Álvaro Dias — texto do programa sobre Economia, emprego e agro (Governador — RN, 2026)
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[b115] (economia) É esse ambiente que queremos construir. Queremos um governo que esteja ao lado de quem produz, investe, trabalha e empreende. Um governo que simplifique processos, reduza a burocracia, garanta segurança jurídica, estimule a inovação e devolva ao Rio Grande do Norte a confiança necessária para atrair investimentos, gerar empregos e ampliar as oportunidades para todos. → economia-agro/p69
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[b145] (economia) O Estado reúne um conjunto de vantagens competitivas que poucos estados brasileiros possuem simultaneamente. Situado em posição estratégica entre os mercados nacional e internacional, o Rio Grande do Norte reúne um conjunto de ativos econômicos que o coloca entre os estados brasileiros com maior potencial de desenvolvimento. Possui uma extensa faixa litorânea, lidera a produção nacional de energia eólica, apresenta elevado potencial para expansão da energia solar, destacase na produção de petróleo, gás natural e sal marinho e concentra cadeias produtivas competitivas, como a fruticultura irrigada, a pesca, a carcinicultura, a mineração, o turismo e a economia do mar. Soma-se a isso uma sólida rede de universidades, institutos federais e centros de pesquisa, capazes de impulsionar a inovação, a formação de mão de obra qualificada e o desenvolvimento tecnológico.
[b147] (economia) Com 167 municípios e uma população estimada, no ano de 2025, em 3,45 milhões de habitantes, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Estado reúne condições para ocupar posição de destaque entre as economias nordestinas. Entretanto, esse potencial não tem sido convertido em desenvolvimento econômico consistente, geração de oportunidades e melhoria da qualidade de vida da população.
[b149] (economia) Ao longo dos últimos anos, o Rio Grande do Norte perdeu competitividade, reduziu sua capacidade de investimento, afastou aplicações privadas, apresentou baixo dinamismo econômico e passou a conviver com indicadores sociais incompatíveis com suas potencialidades.
[b150] (economia) O resultado é um Estado que cresce menos do que poderia, investe menos do que precisa e entrega menos do que a população espera e precisa.
[b152] (economia) Os dados econômicos, fiscais e sociais demonstram que essa realidade não decorre da falta de recursos naturais ou de vocações produtivas, mas de um conjunto de fatores estruturais que limitam a capacidade do Estado de planejar, investir, executar políticas públicas e criar um ambiente favorável para um desenvolvimento sustentável.
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[b321] (economia) O Rio Grande do Norte perdeu competitividade nos últimos anos porque não acompanhou a modernização do ambiente de negócios promovida em diversos estados brasileiros. Enquanto outras unidades da Federação simplificaram a abertura de empresas, reduziram a burocracia, digitalizaram serviços e tornaram seus processos mais ágeis e previsíveis, o RN continuou marcado por excesso de exigências, baixa integração entre os órgãos públicos e procedimentos ultrapassados e analógicos que dificultam quem deseja empreender e investir com segurança jurídica, capital garantido e rapidez processual.
[b322] (economia) Um Estado que perdeu competitividade
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[b325] (economia) Os reflexos desse atraso são claros. Atualmente, segundo o Departamento Nacional de Registro Empresarial e Integração, o Estado possui apenas 300 atividades econômicas dispensadas de alvarás e licenças, enquanto o Paraná já alcança 975 atividades dispensadas, Goiás 962, São
[b326] (economia) Paulo 948, Sergipe 936 e Minas Gerais 915. Na prática, isso significa que abrir, ampliar ou regularizar um negócio no Rio Grande do Norte continua sendo mais burocrático, mais demorado e mais oneroso do que em grande parte do país.
[b328] (economia) Os desafios não se limitam à abertura das empresas. O empreendedor encontra dificuldades desde a consulta de viabilidade até a obtenção das licenças urbanísticas, sanitárias e ambientais. A falta de integração entre
[b329] (economia) Estado, municípios e órgãos licenciadores, aliada à ausência de prazos definidos, procedimentos padronizados e maior utilização de soluções digitais, aumenta a insegurança jurídica, eleva custos e reduz a capacidade do Rio Grande do Norte de atrair investimentos e gerar novas oportunidades.
[b330] (economia) Em muitos casos, quem quer produzir, investir e criar empregos encontra um Estado que dificulta, quando deveria facilitar.
[b332] (economia) Essa realidade pode ser transformada. A experiência recente de nossa capital potiguar demonstra que modernizar a legislação, simplificar processos e garantir segurança jurídica produz resultados concretos.
[b333] (economia) Durante a gestão de Álvaro em Natal, a cidade avançou com a revisão do Plano Diretor, a atualização das normas urbanísticas, o aperfeiçoamento do licenciamento por classificação de risco e a ampliação dos serviços digitais, criando um ambiente mais favorável aos investimentos, com menos burocracia e mais previsibilidade para quem deseja empreender.
[b335] (economia) Os resultados apareceram rapidamente. Com legislações mais modernas, menos burocracia e maior segurança jurídica, Natal voltou a atrair investimentos. Centenas de empreendimentos foram viabilizados, bilhões de reais passaram a ser investidos na cidade e milhares de empregos foram gerados, comprovando que o desenvolvimento acontece quando o poder público atua como parceiro de quem produz, investe e gera oportunidades de emprego e renda. Isso tudo permite um ciclo virtuoso para a cidade e, principalmente, para as pessoas.
[b337] (economia) Assim, esse ambiente mais favorável beneficia toda a economia, mas faz diferença principalmente para os microempreendedores individuais, as micro, pequenas e médias empresas, os produtores rurais, os empreendedores da economia criativa, os profissionais autônomos e os negócios familiares, responsáveis por grande parte dos empregos e da renda no Estado. São eles que mais sentem os efeitos da burocracia e da demora nos processos. Valorizar quem empreende significa facilitar a formalização e a expansão dos negócios, ampliar o acesso ao crédito, incentivar a inovação,
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[b338] (economia) | 10 | fortalecer a qualificação profissional e criar condições para que mais empresas cresçam e permaneçam competitivas.
[b340] (economia) O desenvolvimento econômico também depende de uma atuação articulada entre o poder público, os municípios, as entidades representativas do setor produtivo, as instituições de apoio ao empreendedorismo, as universidades, os centros de pesquisa e inovação, as instituições financeiras, as cooperativas e as organizações da sociedade civil. Um ambiente de cooperação permanente fortalece o planejamento, amplia a capacidade de inovação, aproxima soluções das necessidades reais de cada região e contribui para transformar potencial em resultados.
[b342] (economia) Esse é o caminho que o Rio Grande do Norte precisa seguir. O Estado deve modernizar sua legislação urbanística, ambiental e econômica, integrar os sistemas de licenciamento, ampliar a digitalização dos serviços públicos, fortalecer a Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (REDESIM) - que serve para facilitar, agilizar e desburocratizar a abertura, alteração ou fechamento de empresas no país -, estabelecer prazos objetivos para análise dos processos, apoiar os municípios na atualização de suas normas e consolidar uma política permanente de simplificação regulatória. Um ambiente de negócios mais moderno, eficiente e seguro é indispensável para atrair investimentos, fortalecer os empreendedores de todos os portes, aumentar a competitividade da economia, gerar empregos e criar oportunidades para que o Rio Grande do Norte volte a crescer de forma sustentável. → economia-agro/p69, economia-agro/p70
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[b355] (economia) O mercado de trabalho confirma essa necessidade. Embora o desemprego tenha recuado, o Rio Grande do Norte ainda apresenta elevado grau de informalidade. No primeiro trimestre de 2026, 444 mil trabalhadores do setor privado tinham carteira assinada, enquanto a taxa de informalidade permanecia entre as mais elevadas do país, de acordo com a PNAD Contínua do IBGE. Para milhares de potiguares, isso representa menor proteção, renda instável, dificuldade de acesso ao crédito e poucas possibilidades de planejamento para o futuro. Também significa menor produtividade para as empresas e menor capacidade de crescimento da economia.
[b357] (economia) A falta de oportunidades atinge especialmente os jovens. Muitos concluem o ensino médio, a educação profissional ou a universidade e não encontram trabalho compatível com sua formação. Sem perspectivas, deixam seus municípios ou até mesmo o Rio Grande do Norte. O Estado perde talentos, as famílias se afastam e as economias locais deixam de contar com uma geração preparada para inovar, empreender e produzir.
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[b367] (economia) O Rio Grande do Norte não pode se conformar em administrar a pobreza. A missão do Estado deve ser abrir caminhos para que cada vez mais pessoas vivam do próprio trabalho, ampliem sua renda e tenham condições de construir uma vida melhor. A proteção social continuará sendo fundamental para quem mais precisa, mas ela deve caminhar ao lado de uma política permanente de geração de empregos, qualificação profissional, empreendedorismo, inclusão produtiva e desenvolvimento regional.
[b369] (economia) Esse é o compromisso de Álvaro Dias e Babá Pereira: fazer do crescimento econômico um instrumento de inclusão social, levando oportunidades a todas as regiões e permitindo que mais potiguares permaneçam em sua terra, perto de suas famílias, com dignidade, autonomia e esperança.
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[b651] (economia) Reorganizar o Estado e fazer a economia crescer são tarefas que precisam avançar juntas. O Rio Grande do Norte não pode esperar que todos os problemas fiscais sejam resolvidos para voltar a gerar emprego, renda e oportunidades. Enquanto vamos colocar a gestão e as contas em ordem, também vamos destravar projetos, apoiar quem produz, atrair investimentos e cuidar de quem mais precisa.
[b653] (economia) Para nós, desenvolvimento só faz sentido quando melhora a vida das pessoas. É emprego para quem está procurando, renda para sustentar a família, qualificação para os jovens, apoio para quem empreende e novas oportunidades para quem vive no interior. Crescer não pode significar concentrar riqueza em poucos setores ou regiões. Precisa reduzir desigualdades e fazer os benefícios chegarem aos municípios e às comunidades.
[b655] (economia) O Rio Grande do Norte possui riquezas que poucos estados reúnem.
[b656] (economia) EIXO II - Desenvolvimento Econômico, Inovação e Emprego
[b657] (economia) Fazer a economia crescer e gerar oportunidades.
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[b659] (economia) Temos sol, vento, mar, recursos minerais, terras produtivas, cultura, gastronomia, artesanato e localização estratégica. Somos fortes nas energias renováveis, na fruticultura, no sal, na carcinicultura, no turismo, no comércio e nos serviços. Contamos ainda com universidades, institutos federais, centros de pesquisa, o Sistema S e um povo que sabe trabalhar e empreender.
[b661] (economia) Mesmo assim, ainda aproveitamos pouco desse potencial. Muitos produtores não conseguem chegar ao mercado, empresas locais enfrentam obstáculos para crescer e vários municípios têm dificuldade para transformar suas vocações em trabalho e renda. Com isso, parte da riqueza produzida aqui deixa de circular dentro do Estado e de beneficiar a população.
[b663] (economia) A indústria terá papel decisivo nessa mudança. É ela que agrega valor às matérias-primas, aumenta a produtividade, estimula a inovação e oferece empregos mais qualificados. Levantamento apresentado em 2026 pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN), com dados do IBGE, apontou média salarial de R$ 2.753 na indústria potiguar no período analisado.
[b665] (economia) Nossa liderança na geração de energia eólica, o potencial solar, as reservas minerais e a força da indústria salineira precisam deixar mais riqueza no Estado. Não basta produzir energia e fornecer matéria-prima.
[b666] (economia) Precisamos atrair empresas, ampliar a participação de fornecedores locais, formar trabalhadores e desenvolver negócios ligados aos projetos offshore, ao hidrogênio verde, ao armazenamento de energia e aos serviços especializados. → economia-agro/p35, economia-agro/p37
[b670] (economia) O comércio e os serviços são o principal motor da nossa economia e estão presentes nos 167 municípios. Do pequeno comércio às empresas de turismo, saúde, educação, logística e tecnologia, esses setores mantêm as economias locais funcionando e garantem o sustento de milhares de famílias.
[b672] (economia) As micro e pequenas empresas, os médio e microempreendedores individuais, as cooperativas e os trabalhadores autônomos terão no Governo do Estado um parceiro. Quem quer trabalhar não pode continuar enfrentando uma máquina pública lenta, desorganizada e cheia de exigências repetidas.
[b673] (economia) Vamos simplificar a abertura e a regularização dos negócios, integrar sistemas, ampliar os serviços digitais e adotar procedimentos de acordo com o risco de cada atividade. → economia-agro/p69
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[b678] (economia) O crédito precisa alcançar quem realmente produz. Vamos apoiar pequenos empresários, produtores rurais, jovens, mulheres, pessoas com mais de 50 anos e negócios de impacto socioambiental. O financiamento será acompanhado de orientação, capacitação e apoio à gestão, para ajudar os empreendimentos a crescerem com segurança. → economia-agro/p21, economia-agro/p25
[b682] (economia) O turismo e a cultura serão tratados como atividades econômicas estratégicas. O turismo cria empregos com rapidez, movimenta o comércio e abre espaço para pequenos negócios. A cultura preserva nossa identidade e transforma patrimônio, festas, música, dança, gastronomia e artesanato em sustento para milhares de pessoas.
[b684] (economia) O Rio Grande do Norte já mostrou que sabe crescer pelo turismo, mas perdeu espaço por falta de continuidade, infraestrutura e promoção. Em Natal, Álvaro mostrou na prática que é possível mudar essa realidade. Durante sua gestão, enfrentou problemas antigos, buscou recursos e realizou obras e ações que fortaleceram a cidade, como a engorda de Ponta Negra, o novo
[b685] (economia) Mercado da Redinha, a ampliação da iluminação em LED, a recuperação de corredores viários, a requalificação de espaços públicos e o fortalecimento do calendário de eventos.
[b687] (economia) Essas iniciativas ajudaram a preparar melhor Natal para moradores, visitantes e investidores, movimentando hotéis, bares, restaurantes, comércio e serviços. É essa experiência de planejamento, articulação e entrega que Álvaro, ao lado de Babá, quer levar para todo o Estado.
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[b695] (economia) O Governo do Estado voltará a apoiar as prefeituras, integrar destinos, melhorar acessos, negociar novos voos e promover o Rio Grande do Norte. → economia-agro/p52, economia-agro/p68
[b696] (economia) Também vamos aproximar o turismo da produção local. Hotéis, pousadas, restaurantes, mercados, aeroportos e eventos poderão servir de vitrine para a agricultura familiar, a pesca, a carcinicultura, o artesanato, a moda, a gastronomia e a economia criativa. → economia-agro/p67
[b698] (agro) No campo, não haverá disputa entre agricultura familiar e agronegócio.
[b699] (agro) Os dois são importantes para o Estado. Somos referência na produção de frutas, lideramos a produção nacional de melão e temos cadeias relevantes na pecuária, na apicultura, na pesca e na carcinicultura. O desafio é fazer esse potencial gerar mais renda, sobretudo para quem ainda enfrenta dificuldade de acesso ao crédito, à assistência técnica, à regularização fundiária, à tecnologia e aos mercados.
[b701] (agro) Vamos fortalecer os pequenos produtores, ampliar sua participação nas compras públicas, no comércio e no turismo e apoiar as grandes cadeias para que gerem mais oportunidades para fornecedores, cooperativas e trabalhadores potiguares. A segurança hídrica, o armazenamento, a cadeia de frio, o transporte e o escoamento da produção também serão prioridades. → economia-agro/p9, economia-agro/p80, economia-agro/p113
[b703] (agro) A pesca e a aquicultura receberão atenção compatível com sua importância. Pescadores, marisqueiras e criadores precisam de crédito, assistência técnica, regularização e melhores condições de beneficiamento e venda. Essas atividades devem estar ligadas à gastronomia, ao turismo e à indústria de alimentos. → economia-agro/p13
[b705] (agro) Também vamos apoiar tecnologias adaptadas ao semiárido, a agricultura de baixo carbono, os bioinsumos, a recuperação produtiva de áreas degradadas e a geração de energia no campo. Sustentabilidade precisa significar mais produtividade, renda e segurança para quem trabalha, e não apenas uma exigência distante da realidade. → economia-agro/p78, economia-agro/p79, economia-agro/p81
[b707] (economia) Os instrumentos ligados à economia de impacto também sairão do papel. Vamos apoiar negócios que gerem retorno econômico e, ao mesmo tempo, enfrentem problemas sociais e ambientais, criando trabalho e inclusão onde as oportunidades ainda são menores. → economia-agro/p29
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[b712] (economia) A qualificação profissional acompanhará esses investimentos, em parceria com o Sistema S, os institutos federais/estaduais, as universidades e o setor produtivo. O objetivo é preparar as pessoas para as oportunidades que serão criadas e evitar que novos empreendimentos cheguem sem beneficiar os trabalhadores locais. → economia-agro/p15
[b713] (economia) As propostas apresentadas a seguir abrangem
[b714] (economia) turismo e cultura, indústria, mineração, energia, comércio, serviços, empreendedorismo, inovação, agropecuária, pesca, aquicultura, economia do mar e desenvolvimento rural. São áreas diferentes, reunidas por um mesmo compromisso: fazer a economia crescer, reduzir desigualdades e transformar as riquezas do Rio Grande do Norte em uma vida melhor para o nosso povo.
[b724] (economia) ☑ Estruturar um calendário estadual integrado de eventos turísticos, → economia-agro/p48
[b726] (economia) em parceria com os municípios, consolidando as principais festividades culturais, religiosas, gastronômicas e esportivas em uma agenda anual unificada, fortalecendo a comercialização de roteiros pelas operadoras de turismo e promovendo a interiorização da atividade turística. → economia-agro/p48
[b727] (economia) Fortalecer o turismo de eventos e negócios, em parceria com o trade turístico, entidades empresariais e setor produtivo, ampliando a captação de congressos, feiras, convenções e eventos nacionais e internacionais para reduzir a sazonalidade, aumentar a ocupação da rede hoteleira e movimentar a economia durante todo o ano. → economia-agro/p48
[b729] (economia) Implementar uma estratégia permanente de promoção do destino → economia-agro/p49
[b730] (economia) Rio Grande do Norte, fortalecendo a atuação conjunta entre Governo, municípios e setor produtivo, ampliando a presença em feiras nacionais e internacionais, campanhas de marketing, ações de branding territorial e metas anuais para abertura de novos mercados emissores de turistas. → economia-agro/p49
[b731] (economia) Ampliar os investimentos em infraestrutura turística, priorizando a recuperação e implantação de acessos viários, urbanização, mobilidade, → economia-agro/p50
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[b737] (economia) | 34 | sinalização, equipamentos públicos e obras estruturantes que fortaleçam os principais polos turísticos e estimulem novos investimentos privados. → economia-agro/p50
[b741] (economia) Estruturar uma carteira estadual de projetos para investimentos turísticos, reunindo estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental de equipamentos e empreendimentos estratégicos, ampliando a capacidade de atração de investidores privados e parcerias público-privadas. → economia-agro/p57
[b745] (economia) Ampliar o acesso ao crédito para o setor turístico, em parceria com instituições financeiras públicas e organismos de fomento, apoiando novos empreendimentos, modernização da infraestrutura existente, inovação tecnológica e transformação digital das empresas do setor. → economia-agro/p54
[b747] (economia) Fortalecer a qualificação profissional do turismo, em parceria com o Sistema S, universidades e Institutos Federais, ampliando a oferta de cursos voltados às demandas regionais, atendimento ao turista, hospitalidade, gestão, idiomas e competências digitais. → economia-agro/p53
[b751] (economia) Estruturar e promover os destinos turísticos de sol e mar do Rio Grande do Norte, em parceria com os municípios e o setor produtivo, fortalecendo a sinalização turística, a qualificação dos serviços, a acessibilidade, a sustentabilidade ambiental e a promoção integrada dos principais polos litorâneos. → economia-agro/p50, economia-agro/p65
[b753] (economia) Consolidar o Rio Grande do Norte como o principal destino brasileiro de turismo de sol e mar, por meio da promoção integrada dos destinos litorâneos, da qualificação da infraestrutura e dos serviços turísticos, da ampliação da conectividade aérea e da valorização dos atrativos naturais e culturais, em parceria com os municípios e a iniciativa privada. → economia-agro/p52, economia-agro/p65
[b755] (economia) Apoiar os municípios na qualificação e no ordenamento turístico das praias, promovendo acessibilidade, limpeza, segurança, sustentabilidade ambiental e valorização das atividades econômicas ligadas ao turismo. → economia-agro/p68
[b757] (economia) Incentivar o desenvolvimento de novos segmentos turísticos, fortalecendo o turismo ecológico, rural, religioso, histórico, cultural, ☑ ☑ ☑ ☑ ☑ ☑ ☑ ☑ ☑ ☑ → economia-agro/p46, economia-agro/p47, economia-agro/p58, economia-agro/p100
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[b758] (economia) | 35 | gastronômico, esportivo, de aventura e de experiência, promovendo a diversificação da oferta turística e a interiorização do desenvolvimento. → economia-agro/p46, economia-agro/p47, economia-agro/p58, economia-agro/p100
[b760] (economia) Apoiar a realização de eventos esportivos, culturais e de negócios, simplificando procedimentos administrativos, oferecendo segurança jurídica e fortalecendo ações de captação nacional e internacional que ampliem o fluxo turístico e a movimentação econômica. → economia-agro/p48
[b762] (economia) Implantar um plano estadual de sinalização turística inteligente, com sinalização bilíngue, padronizada e integrada às principais plataformas digitais de navegação, ampliando a acessibilidade e melhorando a experiência dos visitantes. → economia-agro/p51
[b764] (economia) Instituir o selo “Destino Potiguar”, certificando destinos turísticos do interior que atendam padrões mínimos de infraestrutura, sustentabilidade, qualidade dos serviços e atratividade turística, estimulando a descentralização da atividade. → economia-agro/p56
[b766] (economia) Expandir o Observatório Estadual do Turismo, consolidando um sistema permanente de inteligência turística, com produção de indicadores, estudos de demanda, competitividade, perfil dos visitantes e monitoramento dos resultados das políticas públicas em parceria com universidades e setor produtivo. → economia-agro/p55
[b770] (economia) Fortalecer a internacionalização do turismo potiguar, promovendo missões comerciais, participação em feiras internacionais, ações coordenadas com operadoras globais e integração entre turismo, gastronomia, artesanato e produtos da economia potiguar. → economia-agro/p49
[b772] (economia) Consolidar o Rio Grande do Norte como referência internacional em esportes de vento, apoiando a realização de competições nacionais e internacionais de kitesurf, wingfoil, windsurf e demais modalidades esportivas de praia, fortalecendo o calendário de eventos e promovendo o Estado nos principais mercados turísticos. → economia-agro/p66
[b774] (economia) Implantar o Programa Rota da Fé Potiguar, estruturando roteiros permanentes de turismo religioso, integrando santuários, igrejas, monumentos, romarias e festas religiosas, investindo em infraestrutura, sinalização, acessibilidade, promoção e apoio aos municípios. Incentivar, em parceria com as prefeituras e a iniciativa privada, a implantação de novos monumentos religiosos, como a imagem de Sant’Ana em Caicó, dentre ☑ ☑ ☑ ☑ ☑ ☑ ☑ ☑ → economia-agro/p62
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[b775] (economia) | 36 | outras de interesse turístico definidas em parcerias com os municípios. → economia-agro/p62
[b777] (economia) Atuar para ampliar a conectividade aérea internacional do Rio → economia-agro/p52
[b778] (economia) Grande do Norte, atuando para atrair novas companhias aéreas, ampliar a oferta de voos internacionais e fortalecer a competitividade do Aeroporto → economia-agro/p52
[b779] (economia) Internacional de Natal, ampliando o fluxo de visitantes e reduzindo os custos de acesso ao Estado. → economia-agro/p52
[b781] (economia) Desenvolver um plano de fortalecimento do Geoparque Seridó, em parceria com os municípios, universidades, UNESCO e iniciativa privada, ampliando a infraestrutura turística, os centros de visitantes, a capacitação de guias, a sinalização, a promoção nacional e internacional e a integração do geoparque com roteiros culturais, científicos, religiosos e gastronômicos. → economia-agro/p59
[b783] (economia) Estruturar a Rota da Pré-História Potiguar, integrando Lajedo de Soledade, Geoparque Seridó, Museu Câmara Cascudo e sítios arqueológicos, com sinalização, capacitação de guias e experiências turísticas. → economia-agro/p63
[b785] (economia) Implantar o Programa Estadual de Valorização do Artesanato → economia-agro/p74
[b786] (economia) Potiguar, ampliando a capacitação dos artesãos, criando novos espaços de comercialização nos principais destinos turísticos, incentivando o design, a inovação e promovendo o artesanato potiguar nas ações de divulgação do Estado, no Brasil e no exterior. → economia-agro/p74
[b790] (economia) Implantar o Programa Turismo de Base Comunitária, incentivando iniciativas desenvolvidas por comunidades tradicionais, quilombolas, indígenas, pescadores artesanais e agricultores familiares, promovendo inclusão produtiva, preservação cultural e geração de renda. → economia-agro/p60
[b792] (economia) Criar o Programa Turismo Rural Potiguar, estimulando propriedades rurais, agroindústrias, vinícolas, queijarias, fazendas, engenhos, experiências gastronômicas e vivências ligadas à agricultura familiar como novos produtos turísticos. → economia-agro/p61
[b796] (economia) Criar um canal permanente de escuta com municípios, trade turístico ☑ ☑ ☑ ☑ ☑ ☑ ☑ ☑ ☑ → economia-agro/p46, economia-agro/p68
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[b797] (economia) | 37 | e comunidades para priorizar intervenções que fortaleçam o turismo regional, como melhoria de acessos, sinalização, iluminação, mirantes, orlas, mercados, centros de artesanato, trilhas e espaços de apoio ao visitante, a exemplo da estrada ligando São Miguel do Gostoso a Parazinho e da ponte de acesso à praia de Malembá, dentre outras definidas em parceria e diálogo com os municípios e comunidades locais. → economia-agro/p46, economia-agro/p50
[b799] (economia) Instituir o Programa Empresa Potiguar (PEP-RN), integrando o turismo às cadeias produtivas estaduais para transformar hotéis, pousadas, bares, restaurantes, equipamentos turísticos, centros de eventos, aeroportos, mercados públicos e roteiros turísticos em vitrines permanentes da produção potiguar, promovendo a valorização de produtos, serviços, gastronomia, artesanato, → economia-agro/p39, economia-agro/p67
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[b838] (economia) Indústria, Mineração e Nova Economia
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[b846] (economia) Implantar uma Política Estadual de Desenvolvimento Industrial, fortalecendo cadeias produtivas estratégicas, diversificando a matriz industrial, ampliando o beneficiamento das matérias-primas potiguares e atraindo novos empreendimentos para todas as regiões. → economia-agro/p31
[b848] (economia) Criar o Programa Empresa Potiguar, promovendo a certificação, a qualificação e a comercialização de produtos e serviços produzidos no Estado, conectando indústrias, pequenos negócios e produtores ao comércio, ao turismo, às plataformas digitais e às compras públicas. A proposta responde à baixa integração entre produção, distribuição e consumo, fazendo a riqueza circular nos municípios potiguares. → economia-agro/p26, economia-agro/p37, economia-agro/p39
[b850] (economia) Consolidar o Rio Grande do Norte como referência na transição energética, atraindo indústrias de baterias, sistemas de armazenamento, componentes para geração renovável e tecnologias associadas à economia de baixo carbono. → economia-agro/p34
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[b865] (economia) Implantar polos regionais da nova economia, articulando distritos industriais, parques tecnológicos, centros logísticos e ambientes de inovação de acordo com as vocações de cada território, promovendo a interiorização dos investimentos e dos empregos. → economia-agro/p32
[b867] (economia) Recuperar, modernizar e ampliar os distritos industriais do Rio Grande do Norte, garantindo infraestrutura viária, energia, água, saneamento, conectividade, segurança, regularização fundiária e gestão profissional, além de estruturar novos distritos conforme as vocações produtivas de cada região. → economia-agro/p32
[b869] (economia) Implantar uma Política Estadual de Economia de Impacto e Inovação → economia-agro/p29
[b870] (economia) Social, integrando energia limpa, economia do mar, agricultura familiar, negócios sustentáveis, compras públicas e financiamento de impacto, com governança, plataforma de projetos e atuação nos municípios. O material propõe que essa agenda seja territorializada e estruturada como política permanente, e não apenas como um conjunto isolado de editais. → economia-agro/p29
[b872] (economia) Criar o Polo Industrial das Energias Renováveis, atraindo fábricas de torres, pás, cabos, transformadores, equipamentos elétricos, baterias e sistemas de armazenamento, para que o RN avance da geração de energia para a produção industrial dos componentes utilizados pelos parques eólicos e solares. → economia-agro/p34
[b874] (economia) Fortalecer a indústria salineira e química da Costa Branca, modernizando a produção e a logística do sal, ampliando sua certificação e estimulando a instalação de indústrias químicas, farmacêuticas, alimentícias e de outros derivados, agregando valor ao produto antes da exportação. → economia-agro/p36
[b876] (economia) Criar o Programa Moda Potiguar para o Brasil e o Mundo, fortalecendo os setores têxtil, de confecção, moda praia, bordados e design autoral, com qualificação tecnológica, produção sustentável, marca territorial e participação em feiras e plataformas internacionais. → economia-agro/p40
[b878] (economia) Implantar o RN Mais Exportação, com atendimento individualizado às empresas, inteligência de mercados, adequação de produtos, certificação, capacitação, participação em feiras e missões comerciais e apoio para acesso a financiamento e seguro de crédito. A política deve complementar e ampliar o programa estadual já instituído, especialmente para incluir pequenas e médias indústrias. → economia-agro/p38
[b880] (economia) Fortalecer e modernizar a cadeia de petróleo e gás do Rio Grande do Norte, estimulando novos investimentos em exploração, produção, refino, gás natural, serviços especializados e recuperação de campos maduros, ☑ ☑ ☑ ☑ ☑ ☑ ☑ ☑ → economia-agro/p36
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[b881] (economia) com segurança regulatória, qualificação profissional, inovação tecnológica e maior aquisição de bens e serviços produzidos no Estado. → economia-agro/p36
[b882] (economia) Criar uma política de incentivo à agregação de valor, condicionando benefícios estaduais à ampliação da industrialização local, à geração de empregos, à inovação, à aquisição de insumos potiguares e ao aumento das exportações. → economia-agro/p41
[b883] (economia) Instituir uma Política de Estabilidade e Justiça Tributária, garantindo diálogo permanente com o setor produtivo e a sociedade antes de mudanças no ICMS, protegendo empregos e consumidores e aperfeiçoando o PROEDI com contrapartidas claras, transparência e responsabilidade fiscal. → economia-agro/p41, economia-agro/p43
[b887] (economia) Comércio, Serviços, Empreendedorismo e Economia de Impacto
[b895] (economia) ☑ Modernizar o ambiente de negócios e implantar plenamente a Política → economia-agro/p69
[b897] (economia) Estadual de Liberdade Econômica, integrando Estado e municípios à REDESIM, ampliando as atividades de baixo risco, digitalizando a abertura, o licenciamento e a regularização de empresas e eliminando exigências redundantes, com segurança jurídica e respeito às normas ambientais. → economia-agro/p70
[b898] (economia) Fortalecer as micro e pequenas empresas, ampliando o acesso ao crédito, aos instrumentos de garantia, à assistência técnica, à inovação e aos programas de apoio ao empreendedorismo, promovendo competitividade, geração de empregos e desenvolvimento regional. → economia-agro/p24, economia-agro/p25
[b899] (economia) Implantar o Programa de Redução do Custo RN, revisando normas e obrigações administrativas, padronizando procedimentos e apoiando empresas e prefeituras na transição para o Imposto sobre Bens e Serviços → economia-agro/p44
[b900] (economia) (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), com diálogo permanente, previsibilidade e segurança jurídica. → economia-agro/p44
[b901] (economia) Promover a transformação digital do comércio e dos serviços, incentivando a adoção de tecnologias, comércio eletrônico, meios digitais de pagamento, inovação gerencial e qualificação empresarial, especialmente entre micro e pequenos empreendedores. → economia-agro/p24, economia-agro/p83
[b902] (economia) Instituir o Programa Estadual de Revitalização dos Centros → economia-agro/p82
[b903] (economia) Comerciais Tradicionais, voltado à requalificação dos principais polos comerciais do Rio Grande do Norte, integrando infraestrutura, segurança, mobilidade, acessibilidade e incentivo ao empreendedorismo, com foco no desenvolvimento econômico regional e na geração de emprego e renda. → economia-agro/p82
[b904] (economia) Expandir oportunidades de empreendedorismo e geração de renda digital no interior, implantando hubs regionais de inovação, formação, → economia-agro/p28, economia-agro/p30, economia-agro/p96
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[b910] (economia) | 42 | mentoria e acesso a mercados digitais, em articulação com a política estadual de conectividade. → economia-agro/p28
[b912] (economia) Valorizar os trabalhadores que movimentam a economia do Rio → economia-agro/p84
[b913] (economia) Grande do Norte - como motoristas por aplicativo, taxistas, mototaxistas, caminhoneiros, comerciantes, ambulantes, microempreendedores, profissionais do turismo, da cultura, da pesca, da agricultura familiar e demais trabalhadores autônomos - promovendo diálogo permanente e políticas de apoio voltadas à geração de renda, qualificação, segurança e melhoria do ambiente de trabalho. → economia-agro/p84
[b915] (economia) Implementar uma política tributária estratégica para estimular a competitividade econômica, avaliando incentivos fiscais voltados à ampliação da conectividade aérea, ao fortalecimento do turismo e à modernização dos setores produtivos, observados os princípios da responsabilidade fiscal. → economia-agro/p45
[b917] (economia) Instituir o Programa RN Impacta, consolidando a Política Estadual de Economia de Impacto, com governança, monitoramento, laboratórios territoriais, redes de inovação e apoio a negócios que conciliem desenvolvimento econômico, inclusão social e sustentabilidade. → economia-agro/p29
[b919] (economia) Criar mecanismos de financiamento e compras públicas de impacto, estruturando linhas de crédito, instrumentos de garantia, critérios objetivos de contratação e mecanismos de apoio financeiro para ampliar a participação de startups, cooperativas e negócios de impacto nas políticas públicas estaduais. → economia-agro/p26, economia-agro/p29
[b921] (economia) Fortalecer o cooperativismo e o associativismo produtivo, ampliando o acesso ao crédito, à assistência técnica, à inovação, à comercialização e às compras públicas, especialmente para pequenos produtores e empreendedores. → economia-agro/p3, economia-agro/p26
[b923] (economia) Fortalecer a formação de empreendedores, gestores e trabalhadores para a nova economia, oferecendo programas permanentes de capacitação em gestão empresarial, inovação, transformação digital, finanças, empreendedorismo e competências técnicas alinhadas às demandas dos setores estratégicos da economia potiguar, em parceria com universidades, Institutos Federais, Sistema S e instituições de fomento. → economia-agro/p15, economia-agro/p24
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[b934] (agro) Integrar a atuação da SAPE, EMATER, EMPARN, IDIARN e demais órgãos ligados ao desenvolvimento rural, com planejamento unificado, racionalização de despesas, eliminação de sobreposições, compartilhamento de dados e estruturas, metas por território e atendimento regionalizado, direcionando mais recursos e resultados para os municípios. → economia-agro/p76
[b936] (agro) Reestruturar a assistência técnica, a extensão rural e a inovação no campo, ampliando a capacidade da EMATER e articulando sua atuação com EMPARN, Embrapa, universidades, Institutos Federais e Sistema FAERN/ → economia-agro/p75
[b937] (agro) SENAR, com atuação regionalizada, acompanhamento continuado dos produtores e foco na inovação, produtividade, sustentabilidade e acesso aos mercados. → economia-agro/p75
[b939] (agro) Implantar o Programa Estadual de Agroindustrialização, Cadeia de Frio e Logística Rural, estruturando centrais regionais de recebimento, armazenamento, refrigeração, beneficiamento, processamento e distribuição, apoiando cooperativas, associações e agroindústrias familiares, reduzindo perdas e agregando valor à produção. A falta de armazenagem e refrigeração afeta especialmente frutas, pescado, leite e produtos da agricultura familiar. → economia-agro/p8, economia-agro/p9
[b941] (agro) Fortalecer as cadeias produtivas estratégicas da agropecuária potiguar, apoiando a modernização da fruticultura, bovinocultura, cadeia leiteira, ovinocaprinocultura, apicultura, cajucultura, agroecologia, sistemas agroflorestais e demais vocações regionais, com sanidade, rastreabilidade, certificação, inovação tecnológica e ampliação dos mercados nacional e internacional. → economia-agro/p6, economia-agro/p77, economia-agro/p81
[b943] (agro) Fortalecer a agricultura familiar, o cooperativismo e os Arranjos → economia-agro/p1
[b944] (agro) Produtivos Locais, ampliando o acesso ao crédito rural, à assistência técnica, à regularização, à organização produtiva e à comercialização, integrando produtores, cooperativas, agroindústrias, instituições de pesquisa e mercados consumidores. → economia-agro/p1
[b946] (agro) Ampliar o acesso da agricultura familiar às compras públicas e aos mercados privados, fortalecendo a participação da agricultura familiar nos programas públicos de compras institucionais, incluindo o Programa de ☑ ☑ ☑ ☑ ☑ ☑ ☑ → economia-agro/p2
[b947] (agro) Agropecuária, Pesca e Desenvolvimento Rural
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[b952] (agro) Aquisição de Alimentis (PAA), o Programa Nacional de Alimentação Escolar → economia-agro/p2
[b953] (agro) (PNAE) e as aquisições estaduais, com plataformas digitais, apoio à elaboração de projetos, regularização sanitária e conexão com supermercados, hotéis, restaurantes e feiras. → economia-agro/p2
[b955] (agro) Promover, em articulação com os órgãos competentes, a regularização fundiária e ambiental, acelerando a titulação, a atualização cadastral e o acesso ao Cadastro Ambiental Rural, ampliando a segurança jurídica, o crédito e a capacidade de investimento dos produtores. → economia-agro/p7
[b957] (agro) Fortalecer a defesa agropecuária e a segurança sanitária, ampliando a capacidade do IDIARN, modernizando os serviços de inspeção, vigilância e certificação e apoiando municípios, consórcios e pequenos produtores na regularização de agroindústrias e produtos de origem animal e vegetal. → economia-agro/p8, economia-agro/p77
[b959] (agro) Implantar uma Política Estadual de Desenvolvimento da Pesca, Aquicultura e Economia Azul, modernizando o ambiente regulatório, ampliando a assistência técnica, o crédito e a infraestrutura de desembarque, produção de gelo, conservação, beneficiamento e comercialização, com apoio à pesca artesanal, à carcinicultura, à piscicultura, ao turismo náutico, à pesquisa e à bioeconomia marinha. O diagnóstico mostra que o setor enfrenta baixa produtividade, dificuldades de acesso aos mercados, logística precária e entraves de regularização. → economia-agro/p14
[b961] (agro) Fortalecer a pesquisa, a inovação e a bioeconomia no campo, promovendo agricultura regenerativa e de baixo carbono, bioinsumos, biofertilizantes, biodefensivos, agricultura de precisão, conectividade, rastreabilidade, conservação da Caatinga, recuperação de áreas degradadas, pagamento por serviços ambientais, certificações ambientais e acesso aos mercados de carbono. → economia-agro/p78, economia-agro/p81
[b963] (agro) Instituir uma estratégia estadual de crédito rural orientado, articulando → economia-agro/p10
[b964] (agro) EMATER, Desenvolve RN, instituições financeiras públicas e privadas e cooperativas de crédito para ampliar o acesso ao financiamento, apoiar a elaboração de projetos e acompanhar a aplicação dos recursos. → economia-agro/p10
[b966] (agro) Estimular a sucessão rural e a inclusão produtiva de jovens e mulheres, ampliando formação técnica, empreendedorismo, conectividade e acesso ao crédito para novos negócios rurais, agroindústrias, serviços, turismo rural e economia verde. → economia-agro/p11, economia-agro/p21
[b968] (agro) Apoiar a modernização dos processos de comercialização e distribuição de alimentos da CEASA/RN, ampliando sua integração com a agricultura familiar, atacadistas e mercados consumidores. ☑ ☑ ☑ ☑ ☑ ☑ ☑ → economia-agro/p12
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[b1107] (economia) desenvolvimento econômico, inovação, infraestrutura e sustentabilidade.
[b1112] (economia) Incentivar a industrialização da cadeia de energias renováveis no Estado, promovendo a atração de investimentos nacionais e internacionais para fabricantes de equipamentos, fornecedores de componentes, centros logísticos, empresas de serviços especializados e empreendimentos da indústria de baixo carbono. → economia-agro/p34
[b1116] (economia) Implantar programas de qualificação profissional para a economia verde, preparando trabalhadores para atuar nas cadeias produtivas das energias renováveis, do hidrogênio renovável e das novas tecnologias industriais. → economia-agro/p20
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[b1974] (economia) Estruturar o atendimento aos novos investimentos: Criar um canal direto para acompanhar novos investimentos, orientar empreendedores e reunir informações sobre licenciamento, incentivos, infraestrutura e apoio institucional. → economia-agro/p71, economia-agro/p109
[p. 93]
[b1990] (agro) Lançar um programa de apoio à produção rural: Identificar as necessidades mais urgentes dos produtores e iniciar ações de assistência técnica, regularização, acesso à água, distribuição de sementes, apoio à comercialização e fortalecimento da agricultura familiar. → economia-agro/p1, economia-agro/p75, economia-agro/p79, economia-agro/p80, economia-agro/p113
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