Adailton Furia — texto do programa sobre Economia, emprego e agro (Governador — RO, 2026)
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[b459] (economia) 2. Dar força a quem trabalha e produz.
[b460] (economia) Mais oportunidades, renda e futuro para quem move Rondônia todos os dias.
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[b461] (economia) Dar força a quem trabalha e produz é essencial para Fazer Rondônia entregar mais para quem precisa do Estado, trabalha e produz. O desenvolvimento só se completa quando transforma esforço em renda, oportunidades em autonomia e riqueza em melhoria concreta da vida nos municípios. Por isso, este pilar reúne ações para o campo, a floresta, os negócios, o emprego, a indústria, o turismo, a cultura, o esporte e a juventude.
[b462] (economia) Nosso objetivo é fazer do Governo um parceiro de quem planta, cria, empreende, trabalha, inova e busca uma oportunidade. Isso exige reduzir barreiras, levar assistência e qualificação, ampliar o acesso a crédito e mercados, apoiar a agregação de valor e assegurar que uma parcela maior da riqueza gerada em Rondônia permaneça no Estado e alcance suas famílias e comunidades.
[b463] (agro) O programa Campo Forte: Agricultura Familiar e Agroindústria fortalece a produção rural, a agricultura familiar, o cooperativismo e as pequenas agroindústrias. Sua contribuição é oferecer assistência técnica, sanidade, regularização, crédito orientado, tecnologia, infraestrutura e acesso a mercados, para que quem vive do campo possa produzir com mais segurança, agregar valor e gerar renda no próprio território. → economia-agro/p1, economia-agro/p13
[b464] (agro) O programa Bioeconomia, Cadeias e Novos Mercados transforma as vocações do campo, da floresta e das águas em oportunidades duradouras. Ele amplia a qualidade, a certificação, a rastreabilidade, as marcas, a comercialização e a abertura de novos mercados, valorizando produtos da sociobiodiversidade, cadeias produtivas e iniciativas que conciliem geração de renda, inovação e responsabilidade ambiental. → economia-agro/p63, economia-agro/p114
[b465] (economia) O programa Trabalho, Negócios e Renda abre caminhos para trabalhadores, jovens, autônomos, empreendedores, comerciantes e pequenas empresas. Sua contribuição é simplificar serviços, conectar qualificação às oportunidades reais, apoiar a formalização, ampliar o acesso a crédito e fortalecer percursos de inclusão produtiva, para que mais pessoas possam iniciar, manter ou melhorar sua atividade e sua renda. → economia-agro/p59
[b466] (economia) O programa Indústria, Comércio, Turismo e Inovação busca fazer com que a produção, a criatividade e a capacidade empreendedora de Rondônia se transformem em empresas duradouras, empregos e novos mercados. Sua função é fortalecer a diversificação econômica, atrair investimentos responsáveis, ampliar a competitividade, apoiar o comércio e os serviços, estruturar o turismo e aproximar inovação, pesquisa e produtividade das necessidades dos territórios. → economia-agro/p38, economia-agro/p82
[b468] (economia) Com esses cinco programas, o Pilar Dar Força a Quem Trabalha e Produz afirma uma escolha: reconhecer o valor de quem move Rondônia todos os dias e criar condições para que esse esforço se converta em mais renda, mais oportunidades e mais futuro para as pessoas e os municípios.
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[b473] (agro) Meu compromisso é fazer o campo forte gerar mais renda, mais valor e mais futuro para quem produz em Rondônia.
[b475] (agro) Campo Forte realiza o Pilar Dar Força a Quem Trabalha e Produz ao apoiar quem vive do campo, gera renda nos municípios e transforma a produção em alimentos, empregos e negócios. Para cumprir o objetivo de fazer Rondônia entregar mais para quem precisa do Estado, trabalha e produz, o Governo deve ser parceiro do produtor: levar assistência, sanidade, crédito, regularização, tecnologia e mercado, sem substituir a iniciativa de quem produz. → economia-agro/p1
[b476] (agro) A coordenação é da SEAGRI, com a EMATER-RO na assistência técnica e extensão rural, a IDARON na defesa sanitária, inspeção e acesso ao SISBI, e a SEDEC na política industrial, atração de investimentos e comercialização. SEDAM, municípios, cooperativas, instituições financeiras, Embrapa, IFRO, universidades e Sistema S completam a rede necessária para fazer a produção alcançar escala, qualidade e mercado. A LOA de 2026 destina R$ 519,61 milhões a SEAGRI, IDARON, EMATER e SEDEC; esse valor é a capacidade institucional das quatro áreas, e não uma dotação exclusiva do programa.
[b477] (agro) Rondônia já produz muito: o Valor Bruto da Produção Agropecuária superou R$ 33,5 bilhões em abril de 2026. Mas a riqueza ainda se transforma pouco dentro do Estado.
[b478] (agro) A agricultura familiar reunia 81,3% dos estabelecimentos rurais e 75,9% da ocupação no campo no último Censo Agropecuário, de 2017. Na agroindústria, havia 49 estabelecimentos no Serviço de Inspeção Estadual, mas apenas 16 estavam integrados ao SISBI, limitando a venda nacional de muitos pequenos laticínios, unidades de pescado, mel, ovos e agroindústrias familiares.
[b479] (agro) O programa prioriza assistência técnica continuada, crédito orientado, cooperativismo, sucessão rural, participação de mulheres e jovens, regularização sanitária e ambiental, agroindústrias viáveis, processamento local e acesso a mercados. O resultado esperado não será apenas produzir mais: será fazer com que mais valor, renda e oportunidades permaneçam com as famílias, trabalhadores e municípios de Rondônia. → economia-agro/p8
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[b482] (agro) I Agroindústria, diagnóstico e cadeias de valor
[b485] (agro) Conhecer para decidir melhor. Vamos realizar o diagnóstico estadual da agroindústria e da bioeconomia, identificando empreendimentos, capacidade de processamento, regularidade sanitária e ambiental, ociosidade, empregos, mercados, cadeias produtivas e gargalos territoriais. As decisões de crédito, infraestrutura, assistência e incentivos serão apoiadas em informações públicas, atualizadas e territorializadas. → economia-agro/p9
[b487] (agro) Organizar planos para as cadeias que geram valor. Vamos estruturar planos integrados para café, cacau, leite, carne, pescado, grãos e produtos da sociobiodiversidade, considerando matéria-prima, qualidade, tecnologia, logística, mercado e participação dos produtores no valor final. A agricultura familiar, a aquicultura, a pecuária sustentável e as cooperativas terão atenção especial nessa organização. → economia-agro/p20, economia-agro/p89
[b489] (agro) Regularizar para ampliar mercados. Vamos integrar agricultura, assistência técnica e defesa sanitária para apoiar agroindústrias na adequação às exigências de inspeção e segurança dos alimentos.
[b490] (agro) Trabalharemos com os municípios e a União para ampliar a capacidade de comercialização, certificação e circulação regular dos produtos rondonienses, sem flexibilizar a proteção à saúde da população.
[b492] (agro) Apoiar estruturas que funcionem. Vamos priorizar investimentos em unidades e soluções compartilhadas de beneficiamento, resfriamento, armazenagem, → economia-agro/p15
[b500] (agro) e aproveitamento de resíduos. Cada apoio deverá considerar a viabilidade econômica, ambiental, sanitária e logística do empreendimento, evitando equipamentos sem matéria-prima, gestão, mercado ou condições de operação. → economia-agro/p15
[b502] (agro) Levar tecnologia, assistência e crédito até quem produz. Vamos fortalecer a extensão rural, a qualificação profissional, a gestão de negócios, a inovação e o crédito orientado para produtores, associações, cooperativas e pequenos empreendimentos. Em parceria com instituições de ensino, pesquisa e setor produtivo, apoiaremos soluções aplicadas à produtividade, qualidade, industrialização, economia circular e redução de perdas. → economia-agro/p11, economia-agro/p31
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[b505] (agro) II Agricultura familiar, assistência técnica e desenvolvimento rural
[b508] (agro) Fortalecer a agricultura familiar e a permanência no campo. → economia-agro/p1
[b509] (agro) Vamos integrar assistência técnica, crédito orientado, regularização, compras públicas, cooperativismo e acesso a mercados, com atenção às mulheres, aos jovens e à sucessão familiar. A política reconhecerá cada família rural como agente de produção, trabalho, abastecimento e desenvolvimento local. → economia-agro/p1, economia-agro/p8, economia-agro/p28, economia-agro/p31
[b511] (agro) Levar assistência técnica, inovação e gestão para as cadeias produtivas. Vamos organizar projetos territoriais para leite, café, cacau, pecuária, grãos, horticultura, fruticultura, mandioca e outras atividades com viabilidade em cada região. A assistência deverá conectar manejo, genética, alimentação, tecnologia, solo, água, custos, qualidade, crédito e comercialização, para que o apoio público gere produtividade e renda. → economia-agro/p11, economia-agro/p20, economia-agro/p122
[b513] (agro) Fortalecer a Emater-RO como rede de assistência técnica e extensão rural nas sete regiões e nos 52 municípios. Vamos qualificar equipes, meios de deslocamento, instrumentos digitais e presença territorial para integrar orientação produtiva, crédito, regularização, sanidade, organização coletiva e comercialização, priorizando quem mais necessita de apoio para produzir e permanecer no campo. → economia-agro/p10
[b515] (agro) Implantar um programa estadual de horas-máquina para apoiar a produção rural. A atuação será articulada aos municípios e às organizações produtivas, com critérios públicos de seleção, prioridades territoriais, finalidades tecnicamente justificadas, controle de custos e transparência sobre os serviços realizados e seus resultados. → economia-agro/p2
[b517] (agro) Planejar o desenvolvimento rural com dados, transparência e presença territorial. Vamos organizar informações sobre produção, assistência técnica, crédito, regularização e mercados para orientar prioridades e corrigir desigualdades entre municípios. A escolha de investimentos e projetos observará necessidade comprovada, viabilidade técnica, responsabilidade pela operação e capacidade de gerar resultado para as pessoas e os territórios. → economia-agro/p9
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[b520] (economia) 2.2 Bioeconomia, Cadeias e Novos Mercados
[b521] (economia) Meu compromisso é fazer a riqueza de Rondônia gerar mais valor, empregos e futuro aqui mesmo.
[b523] (economia) Este programa faz o Pilar Dar Força a Quem Trabalha e Produz avançar da produção para a geração de valor, renda e empregos dentro de Rondônia. Depois de produzir, é preciso beneficiar, certificar, criar marcas, abrir mercados e transformar a riqueza do campo, da floresta e das comunidades em oportunidades duradouras.
[b524] (economia) A coordenação envolve a SEDEC, na atração de investimentos, indústria e promoção comercial; a SEDAM, na bioeconomia, regularidade ambiental e uso sustentável da floresta; a IDARON, na sanidade, inspeção e rastreabilidade; e a SEAGRI e a EMATER-RO, na organização das cadeias, assistência técnica e cooperativismo.
[b525] (economia) FAPERO, Embrapa, universidades, IFRO, Sistema S, municípios e cooperativas completam essa rede. A LOA de 2026 registra R$ 622,84 milhões nessas estruturas e fundos vinculados; trata-se de capacidade institucional compartilhada, e não de uma dotação exclusiva do programa.
[b526] (agro) Rondônia possui base para avançar: o Valor Bruto da Produção Agropecuária superou R$ 33,5 bilhões em abril de 2026, e as exportações alcançaram US$ 3,009 bilhões em 2025, para 109 países. Mas carne bovina, soja e milho concentraram 90,2% desse valor. O Estado produz muito e exporta, mas ainda retém pouco valor em suas cadeias. No cacau, por exemplo, a base técnica registra que grandes empresas adquirem 98% da produção local para processamento fora de Rondônia.
[b527] (agro) A abertura de mercados também depende de qualidade e inspeção. Dos 49 estabelecimentos registrados no Serviço de Inspeção Estadual em junho de 2026, apenas 16 estavam integrados ao SISBI, condição decisiva para a comercialização nacional de diversos produtos. Na bioeconomia, há iniciativas relevantes, mas ainda não existe uma base estadual consolidada sobre cadeias, comunidades, renda, empregos, beneficiamento e valor gerado pela sociobiodiversidade.
[b528] (economia) Por isso, o programa prioriza marcas e certificações, agroindústrias e cooperativas, comércio exterior, novos produtos, economia circular, investimentos responsáveis, sanidade e rastreabilidade. É assim que realizaremos o objetivo de fazer Rondônia entregar mais para quem precisa do Estado, trabalha e produz: transformando vocações e recursos em renda, competitividade e oportunidades que permaneçam no território.
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[b531] (economia) I Bioeconomia, investimentos e abertura de mercados
[b534] (economia) Fortalecer marcas, qualidade e comercialização. Vamos apoiar a diferenciação dos produtos rondonienses por meio de origem, qualidade, certificação, design, embalagem, marcas coletivas e promoção comercial. As indicações geográficas do café Robusta → economia-agro/p18, economia-agro/p63, economia-agro/p114
[b535] (agro) Amazônico, do cacau e do tambaqui deverão servir à valorização de quem produz e à abertura de novos mercados, e não apenas como reconhecimento formal. → economia-agro/p18
[b540] (economia) Atrair investimentos com retorno para Rondônia. Vamos articular incentivos, crédito, infraestrutura, energia, conectividade e simplificação responsável para atrair e fortalecer empreendimentos que agreguem valor à produção local. Os apoios públicos deverão observar contrapartidas, geração de trabalho, compras locais, regularidade e resultado efetivo para os municípios, com transparência e responsabilidade fiscal. → economia-agro/p39
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[b546] (economia) Promover comércio exterior e substituição competitiva de importações. Vamos estruturar, em articulação com a União, o setor produtivo e os parceiros comerciais, uma agenda de inteligência de mercado, promoção comercial, adequação sanitária, ambiental e de rastreabilidade, logística e acesso a novos destinos para os produtos rondonienses. Também identificaremos bens e insumos importados que possam ser produzidos competitivamente no Estado, apoiando a inovação, a qualificação, a cooperação empresarial e a agregação de valor local, sem criar barreiras indevidas ao investimento produtivo ou ao comércio. → economia-agro/p14, economia-agro/p44
[b547] (agro) II Cadeias produtivas, sanidade e cooperativismo
[b550] (agro) Valorizar o leite, o café, o cacau e a pecuária sustentável. Vamos apoiar a melhoria da qualidade, do manejo, da sanidade, da refrigeração e da organização produtiva, com estímulo à recuperação de pastagens, à regularidade ambiental, à rastreabilidade e à agregação de valor. O objetivo é ampliar as condições para que Rondônia venda mais qualidade, identidade e trabalho transformado, e não apenas matériaprima. → economia-agro/p20, economia-agro/p123
[b552] (agro) Estruturar a aquicultura e a pesca como cadeias de renda e alimento. Vamos diferenciar as necessidades da produção familiar, comercial e empresarial, ampliando orientação técnica, sanidade, regularização, inspeção, cadeia de frio, processamento e comercialização. A criação de peixes nativos deverá gerar mais oportunidades nos municípios, com aproveitamento responsável de subprodutos e respeito às condições ambientais. → economia-agro/p22
[b554] (agro) Proteger a sanidade, a inspeção e a rastreabilidade. Vamos fortalecer a defesa animal e vegetal, a vigilância, os cadastros produtivos, a prevenção de riscos e a orientação aos produtores e pequenas agroindústrias. A condição sanitária de Rondônia é patrimônio econômico e de saúde pública; preservá-la é abrir mercados, proteger famílias e dar segurança a quem produz e consome. → economia-agro/p27
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[b557] (agro) Apoiar agroindústrias, cooperativas e mercados locais. Vamos facilitar a organização coletiva, a qualificação de associações e cooperativas, o acesso às compras públicas e a inserção em mercados privados. O Estado apoiará, dentro de suas competências, a adequação de pequenas agroindústrias aos requisitos de inspeção e a articulação com sistemas que ampliem a circulação segura de alimentos. → economia-agro/p28, economia-agro/p60
[b560] (economia) Marcas territoriais, indicação de origem e produtos diferenciados poderão ampliar o reconhecimento e a renda das comunidades produtoras. → economia-agro/p18
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[b563] (economia) 2.3 Trabalho, Negócios e Renda
[b564] (economia) Meu compromisso é fazer o Governo abrir caminhos para quem quer trabalhar, empreender e melhorar de vida em Rondônia.
[b566] (economia) Este programa concretiza o Pilar Dar Força a Quem Trabalha e Produz ao apoiar quem abre, mantém ou procura uma oportunidade de trabalho. Empreendedores, trabalhadores autônomos, comerciantes, pequenas empresas e jovens precisam de um Estado que simplifique caminhos, amplie a qualificação e conecte iniciativa a crédito, mercado e renda.
[b567] (economia) A coordenação envolve a SEDEC, a JUCER, o PROCON, instituições de crédito, municípios, Sistema S, universidades e entidades empresariais e de trabalhadores. A LOA de 2026 assegura recursos a essa estrutura de desenvolvimento econômico; o compromisso é coordená-la para que serviços, incentivos e capacitações tenham resultado concreto nos 52 municípios.
[b568] (economia) Em novembro de 2025, Rondônia tinha 307.365 vínculos formais de trabalho. Mas uma parcela relevante da população depende do trabalho por conta própria, de pequenos negócios e de ocupações vulneráveis, frequentemente sem qualificação acessível, crédito orientado ou apoio para alcançar novos mercados. Por isso, o programa reúne empreendedorismo, simplificação, crédito, compras públicas, apoio aos pequenos negócios, qualificação profissional, intermediação de mão de obra e inclusão produtiva.
[b569] (economia) É assim que realizaremos o objetivo de Fazer Rondônia entregar mais para quem precisa do Estado, trabalha e produz: reduzindo barreiras para quem empreende e criando caminhos reais para que mais pessoas trabalhem, aumentem sua renda e construam autonomia onde vivem.
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[b572] (economia) I Empreendedorismo, crédito e acesso a mercados
[b575] (economia) Simplificar e orientar o caminho de quem empreende. Vamos integrar informações e encaminhamentos para abertura, alteração, regularização e funcionamento dos negócios, em cooperação com os municípios e os órgãos responsáveis. Simplificar será eliminar exigências redundantes, dar previsibilidade e orientar com clareza, preservando a saúde, o meio ambiente, a segurança e os direitos do consumidor. → economia-agro/p34, economia-agro/p98
[b577] (economia) Transformar crédito em oportunidade sustentável. → economia-agro/p33, economia-agro/p96
[b578] (economia) Vamos fortalecer o Proampe e as demais alternativas de financiamento como instrumentos de inclusão produtiva, associados a planejamento, educação financeira, assistência gerencial, inovação e acesso a mercados. O crédito deverá apoiar microempreendedores individuais, pequenos negócios, trabalhadores autônomos, produtores rurais, mulheres, jovens e quem empreende por necessidade, sem estimular endividamento irresponsável. → economia-agro/p33, economia-agro/p96
[b580] (economia) Apoiar a gestão e a inovação dos pequenos negócios. Vamos articular capacitação, orientação técnica, transformação digital, precificação, organização financeira e conexão com as oportunidades de cada território. O objetivo é que a pessoa não receba apenas uma informação ou um recurso isolado, mas tenha condições concretas de transformar uma ideia, uma atividade informal ou um pequeno negócio em fonte mais estável de trabalho e renda. → economia-agro/p59
[b582] (economia) Fortalecer o cooperativismo, o associativismo e a economia solidária. Vamos apoiar cooperativas, associações e grupos produtivos com formação em gestão e governança, apoio à formalização, assistência técnica, acesso a crédito, processamento, logística e comercialização. A prioridade será fortalecer organizações que gerem benefício real para seus integrantes, especialmente pequenos produtores, trabalhadores, artesãos, recicladores e comunidades que encontram na cooperação um caminho para ganhar escala e negociar melhor. → economia-agro/p60
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[b585] (economia) Abrir caminhos para vender e participar de mercados. Vamos ampliar a orientação para feiras, canais digitais, mercados regionais e compras públicas, sempre com respeito à concorrência, à qualidade, à economicidade e à boa execução dos contratos. O poder de compra do Estado será tratado com transparência e responsabilidade, preparando fornecedores locais para competir, entregar bem e receber pelo serviço prestado. → economia-agro/p28
[b586] (economia) II Ambiente territorial e apoio aos pequenos negócios
[b593] (economia) Apoiar a renda, a formalização e os pequenos negócios. Vamos apoiar trabalhadores autônomos, microempreendedores, cooperativas, agricultores familiares e pequenos negócios com orientação para formalização, educação financeira, qualificação, assistência técnica, inovação, acesso a crédito e abertura de mercados. A informalidade não será tratada como falha individual, mas como um desafio que exige caminhos viáveis para ampliar proteção, produtividade, estabilidade e autonomia econômica. → economia-agro/p57, economia-agro/p59, economia-agro/p109
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[b596] (economia) Atrair investimentos comprometidos com o interesse público. → economia-agro/p39, economia-agro/p82
[b597] (economia) Vamos oferecer regras claras, atendimento integrado, informação econômica, segurança jurídica e infraestrutura planejada para empresas que queiram investir e produzir em Rondônia. Incentivos fiscais, financeiros ou locacionais deverão observar critérios transparentes e contrapartidas compatíveis com investimento realizado, emprego, inovação, sustentabilidade, compras locais e respeito à legislação. → economia-agro/p39, economia-agro/p82
[b611] (economia) com responsabilidade. Vamos integrar serviços de registro, formalização, orientação, licenciamento e apoio técnico, em cooperação com municípios e instituições parceiras, para reduzir burocracias e dar previsibilidade a micro e pequenas empresas, comércio, serviços, cooperativas e novos empreendimentos. Simplificar não significará reduzir direitos, controles sanitários, ambientais, trabalhistas ou de proteção ao consumidor. → economia-agro/p34, economia-agro/p82, economia-agro/p98
[b612] (economia) III Qualificação, emprego e autonomia
[b615] (economia) Conectar a qualificação profissional às oportunidades reais de trabalho e renda. Vamos orientar a educação profissional pelas vagas existentes, pelas vocações produtivas, pelos investimentos e pelas novas cadeias econômicas de cada região, aproximando o IDEP, o Sine → economia-agro/p52, economia-agro/p55, economia-agro/p107
[b616] (economia) Estadual, as instituições de ensino, o Sistema S, os municípios e as empresas para que cursos e trilhas formativas respondam a oportunidades concretas. Jovens, trabalhadores em transição, mulheres, pessoas com deficiência, pessoas neurodivergentes e quem busca a formalização deverão encontrar caminhos mais claros para a qualificação, a inserção produtiva, a permanência no trabalho e a melhoria de renda. Acompanharemos os egressos para aperfeiçoar os cursos e verificar se a formação se converteu em trabalho, renda, produtividade ou capacidade de empreender, e articularemos com os empregadores práticas de recrutamento acessível, preparação das equipes e adaptações razoáveis que favoreçam a permanência no emprego. A oferta do IDEP, do Sine Estadual e das instituições parceiras será planejada em conjunto, de modo que a vaga de curso, a vaga de estágio e a vaga de emprego façam parte de um mesmo percurso. → economia-agro/p52, economia-agro/p107
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[b619] (economia) Aproximar trabalhadores, vagas e empresas. Vamos fortalecer a rede estadual de emprego para captar vagas, orientar trabalhadores, apoiar empresas no recrutamento e ampliar o alcance dos serviços nos 52 municípios. A intermediação não se limitará ao cadastro ou à divulgação de oportunidades: vamos organizar atendimento que ajude a preparar currículos, identificar competências, encaminhar candidatos e acompanhar a efetiva colocação e permanência no trabalho. → economia-agro/p53
[b621] (economia) Criar oportunidades para jovens e para quem precisa recomeçar. Vamos integrar primeiro emprego, estágio, aprendizagem, qualificação e empreendedorismo, em cooperação com empresas, municípios e instituições formadoras. Também vamos construir percursos de inclusão produtiva para mulheres, pessoas com deficiência, pessoas neurodivergentes, trabalhadores mais velhos, famílias em vulnerabilidade, população rural e pessoas em processo de reinserção social, respeitando as necessidades e barreiras próprias de cada público. → economia-agro/p54, economia-agro/p55
[p. 52]
[b626] (economia) 2.4 Indústria, Comércio, Turismo e Inovação
[b627] (economia) Meu compromisso é fazer a força de Rondônia se transformar em mais indústrias, negócios inovadores, turismo e oportunidades que permaneçam em nosso
[b630] (economia) Este programa fortalece o Pilar Dar Força a Quem Trabalha e Produz ao transformar a produção, a criatividade e a iniciativa de Rondônia em mais valor, empresas duradouras, empregos e renda nos municípios. Assim, realiza o objetivo central de Fazer Rondônia entregar mais para quem precisa do Estado, trabalha e produz, com um Governo que simplifica, atrai investimentos responsáveis e ajuda a riqueza gerada aqui a permanecer no Estado.
[b631] (economia) A coordenação é da SEDEC, com a SETUR, a FAPERO, a JUCER, a SEFIN/CONDER, a SEPAT, a SEDAM, a SEJUCEL, a FUNCER e os municípios. A rede também depende de universidades, IFRO, Sistema S, entidades empresariais, cooperativas e do trade turístico. A LOA de 2026 registra cerca de R$ 14,85 milhões para a SEDEC, R$ 5,29 milhões para a SETUR e dotação inicial de R$ 7,46 milhões para a FAPERO: aproximadamente R$ 27,6 milhões nas estruturas centrais, sem incluir fundos, incentivos, infraestrutura e investimentos privados vinculados à política.
[b632] (economia) Rondônia alcançou PIB de R$ 76,456 bilhões em 2023 e exportou US$ 3,009 bilhões em 2025. Mas carne bovina, soja e milho responderam por 90,2% das exportações, demonstrando a necessidade de diversificar cadeias, ampliar a transformação industrial e avaliar o retorno dos incentivos públicos em emprego, investimento e arrecadação. O Estado possuía 152.457 empresas ativas em agosto de 2025 e abriu mais de 11 mil negócios no primeiro trimestre de 2026, mas ainda precisa acompanhar se essas empresas sobrevivem, crescem e geram postos de trabalho de qualidade.
[b633] (economia) O turismo tem vocações em todas as regiões. Em 2024, Rondônia registrou 4.610 entradas de turistas internacionais, crescimento de 18,7%, mas ainda não dispõe de série consolidada sobre fluxo doméstico, ocupação hoteleira, permanência, gasto e empregos por município. Na inovação, o Estado ocupava a 21ª posição nacional no IBID 2025, com nota 0,161, evidenciando que a estrutura existente precisa se converter em soluções aplicadas, negócios inovadores e produtividade.
[b634] (economia) Por isso, o programa prioriza a organização dos territórios produtivos, a recuperação de áreas industriais, a modernização do comércio, a atração de investimentos com contrapartidas, a inovação nas empresas, o fortalecimento de marcas e mercados e a → economia-agro/p40
[p. 53]
[b636] (economia) estruturação de roteiros turísticos sustentáveis, conectados à cultura, à gastronomia, à produção rural e às comunidades. → economia-agro/p66, economia-agro/p83
[b637] (economia) I Indústria, competitividade e trabalho com retorno local
[b640] (economia) Fortalecer a economia que gera trabalho e valor em Rondônia. → economia-agro/p38, economia-agro/p82
[b641] (economia) Vamos apoiar a diversificação produtiva, a agroindústria, a bioeconomia, a indústria, o comércio, os serviços, o turismo, a inovação e os novos mercados. A política de desenvolvimento econômico deverá valorizar o processamento local, o aumento da produtividade, a sustentabilidade e a geração de oportunidades em cadeias capazes de distribuir renda pelos territórios. → economia-agro/p13, economia-agro/p38, economia-agro/p82
[b643] (economia) Dar competitividade a quem produz. Vamos articular investimentos em infraestrutura, logística, armazenamento, circulação de mercadorias e conectividade com as necessidades de trabalhadores, produtores e empreendimentos. Em cooperação com municípios, União e iniciativa privada, vamos buscar reduzir os obstáculos que elevam custos, isolam regiões e dificultam que empresas rondonienses cresçam, gerem empregos e alcancem novos mercados.
[b645] (economia) Fazer os investimentos produzirem retorno local. → economia-agro/p39, economia-agro/p82
[b646] (economia) Vamos aperfeiçoar os instrumentos estaduais de crédito, incentivo e atração de investimentos para que, quando juridicamente cabível, valorizem a qualificação da mão de obra local, a contratação de rondonienses, o fortalecimento de fornecedores do Estado, a inovação, a sustentabilidade e a agregação de valor. Todo apoio público deverá observar responsabilidade fiscal, transparência e avaliação dos resultados efetivamente alcançados. → economia-agro/p39, economia-agro/p82
[b648] (economia) Construir pactos territoriais de trabalho e renda. Vamos organizar agendas permanentes nas sete regiões de Rondônia, reunindo Estado, municípios, empresas, trabalhadores, cooperativas, instituições de ensino e entidades produtivas. Esses pactos orientarão a formação profissional, a captação de vagas, o apoio a empreendimentos e as prioridades de desenvolvimento, para que nenhuma região seja tratada apenas como fornecedora de mão de obra ou fique distante das oportunidades. → economia-agro/p56
[p. 54]
[b651] (economia) Manter diálogo permanente com a FIERO e com as entidades produtivas para fortalecer a indústria rondoniense. Vamos institucionalizar uma agenda regular de trabalho entre o Governo do Estado e a Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), estendida à Fecomércio, à FAPERON, às associações comerciais e industriais dos municípios e ao cooperativismo, com pauta pública, prazos definidos e acompanhamento das providências acordadas. As reuniões envolverão SEDEC, SEFIN, SEDAM, JUCER, DER, concessionárias de serviços públicos e o Sistema Indústria (SESI, SENAI e IEL), e tratarão de desburocratização e licenciamento, custo de energia e logística, qualificação da mão de obra, compras públicas, atração e ampliação de plantas industriais e avaliação do retorno dos incentivos concedidos. As proposições construídas nesse diálogo serão encaminhadas ao planejamento estadual e ao orçamento, para que se convertam em decisão e execução, com retorno formal ao setor produtivo sobre o que foi acatado e o que não foi. → economia-agro/p37
[b653] (economia) Fortalecer cadeias que gerem mais valor em Rondônia. Vamos apoiar a transformação de produtos como carne, leite, café, cacau, pescado, grãos, madeira legal, frutas, bioprodutos e outros bens com viabilidade econômica e ambiental. A política integrará qualificação, inovação, regularidade, certificação, embalagem, fornecedores locais, crédito orientado e acesso a mercados, para que a produção gere mais renda, tecnologia e emprego nos territórios. → economia-agro/p13, economia-agro/p64
[b654] (economia) II Distritos produtivos, comércio, serviços e turismo
[b657] (economia) Qualificar distritos e polos produtivos. Vamos conhecer, regularizar e priorizar áreas industriais e produtivas conforme sua demanda, vocação, infraestrutura e capacidade de gerar oportunidades. A atuação estadual buscará articular terrenos, acessos, energia, água, conectividade, licenciamento, pesquisa, qualificação profissional e fornecedores locais, em parceria com municípios, concessionárias e setor produtivo. → economia-agro/p40, economia-agro/p83
[b659] (economia) Diversificar mercados e exportar mais valor. Vamos estruturar uma política de internacionalização com inteligência de mercado, promoção comercial e apoio à adequação sanitária, ambiental e de rastreabilidade exigida pelos mercados. A iniciativa articulará produtores, cooperativas, indústrias, órgãos federais, países vizinhos e parceiros comerciais, priorizando produtos processados e diferenciados que gerem valor dentro de Rondônia. → economia-agro/p23, economia-agro/p44, economia-agro/p91
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[b662] (economia) Fortalecer comércio, serviços e relações de consumo justas. → economia-agro/p43
[b663] (economia) Vamos apoiar a modernização, a digitalização, a qualificação gerencial e o acesso a crédito dos negócios que sustentam a vida econômica das cidades. A competitividade deverá caminhar com a defesa do consumidor, a qualidade de produtos e serviços, a informação clara e relações de mercado mais seguras para famílias e empreendedores. → economia-agro/p43
[b665] (economia) Transformar turismo em renda permanente nos territórios. → economia-agro/p66, economia-agro/p83
[b666] (economia) Vamos estruturar roteiros de natureza, pesca, cultura, gastronomia, história, negócios e eventos, com qualificação, acessibilidade, promoção responsável e integração com municípios, empreendedores, setor cultural e comunidades locais. O turismo deverá respeitar o ambiente e as identidades de Rondônia, fortalecendo cidades, comunidades ribeirinhas, povos indígenas, quilombolas e regiões de fronteira quando participarem da atividade. → economia-agro/p66, economia-agro/p67, economia-agro/p73, economia-agro/p83, economia-agro/p119
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