Juliana Brizola — texto do programa sobre Economia, emprego e agro (Governador — RS, 2026)
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[b218] (economia) 1.5 - TRABALHO, EMPREGO, RENDA E
[b220] (economia) VALORIZAÇÃO DO MÍNIMO REGIONAL
[b224] (economia) O mercado de trabalho no Rio Grande reflexivos. Haverá atenção específica às do Sul é marcado pelo crescimento da crianças vítimas ou expostas à violência e informalidade, pela precarização das proteção integral às órfãs do feminicídio, relações de trabalho, especialmente por com acompanhamento continuado pelas meio de aplicativos, pela estagnação do redes sociais, de saúde e de educação. rendimento médio dos trabalhadores e pela persistência das desigualdades de A Coligação fortalecerá e ampliará a Rede gênero e raça. As rápidas transformações Lilás, articulando Judiciário, Ministério tecnológicas e os impactos dos eventos
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[b233] (economia) contínua do Piso Salarial Regional, a proteção dos trabalhadores autônomos e de plataformas digitais e o apoio aos micro e pequenos empreendedores. Esses terão o reconhecimento devido ao seu papel fundamental na geração de trabalho, renda e oportunidades em todas as regiões do Rio Grande do Sul. → economia-agro/p92, economia-agro/p94, economia-agro/p95, economia-agro/p171
[b236] (economia) A Coligação Com o Povo reorganizará o Sistema Público de Emprego, Trabalho e Renda, fortalecendo a FGTAS e transformando as Agências SINE em Centros Integrados de Cidadania e Trabalho, com serviços de intermediação de mão de obra, orientação trabalhista, qualificação profissional e acesso ao microcrédito. O Governo promoverá, ainda, a valorização permanente do Piso Salarial → economia-agro/p83, economia-agro/p92
[b237] (economia) Regional, como instrumento de proteção do trabalho e fortalecimento da renda. → economia-agro/p92
[b238] (economia) Em parceria com universidades, trabalhadores e setor produtivo, o Estado desenvolverá políticas permanentes de acompanhamento das transformações no mundo do trabalho, especialmente dos impactos da automação, da inteligência artificial e da transição climática. A política de qualificação profissional será articulada às necessidades dos Arranjos Produtivos → economia-agro/p82, economia-agro/p84, economia-agro/p113, economia-agro/p170, economia-agro/p179
[b239] (economia) Locais e dos setores estratégicos de cada região, preparando os trabalhadores para novas oportunidades em áreas como tecnologia, energia limpa, logística e economia do cuidado. → economia-agro/p82
[b240] (economia) O Governo fortalecerá também os micro e pequenos empreendedores, MEIs, trabalhadores autônomos, artesãos e trabalhadores de plataformas digitais, ampliando as oportunidades de trabalho, empreendedorismo e geração de renda. → economia-agro/p95, economia-agro/p96, economia-agro/p171
[b241] (economia) Será criado o CrediGaúcho, por meio do Banrisul e/ou Badesul, com crédito orientado, juros subsidiados e fundo de aval voltado especialmente aos MEIs e aos trabalhadores da economia popular. Serão igualmente incentivadas cooperativas e redes de compras coletivas, bem como a integração do artesanato e da economia criativa às políticas de turismo e desenvolvimento regional. → economia-agro/p2, economia-agro/p3, economia-agro/p4, economia-agro/p68, economia-agro/p167
[b242] (economia) Nas maiores cidades, em parceria com os municípios, serão implantados Pontos de Apoio aos Trabalhadores de Aplicativo, oferecendo infraestrutura adequada para descanso, alimentação, higiene e apoio durante a jornada. Paralelamente, o Estado defenderá uma regulamentação nacional que concilie as novas formas de trabalho com a garantia de direitos, assegurando proteção previdenciária, condições dignas de trabalho e remuneração justa aos trabalhadores de plataformas digitais. → economia-agro/p93, economia-agro/p94
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[b397] (economia) 1.17 - ECONOMIA SOLIDÁRIA, POPULAR E
[b400] (economia) A economia solidária e o cooperativismo popular constituem importantes fontes de trabalho, renda e inclusão produtiva para milhares de famílias gaúchas, envolvendo catadores de materiais recicláveis, feirantes, artesãos, trabalhadores da agricultura urbana e diversos outros empreendimentos coletivos. Apesar de sua relevância econômica, social e ambiental, essas iniciativas ainda enfrentam dificuldades de acesso ao crédito produtivo, escassez de espaços adequados para produção e comercialização e entraves burocráticos para a obtenção de licenças, registros e certificações.
[b401] (economia) A Coligação Com o Povo retomará e fortalecerá a economia solidária como estratégia de desenvolvimento local e regional, geração de trabalho e renda, inclusão produtiva e transição ecológica. → economia-agro/p107
[b402] (economia) Para isso, promoverá o acesso ao crédito e aos mercados, apoiará redes de produção e comercialização, estimulará o comércio justo e fortalecerá formas cooperativas, associativas e democráticas de organização do trabalho, valorizando a capacidade das comunidades de gerar desenvolvimento, renda e oportunidades em seus próprios territórios. → economia-agro/p108
[b404] (economia) A Coligação Com o Povo retomará a economia solidária e o cooperativismo popular como instrumentos de desenvolvimento, geração de trabalho e renda, reestruturando a área responsável pela Política Estadual de Economia → economia-agro/p107
[b405] (economia) Solidária e consolidando um cadastro georreferenciado de empreendimentos, feiras e bancos comunitários. O Estado ampliará o acesso dessas organizações às compras públicas e apoiará cooperativas de reciclagem e associações de catadores com infraestrutura, equipamentos e melhores condições de trabalho. → economia-agro/p45, economia-agro/p97, economia-agro/p109, economia-agro/p173
[b406] (economia) Serão fortalecidas as redes locais e regionais de produção e comercialização, com Centros de Comercialização da Economia Solidária, plataformas comunitárias de comércio eletrônico e apoio à agricultura urbana e periurbana. → economia-agro/p108
[b407] (economia) Em parceria com universidades públicas e comunitárias, serão oferecidas assessoria técnica e incubação jurídica, contábil e produtiva às cooperativas populares. O Governo assegurará ainda a participação dos trabalhadores e das entidades de apoio na formulação das políticas e na definição da aplicação dos recursos destinados ao setor. → economia-agro/p107, economia-agro/p110
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[b477] (agro) Ao mesmo tempo, a elevada dependência da agricultura gaúcha de fertilizantes e corretivos de solo provenientes de outras regiões ou do exterior aumenta sua vulnerabilidade às oscilações de preços, às crises internacionais e às interrupções nas cadeias de abastecimento.
[b481] (agro) Grande do Sul. Será dada atenção especial aos minerais críticos e aos agrominerais, com incentivo à produção de remineralizadores de solo e sua integração aos bioinsumos, reduzindo a dependência externa de fertilizantes e fortalecendo especialmente a agricultura familiar e a transição agroecológica. → economia-agro/p41, economia-agro/p42
[b482] (economia) O Estado também apoiará pesquisa, inovação, cooperativismo e pequenos empreendimentos minerais formalizados. → economia-agro/p41
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[b543] (economia) SUSTENTÁVEL E REINDUSTRIALIZAÇÃO
[b549] (agro) A agricultura familiar é responsável por grande parte dos alimentos que chegam à mesa dos gaúchos, mas enfrenta o êxodo rural, o envelhecimento das famílias, a falta de sucessão geracional e deficiências de infraestrutura. As mudanças climáticas, a dependência de insumos externos e o avanço das monoculturas, como a soja, agravam o endividamento e comprometem a sustentabilidade econômica e produtiva das propriedades.
[b550] (agro) Outro desafio é o acesso aos mercados e a agregação de valor por meio da agroindustrialização. Para ampliar a renda das famílias, é necessário estimular a venda direta aos consumidores, as compras governamentais e os programas de aquisição de alimentos, além de fortalecer o cooperativismo e o associativismo, aproximando produção e consumo.
[b551] (agro) Nesse contexto, o fortalecimento da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) é fundamental para coordenar as políticas de apoio à agricultura familiar e manter um canal permanente de diálogo com sua ampla base social e econômica.
[b553] (agro) A Coligação Com o Povo promoverá a transição para uma agricultura familiar sustentável, agroecológica e resiliente às mudanças climáticas, protegendo solo e água e valorizando quem preserva. → economia-agro/p27, economia-agro/p42, economia-agro/p182
[b554] (agro) Será retomado o Plano Safra Gaúcho, em parceria com o Governo Federal, sistema financeiro e organizações sociais, ampliando crédito e apoio à produção. → economia-agro/p24
[b555] (agro) O Estado fortalecerá a comercialização direta, o cooperativismo e a agroindustrialização familiar. Será criado um Programa Estadual de Abastecimento para disponibilizar produtos da agricultura familiar, de suas cooperativas e associações diretamente aos consumidores, ampliando o mercado para os produtores e garantindo à população alimentos de qualidade a preços acessíveis. Serão também ampliadas as compras governamentais, destinando parcela significativa dos recursos de alimentação escolar, hospitais, presídios e programas sociais à agricultura familiar, com prioridade aos segmentos mais vulneráveis, bem como o acesso à internet e a infraestrutura de armazenamento de água no meio rural. → economia-agro/p29, economia-agro/p34, economia-agro/p45, economia-agro/p46, economia-agro/p47, economia-agro/p106, economia-agro/p143, economia-agro/p175
[b556] (agro) Políticas específicas apoiarão a autonomia das mulheres, a permanência dos jovens e a sucessão rural. Em articulação com o Governo Federal, serão promovidos o acesso à terra e o desenvolvimento dos assentamentos, com fortalecimento do FUNTERRA e de uma estrutura estadual de política fundiária. → economia-agro/p37, economia-agro/p43, economia-agro/p154
[b557] (agro) A pesquisa, a extensão e a assistência técnica serão fortalecidas e integradas, articulando EMATER, UERGS, FAPERGS, organizações do campo e uma estrutura estadual de pesquisa agropecuária. → economia-agro/p25, economia-agro/p113, economia-agro/p179
[b558] (agro) 3.2 - AGROPECUÁRIA SUSTENTÁVEL
[b560] (agro) A agropecuária é um dos pilares da economia do Rio Grande do Sul, com forte participação na geração de renda, empregos e desenvolvimento regional.
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[b563] (agro) Entretanto, setores tradicionais enfrentam desafios relevantes. A pecuária extensiva do Pampa convive com a perda de competitividade, enquanto a cadeia do leite sofre com a instabilidade dos preços e a concorrência de produtos importados.
[b564] (agro) Ao mesmo tempo, as mudanças climáticas tornam urgente a incorporação de novas tecnologias, o manejo sustentável do solo e dos rebanhos e o aumento da eficiência e da resiliência produtiva.
[b565] (agro) A Coligação Com o Povo promoverá uma agropecuária moderna, competitiva e sustentável, articulando inovação, produtividade e conservação do Bioma → economia-agro/p118
[b566] (agro) Pampa. O Governo estimulará a agregação de valor à produção agropecuária, especialmente à carne e ao leite gaúchos, fortalecerá as cadeias produtivas locais, assegurará uma defesa sanitária rigorosa e atuará na proteção dos produtores diante de práticas comerciais que comprometam condições justas de concorrência. → economia-agro/p16, economia-agro/p31, economia-agro/p32, economia-agro/p143, economia-agro/p159
[b568] (agro) A Coligação Com o Povo reconstruirá a capacidade pública de planejamento, defesa agropecuária, fomento e inteligência econômica da Secretaria da Agricultura e fortalecerá a pesquisa estadual, recuperando funções da antiga → economia-agro/p25, economia-agro/p159
[b569] (agro) Fepagro e ampliando a atuação do IRGA. → economia-agro/p25
[b570] (agro) Pesquisa, assistência técnica e inovação serão orientadas à resiliência climática, conservação do solo e da água, genética, bioinsumos, diversificação produtiva e adaptação das diferentes escalas de produção, tendo as bacias hidrográficas como referência de planejamento. → economia-agro/p25, economia-agro/p27, economia-agro/p35, economia-agro/p116, economia-agro/p182
[b571] (agro) O Estado estimulará a agroindustrialização e a agroenergia, agregando valor à produção de soja, canola e outros grãos e incentivando culturas de inverno para abastecer a indústria de biocombustíveis e gerar novas fontes de renda. Serão fortalecidas a pecuária de qualidade, especialmente no Pampa, e cadeias como leite, arroz, frutas, viticultura, mel, erva-mate, ovinos, suínos e aves, além de atividades emergentes, com crédito, seguro, assistência técnica, sanidade, certificação e apoio à comercialização. → economia-agro/p16, economia-agro/p28, economia-agro/p29, economia-agro/p30, economia-agro/p31, economia-agro/p32, economia-agro/p143
[b572] (agro) Programas específicos apoiarão cadeias em dificuldades e a recuperação e o fortalecimento das cooperativas agropecuárias. → economia-agro/p106, economia-agro/p175
[b573] (agro) O Governo ampliará a inserção da produção gaúcha nos mercados, com rastreabilidade, defesa sanitária e adequação às exigências ambientais e comerciais internacionais, protegendo as cadeias regionais e estimulando a agregação de valor. A regularização ambiental será simplificada para ampliar o acesso ao crédito e ao seguro agrícola, enquanto agricultura de precisão, digitalização, bioinsumos, manejo regenerativo e mecanização serão incentivados. Em parceria com a SEDUC, as escolas agrícolas estaduais serão fortalecidas, articulando formação, inovação, agroecologia, cooperativismo e sucessão rural. → economia-agro/p28, economia-agro/p35, economia-agro/p37, economia-agro/p38, economia-agro/p44, economia-agro/p50, economia-agro/p116, economia-agro/p154, economia-agro/p182
[b574] (economia) 3.3 - COMÉRCIO, SERVIÇOS, ECONOMIA
[b578] (economia) O comércio e os serviços estão entre os maiores empregadores do Rio Grande do Sul, mas foram fortemente afetados pelas sucessivas crises econômicas e pela crescente concorrência de grandes plataformas internacionais, que muitas vezes operam em condições tributárias distintas das empresas locais. Ao mesmo tempo, importantes potencialidades permanecem subaproveitadas, entre elas a Economia do Mar — envolvendo a zona costeira, a pesca, as atividades portuárias e os serviços associados — e a posição estratégica do Estado como porta de entrada e saída do Mercosul.
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[b581] (economia) Nesse contexto, o Rio Grande do Sul deverá estar preparado para aproveitar, com responsabilidade ambiental, segurança jurídica e conhecimento científico, eventuais oportunidades de pesquisa, exploração e prestação de serviços associadas à Bacia de Pelotas, sem antecipar conclusões sobre a existência de reservas economicamente viáveis ou a possibilidade de produção comercial.
[b582] (economia) A Coligação Com o Povo fortalecerá o ambiente de negócios para o comércio de rua, as micro e pequenas empresas e os prestadores de serviços, ao mesmo tempo em que promoverá a infraestrutura da zona costeira e a integração dos sistemas portuário, rodoviário e ferroviário. → economia-agro/p105, economia-agro/p115
[b583] (economia) O objetivo será aproveitar a posição estratégica do Rio Grande do Sul para consolidá-lo como polo logístico e comercial do Mercosul e da América do Sul. → economia-agro/p72, economia-agro/p115
[b585] (economia) A Coligação Com o Povo fortalecerá o comércio, os serviços e as micro e pequenas empresas como geradores de emprego e renda, apoiando a revitalização dos centros comerciais e do comércio de bairro, simplificando a formalização pelo Empresa Fácil RS e ampliando o acesso à assistência técnica e ao microcrédito, inclusive para trabalhadores da economia do cuidado e dos serviços pessoais. Em parceria com os municípios, apoiará a modernização de mercados públicos e centros de abastecimento e incentivará rotas gastronômicas integrando produtores, comércio, restaurantes e hotelaria. Será também criado um espaço permanente de diálogo entre trabalhadores, empreendedores, entidades empresariais e Governo. → economia-agro/p1, economia-agro/p3, economia-agro/p8, economia-agro/p12, economia-agro/p59, economia-agro/p96, economia-agro/p102, economia-agro/p104, economia-agro/p137
[b587] (economia) O Governo desenvolverá uma Estratégia → economia-agro/p105
[b588] (economia) Gaúcha para a Economia do Mar e a integração com o Mercosul, fortalecendo a pesca, a maricultura, o turismo costeiro, os serviços portuários e as atividades vinculadas à Costa Doce e ao Litoral. Por meio do Exporta RS, pequenas e médias empresas terão apoio para acessar mercados internacionais, com inteligência comercial, orientação jurídica e facilitação logística, ampliando a inserção do Rio → economia-agro/p71, economia-agro/p105, economia-agro/p115
[b589] (economia) Grande do Sul no Mercosul e na América do Sul. → economia-agro/p71, economia-agro/p72
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[b606] (economia) O turismo é uma importante fonte de geração de emprego, renda e desenvolvimento regional no Rio Grande do Sul. Entretanto, os principais fluxos turísticos ainda se concentram na Serra Gaúcha, enquanto regiões com grande potencial histórico, cultural e natural — como a Rota das Missões, a Rota das Pedras Preciosas, a Campanha, o Litoral e a Costa Doce — permanecem aquém de sua capacidade de atração de visitantes. Soma-se a isso a precariedade da infraestrutura de acesso e da sinalização turística em diversas regiões do interior do Estado.
[b607] (economia) No Governo, a Coligação Com o Povo implementará uma política estadual de turismo sustentável, descentralizada e inclusiva, capaz de ampliar e diversificar os destinos turísticos do Rio Grande do Sul. Valorizará a história, a cultura e a identidade gaúcha, incentivando o ecoturismo e o turismo comunitário, fortalecendo e integrando as rotas regionais e promovendo o turismo ao longo de todo o ano. → economia-agro/p55, economia-agro/p56, economia-agro/p66
[b610] (economia) A Coligação Com o Povo desenvolverá uma política de turismo sustentável, descentralizada e integrada ao desenvolvimento regional, ampliando a promoção das Missões, Pampa, Vales, Costa Doce, Litoral Norte e demais destinos do interior, com ações para reduzir a sazonalidade do setor. Serão fortalecidos o turismo histórico, cultural, rural, ecológico e de aventura, com investimentos em infraestrutura, sinalização, qualificação dos atrativos e preservação ambiental. → economia-agro/p55, economia-agro/p56, economia-agro/p57, economia-agro/p119, economia-agro/p185
[b611] (economia) O Governo apoiará também o turismo comunitário, quilombola e de matriz africana, valorizando a diversidade cultural e as identidades regionais do Rio Grande do Sul. → economia-agro/p66
[b612] (economia) Serão integradas e promovidas as rotas gastronômicas, o enoturismo e as cadeias turísticas regionais, articulando vinhos, queijos, azeites, cervejas artesanais, gastronomia e produção local. O Estado ampliará a qualificação dos trabalhadores do setor e, por meio da plataforma → economia-agro/p58, economia-agro/p59, economia-agro/p119, economia-agro/p185
[b613] (economia) Visite o RS, integrará a divulgação de destinos, hospedagens, eventos e atrativos. Serão ainda promovidas a acessibilidade universal nos atrativos públicos e a cooperação entre municípios e governanças regionais para a construção de roteiros integrados. → economia-agro/p57, economia-agro/p69, economia-agro/p119, economia-agro/p185
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[b654] (economia) O Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. (Banrisul), o Badesul
[b655] (economia) Desenvolvimento S.A. e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) serão reafirmados como instituições públicas estratégicas e inegociáveis, fundamentais para ampliar o acesso ao crédito, financiar investimentos produtivos, apoiar empresas, cooperativas e empreendedores e promover o desenvolvimento econômico e regional com autonomia e soberania.
[b657] (economia) A Coligação Com o Povo reafirmará → economia-agro/p5
[b658] (economia) Banrisul, Badesul e BRDE como instrumentos públicos estratégicos de desenvolvimento, preservando o controle público do Banrisul e fortalecendo a capacidade de financiamento de longo prazo do sistema financeiro público para pequenas empresas, agricultura, cooperativas, inovação, infraestrutura e reindustrialização. → economia-agro/p1, economia-agro/p5, economia-agro/p125
[b659] (economia) O Governo fortalecerá a atuação dessas instituições como instrumentos de uma estratégia estadual de desenvolvimento, ampliando o acesso ao crédito e sua capacidade de apoiar investimentos produtivos, a reconstrução e a resiliência climática, a inovação e o desenvolvimento regional. As instituições financeiras públicas gaúchas atuarão de forma articulada às políticas de desenvolvimento econômico e social do Estado, preservando seu caráter público e sua função estratégica na geração de emprego, renda e oportunidades para os gaúchos. → economia-agro/p1, economia-agro/p125
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[b662] (economia) UM NOVO CICLO DE DESENVOLVIMENTO
[b664] (economia) O Rio Grande do Sul precisa inaugurar um novo ciclo de desenvolvimento.
[b665] (economia) Nos três últimos governos, a política econômica estadual foi orientada por um modelo baseado no aumento da carga tributária, na alienação de ativos públicos estratégicos, na redução da estrutura estatal e em profundas mudanças nas carreiras do serviço público. Essas medidas foram apresentadas como indispensáveis para recuperar as finanças estaduais e criar as condições para o desenvolvimento.
[b666] (economia) Os resultados, entretanto, ficaram aquém do esperado.
[b667] (economia) A privatização de serviços essenciais não produziu as melhorias prometidas à população haja vista o que se passa tanto no setor da energia elétrica quanto da água, bens essenciais. Estruturas públicas de pesquisa foram descontinuadas e substituídas por contratações externas.
[b668] (economia) Os servidores públicos sofreram perdas significativas. E o Regime de Recuperação
[b669] (economia) Fiscal-RRF, apresentado como solução para o desequilíbrio das contas públicas, não foi capaz de superar o problema estrutural das finanças estaduais.
[b670] (economia) O resultado é um Estado com reduzida capacidade de
[b671] (economia) investimento e que ainda enfrenta a perspectiva de déficits expressivos nos próximos anos, chegando a uma projeção de R$ 4,8 bilhões para o orçamento de 2027.
[b672] (economia) Esse modelo precisa ser superado.
[b673] (economia) O Rio Grande do Sul tem diante de si uma oportunidade histórica para reconstruir sua capacidade de planejamento, investimento e desenvolvimento. A redução dos encargos da dívida proporcionada pelo Programa de Pleno Pagamento de Dívidas
[b675] (economia) dos Estados (PROPAG - Lei nº 212/2025) permitirá que bilhões de reais permaneçam no Estado, ampliando a capacidade de investimento público e criando melhores condições para a retomada do crescimento.
[b676] (economia) A experiência demonstra que soluções estruturantes não são construídas pela imposição de uma única visão, mas pelo diálogo entre União, Estado, municípios, setor produtivo, trabalhadores, universidades e sociedade civil.
[b677] (economia) É nessa perspectiva que se propõe um Novo Ciclo de Desenvolvimento para o Rio Grande do Sul, articulado em três horizontes: curto, médio e longo prazo.
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[b700] (economia) O equilíbrio fiscal, por si só, não produz desenvolvimento. É necessário aumentar a capacidade de geração de riqueza do Estado. Por isso, será elaborado e implementado um Plano de Desenvolvimento Econômico do Rio → economia-agro/p13
[b701] (economia) Grande do Sul, com horizonte de longo prazo e metas definidas para investimento, produtividade, inovação, infraestrutura, industrialização, emprego e renda. → economia-agro/p13
[b702] (economia) O Estado deverá deixar de atuar apenas como administrador de suas dificuldades fiscais e assumir novamente uma função estratégica na promoção do desenvolvimento. → economia-agro/p13
[b703] (economia) O Rio Grande do Sul possui capital humano, universidades, empresas, capacidade industrial, produção agropecuária, localização estratégica e tradição de inovação suficientes para voltar a crescer.
[b704] (economia) O que falta não é potencial. Falta estratégia.
[b705] (economia) É hora de construir essa estratégia.
[b706] (economia) A Coligação Com o Povo propõe um novo ciclo de desenvolvimento para o Rio Grande do Sul com Educação Pública → economia-agro/p13
[b707] (economia) Integral, equilíbrio fiscal, capacidade de investimento, indústria forte, ciência, tecnologia e inovação, infraestrutura moderna e empregos de qualidade. → economia-agro/p13
[b708] (economia) Construiremos um Estado mais próspero, justo e sustentável, capaz de melhorar a vida de sua gente no presente e de abrir novos caminhos e oportunidades para as próximas gerações.
FIM — 86 blocos neste arquivo.