Adailton Furia — texto do programa sobre Assistência social e pobreza (Governador — RO, 2026)

Fonte: eleicoes.ai — programas de governo registrados no TSE (eleições 2026). Use SÓ o que está nestes arquivos para falar dos programas; cite o candidato e a página do programa; não recomende voto. Estados possíveis de um candidato numa proposta: PROPÕE (há trecho), PROPÕE O CONTRÁRIO (há trecho que rejeita a mesma medida), NÃO LOCALIZADO (não achamos trecho no programa dele NESTE tema — não é "é contra", e não é prova de que o programa não trata do assunto: o trecho pode estar classificado em outro tema; procure no índice de assuntos e no texto do programa antes de afirmar ausência, e prefira dizer "não localizei").

Este arquivo tem 18 blocos do programa de Adailton Furia, na ordem do documento. [p. N] é a página do PDF registrado no TSE (divulgacandcontas.tse.jus.br/divulga/rest/arquivo/doc/220017095549). "→" marca o bloco que sustenta proposta da comparação (eleicoes.ai/ia/dados/governador/ro/tema-assistencia-social).

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[b151] (assistencia_social) O programa Cuidado, Direitos e Cidadania dá resposta às situações em que a pobreza, a fome, a discriminação, o abandono ou a ausência de acesso a serviços ameaçam a dignidade das pessoas. Seu objetivo é transformar proteção em autonomia, integrando assistência social, segurança alimentar, documentação, qualificação, trabalho e defesa de direitos. Assim, o Estado deixa de atuar apenas quando a crise já se instalou e passa a apoiar famílias e grupos vulnerabilizados para reconstruírem vínculos, renda, segurança e participação social. → assistencia-social/p1

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[b297] (assistencia_social) 1.3 Cuidado, Direitos e Cidadania

[b298] (assistencia_social) Meu compromisso é fazer o Estado acolher, proteger e abrir caminhos reais para a autonomia de quem mais precisa.

[b300] (assistencia_social) Este programa dá concretude ao Pilar Proteger a Vida quando a vulnerabilidade ameaça a dignidade, a segurança e a autonomia das pessoas. Sua função é fazer o Estado chegar antes que a pobreza se transforme em fome, que o abandono rompa vínculos familiares ou que a discriminação impeça alguém de exercer seus direitos.

[b301] (assistencia_social) A coordenação cabe à SEAS, em articulação com o FEAS, o FECOEP, a Superintendência Estadual do Indígena, os conselhos de direitos e a rede municipal do SUAS, especialmente CRAS e CREAS. Saúde, educação, segurança, justiça, habitação, qualificação e trabalho precisam atuar de forma integrada, para que uma família não seja obrigada a percorrer vários órgãos sem encontrar solução. A LOA de 2026 identifica cerca de R$ 153,15 milhões nesse núcleo: R$ 74,14 milhões para a SEAS, R$ 46,62 milhões para o FECOEP e R$ 32,39 milhões para o FEAS. → assistencia-social/p4

[b302] (assistencia_social) Rondônia reduziu a pobreza, mas o desafio permanece expressivo: em 2024, 21,2% da população — 393.423 pessoas — viviam abaixo da linha de pobreza, e 30.999 pessoas estavam em extrema pobreza. Em maio de 2026, o Bolsa Família atendia 126.579 famílias nos 52 municípios, com transferências federais superiores a R$ 85,5 milhões por mês. A proteção de renda é indispensável, mas precisa estar conectada à documentação, saúde, educação, alimentação, qualificação e oportunidade de trabalho.

[b303] (assistencia_social) A segurança alimentar também exige maior presença territorial. O Prato Fácil já havia servido mais de 5,7 milhões de refeições, mas estava presente em somente oito dos 52 municípios. Por isso, o programa prioriza busca ativa, porta única de atendimento, cofinanciamento mais eficiente aos municípios, alimentação acessível, inclusão produtiva e proteção específica a crianças, pessoas idosas, pessoas com deficiência, povos indígenas, comunidades quilombolas, ribeirinhas, população em situação de rua e demais grupos expostos a violações. → assistencia-social/p10, assistencia-social/p25

[b304] (assistencia_social) É assim que este programa realiza o objetivo de Fazer Rondônia entregar mais para quem precisa do Estado, trabalha e produz: protegendo na necessidade e criando caminhos reais para que cada pessoa recupere autonomia, renda e dignidade.

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[b307] (assistencia_social) I Proteção social, cidadania e prevenção de violações

[b314] (assistencia_social) Integrar a proteção e buscar quem precisa. Vamos organizar uma jornada de proteção para que famílias em pobreza, fome, violência, abandono ou outras vulnerabilidades não peregrinem entre serviços. → assistencia-social/p4, assistencia-social/p28

[b315] (assistencia_social) Com busca ativa, Cadastro Único atualizado e acompanhamento dos encaminhamentos, o Estado apoiará os municípios para alcançar também pessoas em situação de rua, comunidades distantes e famílias afetadas por cheias, secas ou fumaça. → assistencia-social/p28

[b317] (assistencia_social) Fortalecer a rede municipal de direitos. Vamos tornar o cofinanciamento, a assistência técnica e a transparência mais próximos das necessidades de cada território, fortalecendo os serviços de assistência e a atuação integrada com Conselhos Tutelares, sistema de justiça e demais órgãos de proteção. Crianças, adolescentes e famílias vítimas de violência deverão encontrar acolhimento, orientação e continuidade no atendimento. Será estruturado um protocolo de transição para jovens que deixam serviços de acolhimento ao completar a maioridade, especialmente aqueles que não foram adotados, com documentação, moradia transitória quando necessária, escolarização, qualificação, trabalho, vínculos comunitários e acompanhamento social. → assistencia-social/p1, assistencia-social/p19, assistencia-social/p21

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[b320] (assistencia_social) Prevenir violências e enfrentar o trabalho infantil. Vamos unir escola, assistência, saúde, esporte, cultura, segurança e rede de proteção para identificar precocemente violações, acolher vítimas e apoiar suas famílias. Nenhuma forma de exploração do trabalho infantil será naturalizada; a prioridade será manter crianças e adolescentes protegidos, aprendendo e vivendo sua infância. → assistencia-social/p24

[b321] (assistencia_social) II Segurança alimentar, autonomia e prevenção das violências

[b324] (assistencia_social) Garantir alimentação adequada onde a necessidade está. Vamos dar continuidade, qualificar e ampliar a política estadual de segurança alimentar, integrando Prato Fácil, Pão Nosso, compras da agricultura familiar, bancos de alimentos, cozinhas comunitárias e respostas emergenciais. A solução será organizada conforme a realidade de cada município e comunidade, porque alimento não pode depender do CEP nem a política se resumir ao número de refeições servidas. → assistencia-social/p10, assistencia-social/p11, assistencia-social/p12

[b326] (assistencia_social) Transformar proteção em autonomia e renda. Vamos conectar o Programa Vencer, a qualificação profissional, a intermediação de trabalho, o empreendedorismo, o cooperativismo e o acesso a mercados às vocações de cada região. O compromisso não será apenas ofertar cursos ou kits, mas apoiar caminhos reais para que jovens, adultos, mães, trabalhadores informais e famílias acompanhadas pela rede ampliem renda e mantenham sua autonomia. → assistencia-social/p13

[p. 28]

[b341] (assistencia_social) Acolher quem está em maior vulnerabilidade ou deslocamento. → assistencia-social/p25

[b342] (assistencia_social) Vamos articular documentação, saúde, educação, trabalho, moradia e proteção de direitos para pessoas em situação de rua, migrantes, refugiados e pessoas em trânsito. O Estado atuará com os municípios, a União, organismos parceiros e a sociedade civil, respeitando as competências de cada esfera e buscando caminhos concretos de integração social, autonomia e reconstrução de vínculos. → assistencia-social/p25

FIM — 18 blocos neste arquivo.