Joel Rodrigues — texto do programa sobre Saúde (Governador — PI, 2026)

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[b467] (saude) Intervenção e cuidado que chega a tempo

[b468] (saude) A saúde é comunicada pelo que importa à família: atendimento no tempo certo, perto de casa e com continuidade.

[b469] (saude) Frentes Estratégicas de Atuação

[b470] (saude) 2.1 Regionalização, governança e descentralização qualificada da rede

[b471] (saude) 2.2 Especialidades, diagnóstico e regulação do acesso

[b472] (saude) 2.3 Rede hospitalar, alta complexidade e Urgência

[b473] (saude) 2.4 Linhas prioritárias de cuidado

[b474] (saude) 2.5 Vigilância, promoção da saúde e qualidade de vida

[b478] (saude) A saúde precisa funcionar no tempo certo, no lugar certo e com continuidade. O Piauí deve fortalecer o SUS regionalizado, reduzir vazios assistenciais, enfrentar filas e assegurar que investimentos, contratos e tecnologias produzam acesso, acolhimento e cuidado contínuo verificável. → saude/p1, saude/p10

[b479] (saude) Este eixo reorganiza a agenda estadual de saúde em sete frentes articuladas: regionalização e governança; especialidades, diagnóstico e regulação; rede hospitalar; linhas prioritárias de cuidado; vigilância; saúde mental; e apoio à atenção básica municipal.

[b481] (saude) Reorganizar e qualificar a rede estadual de saúde com foco em acesso, resolutividade, regionalização, descentralização, transparência e segurança do paciente, prevenção, redução de desigualdades e sustentabilidade do custeio. → saude/p1

[p. 28]

[b486] (saude) Ações e orientações programáticas

[b487] (saude) 2.1 Regionalização, governança e descentralização qualificada da rede

[b488] (saude) Orientações Programáticas: transformar as Regionais de Saúde em unidades efetivas de coordenação territorial, capazes de apoiar municípios e assegurar continuidade das redes assistenciais; converter a regionalização em compromissos verificáveis de acesso, qualidade e redução de desigualdades territoriais; assegurar que os recursos públicos financiem serviços efetivamente prestados, com qualidade, transparência e responsabilidade; transformar volume de teleatendimentos em acesso resolutivo, continuidade e redução de encaminhamentos inadequados; qualificar decisões clínicas e de gestão com dados confiáveis, protegidos e atualizados, evitando duplicidade de sistemas e exposição indevida de pacientes; fixar equipes multiprofissionais qualificadas nos serviços prioritários e reduzir interrupções na oferta de serviços essenciais. → saude/p3, saude/p4, saude/p50

[b489] (saude) Ação Programática 2.1.1 – Instituir Auditoria → saude/p2

[b490] (saude) Geral e Plano de Intervenção e Retomada da Gestão Pública das Unidades de Saúde administradas por Organizações Sociais → saude/p2

[b493] (saude) Objetivo: Realizar auditoria integral de todos os contratos de gestão celebrados com Organizações Sociais de Saúde, abrangendo custos, metas assistenciais, qualidade dos serviços, compras, contratações, pessoal, patrimônio público, prestação de contas, regularidade jurídica e resultados entregues à população; adotar medidas de intervenção administrativa de acordo com os requisitos legais; e promover o encerramento integral desse modelo por meio da rescisão, denúncia ou não renovação dos ajustes, conforme o fundamento jurídico aplicável a cada contrato, assegurando contraditório, responsabilização por eventuais irregularidades e transição planejada para a gestão pública, sem interrupção da assistência aos usuários. → saude/p2

[b494] (saude) A ação deverá pressupor uma transição individualizada por unidade, de acordo com a qualidade dos serviços prestados, com inventário de bens, medicamentos, contratos, profissionais, dados clínicos, obrigações financeiras, processos assistenciais e riscos operacionais. Nenhum contrato será encerrado sem plano prévio de continuidade, definição da autoridade gestora substituta, recomposição das equipes essenciais, garantia dos estoques e preservação do funcionamento das unidades. → saude/p2

[b495] (saude) Ação Programática 2.1.2 – Consolidar a regionalização como prioridade de gestão do SUS estadual → saude/p3

[b498] (saude) Objetivo: Organizar uma rede regionalizada, integrada e resolutiva, garantindo que cada → saude/p3

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[b499] (saude) 2 9 usuário seja atendido no ponto adequado e reduzindo a dependência desnecessária de Teresina. → saude/p3

[b500] (saude) Ação Programática 2.1.3 – Requalificar as Regionais de Saúde como estruturas de coordenação, apoio técnico e atendimento próximo à população → saude/p4

[b503] (saude) Objetivo: Transformar as Regionais de Saúde em unidades efetivas de coordenação territorial, capazes de apoiar municípios e assegurar continuidade das redes assistenciais. → saude/p4

[b504] (saude) Ação Programática 2.1.4 – Instituir Pactos → saude/p5

[b505] (saude) Macrorregionais de Acesso e Resultado em Saúde → saude/p5

[b508] (saude) Objetivo: Converter a regionalização em compromissos verificáveis de acesso, qualidade e redução de desigualdades territoriais. → saude/p5

[b509] (saude) Ação Programática 2.1.5 – Estruturar a Política Estadual de Transporte Sanitário e Logística do Cuidado → saude/p6

[b512] (saude) Objetivo: Ampliar o acesso para pacientes de doenças crônicas e garantir deslocamento seguro, programado e compatível com o percurso assistencial, reduzindo faltas, atrasos e agravamento de casos. → saude/p6

[b513] (saude) Ação Programática 2.1.6 – Requalificar o Teleatendimento Digital → saude/p48, saude/p50, saude/p77

[b516] (saude) Objetivo: Ofertar novas especialidades, como por exemplo: Neuropediatria e outras, implantar a integração de prontuário, bem como transformar volume de teleatendimentos em acesso resolutivo, continuidade e redução de encaminhamentos inadequados e readequar a forma de pagamento per capita para pagamento por produção. → saude/p48, saude/p50, saude/p77

[b517] (saude) Ação Programática 2.1.7 – Implantar interoperabilidade de dados, prontuário integrado e Sala Estadual de Situação da Saúde → saude/p7

[b520] (saude) Objetivo: Qualificar decisões clínicas e de gestão com dados confiáveis, protegidos e atualizados, evitando duplicidade de sistemas e exposição indevida de pacientes. → saude/p7

[b521] (saude) Ação Programática 2.1.8 – Ampliar provimento, fixação e formação regionalizada de profissionais de saúde → saude/p8

[b524] (saude) Objetivo: Fixar equipes multiprofissionais qualificadas nos serviços prioritários e reduzir interrupções na oferta regional. → saude/p8

[b525] (saude) 2.2 Especialidades, diagnóstico e regulação do acesso

[b526] (saude) Orientações Programáticas: ampliar o acesso a especialidades perto da residência do usuário, com escala, qualidade e sustentabilidade; organizar e dar transparência à regulação com controle de custo, qualidade assistencial e padronização de sistema interfederativo unificado; através da tecnologia e inovação reduzir o tempo de espera e o passivo cirúrgico com segurança, continuidade e custo controlado; acelerar diagnósticos estratégicos com oferta de exames e cuidado integral, respostas epidemiológicas, preservando qualidade e coordenação estadual; qualificar a atenção local, acelerar decisões diagnósticas e reduzir deslocamentos sem comprometer o cuidado presencial necessário. → saude/p10, saude/p14

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[b528] (saude) Ação Programática 2.2.1 – Requalificar e ampliar a rede regional de atenção ambulatorial especializada → saude/p14

[b531] (saude) Objetivo: Ampliar o acesso a especialidades perto da residência do usuário, através da cooperação junto aos Municípios, assegurando a oferta de especialidades sem a necessidade de construção de novas estruturas, focando inicialmente no cuidado. → saude/p14

[b532] (saude) Ação Programática 2.2.2 – Implantar Fila → saude/p12

[b533] (saude) Única Transparente e regulação clínica baseada em prioridade → saude/p12

[b536] (saude) Objetivo: Garantir acesso facilitado através de tecnologia, regulado por necessidade clínica, reduzindo espera e integrando filas de consultas, exames, cirurgias eletivas em sistema único, com protocolos clínicos auditáveis, classificação de risco, confirmação automática, gestão de faltas, posição e previsão informadas ao usuário, em plataforma digital, sem exposição de dados sensíveis, tempo médio por serviço e mecanismos de revisão e auditoria. → saude/p12, saude/p13

[b537] (saude) Ação Programática 2.2.3 – Aperfeiçoar a estratégia permanente de cirurgias eletivas com segurança e rastreabilidade → saude/p16

[b540] (saude) Objetivo: Reduzir o tempo de espera e o passivo cirúrgico com segurança, continuidade e custo controlado. → saude/p10, saude/p16

[b541] (saude) Ação Programática 2.2.4 – Estruturar a Rede Regional de Diagnóstico por Imagem, Patologia e Análises Clínicas → saude/p43, saude/p45

[b544] (saude) Objetivo: Garantir o financiamento permanente visando a redução do tempo de diagnóstico e exames essenciais de maior complexidade de forma universalizada e programada em todas microrregiões. → saude/p43, saude/p45

[b545] (saude) Ação Programática 2.2.5 – Descentralizar a capacidade do LACEN por rede de laboratórios de referência → saude/p47

[b548] (saude) Objetivo: Organizar rede hierarquizada com LACEN estadual, polos macrorregionais e laboratórios apoiadores, definindo exames por nível, biossegurança, transporte de amostras, controle externo de qualidade, conectividade e protocolos de emergência. → saude/p47

[b549] (saude) Ação Programática 2.2.6 – Implantar a Rede Estadual de Policlínicas Territoriais → saude/p15

[b553] (saude) Objetivo: Assegurar a implantação planejada e progressiva, em cooperação com o Governo Federal e Governos Municipais, de 12 (doze) Policlínicas garantindo a oferta regionalizada de consultas especializadas, exames, linhas de cuidado prioritárias, procedimentos ambulatoriais e acompanhamento multiprofissional, reduzindo filas, deslocamentos e a concentração dos atendimentos em Teresina. → saude/p15

[b554] (saude) 2.3 Rede hospitalar, alta complexidade e Urgência

[b555] (saude) Orientações Programáticas: organizar a rede hospitalar por função e capacidade resolutiva, orientando investimentos, equipes, regulação e financiamento; aumentar a resolução local de urgências e procedimentos de média complexidade e reduzir encaminhamentos evitáveis aos hospitais de base; garantir → saude/p19

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[b556] (saude) 3 1 que hospitais de menor porte prestem serviços seguros, úteis e integrados à rede, com uso racional da capacidade instalada; garantir acesso oportuno ao cuidado crítico com uso eficiente e sustentável da capacidade instalada; dar sustentabilidade aos serviços estratégicos e induzir melhoria assistencial sem criar despesa permanente sem fonte e contrapartida de desempenho.

[b557] (saude) Ação Programática 2.3.1 – Atualizar a Política Hospitalar Estadual e instituir o Sistema Estadual de Classificação Hospitalar → saude/p19

[b561] (saude) Objetivo: Validar tecnicamente e instituir o Sistema Estadual de Classificação Hospitalar do Piauí, organizando unidades hospitalares estratégicas e hospitais Estaduais de portes → saude/p19

[b562] (saude) V, IV e III segundo população de referência, perfil epidemiológico, acesso geográfico, capacidade instalada, equipe, custeio e habilitações. → saude/p19

[b563] (saude) Ação Programática 2.3.2 – Implantar quatro Centros Hospitalares de Referência → saude/p18

[b564] (saude) Macrorregional em Parnaíba, Piripiri, Picos e Floriano → saude/p18

[b567] (saude) Objetivo: Instituir quatro Centros Hospitalares de Referência Macrorregional, tomando como unidades-base o Hospital Estadual → saude/p18

[b568] (saude) Dirceu Arcoverde, em Parnaíba; o Hospital

[b569] (saude) Regional Chagas Rodrigues, em Piripiri; o Hospital Regional Justino Luz, em Picos; e o Hospital Regional Tibério Nunes, em Floriano. Em 2027, cada centro terá plano diretor assistencial com diagnóstico de estrutura, demanda, equipes, equipamentos, licenças, habilitações e custeio. A carteira comum compreenderá urgência e emergência, clínica médica, cirurgia geral, ortopedia e trauma, diagnóstico, terapia intensiva adulta, maternidade, pediatria e estabilização neonatal. A rede dos quatro centros deverá assegurar, de forma complementar e pactuada, referências para neurocirurgia, oncologia, UTI neonatal e cirurgia pediátrica. A implantação ocorrerá por etapas, com pactuação na CIB e nas CIRs, metas de produção, tempo de acesso, transferências e desfechos, sem ativar serviço sem equipe completa, escala, habilitação e fonte de custeio. → saude/p18

[b570] (saude) Ação Programática 2.3.3 – Requalificar os Hospitais Regionais Resolutivos - Porte IV → saude/p20

[b573] (saude) Objetivo: Validar e requalificar, conforme a matriz proposta, os hospitais Manoel de Sousa Santos, em Bom Jesus; Senador Cândido → saude/p20

[b574] (saude) Ferraz, em São Raimundo Nonato; Deolindo

[b575] (saude) Couto, em Oeiras; Hospital Regional de Campo Maior; Leônidas Melo, em Barras; Eustáquio Portela, em Valença; Hospital Regional de Uruçuí; e Gerson Castelo Branco, em Luzilândia. A carteira mínima de referência será composta progressivamente por clínica médica, cirurgia geral, ortopedia, obstetrícia, pediatria, diagnóstico e urgência regional, com anestesiologia, apoio laboratorial, regulação e transporte integrados. A expansão dependerá de linha de base, estimativa de investimento e custeio, fonte permanente, faseamento e compatibilidade com PPA, LDO, LOA e LRF. → saude/p20

[b576] (saude) Ação Programática 2.3.4 – Reorganizar os Hospitais Estaduais Eficientes - Porte III → saude/p21

[b579] (saude) Objetivo: Validar o perfil dos hospitais Domingos Chaves, em Canto do Buriti; Teresinha Nunes de Barros, em São João do Piauí; → saude/p21

[b580] (saude) José de Moura Fé, em Simplício Mendes; Dr.

[b581] (saude) Júlio Hartman, em Esperantina; Francisco

[b582] (saude) Ayres Cavalcante, em Amarante; João Luiz de Moraes, em Demerval Lobão; João Pacheco

[b583] (saude) Cavalcante, em Corrente; José Furtado de Mendonça, em São Miguel do Tapuio; Júlio

[b584] (saude) Borges de Macedo, em Curimatá; e Norberto

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[b586] (saude) Moura, em Elesbão Veloso. O perfil-alvo compreenderá clínica médica, internação clínica, pequenas cirurgias, obstetrícia conforme capacidade e segurança, estabilização e apoio à urgência, com referência definida para níveis superiores. A expansão dependerá de linha de base, estimativa de investimento e custeio, fonte permanente, faseamento e compatibilidade com PPA, LDO, LOA e LRF. → saude/p21

[b587] (saude) Ação Programática 2.3.5 – Otimizar e expandir de forma faseada a terapia intensiva e a retaguarda crítica → saude/p22

[b590] (saude) Objetivo: Mapear demanda, ocupação, bloqueios, permanência e desfechos; recuperar leitos inativos viáveis; qualificar regulação e retaguarda; e somente então expandir UTI adulto, pediátrica ou neonatal nos pontos com escala e equipe. Cada lote de expansão terá habilitação, custo anual, plano de pessoal, manutenção e meta de tempo de espera e mortalidade ajustada. → saude/p22

[b591] (saude) Ação Programática 2.3.6 – Revisar o modelo estadual de cofinanciamento hospitalar por função, qualidade e resultado → saude/p23

[b594] (saude) Objetivo: Realizar estudo de custos e receitas por grupo hospitalar, definir critérios transparentes de cofinanciamento e vincular repasses adicionais a contrato assistencial, produção auditada, segurança, disponibilidade de equipe e resultados. A implantação será gradual, condicionada à fonte permanente e à compatibilidade com o Fundo Estadual de Saúde, PPA, LDO, LOA e pactuação do SUS. → saude/p23

[b595] (saude) Ação Programática 2.3.7 – Reestruturar os hospitais estratégicos de Teresina e consolidar suas missões assistenciais → saude/p17

[b598] (saude) Objetivo: Elaborar e executar plano diretor individual para cada hospital. O HGV será consolidado como referência estadual de alta complexidade clínica e cirúrgica adulta, oncologia, especialidades e transplantes e urgência cardiológica conforme capacidade técnica. O Instituto Natan Portella será reestruturado como referência em infectologia, isolamento, terapia intensiva, doenças emergentes e resposta a surtos. O Hospital Infantil → saude/p17

[b599] (saude) Lucídio Portella será fortalecido como referência pediátrica estadual, com urgência, internação, UTI pediátrica, cirurgia pediátrica, neurocirurgia, ortopedia e especialidades infantis. Os planos deverão definir obras, equipamentos, manutenção, força de trabalho, ensino e residência, segurança do paciente, indicadores assistenciais, metas contratuais e integração com regulação, hemorrede, LACEN e rede macrorregional. A implantação será faseada e condicionada a projetos, habilitações e fonte permanente de custeio. → saude/p70

[b600] (saude) Ação Programática 2.3.8 – Requalificar o Hospital Dirceu Arcoverde da Polícia Militar como Hospital Estadual de Referência → saude/p24

[b604] (saude) Objetivo: Implantar plano de requalificação do Hospital da Polícia como referência ortopédica estadual, com duas linhas integradas: retaguarda para trauma estabilizado encaminhado pela regulação e cirurgia ortopédica eletiva de média e alta complexidade. → saude/p24

[b605] (saude) Estruturar pronto atendimento referenciado, centro cirúrgico, leitos, imagem, anestesiologia, banco e rastreabilidade de implantes, controle de infecção, fisioterapia, reabilitação, planejamento de alta e retorno regional. → saude/p24

[b606] (saude) Integrar a unidade à Linha de Cuidado ao Trauma, à fila única e aos Centros Macrorregionais, com metas de tempo de espera, produtividade, complicações, reinternação e recuperação funcional. A transição deverá preservar os serviços essenciais existentes e dependerá de projeto, equipe, habilitação e fonte permanente de custeio. → saude/p24

[p. 33]

[b608] (saude) Ação Programática 2.3.9 – Implantar o Programa UPAs Eficientes e Resolutivas no Piauí → saude/p25

[b611] (saude) Objetivo: Reestruturar as Unidades de Pronto → saude/p25

[b612] (saude) Atendimento do Piauí como centros resolutivos e regionalmente integrados de urgência e emergência, assegurando acolhimento digno, classificação de risco, diagnóstico inicial, tratamento oportuno, estabilização clínica e encaminhamento seguro, com redução do tempo de espera, da permanência prolongada, das transferências desnecessárias e da superlotação hospitalar. → saude/p25

[b613] (saude) 2.4 Linhas prioritárias de cuidado

[b614] (saude) Orientações Programáticas: garantir parto seguro, humanizado e previsível, com acesso oportuno ao nível de risco adequado; aumentar cobertura de rastreamento e acelerar diagnóstico e tratamento das condições prioritárias da saúde da mulher; descentralizar o cuidado oncológico com segurança, reduzir deslocamentos e assegurar continuidade entre suspeita, diagnóstico, tratamento e acompanhamento; reduzir o tempo entre sintomas e tratamento e diminuir mortes e incapacidades por infarto e AVC; promover autonomia, prevenção de incapacidade e recuperação funcional ao longo do ciclo de vida; ampliar o acesso oportuno à tecnologia assistiva e melhorar a funcionalidade e a participação social; melhorar qualidade de vida, reduzir complicações e evitar hospitalizações desnecessárias.

[b615] (saude) Ação Programática 2.4.1 – Implantar Linha → saude/p55

[b616] (saude) Estadual Materno-Infantil com foco na redução da mortalidade evitável → saude/p55

[b619] (saude) Objetivo: Reduzir mortalidade materna, fetal e neonatal e garantir cuidado contínuo à gestante, ao bebê e à família. → saude/p55

[b620] (saude) Ação Programática 2.4.2 – Requalificar maternidades de referência, Vaga Certa e apoio à gestante de alto risco → saude/p56

[b623] (saude) Objetivo: Garantir parto seguro, humanizado e previsível, com acesso oportuno ao nível de risco adequado. → saude/p56

[b624] (saude) Ação Programática 2.4.3 – Estruturar a Rede Estadual de Saúde da Mulher e rastreamento organizado → saude/p57

[b627] (saude) Objetivo: Aumentar cobertura de rastreamento e acelerar diagnóstico e tratamento das condições prioritárias da saúde da mulher. → saude/p57

[b628] (saude) Ação Programática 2.4.4 – Consolidar a Rede Estadual de Oncologia e estruturar referências regionais articuladas aos Centros Macrorregionais → saude/p58

[b631] (saude) Objetivo: Descentralizar o cuidado oncológico com segurança, reduzir deslocamentos e assegurar continuidade entre suspeita, diagnóstico, tratamento e acompanhamento. → saude/p58

[b632] (saude) Ação Programática 2.4.5 – Assegurar primeira consulta oncológica em até 30 dias, diagnóstico no prazo legal e tratamento oportuno → saude/p59

[b635] (saude) Objetivo: Garantir entrada rápida na linha oncológica, diagnóstico tempestivo e início → saude/p59

[p. 34]

[b636] (saude) 3 4 oportuno do tratamento, reduzindo atrasos, abandono e sofrimento das famílias. → saude/p59

[b637] (saude) Ação Programática 2.4.6 – Implantar a Linha Estadual de Urgência Cardiovascular e AVC. → saude/p60

[b640] (saude) Objetivo: Estruturar uma rede regionalizada de urgência cardiovascular e cerebrovascular, com portas qualificadas de atendimento nos hospitais regionais e retaguarda especializada nos quatro Centros Hospitalares → saude/p60

[b641] (saude) Macrorregionais, garantindo reconhecimento precoce, diagnóstico imediato, estabilização clínica e início oportuno do tratamento do infarto e do AVC. A ação compreenderá a consolidação das Salas de Hemodinâmica do Hospital Regional Tibério Nunes, em Floriano, do Novo Hospital Regional de Picos e do Hospital Estadual Dirceu Arcoverde, em Parnaíba, assegurando funcionamento em regime de plantão 24 horas por dia, sete dias por semana, para realização de cateterismo cardíaco e angioplastia coronariana primária. A rede será integrada ao Serviço de Urgência e Emergência, à regulação estadual, à telecardiologia e à teleavaliação neurológica, com implantação progressiva de serviços de neurointervenção nos centros que apresentem demanda, capacidade técnica, equipe especializada, habilitação sanitária e fonte permanente de custeio, reduzindo deslocamentos de longa distância, atrasos assistenciais, mortes e incapacidades decorrentes de eventos cardiovasculares e cerebrovasculares agudos. → saude/p60

[b642] (saude) Ação Programática 2.4.7 – Implantar o Protocolo Intermunicipal de Trombólise e Transferência Cardiovascular Segura → saude/p61

[b645] (saude) Objetivo: Estruturar uma rede intermunicipal para o atendimento inicial do infarto agudo do miocárdio, credenciando hospitais de pequeno porte e unidades de pronto atendimento estrategicamente localizadas como pontos de diagnóstico, estabilização e reperfusão farmacológica. → saude/p61

[b646] (saude) Ação Programática 2.4.8 – Reorganizar a Política Estadual de Reabilitação e integrar CETEA e CER II, III e IV → saude/p78

[b649] (saude) Objetivo: Transformar CETEA, CERs e Salas de Estimulação Precoce em uma rede estadual integrada de reabilitação, com acesso territorial, continuidade terapêutica e apoio às famílias. → saude/p78

[b650] (saude) Ação Programática 2.4.9 – Ampliar o acesso à órteses, próteses e meios auxiliares de locomoção → saude/p62

[b653] (saude) Objetivo: Organizar fila estadual de acesso à órteses, próteses e meios auxiliares de locomoção ampliando a oferta desses dispositivos através do incremento e oficinas fixas ou contratadas, unidades móveis, manutenção e adaptação dos dispositivos. Definir critérios clínicos, prazos, rastreabilidade e controle de qualidade, articulando CERs e serviços regionais. → saude/p62

[b654] (saude) Ação Programática 2.4.10 – Implantar rede municipal pactuada de salas de estimulação precoce e linha de neurodesenvolvimento → saude/p63

[b657] (saude) Objetivo: Instituir, através de cooperação entre o Estado e os Municípios, salas de estimulação precoce vinculadas à atenção primária e à Política Estadual de Reabilitação, com cofinanciamento, protocolo assistencial, padrão mínimo de equipe, ambiente, equipamentos e supervisão regional. → saude/p63

[p. 35]

[b659] (saude) Ação Programática 2.4.11 – Implantar Rede de Cuidados Crônicos, Saúde do Idoso, atenção continuada e cuidados paliativos → saude/p52, saude/p64

[b662] (saude) Objetivo: Integrar atenção primária, ambulatórios, hospitais e assistência domiciliar para hipertensão, diabetes, doenças respiratórias, fragilidade e multimorbidade. Implantar protocolos de transição do cuidado, prevenção de quedas, atenção continuada e cuidados paliativos regionais com equipe multiprofissional e apoio às famílias. → saude/p52, saude/p64

[b663] (saude) Ação Programática 2.4.12 – Reestruturar a Atenção Integral e Descentralização Nefrológica → saude/p65

[b666] (saude) Objetivo: Organizar uma rede estadual, regionalizada e integral de prevenção, diagnóstico e tratamento das doenças renais, ampliando o acompanhamento nefrológico pré-dialítico, a oferta territorializada de hemodiálise e diálise peritoneal e o acesso ao transplante renal. A ação deverá reduzir deslocamentos prolongados e recorrentes, assegurar continuidade terapêutica, melhorar a qualidade de vida dos pacientes e aproximar o tratamento das famílias, mediante expansão planejada dos serviços nos polos regionais com demanda, capacidade técnica, habilitação sanitária e fonte permanente de custeio. → saude/p65

[b667] (saude) Ação Programática 2.4.13 – Implantar a Linha Estadual de Cuidado Integral à Saúde da Criança e do Desenvolvimento Infantil → saude/p53

[b670] (saude) Objetivo: Garantir a oferta e o acesso regionalizado, contínuo e integral aos serviços de saúde da criança, articulando puericultura e acompanhamento do desenvolvimento na Atenção Primária, assistência pediátrica especializada, maternidades, hospitais regionais, unidades neonatais e pediátricas, estimulação precoce, reabilitação e acompanhamento das crianças com condições crônicas ou de maior risco. A ação deverá assegurar transição segura entre os serviços, identificação precoce de alterações, redução dos deslocamentos, qualificação do cuidado neonatal e pediátrico e acompanhamento da criança desde o nascimento até a conclusão do percurso assistencial. → saude/p53

[b671] (saude) 2.5 Vigilância, promoção da saúde e qualidade de vida

[b672] (saude) Orientações Programáticas: aumentar a capacidade diagnóstica e a velocidade de resposta a surtos e emergências; reduzir danos à saúde e assegurar continuidade dos serviços em emergências climáticas e sanitárias; garantir vigilância contínua, qualificada e capaz de responder aos riscos territoriais; prevenir doenças, internações e mortes evitáveis e reduzir desigualdades de cobertura. → saude/p36

[b673] (saude) Ação Programática 2.5.1 – Implantar o Centro Estadual de Inteligência Epidemiológica e Vigilância Integrada → saude/p37

[b676] (saude) Objetivo: Integrar bases de vigilância, LACEN, atenção primária, hospitais e defesa civil em sala de situação com mapas de risco, alertas precoces e protocolos de resposta. Modelos preditivos serão usados com validação técnica, governança e supervisão humana, sem automatizar decisões clínicas sensíveis. → saude/p37

[b677] (saude) Quando envolver competência municipal, a execução ocorrerá por adesão, assistência técnica, cofinanciamento ou pactuação, com responsabilidades e contrapartidas definidas. → saude/p37

[b678] (saude) Ação Programática 2.5.2 – Fortalecer o LACEN, a rede laboratorial e a vigilância genômica → saude/p39, saude/p46, saude/p75

[p. 36]

[b682] (saude) Objetivo: Modernizar o LACEN-PI, fortalecer controle de qualidade, ampliar vigilância genômica e estabelecer rede de apoio macrorregional para coleta, triagem e exames definidos. → saude/p39, saude/p46, saude/p75

[b683] (saude) Ação Programática 2.5.3 – Estruturar resposta integrada a arboviroses, secas, enchentes e eventos climáticos → saude/p38

[b686] (saude) Objetivo: Reduzir danos à saúde e assegurar continuidade dos serviços em emergências climáticas e sanitárias. → saude/p38

[b687] (saude) Ação Programática 2.5.4 – Qualificar equipes, tecnologia e condições de trabalho da vigilância em saúde → saude/p36

[b690] (saude) Objetivo: Garantir vigilância contínua, qualificada e capaz de responder aos riscos territoriais. → saude/p36

[b692] (saude) Orientações Programáticas: assegurar acolhimento humanizado, escuta qualificada e acesso oportuno à rede de saúde mental, com atenção especial às pessoas em sofrimento psíquico, crise ou situação de vulnerabilidade; oferecer resposta segura e integrada às crises, reduzindo internações prolongadas, reinternações evitáveis e rupturas no acompanhamento; identificar precocemente situações de risco, ampliar o acesso especializado e garantir continuidade do cuidado; prevenir o suicídio e reduzir mortes evitáveis por meio de acompanhamento permanente e atuação articulada da rede; reduzir danos relacionados ao uso de álcool e outras drogas, ampliar a adesão ao tratamento e apoiar a reconstrução de vínculos, a autonomia e a reinserção social. → saude/p26

[b693] (saude) Ação Programática 2.6.1 – Consolidar e regionalizar a Rede de Atenção Psicossocial → saude/p26, saude/p30

[b697] (saude) Objetivo: Mapear vazios, apoiar habilitação e cofinanciamento de CAPS conforme critérios populacionais e assistenciais, qualificar CAPS → saude/p26, saude/p35

[b698] (saude) AD e infantojuvenis, integrar atenção primária, urgência, hospitais gerais, unidades de acolhimento e assistência social e estabelecer metas de acesso e continuidade. Quando envolver competência municipal, a execução ocorrerá por adesão, assistência técnica, cofinanciamento ou pactuação, com responsabilidades e contrapartidas definidas. → saude/p26, saude/p35

[b699] (saude) Garantindo cuidado psicossocial territorial, contínuo e adequado à gravidade, reduzindo hospitalizações evitáveis. → saude/p30

[b700] (saude) Ação Programática 2.6.2 – Implantar a Estratégia Estadual de Prevenção do Suicídio e seguimento pós-crise → saude/p32

[b704] (saude) Objetivo: Implantar vigilância de tentativas, protocolos de avaliação e seguimento, contato ativo após alta, capacitação de equipes, apoio às escolas e famílias, canais de orientação e integração entre APS, CAPS, urgência, hospitais, educação e assistência social. → saude/p32

[b705] (saude) Ação Programática 2.6.3 – Estruturar atenção integral a álcool e outras drogas com critérios de qualidade → saude/p33

[b708] (saude) Objetivo: Integrar CAPS AD, atenção primária, abordagem de rua, comunidades terapêuticas, assistência social, trabalho, segurança e justiça. Serviços próprios ou contratados de- → saude/p33

[p. 37]

[b709] (saude) 3 7 verão cumprir critérios técnicos, direitos humanos, equipe habilitada, projeto terapêutico, fiscalização e avaliação de resultados. → saude/p33

[b710] (saude) Quando envolver competência municipal, a execução ocorrerá por adesão, assistência técnica, cofinanciamento ou pactuação, com responsabilidades e contrapartidas definidas. → saude/p33

[b711] (saude) Ação Programática 2.6.4 – Ampliar telepsiquiatria, matriciamento e apoio em saúde mental às escolas → saude/p28, saude/p29

[b715] (saude) Objetivo: Ampliar telepsiquiatria e telepsicologia reguladas, matriciamento das equipes de atenção primária e CAPS, segunda opinião e educação permanente. Nas escolas estaduais, instituir equipes e fluxos de promoção, escuta, identificação e encaminhamento, em articulação com a RAPS e respeitando sigilo e proteção de dados. → saude/p28, saude/p29

[b716] (saude) Ação Programática 2.6.5 – Qualificar cuidado de crise e leitos de saúde mental em hospitais gerais → saude/p34

[b719] (saude) Objetivo: Definir portas regionais de crise, qualificar equipes de urgência, implantar ou habilitar leitos em hospitais gerais conforme necessidade, integrar SAMU, CAPS e regulação e assegurar plano de alta e seguimento rápido. A assistência observará a Lei nº → saude/p34

[b720] (saude) 10.216/2001 e práticas baseadas em direitos. → saude/p34

[b723] (saude) Programáticas: fortalecer a Atenção Básica como porta de entrada e coordenadora do cuidado, mediante planificação regional, apoio técnico, cofinanciamento e pactuação com os municípios; ampliar a resolutividade das equipes e a integração com a atenção especializada, a regulação e a rede hospitalar; qualificar a gestão municipal e prevenir perdas de recursos do SUS; assegurar acompanhamento contínuo das condições crônicas, reduzindo complicações, internações e mortes evitáveis. → saude/p69

[b724] (saude) Ação Programática 2.7.1 – Reimplantar a Planificação Estadual da Atenção Básica e das Redes de Cuidado → saude/p68

[b727] (saude) Objetivo: Coordenar, mediante pactuação na Comissão Intergestores Bipartite e nas Comissões Intergestores Regionais, a Planificação Estadual da Atenção Básica, qualificando os processos de trabalho das equipes municipais e fortalecendo sua função como porta de entrada, coordenadora do cuidado e ordenadora das Redes de Atenção à Saúde. A ação deverá oferecer apoio institucional, educação permanente, instrumentos de diagnóstico, estratificação de riscos, protocolos assistenciais, organização de agendas, referência e contrarreferência, monitoramento de indicadores e integração com atenção especializada, regulação, vigilância, assistência farmacêutica, saúde mental, urgência e rede hospitalar, respeitada a responsabilidade dos municípios pela gestão e execução dos serviços locais. → saude/p68

[b728] (saude) Ação Programática 2.7.2 – Instituir o Programa Estadual de Apoio, Cofinanciamento e Qualificação da Atenção Básica Municipal → saude/p69

[b731] (saude) Objetivo: Fortalecer a capacidade administrativa e assistencial dos municípios para organizar e qualificar a Atenção Básica, mediante apoio técnico continuado, cofinanciamento estadual, formação das equipes, melhoria dos sistemas de informação e acompanhamento dos indicadores de acesso, continui- → saude/p69

[p. 38]

[b732] (saude) dade e resolutividade. A ação deverá reduzir perdas de recursos decorrentes de falhas cadastrais, inconsistências na produção, ali- → saude/p69

[b734] (saude) mentação inadequada dos sistemas, ausência de planejamento ou descumprimento de requisitos administrativos do SUS. → saude/p69

[b736] (saude) A saúde será medida não pelo volume de anúncios ou atendimentos isolados, mas pelo tempo de acesso, pela resolutividade, pela continuidade do cuidado e pela capacidade de salvar vidas em todas as regiões do Piauí.

[p. 100]

[b1866] (saude) Objetivo: ampliar a capacidade do Estado e dos municípios de identificar precocemente desnutrição, anemia, insegurança alimentar, sobrepeso e obesidade infantil, estruturando fluxos integrados entre unidades de saúde, escolas, creches e serviços socioassistenciais. → saude/p66

[b1867] (saude) A estratégia deverá utilizar informações territoriais para localizar crianças em risco, garantir acompanhamento continuado, orientar as famílias e mobilizar respostas de alimentação, saúde e proteção social, com prioridade para os municípios e comunidades com maiores índices de pobreza e vulnerabilidade nutricional. → saude/p66

[b1868] (saude) Ação Programática 10.2.3 – Executar projeto-piloto de apoio nutricional integrado a gestantes e puérperas em maior vulnerabilidade → saude/p67

[b1871] (saude) Objetivo: testar uma intervenção focalizada de proteção nutricional para gestantes e puérperas em insegurança alimentar ou risco clínico, combinando acesso a alimentação saudável, pré-natal, orientação nutricional, acompanhamento da saúde materna e vigilância do desenvolvimento infantil. O projeto deverá possuir público, duração, custo e critérios de entrada e saída previamente definidos, além de avaliação dos resultados sobre adesão ao pré-natal, alimentação, anemia, peso ao nascer e saúde materno-infantil, → saude/p67

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[b1872] (saude) 1 0 1 condicionando sua ampliação à demonstração de efetividade e sustentabilidade fiscal. → saude/p67

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[b1968] (saude) Objetivo: reduzir filas, deslocamentos e descontinuidade do atendimento mediante integração do CETEA, dos Centros Especializados em Reabilitação, da atenção primária, da saúde mental, da educação e da assistência social. A regionalização deverá organizar regulação, avaliação, acompanhamento, apoio matricial e teleatendimento, com práticas baseadas em evidências e planejamento individualizado, assegurando orientação às famílias e evitando a concentração excessiva dos serviços na capital. → saude/p78

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