Efraim Filho — texto do programa sobre Infraestrutura, transporte e mobilidade (Governador — PB, 2026)

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Este arquivo tem 19 blocos do programa de Efraim Filho, na ordem do documento. [p. N] é a página do PDF registrado no TSE (divulgacandcontas.tse.jus.br/divulga/rest/arquivo/doc/150016890636). "→" marca o bloco que sustenta proposta da comparação (eleicoes.ai/ia/dados/governador/pb/tema-infraestrutura-mobilidade).

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[b126] (infraestrutura) PARTE III — INFRAESTRUTURA, ÁGUA E MEIO AMBIENTE

[b127] (infraestrutura) Nenhum plano chega ao cidadão sem um território que funcione. Esta parte trata da Paraíba física: as estradas e a logística que conectam a produção, a mobilidade que leva o trabalhador ao seu destino, a água e o saneamento que garantem saúde e dignidade, a casa que acolhe e o meio ambiente que sustenta a vida.

[b128] (infraestrutura) Aqui, o Estado que produz se torna um Estado que conecta - do Litoral ao Sertão, sem deixar nenhum município isolado.

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[b130] (infraestrutura) Seção 11 — Infraestrutura e Logística

[b131] (infraestrutura) Onde estamos: A Paraíba possui ativos logísticos importantes — porto, aeroporto, malha rodoviária — mas eles funcionam desconectados entre si. Boa parte do que o Estado exporta depende da logística de outros estados, e a falta de integração encarece e trava o escoamento da produção. O Porto de Cabedelo, embora estratégico, opera abaixo de sua capacidade por limitações de calado e infraestrutura de retroporto, enquanto nossos aeroportos ainda não exploram todo o potencial de carga aérea que uma economia moderna exige.

[b132] (infraestrutura) Principais desafios: A profundidade limitada do porto; a ausência de um corredor multimodal; a falta de uma zona de processamento para exportação; e a necessidade de planejamento de longo prazo para ferrovia e porto de águas profundas. O desafio é pensar a logística não como obras isoladas, mas como um sistema integrado que reduza o "Custo Paraíba". A burocracia alfandegária e a falta de armazéns alfandegados também são barreiras que impedem que nossas empresas acessem mercados globais com agilidade e custos competitivos.

[b133] (infraestrutura) Caminho proposto: Construir um corredor multimodal que integre porto, rodovias, aeroporto e, no futuro, ferrovia; aprofundar o porto e ampliar a cabotagem; implantar a zona de processamento para exportação; e planejar, com visão de décadas, as grandes obras que destravarão o comércio exterior. A visão é transformar a Paraíba em um hub logístico do Nordeste, aproveitando nossa posição geográfica privilegiada para atrair centros de distribuição e indústrias voltadas para a exportação, gerando empregos de qualidade em toda a cadeia logística. → infraestrutura-mobilidade/p20, infraestrutura-mobilidade/p23, infraestrutura-mobilidade/p24, infraestrutura-mobilidade/p28

[b134] (infraestrutura) Implementação, monitoramento e revisão: O plano será executado por fases, com parcerias públicoprivadas e captação de recursos federais. Os indicadores de escoamento e de custo logístico serão acompanhados publicamente e revisados a cada ciclo. O monitoramento incluirá o tempo médio de movimentação de cargas e o volume de exportações diretas pelo Estado, permitindo ajustes na estratégia de investimentos e na gestão dos ativos logísticos para garantir a máxima eficiência do sistema. → infraestrutura-mobilidade/p25

[b136] (infraestrutura) Onde estamos: Parte considerável da malha rodoviária estadual está em condições ruins ou péssimas. O modelo atual de manutenção, focado em correções emergenciais, é caro e não resolve o problema na raiz.

[b137] (infraestrutura) Estradas esburacadas aumentam o custo do frete, causam acidentes e isolam comunidades inteiras, especialmente durante o período de chuvas. A falta de acostamentos e de sinalização adequada em trechos críticos compromete a segurança de motoristas e pedestres, afetando diretamente a economia e a vida das pessoas.

[b138] (infraestrutura) Principais desafios: A insegurança nas estradas; o isolamento de regiões produtivas; e a falta de um modelo de conservação que dure o ano inteiro. O desafio é superar a lógica do "tapa-buraco" e investir em reconstrução asfáltica de qualidade. Além disso, a expansão da malha para ligar distritos produtivos que hoje dependem de estradas de terra é fundamental para a interiorização do desenvolvimento. A gestão das rodovias também precisa lidar com o excesso de peso de veículos de carga, que acelera a degradação do pavimento sem a devida fiscalização.

[b139] (infraestrutura) Caminho proposto: Trocar a manutenção corretiva por contratos por desempenho, em que a empresa é remunerada pela qualidade da estrada entregue; priorizar as rodovias que ligam produção, serviços e comunidades; e incorporar a segurança viária como critério central de gestão. Queremos estradas que durem, com sinalização moderna e manutenção preventiva constante. O plano inclui a pavimentação de → infraestrutura-mobilidade/p1, infraestrutura-mobilidade/p3, infraestrutura-mobilidade/p5

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[b140] (infraestrutura) acessos a polos turísticos e agrícolas, garantindo que a riqueza produzida no interior chegue aos mercados com rapidez e segurança. → infraestrutura-mobilidade/p1, infraestrutura-mobilidade/p9

[b141] (infraestrutura) Implementação, monitoramento e revisão: A condição da malha será avaliada periodicamente por indicadores objetivos e públicos. Os contratos serão revistos com base no desempenho, e as prioridades serão ajustadas a cada ciclo com os municípios. O monitoramento contará com a participação dos usuários através de canais digitais de denúncia e avaliação, permitindo que o Estado identifique trechos problemáticos em tempo real e cobre das empresas responsáveis a imediata reparação, garantindo o valor do investimento público. → infraestrutura-mobilidade/p5, infraestrutura-mobilidade/p12

[b143] (mobilidade) Onde estamos: O transporte urbano está pressionado em grande parte das cidades paraibanas, com oferta desigual entre regiões e dificuldade de acesso para quem mais depende do transporte coletivo. O crescimento desordenado das cidades gerou gargalos de trânsito que consomem horas do dia do trabalhador. O sistema de ônibus, em muitos casos, é antigo e ineficiente, e as alternativas de mobilidade ativa, como ciclovias e calçadas acessíveis, ainda são exceção e não a regra no planejamento urbano das nossas maiores cidades.

[b144] (mobilidade) Principais desafios: Garantir transporte digno para quem trabalha e estuda; integrar os sistemas metropolitanos; e priorizar o transporte coletivo sobre o individual. O desafio é criar um sistema que seja rápido, seguro e barato. A falta de integração tarifária entre diferentes modais e entre cidades vizinhas encarece o custo de vida. Além disso, a insegurança nas paradas de ônibus e a falta de informações em tempo real sobre os horários afastam o usuário, gerando um círculo vicioso de queda de passageiros e aumento de tarifas.

[b145] (mobilidade) Caminho proposto: Estruturar a mobilidade como política de Estado, apoiando os municípios na elaboração e implementação de planos de mobilidade urbana, promovendo a integração dos sistemas e priorizando o transporte coletivo, a acessibilidade e a segurança dos usuários. A estratégia foca na criação de corredores exclusivos, na renovação da frota para veículos menos poluentes e na implementação de bilhetagem única. → infraestrutura-mobilidade/p13, infraestrutura-mobilidade/p14, infraestrutura-mobilidade/p16, infraestrutura-mobilidade/p17

[b146] (mobilidade) Queremos cidades feitas para pessoas, com calçadas largas, ciclovias conectadas e um transporte público que seja a primeira escolha do cidadão pela sua eficiência e conforto. → infraestrutura-mobilidade/p17

[b147] (mobilidade) Implementação, monitoramento e revisão: Os planos de mobilidade serão construídos com os municípios e a sociedade. Indicadores de qualidade e acesso ao transporte serão acompanhados publicamente e revisados a cada ciclo. O monitoramento incluirá o tempo médio de deslocamento e o índice de satisfação do usuário, permitindo ajustes nas rotas e frequências. A revisão do plano considerará as novas tecnologias de mobilidade, como veículos elétricos e aplicativos de transporte compartilhado, integrando-os ao sistema público de forma harmoniosa. → infraestrutura-mobilidade/p13

FIM — 19 blocos neste arquivo.