Ronaldo Caiado — texto do programa sobre Indústria, ciência e tecnologia (Presidente, 2026)
Fonte: eleicoes.ai — programas de governo registrados no TSE (eleições 2026). Use SÓ o que está nestes arquivos para falar dos programas; cite o candidato e a página do programa; não recomende voto. Estados possíveis de um candidato numa proposta: PROPÕE (há trecho), PROPÕE O CONTRÁRIO (há trecho que rejeita a mesma medida), NÃO LOCALIZADO (não achamos trecho no programa dele NESTE tema — não é "é contra", e não é prova de que o programa não trata do assunto: o trecho pode estar classificado em outro tema; procure no índice de assuntos e no texto do programa antes de afirmar ausência, e prefira dizer "não localizei").
Este arquivo tem 114 blocos do programa de Ronaldo Caiado, na ordem do documento. [p. N] é a página do PDF registrado no TSE (divulgacandcontas.tse.jus.br/divulga/rest/arquivo/doc/280017106566). "→" marca o bloco que sustenta proposta da comparação (eleicoes.ai/ia/dados/presidente/tema-industria-ciencia).
[p. 3]
[b26] (industria_inovacao) O Brasil voltará a produzir, transformar e inovar. Não aceitaremos continuar exportando minério, grão e conhecimento bruto para importar máquinas, tecnologia e empregos qualificados. O agronegócio, a indústria, a mineração responsável, a energia, a infraestrutura e a ciência serão articulados em uma estratégia nacional de desenvolvimento. A iniciativa privada será o principal motor da economia; ao Estado caberá garantir estabilidade, concorrência, infraestrutura, capital humano, regulação de qualidade e instrumentos para que inovação e investimento de longo prazo aconteçam. → industria-ciencia/p30, industria-ciencia/p124
[p. 15]
[b331] (industria_inovacao) 6. Integrar ciência, inovação e empresas → industria-ciencia/p31
[b332] (industria_inovacao) Dar estabilidade ao FNDCT, modernizar a Lei do Bem, apoiar plantas-piloto, propriedade intelectual, startups e cooperação universidade-empresa, orientando instrumentos à transformação de conhecimento em produtividade e exportação. → industria-ciencia/p12, industria-ciencia/p14, industria-ciencia/p26, industria-ciencia/p31, industria-ciencia/p73, industria-ciencia/p85
[b334] (industria_inovacao) 7. Reindustrializar a partir das vantagens brasileiras → industria-ciencia/p124
[b335] (industria_inovacao) Articular energia limpa, agro, minerais, saúde, defesa, digitalização e bioeconomia para atrair cadeias produtivas, agregar valor no país e gerar empregos qualificados, sem proteção permanente ou escolha arbitrária de empresas. → industria-ciencia/p34, industria-ciencia/p124
[p. 25]
[b555] (industria_inovacao) CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO
[b557] (industria_inovacao) Ciência, tecnologia, inovação e transformação digital serão bases do desenvolvimento, da produtividade e da soberania. O Brasil tem universidades, institutos, empresas e instrumentos relevantes, mas ainda opera com instabilidade, fragmentação e baixa conversão de conhecimento em produtos, empresas e empregos. O plano dará previsibilidade ao financiamento, modernizará os incentivos à inovação, aproximará pesquisadores e empresas e organizará missões nacionais em tecnologias críticas. → industria-ciencia/p22, industria-ciencia/p25, industria-ciencia/p84, industria-ciencia/p90
[b558] (industria_inovacao) A agenda digital combinará capacidade e regras: conectividade significativa, infraestrutura computacional, dados de qualidade, energia limpa, talentos, cibersegurança e governança coordenada. Data centers terão ambiente tributário competitivo e contrapartidas ambientais, tecnológicas e sociais; a inteligência artificial será regulada segundo usos e riscos concretos; e o país criará condições para competir em serviços digitais, semicondutores, sistemas autônomos, espaço e infraestrutura pública digital. → industria-ciencia/p4, industria-ciencia/p18, industria-ciencia/p19, industria-ciencia/p118
[b561] (industria_inovacao) O atraso brasileiro em ciência e tecnologia não vem da falta de capacidade, mas da falta de continuidade. O país gera conhecimento de ponta, porém interrompe o próprio esforço a cada ciclo orçamentário e a cada governo. Sem continuidade não há colheita: pesquisa iniciada não vira produto, talento formado não encontra onde ficar e empresas inovadoras não conseguem planejar investimentos de longo prazo.
[b562] (industria_inovacao) O Brasil não parte do zero. Construiu uma indústria aeronáutica de classe global, tornou-se referência na produção de alimentos, dominou a exploração de petróleo em águas ultraprofundas, foi pioneiro nos biocombustíveis e criou o PIX, o gov.br e o open finance. Onde houve visão, método e continuidade, entregamos tecnologia própria, produtividade e bons empregos. Ainda assim, um dos maiores sistemas de ciência do hemisfério sul não se converte em inovação empresarial na proporção devida.
[b563] (industria_inovacao) Investimos em pesquisa pouco mais de 1% do PIB, contra uma média de 2,7% nos países da OCDE, e o financiamento é instável. A participação privada é inferior à dos países líderes, pressionada por custo de capital elevado, insegurança jurídica e instrumentos que ainda alcançam poucas empresas, especialmente pequenas e médias. O resultado é baixa transformação de pesquisa em escala, mercado e exportação.
[b565] (industria_inovacao) A inteligência artificial reorganiza a competitividade das nações e depende de quatro insumos que o Brasil precisa assegurar: computação, dados, talento e energia. Temos matriz elétrica majoritariamente renovável, litoral conectado por cabos submarinos e um grande mercado, mas tributamos intensamente os equipamentos de data centers, importamos semicondutores e boa parte da tecnologia crítica e ainda não usamos nossos dados públicos como ativo estratégico com governança, segurança e valor para a sociedade.
[b567] (industria_inovacao) Nosso compromisso é construir um país que domine as tecnologias de que depende, forme e retenha os talentos que gera e converta conhecimento em riqueza no próprio território. Ciência será tratada como investimento de longo prazo; a iniciativa privada será protagonista da inovação; e o Estado atuará como → educacao/p71
[p. 26]
[b570] (industria_inovacao) coordenador, regulador de qualidade, primeiro comprador e indutor das capacidades que o mercado sozinho não consegue formar.
[b571] (industria_inovacao) Em Goiás, mostramos que esse caminho funciona. Em 2019, foi criado o Centro de Excelência em Inteligência Artificial em parceria com a Universidade Federal de Goiás. O Estado levou inteligência artificial à escola pública e à administração, aprovou um marco estadual orientado ao fomento e às plataformas de código aberto, apoiou formação e computação dedicada à pesquisa e estimulou cooperação entre universidade, setor público e empresas. Enquanto o debate nacional se concentrava em como restringir a tecnologia, colocamos a tecnologia para produzir resultados. → estado-instituicoes/p89
[b573] (industria_inovacao) 1. Financiamento estável e previsível para a ciência. Assegurar execução plurianual do FNDCT, proteção contra contingenciamentos, governança transparente, avaliação por resultados e estímulo a fundos patrimoniais que deem estabilidade às instituições e aos projetos de longo prazo. → industria-ciencia/p26, industria-ciencia/p29, industria-ciencia/p85
[b574] (industria_inovacao) 2. Inovação empresarial com pontes que funcionam. Modernizar e simplificar a Lei do Bem, ampliar seu alcance a pequenas e médias empresas, dar segurança jurídica aos incentivos, expandir crédito, subvenção, capital de risco e encomendas tecnológicas e medir o sucesso por tecnologia transferida, produto no mercado, produtividade e exportação. → industria-ciencia/p11, industria-ciencia/p12, industria-ciencia/p16, industria-ciencia/p76
[b575] (industria_inovacao) 3. Talento: formar, atrair e reter. Fortalecer ciência, matemática, computação e inteligência artificial desde a educação básica; valorizar bolsas e carreiras; repatriar brasileiros e atrair pesquisadores; apoiar formação nas melhores universidades; e criar contrapartidas que transformem o investimento público em capacidade nacional. → industria-ciencia/p41, industria-ciencia/p42, industria-ciencia/p100, industria-ciencia/p101, industria-ciencia/p122
[b577] (industria_inovacao) 5. Inteligência artificial: desenvolvimento antes da dependência. Adotar marco legal centrado no uso, no dano e no risco concreto, com transparência, responsabilização e não discriminação, supervisão dos reguladores setoriais, coordenação central leve, ambientes experimentais e tratamento proporcional para pesquisa e pequenas empresas. O objetivo será proteger direitos sem licenciar a matemática nem bloquear a inovação. → industria-ciencia/p3, industria-ciencia/p4
[b578] (industria_inovacao) 6. Infraestrutura computacional e política competitiva para data centers. Criar regime tributário estável para bens de capital e serviços de data center, coerente com a reforma tributária, condicionado a energia nova e renovável, eficiência hídrica com métricas públicas e resfriamento de ciclo fechado, reserva de capacidade para universidades, pesquisa e empresas brasileiras, qualificação e emprego local e investimento na rede elétrica. → industria-ciencia/p18, industria-ciencia/p19, industria-ciencia/p118
[b579] (industria_inovacao) 7. Dados e modelos como ativos estratégicos. Organizar bases públicas de qualidade, interoperáveis e documentadas, com proteção de dados, segurança e regras claras de acesso; ampliar conteúdos e modelos em português; e garantir capacidade computacional de alto desempenho para universidades, saúde, pesquisa, empresas e serviços públicos. → industria-ciencia/p6, industria-ciencia/p8, industria-ciencia/p20, industria-ciencia/p82
[p. 27]
[b586] (industria_inovacao) 12. Semicondutores e computação quântica: presença na fronteira. Construir capacidade nacional de forma gradual, priorizando etapas em que o Brasil possa competir, apoiar nichos estratégicos com Finep e BNDES, desenvolver fornecedores e reduzir dependência em componentes críticos, ao mesmo tempo em que o país participa da pesquisa e das aplicações emergentes em computação quântica. → industria-ciencia/p45, industria-ciencia/p47
[b587] (industria_inovacao) 13. Inteligência artificial, robótica e sistemas autônomos a serviço do país. Aplicar essas tecnologias à saúde, educação, agronegócio, segurança, Justiça, logística e gestão pública; estimular a indústria nacional de automação e aeronaves remotamente pilotadas; e usar compras públicas competitivas como primeira demanda para soluções brasileiras. → liberdade-expressao-digital/p32, industria-ciencia/p5, industria-ciencia/p51, industria-ciencia/p53, industria-ciencia/p117
[b588] (industria_inovacao) 14. Espaço, 6G e autonomia em posicionamento. Estimular satélites de observação, comunicações e defesa, inclusive órbita baixa para áreas remotas; consolidar Alcântara como espaçoporto; retomar veículos lançadores; adensar a indústria nacional; preparar o país para o 6G; e assegurar redundância de navegação e posicionamento sobre o território, a Amazônia Azul e a América do Sul. → industria-ciencia/p23, industria-ciencia/p58, industria-ciencia/p110
[b589] (industria_inovacao) 15. Infraestrutura pública digital e diplomacia tecnológica. Transformar PIX, gov.br, open finance e outras soluções brasileiras em instrumentos de cooperação e exportação; diversificar parcerias de computação e tecnologia; liderar coalizões de potências médias para ampliar o acesso global à capacidade computacional; e usar a política externa para atrair investimento, conhecimento e mercado. → industria-ciencia/p24
[b590] (industria_inovacao) 16. Ciência e inovação como política de Estado. Concentrar missões em bioeconomia, agricultura digital, saúde, transição energética, cibersegurança, semicondutores, economia espacial e serviços digitais, com metas públicas, avaliação independente, continuidade entre governos e prestação de contas sobre impacto tecnológico, econômico, social e regional. → industria-ciencia/p29
[b591] (industria_inovacao) Lema: o mesmo país que fez o avião, o agronegócio, o pré-sal, o etanol e o PIX pode ir muito além. Vamos transformar ciência, energia, dados e talento em soberania, produtividade e empregos, para que o Brasil seja produtor, e não apenas consumidor, da tecnologia do século XXI.
[b593] (industria_inovacao) • Investimento em P&D e previsibilidade do FNDCT.
[b594] (industria_inovacao) • Empresas usuárias da Lei do Bem, com participação de pequenas e médias empresas.
[b596] (industria_inovacao) • Investimentos em data centers e cumprimento das contrapartidas energéticas, hídricas, tecnológicas e de qualificação.
[b597] (industria_inovacao) • Capacidade computacional disponível para pesquisa, empresas e serviços públicos.
[b598] (industria_inovacao) • Adoção responsável de IA, produtividade gerada e participação de soluções brasileiras.
[b602] (industria_inovacao) • Patentes, licenças, transferência tecnológica e startups deep tech que chegam à escala e ao mercado.
[b604] (industria_inovacao) COMPROMISSO: transformar conhecimento e infraestrutura digital em soluções, empresas, produtividade e soberania, com ciência livre, inovação competitiva, direitos protegidos e avaliação rigorosa do dinheiro público.
[p. 42]
[b921] (industria_inovacao) INDÚSTRIA: O BRASIL QUE PRODUZ, INOVA E
[b924] (industria_inovacao) O Brasil precisa voltar a crescer de forma sustentada, gerar empregos de qualidade, elevar a renda das famílias e reduzir dependências externas. O investimento produtivo será o principal motor de uma economia moderna, inovadora, sustentável e competitiva.
[b925] (industria_inovacao) A política industrial será uma política permanente de Estado, integrada à estabilidade macroeconômica, ao equilíbrio fiscal e ao protagonismo da iniciativa privada. O governo coordenará crédito, inovação, formação, energia, compras públicas e comércio exterior, com prioridades transparentes, contrapartidas verificáveis e avaliação de resultados. → industria-ciencia/p32
[b928] (industria_inovacao) O Brasil precisa voltar a crescer de forma sustentada, gerando empregos de qualidade, aumentando a renda da população e reduzindo nossa dependência externa. Nosso compromisso é construir uma economia moderna, inovadora, sustentável e competitiva, onde o investimento produtivo volte a ser o principal motor do desenvolvimento.
[b929] (industria_inovacao) Nosso governo fará da política industrial uma política permanente de Estado, integrada à estabilidade macroeconômica, ao equilíbrio fiscal e ao fortalecimento da iniciativa privada. → industria-ciencia/p32
[b930] (industria_inovacao) O mundo vive uma reorganização rara da produção. As grandes economias voltaram a disputar ativamente onde as fábricas se instalam, e dois critérios passaram a definir competitividade: a descarbonização, que valoriza o produto feito com energia limpa e lhe abre os mercados mais exigentes, e a digitalização, que reorganiza a manufatura em torno de automação, dados e inteligência artificial. Guerras, crises sanitárias e disputas comerciais mostraram que depender do exterior para máquinas, componentes e insumos essenciais pode significar escassez, alta de preços e paralisação da produção. Poucos países estão tão bem posicionados quanto o Brasil para aproveitar esse movimento.
[b931] (industria_inovacao) É preciso, porém, reconhecer o tamanho do desafio. A indústria de transformação perde participação no PIB há quatro décadas e representa hoje menos de 15% do PIB, e o país recuou de forma expressiva no ranking mundial de complexidade econômica, que mede a capacidade de produzir e exportar bens diversificados e sofisticados. Em 2025, as indústrias extrativas cresceram 8,6% enquanto a de transformação recuou 0,2%: passamos a extrair mais e a transformar menos, exportando recursos com pouco processamento e importando as tecnologias de maior valor. Não é falta de vocação. Essa perda de densidade decorre de Custo Brasil, tributação complexa e cumulativa, custo de capital entre os mais altos do mundo, logística cara, insegurança jurídica e burocracia, agravada pela fragmentação da agenda pública, em que inovação, formação, energia e comércio exterior funcionam como políticas separadas quando deveriam apontar para uma mesma estratégia nacional.
[b932] (industria_inovacao) As micro e pequenas empresas desempenham papel relevante na economia brasileira e na geração de empregos formais, representando quase 60% de todos os empregos criados no primeiro semestre de 2026. No setor industrial, esses negócios também integram a estrutura produtiva do país, embora muitas micro e pequenas indústrias enfrentem desafios relacionados à modernização tecnológica, ao acesso a crédito e à inserção em mercados mais amplos.
[b934] (industria_inovacao) 1. Política industrial como política de Estado → industria-ciencia/p32
[b935] (industria_inovacao) Dar à indústria a continuidade e a coordenação que ela nunca teve, com regras que atravessem governos e uma direção única para as políticas que hoje andam separadas. → industria-ciencia/p32
[b936] (industria_inovacao) • Promover o desenvolvimento de uma política industrial nacional, garantindo continuidade entre governos. → industria-ciencia/p32
[p. 43]
[b939] (industria_inovacao) • Integrar todas as políticas de inovação, financiamento, ciência e tecnologia e comércio exterior - inclusive com modernização dos mecanismos de defesa comercial amparados nos compromissos de ESG – sob uma única estratégia nacional. → industria-ciencia/p32
[b940] (industria_inovacao) • Implantar sistema permanente de avaliação de resultados, metas e indicadores de produtividade. → industria-ciencia/p29
[b941] (industria_inovacao) • Selecionar prioridades nacionais por critérios transparentes: vantagens reais do país, potencial de agregar valor e risco da dependência externa com apoio sempre condicionado a contrapartida verificável e prazo definido: a estratégia indica rumos duradouros, não protege empresas específicas. → industria-ciencia/p34
[b942] (industria_inovacao) 2. Fortalecer o investimento produtivo e modernizar a indústria brasileira → industria-ciencia/p35
[b943] (industria_inovacao) Baratear e alongar o capital que moderniza a fábrica, e reconhecer as novas formas de investir, para que grandes e pequenos possam renovar seu parque produtivo. → industria-ciencia/p35
[b944] (industria_inovacao) • Ampliar significativamente o crédito de longo prazo para investimento produtivo. → industria-ciencia/p35
[b945] (industria_inovacao) • Estabelecer programa definitivo de depreciação acelerada para modernização industrial (PL 473/2026), inclusive para pequenas e médias empresas. → industria-ciencia/p35
[b946] (industria_inovacao) • Criar um grande programa nacional de renovação e modernização do parque fabril. → industria-ciencia/p35
[b947] (industria_inovacao) • Estimular o investimento privado em automação, digitalização e Indústria 4.0, incluindo o retrofit digital de máquinas e linhas já existentes. → industria-ciencia/p37
[b948] (industria_inovacao) • Mobilizar mercado de capitais para financiar projetos industriais de longo prazo. → industria-ciencia/p35
[b949] (industria_inovacao) • Assegurar e fortalecer os recursos direcionados para apoio ao investimento produtivo e à inovação tecnológica, como os destionados ao BNDES por meio do FAT e à FINEP por meio do FNDCT. → industria-ciencia/p11, industria-ciencia/p26, industria-ciencia/p85
[b950] (industria_inovacao) 3. Colocar inovação e tecnologia no centro do crescimento
[b951] (industria_inovacao) Transformar o conhecimento que o Brasil já produz em produtos, produtividade e empresas competitivas, com o setor privado como protagonista. → industria-ciencia/p30
[b952] (industria_inovacao) • Ampliar de forma consistente os investimentos públicos e privados em pesquisa, desenvolvimento e inovação, com trajetória plurianual definida e prestação de contas anual. → industria-ciencia/p25
[b953] (industria_inovacao) • Ampliar o ecossistema de PD&I e o desenvolvimento e extensão em tecnologia e inovação, com integração entre a EMBRAPII, universidades, institutos de ensino tecnológico e empresas, incluindo uma rede nacional de fábricas-modelo e plantas-piloto abertas ao uso pelas pequenas e médias indústrias. → industria-ciencia/p31
[b954] (industria_inovacao) • Aprimorar, por meio de políticas públicas, os programas nacionais de inteligência artificial, semicondutores, robótica e automação industrial, biotecnologia, novos materiais e manufatura avançada, incluindo manufatura aditiva e construção industrializada e modular. → industria-ciencia/p37, industria-ciencia/p45
[b955] (industria_inovacao) • Desenvolver a cadeia nacional de bens de capital e automação: máquinas, robôs, sensores, sistemas de controle e software industrial, elevando a densidade robótica brasileira aos padrões das economias industriais de referência. → industria-ciencia/p38
[b956] (industria_inovacao) 4. Reindustrialização a partir de eixos de oportunidade e transformação produtiva → industria-ciencia/p60
[b957] (industria_inovacao) Concentrar esforços nas cadeias capazes de elevar a produtividade, reduzir dependências e ampliar exportações, em oito eixos de futuro: → industria-ciencia/p124
[b958] (industria_inovacao) • Segurança energética, transição e indústria de baixo carbono → industria-ciencia/p40, industria-ciencia/p121
[b959] (industria_inovacao) • Infraestrutura resiliente, mobilidade e cidades → industria-ciencia/p60
[b960] (industria_inovacao) • Computação soberana, conectividade e inteligência produtiva → industria-ciencia/p20, industria-ciencia/p22, industria-ciencia/p84
[b961] (industria_inovacao) • Saúde, longevidade e economia do cuidado
[b962] (industria_inovacao) • Bioeconomia, alimentos, água e biossegurança → industria-ciencia/p60
[b963] (industria_inovacao) • Minerais estratégicos, novos materiais e circularidade
[b964] (industria_inovacao) • Defesa, segurança econômica e tecnologias de uso dual
[b965] (industria_inovacao) • Manufatura avançada, bens de capital e automação → industria-ciencia/p38
[b966] (industria_inovacao) Cada eixo, que mobiliza distintas cadeias produtivas, contará com instrumentos específicos de crédito, inovação, compras públicas, desenvolvimento tecnológico e formação profissional. → industria-ciencia/p60
[b967] (industria_inovacao) 5. Fazer do Estado um parceiro do desenvolvimento
[b968] (industria_inovacao) Usar o poder de compra e a encomenda do Estado para criar mercado inicial para a inovação nacional e adensar a cadeia de fornecedores do país. → industria-ciencia/p51
[b969] (industria_inovacao) • Utilizar o poder de compra governamental para estimular inovação e produção nacional. → industria-ciencia/p51
[p. 44]
[b972] (industria_inovacao) • Priorizar produtos desenvolvidos e fabricados no Brasil, utilizando a valorização da produção e da tecnologia nacionais como motor para o adensamento tecnológico, com prazo definido e contrapartida de transferência de tecnologia. → industria-ciencia/p107
[b973] (industria_inovacao) • Expandir as encomendas tecnológicas para áreas estratégicas, criando demanda inicial por soluções nacionais de automação, robótica e software industrial. → industria-ciencia/p38, industria-ciencia/p51, industria-ciencia/p53
[b974] (industria_inovacao) • Estimular maior integração entre grandes e pequenas indústrias, com instrumentos específicos de política industrial. → industria-ciencia/p15, industria-ciencia/p74
[b975] (industria_inovacao) • Tratar a carteira de obras de infraestrutura como âncora de demanda da indústria nacional de máquinas, equipamentos e implementos, com publicação antecipada do cronograma físico, qualificação e certificação de fornecedores nacionais e financiamento à aquisição de bens de capital em prazo compatível com o dos contratos de obra.
[b976] (industria_inovacao) 6. Liderar a transição energética e a indústria verde → industria-ciencia/p40, industria-ciencia/p121
[b977] (industria_inovacao) Transformar a liderança ambiental brasileira em liderança industrial, atraindo a produção que o mundo quer descarbonizar. → industria-ciencia/p40, industria-ciencia/p121
[b978] (industria_inovacao) • Desenvolver cadeias industriais ligadas à descarbonização. → industria-ciencia/p40, industria-ciencia/p121
[b979] (industria_inovacao) • Expandir investimentos em hidrogênio de baixa emissão, biometano, combustível sustentável de aviação, biocombustíveis, baterias e minerais estratégicos. → industria-ciencia/p40, industria-ciencia/p104, industria-ciencia/p121, ambiente-energia/p115
[b980] (industria_inovacao) • Atrair investimentos internacionais intensivos em energia limpa.
[b981] (industria_inovacao) • Apoiar projetos industriais de baixa emissão de carbono. → industria-ciencia/p40, industria-ciencia/p121
[b982] (industria_inovacao) 7. Digitalizar a indústria e ampliar o uso da Inteligência Artificial → industria-ciencia/p37
[b983] (industria_inovacao) Acelerar a transformação digital da indústria, com prioridade para as pequenas e médias empresas, e fazer da inteligência artificial um vetor de produtividade. → industria-ciencia/p1
[b984] (industria_inovacao) • Criar um Programa Nacional de Indústria 4.0 e de IA, com prioridade para as pequenas e médias empresas e metas de adoção por porte e por setor. → industria-ciencia/p2
[b985] (industria_inovacao) • Oferecer crédito, incentivos e garantias para a aquisição de softwares, equipamentos e soluções de inteligência artificial. → industria-ciencia/p62
[b986] (industria_inovacao) • Expandir o programa de digitalização, com trilha específica de IA, automação e análise de dados, e apoiar diretamente as pequenas e médias indústrias por meio de vouchers de digitalização, com diagnóstico de maturidade, plano de implantação e contrapartida privada. → industria-ciencia/p1, industria-ciencia/p2
[b987] (industria_inovacao) • Fortalecer a capacitação de empresários e trabalhadores em IA, em parceria com SENAI, EMBRAPII, universidades e institutos tecnológicos. → industria-ciencia/p2, trabalho-previdencia/p69, trabalho-previdencia/p73
[b988] (industria_inovacao) • Estimular startups e empresas nacionais desenvolvedoras de soluções de IA para a indústria. → industria-ciencia/p6, industria-ciencia/p14, industria-ciencia/p73
[b989] (industria_inovacao) • Ampliar a infraestrutura digital, incluindo 5G, data centers, computação em nuvem e cibersegurança industrial, inclusive dos sistemas de tecnologia operacional que controlam as plantas. → industria-ciencia/p23
[b990] (industria_inovacao) • Adotar padrões abertos de interoperabilidade industrial como critério no financiamento público, evitando que a digitalização crie dependência de fornecedores e de sistemas fechados. → industria-ciencia/p39
[b991] (industria_inovacao) • Estimular os gêmeos digitais, a manutenção preditiva e a rastreabilidade de ponta a ponta, apoiados em espaços de dados industriais setoriais que permitam o compartilhamento seguro de informações entre grandes empresas e seus fornecedores, com governança clara e soberania sobre os dados. → industria-ciencia/p37
[p. 45]
[b1015] (industria_inovacao) Nosso governo acredita que desenvolvimento econômico não se faz escolhendo entre Estado ou mercado.
[b1016] (industria_inovacao) O Brasil precisa de um Estado eficiente, capaz de coordenar investimentos, reduzir riscos e criar oportunidades para que o setor privado produza, invista e inove.
[b1017] (industria_inovacao) Nosso compromisso é construir uma economia moderna, sustentável e competitiva, capaz de recolocar a indústria como protagonista do crescimento, ampliar a produtividade, gerar empregos qualificados e elevar a renda das famílias brasileiras.
[b1018] (industria_inovacao) A nova industrialização será o caminho para um Brasil mais forte, mais inovador e preparado para liderar a economia do século XXI.
[b1020] (industria_inovacao) • Investimento industrial, produtividade e participação da indústria de transformação no PIB.
[b1021] (industria_inovacao) • Complexidade econômica, conteúdo tecnológico e participação de manufaturados nas exportações.
[b1022] (industria_inovacao) • Investimento empresarial em PD&I, adoção de inteligência artificial e digitalização por porte de empresa.
[b1023] (industria_inovacao) • Modernização de pequenas e médias indústrias, acesso a garantias e integração a cadeias de fornecedores.
[b1024] (industria_inovacao) • Investimento privado adicional mobilizado por real de apoio público e taxa de projetos que chegam à escala comercial.
[b1025] (industria_inovacao) • Emprego industrial qualificado, salários, matrículas e conclusão da educação técnica e profissional.
[b1026] (industria_inovacao) • Intensidade energética, emissões e participação de produtos industriais certificados como de baixo carbono.
[b1028] (industria_inovacao) COMPROMISSO: construir uma economia moderna, sustentável e competitiva, com um Estado eficiente que coordene e reduza riscos para que o setor privado produza, invista, inove, gere empregos qualificados e eleve a renda das famílias brasileiras.
[p. 65]
[b1469] (industria_inovacao) 7. Polos produtivos, indústria e pequenas empresas → economia/p68
[b1470] (industria_inovacao) Apoiar cadeias em que a região já tem competência ou vantagem: agroindústria, alimentos, têxtil e vestuário, calçados, saúde, petroquímica, fertilizantes, defesa, tecnologia digital, renováveis e economia do mar. Criar programas de fornecedores, certificação, digitalização, crédito e exportação para micro, pequenas e médias empresas, com integração a grandes investimentos. → economia/p68, exterior-defesa/p7, industria-ciencia/p15, industria-ciencia/p74
[p. 70]
[b1594] (industria_inovacao) 6. Transformar biodiversidade em ciência e inovação
[b1595] (industria_inovacao) Criar uma Rede Amazônica de Biotecnologia, Nanotecnologia, Propriedade Intelectual e Repartição de Benefícios, conectando universidades, institutos, empresas, comunidades tradicionais e órgãos federais. → industria-ciencia/p50
[b1596] (industria_inovacao) Apoiar bioprospecção, laboratórios, bancos de amostras, pesquisa aplicada, provas de conceito, propriedade intelectual, startups e transferência tecnológica, respeitando o patrimônio genético, o conhecimento tradicional e a repartição de benefícios. → industria-ciencia/p14, industria-ciencia/p50, industria-ciencia/p73
[b1597] (industria_inovacao) Implantar infraestrutura digital pública e auditável para rastrear pesquisas, acesso aos recursos genéticos e produtos desenvolvidos, permitindo o uso de tecnologias de registro distribuído quando tecnicamente justificadas. → industria-ciencia/p50
FIM — 114 blocos neste arquivo.