Cadu de Lula — texto do programa sobre Economia, emprego e agro (Governador — RN, 2026)
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[b34] (economia) O crescimento econômico é indispensável, mas precisa ter direção. Precisa gerar trabalho digno, renda, autonomia e oportunidades. Precisa valorizar as vocações de cada região, fortalecer as cadeias produtivas, apoiar os pequenos negócios, ampliar a agricultura familiar e a fruticultura, estimular a indústria, desenvolver a economia do mar, elevar o valor do turismo e aproveitar as possibilidades da transição energética e da economia digital.
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[b50] (economia) 1. Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda
[b51] (economia) Transformar as potencialidades do Rio Grande do Norte em oportunidades concretas, fortalecendo investimentos, estimulando indústria, comércio, pequenos negócios, agricultura familiar, fruticultura, economia do mar, turismo de maior valor, inovação e cadeias produtivas regionais. O desenvolvimento deve gerar trabalho digno, renda e prosperidade compartilhada.
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[b141] (economia) Transformar o potencial do Rio Grande do Norte em prosperidade compartilhada
[b142] (economia) DESENVOLVIMENTO QUE GERA OPORTUNIDADES
[b144] (economia) PROSPERIDADE EM TODAS AS REGIÕES
[b145] (economia) A energia, a produção, o conhecimento e o trabalho do povo potiguar como forças de uma nova etapa de desenvolvimento.
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[b151] (economia) O desenvolvimento econômico é uma das bases do projeto de futuro para o Rio Grande do Norte. Mas crescer, por si só, não basta. O desenvolvimento que defendemos tem direção pública: agrega valor à produção, gera trabalho e renda, distribui oportunidades, reduz desigualdades e melhora concretamente a vida do povo.
[b152] (economia) O governo da governadora Fátima Bezerra reconstruiu bases importantes do Estado e reposicionou o RN para aproveitar suas vocações. Com a volta do presidente Lula, o Brasil retomou o investimento público, a política industrial, a transição energética e o desenvolvimento regional. Essa parceria estratégica abre uma janela histórica para o Estado.
[b153] (economia) Cadu representa a liderança capaz de aprofundar essas transformações, acelerar entregas e abrir uma nova etapa. Um Estado forte, íntegro e eficiente que atuará como planejador, indutor e articulador, conectando infraestrutura, conhecimento, crédito, qualificação e mercados.
[b154] (economia) O RN reúne energia renovável, minerais estratégicos, agricultura e agroindústria, mar, turismo, ciência, tecnologia, cultura, criatividade e posição geográfica privilegiada. O desafio é transformar essa potência em prosperidade compartilhada, fazendo as oportunidades alcançarem trabalhadores, produtores, empreendedores, cooperativas e empresas potiguares.
[b155] (economia) “Desenvolvimento não é apenas fazer a economia crescer. É fazer o crescimento chegar à vida real: gerar trabalho digno, elevar a renda, ampliar a autonomia e permitir que cada pessoa prospere no lugar onde escolheu viver. É esse o caminho de um Rio Grande do Norte que cresce cuidando da nossa gente.”
[b156] (economia) DIAGNÓSTICO, DESAFIOS E OPORTUNIDADES
[b157] (economia) O RN tem economia diversificada e vantagens competitivas reconhecidas: liderança eólica, grande potencial solar, minerais estratégicos, agricultura familiar, fruticultura e cadeias agroindustriais, extensa faixa litorânea, vocação turística, capacidade científica e conexão privilegiada com mercados.
[b158] (economia) O próximo passo é reter no Estado uma parcela maior do valor produzido por essas vocações. Isso exige integrar produção, indústria, tecnologia, logística e comercialização; fortalecer fornecedores locais; aproximar qualificação e oportunidades econômicas; e distribuir melhor os investimentos entre os territórios.
[b159] (economia) A transição energética, a economia de baixo carbono e a digitalização criam oportunidades para uma nova industrialização. A política liderada pelo presidente Lula — com infraestrutura, neoindustrialização, inovação, agricultura, crédito e desenvolvimento regional — permite ao RN avançar mais rapidamente.
[b160] (economia) “O RN não precisa descobrir suas potencialidades. Precisa conectá-las, agregar valor e transformá-las em oportunidades para o seu povo.”
[b161] (economia) O desafio político é assegurar que os investimentos produzam empregos de qualidade, inovação, fornecedores locais e desenvolvimento territorial, com responsabilidade socioambiental. A efetividade dependerá de capacidade de implementação, coordenação entre governos, respostas adaptadas a cada território e acompanhamento dos efeitos sobre a vida das pessoas e as desigualdades.
[b165] (economia) Queremos um Rio Grande do Norte cada vez mais produtivo, inovador, sustentável e integrado: capaz de industrializar, incorporar tecnologia, fortalecer empresas potiguares, atrair investimentos responsáveis e ampliar sua presença nos mercados. Um Estado em que todas as regiões participem do crescimento a partir de suas próprias vocações e em que cada novo ciclo econômico se converta em trabalho digno, renda, autonomia e qualidade de vida.
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[b169] (economia) Uma economia mais diversificada, com maior agregação de valor e participação nas etapas mais qualificadas das cadeias produtivas.
[b170] (economia) Investimentos e oportunidades mais bem distribuídos entre a capital, a Região Metropolitana e o interior.
[b171] (economia) Trabalhadores, pequenos negócios, produtores, cooperativas e fornecedores locais integrados às novas oportunidades.
[b172] (economia) Desenvolvimento medido não apenas pelo crescimento agregado, mas pelos efeitos sobre emprego, renda, inclusão, sustentabilidade e vida nos territórios.
[b174] (economia) 1.Nova indústria, economia verde e inovação
[b175] (economia) Orientar a política de desenvolvimento para que a liderança em energias renováveis, os minerais estratégicos, a economia de baixo carbono e a transformação digital impulsionem industrialização, tecnologia e empregos qualificados. A prioridade é agregar valor no território potiguar, desenvolver fornecedores locais e aproximar empresas, universidades, institutos, centros de pesquisa e formação profissional. → economia-agro/p20, economia-agro/p34, economia-agro/p37, economia-agro/p97
[b176] (economia) Essa direção abrange as cadeias eólica e solar, o hidrogênio de baixo carbono, o beneficiamento mineral, a infraestrutura digital e os serviços tecnológicos. O aproveitamento dessas oportunidades deverá combinar competitividade, segurança hídrica e energética, responsabilidade socioambiental e benefícios verificáveis para os territórios. → economia-agro/p34, economia-agro/p35, economia-agro/p36, economia-agro/p97
[b177] (economia) 2.Territórios produtivos, economia do mar e turismo de maior valor
[b178] (agro) A agricultura familiar e a fruticultura permanecerão ocupando lugar estratégico no desenvolvimento econômico e territorial do Rio Grande do Norte, por sua capacidade de produzir alimentos, gerar trabalho e renda, fortalecer comunidades, ampliar exportações e dinamizar as economias locais. Sua integração à agroindústria, ao cooperativismo, à inovação, ao crédito e aos mercados permitirá agregar valor à produção e ampliar as oportunidades nos territórios. → economia-agro/p1, economia-agro/p6
[b179] (agro) Essa direção também reconhecerá as demais vocações de cada região e conectará produção, infraestrutura, conhecimento, crédito e mercados. Pesca e aquicultura, cadeias salineira e mineral, comércio, serviços, artesanato, economia criativa, cooperativismo e economia solidária integram uma estratégia que valoriza quem produz e vive no interior e nas comunidades. → economia-agro/p6, economia-agro/p13, economia-agro/p36, economia-agro/p93
[b180] (economia) O turismo avançará como atividade diversificada, sustentável e de maior valor agregado. Sol e mar serão articulados à cultura, gastronomia, natureza, religiosidade, história, eventos, experiências rurais e iniciativas de base comunitária, ampliando a permanência dos visitantes, reduzindo a sazonalidade e distribuindo renda entre mais municípios. → economia-agro/p47, economia-agro/p60
[b182] (economia) Construir um ambiente de confiança, diálogo e segurança para investir, com planejamento público, regras claras, simplificação responsável e proteção dos direitos sociais e ambientais. Infraestrutura rodoviária, portuária, aeroportuária, logística e digital deverá estar conectada às prioridades produtivas e à integração do RN com o Brasil e o mundo. → economia-agro/p108
[b183] (economia) A atração de investimentos e a ampliação das exportações serão orientadas pela contribuição efetiva ao desenvolvimento: qualidade dos empregos, inovação, participação de fornecedores locais, responsabilidade ambiental e impactos territoriais. A parceria com o presidente Lula será estratégica para integrar o RN à Nova Indústria Brasil, ao Novo PAC, aos bancos públicos e às políticas federais de infraestrutura, transição energética, promoção comercial e desenvolvimento regional. → economia-agro/p37, economia-agro/p38, economia-agro/p98
[b184] (economia) 4.Trabalho digno, qualificação, pequenos negócios e autonomia
[b185] (economia) Conectar a estratégia econômica às oportunidades concretas das pessoas. A formação profissional deverá dialogar com as vocações territoriais, os investimentos e as mudanças tecnológicas, e sua qualidade será → economia-agro/p15
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[b189] (economia) avaliada pela inserção no trabalho, pela melhoria da renda e pela trajetória profissional, não apenas pelo número de certificados. → economia-agro/p15
[b190] (economia) Pequenos negócios, microempreendedores, cooperativas e empreendimentos populares são parte da estratégia de desenvolvimento e precisam de condições para inovar, acessar crédito e mercados e crescer de modo sustentável. A inclusão econômica deverá enfrentar barreiras de gênero, raça, geração, deficiência e território, ampliando a participação de mulheres, juventudes, população negra, pessoas com deficiência e comunidades tradicionais nas oportunidades geradas. → economia-agro/p22, economia-agro/p23, economia-agro/p30, economia-agro/p93
[b193] (economia) Ao final do governo, o RN deverá ter uma economia mais dinâmica, diversificada e sustentável, com maior capacidade de transformar energia, recursos naturais, produção e conhecimento em valor agregado, inovação e empregos de qualidade.
[b194] (economia) Os investimentos deverão estar mais conectados às empresas e aos fornecedores potiguares; as vocações regionais, mais integradas a infraestrutura, crédito, tecnologia e mercados; o turismo, mais diversificado e gerador de renda; e a qualificação, mais próxima das oportunidades reais de trabalho.
[b195] (economia) O avanço econômico deverá ser percebido também na redução das desigualdades de acesso a emprego, renda, crédito e oportunidades. A efetividade será acompanhada pelos resultados produzidos para pessoas e territórios, pela qualidade da implementação e pela capacidade do Estado de corrigir desigualdades e adaptar suas respostas ao longo do caminho.
[b196] (economia) “Um Rio Grande do Norte que produz mais, agrega mais valor, gera trabalho digno e distribui melhor as oportunidades.”
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[b205] (economia) DESENVOLVIMENTO QUE GERA OPORTUNIDADES
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[b338] (agro) A agricultura familiar permanecerá com papel estratégico no abastecimento das políticas públicas, na produção de alimentos e na geração de renda. A parceria com o presidente Lula fortalecerá a articulação com as políticas nacionais de combate à fome, aquisição de alimentos, cisternas e organização do sistema de segurança alimentar. → economia-agro/p1
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[b632] (economia) A entrada no mundo do trabalho continua marcada pelo obstáculo da primeira experiência. Formação, aprendizagem, estágio, intermediação de mão de obra e acompanhamento da inserção profissional ainda precisam funcionar como partes de uma mesma trajetória, conectadas às vocações e aos investimentos de cada território.
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[b644] (economia) Primeiras oportunidades dignas, qualificação conectada aos territórios e maior autonomia econômica. → economia-agro/p17
[b651] (economia) 2. Trabalho digno, renda, inovação e profissões do futuro
[b652] (economia) Organizar a transição entre formação e trabalho como política de inclusão produtiva das juventudes. → economia-agro/p16, economia-agro/p17
[b653] (economia) Aprendizagem profissional, estágio, experiência prática, qualificação e intermediação deverão ampliar a primeira oportunidade sem precarização, com direitos, remuneração adequada, respeito à diversidade e perspectiva de desenvolvimento. → economia-agro/p16, economia-agro/p17, economia-agro/p91
[b654] (economia) A formação será conectada às áreas estratégicas do RN e às transformações digital e ambiental. Energias renováveis, tecnologia, turismo, economia do mar, indústria, agricultura familiar, cultura, audiovisual, esporte, comércio e serviços deverão abrir caminhos de inserção profissional, empreendedorismo e geração de renda. → economia-agro/p15, economia-agro/p20, economia-agro/p30
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[b735] (economia) 3. Trabalho, renda e desenvolvimento com identidade
[b736] (economia) Ampliar autonomia econômica, trabalho digno e oportunidades de empreender, enfrentando desigualdades de acesso, remuneração, progressão profissional e presença nos espaços de liderança. Qualificação, intermediação de mão de obra, crédito, assistência técnica, inovação e acesso a mercados deverão dialogar com as vocações de cada território. → economia-agro/p16, economia-agro/p21, economia-agro/p91
[b737] (economia) Mulheres negras e juventudes receberão atenção para transpor as barreiras que limitam sua inserção e autonomia. O empreendedorismo negro, a economia solidária, o cooperativismo e os negócios liderados por integrantes de povos e comunidades tradicionais serão reconhecidos como parte da estratégia de desenvolvimento. → economia-agro/p21, economia-agro/p23
[b738] (agro) Agricultura familiar, pesca artesanal, gastronomia, artesanato, cultura, turismo de base comunitária e outras atividades tradicionais deverão gerar renda respeitando identidades, modos de vida e sustentabilidade ambiental. → economia-agro/p60
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[b825] (economia) Trabalho digno e autonomia econômica exigem enfrentar preconceitos na seleção, nas relações profissionais e na progressão. Qualificação, intermediação de mão de obra, elevação da escolaridade, crédito, assistência técnica e empreendedorismo deverão dialogar com as oportunidades da economia potiguar, com atenção especial às pessoas trans e travestis e a outros grupos em maior vulnerabilidade. → economia-agro/p23
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[b1108] (agro) Agricultura familiar, turismo, pesca e economia do mar fortalecidos por práticas sustentáveis e inovação. → economia-agro/p81, economia-agro/p110
[b1118] (agro) 3. Produção sustentável e proteção dos territórios
[b1119] (agro) Fortalecer agricultura familiar, agroecologia, pesca, aquicultura, turismo sustentável e atividades adaptadas ao Semiárido, articulando assistência técnica, inovação, manejo responsável da água, cooperativismo e acesso a mercados. Produção sustentável deverá gerar renda, segurança alimentar e valorização dos saberes locais. → economia-agro/p1, economia-agro/p13, economia-agro/p75, economia-agro/p79, economia-agro/p81, economia-agro/p110
FIM — 56 blocos neste arquivo.