Efraim Filho — texto do programa sobre Cultura, esporte e lazer (Governador — PB, 2026)

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Este arquivo tem 10 blocos do programa de Efraim Filho, na ordem do documento. [p. N] é a página do PDF registrado no TSE (divulgacandcontas.tse.jus.br/divulga/rest/arquivo/doc/150016890636). "→" marca o bloco que sustenta proposta da comparação (eleicoes.ai/ia/dados/governador/pb/tema-cultura-esporte).

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[b198] (cultura_esporte) Onde estamos: A Paraíba tem uma riqueza cultural reconhecida mundialmente — do forró ao cordel, do teatro ao cinema, do artesanato à gastronomia. Nossa cultura é nossa maior marca e uma economia criativa pujante que já gera milhares de empregos. No entanto, a produção cultural ainda é muito concentrada na capital e em Campina Grande, e muitos artistas do interior vivem na invisibilidade. O acesso ao fomento público ainda é burocrático e dependente de editais complexos que muitas vezes excluem os mestres da cultura popular e os pequenos produtores independentes. Nosso patrimônio histórico também sofre com a falta de manutenção e uso sustentável.

[b199] (cultura_esporte) Principais desafios: Interiorizar o acesso à cultura; profissionalizar os trabalhadores do setor; preservar o patrimônio material e imaterial; e modernizar a gestão cultural. O desafio é transformar a cultura de um

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[b200] (cultura_esporte) setor de "eventos" em um setor econômico estruturado. A falta de espaços culturais adequados no interior, como teatros, cinemas e centros de artesanato, limita a circulação da produção e o acesso da população.

[b201] (cultura_esporte) Além disso, a memória cultural paraibana corre o risco de se perder sem uma política agressiva de digitalização e preservação dos nossos acervos e saberes tradicionais.

[b202] (cultura_esporte) Caminho proposto: Tratar a cultura como política de Estado; criar uma rede cultural itinerante que chegue a todos os municípios; fortalecer o fomento à economia criativa; implantar um sistema integrado de gestão; e lançar um programa de identidade paraibana que una cultura, patrimônio e turismo. A estratégia foca na descentralização dos recursos, no apoio à formação técnica de produtores e artistas, e na transformação de prédios históricos em centros de inovação cultural. Queremos que a cultura seja vista como um ativo estratégico para o desenvolvimento social e econômico, gerando orgulho e renda para o povo paraibano. → cultura-esporte/p4, cultura-esporte/p36, cultura-esporte/p37, cultura-esporte/p40, cultura-esporte/p41, cultura-esporte/p42, cultura-esporte/p45, cultura-esporte/p59, cultura-esporte/p65, cultura-esporte/p78

[b203] (cultura_esporte) Implementação, monitoramento e revisão: As metas de acesso, emprego cultural e preservação serão acompanhadas por indicadores públicos. O plano será revisado com os fazedores de cultura de todas as regiões a cada ciclo. O monitoramento incluirá o mapeamento da cadeia produtiva da cultura e o impacto dos festivais e editais na economia local. A revisão do plano ajustará as formas de fomento e as prioridades de preservação de acordo com as novas tendências da economia criativa e as demandas por democratização do acesso aos bens culturais em todo o território estadual. → cultura-esporte/p40, cultura-esporte/p45, cultura-esporte/p77

[b205] (cultura_esporte) Onde estamos: A prática esportiva na Paraíba ainda é muito concentrada nas grandes cidades e em clubes privados, enquanto o sedentarismo cresce em todas as faixas etárias, aumentando os riscos de doenças crônicas. Há uma clara desigualdade de gênero na atividade física: as meninas e mulheres se movimentam menos por falta de espaços seguros e programas específicos. O esporte de alto rendimento, embora revele talentos olímpicos e paralímpicos, ainda carece de um apoio estruturado e contínuo, dependendo muitas vezes apenas do esforço individual dos atletas e de suas famílias. O lazer público, especialmente no interior, resume-se a praças muitas vezes mal conservadas.

[b206] (cultura_esporte) Principais desafios: Levar esporte e lazer a todos os municípios; tratar a atividade física como política de saúde; garantir equidade de gênero; e profissionalizar a gestão do esporte. O desafio é democratizar o acesso ao esporte como direito social. A falta de infraestrutura esportiva nas escolas e comunidades impede que o esporte cumpra seu papel de inclusão social e prevenção à violência. Além disso, a falta de profissionais de educação física qualificados para atuar no esporte comunitário e no paradesporto limita o alcance das políticas públicas de lazer e bem-estar.

[b207] (cultura_esporte) Caminho proposto: Universalizar o acesso ao esporte; integrar a atividade física à atenção primária à saúde; incentivar as meninas no esporte e estruturar o paradesporto permanente; ampliar o apoio aos talentos; e profissionalizar a gestão com dados e captação de recursos. A estratégia inclui a construção de complexos esportivos regionais, o fortalecimento dos jogos escolares e a criação de programas de esporte nos bairros, com foco na saúde do idoso e na inclusão de pessoas com deficiência. Queremos que o esporte seja uma ferramenta de transformação de vidas e de promoção da saúde em toda a Paraíba. → cultura-esporte/p11, cultura-esporte/p12, cultura-esporte/p13, cultura-esporte/p16, cultura-esporte/p18, cultura-esporte/p25, cultura-esporte/p28, cultura-esporte/p34, cultura-esporte/p54, cultura-esporte/p55, cultura-esporte/p56, cultura-esporte/p67, cultura-esporte/p70

[b208] (cultura_esporte) Implementação, monitoramento e revisão: Os indicadores de prática esportiva e inclusão serão acompanhados publicamente. O plano será revisado com atletas, federações e municípios a cada ciclo. O monitoramento contará com o acompanhamento do desempenho dos atletas bolsistas e o impacto dos programas comunitários na redução de indicadores de doenças ligadas ao sedentarismo. A revisão do plano ajustará os investimentos em infraestrutura e fomento de acordo com as vocações esportivas de cada região e as novas demandas por modalidades emergentes e lazer ativo. → cultura-esporte/p28, cultura-esporte/p34

FIM — 10 blocos neste arquivo.