Hildon Chaves — texto do programa sobre Saúde (Governador — RO, 2026)

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[b1024] (saude) Fortalecimento da Rede Hospitalar Estadual

[b1026] (saude) Fortalecimento da Rede Estadual de Atenção à Saúde

[b1028] (saude) Saúde para Povos Originários, Comunidades Tradicionais e Populações de Difícil Acesso

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[b1035] (saude) A saúde pública é um direito fundamental do cidadão e uma das maiores responsabilidades do Estado. É nos momentos de maior vulnerabilidade que a população espera encontrar uma rede pública preparada para ofe‐ recer atendimento rápido, humanizado e resolutivo. Garantir esse aten‐ dimento significa proteger vidas, reduzir desigualdades e promover qualidade de vida em todas as regiões de Rondônia.

[b1036] (saude) Nos últimos anos, a crescente demanda por consultas, exames, cirurgias, leitos hospitalares e serviços especializados passou a pressionar toda a rede estadual de saúde. Ao mesmo tempo, problemas históricos de gestão, infraestrutura insufi‐ ciente para a demanda, concentração de serviços e dificuldades na descentraliza‐ ção destes serviços comprometem a capacidade de resposta do sistema, aumen‐ tando o tempo de espera e dificultando o acesso da população.

[b1037] (saude) A situação do Hospital e Pronto-Socorro João Paulo II, referência em trauma de média e alta complexidade, simboliza esse desafio. Há décadas, Rondônia aguarda uma solução definitiva para uma unidade que opera acima de sua capacidade, tor‐ nando a construção do Novo João Paulo II uma prioridade absoluta para reorganizar a assistência hospitalar do Estado.

[b1038] (saude) Entretanto, a melhora da saúde pública necessita de organização da rede de aten‐ dimento, modernização da gestão, regionalização dos serviços, incorporação de novas tecnologias, valorização dos profissionais e fortalecimento da atenção à saúde, garantindo que o cidadão tenha acesso ao atendimento adequado no momento em que dele precisar.

[b1039] (saude) A população necessita de uma rede de saúde estratégica, articulada, resolutiva e humanizada, que reforce o atendimento, ampliando o acesso aos serviços públi‐ cos com atendimento de qualidade a todas as regiões de Rondônia.

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[b1045] (saude) FORTALECIMENTO DA REDE HOSPITALAR ESTADUAL

[b1046] (saude) Garantir atendimento hospitalar digno, seguro e resolutivo é uma das maiores res‐ ponsabilidades do Estado. Em Rondônia, o crescimento da demanda por serviços de média e alta complexidade, associado às limitações da infraestrutura existente, tornou a ampliação e a modernização da rede hospitalar uma prioridade inadiável.

[b1047] (saude) Nenhum outro equipamento público simboliza tanto esse desafio quanto o Hospital e Pronto-Socorro João Paulo II.

[b1048] (saude) Há décadas, Rondônia convive com a expectativa da construção de uma nova uni‐ dade hospitalar capaz de substituir uma estrutura que já não responde às necessi‐ dades da população. Ao longo desse período, projetos foram anunciados, compro‐ missos assumidos e expectativas renovadas, sem que a solução definitiva fosse entregue aos rondonienses. Esse ciclo precisa chegar ao fim.

[b1050] (saude) Novo Hospital e Pronto-Socorro de alta complexidade será prioridade do nosso Governo. → saude/p12, saude/p85

[b1051] (saude) Mais do que uma obra pública, será um dos investimentos mais importantes para reorganizar toda a rede estadual de urgência e emergência, ampliar a capacidade de atendimento, oferecer melhores condições de trabalho aos profissionais da saúde e devolver dignidade aos pacientes e às suas famílias.

[b1052] (saude) Essa estratégia também contemplará investimentos em infraestrutura, equipamen‐ tos, inovação tecnológica, extensão da capacidade instalada e qualificação da gestão hospitalar, consolidando uma rede pública mais moderna, eficiente e preparada para atender às necessidades de Rondônia. → saude/p20

[b1054] (saude) Novo Hospital e Pronto-Socorro de Alta Complexidade → saude/p12, saude/p85

[b1055] (saude) Construir um Hospital moderno, com tecnologia avançada e preparado para aten‐ der à crescente demanda por serviços de urgência e emergência. A proposta con‐ templa infraestrutura compatível com a complexidade dos atendimentos, organiza‐ ção ágil dos fluxos assistenciais, classificação de risco, equipes multiprofissionais qualificadas e gestão orientada pela eficiência, qualidade e segurança do paci‐ ente. → saude/p12, saude/p85

[b1058] (saude) A iniciativa busca reestruturar a regionalização da saúde e criar um polo de atendimento de média e alta complexidade no município de Ji-Paraná. → saude/p17

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[b1065] (saude) Hospital Regional em Ariquemes → saude/p16

[b1066] (saude) A construção do Novo Hospital Regional de Ariquemes busca reestruturar a regio‐ nalização da saúde no Vale do Jamari e garantir o atendimento daquela população de forma mais rápida e humanizada. → saude/p16

[b1068] (saude) Ampliar e modernizar a rede estadual de hospitais → saude/p20

[b1069] (saude) Promover investimentos destinados à ampliação, reforma e adequação tecnológica das unidades hospitalares estaduais existentes, ampliando a capacidade de leitos, exames, procedimentos especializados e atendimento de média e alta complexi‐ dade, com foco na redução das filas e na melhoria da qualidade assistencial. → saude/p20

[b1070] (saude) Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro (HBAP)

[b1071] (saude) Centro de Referência em Medicina Tropical de Rondônia (Cemetron)

[b1072] (saude) Hospital Infantil Cosme e Damião (HICD)

[b1073] (saude) Policlínica Osvaldo Cruz (POC)

[b1074] (saude) Hospital de Retaguarda de Rondônia (antigo Regina Pacis)

[b1076] (saude) Construir, concluir, reformar, ampliar e equipar hospitais regionais → saude/p20

[b1077] (saude) Destinar investimentos para construção, reformas estruturais, ampliação da capa‐ cidade instalada e atualização tecnológica dos hospitais regionais do estado, ampliando a oferta de serviços especializados no interior e reduzindo o deslocamento de pacientes para a capital. → saude/p20

[p. 39]

[b1084] (saude) FORTALECIMENTO DA REDE ESTADUAL DE ATENÇÃO À SAÚDE

[b1085] (saude) Uma rede pública de saúde eficiente precisa funcionar de forma integrada, asse‐ gurando que o cidadão tenha acesso ao atendimento certo, no tempo certo e o mais próximo possível de onde vive.

[b1086] (saude) Em um Estado com as dimensões territoriais de Rondônia, estruturar a rede esta‐ dual de saúde significa ampliar a capacidade de resposta do sistema em todas as regiões, reduzindo desigualdades, descentralizando serviços especializados e integrando os diferentes níveis de atenção.

[b1087] (saude) Essa estratégia será desenvolvida por meio do fortalecimento dos municípios na regionalização da assistência especializada, da ampliação da telemedicina, da modernização da assistência farmacêutica, da qualificação permanente dos pro‐ fissionais de saúde e da organização de linhas de cuidado que garantam maior continuidade do atendimento ao cidadão.

[b1089] (saude) Ampliar e consolidar a regionalização da rede pública de saúde → saude/p23, saude/p47

[b1090] (saude) Fortalecer a descentralização dos serviços de saúde por meio da atuação inte‐ grada com os municípios, promovendo a ampliação, modernização e qualificação das Unidades Básicas de Saúde (UBS), contribuindo para reduzir a sobrecarga da rede estadual e ampliar o acesso da população aos serviços de atenção primária nas macrorregiões. → saude/p47

[b1092] (saude) Fortalecer o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) → saude/p22

[b1093] (saude) Apoiar os municípios para aumentar a capacidade operacional do Serviço de Aten‐ dimento Móvel de Urgência por meio da renovação da frota, aquisição de equipa‐ mentos, capacitação permanente das equipes e aperfeiçoamento dos protocolos de atendimento pré-hospitalar, garantindo maior eficiência, rapidez e segurança no atendimento às urgências e emergências, junto ao Ministério da Saúde. → saude/p22

[b1095] (saude) Ampliar a utilização da telemedicina → saude/p39

[b1096] (saude) Expandir a utilização da telemedicina como ferramenta estratégica para aumentar o acesso aos atendimentos especializados, reduzindo deslocamentos, ampliar a rede de apoio diagnóstico e integrar os diferentes níveis de atenção à saúde, especialmente nas regiões de difícil acesso. → saude/p39

[p. 40]

[b1103] (saude) Ampliar a oferta de serviços especializados por meio de parcerias institucionais → saude/p27

[b1104] (saude) Utilizar a estratégia de parcerias públicas-privadas e demais instrumentos legal‐ mente previstos, para ampliar a oferta de consultas, exames, procedimentos e ser‐ viços especializados, observados os princípios da legalidade, agilidade e interesse público. → saude/p27

[b1106] (saude) Fortalecer a capacitação permanente dos profissionais da saúde → saude/p43

[b1107] (saude) Instituir programas de educação permanente destinados aos profissionais da saúde, impulsionando atualização técnico-científica, qualificação dos protocolos assistenciais, reforço da segurança do paciente e melhoria contínua da qualidade dos serviços prestados. → saude/p43

[b1109] (saude) Fortalecer o diagnóstico precoce e a linha de cuidado do paciente → saude/p30

[b1110] (saude) Estruturar políticas públicas voltadas ao diagnóstico precoce, à organização da linha de cuidado e à continuidade do atendimento, assegurando maior integração entre atenção primária, média e alta complexidade, reduzindo o tempo de espera e aumentando a resolutividade da assistência. → saude/p30

[b1112] (saude) Garantir o funcionamento eficiente do Programa de Tratamento Fora do Domicílio (TFD) → saude/p31

[b1113] (saude) Manter e melhorar o Programa de Tratamento Fora do Domicílio, assegurando aos pacientes o acesso aos serviços especializados indisponíveis em seu município de residência, garantindo transporte, hospedagem, alimentação e acompanhamento, conforme a legislação vigente. → saude/p31

[b1115] (saude) Fortalecer a atenção materno-infantil em cooperação com os municípios → saude/p32

[b1116] (saude) Desenvolver ações integradas com os municípios destinadas ao acompanhamento das gestantes, especialmente das classificadas como de alto risco, reforçando o pré-natal, o atendimento especializado e a integração entre atenção básica, média e alta complexidade, contribuindo para a redução da mortalidade materna e infan‐ til. → saude/p32

[b1118] (saude) Descentralizar a oferta de exames de média e alta complexidade → saude/p23, saude/p28

[b1119] (saude) Fortalecer a regionalização da rede laboratorial para a realização de exames espe‐ cializados, reduzindo deslocamentos, diminuindo filas de espera e elevando a capacidade de atendimento em todas as regiões do Estado. → saude/p23, saude/p28

[p. 41]

[b1126] (saude) Modernizar a assistência farmacêutica estadual → saude/p52

[b1127] (saude) Implementar um sistema integrado de gestão da assistência farmacêutica, promo‐ vendo maior eficiência na aquisição, armazenamento, distribuição e controle de medicamentos, assegurando abastecimento regular das unidades de saúde e acesso contínuo da população aos medicamentos essenciais. → saude/p52

[b1129] (saude) Modernizar, ampliar e regionalizar os serviços especializados de Doenças → saude/p73

[b1131] (saude) Atualizar e racionalizar os serviços especializados voltados ao atendimento de pessoas com doenças crônicas (disfunções do trato urinário, de origem neuroló‐ gica, ostomizados e outras), estendendo o acesso ao tratamento especializado em diferentes regiões do Estado. → saude/p73

[b1133] (saude) Fortalecer a saúde da pessoa idosa e a linha de cuidado às demências → saude/p74

[b1134] (saude) Estruturar a atenção integral à saúde da pessoa idosa, fortalecendo prevenção, diagnóstico precoce, tratamento, reabilitação e acompanhamento das condições associadas ao envelhecimento, com atenção especial às demências, à doença de Alzheimer e aos transtornos cognitivos. Organizar linha de cuidado integrada entre Atenção Primária, serviços especializados, saúde mental e rede hospitalar, ampli‐ ando progressivamente o acesso regional à avaliação geriátrica, neurológica e multiprofissional, inclusive por telemedicina, além da orientação e apoio às famílias e cuidadores. → saude/p74

[p. 42]

[b1141] (saude) SAÚDE PARA POVOS ORIGINÁRIOS, COMUNIDADES

[b1142] (saude) TRADICIONAIS E POPULAÇÕES DE DIFÍCIL ACESSO

[b1143] (saude) Garantir o direito à saúde significa assegurar que nenhum cidadão seja privado de atendimento em razão da distância, da localização geográfica ou das características culturais da comunidade em que vive.

[b1144] (saude) Em Rondônia, as dimensões territoriais do Estado e a diversidade de seus povos impõem desafios específicos para a organização da assistência à saúde. Popula‐ ções indígenas, ribeirinhas, quilombolas, extrativistas e demais comunidades tradi‐ cionais vivem, muitas vezes, em regiões remotas, onde o acesso aos serviços públicos exige soluções diferenciadas, planejamento permanente e forte integração entre os entes federativos.

[b1145] (saude) Embora a assistência à saúde indígena seja coordenada pelo Governo Federal, compete ao Estado atuar de forma complementar e cooperativa, fortalecendo a integração da rede pública de saúde, ampliando o acesso aos serviços especiali‐ zados e apoiando os municípios na construção de respostas mais eficientes para essas populações.

[b1146] (saude) O Estado apoiará o atendimento nas regiões de difícil acesso. Para isso, serão reforçadas as ações de fortalecimento da atenção primária, o uso de tecnologias em saúde, a qualificação permanente das equipes multiprofissionais, sempre com respeito às especificidades culturais, territoriais e sociais de cada município e comunidade.

[b1148] (saude) Fortalecer a Atenção Primária à Saúde das populações tradicionais e de difícil acesso → saude/p47, saude/p71

[b1149] (saude) Fortalecer ações integradas entre o Estado, os municípios e o Governo Federal para ampliar o acesso aos serviços de Atenção Primária à Saúde, fortalecendo a promoção da saúde, a prevenção de doenças, a vacinação, o acompanhamento das famílias e o atendimento contínuo às populações indígenas, ribeirinhas, quilombolas e demais comunidades tradicionais. → saude/p47, saude/p71

[b1151] (saude) Qualificar e ampliar as equipes multiprofissionais de saúde → saude/p43, saude/p71

[b1152] (saude) Fortalecer a educação permanente de equipes multiprofissionais para atuar em regiões de difícil acesso, valorizando o atendimento humanizado, o respeito às especificidades culturais e a integração entre os diferentes níveis de atenção à saúde. → saude/p43, saude/p71

[p. 43]

[b1159] (saude) Expandir a política estadual de atendimento itinerante em saúde → saude/p29, saude/p72, saude/p115

[b1160] (saude) Fomentar o atendimento itinerante junto aos municípios e Governo Federal por meio da utilização de unidades móveis terrestres e fluviais, embarcações de saúde e demais estruturas adequadas às características geográficas do Estado, garan‐ tindo maior presença dos serviços públicos de saúde nas comunidades de difícil acesso. → saude/p29, saude/p72, saude/p115

[b1161] (saude) Reforçar a utilização da telemedicina e de outras tecnologias de saúde digital para garantir o acesso às consultas especializadas, ao apoio diagnóstico e ao acompa‐ nhamento clínico, reduzindo deslocamentos e promovendo maior integração da rede estadual de saúde. → saude/p39

[p. 54]

[b1415] (saude) Implantar unidades especializadas destinadas ao atendimento de adolescentes com uso de substâncias psicoativas. → saude/p69

[b1417] (saude) Mutirão de Consultas Especializadas.

[b1418] (saude) Institucionalização permanente do modelo "Mutirão de Consultas Especializadas" para pessoas com deficiência-PcD e crianças com suspeita de neurodesenvolvi‐ mento atípico (TEA, TDAH, DI, paralisia cerebral e doenças raras), ampliando o escopo piloto realizado pelo CERO em 2023 para uma política sistemática e abrangente em todo o estado. → saude/p54, saude/p56, saude/p110

[b1420] (saude) Realizar mutirões trimestrais no CERO com chamada ativa a partir do SISREG, priorizando crianças em fila há mais de 6 meses. → saude/p56

[b1421] (saude) Firmar convênio com escolas de medicina e programas de residência médica para ampliar a oferta de neuropediatras e psiquiatras infanto-juvenis no estado. → saude/p46

[b1422] (saude) Capacitar pediatras da Atenção Básica (UBS) para triagem precoce de sinais de TEA e encaminhamento qualificado, reduzindo referências desnecessárias ao CERO. → saude/p112

[b1423] (saude) Criar fluxo de regulação prioritário para diagnóstico de deficiência em crianças de 0 a 6 anos, com tempo máximo de espera de 90 dias para consulta especializada. → saude/p57

[b1424] (saude) Incluir outras especialidades críticas nos mutirões: oftalmologia pediátrica, audiologia e ortopedia infantil. → saude/p56

[b1425] (saude) Programa Estadual de Saúde Mental para Cuidadores e Famílias Atípicas

[b1426] (saude) Criação de programa com atendimento psicológico e psiquiátrico por telemedicina, prioritariamente para cuidadores principais de PcD (mães, pais, responsáveis). → saude/p70

[b1428] (saude) Contratar, via processo seletivo simplificado, equipe de psicólogos e assistentes sociais para atendimento remoto síncrono (videochamada). → saude/p70

[b1429] (saude) Desenvolver protocolo de triagem de saúde mental aplicável na Atenção Básica para identificar cuidadores em sofrimento psíquico e encaminhá-los ao programa. → saude/p70

[b1430] (saude) Oferecer grupos de apoio online mensais por diagnóstico (TEA, Síndrome de Down, paralisia cerebral, TDAH), com facilitação por psicólogo. → saude/p65

[b1431] (saude) Parceria com cursos de Psicologia do IES de Rondônia (UNIR, FIMCA e outros) para estágio supervisionado nos atendimentos, ampliando capacidade a custo reduzido. → saude/p61

[p. 57]

[b1490] (saude) Centro Multidisciplinar de Terapias e Fortalecimento do CERO → saude/p54, saude/p110

[b1491] (saude) Criação de um Centro Multidisciplinar de Terapias vinculado ao Centro de Reabili‐ tação de Rondônia (CERO), unificando em um único espaço físico as especialida‐ des hoje fragmentadas ou inexistentes na rede pública, fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicologia, fisioterapia neurofuncional, psicopedagogía e musicotera‐ pia, para atendimento contínuo de crianças, jovens e adultos com transtornos de neurodesenvolvimento e deficiências físicas, sensoriais e intelectuais. → saude/p54, saude/p55, saude/p110

[b1493] (saude) Estruturar o centro em módulo anexo ou ala dedicada do CERO, aproveitando a estru‐ tura física, administrativa e de regulação (SISREG) já existente, evitando nova buro‐ cracia. → saude/p55

[b1494] (saude) Compor equipe fixa multiprofissional com carga horária dedicada a terapia contínua (não apenas avaliação pontual), com metas de atendimentos/mês por especialidade. → saude/p55

[b1495] (saude) Criar protocolo de terapia intensiva precoce (0 a 6 anos) com prioridade de fila, período em que a intervenção tem maior custo-efetividade. → saude/p57

[b1496] (saude) Implantar prontuário eletrônico único de evolução terapêutica, permitindo que a família não repita avaliações a cada novo profissional ou município. → saude/p62

[b1497] (saude) Instalar unidades satélites itinerantes (equipe volante) para atendimento periódico nos municípios-polo (Ji-Paraná, Cacoal, Vilhena, Ariquemes), reduzindo a necessidade de deslocamento até Porto Velho. → saude/p55, saude/p61

[b1498] (saude) Firmar parceria com cursos de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional das IES de Rondônia (UNIR, FIMCA e outras) para estágio supervisionado, ampliando capacidade de atendimento a custo reduzido, no mesmo modelo já previsto para Psicologia na Ação 6. → saude/p61

[p. 58]

[b1503] (saude) Instituir sala de estimulação sensorial e sala de tecnologia assistiva (comunicação alternativa, órteses, adaptações) dentro do centro, com empréstimo de equipamentos às famílias. → saude/p63

[b1504] (saude) Linha de Cuidado Estadual para Doenças Raras

[b1505] (saude) Estruturação de uma linha de cuidado estadual para pessoas com doenças raras (genéticas e não genéticas), alinhando a rede de Rondônia à Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras. → saude/p59

[b1507] (saude) Credenciar o CERO (ou hospital de referência estadual) como Serviço de Atenção → saude/p59

[b1508] (saude) Especializada em Doenças Raras junto ao Ministério da Saúde, captando o incentivo financeiro federal já previsto na política. → saude/p59

[b1509] (saude) Criar cadastro estadual de pacientes com doenças raras, permitindo dimensionar a demanda real e priorizar investimentos. → saude/p59

[b1510] (saude) Estabelecer fluxo de referência e contrarreferência com centros de excelência em genética médica fora do estado (telemedicina para acompanhamento, viagem apenas quando estritamente necessária). → saude/p59

[b1511] (saude) Garantir prioridade de acesso a medicamentos de alto custo e insumos especiais dentro da Assistência Farmacêutica do estado, com regulação transparente e prazos definidos. → saude/p53

[b1512] (saude) Capacitar equipes da Atenção Básica para reconhecimento de sinais de alerta de doenças raras, reduzindo o tempo médio até o diagnóstico (hoje frequentemente superior a anos). → saude/p112

[b1517] (saude) Criar linha de encaminhamento prioritário para acompanhamento ortopédico e neuro‐ lógico de pessoas com displasias esqueléticas dentro da linha de cuidado de doen‐ ças raras, já que o nanismo de origem genética se enquadra nesse eixo. → saude/p59

[p. 59]

[b1524] (saude) Atenção Integral à Pessoa com Síndrome de Down

[b1525] (saude) Estruturação de linha de cuidado específica para pessoas com Síndrome de Down, cobrindo triagem cardiológica precoce, estimulação e inclusão escolar, em articu‐ lação com a legislação federal já em vigor e com o projeto de Política Nacional em tramitação no Congresso. → saude/p60

[b1527] (saude) Instituir protocolo de triagem cardiológica obrigatória e prioritária para recém-nasci‐ dos com diagnóstico ou suspeita de Síndrome de Down, dado o alto índice de cardiopatias congênitas associadas. → saude/p60

[b1528] (saude) Incluir a Síndrome de Down como prioridade de encaminhamento para o Centro Multi‐ disciplinar de Terapias, com ênfase em estimulação precoce entre 0 e 3 anos. → saude/p60

[p. 64]

[b1632] (saude) Fortalecer a rede estadual de atendimento em saúde às vítimas de violência → saude/p76, saude/p117

[p. 131]

[b3311] (saude) MOBILIZAR A SAÚDE PARA FAZER AS FILAS ANDAREM → saude/p3

[b3312] (saude) Realizar, nos primeiros 100 dias, uma força-tarefa estadual para enfrentar as prin‐ cipais filas da saúde, começando pela consolidação das informações sobre regu‐ lação, consultas especializadas, exames, cirurgias, Tratamento Fora de Domicílio → saude/p3, saude/p4

[b3313] (saude) (TFD) e demais procedimentos de maior demanda. → saude/p31

[b3314] (saude) O primeiro movimento será conhecer com precisão quem está esperando, por qual atendimento, há quanto tempo e em qual região do Estado. Ao mesmo tempo, será levantada a capacidade disponível da rede, identificando serviços ociosos ou subutilizados, gargalos de regulação, limitações de equipes e equipamentos e possibilidades de ampliação imediata dos atendimentos. → saude/p4

[b3315] (saude) Com essas informações, o Governo deverá mobilizar a rede e colocar em execu‐ ção um plano de enfrentamento das filas prioritárias, reorganizando fluxos, ampli‐ ando a capacidade onde for possível, concentrando esforços sobre as situações mais críticas e adotando medidas específicas para reduzir a demanda represada.

[b3316] (saude) Não basta conhecer o tamanho da fila. É preciso transformar informação em aten‐ dimento e fazer a fila andar. Os primeiros 100 dias deverão marcar o início desse movimento, com prioridades claras, acompanhamento permanente e resultados mensuráveis para a população. → saude/p3

[b3318] (saude) Força-tarefa estadual de enfrentamento das filas implantada, com linha de base das principais demandas da saúde, pacientes e tempos de espera identificados, capacidade de atendimento mapeada, prioridades definidas e plano de redução das filas prioritárias em execução, com monitoramento dos atendimentos realizados e da evolução dos tempos de espera. → saude/p4, saude/p5, saude/p82

[b3320] (saude) PACTUAR O PLANO ESTADUAL MATERNO-INFANTIL COM OS MUNICÍPIOS → saude/p33

[b3321] (saude) Utilizar os indicadores de pré-natal, gestação de risco, prematuridade, mortalidade materna e infantil e capacidade neonatal para reorganizar o fluxo de atendimento da gestante e do recém-nascido em todo o Estado. → saude/p32

[b3322] (saude) A estratégia deverá fortalecer a regionalização da assistência, a identificação precoce das gestações de risco e a capacidade de resposta fora da capital. → saude/p32

[b3324] (saude) Pacto estadual com responsabilidades definidas, metas por região, fluxos assisten‐ ciais e plano de ampliação e qualificação da capacidade materno-infantil e neona‐ tal. → saude/p33

[p. 132]

[b3331] (saude) RECUPERAR E AMPLIAR A CAPACIDADE DE ATENDIMENTO DA SAÚDE → saude/p20, saude/p50

[b3332] (saude) Realizar uma revisão das principais unidades da rede estadual para identificar onde faltam serviços, leitos, equipes, equipamentos e capacidade de atendimento, além dos gargalos que impedem a estrutura existente de funcionar plenamente. → saude/p50

[b3333] (saude) A partir desse levantamento, colocar em execução medidas para recuperar servi‐ ços, ampliar atendimentos e reorganizar a capacidade da rede, priorizando as necessidades mais urgentes da população. Reformas, ampliações e novas unida‐ des deverão ser definidas a partir da demanda real de cada região. → saude/p20

[b3335] (saude) Plano de recuperação e ampliação da capacidade de atendimento em execução, com unidades prioritárias, gargalos identificados, medidas imediatas iniciadas e necessidades de expansão da rede definidas. → saude/p50

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