Gabriel Souza — texto do programa sobre Economia, emprego e agro (Governador — RS, 2026)
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[b161] (economia) i. Diálogo permanente com o setor produtivo para assegurar a competitividade da economia gaúcha. → economia-agro/p12
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[b433] (economia) As transformações no mundo do trabalho também impõem novos desafios. Embora o desemprego permaneça em níveis reduzidos, a informalidade, a desaceleração da geração de empregos formais e a concentração das novas ocupações em setores específicos da economia merecem atenção. Ao mesmo tempo, a economia verde, a economia do cuidado e as transformações tecnológicas exigem políticas de qualificação profissional mais conectadas às novas demandas produtivas e às oportunidades de desenvolvimento regional.
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[b454] (economia) e. Qualificação Profissional para os → economia-agro/p82
[b455] (economia) Novos Mercados de Trabalho: Ampliar a qualificação profissional alinhada às potencialidades regionais e às demandas da economia verde, da economia do cuidado, da transformação digital e da agricultura familiar. → economia-agro/p82
[b457] (economia) Empreendedorismo Popular: Ampliar o acesso ao microcrédito produtivo orientado, associado à assistência técnica e à educação empreendedora. → economia-agro/p3
[b458] (economia) g. Trabalho e Inclusão Produtiva: Expandir políticas de primeiro emprego, aprendizagem profissional, permanência escolar e educação empreendedora, ampliando oportunidades para jovens e pessoas com deficiência em situação de vulnerabilidade. → economia-agro/p85, economia-agro/p86
[b459] (economia) h. Inclusão Produtiva de Migrantes e → economia-agro/p87
[b460] (economia) Refugiados: Fortalecer a inserção de migrantes e refugiados no mercado de trabalho por meio da articulação com o setor privado e organizações parceiras. → economia-agro/p87
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[b774] (economia) desenvolvimento econômico depende de uma combinação de fatores: segurança jurídica, capital humano, infraestrutura, inovação, ambiente favorável aos negócios e outros elementos que influenciam a competitividade de um Estado.
[b775] (economia) Alinhada a isso, a liberdade econômica simboliza uma convicção sobre a força do empreendedorismo e seu papel em transformar conhecimento e trabalho em riqueza e oportunidades.
[b776] (economia) Nosso Estado reúne vantagens estruturais únicas: uma indústria diversificada, um agronegócio competitivo e inovador, capital humano qualificado, universidades de excelência, capacidade empreendedora e uma localização estratégica no Mercosul.
[b777] (economia) Foi a partir de todo esse potencial que construímos as bases que serão fundamentais para enfrentar os desafios do futuro e impulsionar uma nova etapa de desenvolvimento.
[b778] (economia) As propostas apresentadas a seguir buscam acelerar esse processo, valorizando as vocações de cada região, fortalecendo nossos ativos e nos colocando em posição de liderar uma economia mais moderna e resiliente.
[b782] (economia) Nos últimos anos, o Rio Grande do Sul retomou sua capacidade de planejar o futuro e criar condições para o crescimento.
[b783] (economia) A construção de um ambiente de negócios favorável, com segurança jurídica e com contas organizadas, é essencial para garantir credibilidade e atrair investimentos.
[b784] (economia) Não é obra do acaso que, apenas nos últimos três anos, o Estado atraiu quase
[b785] (economia) R$ 240 bilhões em investimentos. Esses números são fruto de uma visão de mundo que entende que não é o Estado quem cria riquezas, mas sim os empreendedores.
[b786] (economia) O papel do poder público é criar condições para que as pessoas possam empreender, inovar e gerar empregos. Foi com essa compreensão que o Rio Grande do Sul voltou a crescer, recuperou sua capacidade de investimento e passou a construir uma agenda de desenvolvimento orientada para o longo prazo.
[b787] (economia) A criação do Plano de Desenvolvimento
[b788] (economia) Econômico, Inclusivo e Sustentável consolidou uma visão de longo prazo, identificando setores estratégicos e oportunidades para a próxima década.
[b789] (economia) A Invest RS, como a agência responsável pela atração de investimentos e promoção comercial, posicionou nossa imagem globalmente e encerrou seu primeiro ano de atuação com R$ 10,9 bilhões em investimentos captados e uma carteira projetada superior a R$ 30 bilhões. Além disso, outras ações como o programa Desenvolve Município vêm fortalecendo a capacidade dos municípios de atrair investimentos e impulsionar o desenvolvimento local.
[b790] (economia) Do mesmo modo, temos avançado continuamente na melhoria do ambiente de negócios. O Tudo Fácil Empresas simplificou a abertura de negócios, permitindo que empresas de baixo risco sejam abertas em
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[b795] (economia) Gabriel Souza 2027-2030 poucos minutos. Como resultado, a Junta
[b796] (economia) Comercial registrou em 2025 o maior número de abertura de empresas dos últimos 22 anos. Instrumentos de fomento como o Fundopem-RS viabilizaram mais de R$ 6 bilhões em investimentos produtivos e contribuíram para a geração e preservação de milhares de empregos, inclusive durante o processo de reconstrução pós-enchentes.
[b798] (economia) O desafio do próximo ciclo de governo é transformar esses avanços em crescimento sustentado, aumento da produtividade, geração de empregos qualificados e desenvolvimento regional equilibrado. As profundas transformações econômicas, demográficas e climáticas das últimas décadas exigem que as políticas públicas de desenvolvimento econômico sejam aperfeiçoadas continuamente e busquem não apenas atrair novos negócios, mas também fortalecer quem já empreende, produz e gera oportunidades.
[b799] (economia) Nesse sentido, será essencial a atuação coordenada de instrumentos de desenvolvimento como o Banrisul, BRDE, o Badesul e a Invest RS na promoção de uma estratégia integrada baseada em competitividade, inovação e resiliência climática. Da mesma forma, a melhoria do ambiente de negócios em diálogo constante com o setor produtivo é basilar para evitar que entraves afastem investimentos do nosso Estado.
[b800] (economia) O advento da Reforma Tributária terá um efeito importante sobre as práticas de guerra fiscal mantidas entre os Estados durante muitos anos. A infraestrutura logística ganhará um papel de relevância ainda maior do que aquele que sempre teve na capacidade do Rio Grande do Sul de atrair investimentos.
[b801] (economia) Outro fator decisivo para as próximas décadas será a capacidade do Estado de desenvolver, atrair e reter talentos.
[b802] (economia) Diante do envelhecimento da população, o capital humano alinhado ao aumento da produtividade será um dos principais ativos para assegurar o crescimento econômico.
[b803] (economia) Esse cenário demanda uma ação integrada entre os diversos órgãos do Estado que desenvolvem políticas de qualificação profissional para atuar em parceria com o setor produtivo e universidades.
[b804] (economia) Diante disso, temos certeza de que, ao seguir avançando, estaremos criando as condições para que a capacidade empreendedora e o talento das pessoas continuem sendo o principal motor da prosperidade e do desenvolvimento do Rio Grande do Sul.
[b806] (economia) • Competitividade, produtividade e ambiente de negócios: Fortalecer a competitividade da economia gaúcha por meio da modernização produtiva, da redução de entraves e da ampliação das condições para investimento e geração de empregos.
[b807] (economia) • Desenvolvimento regional e fortalecimento das cadeias produtivas: Promover um crescimento econômico equilibrado, fortalecendo as potencialidades econômicas de cada região e ampliando a cooperação entre setor produtivo, universidades e poder público.
[b808] (economia) • Preparar o Rio Grande do Sul para a economia do futuro: transformar a inovação em política econômica permanente, incentivando a formação de talentos, o empreendedorismo inovador e a transformação digital das empresas gaúchas.
[b810] (economia) a. Modernização e acesso ao crédito, expandindo programas de aumento da produtividade empresarial, incentivando parcerias entre universidades e empresas e ampliando o acesso ao crédito orientado para investimentos em inovação e crescimento dos negócios, com foco em pequenas e médias empresas. → economia-agro/p1, economia-agro/p17, economia-agro/p113, economia-agro/p125
[b811] (economia) b. Aperfeiçoar continuamente o ambiente de negócios, assegurando a segurança jurídica, simplificando processos e → economia-agro/p8, economia-agro/p138
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[b814] (economia) Gabriel Souza 2027-2030 licenciamentos e avaliando a redução de seus custos, fortalecendo a integração entre órgãos governamentais e valorizando empreendedores com histórico positivo. → economia-agro/p8, economia-agro/p138
[b815] (economia) c. Instituir o Conselho de Competitividade do Rio Grande do Sul, órgão permanente de governança estratégica, integrado por representantes do Governo do Estado e das principais entidades do setor produtivo — → economia-agro/p12
[b816] (economia) indústria, comércio, serviços e agropecuária → economia-agro/p12
[b817] (economia) — para apoio e monitoramento das políticas públicas voltadas ao desenvolvimento econômico. → economia-agro/p12
[b818] (economia) d. Desenvolver estratégias econômicas regionalizadas, alinhadas às potencialidades e desafios de cada região do Estado. → economia-agro/p14
[b819] (economia) e. Consolidar a Invest RS como agência estadual responsável pela atração de investimentos e internacionalização das empresas gaúchas, atuando de forma integrada com o Governo do Estado, municípios, entidades representativas dos setores produtivos, APEX e investidores. → economia-agro/p70, economia-agro/p122, economia-agro/p188
[b820] (economia) A agência será o principal instrumento de execução da estratégia de inserção competitiva do Rio Grande do Sul nos mercados globais, ampliando a presença dos produtos e empresas gaúchas no exterior. → economia-agro/p70, economia-agro/p122, economia-agro/p188
[b821] (economia) f. Fortalecer a atuação integrada da Invest → economia-agro/p70
[b822] (economia) RS, do Banrisul, do BRDE, do Badesul e dos demais instrumentos estaduais de desenvolvimento para atrair, reter e ampliar investimentos nacionais e internacionais. → economia-agro/p1, economia-agro/p70
[b824] (economia) a. Expandir programas de qualificação profissional voltados às demandas da indústria e de setores estratégicos, por meio de uma estratégia integrada entre educação, ensino técnico, universidades e setor produtivo para formar, atrair e reter talentos, ampliando oportunidades e preparando o Estado para as novas demandas da economia. → economia-agro/p82
[b825] (economia) b. Fortalecer as cadeias produtivas estratégicas e ampliar a integração entre pequenas, médias e grandes empresas. → economia-agro/p16
[b826] (economia) c. Manter atualizado e dar continuidade à implementação do Plano de Desenvolvimento Econômico, Inclusivo e Sustentável do Rio Grande do Sul, com foco em inovação industrial. → economia-agro/p13, economia-agro/p140
[b828] (economia) d. Articular e ampliar as ações de apoio à modernização e à inovação aplicada, consolidando uma política estadual de transformação digital da indústria voltada especialmente às pequenas e médias empresas. → economia-agro/p17, economia-agro/p113
[b829] (economia) e. Posicionar a marca “Feito no Rio Grande” como selo de qualidade, identidade e diferenciação competitiva dos produtos gaúchos nos mercados nacional e internacional. → economia-agro/p19, economia-agro/p123, economia-agro/p190
[b830] (economia) f. Implementar programa de incentivo ao empreendedorismo e à formação de novas lideranças, voltado à continuidade e ao fortalecimento da indústria gaúcha. → economia-agro/p101
[b831] (economia) g. Ampliar ações de apoio à internacionalização de setores estratégicos para a economia do Estado através da Invest RS. → economia-agro/p71, economia-agro/p122, economia-agro/p188
[b832] (economia) h. Estruturar um Plano Estadual de → economia-agro/p20
[b833] (economia) Adaptação Climática para a Indústria, com o objetivo de tornar nosso parque produtivo mais resiliente e reduzir os riscos de eventos climáticos extremos. → economia-agro/p20
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[b840] (economia) l. Incentivar o crescimento dos fluxos comerciais e fortalecer a indústria exportadora por meio da qualificação da infraestrutura logística. → economia-agro/p115
[b841] (economia) m. Ampliar o cluster de saúde, integrando hospitais, universidades, startups, indústria da saúde e poder público para impulsionar a pesquisa aplicada e a formação de talentos em regiões com vocação para o setor, consolidando o Rio Grande do Sul como referência nacional em saúde e tecnologias médicas. → economia-agro/p23
[b843] (economia) a. Instalar o Conselho Estadual de Combate à Informalidade, com participação das entidades representativas do comércio, dos serviços e da alimentação, e ampliar a fiscalização do comércio informal, do contrabando e do descaminho. → economia-agro/p103
[b844] (economia) b. Elevar a competitividade do micro, pequeno e médio empresário, reduzindo custos operacionais e ampliando o acesso ao crédito. → economia-agro/p1, economia-agro/p96, economia-agro/p172
[b845] (economia) c. Estimular a qualificação profissional, o empreendedorismo e a geração de emprego no comércio e nos serviços, por meio de parcerias entre os setores público e privado. → economia-agro/p96, economia-agro/p172
[b846] (economia) d. Criar o Comitê de Preparação à Reforma → economia-agro/p78
[b847] (economia) Tributária, com a participação dos setores produtivos, e adequar a política tributária estadual ao novo modelo, com foco em ações de desenvolvimento econômico que ampliem o consumo, a competitividade e a arrecadação gerada pelo crescimento das atividades. → economia-agro/p78
[b848] (economia) e. Apoiar a requalificação e a revitalização de áreas comerciais como forma de incentivo ao desenvolvimento econômico das regiões. → economia-agro/p102
[b849] (economia) f. Atuar para assegurar que a carga tributária estadual seja mais previsível e simplificada, com atenção especial ao varejo, aos serviços e à alimentação fora do lar. → economia-agro/p79
[b850] (economia) g. Estimular o turismo, a realização de eventos e a economia noturna como vetores de emprego, renda e desenvolvimento regional, fortalecendo toda a cadeia produtiva do setor, como comércio, bares, restaurantes e hotéis. → economia-agro/p65
[b854] (agro) A agropecuária é um dos pilares do desenvolvimento econômico e social do Rio Grande do Sul. Responsável por cerca de 40% da economia estadual e por mais de 70% das exportações gaúchas, o setor exerce papel decisivo na geração de renda, empregos e oportunidades em todas as regiões do Estado. Da produção de grãos às proteínas animais, da vitivinicultura às florestas plantadas, o agro gaúcho se destaca pela diversidade produtiva, pela capacidade empreendedora de seus produtores e pela forte presença do cooperativismo e da inovação no campo.
[b855] (agro) Ao mesmo tempo, a agricultura familiar segue sendo um dos principais motores do desenvolvimento regional, contribuindo para a segurança alimentar, a geração de renda e a permanência das famílias no meio rural. Ademais, a excelência sanitária da agropecuária gaúcha é um diferencial competitivo que amplia o acesso a mercados e fortalece a posição do Estado como produtor de alimentos de qualidade, exigindo
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[b858] (agro) Gabriel Souza 2027-2030 investimentos permanentes em defesa agropecuária, vigilância e rastreabilidade.
[b859] (agro) Nos últimos anos, avançamos na construção de uma política de desenvolvimento rural baseada em competitividade, sustentabilidade e resiliência. Por meio da parceria com os municípios, foi realizada uma série de investimentos que permitiram desde a recuperação de estradas vicinais ao apoio direto aos produtores. Esses recursos fortaleceram a capacidade dos municípios de atender às demandas locais e ampliaram a presença do Estado junto às comunidades rurais.
[b860] (agro) Mas produzir no Rio Grande do Sul também significa enfrentar um dos maiores desafios do nosso tempo: a adaptação aos eventos climáticos extremos. Por isso, a segurança hídrica e a resiliência produtiva passaram a ocupar um papel central nas políticas estaduais. O Irriga+ permitiu ampliar em mais de 25 mil hectares a área irrigada, garantindo mais estabilidade aos produtores. A Operação Terra Forte tornouse a maior iniciativa de recuperação de solos já proposta pelo Estado, com investimento inicial de R$ 300 milhões para promover conservação ambiental, recuperação produtiva e preparar a agricultura gaúcha para uma nova realidade climática. Da mesma forma, o Energia Forte no Campo avançou na qualificação da infraestrutura elétrica rural.
[b861] (agro) Também fortalecemos a agricultura familiar e as cadeias produtivas que sustentam milhares de famílias no interior. Tivemos investimentos recordes na promoção de feiras que permitiram a valorização e comercialização de produtos locais.
[b862] (agro) Programas como o Agrofamília apoiaram uma série de iniciativas voltadas à agroindustrialização, ao empreendedorismo rural, à permanência dos jovens no campo e ao fortalecimento de comunidades tradicionais, enquanto o Milho 100% assegurou subsídio integral para aquisição de sementes de milho e sorgo por agricultores familiares, fortalecendo cadeias estratégicas como leite, aves, suínos e pecuária familiar.
[b864] (agro) Apesar dos avanços, os desafios permanecem significativos. O Rio Grande do Sul está entre os estados brasileiros mais impactados por estiagens, enchentes e eventos climáticos extremos, que afetam diretamente a produção agropecuária, a infraestrutura rural e a renda das famílias.
[b865] (agro) Isso exige ampliar políticas de irrigação e reservação de água, fortalecer a conservação dos solos, melhorar a logística e a conectividade rural e agregar mais valor à produção.
[b866] (agro) Além de ampliar a produção, a próxima década exigirá um avanço ainda maior em produtividade e agregação de valor. Será fundamental intensificar a agroindustrialização, incorporar novas tecnologias e fortalecer temas como a rastreabilidade e a certificação de qualidade dos produtos gaúchos. O objetivo é ampliar a presença do Rio Grande do Sul nas etapas de maior valor das cadeias produtivas, garantindo que uma parcela cada vez maior dos resultados do agro permaneça aqui, fortalecendo produtores, cooperativas e comunidades locais.
[b867] (agro) Nesse sentido, será essencial fortalecer a integração entre pesquisa, produção, universidades, assistência técnica, cooperativas e demais atores que fazem parte do ecossistema do agro. A inteligência artificial, a automação, a agricultura de precisão e o uso estratégico de dados irão transformar profundamente a forma de produzir alimentos nas próximas décadas.
[b868] (agro) O Estado deve fortalecer esse ambiente de inovação, aproximando conhecimento científico e produção para ampliar sua competitividade.
[b869] (agro) Paralelamente, outro grande desafio do campo será garantir a sucessão geracional.
[b870] (agro) Fazer com que os jovens enxerguem oportunidades no meio rural depende de mais qualificação profissional, acesso à tecnologia, crédito e novas possibilidades de geração de renda.
[b871] (agro) O próximo ciclo de governo será decisivo para consolidar os avanços alcançados e preparar a agropecuária gaúcha para uma
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[b874] (agro) Gabriel Souza 2027-2030 nova realidade. O futuro do agro passa pela união entre tradição e inovação: produzir mais e melhor, proteger os recursos naturais e fortalecer aqueles que transformam o trabalho no campo em desenvolvimento para todo o Rio Grande do Sul.
[b876] (agro) • Construção de uma agropecuária resiliente, sustentável e adaptada às mudanças climáticas: Estruturar políticas permanentes de adaptação climática voltadas à redução dos impactos de eventos extremos sobre a produção agropecuária, em especial aos pequenos estabelecimentos rurais. → economia-agro/p118
[b877] (agro) • Fortalecimento da competitividade e agregação de valor do agro gaúcho:
[b878] (agro) Promover a modernização e a industrialização da produção agropecuária, ampliando a verticalização das cadeias produtivas, a agregação de valor, a excelência sanitária e o acesso dos produtos gaúchos aos mercados nacionais e internacionais. → economia-agro/p118
[b879] (agro) • Desenvolvimento rural sustentável com valorização da agricultura familiar:
[b880] (agro) Fortalecer a agricultura familiar, o cooperativismo e as economias locais como pilares do desenvolvimento rural gaúcho.
[b882] (agro) a. Planejamento estratégico do agro gaúcho: Elaborar e implementar um Planejamento Estratégico de Médio e Longo → economia-agro/p39, economia-agro/p156
[b883] (agro) Prazo para o Agro Gaúcho, integrando governo, setor produtivo, universidades e entidades representativas para fortalecer cadeias produtivas, ampliar a agregação de valor e orientar investimentos. → economia-agro/p39, economia-agro/p156
[b884] (agro) b. Criação do Plano Safra Gaúcho: Instituir o Plano Safra Gaúcho como instrumento permanente de política agrícola estadual, articulando crédito, seguro rural, irrigação, assistência técnica e incentivos produtivos para complementar as políticas federais e atender às necessidades específicas da agricultura familiar, da pecuária, da cadeia leiteira e dos demais segmentos estratégicos do setor. → economia-agro/p24, economia-agro/p125
[b885] (agro) c. Agroindustrialização, cooperativismo e agregação de valor no campo: Promover a industrialização e a verticalização da produção agropecuária gaúcha, fortalecendo cooperativas e agroindústrias familiares e artesanais, e incentivando o turismo rural e os sistemas de comercialização. → economia-agro/p29, economia-agro/p47, economia-agro/p106, economia-agro/p147, economia-agro/p176
[b886] (agro) d. Robustecer as ações para ampliar o plantio das culturas de inverno, que, além de manter os solos cobertos e produtivos ao longo de todo o ano agrícola, permitem a expansão da produção de biocombustíveis a partir de seus grãos, bem como potencializar a produção de milho para ampliar a oferta do cereal às cadeias de proteína animal. → economia-agro/p30
[b887] (agro) e. Resiliência climática e segurança produtiva: Consolidar uma política permanente de adaptação às mudanças climáticas, com a criação de mecanismos estaduais de proteção ao produtor rural, fortalecimento do seguro rural, renegociação de dívidas e implementação de instrumentos de apoio à recuperação produtiva em situações de eventos climáticos extremos. → economia-agro/p7, economia-agro/p28, economia-agro/p136
[b888] (agro) f. Referência em irrigação e manejo de solo: Tornar o Rio Grande do Sul referência nacional em irrigação e manejo de solo, a partir da ampliação de programas como o Irriga+ e a Operação Terra Forte, com foco na melhoria da qualidade e da fertilidade do solo gaúcho, também incluindo ações de descompactação dos solos, e na ampliação da área irrigada e da reservação de água, elevando a produtividade, preparando o campo para os eventos climáticos extremos e assegurando mais estabilidade e renda ao produtor. → economia-agro/p26, economia-agro/p27, economia-agro/p125
[b889] (agro) g. Organização das cadeias de produção de proteína animal para agregação de renda: Fortalecer e diversificar as cadeias de proteína animal do Rio Grande do Sul, → economia-agro/p31
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[b892] (agro) Gabriel Souza 2027-2030 promovendo ações de sanidade, assistência técnica, integração produtiva e acesso a mercados para setores como bovinocultura, ovinocultura, aquicultura, apicultura, avicultura e suinocultura. → economia-agro/p31
[b893] (agro) h. Cooperativismo para a Sustentabilidade e a Nova Economia: Incentivar a atuação das cooperativas em áreas estratégicas como bioeconomia, energias renováveis, economia circular e saúde, ampliando sua contribuição para um modelo de desenvolvimento sustentável, resiliente e competitivo. → economia-agro/p106, economia-agro/p112, economia-agro/p114, economia-agro/p176
[b894] (agro) i. Fortalecer a sucessão geracional e apoio às mulheres empreendedoras no campo: → economia-agro/p37
[b895] (agro) Desenvolver uma estratégia integrada à sucessão rural, ao empreendedorismo feminino e à permanência dos jovens no campo, ampliando o acesso ao crédito, à assistência técnica e à capacitação profissional. → economia-agro/p37
[b896] (agro) j. Assistência técnica, extensão rural e pesquisa: Fortalecer a assistência técnica, a extensão rural e a pesquisa agropecuária por meio da valorização da Emater, das instituições de pesquisa e das parcerias com universidades, Embrapa e cooperativas, garantindo apoio permanente aos produtores e acelerando a difusão de tecnologias. → economia-agro/p25
[b897] (agro) k. Fortalecimento da cadeia do leite: Ampliar o Programa Bônus Mais Leite, integrando assistência técnica, melhoramento genético, alimentação animal, gestão da propriedade e acesso ao crédito para aumentar a produtividade e a competitividade da cadeia leiteira. → economia-agro/p32
[b898] (agro) l. Promoção e defesa nos mercados internacionais: Fortalecer a presença de produtos do Estado nos mercados internacionais e monitorar acordos comerciais, barreiras regulatórias e exigências ambientais que possam impactar a competitividade dos produtores gaúchos. → economia-agro/p71
[b899] (agro) m. Apoio às comunidades tradicionais: → economia-agro/p40
[b900] (agro) Fortalecer políticas de desenvolvimento produtivo para comunidades indígenas, quilombolas e pescadores artesanais, ampliando o acesso à assistência técnica, equipamentos, infraestrutura e segurança alimentar. → economia-agro/p40
[b901] (agro) n. Infraestrutura para o desenvolvimento rural: Expandir os investimentos em infraestrutura estratégica para o meio rural, com foco na melhoria das estradas vicinais, armazenagem, logística, energia elétrica, conectividade no campo, irrigação e mecanização agrícola, tornando permanente programas como o Energia Forte no Campo. → economia-agro/p33, economia-agro/p34, economia-agro/p150
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[b1011] (economia) O turismo gaúcho tem se consolidado como uma atividade econômica estratégica para o desenvolvimento do Estado. Temos o privilégio de contar com uma diversidade de paisagens naturais, patrimônio histórico e cultural, gastronomia e tradições reconhecidas em todo o continente e que nos permitem ofertar variadas modalidades turísticas. Nesse cenário, os últimos anos representaram uma etapa de avanços para um setor que será ainda mais prioritário para o futuro do Estado.
[b1012] (economia) Mesmo enfrentando desafios históricos como a pandemia que interrompeu o fluxo turístico global e as enchentes de 2024, que atingiram diretamente a infraestrutura e a imagem do Estado, nossa capacidade de recuperação foi demonstrada rapidamente.
[b1013] (economia) Ainda em 2025, o setor registrou crescimento de 11,4% (mais do que o dobro da média nacional), posicionando o Estado entre os melhores desempenhos do Brasil.
[b1014] (economia) Esse resultado foi impulsionado por ações estruturadas de promoção, investimentos em infraestrutura e campanhas como “Viva o Verão Gaúcho” e “Viva o Inverno Gaúcho”, que buscaram ampliar a permanência média dos visitantes e reduzir os efeitos da sazonalidade ao longo do ano.
[b1015] (economia) A competitividade do turismo gaúcho também foi reforçada com investimentos na modernização dos aeroportos regionais, bem como na retomada de operações nacionais e internacionais. Da mesma forma, na infraestrutura turística, foram ampliados os investimentos em programas de apoio aos municípios, revitalização de atrativos e melhoria da sinalização turística. Somados os diferentes ciclos recentes de investimentos públicos no setor, ultrapassamos a marca de R$ 400 milhões, representando o maior volume
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[b1019] (economia) Ao mesmo tempo, a presença do Estado em feiras, rodadas de negócios e ações promocionais demonstrou a potência de nossos atrativos. A internacionalização passou a contar com uma estratégia própria com o Plano Tático de Promoção
[b1020] (economia) Internacional, desenvolvido em parceria com Invest RS, Sebrae RS e Embratur. Não foi por acaso que nos tornamos um dos principais portões de entrada do turismo internacional no Brasil, ultrapassando a marca de 1,5 milhão de turistas estrangeiros em 2025.
[b1021] (economia) Do mesmo modo, seguimos avançando como palco de grandes eventos que movimentam a economia e projetam o Estado nacional e internacionalmente.
[b1022] (economia) Eventos como a Expointer, a Expodireto
[b1023] (economia) Cotrijal, o South Summit Brazil, o Festival de Cinema de Gramado, além de congressos nas mais variadas áreas, atraem visitantes, estimulam investimentos e consolidam o Rio
[b1024] (economia) Grande do Sul como um importante destino para o turismo de negócios.
[b1026] (economia) Apesar de muitos avanços, desafios estruturais como as desigualdades regionais na oferta turística e gargalos de conectividade aérea e rodoviária ainda precisam ser enfrentados. Além disso, crises globais e eventos climáticos demonstraram que a competitividade também passa pela capacidade de prevenção, adaptação e rápida recuperação dos destinos. Tornar o Rio Grande do Sul mais resiliente significa preparar sua infraestrutura, seus parques, atrativos e equipamentos turísticos para enfrentar situações que possam impactar diretamente na atividade econômica.
[b1027] (economia) Alinhado a isso, olhar para o futuro demanda assegurar um ambiente seguro não apenas para visitar, mas também para viver e investir. Nesse sentido, estimular novos empreendimentos, fortalecer a formação profissional em áreas como hotelaria, gastronomia, atendimento e serviços turísticos, bem como preparar os destinos para lidar com a transformação demográfica são alguns dos temas essenciais para reduzir a sazonalidade e ampliar o fluxo turístico durante todo o ano.
[b1028] (economia) Nesse contexto, cabe ao Estado assumir um papel central de articulador, indutor e parceiro dos municípios e da iniciativa privada para consolidar o Rio Grande do Sul como um dos principais destinos turísticos da América do Sul.
[b1030] (economia) • Consolidar o turismo como política estratégica de desenvolvimento econômico, geração de emprego e renda, valorização das potencialidades regionais e atração de investimentos para todas as regiões do Rio → economia-agro/p55
[b1032] (economia) • Atuar como indutor do desenvolvimento turístico, fortalecendo a integração entre todas as áreas que impactam na promoção do turismo, apoiando os municípios na construção de destinos mais resilientes, sustentáveis e preparados para enfrentar eventos climáticos e outras situações que possam impactar a atividade turística, em cooperação com a iniciativa privada. → economia-agro/p55, economia-agro/p187
[b1033] (economia) • Crescimento com equidade regional e projeção internacional do turismo gaúcho, fortalecendo destinos turísticos em todas as regiões do Estado e consolidando o Rio → economia-agro/p55
[b1034] (economia) Grande do Sul como destino competitivo nos mercados nacional e internacional. → economia-agro/p60
[b1036] (economia) a. Fortalecer a resiliência climática da infraestrutura turística, reduzindo a vulnerabilidade do setor a eventos extremos e garantindo a continuidade da atividade econômica. → economia-agro/p64
[b1037] (economia) b. Criar o Fundo de Incentivo ao Turismo do → economia-agro/p61
[b1038] (economia) Rio Grande do Sul e fortalecer mecanismos de atração de investimentos privados, estimulando a implantação, expansão e modernização de empreendimentos turísticos em todas as regiões do Estado. → economia-agro/p61, economia-agro/p187
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[b1042] (economia) c. Apoiar a integração turística entre as regiões, conectando iniciativas entre os municípios para fortalecimento das variadas modalidades turísticas e atração de visitantes. → economia-agro/p56, economia-agro/p162
[b1043] (economia) d. Ampliar a conectividade aérea e a mobilidade turística do Estado, com foco na atração de novas rotas e na melhoria dos acessos regionais. → economia-agro/p62
[b1044] (economia) e. Fortalecer o turismo rural e regional, promovendo a interiorização do fluxo turístico e o desenvolvimento de destinos com potencial ainda não explorado. → economia-agro/p56, economia-agro/p162
[b1045] (economia) f. Qualificar a mão de obra e estimular a inovação e o uso de tecnologia no setor turístico gaúcho, preparando os destinos para atender diferentes perfis de visitantes, promovendo o turismo inclusivo e aumentando a competitividade da oferta e a qualidade da experiência do visitante. → economia-agro/p58
[b1046] (economia) g. Estruturar o Rio Grande do Sul como destino de turismo de raízes e ancestralidade, atraindo descendentes de imigrantes e a diáspora gaúcha espalhada pelo Brasil e pelo mundo. → economia-agro/p67
[b1047] (economia) h. Posicionar o Rio Grande do Sul como o principal destino de turismo gastronômico e cultural do Brasil, transformando a identidade gaúcha, sua culinária, seus vinhos, sua imigração e suas tradições, em produto turístico de alto valor e alcance nacional e internacional. → economia-agro/p59
[b1048] (economia) i. Consolidar o Rio Grande do Sul como destino turístico internacional competitivo, por meio de estratégia estruturada de promoção e reposicionamento de imagem. → economia-agro/p60, economia-agro/p122, economia-agro/p123, economia-agro/p190
[b1049] (economia) j. Turismo de negócios e eventos, destacando o Rio Grande do Sul como referência nacional e internacional na realização de grandes feiras, congressos e eventos, fortalecendo segmentos estratégicos da economia do Estado. → economia-agro/p65
[b1050] (economia) k. Viabilizar a implantação de um Centro de Convenções em Porto Alegre, para incentivar o turismo de eventos na Capital. → economia-agro/p65
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[b1197] (agro) Apesar da tradição e reconhecimento como um dos maiores produtores de alimentos do Brasil, o Rio Grande do Sul é um dos estados mais impactados por eventos climáticos. Esses efeitos evidenciam a necessidade de promover uma profunda transformação dos sistemas produtivos, tornando-os mais resilientes, eficientes e sustentáveis. Ao mesmo tempo, esse cenário abre oportunidades para consolidar uma nova etapa de desenvolvimento baseada na agricultura de baixo carbono, na intensificação sustentável da produção, no uso racional dos recursos naturais e na incorporação de tecnologias capazes de reduzir riscos e aumentar a produtividade.
[b1198] (agro) A conservação dos solos assume papel central nesse contexto. A degradação física, química e biológica dos solos compromete a capacidade produtiva, reduz a infiltração de água, favorece processos erosivos e aumenta a vulnerabilidade às estiagens e às chuvas intensas. Recuperar e conservar esse patrimônio natural é uma condição essencial para garantir a sustentabilidade econômica e ambiental da agropecuária gaúcha.
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[b1204] (agro) • Busca de maior produtividade, garantindo maior estabilidade produtiva e segurança alimentar, com menor exposição aos riscos climáticos, promovendo a integração entre gestão da água, conservação dos solos, inovação e sustentabilidade. → economia-agro/p116, economia-agro/p118
[b1205] (agro) • Adoção de sistemas integrados de produção, sistemas silvipastoris, integração lavoura-pecuária-floresta, bioinsumos e tecnologias voltadas à melhoria da eficiência produtiva e à redução das emissões de gases de efeito estufa. → economia-agro/p35, economia-agro/p36, economia-agro/p118, economia-agro/p152
[b1206] (agro) • Conservação e recuperação dos solos como ativo estratégico, promovendo a recuperação, conservação e manejo sustentável dos solos agrícolas, ampliando sua capacidade de infiltração, retenção de água e produtividade. → economia-agro/p27, economia-agro/p118
[b1208] (agro) a. Ampliar a área irrigada e fortalecer a segurança hídrica no meio rural por meio de financiamento, acesso à energia, simplificação do licenciamento e apoio técnico, com prioridade para agricultores familiares e regiões mais vulneráveis às estiagens. A iniciativa inclui investimentos na construção e conclusão de barragens, reservatórios, canais de distribuição e sistemas de armazenamento de água. → economia-agro/p26, economia-agro/p125
[b1210] (agro) Conservação dos Solos Agrícolas: Fomentar práticas como plantio direto, terraceamento, cobertura vegetal, manejo de microbacias e correção do solo, com apoio técnico e financeiro, visando aumentar a infiltração de água, reduzir a erosão e elevar a produtividade. → economia-agro/p27, economia-agro/p118
[b1211] (agro) c. Incentivar a implantação de sistemas silvipastoris por meio da distribuição de mudas florestais e apoio técnico, promovendo integração entre produção pecuária e componente florestal. → economia-agro/p36
[b1212] (agro) d. Implementar programa estadual de apoio ao manejo sustentável dos solos, com fornecimento de corretivos, fertilizantes e sementes, aliado à assistência técnica e ao incentivo à correção da fertilidade, uso de plantas de cobertura e rotação de culturas. → economia-agro/p27
[b1213] (agro) e. Estabelecer integração com municípios para fortalecimento de Patrulhas Agrícolas voltadas à conservação do solo, com foco na implantação de terraços, manejo de microbacias e controle do escoamento superficial. → economia-agro/p117
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