Efraim Filho — texto do programa sobre Saneamento e recursos hídricos (Governador — PB, 2026)

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Este arquivo tem 11 blocos do programa de Efraim Filho, na ordem do documento. [p. N] é a página do PDF registrado no TSE (divulgacandcontas.tse.jus.br/divulga/rest/arquivo/doc/150016890636). "→" marca o bloco que sustenta proposta da comparação (eleicoes.ai/ia/dados/governador/pb/tema-saneamento-agua).

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[b149] (saneamento_agua) Onde estamos: A segurança hídrica é desigual na Paraíba: há regiões com reservatórios em situação crítica e municípios que ainda dependem, em grande medida, do carro-pipa. As perdas na distribuição de água são elevadas e comprometem o esforço de universalização. Embora a Transposição do Rio São Francisco seja uma realidade, a infraestrutura de canais e adutoras para levar essa água até a torneira do cidadão e ao campo do produtor ainda está incompleta, deixando muitas comunidades "com sede diante do rio".

[b150] (saneamento_agua) Principais desafios: A seca recorrente no semiárido; as perdas no sistema de distribuição; e a necessidade de levar água de qualidade a todas as regiões, do Litoral ao Sertão. O desafio é gerir a escassez com inteligência e tecnologia. A falta de manutenção em barragens e a poluição de mananciais urbanos reduzem

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[b151] (saneamento_agua) a disponibilidade de água potável. Além disso, o conflito de uso entre o consumo humano e a produção agrícola exige uma governança forte e transparente para garantir que ninguém fique desassistido nos períodos de estiagem prolongada.

[b152] (saneamento_agua) Caminho proposto: Executar obras estruturantes de garantia de água; superar a rotina do carro-pipa com soluções permanentes; reduzir as perdas de distribuição; tratar e reutilizar a água; e governar os recursos hídricos com transparência e participação. O foco será na conclusão das adutoras, na recuperação de reservatórios e na implementação de sistemas de dessalinização e reuso de água para fins industriais e agrícolas, garantindo que a água potável seja prioridade absoluta para o consumo humano e a saúde pública. → saneamento-agua/p1, saneamento-agua/p10, saneamento-agua/p11, saneamento-agua/p19, saneamento-agua/p20, saneamento-agua/p22, saneamento-agua/p23, saneamento-agua/p25, saneamento-agua/p29, saneamento-agua/p30

[b153] (saneamento_agua) Implementação, monitoramento e revisão: Os indicadores de disponibilidade hídrica, perdas e atendimento serão acompanhados publicamente. O plano será revisado a cada ciclo, incorporando a realidade de cada região e as previsões climáticas. O monitoramento contará com sensores de vazão e pressão em tempo real para identificar vazamentos e usos irregulares, permitindo uma gestão ágil e eficiente. A revisão do plano incluirá a atualização do Plano Estadual de Recursos Hídricos, garantindo a sustentabilidade do sistema para as próximas gerações. → saneamento-agua/p12, saneamento-agua/p20, saneamento-agua/p21

[b154] (saneamento_agua) Seção 15 — Esgotamento Sanitário

[b155] (saneamento_agua) Onde estamos: Parte significativa da população paraibana ainda não dispõe de coleta de esgoto, e boa parte do esgoto gerado no Estado não recebe tratamento. As doenças de veiculação hídrica ainda atingem milhares de pessoas todos os anos, sobrecarregando o sistema de saúde. A falta de saneamento básico é uma das maiores faces da desigualdade social na Paraíba, afetando principalmente as periferias das grandes cidades e as zonas rurais, onde o esgoto a céu aberto ainda é uma triste realidade que compromete a dignidade humana.

[b156] (saneamento_agua) Principais desafios: Universalizar a coleta e o tratamento; priorizar as cidades médias e pequenas, muitas vezes esquecidas; e garantir que o tratamento chegue às ligações domiciliares de fato, não apenas ao papel.

[b157] (saneamento_agua) O desafio é o alto custo das obras de saneamento, que são "invisíveis" aos olhos do eleitor, mas fundamentais para a vida. A fragmentação da gestão entre diferentes empresas e autarquias municipais dificulta a criação de uma estratégia estadual coesa e a atração de investimentos privados necessários para atingir as metas do Marco Legal do Saneamento.

[b158] (saneamento_agua) Caminho proposto: Implantar uma rede estadual de esgotamento com prioridade aos municípios menores; tratar e devolver a água à natureza de forma segura; reutilizar o efluente tratado; e medir o que realmente importa - as casas efetivamente conectadas à rede. A estratégia envolve a regionalização dos serviços para ganhar escala e viabilidade econômica, além do uso de tecnologias simplificadas e descentralizadas para comunidades rurais, garantindo que o saneamento chegue a todos, independentemente de onde vivam. → saneamento-agua/p13, saneamento-agua/p14, saneamento-agua/p15, saneamento-agua/p16, saneamento-agua/p23

[b159] (saneamento_agua) Implementação, monitoramento e revisão: As metas de cobertura e tratamento serão acompanhadas por indicadores públicos e por contratos de parceria. O plano será revisado a cada ciclo com a agência reguladora e os municípios. O monitoramento incluirá a análise da qualidade da água dos rios e praias, medindo o impacto real do tratamento de esgoto no meio ambiente. A revisão do plano ajustará os investimentos de acordo com o crescimento urbano e as novas demandas ambientais, garantindo a eficiência do sistema a longo prazo. → saneamento-agua/p16, saneamento-agua/p17

FIM — 11 blocos neste arquivo.