Professor Marcus Sodré — texto do programa sobre Contas do estado e gestão pública (Governador — SC, 2026)

Fonte: eleicoes.ai — programas de governo registrados no TSE (eleições 2026). Use SÓ o que está nestes arquivos para falar dos programas; cite o candidato e a página do programa; não recomende voto. Estados possíveis de um candidato numa proposta: PROPÕE (há trecho), PROPÕE O CONTRÁRIO (há trecho que rejeita a mesma medida), NÃO LOCALIZADO (não achamos trecho no programa dele NESTE tema — não é "é contra", e não é prova de que o programa não trata do assunto: o trecho pode estar classificado em outro tema; procure no índice de assuntos e no texto do programa antes de afirmar ausência, e prefira dizer "não localizei").

Este arquivo tem 24 blocos do programa de Professor Marcus Sodré, na ordem do documento. [p. N] é a página do PDF registrado no TSE (divulgacandcontas.tse.jus.br/divulga/rest/arquivo/doc/240017140305). "→" marca o bloco que sustenta proposta da comparação (eleicoes.ai/ia/dados/governador/sc/tema-contas-gestao).

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[b311] (financas_gestao) Para reverter esse quadro de decadência são necessárias medidas urgentes e radicais. Em primeiro lugar é preciso acabar imediatamente com a farra de subsídios e isenções fiscais dados pelo governo estadual para um pequeno número de grandes empresários. Em 2026, Santa Catarina deixará de arrecadar R$31,09 bilhões em razão de isenções fiscais adotada pelo governo Jorginho Melo (PL), o montante equivale a 40% da arrecadação do Estado. É preciso cobrar os grandes empresários devedores do Estado, parar as privatizações e terceirizações que só servem para piorar o serviço público e para aumentar a corrupção, favorecendo todo tipo de falcatrua para os governantes, políticos e empresários. A CELESC, a CASAN e outras empresas precisam ser 100% do estado para que o seu papel social seja realmente realizado (baixas tarifas), e o seu lucro reinvestido na empresa e não apriopriado por um pequeno grupo de privilegiados. → contas-gestao/p28, contas-gestao/p29, contas-gestao/p33, contas-gestao/p40

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[b423] (financas_gestao) O fim das isenções fiscais aos grandes empresários e do pagamento da dívida pública aos banqueiros. Defendemos a cobrança das dívidas dos grandes devedores de tributos e o perdão das dívidas junto aos bancos dos pequenos devedores. Pelo fim da Lei de Responsabilidade Fiscal, pelo fim dos financiamentos subsidiados aos grandes empresários e pelo fim dos cargos comissionados. → contas-gestao/p13, contas-gestao/p40, contas-gestao/p41

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[b434] (financas_gestao) Não à reforma da previdência! Defendemos uma previdência pública solidária e por repartição que garanta integralidade das aposentadorias, paridade e dignidade. Defendemos a cobrança dos grandes sonegadores da previdência social. → contas-gestao/p47

[b444] (financas_gestao) Revogação das privatizações e terceirizações dos serviços públicos e das empresas públicas. Defendemos CELESC, CASAN, SC GÁS, CIASC, EPAGRI e CIDASC 100% públicas e sob controle dos trabalhadores. Somos contrários à → contas-gestao/p28, contas-gestao/p33

[p. 28]

[b447] (financas_gestao) privatização da Embraer, Avibras, Vale, Petrobrás, Eletrobrás, Correios e demais estatais. → contas-gestao/p33

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[b613] (financas_gestao) Não às privatizações e implantação de OSs (Organizações Sociais), fundações privadas e terceirizações na saúde, na educação e nas demais áreas dos serviços públicos. → contas-gestao/p29, contas-gestao/p34

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[b888] (financas_gestao) Prisão de todos os corruptos e corruptores e o confisco de seus bens; → contas-gestao/p9

[b890] (financas_gestao) Fim dos privilégios dos políticos, através de mandatos revogáveis, e de salário igual ao de um professor ou operário especializado; → contas-gestao/p10

[b894] (financas_gestao) Fim do sigilo fiscal, telefônico e bancário de políticos e empresários envolvidos em corrupção. → contas-gestao/p9

[b898] (comunicacao) Nestas eleições, o PSTU não tem tempo de televisão, enquanto os candidatos envolvidos em esquemas de corrupção chegam a ter vários minutos. Isso sem falar na exclusão dos debates e da cobertura jornalística desigual por conta das emissoras de rádio e televisão.

[b899] (comunicacao) No capitalismo é assim, a imprensa torna-se também mercadoria, e nunca será justa em seus critérios, por isso tentam a todo custo impedir que partidos e candidaturas que querem combater essa lógica surjam como uma alternativa viável frente aos olhos da maioria da população.

[b900] (comunicacao) Desde o início, a construção da imprensa, das redes de rádio e TV no Brasil favoreceu o controle da produção e disseminação da informação nas mãos de poucas famílias e grupos econômicos. Vale lembrar que os pontos de TV e rádio das grandes emissoras e difusoras são concessões públicas cujos contratos são totalmente nebulosos. → contas-gestao/p57

[b901] (comunicacao) O fim dos governos militares e a Constituição de 1988 não mudaram esse panorama. Pelo contrário, aprofundou-se a prática de barganha das concessões por apoio político. O PT manteve a prática, distribuindo as concessões de rádio e TV a políticos aliados em todo o país, e destinando bilhões às grandes emissoras como a Globo, Record, SBT e Bandeirantes. Para se ter ideia do tamanho dessa mamata, entre 2003 e 2014, a Record e o grupo Globo receberam R$ 8,4 bilhões do governo federal por publicidade. → contas-gestao/p56

[b902] (comunicacao) No ano de 2016 tivemos um acordo entre os acionistas da RBS e os empresários

[b903] (comunicacao) Lírio Parisotto e Carlos Sanchez, do Grupo NC, juntamente com outros investidores, que selou a venda das operações de televisão, rádio e jornal que atuavam sob a marca RBS em Santa Catarina. Após vir a público a agreção fisíca contra a sua companheira a modelo Luiza Brunet, e de ser processado por ela, o empresário Lírio Parisotto deixou essa sociedade.

[b904] (comunicacao) Assim, temos a NSC como parte de um grande grupo econômico que

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[b907] (comunicacao) atua em outras áreas, seguindo a tendência de maior concentração dos meios de comunicação.

[b908] (comunicacao) Parte fundamental da construção de uma sociedade socialista passa pela democratização da grande mídia. → contas-gestao/p59

[b909] (comunicacao) Defendemos a desconcentração da mídia, hoje na mão de grupos econômicos que controlam toda uma cadeia de redes de televisão e rádio, além de jornais. Defendemos o incentivo às inciativas comunitárias e de organizações de trabalhadores de rádio, TV e jornal. Precisamos também avançar para questionar a propriedade privada dos grandes meios de comunicação, que devem ser controlados pela classe trabalhadora e o povo pobre e da periferia. Vamos conseguir isso através de uma ampla mobilização dos trabalhadores e da juventude. → contas-gestao/p58, contas-gestao/p59

[b913] (comunicacao) Chega de dinheiro para os grandes oligopólios da mídia! → contas-gestao/p56

[b915] (comunicacao) Auditoria e quebra do sigilo dos contratos de concessões públicas para as grandes emissoras de TV e rádio difusoras; → contas-gestao/p57

[b917] (comunicacao) Incentivo às rádios comunitárias; e à produção de áudio e visual nos bairros operários e populares; → contas-gestao/p58

[b919] (comunicacao) Cotas étnico-raciais em todas as produções audiovisuais do estado e do país; → contas-gestao/p60

[b924] (comunicacao) Acesso à concessão de rádio e TV para sindicatos, associações dos bairros populares, movimentos sociais e demais organizações dos trabalhadores como a CSPConlutas. → contas-gestao/p59

FIM — 24 blocos neste arquivo.