Augusto Cury — texto do programa sobre Economia (Presidente, 2026)
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[b149] (economia) O VALOR DA LIBERDADE E MERITOCRACIA: AS TESES DA DIREITA
[b150] (economia) A direita surgiu enfatizando algo fundamental para a sobrevivência das sociedades: a liberdade. Liberdade econômica. Liberdade de empreender. Liberdade de criar.
[b151] (economia) Liberdade de produzir riqueza. Sem liberdade, a criatividade humana enfraquece.
[b152] (economia) Povos excessivamente controlados perdem inovação. A história mostra que sociedades que sufocaram completamente a iniciativa individual frequentemente produziram pobreza, medo e estagnação. A liberdade é um alimento essencial da inteligência humana. Quando ela desaparece, o pensamento adoece.
[b153] (economia) Adam Smith percebeu que indivíduos buscando seus interesses econômicos podem movimentar desenvolvimento coletivo. A livre iniciativa estimulou avanços tecnológicos impressionantes. Empresas criaram soluções extraordinárias. O empreendedorismo gerou empregos. Milhões saíram da pobreza em países que estimularam produção, inovação e mercado. O lucro, quando acompanhado de ética, pode ser poderoso motor de desenvolvimento humano.
[b156] (fiscal) Outro valor importante da direita é a responsabilidade fiscal, embora no Brasil a maior parte dos políticos enquadrados no campo da direta não tenham sido capazes de conduzir o país com essa responsabilidade. Gastar indefinidamente sem equilíbrio econômico produz inflação, endividamento e colapso financeiro. E
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[b159] (fiscal) quando a economia quebra, os pobres sofrem primeiro. Muitos governos prometeram benefícios imediatos ignorando sustentabilidade financeira. O resultado frequentemente foi desemprego, desvalorização da moeda e aumento da pobreza. Sonhos sociais sem planejamento econômico podem transformar esperança em tragédia.
[b160] (economia) A direita também valoriza segurança jurídica e estabilidade institucional e, da mesma maneira, muitos políticos de direita acabaram se desviando desse propósito.
[b161] (economia) Investidores precisam confiar nas regras do jogo. Empreendedores precisam de previsibilidade. Sem segurança institucional, empresas reduzem investimentos. A insegurança afasta crescimento. Países fortes economicamente normalmente possuem instituições relativamente estáveis. O respeito às leis e contratos ajuda sociedades a prosperarem.
[b164] (economia) Mas a direita também possui armadilhas perigosas. Quando transforma o mercado em divindade absoluta, corre o risco de desumanizar relações. Nem tudo pode ser reduzido a lucro. O ser humano não é máquina financeira. Existem dores emocionais que não aparecem nos indicadores econômicos. Existem jovens ricos profundamente deprimidos. Existem empresários milionários emocionalmente falidos. O dinheiro pode comprar conforto, mas não necessariamente saúde emocional.
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[b169] (economia) A direita contemporânea também pode cair na armadilha da insensibilidade emocional. Quando o discurso econômico ignora sofrimento humano, nasce um capitalismo frio. Um sistema econômico eficiente, mas incapaz de acolher vulneráveis, produz desertos afetivos. A produtividade precisa servir ao ser humano e não o contrário. A economia deve ser instrumento da vida, não finalidade absoluta da existência. O próprio capitalismo superou essa barreira com a doutrina do estado de bem-estar social. Em maior ou menor medida, os países capitalistas compreenderam a necessidade de compatibilização do bem-estar social com o lucro para que seja sustentável.
[b170] (economia) Apesar dessas críticas, continuo acreditando profundamente no valor da liberdade econômica, do empreendedorismo e da responsabilidade fiscal. Minha mente reconhece que sociedades sustentáveis precisam produzir riqueza, estimular criatividade e respeitar instituições. O desafio não é destruir o mercado. O desafio é humanizá-lo. Precisamos construir uma economia forte sem perder sensibilidade humana. Precisamos aprender que liberdade e compaixão não são inimigas. São necessidades complementares de uma civilização inteligente.
[b171] (economia) A liberdade econômica, sem gestão da emoção, pode se transformar em egoísmo sofisticado. Mas a proteção social, sem responsabilidade, pode se transformar em dependência coletiva. A mente saudável não escolhe extremos; aprende a integrar forças.
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[b179] (economia) Diversos críticos da desigualdade observaram que sistemas econômicos podem transformar seres humanos em peças substituíveis. Sua crítica ao capitalismo industrial impactou profundamente o mundo moderno. Embora muitas experiências inspiradas em suas ideias tenham produzido regimes autoritários e violentos, algumas de suas perguntas continuam relevantes. O que acontece quando o lucro vale mais que a dignidade humana? O que ocorre quando trabalhadores perdem esperança? O que acontece quando poucos concentram riqueza enquanto milhões vivem sem oportunidades? Ignorar essas perguntas é perigoso. Uma sociedade que despreza a dor social produz instabilidade emocional e violência estrutural. O próprio capitalismo se consolidou de maneira sustentável quando compreendeu a necessidade de cooperação no lugar do conflito permanente.
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[b188] (economia) Entretanto, toda ideologia possui armadilhas. Quando a esquerda hipertrofia o Estado, corre o risco de sufocar criatividade, produtividade e liberdade econômica.
[b189] (economia) Um Estado excessivamente burocrático pode gerar dependência crônica. Pode transformar cidadãos em reféns administrativos. Pode desestimular inovação. Pode punir quem produz. O excesso de controle frequentemente produz corrupção estrutural e ineficiência. Por isso, sensibilidade social sem responsabilidade econômica pode levar ao colapso.
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[b195] (economia) forte que abandona milhões não pode ser considerada plenamente saudável. O progresso verdadeiro precisa incluir dignidade humana. Crescimento econômico sem compaixão produz desertos emocionais.
[b196] (economia) A grande pergunta não é se devemos proteger os vulneráveis. A pergunta correta é como protegê-los sem destruir produtividade, liberdade e sustentabilidade econômica. Vamos construir uma sociedade onde a economia seja forte e o coração humano permaneça vivo. Mostraremos que justiça social e responsabilidade econômica não são inimigas. São pilares complementares de uma civilização madura. O desafio do futuro não será escolher entre mercado e dignidade humana.
[b197] (economia) O desafio será unir ambos com inteligência.
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[b238] (economia) A direita compreendeu corretamente que riqueza precisa ser produzida antes de ser distribuída. Sem produtividade econômica não há arrecadação sustentável. Sem empresas fortes não existem empregos sólidos. Sem responsabilidade fiscal programas sociais entram em colapso. Países que destruíram sua economia em nome de promessas emocionais mergulharam em inflação, desemprego e desesperança. O coração precisa da mente para sobreviver.
[b243] (fiscal) Precisamos de um Estado eficiente, mas não sufocante. Precisamos de liberdade econômica, mas não de abandono social. Precisamos de responsabilidade fiscal, mas também de sensibilidade humana. Precisamos estimular empreendedores, mas proteger vulneráveis. Precisamos combater desperdícios públicos e
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[b246] (fiscal) simultaneamente investir em educação, saúde e oportunidades. A verdadeira inteligência política não escolhe extremos. Escolhe soluções sustentáveis.
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[b313] (economia) O ESTADO, O MERCADO E O SER HUMANO
[b314] (economia) Ao longo da história, a humanidade frequentemente oscilou entre dois extremos perigosos. Em alguns momentos idolatramos o Estado. Em outros idolatramos o mercado. Mas tanto o Estado quanto o mercado são instrumentos humanos.
[b315] (economia) Nenhum deles pode ocupar o centro absoluto da existência. O ser humano deve permanecer acima das ideologias econômicas.
[b316] (economia) O mercado possui enorme capacidade criativa. Empresas inovam. Empreendedores geram empregos.
[b317] (economia) A competição pode estimular avanços tecnológicos impressionantes. A liberdade econômica permitiu crescimento extraordinário em diversas sociedades. Quando pessoas possuem liberdade para criar e produzir, a inteligência humana floresce de maneira admirável.
[b318] (economia) Entretanto, o mercado não possui consciência moral própria. Seu objetivo natural é eficiência e lucro. Por isso precisa ser equilibrado por princípios éticos e responsabilidade social. Quando o lucro se torna finalidade absoluta, pessoas podem ser reduzidas a números. Relações humanas se desumanizam. O dinheiro passa a valer mais que a dignidade humana.
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[b321] (economia) O Estado, por outro lado, surgiu para organizar a vida coletiva. Segurança, justiça, infraestrutura e proteção social dependem de instituições públicas minimamente eficientes. Sem Estado, sociedades mergulham no caos. Mas quando o Estado cresce excessivamente, corre o risco de sufocar liberdade, criatividade e iniciativa individual. O excesso de burocracia paralisa talentos e estimula corrupção.
[b322] (economia) Precisamos compreender que nenhum sistema econômico resolverá completamente os dilemas humanos. Existem empresários emocionalmente falidos. Existem pobres extraordinariamente sábios. Existem países ricos profundamente deprimidos. O sofrimento humano não desaparece apenas com crescimento econômico. A saúde emocional da sociedade depende também de vínculos afetivos, propósito existencial e capacidade de administrar emoções.
[b323] (economia) Precisamos construir um capitalismo humanizado. Um sistema onde produtividade e compaixão coexistam. Onde empresas prosperem sem destruir pessoas. Onde inovação tecnológica seja acompanhada de responsabilidade ética. Onde riqueza seja produzida sem abandono social. Esse talvez seja um dos maiores desafios do século XXI.
[b325] (economia) O governo brasileiro precisa valorizar pequenos empreendedores. Milhões de famílias sobrevivem graças ao trabalho honesto de pessoas que arriscam, criam e produzem. O empreendedorismo não deve ser tratado como inimigo social. Muitos empreendedores geram empregos, ajudam comunidades e sustentam sonhos familiares. Uma nação saudável estimula quem produz riqueza de forma ética.
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[b329] (economia) O grande desafio do país será equilibrar liberdade econômica, eficiência estatal e dignidade humana. Precisamos de um Estado eficiente, mas não sufocante.
[b330] (economia) Precisamos de mercado livre, mas não selvagem. Precisamos compreender que a economia deve servir à vida humana e não transformar seres humanos em servos da economia.
[b331] (economia) O Estado e o mercado devem servir ao ser humano, nunca o substituir. Quando o Estado se torna absoluto, sufoca a liberdade. Quando o mercado se torna absoluto, sufoca a compaixão. A maturidade civilizatória está em colocar a dignidade humana acima dos sistemas.
[b332] (economia) A ferramenta de Gestão da Emoção aqui é a consciência socioemocional aplicada à economia. Cada decisão pública deveria perguntar: isso aumenta a autonomia ou a dependência? Isso estimula a criatividade ou a passividade? Isso humaniza o mercado ou transforma pessoas em números? Isso protege vulneráveis ou apenas produz discursos?
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[b345] (economia) A economia brasileira precisa ser fortalecida com responsabilidade. Não existe justiça social sustentável em economia destruída. Precisamos estimular empreendedorismo, inovação, tecnologia e produtividade. Precisamos reduzir burocracia sufocante. Precisamos simplificar impostos. Precisamos criar ambiente onde empresas possam crescer sem serem esmagadas administrativamente. → economia/p16, economia/p43, economia/p93, economia/p106
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[b367] (economia) Meu coração continua profundamente comprometido com os vulneráveis. Sofro diante da pobreza extrema, da fome, da violência emocional e da desesperança juvenil. Mas minha mente também reconhece que nenhuma sociedade prospera sem produtividade, responsabilidade fiscal e segurança institucional. Precisamos unir compaixão e inteligência econômica. Precisamos reconciliar o coração e a mente da civilização.
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[b458] (fiscal) 1. RESPONSABILIDADE FISCAL E CRESCIMENTO SUSTENTÁVEL
[b459] (fiscal) a) Déficit público próximo de zero durante o mandato
[b460] (fiscal) O equilíbrio das contas públicas será uma prioridade nacional. Um país que gasta continuamente mais do que arrecada compromete o futuro de seus filhos, aumenta os juros, reduz investimentos e limita sua capacidade de crescer. Nossa meta será perseguir o déficit próximo de zero, sem aventuras fiscais, preservando investimentos estratégicos e fortalecendo a confiança dos brasileiros e dos investidores nacionais e internacionais. → economia/p71, economia/p79
[b462] (fiscal) b) Controle rigoroso dos gastos públicos → economia/p71
[b463] (fiscal) O dinheiro público pertence ao cidadão. Cada ministério deverá estabelecer metas de eficiência, redução de desperdícios e avaliação permanente dos resultados. → economia/p7
[b464] (fiscal) Gastos improdutivos serão eliminados e os recursos direcionados para educação, saúde, segurança, infraestrutura e inovação. O Estado deverá gastar melhor, e não simplesmente gastar mais. → economia/p7
[b466] (fiscal) c) Redução gradual e sustentável da dívida pública
[b467] (fiscal) A elevada dívida pública compromete uma parcela significativa dos recursos do país e reduz a capacidade do Estado de investir em áreas essenciais. Nossa proposta é promover sua redução gradual e sustentável, por meio do crescimento econômico, da responsabilidade fiscal, do equilíbrio das contas públicas e da modernização do Estado. Uma trajetória consistente de redução do peso da dívida fortalece a confiança na economia, contribui para a estabilidade fiscal e amplia, ao longo do tempo, a capacidade de investimento do país em áreas estratégicas para o desenvolvimento econômico e social. → economia/p71, economia/p79
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[b475] (economia) Nenhuma nação cresce de forma consistente sem previsibilidade institucional.
[b476] (economia) Defenderemos estabilidade regulatória, respeito aos contratos, fortalecimento das instituições e rapidez na solução de conflitos. Investidores precisam confiar que as regras não mudarão conforme o governo de ocasião, criando um ambiente favorável ao desenvolvimento econômico. → economia/p45
[b479] (tributos) O sistema tributário brasileiro é um dos mais complexos do mundo. Iremos avaliar os impactos da reforma tributária sobre os diferentes setores da economia, com especial atenção às micro e pequenas empresas e aos segmentos estratégicos para o desenvolvimento e a geração de empregos. Caso sejam identificadas distorções ou prejuízos relevantes, serão propostos os ajustes necessários, respeitando os princípios constitucionais e a segurança jurídica. → economia/p107
[b480] (tributos) Defenderemos a simplificação dos tributos, a redução da burocracia, a unificação de procedimentos e a diminuição dos custos de conformidade para empresas e cidadãos. Um sistema tributário mais simples, transparente e eficiente aumenta a competitividade, reduz litígios, favorece o ambiente de negócios e estimula novos investimentos. → economia/p16, economia/p106
[b481] (tributos) Será revisto o atual formato de divisão federativa dos tributos que, atualmente, favorece a União e os Estados desfavorecendo os Municípios. Entendemos que a dor humana, como a saúde, a educação, a segurança, ocorre, em destaque, nos municípios, que carregam a responsabilidade e o custo de lidar com essas dores. → economia/p27
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[b484] (tributos) Portanto, apresentaremos proposta de revisão do pacto federativo no aspecto tributário, o ideal seria menos União Federal e mais municípios. → economia/p27
[b486] (tributos) g) Compromisso com uma carga tributária menor ao fim da transição
[b487] (tributos) A simplificação do sistema tributário já está em curso e será conduzida com responsabilidade até sua implantação plena. Nosso compromisso não será apenas administrar a transição, mas trabalhar para que ela resulte em carga menor para o cidadão e para o setor produtivo. Regimes específicos podem ser legítimos quando atendem a finalidades sociais ou econômicas relevantes, mas todos reduzem a base de incidência e influenciam a alíquota geral paga por todos. Por isso, cada tratamento diferenciado terá seu custo estimado e divulgado de forma clara, permitindo que a sociedade avalie seus benefícios e sua efetividade. Combinada ao controle rigoroso das despesas públicas e ao crescimento da economia, essa transparência permitirá que o Brasil conclua a reforma com uma alíquota-referência inferior à hoje projetada. → economia/p18, economia/p19, economia/p22, economia/p87, economia/p108
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[b514] (economia) Criaremos um banco especializado em financiar pequenos empreendedores, microempresas e startups, oferecendo crédito acessível, orientação técnica e educação financeira. O objetivo será transformar ideias em negócios sustentáveis e ampliar a geração de renda. Além disso, trabalharemos pela simplificação regulatória para esses negócios, garantindo que o empreendedor possa se formalizar com regras claras e sem a burocracia excessiva, com redução do spread bancário para o crédito de menor porte. → economia/p47, economia/p61, economia/p128
[b516] (economia) c) 10 milhões de novos empreendedores
[b517] (economia) Nos próximos anos, o Brasil poderá formar uma das maiores economias empreendedoras do mundo. Nosso plano prevê apoio técnico, crédito, → economia/p65
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[b520] (economia) desburocratização e incentivo à inovação para criar milhões de novos empreendedores capazes de impulsionar o crescimento econômico. → economia/p65
[b525] (economia) e) Simplificação para abertura de empresas
[b526] (economia) Abrir uma empresa deverá ser rápido, simples e digital. Reduziremos exigências desnecessárias, integraremos sistemas públicos e diminuiremos o tempo necessário para formalização de novos negócios, estimulando investimentos e geração de empregos. Esse formato aproxima-se dos grandes programas de governo internacionais, como o Projeto Nacional de Desenvolvimento da Coreia do Sul e os planos estratégicos adotados por países como Singapura e Irlanda. → economia/p47
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[b928] (economia) c) Desenvolvimento com justiça social
[b929] (economia) O crescimento econômico deve caminhar junto com a redução das desigualdades, garantindo oportunidades reais para todos os brasileiros.
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[b1548] (economia) 3. A TESE CENTRAL: FRAGMENTAR PARA INCLUIR
[b1549] (economia) As grandes corporações continuarão crescendo. Elas são necessárias. Elas estruturam a economia, geram tecnologia, produzem escala, mas não podem ser o único eixo de geração de renda.
[b1550] (economia) Precisamos de uma nova arquitetura econômica: uma economia distribuída, fragmentada em milhões de unidades produtivas. Fragmentar não é enfraquecer, é democratizar, é incluir. Uma economia concentrada gera eficiência e uma economia distribuída gera resiliência.
[b1551] (economia) a) Os fundamentos psicológicos da fragmentação
[b1560] (economia) A fragmentação da economia devolve ao indivíduo:
[b1564] (economia) • Capacidade de escrever sua própria história
[b1565] (economia) Empreender não é apenas uma atividade econômica, é uma reconstrução da identidade.
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[b1569] (economia) a) Os fundamentos econômicos da fragmentação
[b1570] (economia) Uma economia baseada em poucos grandes empregadores é vulnerável. Quando esses empregadores automatizam, milhões são afetados simultaneamente. Já uma economia com milhões de micro e pequenos empreendedores: •
[b1572] (economia) Aumenta a capilaridade produtiva •
[b1574] (economia) Gera inovação descentralizada •
[b1588] (economia) 5. A PROPOSTA: MINISTÉRIO DO EMPREENDEDORISMO
[b1589] (economia) Um ministério para preparar o país para a nova economia. Não apenas com crédito, mas com formação, estrutura e transformação mental. → economia/p64
[b1590] (economia) a) Os 10.000 Clubes de Empreendedorismo
[b1591] (economia) Cada escola, universidade, igreja e comunidade terá um núcleo ativo. Esses clubes serão espaços de: → economia/p64
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[b1596] (economia) • Mentoria com empresários locais; → economia/p64
[b1608] (economia) Democratizar o capital é democratizar oportunidades.
[b1609] (economia) • Crédito De Até R$ 20.000,00; → economia/p128
[b1610] (economia) • Juros Civilizados (5% a 6% ao ano); → economia/p128
[b1612] (economia) Cada clube receberá crédito para o desenvolvimento de suas atividades. → economia/p64
[b1615] (economia) Será elevado a um novo patamar: um centro estratégico de formação, acompanhamento e segurança do empreendedorismo nacional. → economia/p66
[b1618] (fiscal) Parte dos lucros das empresas em que a União possui participação será direcionada para políticas públicas voltadas ao empreendedorismo. Transformar uma riqueza concentrada em uma riqueza distribuída. Usar a energia que polui para gerar impacto social que transforma. → economia/p58
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[b1625] (economia) Bem-vindos ao Ministério Revolucionário do empreendedorismo e da economia distribuída!
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[b1774] (economia) O Brasil deve se tornar a nação mais empreendedora do mundo e se preparar para surfar na onda da inteligência artificial e da robótica e não ser afogado no tsunami que ocorrerá nos próximos anos… Líderes são aqueles que se antecipam aos problemas e se prepararam para suportá-los. Assim como as vacinas podem produzir proteção em massa, a vacina econômica do novo ministério do Empreendedorismo e da Economia distribuída poderá proteger a nossa sociedade nos próximos anos… estamos preparados?
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[b1887] (economia) Depois do conhecimento, virá o crédito.
[b1888] (economia) Milhões de brasileiros possuem ideias, talento e disposição para trabalhar, mas não conseguem obter capital a juros compatíveis com um pequeno negócio.
[b1889] (economia) Será estruturado o Banco do Empreendedor, preferencialmente como plataforma nacional de crédito produtivo operada em parceria com instituições financeiras, cooperativas de crédito, bancos públicos, fintechs e agentes locais. → economia/p61, economia/p128
[b1890] (economia) Não queremos criar uma gigantesca estrutura burocrática, mas construir uma grande rede nacional de financiamento produtivo. → economia/p128
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[b1895] (economia) O empreendedor não começará necessariamente recebendo R$ 20 mil. → economia/p63
[b1896] (economia) Poderá existir uma escada de crédito: → economia/p63
[b1901] (economia) O empreendedor que demonstrar utilização produtiva do recurso e bom histórico de pagamento poderá avançar progressivamente. O objetivo será construir histórico financeiro, reduzir inadimplência e aumentar a responsabilidade no uso do dinheiro. → economia/p63
[b1902] (economia) O crédito poderá financiar máquinas, equipamentos, ferramentas, tecnologia, estoque inicial e capital de giro produtivo, segundo regras próprias de cada linha. → economia/p130
[b1903] (economia) META: Financiar pelo menos 2 milhões de pequenos empreendedores e negócios em dez anos. → economia/p63
[b1905] (economia) 5. FUNDO NACIONAL DO EMPREENDEDOR
[b1906] (economia) O Banco do Empreendedor poderá começar com um fundo na ordem de: R$ 30 bilhões a R$ 50 bilhões. Esse dinheiro não será necessariamente gasto e perdido. → economia/p128
[b1907] (economia) Grande parte funcionará como capital rotativo. → economia/p128
[b1908] (economia) O empreendedor recebe, produz, paga o financiamento e o dinheiro retorna para financiar outro brasileiro. → economia/p128
[b1909] (economia) Uma parcela do fundo poderá funcionar como garantia para multiplicar a capacidade de crédito por meio do sistema financeiro. → economia/p73
[b1910] (economia) O governo assumirá apenas parte dos riscos, mantendo incentivos para que as instituições financeiras façam análise responsável das operações. → economia/p73
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[b1954] (fiscal) 10. CUSTO ESTIMADO PARA DEZ ANOS
[b1955] (fiscal) Para planejamento inicial, podemos trabalhar com quatro grandes blocos:
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[b1962] (economia) • Capitalização inicial do Fundo/Banco do Empreendedor: aproximadamente → economia/p128
[b1963] (economia) R$ 30 bilhões a R$ 50 bilhões. → economia/p128
[b1964] (fiscal) Teríamos, portanto, uma ordem de grandeza de: R$ 145 bilhões a R$ 280 bilhões em dez anos. Entretanto, essa cifra não deve ser confundida integralmente com gasto orçamentário.
[b1965] (fiscal) Parte relevante corresponde ao fundo de crédito, cujo capital retorna à medida que os financiamentos são pagos.
[b1966] (fiscal) Além disso, os investimentos poderão ser divididos entre União, Estados, municípios, fundos existentes, bancos públicos, instituições financeiras, setor privado e organismos multilaterais.
[b1967] (fiscal) A estimativa definitiva somente poderá ser produzida após o levantamento nacional dos territórios e a elaboração dos respectivos projetos executivos.
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[b2246] (tributos) Benefícios para produtores próprios; • → economia/p74
[b2247] (tributos) Incentivos especiais para a agricultura familiar. → economia/p74
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[b2528] (economia) O crédito é um dos principais instrumentos de desenvolvimento econômico.
[b2529] (economia) Entretanto, milhões de brasileiros ainda enfrentam juros elevados, burocracia e dificuldade para financiar pequenos negócios.
[b2530] (economia) Por isso, propomos a expansão das cooperativas financeiras para praticamente todos os municípios brasileiros. → economia/p42
[b2531] (economia) As cooperativas de crédito poderão: → economia/p42
[b2533] (economia) • Financiar pequenos empreendedores; → economia/p61, economia/p128
[b2534] (economia) • Fortalecer produtores rurais; → economia/p75
[b2535] (economia) • Manter os recursos circulando nas próprias regiões; → economia/p42
[b2536] (economia) • Democratizar o acesso aos serviços financeiros. → economia/p76
[b2537] (economia) Quando o crédito permanece na comunidade, ele gera um ciclo de desenvolvimento local.
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[b2714] (economia) Nenhum país se torna competitivo apenas pelo talento de seu povo. É necessário criar um ambiente favorável ao investimento.
[b2715] (tributos) Por isso, propomos um modelo regulatório moderno, baseado em segurança jurídica, previsibilidade e simplificação. Entre as principais medidas estão: → economia/p45, industria-ciencia/p16
[b2716] (tributos) • Regime tributário competitivo para empresas exportadoras; → economia/p25, economia/p111
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[b2719] (tributos) • Redução de tributos sobre insumos destinados à produção para exportação; → economia/p25, economia/p111
[b2720] (tributos) • Licenciamento ambiental e industrial com prazos definidos; → economia/p131, ambiente-energia/p12
[b2721] (tributos) • Regulamentação simplificada e digitalizada; → economia/p131
[b2722] (tributos) • Incentivos específicos para empresas de tecnologia, inteligência artificial, robótica e inovação. → economia/p26
[b2723] (tributos) Nosso compromisso é reduzir a burocracia e aumentar a competitividade do Brasil. → economia/p131
[p. 143]
[b2762] (economia) O Brasil não pode continuar assistindo ao crescimento das outras nações enquanto desperdiça seu enorme potencial produtivo.
[b2763] (economia) Chegou o momento de transformar nossa criatividade em inovação, nossa indústria em competitividade e nossa capacidade produtiva em prosperidade.
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[b2766] (economia) Este não é apenas um projeto para aumentar exportações, mas um projeto para reposicionar o Brasil no cenário mundial.
[b2767] (economia) Queremos uma economia aberta, moderna, inovadora e preparada para liderar a nova revolução tecnológica. Porque as grandes nações não esperam o futuro acontecer. Elas constroem o futuro.
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[b3130] (economia) • 10% destinados à criação do Banco Mundial do Empreendedor, oferecendo microcrédito, capacitação e apoio técnico para milhões de pequenos empreendedores, transformando assistência em autonomia econômica. → economia/p69
[b3140] (economia) Por isso, propomos a criação do Banco Mundial do Empreendedor, destinado a financiar pequenos negócios, agricultura, comércio, serviços e inovação, permitindo que milhões de pessoas deixem a condição de dependência para assumir o protagonismo de sua própria história. → economia/p69
FIM — 134 blocos neste arquivo.