Efraim Filho — texto do programa sobre Saúde (Governador — PB, 2026)
Fonte: eleicoes.ai — programas de governo registrados no TSE (eleições 2026). Use SÓ o que está nestes arquivos para falar dos programas; cite o candidato e a página do programa; não recomende voto. Estados possíveis de um candidato numa proposta: PROPÕE (há trecho), PROPÕE O CONTRÁRIO (há trecho que rejeita a mesma medida), NÃO LOCALIZADO (não achamos trecho no programa dele NESTE tema — não é "é contra", e não é prova de que o programa não trata do assunto: o trecho pode estar classificado em outro tema; procure no índice de assuntos e no texto do programa antes de afirmar ausência, e prefira dizer "não localizei").
Este arquivo tem 5 blocos do programa de Efraim Filho, na ordem do documento. [p. N] é a página do PDF registrado no TSE (divulgacandcontas.tse.jus.br/divulga/rest/arquivo/doc/150016890636). "→" marca o bloco que sustenta proposta da comparação (eleicoes.ai/ia/dados/governador/pb/tema-saude).
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[b181] (saude) Onde estamos: A atenção primária alcança grande parte da população, mas ainda resolve pouco: muitos casos que poderiam ser atendidos na ponta acabam sobrecarregando as urgências dos hospitais. A mortalidade materna e infantil segue acima do aceitável em várias regiões. Os especialistas e os equipamentos de alta complexidade estão concentrados na capital e em Campina Grande, obrigando
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[b182] (saude) pacientes do interior a viagens longas e cansativas para exames simples. Muitos municípios ainda não têm estrutura básica para estabilizar pacientes em emergências graves antes da transferência.
[b183] (saude) Principais desafios: Fazer a atenção primária resolver de fato; reduzir o tempo de espera; levar especialistas ao interior; cuidar da saúde mental e das doenças crônicas; e gerir a saúde por resultados. O desafio é descentralizar o atendimento sem perder a qualidade. A falta de integração de dados entre os diferentes níveis de atenção gera desperdício de recursos e atraso no diagnóstico. Além disso, o aumento das doenças mentais e das condições crônicas, como diabetes e hipertensão, exige um modelo de cuidado contínuo que o sistema atual, focado na doença aguda, ainda não consegue oferecer plenamente.
[b184] (saude) Caminho proposto: Fortalecer a atenção primária com equipes resolutivas e cuidado digital; implantar uma rede de urgências e emergências com cobertura sertaneja; cuidar da mãe e da primeira infância; ampliar o cuidado em saúde mental; levar medicamentos e telemedicina/telessaúde a todos os municípios; e valorizar os profissionais da saúde. A estratégia foca na criação de Policlínicas Regionais, no fortalecimento dos hospitais do interior e no uso intensivo da tecnologia para aproximar o especialista do paciente, garantindo que o "Cuidado Certo, no Tempo Certo, Perto de Casa" seja uma realidade para todos. → saude/p1, saude/p7, saude/p12, saude/p13, saude/p25, saude/p36, saude/p41, saude/p58, saude/p61, saude/p91
[b185] (saude) Implementação, monitoramento e revisão: O tempo de atendimento será tratado como medida central de qualidade. Os indicadores de mortalidade, resolução da atenção primária e acesso serão acompanhados publicamente, com revisão periódica do plano. O monitoramento contará com um prontuário eletrônico único estadual, permitindo acompanhar a jornada do paciente e identificar gargalos nas filas de espera. A revisão do plano ajustará a oferta de serviços de acordo com o perfil epidemiológico de cada região, garantindo a eficiência e a humanização do atendimento em toda a rede pública. → saude/p1, saude/p6, saude/p9
FIM — 5 blocos neste arquivo.