Lula — texto do programa sobre Indústria, ciência e tecnologia (Presidente, 2026)

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[p. 9]

[b63] (industria_inovacao) A agenda de Ciência, Tecnologia e Inovação esteve no centro dos ataques negacionistas e dos cortes orçamentários arbitrários que comprometeram a pesquisa científica e o futuro do País.

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[b81] (industria_inovacao) Com a Nova Indústria Brasil - NIB, investimos massivamente em áreas estratégicas e na estrutura produtiva brasileira. Com fortalecimento institucional, diálogo com diferentes atores da sociedade e responsabilidade pública, alcançamos a retomada da produção industrial, recordes de safra, o crescimento das exportações e a retomada dos investimentos públicos e privados.

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[b432] (industria_inovacao) Indústria ainda mais forte, inovadora e verde

[b433] (industria_inovacao) A retomada do crescimento industrial nesse mandato é resultado do enfrentamento do processo de desindustrialização por meio dos investimentos coordenados por uma nova, legítima e indispensável política industrial, a Nova

[b434] (industria_inovacao) Indústria Brasil (NIB). Somente em financiamentos por meio do Plano Mais

[b435] (industria_inovacao) Produção (P+P), a NIB terá disponibilizado R$ 860 bilhões entre 2023 e 2026.

[b436] (industria_inovacao) No próximo ciclo governamental, nosso objetivo central será aprimorar e fortalecer a neoindustrialização, repensando o papel da indústria no Brasil a partir das prioridades da sociedade, de suas contribuições para a melhoria das condições de vida das pessoas, para a geração de empregos decentes e para a prosperidade econômica. O foco estratégico está na inovação, IA, minerais críticos e outros ativos capazes de colocar o Brasil de uma vez por todas como protagonista em áreas portadoras de futuro. → industria-ciencia/p32, industria-ciencia/p33, industria-ciencia/p60, industria-ciencia/p92, industria-ciencia/p111

[b437] (industria_inovacao) Vamos continuar integrando as políticas industrial, científica, tecnológica, de inovação e de comércio exterior, combinando cinco objetivos centrais: elevar a produtividade, agregar valor às cadeias produtivas, fortalecer a soberania tecnológica, gerar empregos qualificados e descarbonizar a economia. → industria-ciencia/p32, industria-ciencia/p40, industria-ciencia/p60, industria-ciencia/p92, industria-ciencia/p111, industria-ciencia/p121

[b438] (industria_inovacao) Além disso, o aumento da capacidade inovativa e da produtividade industrial será fundamental para reduzir pressões inflacionárias e melhorar a inserção externa do Brasil por meio da diversificação de mercados.

[b439] (industria_inovacao) O governo seguirá fortalecendo e ampliando os investimentos em ciência, tecnologia e inovação, área fundamental para fomentar pesquisas que sustentam o desenvolvimento produtivo do país. Essa estratégia se apoia em uma rede articulada de instituições que financiam a inovação e a modernização produtiva; que sustentam o fomento direto à pesquisa e ao desenvolvimento tecnológico; que conectam a ciência ao agronegócio e à indústria, inovando a ampliando a produtividade; e que apoiam a capacitação e a competitividade de micro, pequenas e médias empresas; e que formam talentos e geram o conhecimento. É desse ecossistema que nascerão novas soluções, que permitirão ao Brasil competir em melhores condições. → industria-ciencia/p11, industria-ciencia/p25, industria-ciencia/p72

[b440] (industria_inovacao) Começamos a enfrentar o desafio da repatriação e fixação de talentos científicos, → educacao/p71, industria-ciencia/p101

[p. 51]

[b442] (industria_inovacao) com o Programa Conhecimento Brasil. Já temos 599 pesquisadores aprovados de 2.500 que demonstraram interesse. Daremos sequência a esta ação, para que cientistas brasileiros possam permanecer ou retornar ao Brasil, contribuindo para o desenvolvimento tecnológico e inovação no País. → industria-ciencia/p41, industria-ciencia/p101

[b443] (industria_inovacao) Seguiremos fortalecendo os instrumentos de apoio à indústria. Utilizaremos financiamento direcionado, com soluções inovadoras de parceria entre crédito público e privado, compras públicas, concessões, regulações e benefícios condicionados a conteúdo local, valor agregado nacional, margens de preferência com estímulos para empresas brasileiras. Asseguraremos ainda a continuidade do uso estratégico do FNDCT, que sustentou o maior ciclo de investimentos de → industria-ciencia/p11, industria-ciencia/p26, industria-ciencia/p51, industria-ciencia/p52, industria-ciencia/p60, industria-ciencia/p72, industria-ciencia/p85, industria-ciencia/p95, industria-ciencia/p105, industria-ciencia/p111

[b444] (industria_inovacao) sua história e deixou de ter seus recursos contingenciados.

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[b451] (industria_inovacao) Nosso compromisso será ampliar a produção local em cadeias produtivas estratégicas e fortalecer a inserção do Brasil nas tecnologias da Indústria 4.0, internalizando tecnologias, verticalizando cadeias produtivas e promovendo um amplo processo de digitalização e renovação do maquinário industrial. Nesse esforço, priorizaremos o fortalecimento de setores de alta e média intensidade tecnológica. → industria-ciencia/p33, industria-ciencia/p37, industria-ciencia/p60, industria-ciencia/p97, industria-ciencia/p111

[p. 54]

[b470] (industria_inovacao) Garantiremos a soberania digital para que o Brasil e os brasileiros tenham capacidade de desenvolver, operar, regular e governar tecnologias estratégicas e as infraestruturas críticas das quais dependem a economia, os serviços públicos, a ciência, a defesa e a democracia. Isso também significa assegurar que o ambiente digital esteja submetido às leis brasileiras, proteja os direitos fundamentais e sirva ao interesse público. É esse conjunto de capacidades que garantirá ao país liberdade de escolha e autodeterminação sobre seu futuro digital. → industria-ciencia/p22

[b471] (industria_inovacao) Para que o Brasil ocupe posição de liderança em áreas estratégicas como inteligência artificial, transformação digital, biotecnologia, fármacos avançados e transição energética, precisamos avançar nos elos da cadeia de valor da transformação digital. No próximo ciclo, vamos fomentar o desenvolvimento do ecossistema nacional de tecnologia digital, desde a cadeia de datacenters até os serviços de nuvem, com destaque para o fortalecimento da inteligência artificial desenvolvida por empresas brasileiras. Mobilizaremos investimentos, inovação, compras governamentais e sinergias entre empresas públicas e privadas, universidades e centros de pesquisa, fortalecendo a capacidade nacional nas cadeias digitais. → industria-ciencia/p6, industria-ciencia/p18, industria-ciencia/p51, industria-ciencia/p79, industria-ciencia/p105

[b472] (industria_inovacao) Vamos avançar numa infraestrutura computacional soberana, com supercomputadores desenvolvidos e operados por instituições nacionais. Vamos assegurar que a expansão de data centers e infraestruturas de inteligência artificial seja acompanhada de salvaguardas socioambientais obrigatórias, → industria-ciencia/p19, industria-ciencia/p20, industria-ciencia/p81, industria-ciencia/p119

[p. 55]

[b474] (industria_inovacao) exigindo eficiência energética, utilização progressiva de fontes 100% renováveis e avaliação de impactos sobre o sistema elétrico, hídrico e populações locais. Além disso, a instalação dos datacenters em solo brasileiro deve prever contrapartidas de conteúdo local e capacidade computacional para o mercado interno. → industria-ciencia/p19, industria-ciencia/p119

[b475] (industria_inovacao) Vamos desenvolver e sustentar modelos de linguagem em português e outras línguas, voltados aos problemas do País, apoiados numa plataforma nacional de dados para treinamento e avaliação. Junto disso, estabeleceremos regras e infraestrutura para uma economia de dados. → industria-ciencia/p6, industria-ciencia/p8, industria-ciencia/p68

[b476] (industria_inovacao) Vamos acelerar a difusão da inteligência artificial no setor produtivo, com foco em agro, saúde e serviços financeiros. Vamos investir em instituições públicas de pesquisa e desenvolvimento que já desenvolvem IA e na indústria que produz tecnologia de hardware e software de alto desempenho no país. E vamos levar essa transformação digital à pequena empresa e à economia popular. → industria-ciencia/p1, industria-ciencia/p5, industria-ciencia/p10, industria-ciencia/p62, industria-ciencia/p114

[b477] (industria_inovacao) Também formaremos talentos para consolidar um hub nacional de competências digitais, reforçando a articulação entre polos de inovação, universidades, centros de pesquisa e setor produtivo. → educacao/p15, industria-ciencia/p31, industria-ciencia/p42, industria-ciencia/p91

[p. 57]

[b497] (industria_inovacao) O Brasil é um país de pequenos negócios. Dada a relevância deste segmento para o desenvolvimento de nosso país, é preciso aprofundar o seu fortalecimento nas políticas e planejamento governamental. Vamos transformar as micro e pequenas empresas em protagonistas da inovação, das exportações e da transição verde, fortalecendo o empreendedorismo feminino. → industria-ciencia/p15

[p. 58]

[b504] (industria_inovacao) O Brasil Mais Produtivo (B+P) será ampliado para alcançar mais micro, pequenas e médias empresas e fortalecer o empreendedorismo, especialmente por meio de linhas de crédito voltadas à digitalização e ao aumento da produtividade dessas empresas. → economia/p72, industria-ciencia/p1, industria-ciencia/p15, industria-ciencia/p62

FIM — 24 blocos neste arquivo.