André Marinho — texto do programa sobre Cultura, esporte e lazer (Governador — RJ, 2026)
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[b292] (cultura_esporte) • A Copa do Mundo Feminina FIFA 2027 como catalisador de investimentos, infraestrutura e projeção global.
[p. 12]
[b311] (cultura_esporte) • Capital cultural, turística e criativa do Brasil — com apelo internacional incomparável.
[b327] (cultura_esporte) • Copa do Mundo Feminina FIFA 2027, sediada no Rio — janela única de investimento, visibilidade e legado urbano.
[p. 16]
[b416] (cultura_esporte) • Cidade 05 — Cidade das Religiões: grande espaço ecumênico, com templo de arquitetura em nível mundial, para eventos e romarias, centros de estudos em teologia e filosofias espiritualizadas, com potencial turístico e cultural de alcance nacional e internacional. → cultura-esporte/p91
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[b2654] (cultura_esporte) • Rede de até 1.000 polos esportivo-pedagógicos implantados em territórios críticos, com prioridade para Baixada, Zona Oeste e interior (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → cultura-esporte/p4, cultura-esporte/p5
[p. 115]
[b2847] (cultura_esporte) IV.8 — Cultura, Esporte e Turismo
[b2848] (cultura_esporte) Economia da cultura, legado esportivo e turismo no interior
[b2849] (cultura_esporte) 46. Equipamentos Esportivos: Resgate do Legado 2016 e a Copa 2027
[b2850] (cultura_esporte) "Equipamento esportivo não pode virar elefante branco: vai virar escola de campeão e palco de evento, gerando emprego e orgulho."
[b2852] (cultura_esporte) O legado esportivo do Rio de Janeiro tornou-se símbolo nacional do desperdício. Bilhões de reais foram investidos para os Jogos de 2016 e, anos depois, equipamentos de ponta seguem abandonados, subutilizados ou em disputa judicial: do Parque Olímpico da Barra operando muito abaixo do potencial ao Velódromo incendiado, das arenas sem calendário à Marina da Glória sem função esportiva. O Complexo de Deodoro, vocacionado a servir a Zona Norte e a Baixada, permanece um ativo público parado longe do circuito nobre. A promessa de transformação social não se cumpriu, a manutenção custa caro e há fortes indícios de desvio na conta olímpica. Agora, a Copa de 2027 se aproxima com o risco de repetir o mesmo erro — obras superfaturadas e instalações que viram ruína depois do apito final. O critério de sucesso de um megaevento não é o jogo; é o que fica depois dele em emprego, infraestrutura e uso comunitário.
[b2854] (cultura_esporte) Recuperar, auditar e reativar o parque de equipamentos esportivos do Estado, transformando o legado de 2016 e a plataforma da Copa de 2027 em ativos permanentes de esporte, emprego e cidadania, com uso comunitário garantido e gestão transparente. → cultura-esporte/p17
[b2856] (cultura_esporte) • Tratar cada megaevento como plataforma planejada de desenvolvimento, e não como fim em si mesmo: o legado precede a obra.
[b2857] (cultura_esporte) • Auditoria forense e responsabilização como pré-condição da reativação — cobrar quem desviou antes de gastar de novo.
[b2858] (cultura_esporte) • Plano específico por equipamento, com modelo de gestão, fonte de receita e calendário permanente definidos antes da reabertura.
[b2859] (cultura_esporte) • Integração dos equipamentos à juventude da periferia, revertendo a lógica de instalações nobres isoladas do território.
[b2860] (cultura_esporte) • Descentralização do investimento esportivo, priorizando Deodoro, a Baixada e o interior, e não apenas o eixo da capital.
[b2862] (cultura_esporte) • Auditoria forense da conta olímpica, com ações de regresso para recuperar recursos desviados, sob acompanhamento contínuo do TCE-RJ e do Ministério Público. → cultura-esporte/p18
[b2863] (cultura_esporte) • Plano de reativação por equipamento (Maracanã, Engenhão, Parque Olímpico da Barra, → cultura-esporte/p17
[b2864] (cultura_esporte) Velódromo, Complexo de Deodoro), com destinação, gestão compartilhada e sustentabilidade financeira. → cultura-esporte/p17
[b2865] (cultura_esporte) • Programa Olímpico Social, levando jovens da periferia ao esporte de alto rendimento nas instalações recuperadas. → cultura-esporte/p20
[b2866] (cultura_esporte) • Modernização dos equipamentos esportivos vinculada à Copa 2027, com aproveitamento comunitário garantido em contrato. → cultura-esporte/p21, cultura-esporte/p23
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[b2876] (cultura_esporte) • Candidatura a um grande evento internacional (Olimpíada da Juventude ou Jogos Pan- → cultura-esporte/p22
[b2877] (cultura_esporte) Americanos) para dar uso permanente às instalações. → cultura-esporte/p22
[b2878] (cultura_esporte) • Painel público único de acompanhamento das obras, custos e uso de cada equipamento. → cultura-esporte/p14
[b2880] (cultura_esporte) • Auditar 100% dos equipamentos do legado olímpico e da conta de 2016 até o fim de 2027 (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → cultura-esporte/p18
[b2881] (cultura_esporte) • Reativar os cinco marcos prioritários (Maracanã, Engenhão, Parque Olímpico, Velódromo e → cultura-esporte/p17
[b2882] (cultura_esporte) Deodoro) com calendário esportivo permanente (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → cultura-esporte/p17
[b2883] (cultura_esporte) • Levar 50 mil jovens da periferia ao esporte de ponta pelo Programa Olímpico Social (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → cultura-esporte/p20
[b2884] (cultura_esporte) • Entregar 100% das instalações usadas na Copa 2027 com plano de uso comunitário pósevento aprovado (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → cultura-esporte/p21
[b2886] (cultura_esporte) Fase 1 — 2027: abertura da auditoria forense da conta olímpica; diagnóstico técnico de cada equipamento; preparação e entrega das instalações da Copa 2027 com cláusula de legado; painel público no ar. → cultura-esporte/p18, cultura-esporte/p21
[b2887] (cultura_esporte) Fase 2 — 2028–2029: execução dos planos de reativação por equipamento; expansão do Programa Olímpico Social; ações de regresso para recuperação de recursos; estruturação da candidatura a evento internacional. → cultura-esporte/p22
[b2888] (cultura_esporte) Fase 3 — 2030: equipamentos em pleno funcionamento com calendário permanente; consolidação do modelo de gestão compartilhada; balanço público do legado recuperado.
[b2890] (cultura_esporte) • Número de equipamentos auditados e reativados com calendário esportivo ativo.
[b2891] (cultura_esporte) • Jovens atendidos pelo Programa Olímpico Social, por região.
[b2892] (cultura_esporte) • Valores recuperados por ações de regresso da conta olímpica.
[b2893] (cultura_esporte) • Taxa de utilização (ocupação) mensal de cada instalação recuperada.
[b2895] (cultura_esporte) Coordenação pela Secretaria de Esporte e Lazer, com comitê de acompanhamento integrado ao TCE-RJ e ao Ministério Público para a auditoria forense e as ações de regresso. Financiamento por recursos recuperados de desvios, parcerias público-privadas de gestão dos equipamentos, patrocínio esportivo e receitas de eventos, além do aproveitamento da contrapartida de investimento prevista no PROPAG em infraestrutura (Casa Civil, jun/2026). A transparência será assegurada por painel público permanente, no espírito da LEGE-RJ. → cultura-esporte/p23
[p. 117]
[b2905] (cultura_esporte) 47. Rio Cultura Viva e Calendário Cultural RJ
[b2906] (cultura_esporte) "Cultura com edital transparente, prazo cumprido e conta prestada: fomento que chega ao interior e à periferia, não só à capital."
[b2908] (cultura_esporte) A política cultural fluminense sofre de concentração geográfica e de insegurança para o produtor. O fomento se concentra historicamente na capital, enquanto o interior e as periferias
[b2909] (cultura_esporte) — que abrigam expressões culturais vigorosas — ficam à margem dos editais. O produtor cultural convive com prazos que não se cumprem, prestação de contas opaca e descontinuidade de calendário, o que inviabiliza o planejamento e a profissionalização do setor. A economia criativa é um dos vetores mais promissores da diversificação econômica do Rio — o Rio Século XXI a lista entre os setores portadores de futuro —, mas segue subaproveitada por falta de previsibilidade e de capilaridade. Sem regras claras e sem descentralização, a cultura fluminense desperdiça talento e renda em todas as regiões.
[b2911] (cultura_esporte) Fomentar a produção artística em todas as linguagens com editais transparentes, prazos cumpridos e prestação de contas pública, descentralizando o investimento para o interior e as periferias, e estruturar um calendário cultural estadual anual que dê previsibilidade e escala à cadeia da cultura. → cultura-esporte/p32
[b2913] (cultura_esporte) • Transparência radical no fomento: cada edital com critérios públicos, prazo definido e contas prestadas em painel aberto.
[b2914] (cultura_esporte) • Descentralização como princípio: cotas regionais e itinerância dos investimentos para o interior e as periferias.
[b2915] (cultura_esporte) • Cultura como cadeia produtiva e vetor de emprego e renda, não como despesa acessória.
[b2916] (cultura_esporte) • Previsibilidade: calendário estadual estável que permita planejamento a produtores, municípios e ao setor de turismo.
[b2917] (cultura_esporte) • Valorização da diversidade de linguagens — música, artes cênicas, audiovisual, literatura, artes visuais, cultura popular e tradicional.
[b2919] (cultura_esporte) • Programa Rio Cultura Viva com editais anuais por linguagem, calendarizados e com prazos de pagamento fixados em contrato. → cultura-esporte/p32
[b2920] (cultura_esporte) • Cotas regionais obrigatórias nos editais, garantindo recursos ao interior e às periferias metropolitanas. → cultura-esporte/p33
[b2921] (cultura_esporte) • Portal público de transparência do fomento, com acompanhamento de cada projeto do lançamento à prestação de contas. → cultura-esporte/p34
[b2922] (cultura_esporte) • Calendário Cultural RJ: mapa e agenda unificados dos grandes eventos estaduais ao longo do ano, articulados com o turismo. → cultura-esporte/p1, cultura-esporte/p106
[b2923] (cultura_esporte) • Editais de circulação e itinerância para levar espetáculos, mostras e festivais a municípios sem oferta cultural estruturada. → cultura-esporte/p3, cultura-esporte/p108
[b2924] (cultura_esporte) • Formação e apoio técnico a produtores e gestores culturais municipais para elaboração e execução de projetos. → cultura-esporte/p41
[b2925] (cultura_esporte) • Integração com as leis federais de incentivo e com os recursos do sistema de cultura, ampliando a capacidade de alavancagem. → cultura-esporte/p46
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[b2934] (cultura_esporte) • Cumprir 100% dos prazos de pagamento dos editais dentro do exercício previsto (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → cultura-esporte/p35
[b2935] (cultura_esporte) • Destinar ao interior e às periferias metropolitanas ao menos metade dos recursos de fomento até 2030 (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → cultura-esporte/p33
[b2936] (cultura_esporte) • Contemplar projetos culturais em todos os 92 municípios ao longo do ciclo (meta do plano → cultura-esporte/p33
[b2937] (cultura_esporte) — a confirmar na estimação técnica).
[b2938] (cultura_esporte) • Consolidar o Calendário Cultural RJ com uma grade estável de eventos estaduais anuais (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → cultura-esporte/p1, cultura-esporte/p106
[b2940] (cultura_esporte) Fase 1 — 2027: reformulação dos editais com regras de transparência e cotas regionais; lançamento do portal público de fomento; primeira edição estruturada do Calendário Cultural RJ. → cultura-esporte/p1, cultura-esporte/p106
[b2941] (cultura_esporte) Fase 2 — 2028–2029: ampliação dos editais de circulação e itinerância; programa de formação de gestores municipais; consolidação da descentralização e integração com o turismo. → cultura-esporte/p41
[b2942] (cultura_esporte) Fase 3 — 2030: calendário cultural consolidado e autossustentável; cobertura cultural nos 92 municípios; avaliação de impacto econômico e social do fomento.
[b2944] (cultura_esporte) • Percentual de recursos de fomento destinados ao interior e às periferias.
[b2945] (cultura_esporte) • Número de municípios com projetos culturais contemplados por ano.
[b2946] (cultura_esporte) • Prazo médio de pagamento dos editais e taxa de prestação de contas em dia.
[b2947] (cultura_esporte) • Público alcançado e empregos gerados pelos eventos do Calendário Cultural RJ.
[b2949] (cultura_esporte) Coordenação pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, com conselho consultivo de representação regional para garantir a descentralização. Financiamento por dotação estadual de cultura, leis de incentivo, patrocínio e parcerias com municípios e com o setor privado. A prestação de contas será integralmente pública, no padrão de transparência da LEGERJ, com metas de entrega medidas e publicadas para a pasta. → cultura-esporte/p34
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[b2960] (cultura_esporte) "O carnaval não é evento de quatro dias: é cadeia produtiva que sustenta milhares de famílias nos 365 dias do ano."
[b2962] (cultura_esporte) O carnaval do Rio de Janeiro move uma economia bilionária e sustenta milhares de famílias — costureiras, músicos, artesãos, ferreiros, aderecistas, produtores e técnicos. Ainda assim, a política pública o trata como evento pontual, concentrando atenção e recursos nos dias de desfile e deixando quem vive dele sem renda no restante do ano. O resultado é a informalidade, a intermitência de renda e a perda de saberes e técnicas que são patrimônio cultural do Estado.
[b2963] (cultura_esporte) Tratar a maior expressão cultural do Rio como acontecimento efêmero desperdiça seu potencial de gerar emprego estável e de projetar o Estado internacionalmente durante todo o calendário.
[b2965] (cultura_esporte) Tratar o carnaval como cadeia produtiva permanente, oferecendo fomento, crédito e formação durante os 365 dias do ano aos trabalhadores e trabalhadoras do setor, para transformar a maior expressão cultural do Estado em política estável de emprego e renda. → cultura-esporte/p59
[b2967] (cultura_esporte) • Carnaval como economia criativa permanente, e não como despesa sazonal de evento.
[b2968] (cultura_esporte) • Foco no trabalhador da cadeia: costureiras, músicos, artesãos, produtores e técnicos como sujeitos da política.
[b2969] (cultura_esporte) • Formalização e acesso ao crédito produtivo como caminho para estabilizar a renda ao longo do ano.
[b2970] (cultura_esporte) • Formação e transmissão de saberes, preservando técnicas artesanais e qualificando a mão de obra.
[b2971] (cultura_esporte) • Interiorização: apoio às manifestações carnavalescas e à cadeia produtiva também fora da capital.
[b2976] (cultura_esporte) • Cadastro estadual dos trabalhadores da cadeia do carnaval, base para as políticas de crédito, formação e proteção social. → cultura-esporte/p60
[b2977] (cultura_esporte) • Circuito estadual de eventos carnavalescos ao longo do ano, integrado ao Calendário → cultura-esporte/p62, cultura-esporte/p113
[b2979] (cultura_esporte) • Apoio à profissionalização e à gestão das agremiações e blocos, com transparência e prestação de contas. → cultura-esporte/p63
[b2981] (cultura_esporte) • Cadastrar e alcançar com crédito ou formação a maioria dos trabalhadores da cadeia produtiva do carnaval (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → cultura-esporte/p60
[b2982] (cultura_esporte) • Ofertar formação profissional continuada em ofícios do carnaval em todas as regiões do → cultura-esporte/p59
[b2983] (cultura_esporte) Estado (meta do plano — a confirmar na estimação técnica).
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[b2991] (cultura_esporte) • Ampliar a renda anual média dos trabalhadores do setor, reduzindo a sazonalidade (meta do plano — a confirmar na estimação técnica).
[b2992] (cultura_esporte) • Consolidar um circuito estadual de eventos carnavalescos distribuído ao longo do calendário (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → cultura-esporte/p62, cultura-esporte/p113
[b2994] (cultura_esporte) Fase 1 — 2027: criação do cadastro estadual da cadeia do carnaval; estruturação da linha de crédito com a AgeRio; primeiros cursos de qualificação. → cultura-esporte/p59, cultura-esporte/p61
[b2995] (cultura_esporte) Fase 2 — 2028–2029: expansão da formação e do crédito ao interior; apoio a barracões e cooperativas produtivas; integração ao Calendário Cultural RJ e ao turismo. → cultura-esporte/p59
[b2996] (cultura_esporte) Fase 3 — 2030: cadeia produtiva do carnaval funcionando o ano inteiro; avaliação de impacto sobre renda e formalização; consolidação do circuito estadual permanente.
[b2998] (cultura_esporte) • Número de trabalhadores cadastrados e atendidos por crédito e formação.
[b2999] (cultura_esporte) • Volume de crédito produtivo concedido à cadeia do carnaval.
[b3000] (cultura_esporte) • Grau de formalização e renda média anual dos trabalhadores do setor.
[b3001] (cultura_esporte) • Número de eventos e municípios integrados ao circuito carnavalesco permanente.
[b3003] (cultura_esporte) Coordenação pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, em articulação com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e a AgeRio para o crédito produtivo, e com o Sistema S para a formação. Financiamento por fundos estaduais de fomento à cultura e ao pequeno negócio (com a simplificação prevista para os fundos de crédito), leis de incentivo e parcerias privadas. Gestão orientada por dados do cadastro estadual e transparência de contas. → cultura-esporte/p61
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[b3013] (cultura_esporte) 49. Arena Fluminense e Esporte nas Comunidades
[b3014] (cultura_esporte) "Esporte é vínculo: o Estado disputa o tempo do jovem com o crime, e vence pela quadra."
[b3016] (cultura_esporte) Em vastas áreas da Região Metropolitana, o jovem cresce sem equipamento público de esporte e lazer, num território disputado pelo crime organizado. Cerca de 4 milhões de pessoas (34,9% da população metropolitana) vivem sob controle ou influência de grupos armados (GENIUFF/Fogo Cruzado, 2024), e é justamente do universo de jovens sem escola, sem trabalho e sem projeto que o tráfico faz seu recrutamento primário — o Rio tem em torno de 600 mil jovens de 15 a 29 anos fora da escola e do trabalho (IBGE/PNAD). Enquanto a escola funciona poucas horas por dia, o crime funciona 24 horas. O esporte comunitário, com vínculo e presença permanente, é um dos instrumentos mais eficazes de prevenção à violência e de aproximação entre as forças de segurança e a comunidade — mas falta equipamento, gestão e continuidade.
[b3018] (cultura_esporte) Implantar um novo modelo de equipamento esportivo comunitário — a Arena Fluminense — com múltiplas modalidades, gestão compartilhada com a comunidade e programas voltados a jovens de 10 a 24 anos em situação de vulnerabilidade, usando o esporte como prevenção à violência e ponte entre segurança pública e território. → cultura-esporte/p6
[b3020] (cultura_esporte) • Esporte como política de segurança preventiva, disputando o tempo e o futuro do jovem com o crime.
[b3021] (cultura_esporte) • Gestão compartilhada com a comunidade, garantindo pertencimento e permanência do equipamento.
[b3022] (cultura_esporte) • Priorização de territórios de alta vulnerabilidade e sob pressão de grupos armados.
[b3023] (cultura_esporte) • Integração com escola e assistência social: a prática esportiva articulada à matrícula, à frequência e ao acompanhamento familiar.
[b3024] (cultura_esporte) • Multimodalidade e formação de base, abrindo caminho tanto para a cidadania quanto para o alto rendimento.
[b3026] (cultura_esporte) • Construção e requalificação de Arenas Fluminenses em territórios críticos, com quadras e espaços para múltiplas modalidades. → cultura-esporte/p4
[b3027] (cultura_esporte) • Programas esportivo-pedagógicos para jovens de 10 a 24 anos, com contrapartida de matrícula e frequência escolar. → cultura-esporte/p10
[b3028] (cultura_esporte) • Modelo de gestão compartilhada com organizações e lideranças comunitárias, com transparência e metas. → cultura-esporte/p6
[b3029] (cultura_esporte) • Aproximação entre forças de segurança e comunidade por meio do esporte, com atividades conjuntas e presença positiva do Estado. → cultura-esporte/p6
[b3030] (cultura_esporte) • Articulação com os equipamentos do legado olímpico reativados (Programa Olímpico Social) e com os polos esportivo-pedagógicos. → cultura-esporte/p20
[b3031] (cultura_esporte) • Detecção e encaminhamento de talentos ao esporte de rendimento, integrados às instalações recuperadas. → cultura-esporte/p20
[b3033] (cultura_esporte) • Implantar Arenas Fluminenses nos territórios de maior vulnerabilidade da Região → cultura-esporte/p4
[b3034] (cultura_esporte) Metropolitana e do interior (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → cultura-esporte/p4
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[b3042] (cultura_esporte) • Atender dezenas de milhares de jovens de 10 a 24 anos com prática esportiva regular vinculada à escola (meta do plano — a confirmar na estimação técnica).
[b3043] (cultura_esporte) • Manter contrapartida de matrícula ativa e frequência escolar para os participantes (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → cultura-esporte/p10
[b3044] (cultura_esporte) • Reduzir a exposição ao recrutamento criminoso nos territórios atendidos, medida em conjunto com os indicadores de segurança (meta do plano — a confirmar na estimação técnica).
[b3046] (cultura_esporte) Fase 1 — 2027: definição dos territórios prioritários com base nos dados de vulnerabilidade; primeiras Arenas e programas esportivo-pedagógicos; modelo de gestão compartilhada. → cultura-esporte/p6
[b3047] (cultura_esporte) Fase 2 — 2028–2029: expansão da rede de Arenas ao interior; consolidação da contrapartida escolar e da busca ativa; integração com segurança e assistência social. → cultura-esporte/p4
[b3048] (cultura_esporte) Fase 3 — 2030: rede consolidada com gestão comunitária estável; avaliação de impacto sobre evasão escolar e violência; trilhas de rendimento para jovens talentos.
[b3050] (cultura_esporte) • Número de Arenas Fluminenses em operação e jovens atendidos, por território.
[b3051] (cultura_esporte) • Frequência escolar e permanência dos jovens participantes.
[b3052] (cultura_esporte) • Indicadores de violência nos territórios atendidos, em cotejo com o entorno.
[b3053] (cultura_esporte) • Grau de participação comunitária na gestão dos equipamentos.
[b3055] (cultura_esporte) Coordenação pela Secretaria de Esporte e Lazer, em articulação com as Secretarias de Educação, Assistência Social e Segurança Pública, e com organizações comunitárias na gestão local. → cultura-esporte/p105
[b3056] (cultura_esporte) Financiamento por recursos estaduais, patrocínio esportivo, leis de incentivo, parcerias públicoprivadas e a contrapartida de investimento em segurança prevista no PROPAG (Casa Civil, jun/2026). Acompanhamento por painel público de metas e resultados, no padrão da LEGE-RJ. → cultura-esporte/p23
[p. 139]
[b3550] (cultura_esporte) Equipamentos Esportivos: Resgate do Legado 2016 e a Copa 2027
[b3552] (cultura_esporte) Rio Cultura Viva e Calendário Cultural RJ
[b3556] (cultura_esporte) Arena Fluminense e Esporte nas Comunidades
[b3560] (cultura_esporte) Interiorização e Legado da Copa 2027 → cultura-esporte/p21
FIM — 125 blocos neste arquivo.