extrema, e a fome permanece como uma ferida aberta em parte do Estado, especialmente no semiárido e nas periferias urbanas. A capacidade de proteção especial para crianças e idosos em situação de risco é concentrada e insuficiente. O sistema de assistência precisa de fortalecimento institucional e financeiro, pois muitas vezes as equipes trabalham no limite da capacidade, sem estrutura adequada para realizar o acompanhamento necessário para a superação da vulnerabilidade.
[b188] (assistencia_social) Principais desafios: Garantir segurança alimentar com critérios claros e caminhos de saída; proteger crianças, idosos e pessoas em situação de violência; chegar aos territórios mais distantes; e reconstruir a governança do sistema de assistência. O desafio é romper o ciclo da pobreza intergeracional. A falta de integração entre as políticas de assistência, educação e emprego dificulta que as famílias beneficiárias de programas de transferência de renda consigam atingir a autonomia econômica. Além disso, o aumento da população em situação de rua e das novas formas de exclusão social demanda respostas rápidas e inovadoras.
[b189] (assistencia_social) Caminho proposto: Combater a fome com política de Estado, com cadastro qualificado e porta de saída para a autonomia; proteger a primeira infância; regionalizar a proteção especial; levar proteção aos povos tradicionais e às áreas de emergência climática; e fazer o sistema de assistência funcionar com vigilância e cofinanciamento. A estratégia foca no fortalecimento dos CRAS e CREAS, na criação de cozinhas comunitárias e bancos de alimentos, e na implementação de programas de transferência de renda estaduais que complementem o apoio federal, sempre vinculados a ações de qualificação e inclusão produtiva. → assistencia-social/p1, assistencia-social/p6, assistencia-social/p8, assistencia-social/p11, assistencia-social/p13, assistencia-social/p14, assistencia-social/p15, assistencia-social/p21, assistencia-social/p24, assistencia-social/p29, assistencia-social/p30
[b190] (assistencia_social) Implementação, monitoramento e revisão: A vigilância socioassistencial orientará o acompanhamento das famílias. Os indicadores de pobreza, insegurança alimentar e cobertura da rede serão públicos, com → assistencia-social/p16
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[b191] (assistencia_social) pactuação permanente com os municípios e revisão a cada ciclo. O monitoramento incluirá o acompanhamento da evolução socioeconômica das famílias atendidas, medindo o impacto real das ações na redução da vulnerabilidade. A revisão do plano ajustará as prioridades de acordo com as novas demandas sociais e as crises emergenciais, garantindo que a rede de proteção seja ágil e eficaz. → assistencia-social/p13, assistencia-social/p16
FIM — 7 blocos neste arquivo.