André Marinho — texto do programa sobre Saúde (Governador — RJ, 2026)
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[b368] (saude) Serviços e território. Na saúde, a fila da regulação na capital caiu de 160 para 75 dias entre 2020 e 2024 (Prefeitura do Rio), mas o estado tem a pior cobertura de atenção básica do país (57,2%
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[b907] (saude) Zerar filas, integrar o SUS e enfrentar a saúde mental
[b908] (saude) 10. Rio Sem Fila — Choque e Estrutura no SUS
[b909] (saude) "Fila de cirurgia não é estatística — é gente esperando para não morrer. O Estado não vai administrar a fila: vai zerá-la."
[b911] (saude) A saúde pública fluminense convive com duas doenças crônicas que se retroalimentam: a fila e a concentração. De um lado, o paciente do SUS espera, em média, cerca de 57 dias por um atendimento regulado — patamar pior do que o registrado no auge da pandemia, quando a espera girava em torno de 50 dias em 2020 (SER/SES-RJ e SISREG, dados via LAI, 2024). Só na capital, mais de 140 mil pessoas aguardam no SISREG por consulta, exame ou cirurgia, e cerca de 7,5 mil pacientes esperam por uma operação em hospitais públicos, com as maiores filas concentradas em oftalmologia, cirurgia geral e ortopedia (Prefeitura do Rio e Ministério da Saúde, 2024–2025). Ainda que a capital tenha reduzido o tempo médio do SISREG de 160 dias (2020) para 75 dias (2024) (Prefeitura do Rio), o interior segue muito atrás.
[b912] (saude) De outro lado, os serviços especializados estão concentrados na capital, obrigando o paciente do interior a deslocamentos longos e caros nos momentos mais críticos. O tratamento público de câncer, por exemplo, está concentrado em pouquíssimas unidades da capital: o morador de Campos, Macaé ou Itaperuna viaja centenas de quilômetros, enfrenta fila — e parte morre antes de ser chamada. O gargalo não é apenas financeiro: salas cirúrgicas e equipamentos permanecem ociosos por falta de gestão, enquanto o Rio de Janeiro ostenta a pior cobertura de atenção básica do país, 57,2% em 2021 (IEPS). O problema, portanto, é de organização e de decisão — o Estado tratou a fila como paisagem, e não como emergência.
[b914] (saude) Zerar as principais filas de exames e cirurgias eletivas do SUS estadual e qualificar a rede de urgência, emergência e alta complexidade, levando o serviço especializado para onde a população está — com prioridade para o interior e a Baixada Fluminense, onde a espera mata mais. O propósito é converter capacidade ociosa em atendimento e substituir a peregrinação do paciente pela oferta descentralizada de diagnóstico e tratamento. → saude/p1
[b916] (saude) • Tratar a fila como emergência de saúde pública, com força-tarefa estadual, meta por especialidade, prazo definido e responsabilização de gestores. → saude/p1
[b917] (saude) • Mobilizar capacidade instalada ociosa — pública, filantrópica e privada — em horários subutilizados (noite e fins de semana), remunerada pela tabela SUS, no modelo de mutirão consagrado em outras unidades da federação. → saude/p4
[b918] (saude) • Descentralizar a alta e média complexidade, expandindo oncologia, diagnóstico e urgência qualificada no interior e na Baixada. → saude/p6, saude/p64, saude/p102
[b919] (saude) • Transparência radical: painel público de acompanhamento da fila, atualizado, com nome do gargalo, meta e prazo de zeramento. → saude/p5
[b920] (saude) • Integração com a regulação estadual (SISREG) e com a saúde digital, para que a redução da fila seja permanente e não um esforço pontual. → saude/p2, saude/p85
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[b929] (saude) • Operação Mutirão Rio: replicação e ampliação, em escala estadual, do modelo de mutirão de exames e cirurgias, com rede pública, filantrópica e privada operando em horários ociosos, paga pela tabela SUS, começando pelas maiores filas — oftalmologia, cirurgia geral e ortopedia. → saude/p4
[b930] (saude) • Força-tarefa estadual da fila, com sala de situação, meta por especialidade e por região, e prioridade inicial ao interior e à Baixada Fluminense. → saude/p68
[b931] (saude) • Painel público "Rio Sem Fila", com o quantitativo de pacientes por especialidade, tempo médio de espera e percentual de zeramento, atualizado periodicamente. → saude/p5
[b932] (saude) • Expansão da rede de oncologia e diagnóstico no interior, com novos institutos e polos regionais — a exemplo dos Institutos Estaduais do Câncer previstos para Nova Iguaçu (86 leitos, 20 de UTI) e Nova Friburgo (SES-RJ, 2023) — e do polo Norte/Noroeste ancorado em Campos. → saude/p7, saude/p64, saude/p102
[b933] (saude) • Qualificação da rede de urgência e emergência, com protocolos de tempo-resposta, retaguarda de leitos e regulação em tempo real, reduzindo o tempo médio de atendimento. → saude/p13
[b934] (saude) • Contratualização de metas com unidades filantrópicas e prestadores, condicionando repasses ao cumprimento de produção e prazo. → saude/p10, saude/p16, saude/p90
[b936] (saude) • Zerar as principais filas de exames e cirurgias eletivas de oftalmologia, cirurgia geral e ortopedia no primeiro ano de operação plena do Mutirão, começando pelo interior e pela Baixada (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → saude/p69
[b937] (saude) • Reduzir em pelo menos 60% a fila estadual de oftalmologia, alinhando-se à meta municipal de espera máxima de 30 dias (meta do plano — a confirmar na estimação técnica; referência: Prefeitura do Rio, 2023). → saude/p70
[b938] (saude) • Reduzir o tempo médio do atendimento regulado no Estado dos atuais ~57 dias para patamar inferior a 30 dias (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → saude/p1
[b939] (saude) • Implantar ao menos um polo de oncologia ou diagnóstico de alta complexidade em cada uma das regiões do interior hoje desassistidas (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → saude/p6, saude/p7
[b940] (saude) • Ampliar a cobertura de atenção básica no Estado, saindo do último lugar nacional (57,2%) rumo à média das melhores unidades da federação (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → saude/p14
[b942] (saude) Fase 1 — 2027: instalação da força-tarefa e da sala de situação da fila; lançamento do painel público "Rio Sem Fila"; contratualização emergencial com rede filantrópica e privada; início da Operação Mutirão Rio pelas maiores filas, priorizando interior e Baixada. → saude/p4, saude/p68, saude/p71
[b943] (saude) Fase 2 — 2028–2029: zeramento e manutenção das filas de oftalmologia, cirurgia geral e ortopedia; expansão da rede de oncologia e diagnóstico no interior; qualificação da urgência e emergência com metas de tempo-resposta; integração plena à regulação estadual. → saude/p7, saude/p13
[b944] (saude) Fase 3 — 2030: consolidação da rede descentralizada de alta complexidade; institucionalização do mutirão como política permanente de absorção de demanda reprimida; avaliação de resultados e redistribuição de capacidade conforme demanda real. → saude/p4, saude/p64, saude/p102
[b946] (saude) • Tempo médio de espera por atendimento regulado (dias), por especialidade e por região.
[b947] (saude) • Número de pacientes na fila do SISREG por consulta, exame e cirurgia, com série histórica.
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[b955] (saude) • Percentual de zeramento das filas prioritárias (oftalmologia, cirurgia geral, ortopedia).
[b956] (saude) • Produção cirúrgica e de exames realizada em regime de mutirão (horários ociosos).
[b957] (saude) • Cobertura de atenção básica no Estado (%) e tempo-resposta da urgência/emergência.
[b958] (saude) • Deslocamento médio do paciente do interior para tratamento de alta complexidade.
[b960] (saude) A coordenação caberá à Secretaria de Estado de Saúde, por meio de uma força-tarefa dedicada com governança de resultados, metas públicas por especialidade e responsabilização de gestores vinculada à entrega medida e divulgada. O financiamento combina recursos ordinários do SUS (federais, estaduais e da tabela SUS para a rede contratualizada), a contrapartida de investimento prevista no PROPAG e a otimização da capacidade instalada já existente, cujo custo marginal de operação em horários ociosos é significativamente menor que o de novas construções. A transparência do painel público e a contratualização por metas são os mecanismos de controle que garantem que cada real aplicado se converta em atendimento — e não em fila administrada. → saude/p72
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[b970] (saude) 11. IA e Integração do SUS Estadual — Saúde Digital
[b971] (saude) "Um SUS que enxerga o paciente por inteiro: menos peregrinação, menos desperdício, mais decisão baseada em dado real."
[b973] (saude) Os sistemas de saúde do Estado e dos municípios operam fragmentados, como ilhas que não se comunicam. O paciente peregrina entre unidades, repete exames que já fez, carrega no papel um histórico que se perde a cada porta de entrada — e, no mesmo território, encontra leitos ociosos ao lado de filas de espera. A ausência de um prontuário unificado e de regulação de leitos baseada em dado real produz desperdício em duas frentes: retrabalho clínico (exames e consultas repetidos) e má alocação de recursos (leito vazio enquanto o paciente aguarda). Essa desorganização informacional é uma das raízes da própria fila: sem enxergar o paciente por inteiro e sem visão em tempo real da rede, o Estado regula no escuro.
[b974] (saude) O quadro fluminense evidencia o custo dessa fragmentação: a pior cobertura de atenção básica do país (57,2% em 2021, IEPS), tempo médio de atendimento regulado ainda elevado e forte concentração de serviços na capital. Ao mesmo tempo, experiências recentes mostram o potencial da tecnologia — o Super Centro Carioca de Saúde realiza cerca de 113 mil atendimentos por mês e a atenção primária da capital chega a aproximadamente 11 milhões de consultas por ano (SMS-Rio, 2024). O que falta é integrar estado e municípios num único sistema inteligente, capaz de transformar dado disperso em decisão clínica e gerencial.
[b976] (saude) Criar o prontuário eletrônico unificado do SUS fluminense, com integração plena entre estado e municípios, e incorporar inteligência artificial à triagem, ao apoio ao diagnóstico e à gestão de leitos — de modo a reduzir desperdício, encurtar filas, qualificar a regulação e sustentar, no tempo, os ganhos da Operação Mutirão Rio. → saude/p3, saude/p32, saude/p73
[b978] (saude) • Interoperabilidade como norma: um paciente, um prontuário, acessível com segurança em qualquer ponto da rede estadual e municipal. → saude/p96
[b979] (saude) • IA como multiplicador de capacidade pública — triagem inteligente, apoio ao diagnóstico e suporte à regulação —, sempre subordinada à decisão do profissional de saúde. → saude/p32
[b980] (saude) • Regulação de leitos e de vagas baseada em dado em tempo real, eliminando o descompasso entre leito ocioso e fila. → saude/p2, saude/p85
[b981] (saude) • Proteção de dados e privacidade do paciente por padrão, em conformidade com a LGPD, com governança clara sobre acesso e auditoria. → saude/p74
[b982] (saude) • Adesão pactuada dos 92 municípios, com apoio técnico do Estado às redes de menor capacidade.
[b984] (saude) • Prontuário Eletrônico Unificado do SUS-RJ, integrando informações clínicas de unidades estaduais e municipais, com histórico, exames e prescrições acessíveis ao longo da linha de cuidado. → saude/p3, saude/p101
[b985] (saude) • Módulo de triagem inteligente com IA para classificação de risco e encaminhamento, reduzindo tempo de espera e priorizando os casos mais graves.
[b986] (saude) • Ferramentas de apoio ao diagnóstico assistido por IA, especialmente para suporte a equipes de atenção básica e de unidades do interior, ampliando o alcance do especialista. → saude/p32
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[b994] (saude) • Central estadual de regulação de leitos em tempo real, com painel de ocupação, para casar demanda e capacidade instalada e cortar o desperdício. → saude/p2, saude/p85
[b995] (saude) • Integração com a plataforma do "Rio Sem Fila" e com o SISREG, de forma que o dado que reduz a fila hoje impeça sua reconstituição amanhã. → saude/p3
[b996] (saude) • Painel público de indicadores de acesso, ocupação e desempenho da rede, alimentando um governo orientado por evidência. → saude/p5, saude/p96, saude/p101
[b998] (saude) • Implantar o prontuário eletrônico unificado com adesão de todos os 92 municípios até o fim do período (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → saude/p3
[b999] (saude) • Reduzir de forma expressiva a repetição desnecessária de exames por ausência de histórico integrado (meta do plano — a confirmar na estimação técnica).
[b1000] (saude) • Implantar a triagem inteligente e a regulação de leitos em tempo real em 100% das unidades estaduais de urgência e emergência (meta do plano — a confirmar na estimação técnica).
[b1001] (saude) • Reduzir a taxa de leitos ociosos convivendo com fila de internação, por meio da regulação baseada em dado real (meta do plano — a confirmar na estimação técnica).
[b1002] (saude) • Disponibilizar apoio ao diagnóstico por IA a todas as regiões de saúde do interior hoje desassistidas de especialistas (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → saude/p32
[b1004] (saude) Fase 1 — 2027: definição da arquitetura de interoperabilidade e do modelo de governança de dados (LGPD); contratação e início da implantação do prontuário unificado em regiões-piloto; integração inicial com o SISREG e com o painel "Rio Sem Fila". → saude/p3
[b1005] (saude) Fase 2 — 2028–2029: expansão do prontuário unificado aos 92 municípios; entrada em operação da triagem inteligente e da central de regulação de leitos em tempo real; implantação do apoio ao diagnóstico por IA no interior. → saude/p76
[b1006] (saude) Fase 3 — 2030: consolidação da plataforma estadual de saúde digital; uso pleno de analítica preditiva para planejamento da rede; publicação contínua de indicadores e avaliação de impacto sobre filas, desperdício e desfechos clínicos. → saude/p77
[b1008] (saude) • Percentual de unidades e de municípios integrados ao prontuário eletrônico unificado.
[b1009] (saude) • Taxa de exames repetidos por ausência de histórico integrado (proxy de desperdício evitado).
[b1010] (saude) • Tempo médio de triagem e de regulação de vaga/leito.
[b1011] (saude) • Taxa de ocupação de leitos e ociosidade concomitante à fila de internação.
[b1012] (saude) • Cobertura do apoio ao diagnóstico por IA nas regiões do interior.
[b1013] (saude) • Incidentes de segurança da informação e conformidade com a LGPD.
[b1015] (saude) A iniciativa será conduzida pela Secretaria de Estado de Saúde em articulação com a área de tecnologia e governo digital do Estado, sob um comitê de governança de dados responsável por padrões de interoperabilidade, segurança e conformidade com a LGPD. O financiamento combina recursos do SUS voltados à informatização e à atenção especializada, a contrapartida de investimento em infraestrutura e tecnologia prevista no PROPAG, e parcerias tecnológicas com transferência de conhecimento ao servidor público. Por atacar diretamente o desperdício → saude/p78, saude/p101
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[b1023] (saude) — exames repetidos, leito ocioso, retrabalho —, a saúde digital tende a se pagar em eficiência, liberando capacidade assistencial sem elevação proporcional de custo.
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[b1033] (saude) 12. Saúde Mental — Acesso, Espera Zero e Cuidado na Porta
[b1034] (saude) "Ninguém pode esperar dois anos por cuidado em saúde mental. O sofrimento psíquico é urgência — e será tratado como tal."
[b1036] (saude) A saúde mental no SUS fluminense enfrenta uma espera inaceitável: a fila para atendimento chega a cerca de dois anos. O tempo, nesse campo, não é neutro — cada mês sem cuidado agrava quadros de depressão, ansiedade, dependência química e sofrimento psíquico grave, com repercussão direta sobre famílias, escolas e o mundo do trabalho. A oferta, além de insuficiente, é desigual e concentrada: a capital conta com 40 CAPS e cerca de 27.793 usuários acompanhados (SMS-Rio, 2024), enquanto vastas regiões do interior e da periferia metropolitana permanecem sem retaguarda especializada próxima. Recursos federais recentes
[b1037] (saude) — o Estado recebeu cerca de R$ 5,6 milhões para novos serviços (MS, 2024) — sinalizam espaço para ampliação, mas a rede ainda está aquém da demanda.
[b1038] (saude) Some-se a isso o contexto de violência que atinge especialmente a juventude: o trajeto escolar comprometido, os territórios sob domínio armado e a exposição contínua ao trauma elevam a demanda por apoio psicossocial justamente onde a oferta é mais escassa. Sem integração entre a saúde mental, a atenção básica e a escola, o cuidado chega tarde, de forma fragmentada — ou não chega.
[b1040] (saude) Ampliar o acesso à saúde mental em todo o território fluminense, reduzir drasticamente o tempo de espera e integrar o cuidado à atenção básica e às escolas, combinando expansão da rede física, teleatendimento nos 92 municípios e articulação intersetorial — para que a saúde mental deixe de ser privilégio da capital e se torne direito acessível em cada região. → saude/p22, saude/p79
[b1042] (saude) • Acesso universal e próximo: rede de cuidado presente em todas as regiões, com o teleatendimento superando a barreira da distância no interior. → saude/p79
[b1043] (saude) • Espera zero como meta: enfrentar a fila de até dois anos com ampliação combinada de oferta presencial e remota.
[b1044] (saude) • Integração à atenção primária, porta de entrada preferencial, e matriciamento das equipes de saúde da família. → saude/p27
[b1045] (saude) • Saúde mental na escola, com apoio psicossocial ao estudante e à família, articulada às políticas de juventude e à busca ativa. → saude/p28, saude/p59
[b1046] (saude) • Cuidado em rede e continuidade, evitando a interrupção do tratamento e a peregrinação do usuário.
[b1048] (saude) • Implantação de 15 novas unidades de saúde mental, priorizando as regiões do interior e da periferia metropolitana hoje descobertas. → saude/p22
[b1049] (saude) • Teleconsulta e teleatendimento em saúde mental nos 92 municípios, ampliando o acesso onde não há especialista presencial e reduzindo a espera. → saude/p95
[b1050] (saude) • Matriciamento das equipes de atenção básica por profissionais de saúde mental, qualificando o primeiro atendimento e o encaminhamento. → saude/p27
[b1051] (saude) • Integração da saúde mental às escolas estaduais, com apoio psicossocial ao estudante e às famílias e articulação com as políticas de juventude. → saude/p28, saude/p59
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[b1059] (saude) • Linha de cuidado para dependência química e para populações em vulnerabilidade extrema, integrada às ações sociais do Estado. → saude/p23, saude/p94
[b1060] (saude) • Painel público de acompanhamento da fila e da produção assistencial em saúde mental, por região. → saude/p80
[b1062] (saude) • Implantar 15 novas unidades de saúde mental no período (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → saude/p22
[b1063] (saude) • Levar teleconsulta em saúde mental aos 92 municípios (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → saude/p95
[b1064] (saude) • Reduzir a fila de espera dos atuais cerca de dois anos para prazo compatível com a urgência do cuidado (meta do plano — a confirmar na estimação técnica).
[b1065] (saude) • Ampliar de forma expressiva o número de usuários acompanhados na rede, para além dos concentrados hoje na capital (meta do plano — a confirmar na estimação técnica).
[b1066] (saude) • Integrar apoio psicossocial às escolas estaduais em territórios de maior vulnerabilidade (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → saude/p28
[b1068] (saude) Fase 1 — 2027: diagnóstico regional da demanda reprimida e da oferta; implantação do teleatendimento em saúde mental e início da instalação das primeiras unidades novas; estruturação do matriciamento na atenção básica. → saude/p27, saude/p79
[b1069] (saude) Fase 2 — 2028–2029: conclusão das 15 novas unidades; expansão do teleatendimento aos 92 municípios; integração plena da saúde mental às escolas e às políticas de juventude; consolidação das linhas de cuidado para dependência química e vulnerabilidade extrema. → saude/p28, saude/p81
[b1070] (saude) Fase 3 — 2030: consolidação da rede estadual de saúde mental com espera reduzida e acesso descentralizado; avaliação de desfechos e ajuste da oferta conforme a demanda real de cada região. → saude/p64
[b1072] (saude) • Tempo médio de espera por atendimento em saúde mental, por região.
[b1073] (saude) • Número de unidades de saúde mental em operação e sua distribuição territorial.
[b1074] (saude) • Municípios com teleatendimento em saúde mental disponível (dos 92).
[b1075] (saude) • Número de usuários acompanhados na rede e taxa de continuidade do tratamento.
[b1076] (saude) • Escolas estaduais com apoio psicossocial integrado.
[b1077] (saude) • Cobertura de matriciamento das equipes de atenção básica.
[b1079] (saude) A coordenação caberá à Secretaria de Estado de Saúde, em articulação com a educação e a assistência social, sob governança de resultados com metas públicas e acompanhamento por painel. O investimento estimado é da ordem de R$ 400 a 600 milhões em quatro anos (meta do plano — a confirmar na estimação técnica), financiado pela combinação de recursos do SUS destinados à saúde mental — incluindo os aportes federais para novos serviços —, recursos estaduais e a contrapartida de investimento prevista no PROPAG. O desenho que combina unidades físicas com teleatendimento amplia o alcance a um custo marginal menor, permitindo cobrir os 92 municípios sem depender exclusivamente de nova infraestrutura em cada localidade. → saude/p59, saude/p82
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[b3471] (saude) Rio Sem Fila — Choque e Estrutura no SUS
[b3473] (saude) IA e Integração do SUS Estadual — Saúde Digital
[b3475] (saude) Saúde Mental — Acesso, Espera Zero e Cuidado na Porta
FIM — 100 blocos neste arquivo.