André Marinho — texto do programa sobre Apresentação e o que não entrou em tema (Governador — RJ, 2026)

Fonte: eleicoes.ai — programas de governo registrados no TSE (eleições 2026). Use SÓ o que está nestes arquivos para falar dos programas; cite o candidato e a página do programa; não recomende voto. Estados possíveis de um candidato numa proposta: PROPÕE (há trecho), PROPÕE O CONTRÁRIO (há trecho que rejeita a mesma medida), NÃO LOCALIZADO (não achamos trecho no programa dele NESTE tema — não é "é contra", e não é prova de que o programa não trata do assunto: o trecho pode estar classificado em outro tema; procure no índice de assuntos e no texto do programa antes de afirmar ausência, e prefira dizer "não localizei").

Este arquivo tem 70 blocos do programa de André Marinho, na ordem do documento. [p. N] é a página do PDF registrado no TSE (divulgacandcontas.tse.jus.br/divulga/rest/arquivo/doc/190016887030).

[p. 5]

[b164] (apresentacao) 1. O RIO PRECISA DE UM NOVO COMEÇO: O PROPÓSITO

[b165] (apresentacao) Não há um único cidadão fluminense que não reconheça, no fundo da alma, que o Rio precisa mudar — e mudar de verdade. Essa percepção atravessa gerações, ruas e territórios. Se esse cidadão é jovem, sente na pele a falta de oportunidades reais: cursos que não chegam até ele, empregos que migram para outros estados, um horizonte fechado antes mesmo de se abrir. Se é adulto, chefe de família, convive com a angústia de fazer mais com menos num ambiente que parece feito para dificultar — dificulta quem quer se locomover, dificulta quem busca emprego, dificulta quem tenta manter o que já conquistou. E se é idoso, enfrenta o peso acrescido da precariedade na saúde, da insegurança nas ruas e, muitas vezes, da solidão e da fome silenciosa.

[b166] (apresentacao) O Mapa da Pobreza não nos trata com gentileza. O estado que responde por cerca de 9% do PIB nacional ainda registra, em 2025, uma das seis maiores taxas de desemprego do país — 7,5% no terceiro trimestre, a mais alta de toda a Região Sudeste. Pior: 37% dos trabalhadores fluminenses sobrevivem na informalidade, sem proteção, sem previdência, sem futuro garantido. São quase 18 milhões de habitantes numa terra riquíssima em petróleo, biodiversidade e criatividade que, paradoxalmente, não consegue transformar essa riqueza em bem-estar coletivo de forma consistente.

[b167] (apresentacao) Isso não é acidente. É o resultado de décadas de má gestão, captura do Estado por interesses privados e uma normalização chocante da incompetência pública. Governadores presos, secretários investigados, assembleias legislativas sequestradas por grupelhos que se revezam no poder há trinta anos. O Rio foi sistematicamente roubado — não só do dinheiro público, mas da sua própria possibilidade de sonhar em grande.

[b168] (apresentacao) É nesse contexto de urgência e indignação que nasce a Agenda de Governo André Marinho 2027–2030. Não é uma agenda de continuidade. É uma agenda de ruptura consciente, planejada e responsável. A pergunta que estrutura cada linha deste documento é simples e corajosa: O Rio tem jeito?

[b169] (apresentacao) A resposta é sim. O Rio tem jeito — e a prova está na sua gente. Nenhum estado brasileiro produziu tantas viradas em momentos tão adversos. O fluminense não desiste. Mas para que essa energia coletiva se converta em prosperidade real, ela precisa de um governo que não atravanque, que não se corrompa, que não capitule — um governo que seja a boa vingança de décadas de esbórnia e abandono.

[b170] (apresentacao) 2. OS TRÊS R'S: O ESPÍRITO QUE GUIA ESTA AGENDA

[b171] (apresentacao) A construção da candidatura de André Marinho está ancorada em torno de três palavras que, juntas, formam mais do que um slogan — formam uma filosofia de governo. São elas:

[p. 6]

[b183] (apresentacao) O Rio de Janeiro tem um problema crônico de rotatividade sem renovação: os mesmos grupos alternam-se no poder, com nomes diferentes, mas práticas idênticas. A Ruptura defendida por André Marinho é a recusa em perpetuar esse ciclo. Significa dizer não às coligações de conveniência, não à lógica de toma-lá-dá-cá com a Assembleia Legislativa, não à sujeição da máquina pública a interesses eleitorais. Como ele próprio declarou ao lançar sua précandidatura:

[b184] (apresentacao) "O Rio tem histórico de valorizar quem representa ruptura quando o sentimento antipolítico toma conta das ruas. Se existe alguém com independência para dar sequência à varredura que começou, esse alguém sou eu."

[b185] (apresentacao) A Ruptura é também geracional: pela primeira vez em décadas, o Rio pode ter um governador de 31 anos, formado em Ciência Política, sem rabo preso, sem dívidas políticas acumuladas.

[b187] (apresentacao) Reset e Ruptura sozinhos não bastam. É preciso construir algo no lugar do que foi desmontado.

[b188] (apresentacao) A Renovação é o compromisso com uma nova cultura de governo: transparência como padrão

[b190] (apresentacao) Os Três R's não são etapas sequenciais — são dimensões simultâneas do mesmo projeto. O Reset cria as condições; a Ruptura abre o caminho; a Renovação constrói o futuro. Toda a Agenda 2027–2030 está organizada a partir dessa tríade.

[b191] (apresentacao) 3. SIGA: O COMPROMISSO CONDENSADO EM QUATRO PILARES

[b192] (apresentacao) Qualquer governo sério começa com o compromisso de planejar com clareza, executar com competência e ser cobrado com transparência. A Agenda 2027–2030 se organiza em torno de Metas e Ações estruturadas numa Matriz que a própria sociedade fluminense e seus representantes poderão monitorar ao longo do mandato.

[b193] (apresentacao) Essa Matriz carrega um mantra sintetizado em quatro letras: S.I.G.A. Não é apenas um acrônimo

[b194] (apresentacao) — é uma instrução. Um governo que SIGA em frente, com propósito e método:

[b196] (apresentacao) Investimentos · G. Gestão · A. Ambiente.

[p. 8]

[b234] (apresentacao) 5. RIO: DO PESADELO HISTÓRICO À NOVA REALIDADE

[b235] (apresentacao) A perda econômica que ninguém contabilizou — e que a Agenda 2027–2030 se propõe a reverter.

[b236] (apresentacao) A história de nações e regiões raramente é uma linha reta — e a do Estado do Rio de Janeiro é, talvez, o exemplo mais eloquente disso no Brasil. Para compreender com clareza para onde a Agenda André Marinho 2027–2030 quer conduzir o Rio, é preciso entender de onde ele vem. E esse ponto de partida remete a uma decisão tomada há mais de seis décadas, cujas consequências econômicas e sociais jamais foram devidamente reconhecidas, calculadas ou compensadas pela Federação brasileira.

[b237] (apresentacao) Por quase dois séculos — de 1763 a 1960 —, o Rio de Janeiro foi o centro gravitacional da vida nacional. Capital do Vice-Reino, do Reino Unido, do Império e da República, a cidade concentrava a sede do poder político, a elite intelectual e empresarial do país, os maiores bancos

[p. 9]

[b245] (apresentacao) e mercados financeiros, as principais indústrias, universidades e instituições culturais. O Estado do Rio de Janeiro, com sua rica diversidade geográfica, era o coração econômico do Brasil.

[b246] (apresentacao) Em 1960, a capital federal foi transferida para Brasília — uma decisão de impacto civilizatório inegável, mas tomada sem qualquer mecanismo de compensação econômica para a região que seria esvaziada. Governos, ministérios, autarquias, empresas públicas, embaixadas e toda a constelação de negócios e serviços que orbitava em torno do poder federal migraram para o Planalto Central. O Rio perdeu, da noite para o dia, sua função histórica mais estratégica.

[b247] (apresentacao) A transferência da capital para Brasília foi, sem dúvida, um projeto de nação. Mas foi também, para o Rio de Janeiro, o maior choque econômico não compensado da história federativa brasileira.

[b248] (apresentacao) O Segundo Golpe: a Fusão de 1975

[b249] (apresentacao) Se a mudança da capital em 1960 foi um golpe duro, o segundo choque chegaria quinze anos depois — e foi ainda mais devastador porque veio de dentro. Em 1975, o regime militar decretou a fusão do Estado da Guanabara (o antigo Distrito Federal, hoje município do Rio de Janeiro) com o Estado do Rio de Janeiro (cuja capital era Niterói). A operação foi feita sem consulta popular, sem planejamento adequado e sem visão estratégica de desenvolvimento regional.

[b250] (apresentacao) O que poderia ter sido uma oportunidade de integração tornou-se uma fusão a fórceps entre dois entes mal relacionados, com identidades político-administrativas distintas e rivalidades históricas. O resultado foi uma década de pesadelo institucional, desperdício de energia política e paralisia de investimentos. O Rio de Janeiro chegou aos anos 1980 fragmentado, endividado e sem projeto.

[b251] (apresentacao) Três Décadas de Perda Relativa — a Conta que o Brasil Deve ao Rio

[b252] (apresentacao) A evolução histórica do PIB do Estado do Rio de Janeiro em relação ao PIB Brasil pode ser dividida em três períodos de vinte anos, que revelam com nitidez o impacto acumulado dessas decisões federativas.

[b253] (apresentacao) Período 1959–1979 — O Golpe da Capital: a transferência do Distrito Federal para Brasília em 1960, seguida pela fusão de 1975, impôs ao Estado do Rio uma perda relativa acumulada de aproximadamente 29 pontos percentuais em relação à evolução do PIB Brasil. Descontada a variação já negativa dos anos anteriores, a perda líquida relativa estimada chega a 20% de PIB

[b254] (apresentacao) — uma cifra que representa empregos que nunca foram criados, empresas que foram para São

[b255] (apresentacao) Paulo, talentos que migraram, famílias que perderam renda.

[b256] (apresentacao) Período 1979–1999 — O Pesadelo se Aprofunda: a vintena seguinte foi a mais brutal. O Brasil mergulhou em sua própria crise — fim do "milagre econômico", choques do petróleo, inflação crônica. O Rio sofreu de forma mais aguda do que a média nacional. A descoberta dos campos de Albacora e Marlim nos anos 1980 deu um alento pontual, mas o polo de óleo e gás não foi suficiente para reverter a dinâmica de empobrecimento. A crise social transbordou: criminalidade crescente, emigração de talentos, degradação do tecido urbano. A perda acumulada adicional chegou a mais 15 pontos percentuais em relação ao PIB Brasil.

[b257] (apresentacao) Período 1999–2019 — O Sonho Frustrado: o crescimento do setor de Óleo e Gás, a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 criaram um senso de retomada. Mas a recuperação foi incompleta e frágil. A ausência de uma estratégia integrada de desenvolvimento regional — que combinasse Segurança, Investimentos, Gestão e Ambiente simultaneamente — fez com que os

[p. 10]

[b265] (apresentacao) ganhos pontuais não se consolidassem em crescimento sustentado. A corrupção sistêmica nas obras e contratos do período comprometeu parte substancial dos recursos investidos. Para confirmar o impacto negativo da bandidagem oficial que tomou conta do governo do estado do Rio, os governadores da época foram denunciados e presos. Apesar da entrada volumosa de royalties do petróleo no caixa do governo, o Estado parou de honrar sua dívida e começou a renegociar seus atrasos com o governo federal. Tal devastação financeira provocou uma nova perda relativa de PIB em relação ao crescimento médio do País, acumulando atraso do Rio em mais 11 pontos percentuais na vintena de 1999 a 2019.

[b266] (apresentacao) Em seis décadas — de 1959 a 2019 — o Estado do Rio de Janeiro acumulou uma perda relativa estimada de mais do que 50 pontos percentuais de PIB em relação à trajetória da economia brasileira. É como se o Rio tivesse viajado décadas com um contrapeso invisível amarrado ao tornozelo — o peso de uma dívida federativa que ninguém assumiu e que ninguém pagou.

[b274] (apresentacao) O Que a História Ensina — e o Que a Agenda 2027–2030 Propõe

[b275] (apresentacao) Compreender esse ciclo histórico não é exercício de lamentação. É a base de um diagnóstico honesto que permite traçar a rota correta de superação para nosso Estado e sua injustiçada população.

[b276] (apresentacao) Lição 1 — Não há desenvolvimento regional sem implantar os quatro pilares simultâneos: SIGA.

[b277] (apresentacao) Os períodos em que o Rio teve crescimento mais robusto foram aqueles em que Segurança, Investimentos, Gestão e Ambiente avançaram juntos. Quando qualquer um desses pilares faltou

[b278] (apresentacao) — especialmente a Gestão séria e incorruptível —, os ganhos se dissiparam. O S.I.G.A. não é um slogan: é uma espécie de determinismo histórico.

[p. 11]

[b288] (apresentacao) A Janela de Oportunidade: 2027 a 2040

[b289] (apresentacao) A boa notícia é que, pela primeira vez em décadas, o Rio de Janeiro entra num período eleitoral com um conjunto de ativos que, se bem articulados, podem reverter a trajetória histórica de perda relativa:

[b296] (apresentacao) A projeção para o período 2027–2039, se a Agenda Marinho for implementada com fidelidade aos quatro pilares do S.I.G.A., aponta para uma trajetória de crescimento relativo superior à média nacional — revertendo pela primeira vez em décadas a tendência de perda acumulada.

[b297] (apresentacao) O Rio pode, finalmente, começar a pagar a dívida com seus próprios habitantes.

[b298] (apresentacao) A história do Rio é a história de um Estado que foi prejudicado, mas nunca desistiu. A Agenda 2027–2030 é a aposta de que, com os instrumentos certos e a liderança correta, o Rio precisa se tornar o caso mais impressionante de reinvenção regional da América Latina.

[b299] (apresentacao) 6. LIDANDO COM O FUTURO: UMA ANÁLISE SWOT

[b300] (apresentacao) A construção de uma agenda de governo realista exige que se olhe para a realidade fluminense sem romantismos nem catastrofismos. A análise SWOT a seguir mapeia as forças, fraquezas, oportunidades e ameaças do Estado do Rio de Janeiro, fornecendo a base estratégica sobre a qual a Matriz de Metas e Ações (MMA) da Agenda 2027–2030 foi construída.

[p. 12]

[b316] (apresentacao) • Povo com alta capacidade de resiliência, criatividade e cultura de reinvenção.

[p. 13]

[b348] (apresentacao) 7. RIO EM MOVIMENTO: UM PROGRAMA DE AÇÃO PARA 2027–2030

[b349] (apresentacao) A Agenda 2027–2030 não nasce do zero. Ela herda o que funcionou, corta o que não funcionou e inaugura o que ainda não foi tentado. Seu ponto de partida é o reconhecimento honesto do estado em que o Rio chega ao início do mandato: em recuperação econômica parcial, em crise de segurança pública aprofundada, com finanças públicas ainda frágeis e uma população que acredita menos do que nunca nas promessas dos políticos.

[b350] (apresentacao) Diante desse diagnóstico, o programa de ação da Agenda 2027–2030 se organiza em torno de frentes prioritárias, cada uma ancorada nos pilares do SIGA e impregnada pelo espírito dos Três R's. Não se trata de uma lista de desejos — trata-se de compromissos verificáveis, com metas claras, prazos definidos e indicadores públicos de acompanhamento.

[b351] (apresentacao) O Rio de Janeiro que André Marinho pretende entregar ao povo fluminense em 2031 é um estado mais seguro, mais empregado, mais bem gerido e mais preservado. Um Rio que voltou a acreditar em si mesmo — não por decreto, mas por resultado.

[b352] (apresentacao) A Matriz de Metas e Ações (MMA) detalha, por pilar e por setor, os compromissos específicos desta Agenda. Ela é o instrumento de governança que transforma intenções em obrigações — e obrigações em entregas.

[b353] (apresentacao) Reset · Ruptura · Renovação. O Rio tem jeito. Agora vai.

[b354] (apresentacao) 8. O ESTADO EM NÚMEROS: DIAGNÓSTICO ATUAL

[b355] (apresentacao) O Rio de Janeiro reúne, ao mesmo tempo, o maior potencial e as maiores travas do país. Além do diagnóstico histórico e estratégico das seções anteriores, os números oficiais mais recentes dimensionam o desafio.

[p. 14]

[b373] (apresentacao) 9. VISÃO 2030 — O RIO QUE VAMOS CONSTRUIR

[p. 15]

[b387] (apresentacao) Parte II — Matriz de Metas e Ações

[b390] (apresentacao) Esta é a Matriz de Metas e Ações da Agenda de Governo André Marinho 2027–2030. Seu objetivo é apresentar o contexto geral das principais propostas, organizadas pelos quatro pilares do S.I.G.A. — Segurança, Investimentos, Gestão e Ambiente — e permeadas pelo espírito dos Três R's: Reset, Ruptura e Renovação.

[b395] (apresentacao) Sobre os números desta Matriz: as estatísticas de diagnóstico provêm de fontes oficiais e públicas (ISP-RJ, IBGE/PNAD, INEP, Sefaz-RJ, Tesouro Nacional, Firjan, entre outras), citadas ao longo do texto e consolidadas na Nota Metodológica ao final. As metas propostas vêm marcadas como "meta do plano — a confirmar na estimação técnica", para distinguir a linha de base real da ambição a ser calibrada na implementação.

[p. 36]

[b896] (apresentacao) Nove áreas que se apoiam na espinha do ArcoMM e a alimentam. Cada projeto é um capítulo completo, com diagnóstico ancorado em dados oficiais, metas, cronograma por fase e indicadores.

[p. 138]

[b3448] (apresentacao) Parte VI — Matriz Geral de Projetos

[b3449] (apresentacao) Os 54 projetos do plano, por bloco. A espinha ArcoMM e as nove áreas somam 53 projetos; a Segurança Pública, como rubrica especial, integra em um único plano os 13 projetos de segurança nas cinco frentes.

[b3501] (protecao_animal) Rio do Mar, Aqua Rio e ID Animal RJ

[p. 140]

[b3576] (apresentacao) Parte VII — Nota Metodológica e Fontes

[b3577] (apresentacao) Método. Este plano foi construído em três etapas: (1) consolidação e depuração por conteúdo do acervo de projetos da Agenda 2027–2030, com fusão de propostas convergentes em programas integrados; (2) organização em três camadas — espinha territorial, áreas temáticas e rubrica especial de segurança; (3) detalhamento de cada projeto em formato de capítulo, com diagnóstico ancorado em estatísticas oficiais e metas marcadas para confirmação na estimação técnica.

[b3578] (apresentacao) Tratamento dos números. Distinguem-se, em todo o documento, três naturezas de número: a linha de base real, sempre citada com fonte e ano; o dado de contexto proveniente de estudos de terceiros, citado nominalmente; e a meta do plano, sinalizada com a expressão "meta do plano — a confirmar na estimação técnica". Nenhuma meta constitui promessa orçamentária até a validação técnica e fiscal da fase de implementação.

FIM — 70 blocos neste arquivo.