Arthur Henrique — texto do programa sobre Saúde (Governador — RR, 2026)
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Este arquivo tem 28 blocos do programa de Arthur Henrique, na ordem do documento. [p. N] é a página do PDF registrado no TSE (divulgacandcontas.tse.jus.br/divulga/rest/arquivo/doc/230017078577). "→" marca o bloco que sustenta proposta da comparação (eleicoes.ai/ia/dados/governador/rr/tema-saude).
[p. 11]
[b90] (saude) • 10 unidades básicas de saúde entregues.
[b91] (saude) • Equipes de Estratégia Saúde da Família mais que duplicadas, de 60 para 149.
[b92] (saude) • Consultório na Rua implantado para atendimento à população em situação de rua.
[b93] (saude) • Duas carretas da Saúde da Mulher e Castramóvel para controle populacional de animais.
[p. 20]
[b207] (saude) • Expansão do programa Bem-Te-Vi, de distribuição de óculos, para todo o estado (ver seção específica em saúde). → saude/p33
[p. 26]
[b298] (saude) A saúde consome 17,61% do orçamento estadual em 2026, cerca de R$ 1,6 bilhão. Volume de recurso não é o problema principal. O que vamos resolver é fila, desigualdade entre capital e interior e a gestão hospitalar, que precisa ficar mais próxima da execução diária. → saude/p1
[b299] (saude) O Hospital Geral de Roraima, principal referência de alta complexidade do Estado, opera com 456 leitos e ainda assim acumula pacientes em cadeira de plástico no corredor. O gargalo da fila cirúrgica está identificado e é conhecido de quem trabalha lá: falta leito de retaguarda para o pós-operatório. Em 2026, cirurgias ortopédicas eletivas chegaram a ser interrompidas por problema com a empresa prestadora, e pacientes já convocados foram devolvidos para a fila. → saude/p23
[b300] (saude) A ampliação do HGR, hoje em execução, deve acrescentar cerca de 180 leitos à unidade. É necessário investimento e será concluído e utilizado. Mas leito novo sem leito de retaguarda organizado, sem regulação integrada e sem publicação do tempo de espera, apenas desloca a fila de lugar. O compromisso deste plano não é anunciar leito: é publicar, por unidade, quanto tempo o roraimense espera — e reduzir esse número. → saude/p1, saude/p3, saude/p4, saude/p23, saude/p34
[b301] (saude) O diagnóstico já existe. Falta executá-lo com continuidade, e é isso que este plano assume como compromisso.
[b303] (saude) Após a posse, o gabinete do governador será transferido para o interior das dependências do Hospital Geral de Roraima. Mais do que uma ação simbólica, com a mudança o governador e equipe irão conhecer por dentro os principais dramas e desafios tanto dos pacientes como dos profissionais de saúde. Para que as ações urgentes a serem tomadas na área sejam feitas com proximidade e embasamento. → saude/p26
[b305] (saude) Visitar hospital é obrigação de qualquer governador e não é novidade em Roraima. A diferença que este plano propõe não é a visita: é ficar. O gabinete instalado dentro do HGR nos primeiros meses de mandato existe para que a decisão sobre leito, escala e regulação seja tomada onde o problema acontece e sob o mesmo indicador que o cidadão vê publicado. → saude/p26
[b307] (saude) Cada unidade da rede estadual passa a medir e publicar seu próprio tempo de espera. A fila deixa de ser um dado interno e vira indicador de gestão, acompanhável por qualquer cidadão. Isso amplia a Central Estadual de Regulação de Leitos prevista no plano de transição, acrescentando a ela um painel público por unidade. As filas precisam ser transparentes. → saude/p3, saude/p4, saude/p34
[p. 27]
[b310] (saude) Atualmente, Boa Vista concentra os serviços de saúde de todo o estado. É preciso fortalecer a saúde básica nos municípios-polo, buscando recuperar os hospitais do interior, em padrão UPA, com uso de tecnologia e telemedicina para evitar disparidades regionais. Melhorar os serviços de ambulância, de forma integrada. → saude/p5, saude/p8, saude/p9, saude/p22, saude/p35
[b311] (saude) • Cesta de medicamentos: distribuição de medicamentos de maneira regular para os municípios do interior. → saude/p32
[b313] (saude) 6.4. Levar o Programa Bem-Te-Vi a todo estado
[b314] (saude) O projeto Bem-Te-Vi, de entrega gratuita de óculos para estudantes da rede municipal de ensino, se tornou um dos programas mais bem-sucedidos da história de Boa Vista. Coordenado pela prefeitura e fruto de uma parceria das secretarias de Educação e Cultura (SMEC) com a de Saúde (SMSA), contou com excepcionais resultados: 5 mil estudantes receberam óculos de grau. O programa será agora de âmbito estadual com expansão para os municípios do interior. Nos seguintes moldes: → saude/p33
[b316] (saude) • Oferta do aparelho de alta tecnologia para realizar o diagnóstico (escaneador ocular Spot → saude/p33
[b317] (saude) Vision Screener-Hillrom). • Mapeamento: realização de um mutirão de consulta por meio dos profissionais de cada município. • O público-alvo serão as crianças e adolescentes de todas as modalidades e etapas de ensino da Educação Municipal - creches, pré-escolas, ensino fundamental, escolas indígenas e do campo, como também para alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA). • Durante a entrega dos óculos, será necessário um curso rápido sobre a importância de cuidar bem da visão e preservar o novo patrimônio adquirido. → saude/p33
[b320] (saude) 6.5. Saúde da mulher que chega ao interior
[b321] (saude) Boa Vista opera desde 2016 as Carretas da Mulher — hoje duas unidades — que percorrem o município com mamografia, ultrassonografia e prevenção do câncer de mama e de colo do útero, somadas ao atendimento fixo do CPCOM, que atende mais de 5 mil mulheres por ano. O modelo funciona e está testado. Em dezembro de 2025, o Estado recebeu ainda uma carreta do Ministério da Saúde, que vem circulando pelos municípios.
[b322] (saude) O problema é que a carreta federal é emprestada e uma hora vai embora, e a estrutura municipal atende apenas a capital. A mulher de Uiramutã, Normandia, Caroebe, São Luiz do Anauá continua dependendo de viagem longa para fazer um exame que deveria ser de rotina.
[b323] (saude) • Frota estadual própria de unidades móveis de saúde da mulher, com mamografia digital, ultrassonografia e capacidade de biópsia, levando o modelo que já funciona na capital para os 15 municípios. → saude/p12
[p. 28]
[b324] (saude) • Rota anual fixa e publicada, para que cada município saiba com antecedência quando a unidade chega e possa organizar a convocação pela atenção básica. → saude/p13
[b325] (saude) • Integração com a regulação estadual, de modo que a mulher com exame alterado já saia da carreta com o encaminhamento marcado, e não volte para o fim de uma fila. → saude/p13
[b327] (saude) • Ampliar e modernizar os principais hospitais e unidades de saúde no interior de Roraima, como o Hospital Délio de Oliveira Tupinambá em Pacaraima, o Hospital Ruth Quitéria em Normandia e o Hospital Epitácio de Andrade Lucena em Alto Alegre. Fortalecer e equipar o Hospital Governador Ottomar de Souza Pinto, de Rorainópolis, assim como a Maternidade Thereza Monay Montessi. • Execução do Plano Diretor de Saúde 2027–2030, que no plano de transição era apenas compromisso de elaboração. • Expansão da Estratégia Saúde da Família no estado de Roraima, em parceria com os municípios, no mesmo caminho que levou Boa Vista de 60 para 149 equipes. . Carretas da Saúde nos municípios com atendimento médico e odontológico. Com logística e estratégia considerando as demandas do interior. → saude/p10, saude/p11, saude/p22, saude/p27
[b328] (saude) • Concurso público para profissionais de saúde, com cronograma definido. → saude/p18
[b329] (saude) • Mutirões de cirurgias eletivas como política permanente, com priorização por tempo de espera e gravidade clínica. → saude/p2
[b330] (saude) • Plano específico para a saúde indígena, em articulação com a SESAI e com as lideranças das comunidades. • Atenção à criança em programas nos moldes do programa Bem-Te-Vi. → saude/p20, saude/p33
FIM — 28 blocos neste arquivo.