Leandro Grass — texto do programa sobre Infraestrutura, transporte e mobilidade (Governador — DF, 2026)
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[b54] (mobilidade) • Mobilidade: “Falta ônibus depois das 22h e é inseguro para mulheres”. Somado à demanda por expansão do metrô para a Asa Norte, cuja primeira estação, até o HRAN, já tem estudos concluídos.
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[b81] (mobilidade) Devolver o tempo do trabalhador. Quem mora na periferia perde horas de vida todo dia no caminho para o centro, tempo roubado da família, do descanso, do lazer, da vida. É tempo de devolver esse tempo, com ampliação do horário das linhas, o avanço dos estudos e da captação de recursos para levar o metrô a outras regiões, novos modelos de trilhos, o corredor seguro e iluminado, a cidade que aproxima o emprego da casa para o trabalhador não precisar atravessar o DF inteiro. → infraestrutura-mobilidade/p1, infraestrutura-mobilidade/p18, infraestrutura-mobilidade/p47
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[b92] (mobilidade) 1. TARIFA ZERO E TRANSPORTE QUE FUNCIONA
[b93] (mobilidade) O maior programa de barateamento do custo de vida do DF: implantar a tarifa zero de forma progressiva e gradual, ampliando linhas e devolvendo recursos ao bolso de quem depende do ônibus, com ônibus depois das 22h, o reforço do transporte na região norte e paradas iluminadas. → infraestrutura-mobilidade/p19, infraestrutura-mobilidade/p26, infraestrutura-mobilidade/p29
[p. 16]
[b174] (mobilidade) Costurar numa rede só o que hoje é pedaço solto, resolvendo o imediato (ônibus à noite, integração, segurança no trajeto) enquanto se executa a rede. → infraestrutura-mobilidade/p11, infraestrutura-mobilidade/p19, infraestrutura-mobilidade/p80
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[b513] (mobilidade) 7. Transporte seguro: parada noturna segura, iluminação de pontos e protocolo contra importunação, ampliando a Lei 6.282/2019, de Leandro Grass. → infraestrutura-mobilidade/p26, infraestrutura-mobilidade/p72
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[b537] (mobilidade) 3. Parada Segura no transporte noturno: desembarque fora do ponto oficial, no local mais próximo e seguro do trajeto, de baixo custo e efeito imediato no trecho final até em casa. → infraestrutura-mobilidade/p73
[b538] (mobilidade) 4. Caminho Seguro até o transporte: requalificar entornos de terminais e paradas com iluminação, comércio e serviços. → infraestrutura-mobilidade/p75
[b539] (mobilidade) 5. Protocolo contra a importunação no transporte: capacitação de operadores, canal de denúncia simples (app e número curto), sinalização e fluxo que não deixe a vítima sozinha, ampliando a Lei 6.282/2019, de Leandro Grass. → infraestrutura-mobilidade/p72
[b540] (mobilidade) 6. Botão de apoio nos terminais: pontos de referência confiáveis (bilheteria, agente, comércio credenciado) para abrigo imediato, com acionamento claro da segurança. → infraestrutura-mobilidade/p74
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[b870] (mobilidade) Devolver o tempo do trabalhador
[b871] (mobilidade) Quem mora na periferia perde horas de vida todo dia no caminho para o centro, tempo roubado da família, do descanso, do lazer, da vida. É tempo de devolver esse tempo, com o ônibus depois das 22h, o avanço dos estudos e da captação de recursos para levar o metrô à Asa Norte, o corredor seguro e iluminado, a cidade que aproxima o emprego da casa para o trabalhador não precisar atravessar o DF inteiro. → infraestrutura-mobilidade/p4, infraestrutura-mobilidade/p47
[b873] (mobilidade) Mobilidade (Brasília Integrada) · Sistema de Centralidades (dimensão de circulação)
[b875] (mobilidade) Audiências itinerantes de mobilidade e Planos Diretores Locais por RA: o traçado do ônibus, o corredor e a moradia se decidem com quem pega a fila todo dia. → infraestrutura-mobilidade/p46
[b878] (mobilidade) MOBILIDADE: DF INTEGRADO E NOS TRILHOS
[b880] (mobilidade) A mobilidade está entre os problemas que mais pesam na vida cotidiana do DF, e 65% dos eleitores avaliam o transporte público como ruim ou péssimo. O diagnóstico oficial do GDF (Produto 2 do PDTU/PMUS, FEPESE/UFSC, 2024) identifica como questão central a falta de integração entre modais, tarifas, o Distrito Federal e o Entorno. Brasília foi desenhada com forte dependência do carro e concentração de atividades no Plano Piloto. Quem mora nas demais cidades e no Entorno sente essa estrutura no tempo de deslocamento e no orçamento familiar.
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[b882] (mobilidade) Os números oficiais expõem o tamanho do problema:
[b883] (mobilidade) • Metrô concentrado: só 27 estações em duas linhas, atendendo 6 das 35 RAs, com 32 trens.
[b884] (mobilidade) Planaltina, Sobradinho, Paranoá, Itapoã, São Sebastião e boa parte do Gama não têm trilho nenhum.
[b885] (mobilidade) • Frota de baixa capacidade: 2.995 ônibus, mas só cerca de 5% articulados ou padron, para uma metrópole de quase 3 milhões.
[b886] (mobilidade) • Tarifa do Entorno, uma bomba de desigualdade: dentro do DF a passagem vai de R$ 2,70 a
[b887] (mobilidade) R$ 5,50. De Cidade Ocidental chega a R$ 17,05, mais de R$ 680 por mês só para ir e voltar do trabalho.
[b888] (mobilidade) Integração capada: o bilhete integrado limita acessos, não deixa voltar à origem e cobra até R$ 5,50, o oposto de uma rede única.
[b889] (mobilidade) Cidade ativa desconectada: 2ª maior malha cicloviária do país (689 km), mas sem amarrar as cidades ao centro e aos terminais. Caminhabilidade ruim e atropelamentos fatais nas rodovias.
[b892] (mobilidade) Costurar numa rede só o que hoje é pedaço solto, resolvendo o imediato (ônibus à noite, integração, segurança no trajeto) enquanto se executa a rede de 395,9 km que já está planejada e projetada e já tem R$ 3,2 bilhões do Novo PAC reservados. Integrar é, na vida das pessoas, chegar mais rápido e gastar menos. → infraestrutura-mobilidade/p9, infraestrutura-mobilidade/p11, infraestrutura-mobilidade/p80
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[b895] (mobilidade) • Tarifa zero progressiva e gradual, com mais linhas e mais frequência → infraestrutura-mobilidade/p18, infraestrutura-mobilidade/p29
[b896] (mobilidade) • Ônibus operando depois das 22h e paradas iluminadas → infraestrutura-mobilidade/p19, infraestrutura-mobilidade/p26
[b897] (mobilidade) • Início da execução da rede de 395,9 km já planejada (metrô, VLT, BRT) → infraestrutura-mobilidade/p1, infraestrutura-mobilidade/p9
[b898] (mobilidade) • Reduzir à metade as mortes no trânsito, hoje em 271 por ano, com foco nos motociclistas → infraestrutura-mobilidade/p60
[b900] (mobilidade) • Novos trens para o metrô, com redução do intervalo entre composições → infraestrutura-mobilidade/p5
[b901] (mobilidade) • Trânsito inteligente reduzindo o tempo de percurso nas principais vias → infraestrutura-mobilidade/p39
[b903] (mobilidade) Não estamos inventando um plano do zero. Estamos prontos para executar um que ficou parado na gaveta. O PMUS-DF, detalhado no Estudo Nacional de Mobilidade Urbana (BNDES/Ministério das Cidades), já mapeou uma rede de 395,9 km (76,1 km de metrô, 190,7 km de VLT e 129,1 km de BRT), com R$ 12,4 bilhões já orçados. O trem Luziânia–Brasília já está projetado e entre os seis pilotos ferroviários prioritários do país. Falta quem priorize, acelere e integre tudo numa rede só.
[b906] (mobilidade) Passe Livre DF: Tarifa zero implantada de forma progressiva e gradual, sustentável e ancorada em fonte estável de custeio. Tarifa zero sozinha não resolve, porque de nada adianta o ônibus ser de graça se ele não passa na sua rua ou demora uma hora. Por isso a gratuidade caminha junto com a ampliação da rede, com mais linhas, mais frequência e novos itinerários para as regiões hoje mal servidas, principalmente nas periferias e nas áreas rurais. → infraestrutura-mobilidade/p18, infraestrutura-mobilidade/p29, infraestrutura-mobilidade/p30
[b907] (mobilidade) 2. DF nos Trilhos: Concluir e ampliar o metrô (extensão de Samambaia, já contratada, avanço para Ceilândia e, condicionada à captação de recursos federais, a primeira estação da Asa Norte, ligando a Estação Central ao HRAN, cujos estudos já estão concluídos), destravar o VLT da W3 e do Eixo Aeroporto respeitando o tombamento e levar o VLT às cidades. Entra também a compra de novos trens para o metrô, hoje o gargalo que faz o passageiro esperar na plataforma e viajar espremido. Com mais composições, o intervalo entre trens cai e a viagem encurta, sem depender de obra nova. → infraestrutura-mobilidade/p1, infraestrutura-mobilidade/p2, infraestrutura-mobilidade/p4, infraestrutura-mobilidade/p5, infraestrutura-mobilidade/p6
[b908] (mobilidade) 3. Corredor Rápido: Implantar os eixos Norte, Oeste e Sudoeste e as ligações interestaduais → infraestrutura-mobilidade/p20, infraestrutura-mobilidade/p21, infraestrutura-mobilidade/p22, infraestrutura-mobilidade/p38, infraestrutura-mobilidade/p85
[b909] (mobilidade) (BRT Luziânia e Águas Lindas), com terminal na divisa de Santa Maria e Valparaíso, com → infraestrutura-mobilidade/p38
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[b911] (mobilidade) faixa exclusiva, semáforo inteligente, embarque em nível e bilhetagem por biometria, com renovação e expansão progressiva da frota eletrificada de ônibus. E, enquanto as obras não chegam, o trânsito inteligente encurta o tempo de percurso já no curto prazo. A tecnologia entra a serviço de quem se desloca todo dia, com semáforos que se ajustam ao fluxo real em vez de operar em tempo fixo, monitoramento em tempo real das principais vias, faixas reversíveis no pico, agentes e guinchos de resposta rápida para desobstruir a via em minutos. A Saída Sul, a EPTG e a Saída Norte entram primeiro, porque é onde o congestionamento come mais tempo do trabalhador. → infraestrutura-mobilidade/p14, infraestrutura-mobilidade/p20, infraestrutura-mobilidade/p23, infraestrutura-mobilidade/p24, infraestrutura-mobilidade/p39
[b912] (mobilidade) 4. Vizinhança que Conecta: O transporte de vizinhança que resolve o último quilômetro, com linhas curtas e frequentes ligando cada quadra à rede-tronco. → infraestrutura-mobilidade/p15, infraestrutura-mobilidade/p16, infraestrutura-mobilidade/p83
[b913] (mobilidade) 5. Cidade Caminhável: Conectar a malha cicloviária existente aos terminais e às RAs, com bicicletário seguro e bike compartilhada, e um programa distrital de calçadas acessíveis com padrão único e arborização. → infraestrutura-mobilidade/p27, infraestrutura-mobilidade/p28
[b914] (mobilidade) 6. Caminho Seguro: Passagens e passarelas sem medo, com foco nas mulheres, unindo desenho seguro (iluminação LED, fim de pontos cegos, acessibilidade plena, relatório de impacto de gênero) e ocupação dos espaços (comércio, cultura e serviços) para que não fiquem vazios. → infraestrutura-mobilidade/p75
[b915] (mobilidade) 7. integração com o Entorno: A rede metropolitana sobre trilhos, com o trem Águas Lindas– → infraestrutura-mobilidade/p7, infraestrutura-mobilidade/p8, infraestrutura-mobilidade/p35
[b916] (mobilidade) Ceilândia (cerca de 22 km) e Luziânia–Brasília (cerca de 62 km), com bilhete único DF+Entorno, tarifa social e governança metropolitana pactuada com a União e o Estado de Goiás. A instância metropolitana não pode ser criada unilateralmente pelo GDF, por isso será proposta por meio da RIDE-DF, instituída pela Lei Complementar federal nº 94/1998, que reúne o DF e 33 municípios de Goiás e Minas Gerais num território de 4,75 milhões de habitantes, e da Região Metropolitana do Entorno, criada por Goiás em 2023. O objetivo é unificar o sistema de transporte das cidades do Entorno com o do DF, com redução das tarifas, bilhete único e integração dos ônibus, hoje fragmentados entre dezenas de linhas e operadores. → infraestrutura-mobilidade/p7, infraestrutura-mobilidade/p8, infraestrutura-mobilidade/p12, infraestrutura-mobilidade/p35, infraestrutura-mobilidade/p36, infraestrutura-mobilidade/p37
[b917] (mobilidade) 8. Paz no Trânsito: Em 2025 morreram 271 pessoas no trânsito do DF, e 104 delas pilotavam moto. É a primeira vez em dezesseis anos que o DF passa das cem mortes de motociclistas, com alta de 40,5% em um ano. Os motociclistas são hoje 38% de todos os mortos, numa frota que cresceu 320% em cinco anos e chegou perto de 300 mil motos. Os sinistros fatais com álcool subiram 46,2%. Entre as mulheres, as mortes cresceram 54%, e a maioria delas morreu atropelada. O plano assume a meta de reduzir as mortes no trânsito à metade em quatro anos, → infraestrutura-mobilidade/p60, infraestrutura-mobilidade/p62
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[b919] (mobilidade) com cinco frentes. Primeira: tratamento dos vinte pontos mais letais da malha, apontados pelo próprio Infovidas do Detran, com redesenho de cruzamento, faixa exclusiva, redução de velocidade e travessia elevada. Segunda, proteção de quem trabalha sobre duas rodas. → infraestrutura-mobilidade/p59
[b920] (mobilidade) Os entregadores morrem porque o mercado empurra a pressa, então o DF criará pontos de apoio ao motofretista, formação gratuita permanente, linha de crédito para equipamento de segurança e diálogo formal com os aplicativos sobre metas de tempo. Terceira, fiscalização de álcool ao volante em escala, com blitz educativa e sanção efetiva. Quarta, o pedestre no centro do desenho urbano, com calçada acessível, iluminação e travessia segura, porque atropelamento é o que mais mata mulher e pessoa idosa na cidade. Quinta, transparência, com painel público mensal de mortes por via, por RA e por tipo de vítima, para que a política seja cobrada com dado aberto. → infraestrutura-mobilidade/p28, infraestrutura-mobilidade/p59, infraestrutura-mobilidade/p62, infraestrutura-mobilidade/p63, infraestrutura-mobilidade/p64
[b921] (mobilidade) COMO PAGAR: AS FONTES DE FINANCIAMENTO
[b922] (mobilidade) • Investimento federal: R$ 3,2 bi do Novo PAC já destinados ao DF, FGTS/Pró-Transporte, BNDES– → infraestrutura-mobilidade/p42
[b923] (mobilidade) Fundo Clima e a carteira de R$ 12,4 bi do ENMU/PMUS. → infraestrutura-mobilidade/p42
[b924] (mobilidade) • Eficiência e transparência: remuneração por serviço (km rodado e qualidade), não por catraca, com bilhetagem pública, auditável e de dados abertos. → infraestrutura-mobilidade/p13, infraestrutura-mobilidade/p33, infraestrutura-mobilidade/p90
[b925] (mobilidade) FASEAMENTO: O QUE ENTREGA TEMPO JÁ
[b926] (mobilidade) Primeiros 100 dias: propor à União e a Goiás o pacto de gestão metropolitana do transporte e criar o Fundo Distrital de Mobilidade · assinar a carteira do Novo PAC · destravar a Rodoferroviária para o hub · lançar a primeira etapa do Passe Livre · implantar o trânsito inteligente na Saída Sul, na EPTG e na Saída Norte · abrir os dados da bilhetagem. → infraestrutura-mobilidade/p13, infraestrutura-mobilidade/p37, infraestrutura-mobilidade/p39, infraestrutura-mobilidade/p42, infraestrutura-mobilidade/p43, infraestrutura-mobilidade/p71, infraestrutura-mobilidade/p90
[b927] (mobilidade) Anos 1–2: BRT Norte e Oeste, completando o Expresso DF que o governo do PT inaugurou no eixo Sul, e faixas exclusivas · extensão do metrô de Samambaia · início das obras dos trens do Entorno e bilhete único DF+Entorno · Vizinhança que Conecta nas 10 primeiras RAs · primeiras passagens requalificadas pelo Caminho Seguro. → infraestrutura-mobilidade/p2, infraestrutura-mobilidade/p21, infraestrutura-mobilidade/p22, infraestrutura-mobilidade/p36, infraestrutura-mobilidade/p85
[b928] (mobilidade) Anos 3–4: VLT da W3 destravado · trens do Entorno em operação e integrados · Passe Livre em corredores e horários de pico, com tarifa social para o Entorno. → infraestrutura-mobilidade/p6, infraestrutura-mobilidade/p30, infraestrutura-mobilidade/p36
[b929] (mobilidade) Legado (até 2040): rede de 395,9 km consolidada · o DF como referência de mobilidade limpa, segura e gratuita. → infraestrutura-mobilidade/p9
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[b937] (mobilidade) São 6,2 milhões de viagens diárias, com forte predomínio do automóvel (50,3%) e participação muito baixa do metrô (2,2%). O trabalho motiva 43% dos deslocamentos, quase todos rumo ao centro. Enquanto o emprego não chega perto de casa, a cidade continua a se espalhar, pressiona o Plano Piloto, encarece a infraestrutura e empurra a moradia popular para franjas sem serviço.
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[b952] (mobilidade) 4. Mobilidade orientada ao território: priorizar a rede estrutural de transporte coletivo (BRT, → infraestrutura-mobilidade/p47
[b953] (mobilidade) VLT, metrô, corredores) como articuladora dos núcleos urbanos. → infraestrutura-mobilidade/p47
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[b1388] (mobilidade) Tarifa zero progressiva e gradual, com ampliação de linhas e frequência · ônibus após 22h · corredores exclusivos de ônibus (eixos Norte, Oeste e Sudoeste) e paradas iluminadas · início das obras da rede planejada. → infraestrutura-mobilidade/p18, infraestrutura-mobilidade/p20, infraestrutura-mobilidade/p22, infraestrutura-mobilidade/p30
[b1389] (mobilidade) Rede estrutural de transporte coletivo de 395,9 km (metrô, VLT e BRT) e trem Luziânia–Brasília, a metrópole que se cruza sem depender do carro. → infraestrutura-mobilidade/p7, infraestrutura-mobilidade/p9
FIM — 59 blocos neste arquivo.