Cadu de Lula — texto do programa sobre Contas do estado e gestão pública (Governador — RN, 2026)

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[b38] (financas_gestao) Esse desenvolvimento exige um Estado moderno, eficiente, íntegro e capaz de investir. Um Estado que planeja, simplifica processos, utiliza tecnologia com inovação e método, coordena políticas, protege os recursos públicos e transforma projetos em entregas. Eficiência, para nós, significa fazer o governo funcionar cada vez melhor para que a população seja atendida com ainda mais qualidade, respeito e agilidade.

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[b52] (financas_gestao) 2. Estado Eficiente, Íntegro, Digital e Capaz de Investir

[b53] (financas_gestao) Construir um Estado que planeja, simplifica, integra, protege os recursos públicos e entrega resultados. A eficiência estará associada à transformação digital, à valorização dos servidores, à integridade, à transparência, à participação e à ampliação da capacidade de investimento. → contas-gestao/p36

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[b216] (financas_gestao) Capacidade pública transformada em resultados para a sociedade

[b220] (financas_gestao) Um Estado que aprende, entrega e transforma: íntegro nas decisões, simples nos processos, inteligente no uso da tecnologia e efetivo nos resultados.

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[b226] (financas_gestao) Um projeto de desenvolvimento eficiente exige um Estado forte. Não um Estado pesado, lento ou distante das pessoas, mas um Estado democrático e capaz de planejar, investir, coordenar, executar, corrigir rumos e entregar políticas públicas de qualidade. Sua força será medida pelos direitos garantidos, pelas desigualdades reduzidas e pelos resultados entregues à sociedade.

[b227] (financas_gestao) O governo da professora Fátima Bezerra reconstruiu as bases institucionais do RN, recuperou capacidade de planejamento, fortaleceu a integridade e a transparência e retomou investimentos. Com o presidente Lula, o Brasil voltou a investir e a apoiar estados e municípios. Essa parceria oferece melhores condições para estruturar projetos, captar recursos e ampliar entregas.

[b228] (financas_gestao) Cadu liderará o aprofundamento desse processo: da reconstrução institucional para uma gestão cada vez mais integrada, simples, digital e efetiva. Planejamento, orçamento, implementação, monitoramento, avaliação e controle funcionarão como partes de uma estratégia orientada pelos efeitos das políticas na vida das pessoas. → contas-gestao/p1

[b229] (financas_gestao) A integridade será princípio permanente e prática cotidiana nas decisões, nos processos, nas contratações e nos serviços. Servidores valorizados terão autonomia responsável e segurança para decidir. Tecnologia, dados e inteligência artificial facilitarão o acesso a direitos e a antecipação de necessidades, com proteção de dados, acessibilidade, não discriminação e supervisão humana. → contas-gestao/p14, contas-gestao/p32, contas-gestao/p33, contas-gestao/p36

[b230] (financas_gestao) “Um Estado que aprende, entrega e transforma: íntegro nas decisões, simples nos processos, inteligente no uso da tecnologia, responsável na aplicação dos recursos e efetivo nos resultados.”

[b233] (financas_gestao) DIAGNÓSTICO, DESAFIOS E OPORTUNIDADES

[b234] (financas_gestao) O RN parte hoje de uma base institucional mais organizada e com maior capacidade de investimento. O desafio é transformar essa capacidade em serviços cada vez melhores, políticas efetivas e resultados percebidos em todos os territórios.

[b235] (financas_gestao) Ainda há espaço para integrar órgãos, sistemas, planejamento e execução. Parte dos serviços segue a lógica interna da administração: as pessoas precisam conhecer competências, repetir informações e percorrer etapas que poderiam ser simplificadas. Digitalizar sem redesenhar apenas transfere a burocracia do papel para a tela.

[b236] (financas_gestao) É necessário avançar da medição de atividades para a avaliação de resultados. Atendimentos, ações e recursos executados não demonstram, isoladamente, se a política alcançou quem precisava, enfrentou o problema e reduziu desigualdades.

[b237] (financas_gestao) “Eficiência pública é fazer a política funcionar e melhorar a vida das pessoas.”

[b239] (financas_gestao) A implementação varia conforme as capacidades locais, a coordenação das equipes e as barreiras enfrentadas pelos usuários. Por isso, a gestão deverá acompanhar o percurso entre a decisão e a entrega, observar diferenças territoriais, ouvir servidores e cidadãos e adaptar respostas. A cooperação com municípios e a parceria estratégica com o presidente Lula ampliam as condições para modernizar o Estado e investir com responsabilidade.

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[b247] (financas_gestao) Queremos um Estado íntegro, acessível, transparente e capaz de realizar entregas. Um governo que organize sua atuação pelos problemas que precisa resolver; acompanhe a implementação; aprenda com evidências e com a experiência das pessoas; simplifique o acesso aos serviços; utilize a tecnologia com responsabilidade; e proteja suas finanças para sustentar políticas e investimentos. → contas-gestao/p8

[b248] (financas_gestao) Políticas avaliadas pela qualidade, pelo alcance, pela equidade e pelo impacto produzido. → contas-gestao/p2

[b249] (financas_gestao) Serviços simples e integrados, organizados pela jornada de quem utiliza o Estado. → contas-gestao/p31

[b250] (financas_gestao) Decisões seguras, transparentes e comprometidas com a ética e o interesse público. → contas-gestao/p8, contas-gestao/p51

[b251] (financas_gestao) Responsabilidade fiscal convertida em serviços sustentáveis e capacidade de investir. → contas-gestao/p25

[b254] (financas_gestao) 1.​Efetividade, implementação e capacidades estatais

[b255] (financas_gestao) Colocar a efetividade das políticas públicas no centro da gestão. Objetivos, responsabilidades e indicadores deverão conectar planejamento, orçamento, execução, monitoramento, avaliação e controle. A regularidade dos procedimentos continuará indispensável, mas o sucesso será medido pelas mudanças produzidas na realidade e pela experiência concreta de quem utiliza os serviços. → contas-gestao/p1, contas-gestao/p3

[b256] (financas_gestao) A implementação será acompanhada do desenho à entrega. A gestão observará gargalos, desigualdades territoriais, dificuldades de coordenação e barreiras de acesso, combinando dados com a escuta de usuários, comunidades e servidores. Respostas intersetoriais, cooperação federativa, gestão de riscos e aprendizagem contínua permitirão corrigir rumos e ampliar o que funciona. Servidores valorizados, capacitados e com segurança institucional serão agentes centrais dessa transformação. → contas-gestao/p1, contas-gestao/p2, contas-gestao/p7, contas-gestao/p36, contas-gestao/p49

[b257] (financas_gestao) 2.​Integridade, confiança e segurança para decidir

[b258] (financas_gestao) Tratar a integridade como responsabilidade de todo o governo, começando pelo exemplo das lideranças. → contas-gestao/p14

[b259] (financas_gestao) Ética, transparência, prevenção de riscos, padrões de conduta e prestação de contas orientarão decisões, processos, contratações, concessões, parcerias e relações institucionais. Ouvidorias fortalecerão a escuta, a proteção de direitos e o aperfeiçoamento dos serviços. → contas-gestao/p7, contas-gestao/p14, contas-gestao/p44, contas-gestao/p49, contas-gestao/p59

[b260] (financas_gestao) O controle interno preservará sua independência e seu dever de responsabilização, atuando também de forma preventiva, orientadora e conectada à implementação. Governança, diálogo e controle serão dimensões complementares: a governança coordenará capacidades; o diálogo ampliará legitimidade e construirá soluções; e o controle oferecerá segurança, aprendizagem e proteção do interesse público. A responsabilização será firme e proporcional, distinguindo erro de boa-fé, dificuldade de implementação e conduta dolosa. → contas-gestao/p15

[b261] (financas_gestao) 3.​Estado simples, digital, proativo e inclusivo

[b262] (financas_gestao) Simplificar será eliminar exigências sem finalidade e organizar o Estado para resolver problemas com segurança e rapidez, sem reduzir direitos, controles ou proteção socioambiental. Os processos serão revistos antes de serem internalizados. Integração entre órgãos, linguagem simples, prazos claros e o princípio da informação única. → contas-gestao/p31

[b263] (financas_gestao) O governo digital avançará da espera pela solicitação para uma atuação proativa e, quando adequada, preditiva. Com base legal, dados confiáveis e segurança, o Estado poderá reconhecer pessoas elegíveis, facilitar o acesso a direitos e antecipar demandas e riscos. Interoperabilidade, governança de dados, inteligência artificial e segurança cibernética apoiarão o trabalho público com transparência, proteção de dados, prevenção de vieses, revisão humana, acessibilidade e atendimento multicanal. → contas-gestao/p32, contas-gestao/p33

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[b267] (financas_gestao) 4.​Responsabilidade fiscal, qualidade do gasto e capacidade de investir

[b268] (financas_gestao) Compreender a responsabilidade fiscal como proteção dos serviços, dos direitos, da valorização dos servidores e do futuro do Estado — e não como sinônimo de cortes indiscriminados. Planejamento e orçamento serão conectados aos custos, às prioridades e aos resultados das políticas. A qualidade do gasto orientará escolhas, permitirá corrigir iniciativas pouco efetivas e fortalecerá aquelas que entregam valor público. → contas-gestao/p3, contas-gestao/p25

[b269] (financas_gestao) Administração tributária, incentivos, compras, contratos e patrimônio deverão ser orientados por eficiência, justiça, transparência, inovação e sustentabilidade. A capacidade permanente de estruturar projetos e organizar uma carteira integrada de investimentos permitirá mobilizar recursos do Governo Federal, especialmente pela parceria com o presidente Lula, dos bancos públicos e de outras fontes responsáveis. → contas-gestao/p20, contas-gestao/p21, contas-gestao/p56

[b270] (financas_gestao) Operações de crédito, concessões e parcerias serão avaliadas pela sustentabilidade fiscal, pela distribuição de riscos, pela qualidade dos serviços e pelo retorno social. → contas-gestao/p44, contas-gestao/p59

[b274] (financas_gestao) Ao final do governo, o RN deverá contar com políticas mais integradas e acompanhadas pelos resultados que produzem. A gestão estará preparada para aprender com a implementação, adaptar respostas às diferenças territoriais e corrigir rumos com agilidade. Servidores terão melhores condições para tomar decisões éticas, fundamentadas e orientadas ao interesse público.

[b275] (financas_gestao) Os serviços serão mais simples, acessíveis e integrados, com menos etapas, documentos e deslocamentos. O governo digital oferecerá respostas proativas e, quando adequado, preditivas, com privacidade, segurança, inclusão e revisão humana. A integridade estará presente nas lideranças, equipes, contratações e parcerias, fortalecendo a transparência e a confiança.

[b276] (financas_gestao) Responsabilidade fiscal e capacidade de investir caminharão juntas. O Estado estará mais apto a estruturar projetos, mobilizar recursos e cooperar com municípios e Governo Federal. Os resultados serão acompanhados por território e grupos sociais, permitindo verificar se as políticas chegam a quem precisa e reduzem desigualdades.

[b277] (financas_gestao) “As pessoas não podem passar a vida correndo atrás do Estado. O Estado precisa funcionar, reconhecer direitos, facilitar o acesso aos serviços e chegar a quem mais precisa.”

[p. 19]

[b286] (financas_gestao) CAPACIDADE PÚBLICA TRANSFORMADA

[b287] (financas_gestao) EM RESULTADOS PARA A SOCIEDADE

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[b979] (financas_gestao) O Estado manterá uma carteira permanente de projetos estruturantes, com estudos, licenciamento, fontes de financiamento e planejamento de operação e manutenção. Cooperação com Lula, municípios, instituições públicas de financiamento, universidades e setores sociais ampliará a capacidade de execução. Participação e transparência permitirão acompanhar prioridades, recursos, etapas e impactos. → contas-gestao/p8, contas-gestao/p21, contas-gestao/p51

FIM — 42 blocos neste arquivo.