André Marinho — texto do programa sobre Economia, emprego e agro — parte 1 de 2 (Governador — RJ, 2026)
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[b211] (economia) 2027–2030 também significam fomentar o empreendedorismo privado: simplificação radical de licenças e burocracias, redução da carga tributária sobre pequenas e médias empresas, crédito acessível e ambiente de negócios previsível. São os empreendedores fluminenses — de qualquer porte, de qualquer setor — os verdadeiros geradores de emprego e renda. → economia-agro/p3, economia-agro/p38, economia-agro/p127
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[b228] (economia) 4. O OBJETIVO CENTRAL: EMPREGOS COM SEGURANÇA
[b229] (economia) O objetivo maior da Agenda 2027–2030 é promover a maior onda de oportunidades de emprego e renda vivida pelo Rio de Janeiro nas últimas décadas. Empregos com Segurança é — e seguirá sendo — a obsessão central desta equipe de governo.
[b230] (economia) Mas quem gera emprego? Não é o governo, em última instância. O governo consome recursos da sociedade — não os produz. São as forças empreendedoras do Estado, os negócios de todos os tamanhos, os criadores, os inovadores, os trabalhadores qualificados os verdadeiros artífices da prosperidade fluminense. O papel do governo é criar as condições: segurança para empreender, infraestrutura para circular, educação para qualificar, burocracia mínima para não sufocar.
[b231] (economia) A meta é ousada e pactuada com a realidade: a Agenda 2027–2030 projeta a abertura líquida de mais de um milhão de postos de trabalho ao longo do mandato, com ênfase em empregos formais, salários valorizados e oportunidades distribuídas por todas as regiões do estado — da capital ao Norte Fluminense, da Baixada à Serra. → economia-agro/p23
[b232] (economia) Apoio técnico, fomento, financiamento acessível, redução de tributos e simplificação radical de licenças e burocracias: essa é a linguagem do governo André Marinho com o setor produtivo. → economia-agro/p3, economia-agro/p38, economia-agro/p127
[b233] (economia) Não há como crescer num ambiente de insegurança jurídica, carga tributária predatória e máquina pública que sufoca em vez de facilitar.
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[b290] (economia) • O setor de petróleo e gás no auge da produção, gerando royalties recordes que podem financiar a transformação.
[b302] (economia) • Segunda maior economia do Brasil, respondendo por aproximadamente 9% do PIB nacional.
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[b310] (economia) • Maior polo petrolífero do país, com royalties que viabilizam investimentos públicos significativos.
[b312] (economia) • Base industrial diversificada, com destaque para petróleo e gás, siderurgia, logística portuária e indústria naval.
[b318] (economia) • Taxa de desemprego de 7,5% (3º tri/2025) — a maior do Sudeste, mesmo com o 2º maior
[b320] (economia) • 37% de informalidade na força de trabalho, com insegurança jurídica e previdenciária para milhões.
[b330] (economia) • Economia criativa e digital em aceleração: o Rio é o segundo polo de startups e indústrias criativas do país.
[b332] (economia) • Crescente interesse de investidores internacionais em ativos de infraestrutura e energia renovável no Brasil.
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[b345] (economia) • Perda de competitividade industrial para outros estados com menor carga tributária e maior facilidade de negócios.
[b346] (economia) • Desindustrialização acelerada sem política ativa de reindustrialização ou substituição por setores de maior valor agregado.
[b358] (economia) Economia e emprego. O PIB estadual alcançou R$ 1,3 trilhão em 2024, com crescimento de 3,9%
[b359] (economia) — acima da média nacional (Firjan) —, mas a economia segue dependente do petróleo, que respondeu por R$ 25,92 bilhões e cerca de 23,7% da receita do Tesouro estadual (Sefaz-RJ,
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[b367] (economia) 2024). O desemprego juvenil de 18 a 24 anos é o maior do país (20,5%), e cerca de 600 mil jovens de 15 a 29 anos não estudam nem trabalham (IBGE/PNAD).
[b376] (economia) É também um estado que prospera: com a economia diversificada em direção à energia, à tecnologia, à logística, à biotecnologia e à economia do mar; com o petróleo transformado, pela primeira vez, em poupança de longo prazo; com o investimento privado chegando por um balcão único, com regra clara e segurança jurídica. → economia-agro/p4
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[b412] (economia) • Cidade 01 — Biópolis de Fármacos e Bioquímica: inspirada na Biópolis de Singapura, reúne fabricantes, institutos, universidades e laboratórios das ciências biomédicas, em sinergia com a Fiocruz e o Complexo Industrial da Saúde do ERJ. → economia-agro/p8, economia-agro/p10
[b413] (agro) • Cidade 02 — Tropicultura de Precisão: polo de pesquisa e inovação no agronegócio tropical, complementando as atividades da UFRRJ e conectando ciência ao campo fluminense e ao agronegócio nacional. → economia-agro/p8, economia-agro/p61
[b414] (economia) • Cidade 03 — Moda e Beleza: aproveitando os polos já existentes em Nova Friburgo e Duque de Caxias, com faculdades, fabricantes, logística e grandes eventos. → economia-agro/p78
[b415] (economia) • Cidade 04 — Games e Economias Criativas: desenvolvimento, produção e marketing de videogames, softwares, hardwares e conteúdo digital — posicionando o Rio na fronteira da nova economia. → economia-agro/p79
[b418] (economia) • Cidade 07 — Eletrônicos e Semicondutores: polo industrial e de pesquisa em tecnologia de ponta, atraindo investimentos nacionais e internacionais no setor de maior crescimento global. → economia-agro/p80
[b419] (economia) • Cidade 08 — Cidade do Mar: indústrias náutica e pesqueira, atividades portuárias, energia offshore, pesquisa marinha, esportes náuticos e turismo temático — ancorando a Economia do Mar no território fluminense. → economia-agro/p11, economia-agro/p139
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[b606] (economia) 04. Eixo Econômico — Hub das Américas
[b607] (economia) "O Rio tem a melhor localização das Américas: é preciso transformar essa geografia em emprego e virar o hub do continente."
[b609] (economia) O Rio reúne o maior porto da América do Sul, o principal aeroporto internacional do país, mar, energia e a melhor posição geográfica das Américas — ativos subutilizados por insegurança, burocracia e instabilidade fiscal. Enquanto outros polos atraem centros de distribuição, tecnologia e indústria, o Rio assiste o investimento passar. O estado convive com cerca de 600 mil jovens de 15 a 29 anos fora da escola e do trabalho (IBGE/PNAD, 2025) e desemprego jovem de 18 a 24 anos de 20,5%, o maior do país, chegando a 28,1% na periferia metropolitana (IBGE/PNAD, 2025). Ao mesmo tempo, há sinais de reação: o PIB do estado alcançou R$ 1,3 trilhão em 2024, com alta de 3,9% acima da média nacional (Firjan/IBGE), o desemprego caiu a 7,5% no 3º trimestre de 2025 e o Rio gerou 100,9 mil empregos formais em 2025, o segundo maior saldo do país (IBGE/PNAD e Novo CAGED). Falta a estratégia que converta geografia e ativos em investimento e emprego qualificado.
[b611] (economia) Transformar o eixo porto-aeroporto-indústria em hub logístico e de negócios das Américas, com programa estadual de atração de investimento, integração dos ativos estratégicos e criação de ao menos 27 áreas econômicas — as Cidades Vocacionadas — organizadas ao longo do Arco do Mar à Montanha, gerando emprego em todas as regiões. → economia-agro/p1, economia-agro/p19
[b613] (economia) • Segurança como pré-condição inegociável do desenvolvimento logístico, com combate ao crime organizado nas rotas. → economia-agro/p81
[b614] (economia) • Porta aberta ao investimento: balcão único, segurança jurídica e incentivos fiscais criteriosos vinculados à geração de emprego. → economia-agro/p4, economia-agro/p6
[b616] (economia) • Encadeamento produtivo regional: cada área econômica conectada à vocação do seu território e ao eixo do Arco. → economia-agro/p8
[b618] (economia) • Programa estadual de atração de investimento com balcão único para quem quer investir. → economia-agro/p1, economia-agro/p2, economia-agro/p124
[b619] (economia) • Criação, revitalização ou ampliação de ao menos 27 áreas municipais para empreendimentos econômicos — distritos industriais, condomínios logísticos e centros de distribuição. → economia-agro/p5, economia-agro/p128
[b621] (economia) • Regime de incentivos fiscais com contrapartida medida de emprego e investimento. → economia-agro/p6, economia-agro/p130
[b622] (economia) • Integração das Cidades Vocacionadas aos Hubs de Integração e ao eixo de transporte do → economia-agro/p82
[b625] (economia) • Estruturar ao menos 27 áreas econômicas ao longo do Arco do Mar à Montanha (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → economia-agro/p5, economia-agro/p128
[b626] (economia) • Ampliar o saldo anual de empregos formais acima do patamar de 100,9 mil registrado em → economia-agro/p23
[b627] (economia) 2025 (Novo CAGED) — meta do plano — a confirmar na estimação técnica.
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[b635] (economia) • Reduzir o desemprego jovem de 18 a 24 anos a partir da linha de base de 20,5% (IBGE/PNAD, → economia-agro/p23
[b636] (economia) 2025) — meta do plano — a confirmar na estimação técnica.
[b638] (economia) Fase 1 — 2027: instalação do balcão único, marco de incentivos com contrapartida e seleção das primeiras Cidades Vocacionadas. → economia-agro/p2, economia-agro/p124
[b639] (economia) Fase 2 — 2028–2029: implantação das áreas econômicas prioritárias, concessões e modernização de terminais, atração das primeiras âncoras de investimento. → economia-agro/p19
[b640] (economia) Fase 3 — 2030: consolidação do hub logístico integrado porto-aeroporto-indústria e operação plena das áreas econômicas ao longo do Arco. → economia-agro/p19
[b642] (economia) • Volume de investimento privado atraído e empregos formais gerados por região.
[b643] (economia) • Áreas econômicas implantadas e taxa de ocupação dos distritos e condomínios logísticos.
[b644] (economia) • Movimentação de carga nos terminais e cumprimento das contrapartidas dos incentivos.
[b646] (economia) Coordenação por uma frente de desenvolvimento econômico do Estado, articulando concessões, capital privado e incentivos com contrapartida auditada. O financiamento combina investimento privado, PPPs e crédito produtivo, apoiado no fortalecimento da AgeRio para o interior, e depende da segurança jurídica e da disciplina fiscal como âncoras de confiança para o capital de longo prazo. → economia-agro/p6, economia-agro/p31, economia-agro/p83, economia-agro/p130
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[b1258] (economia) IV.3 — Economia, Emprego e Fomento
[b1259] (economia) Diversificar a economia e destravar o emprego
[b1260] (economia) 16. Rio Século XXI — Diversificação Econômica e Novas Energias
[b1261] (economia) "O Rio não pode viver só de petróleo e saudade: tem mar, energia, talento e porto — e pode ser a capital da economia do futuro."
[b1263] (economia) A economia fluminense é concentrada e pouco diversificada: vive do petróleo, do emprego público e dos serviços — que respondem por 51% do PIB estadual —, enquanto a indústria extrativa cresceu apenas 2,1% em 2024 (Firjan/IBGE). O PIB estadual alcançou R$ 1,3 trilhão em 2024, com alta de 3,9% acima da média nacional, mas essa expansão segue ancorada em uma base vulnerável: em 2024 o petróleo rendeu R$ 25,92 bilhões em royalties e participações especiais, cerca de 23,7% da receita do Tesouro estadual (Sefaz-RJ). Cada oscilação do barril sacode os cofres públicos. Ao mesmo tempo, o Estado dispõe de ativos subaproveitados de altíssimo valor estratégico — o porto de Itaguaí, o Porto do Açu, a indústria naval, o gás e a siderurgia do interior, universidades e localização privilegiada — que poderiam ancorar data centers, energia limpa, defesa e biotecnologia, mas permanecem parados por falta de estratégia e de ambiente de negócios. Enquanto o mundo disputa a economia da energia limpa e da inteligência artificial, o Rio assiste de fora, exportando talento e importando dependência. A demanda global por petróleo tende a declinar a partir de 2030, o que torna a transição uma questão de sobrevivência econômica, não de escolha.
[b1265] (economia) Diversificar a matriz econômica fluminense em setores portadores de futuro, reduzindo a dependência do petróleo e transformando a competência estadual em óleo e gás em liderança nas energias e nas indústrias do século XXI, com geração de emprego qualificado em todas as regiões. → economia-agro/p9
[b1267] (economia) • Foco em sete setores portadores de futuro: energia e transição energética; data center e IA soberana; defesa, segurança e indústria espacial; biotecnologia e saúde; logística e infraestrutura portuária; indústria naval; e turismo premium e economia criativa. → economia-agro/p9
[b1268] (economia) • Ambiente de negócios competitivo, segurança jurídica e previsibilidade regulatória como pré-condição para atrair investimento produtivo de longo prazo.
[b1269] (economia) • Aproveitamento da infraestrutura que hoje sustenta o petróleo (portos, dutos, base industrial e engenharia) como plataforma para as energias do futuro. → economia-agro/p84
[b1271] (economia) • Encadeamento produtivo regional: cada polo vocacionado à sua região — Itaguaí e capital para tecnologia, energia e defesa; Açu, Médio Paraíba e Norte Fluminense para energia, logística e indústria avançada. → economia-agro/p8
[b1273] (economia) • Estratégia estadual de atração de investimentos com balcão único e carteira de projetos prioritários nos sete setores portadores de futuro. → economia-agro/p1
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[b1283] (economia) • Programa de reindustrialização verde, articulando gás competitivo, energia renovável e a indústria naval ociosa de Itaguaí e da Baía de Guanabara. → economia-agro/p17, economia-agro/p73
[b1286] (economia) • Ampliar a participação dos setores não ligados diretamente ao petróleo na receita própria do Estado, reduzindo a dependência das rendas petrolíferas (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → economia-agro/p9, economia-agro/p73, economia-agro/p165
[b1287] (economia) • Atrair ao menos um grande projeto-âncora em cada um dos sete setores portadores de futuro até 2030 (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → economia-agro/p9, economia-agro/p73, economia-agro/p165
[b1289] (economia) • Elevar a geração de empregos formais qualificados nos setores prioritários, ampliando o saldo estadual — que já foi de 100,9 mil empregos formais em 2025, o 2º do país (Novo CAGED) (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → economia-agro/p23
[b1291] (economia) Fase 1 — 2027: criação do balcão único de investimentos, edição do marco regulatório de solar distribuída e biogás e mapeamento dos ativos ociosos (naval, portuário e energético) aptos a receber projetos. → economia-agro/p2, economia-agro/p124
[b1292] (economia) Fase 2 — 2028–2029: atração e implantação dos primeiros projetos-âncora em energia, data center/IA, defesa e indústria naval; consolidação do Porto do Açu como hub de transição energética. → economia-agro/p85
[b1293] (economia) Fase 3 — 2030: consolidação da carteira nos sete setores, avaliação de resultados e ajuste da estratégia de diversificação para o ciclo seguinte.
[b1295] (economia) • Participação dos setores portadores de futuro na receita própria e no PIB estadual. → economia-agro/p73, economia-agro/p165
[b1296] (economia) • Volume de investimento privado atraído e número de projetos-âncora implantados por setor.
[b1297] (economia) • Empregos formais qualificados gerados nos setores prioritários (Novo CAGED/Firjan).
[b1300] (economia) Coordenação pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e pela Sefaz-RJ, com governança colegiada envolvendo Firjan, universidades e agências reguladoras estaduais. O financiamento combina investimento privado atraído pelo balcão único, incentivos fiscais criteriosos vinculados à contrapartida de emprego, linhas da AgeRio e a contrapartida do PROPAG — que exige investir 1% do saldo em educação profissional, infraestrutura e segurança (Casa Civil, jun/2026). Todas as renúncias e incentivos concedidos serão condicionados a meta, prazo e resultado medido. → economia-agro/p6, economia-agro/p130
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[b1310] (economia) 17. Plataforma Trabalho Já Rio — Emprego em Tempo Real
[b1311] (economia) "Vaga existe, trabalhador existe — e os dois não se encontram. Vamos conectar quem precisa de emprego a quem precisa contratar, em tempo real."
[b1313] (economia) O mercado de trabalho fluminense desperdiça gente e vaga ao mesmo tempo. O Estado tem cerca de 600 mil jovens de 15 a 29 anos fora da escola e do trabalho (IBGE/PNAD) e registra o maior desemprego juvenil do país entre os 18 e 24 anos — 20,5%, chegando a 28,1% na periferia da Região Metropolitana (IBGE/PNAD, 2025). Ao mesmo tempo, empresas relatam que não conseguem preencher boa parte de suas vagas por falta de qualificação compatível e por uma intermediação lenta e analógica. O antigo modelo do SINE não realiza o encontro em tempo real nem faz busca ativa. O resultado é o pior dos cenários — desemprego elevado convivendo com vaga aberta — e o jovem que não pode esperar acaba alvo do recrutamento do crime, que contrata em 48 horas enquanto o emprego formal demora meses. Na Baixada Fluminense, grande massa de trabalhadores convive com vagas industriais e de serviços não preenchidas; no interior, cidades com vocações específicas (petróleo, turismo, agroindústria) têm vagas técnicas abertas sem que o jovem local seja direcionado a elas.
[b1315] (economia) Criar o primeiro sistema estadual de match em tempo real entre vaga e trabalhador, com inteligência artificial preditiva e busca ativa estruturada, encurtando radicalmente o tempo entre a procura e a colocação e conectando qualificação à vaga concreta. → economia-agro/p22
[b1317] (economia) • Emprego que depende de dado, não de sorte: match automatizado por IA preditiva, inspirado no Workforce Singapore. → economia-agro/p86
[b1318] (economia) • Busca ativa estruturada, indo atrás do trabalhador e da empresa, em vez de esperar a procura espontânea. → economia-agro/p87
[b1319] (economia) • Qualificação just-in-time: quando falta competência, o candidato é encaminhado a um curso rápido já vinculado a uma vaga real. → economia-agro/p20
[b1320] (economia) • Integração plena aos demais programas de trabalho e juventude do Estado, formando uma rede única de inserção. → economia-agro/p22
[b1321] (economia) • Interiorização: direcionamento do trabalhador às vocações econômicas de cada região. → economia-agro/p20
[b1323] (economia) • Plataforma digital estadual de match em tempo real, com aplicativo para o trabalhador e portal para o empregador. → economia-agro/p22
[b1324] (economia) • Motor de IA preditiva que cruza perfil, vaga e qualificação e sugere a colocação mais compatível. → economia-agro/p22
[b1325] (economia) • Núcleos de busca ativa em todas as regiões, com integração aos balcões de atendimento e às unidades de serviço ao cidadão. → economia-agro/p22
[b1326] (economia) • Trilha de qualificação rápida vinculada à vaga, em parceria com o Sistema S (SENAI/SENAC) e a rede pública de formação técnica. → economia-agro/p20
[b1327] (economia) • Integração operacional com os programas de aprendizagem e de inserção juvenil e com a rede de crédito produtivo. → economia-agro/p22
[b1329] (economia) • Reduzir de forma significativa o tempo médio entre o cadastro do trabalhador e a colocação em vaga formal (meta do plano — a confirmar na estimação técnica).
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[b1337] (economia) • Intermediar e colocar centenas de milhares de trabalhadores ao longo dos quatro anos, com prioridade para jovens e regiões de maior desemprego (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → economia-agro/p22
[b1338] (economia) • Reduzir a taxa de desemprego juvenil (18–24) no Estado, hoje a maior do país (20,5%) (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → economia-agro/p88
[b1339] (economia) • Cobrir os 92 municípios com atendimento digital e presencial da plataforma até 2029 (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → economia-agro/p89
[b1341] (economia) Fase 1 — 2027: desenvolvimento e lançamento da plataforma, integração das bases de vagas e implantação dos primeiros núcleos de busca ativa na Região Metropolitana. → economia-agro/p90
[b1342] (economia) Fase 2 — 2028–2029: expansão para os 92 municípios, plena integração com a qualificação rápida e com os programas de aprendizagem e juventude. → economia-agro/p22
[b1343] (economia) Fase 3 — 2030: consolidação do sistema como principal porta de entrada ao emprego formal no Estado, com avaliação de impacto e aprimoramento do motor de IA.
[b1345] (economia) • Tempo médio entre cadastro e colocação formal.
[b1346] (economia) • Número de colocações realizadas por região e por faixa etária.
[b1347] (economia) • Taxa de desemprego juvenil (IBGE/PNAD) e taxa de vagas preenchidas via plataforma.
[b1348] (economia) • Percentual de encaminhados à qualificação rápida que foram efetivamente contratados.
[b1350] (economia) Coordenação pela Secretaria de Trabalho e Renda, com governança integrada às secretarias de Educação e Desenvolvimento Econômico e ao Sistema S. Financiamento por recursos estaduais, pelo Fundo Estadual de Combate à Pobreza e por parcerias com o setor produtivo, além da contrapartida do PROPAG destinada à educação profissional (Casa Civil, jun/2026). A plataforma será integrada aos programas de aprendizagem e inserção juvenil para evitar sobreposição e otimizar recursos. → economia-agro/p91
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[b1456] (economia) 20. AgeRio Fortalecida — Crédito Produtivo que Chega Rápido ao Interior
[b1457] (economia) "Crédito produtivo que chega rápido e barato ao interior é um dos motores mais diretos de emprego e renda."
[b1459] (economia) O pequeno empreendedor fluminense esbarra em crédito caro, escasso e burocrático, e o banco de fomento do próprio Estado — a AgeRio — opera subutilizado, sobretudo fora da capital. Num estado que gerou 100,9 mil empregos formais em 2025, o 2º do país (Novo CAGED), e cujo PIB alcançou R$ 1,3 trilhão (Firjan/IBGE), o acesso ao crédito produtivo permanece concentrado e lento, deixando de fora justamente as regiões que mais precisam de emprego e renda. Os municípios fluminenses investem apenas 4,6% da receita, o pior desempenho do país no IFGF (Firjan), o que evidencia a fragilidade da capacidade local de fomento à economia. Sem um banco de desenvolvimento ágil e capilarizado, o microempreendedor e o pequeno negócio do interior seguem à margem do crédito produtivo, e o potencial de geração de emprego se perde.
[b1461] (economia) Fortalecer a AgeRio como banco de fomento ágil, digital e capilarizado, ampliando o crédito produtivo barato para pequenos negócios em todas as regiões e desburocratizando radicalmente o acesso ao financiamento. → economia-agro/p31
[b1463] (economia) • Aporte de capital na AgeRio para ampliar a capacidade de concessão de crédito produtivo. → economia-agro/p31
[b1464] (economia) • Digitalização de ponta a ponta dos processos de análise e concessão, reduzindo prazo e burocracia. → economia-agro/p92
[b1465] (economia) • Expansão da presença para o interior, levando o crédito para onde o banco hoje não chega. → economia-agro/p31
[b1466] (economia) • Simplificação radical da legislação dos fundos FEMPO e FREMF para desburocratizar o acesso. → economia-agro/p33
[b1467] (economia) • Crédito produtivo como política de emprego e renda, articulado à qualificação e ao empreendedorismo. → economia-agro/p31
[b1469] (economia) • Aporte de capital na AgeRio e revisão de sua estratégia de atuação regional. → economia-agro/p31
[b1470] (economia) • Plataforma digital de crédito, com análise automatizada e concessão remota para pequenos negócios. → economia-agro/p93
[b1471] (economia) • Rede de pontos de atendimento e agentes de crédito no interior, integrada aos serviços do → economia-agro/p31
[b1473] (economia) • Reforma da legislação dos fundos FEMPO e FREMF, simplificando exigências e prazos. → economia-agro/p33
[b1474] (economia) • Linhas específicas para microempreendedores, agricultura familiar, economia do mar e setores vocacionados de cada região. → economia-agro/p54, economia-agro/p156
[b1476] (economia) • Ampliar de forma expressiva o volume de crédito produtivo concedido, com prioridade para o interior (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → economia-agro/p31
[b1477] (economia) • Reduzir o prazo médio de concessão de crédito ao pequeno negócio (meta do plano — a confirmar na estimação técnica).
[b1478] (economia) • Levar atendimento da AgeRio a todas as regiões do Estado até 2029 (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → economia-agro/p94
[b1479] (economia) • Elevar a participação do interior na carteira total de crédito do banco (meta do plano — a
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[b1487] (economia) confirmar na estimação técnica).
[b1489] (economia) Fase 1 — 2027: aporte de capital, lançamento da plataforma digital de crédito e envio da reforma legislativa dos fundos FEMPO e FREMF. → economia-agro/p33
[b1490] (economia) Fase 2 — 2028–2029: expansão da rede de atendimento no interior e ampliação das linhas setoriais vinculadas às vocações regionais. → economia-agro/p95
[b1491] (economia) Fase 3 — 2030: consolidação da AgeRio como principal instrumento de fomento ao pequeno negócio no Estado, com avaliação de impacto sobre emprego e renda.
[b1493] (economia) • Volume e número de operações de crédito concedidas, por região.
[b1494] (economia) • Prazo médio de análise e concessão de crédito.
[b1495] (economia) • Participação do interior na carteira total da AgeRio.
[b1496] (economia) • Empregos e negócios formalizados associados ao crédito concedido.
[b1498] (economia) Coordenação pela própria AgeRio, sob supervisão da Sefaz-RJ e da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, com governança técnica e transparência das operações. O financiamento combina aporte de capital do Estado, recursos dos fundos FEMPO e FREMF, funding de bancos de desenvolvimento e a contrapartida do PROPAG voltada à infraestrutura e à economia produtiva (Casa Civil, jun/2026). A carteira será acompanhada por indicadores públicos de emprego e renda gerados. → economia-agro/p96
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[b1559] (economia) 22. Polo Náutico Pesqueiro e Economia do Mar
[b1560] (economia) "O Rio tem mar, porto e talento: pode ser referência nacional na economia azul."
[b1562] (economia) O Rio de Janeiro tem uma das mais extensas e ricas faixas litorâneas do país e uma tradição naval histórica, mas subaproveita a economia do mar. A indústria naval da Baía de Guanabara opera ociosa, o setor pesqueiro carece de infraestrutura moderna de desembarque e beneficiamento, e falta formação técnica especializada em atividades marítimas. A área do antigo Estaleiro Caneco, com 135.000 m² na Baía de Guanabara, é um ativo estratégico parado que poderia ancorar um grande complexo de economia azul. Enquanto o Estado busca diversificar sua matriz para além do petróleo, a economia do mar — pesca, aquicultura, náutica, logística e turismo marítimo — permanece como potencial não realizado, capaz de gerar emprego qualificado e renda no litoral e de aproveitar a vocação natural fluminense.
[b1564] (economia) Implantar o Polo Náutico Pesqueiro na área do antigo Estaleiro Caneco (135.000 m²) na Baía de Guanabara, com complexo pesqueiro, polo náutico, Centro de Formação e Universidade do Mar, estruturando a economia do mar como novo vetor de desenvolvimento e emprego. → economia-agro/p11, economia-agro/p139
[b1566] (economia) • Aproveitamento de ativo ocioso de alto valor estratégico — a área do antigo Estaleiro
[b1567] (economia) Caneco — para ancorar a economia do mar.
[b1568] (economia) • Integração da cadeia produtiva: pesca, aquicultura, náutica, beneficiamento e logística marítima em um só complexo.
[b1569] (economia) • Formação técnica e superior especializada, com Centro de Formação e Universidade do Mar.
[b1570] (economia) • Articulação com o turismo náutico e com a indústria naval para maximizar o encadeamento econômico.
[b1571] (economia) • Sustentabilidade e recuperação ambiental da Baía de Guanabara como pré-condição da economia azul.
[b1573] (economia) • Implantação do Polo Náutico Pesqueiro na área de 135.000 m² do antigo Estaleiro Caneco. → economia-agro/p11, economia-agro/p139
[b1574] (economia) • Complexo pesqueiro com infraestrutura moderna de desembarque, beneficiamento e comercialização. → economia-agro/p71
[b1575] (economia) • Polo náutico com estrutura para construção, reparo e serviços de embarcações. → economia-agro/p11, economia-agro/p139
[b1577] (agro) • Programas de apoio à pesca artesanal e à cadeia da economia do mar, integrados ao crédito da AgeRio. → economia-agro/p70
[b1579] (economia) • Concluir a modelagem e iniciar a implantação do Polo Náutico Pesqueiro no antigo Estaleiro → economia-agro/p97
[b1580] (economia) Caneco até 2028 (meta do plano — a confirmar na estimação técnica).
[b1582] (agro) • Ampliar a produção e o beneficiamento pesqueiro e náutico ancorados no complexo (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → economia-agro/p71
[b1583] (economia) • Gerar empregos diretos e indiretos na cadeia da economia do mar (meta do plano — a
[p. 65]
[b1591] (economia) confirmar na estimação técnica).
[b1593] (economia) Fase 1 — 2027: modelagem do projeto, regularização e destinação da área do antigo Estaleiro Caneco e estruturação das parcerias. → economia-agro/p98
[b1594] (economia) Fase 2 — 2028–2029: implantação do complexo pesqueiro e do polo náutico e início das atividades do Centro de Formação e da Universidade do Mar. → economia-agro/p99
[b1595] (economia) Fase 3 — 2030: plena operação do polo, consolidação da cadeia da economia do mar e avaliação de impacto sobre emprego e produção.
[b1597] (economia) • Estágio de implantação e operação do Polo Náutico Pesqueiro.
[b1598] (economia) • Número de profissionais formados pelo Centro de Formação e pela Universidade do Mar.
[b1599] (economia) • Volume de produção e beneficiamento pesqueiro e náutico.
[b1600] (economia) • Empregos diretos e indiretos gerados na cadeia da economia do mar.
[b1602] (economia) Coordenação pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, articulada às secretarias de Agricultura e Pesca, Educação e Ambiente, com governança conjunta com os municípios do entorno da Baía de Guanabara. Financiamento por parcerias público-privadas, investimento privado no complexo náutico e pesqueiro, crédito da AgeRio e recursos estaduais, com destinação vinculada e transparência das operações. Metas e valores a confirmar na estimação técnica.
[p. 66]
[b1612] (economia) 23. Gasodutos do Pré-Sal e Novo Contrato de Gás
[b1613] (economia) "Gás competitivo é o vetor da reindustrialização do Rio."
[b1615] (economia) O Rio produz gás em abundância, mas o aproveita pouco dentro do próprio território. Falta infraestrutura de escoamento e um marco de concessão moderno, o que encarece a energia para a indústria e afasta investimento. Num estado que arrecadou R$ 25,92 bilhões em royalties e participações do petróleo em 2024 (Sefaz-RJ) e que abriga a maior produção offshore do país, o gás natural chega caro e pouco disponível à indústria local — um paradoxo que trava a reindustrialização. Com a demanda mundial por petróleo tendendo a declinar a partir de 2030, aproveitar o gás como energia de transição e insumo industrial competitivo é decisivo para diversificar a economia e atrair novos empreendimentos ao território fluminense.
[b1617] (economia) Criar as condições para atrair os gasodutos ROTA 4b e 6b ao território fluminense e estruturar antecipadamente o novo contrato de concessão da rede de gás canalizado para 2027, garantindo gás competitivo como vetor de reindustrialização. → economia-agro/p14
[b1619] (economia) • Escoamento do gás do pré-sal para dentro do território fluminense, com foco nos gasodutos
[b1621] (economia) • Modernização do marco de concessão da rede de gás canalizado, com contrato preparado para vigorar a partir de 2027.
[b1622] (economia) • Gás competitivo como insumo estratégico para a reindustrialização e a atração de investimento.
[b1623] (economia) • Articulação com a União, a ANP, a Petrobras e os investidores privados do setor de gás.
[b1624] (economia) • Integração à estratégia de transição energética, tratando o gás como energia-ponte para a diversificação da matriz.
[b1626] (economia) • Estratégia estadual de atração dos gasodutos ROTA 4b e 6b, com estudos de traçado e articulação institucional. → economia-agro/p14
[b1627] (economia) • Estruturação antecipada do novo contrato de concessão da rede de gás canalizado, com metas de expansão e tarifa competitiva. → economia-agro/p14
[b1628] (economia) • Mapeamento da demanda industrial por gás e identificação dos polos prioritários para reindustrialização. → economia-agro/p100
[b1629] (economia) • Marco regulatório estadual que dê segurança jurídica ao investimento em infraestrutura de gás. → economia-agro/p14
[b1630] (economia) • Integração do gás à estratégia de transição energética e ao Porto do Açu como hub de energia. → economia-agro/p101
[b1632] (economia) • Estruturar e assinar o novo contrato de concessão da rede de gás canalizado a partir de 2027 (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → economia-agro/p14
[b1633] (economia) • Avançar na atração e no planejamento dos gasodutos ROTA 4b e 6b para o território fluminense (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → economia-agro/p102
[b1634] (economia) • Ampliar a oferta e reduzir o custo do gás para a indústria instalada no Estado (meta do plano → economia-agro/p14
[b1635] (economia) — a confirmar na estimação técnica).
[p. 67]
[b1643] (economia) • Atrair novos empreendimentos industriais intensivos em gás competitivo (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → economia-agro/p103
[b1645] (economia) Fase 1 — 2027: estruturação e assinatura do novo contrato de concessão do gás canalizado e articulação institucional pela atração dos gasodutos. → economia-agro/p14
[b1646] (economia) Fase 2 — 2028–2029: avanço no planejamento e nas obras de escoamento (ROTA 4b e 6b) e expansão da rede aos polos industriais prioritários. → economia-agro/p104
[b1647] (economia) Fase 3 — 2030: consolidação da oferta de gás competitivo e avaliação do impacto sobre a reindustrialização e a atração de investimentos.
[b1649] (economia) • Estágio do novo contrato de concessão da rede de gás canalizado.
[b1650] (economia) • Avanço do escoamento e da infraestrutura de gás (ROTA 4b e 6b) no território fluminense.
[b1651] (economia) • Volume e custo do gás ofertado à indústria estadual.
[b1652] (economia) • Investimentos industriais atraídos com base na disponibilidade de gás competitivo.
[b1654] (economia) Coordenação pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Energia, articulada à Sefaz-RJ e à agência reguladora estadual de energia, com interlocução permanente com a União, a ANP e a Petrobras. O financiamento da infraestrutura é predominantemente privado, viabilizado por segurança jurídica e por um marco de concessão moderno; ao Estado cabe estruturar o ambiente regulatório e articular a atração dos gasodutos. Metas e valores a confirmar na estimação técnica.
[p. 68]
[b1664] (agro) 24. Campo Conectado e RJ AgroInnova
[b1665] (agro) "Assistência técnica e tecnologia de ponta no campo — em qualquer município."
[b1667] (agro) O campo fluminense convive com assistência técnica escassa e desigual e com baixa incorporação de tecnologia, sobretudo entre as famílias produtoras e a agricultura familiar. Em um estado onde os municípios investem apenas 4,6% da receita — o pior desempenho do país no IFGF (Firjan) — e onde a capacidade técnica local é frágil, o produtor rural do interior frequentemente não acessa orientação qualificada, inovação nem canais eficientes de comercialização. Ao mesmo tempo, a economia global do agronegócio caminha para a agricultura de precisão, a inteligência artificial e os circuitos curtos de valor. Sem uma estratégia estadual que leve assistência técnica digital e inovação ao campo, o produtor fluminense perde produtividade, renda e competitividade, e o potencial agroalimentar do interior segue subaproveitado.
[b1669] (agro) Levar assistência técnica rural digital a todas as famílias produtoras em qualquer município, por meio do Campo Conectado, e incorporar startups, IA agrícola e tecnologias de precisão ao campo fluminense por meio do RJ AgroInnova, fortalecendo a agricultura familiar e os circuitos curtos de comercialização. → economia-agro/p53, economia-agro/p154
[b1671] (agro) • Assistência técnica rural digital, acessível em qualquer município, como direito do produtor.
[b1672] (agro) • Inovação no campo: startups, IA agrícola e tecnologias de precisão a serviço da produtividade.
[b1673] (agro) • Valorização da agricultura familiar, com fomento às feiras e aos circuitos curtos de comercialização.
[b1674] (agro) • Áreas demonstrativas regionais para difusão de tecnologia adaptada a cada vocação produtiva.
[b1675] (agro) • Integração ao crédito produtivo da AgeRio e à qualificação técnica rural.
[b1677] (agro) • Plataforma integrada Campo Conectado de assistência técnica rural digital para as famílias produtoras. → economia-agro/p53, economia-agro/p154
[b1678] (agro) • Programa RJ AgroInnova, incorporando startups, IA agrícola e tecnologias de precisão ao campo. → economia-agro/p61
[b1679] (agro) • Áreas demonstrativas regionais para difusão de tecnologias adaptadas às vocações locais. → economia-agro/p61
[b1680] (agro) • Fomento às feiras de agricultura familiar e a circuitos curtos de comercialização. → economia-agro/p55
[b1681] (agro) • Integração com linhas de crédito da AgeRio e com a qualificação técnica rural. → economia-agro/p54, economia-agro/p156
[b1683] (agro) • Disponibilizar a plataforma Campo Conectado em todos os municípios com produção rural até 2029 (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → economia-agro/p53, economia-agro/p154
[b1684] (agro) • Implantar áreas demonstrativas regionais do RJ AgroInnova nas principais regiões produtoras (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → economia-agro/p61
[b1685] (agro) • Ampliar a produtividade e a renda das famílias produtoras atendidas (meta do plano — a confirmar na estimação técnica).
[b1686] (agro) • Fortalecer as feiras de agricultura familiar e os circuitos curtos de comercialização (meta do → economia-agro/p55
[p. 69]
[b1694] (agro) plano — a confirmar na estimação técnica). → economia-agro/p55
[b1696] (agro) Fase 1 — 2027: desenvolvimento e lançamento da plataforma Campo Conectado e estruturação do programa RJ AgroInnova com as primeiras áreas demonstrativas. → economia-agro/p105
[b1697] (agro) Fase 2 — 2028–2029: expansão da assistência técnica digital a todos os municípios produtores e ampliação das áreas demonstrativas e dos circuitos curtos. → economia-agro/p106
[b1698] (agro) Fase 3 — 2030: consolidação da rede de assistência e inovação rural, com avaliação de impacto sobre produtividade e renda no campo.
[b1700] (agro) • Número de famílias produtoras atendidas pelo Campo Conectado e de municípios cobertos.
[b1701] (agro) • Áreas demonstrativas regionais implantadas e tecnologias difundidas.
[b1702] (agro) • Evolução da produtividade e da renda das famílias atendidas.
[b1703] (agro) • Número de feiras e de produtores em circuitos curtos de comercialização.
[b1705] (agro) Coordenação pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca, articulada à Emater-Rio, às secretarias de Ciência e Tecnologia e de Desenvolvimento Econômico e às universidades.
[b1706] (agro) Financiamento por recursos estaduais, parcerias com o setor privado e com startups do agronegócio, crédito da AgeRio e a contrapartida do PROPAG voltada à infraestrutura e à economia produtiva (Casa Civil, jun/2026). Metas e valores a confirmar na estimação técnica.
[p. 70]
[b1716] (agro) 25. Rio do Mar, Aqua Rio e ID Animal RJ
[b1717] (agro) "Aquicultura sustentável e proteção animal como novas frentes de desenvolvimento e cidadania."
[b1719] (agro) O Rio de Janeiro dispõe de vasto litoral, corpos d'água interiores e vocação para a aquicultura, mas explora pouco esse potencial de forma organizada e sustentável. A aquicultura costeira e continental permanece incipiente, sem parques estaduais de piscicultura estruturados nem cadeias produtivas consolidadas, apesar de ser uma das atividades de maior potencial de geração de renda e proteína no litoral e no interior. Paralelamente, a ausência de um cadastro estadual de animais domésticos e de políticas de identificação dificulta o controle populacional, o combate ao abandono e a saúde pública. Estruturar a economia aquícola e a proteção animal atende, ao mesmo tempo, à diversificação econômica, à segurança alimentar e à cidadania.
[b1721] (agro) Fomentar a aquicultura costeira sustentável (Rio do Mar) e a aquicultura continental com parques estaduais de piscicultura (Aqua Rio), e promover a chipagem gratuita de cães e gatos com a criação do cadastro estadual de animais domésticos (ID Animal RJ). → economia-agro/p70
[b1723] (agro) • Aquicultura costeira sustentável (Rio do Mar) como vetor de renda e segurança alimentar no litoral.
[b1724] (agro) • Aquicultura continental (Aqua Rio) com parques estaduais de piscicultura estruturados no interior.
[b1725] (agro) • Sustentabilidade ambiental e boas práticas como pré-condição de toda a cadeia aquícola.
[b1726] (agro) • Proteção e identificação animal (ID Animal RJ) como política de cidadania e saúde pública.
[b1727] (agro) • Integração ao crédito produtivo, à assistência técnica e à qualificação dos produtores.
[b1729] (agro) • Programa Rio do Mar de aquicultura costeira sustentável, com apoio técnico e estruturação da cadeia. → economia-agro/p70
[b1730] (agro) • Programa Aqua Rio de fomento à aquicultura continental, com implantação de parques estaduais de piscicultura. → economia-agro/p70
[b1731] (agro) • Programa ID Animal RJ de chipagem gratuita de cães e gatos, com criação do cadastro estadual de animais domésticos. → economia-agro/p107
[b1732] (agro) • Integração dos produtores aquícolas ao crédito da AgeRio, à assistência técnica e à comercialização. → economia-agro/p108
[b1733] (agro) • Articulação com municípios e entidades de proteção animal para execução da chipagem e do cadastro. → economia-agro/p109
[b1735] (agro) • Implantar parques estaduais de piscicultura do Aqua Rio nas principais regiões com vocação continental (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → economia-agro/p110
[b1736] (agro) • Estruturar núcleos de aquicultura costeira sustentável do Rio do Mar no litoral (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → economia-agro/p111
[b1737] (agro) • Realizar a chipagem gratuita de cães e gatos e consolidar o cadastro estadual de animais domésticos (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → economia-agro/p107
[b1738] (agro) • Ampliar a produção aquícola e a renda dos produtores envolvidos (meta do plano — a
[p. 71]
[b1746] (agro) confirmar na estimação técnica).
[b1748] (agro) Fase 1 — 2027: estruturação dos programas Rio do Mar e Aqua Rio, definição dos parques de piscicultura e lançamento do ID Animal RJ com o cadastro estadual. → economia-agro/p112
[b1749] (agro) Fase 2 — 2028–2029: implantação dos parques e núcleos aquícolas e expansão da chipagem gratuita aos municípios. → economia-agro/p113
[b1750] (agro) Fase 3 — 2030: consolidação das cadeias aquícolas e do cadastro estadual de animais, com avaliação de impacto sobre renda, produção e proteção animal.
[b1752] (agro) • Número de parques estaduais de piscicultura e de núcleos de aquicultura costeira implantados.
[b1753] (agro) • Volume da produção aquícola e renda gerada aos produtores.
[b1754] (agro) • Número de animais chipados e de registros no cadastro estadual de animais domésticos.
[b1755] (agro) • Municípios cobertos pela chipagem gratuita e pelas ações de proteção animal.
[b1757] (agro) Coordenação pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca, articulada às secretarias de Ambiente e de Desenvolvimento Social e aos municípios, com apoio de entidades de proteção animal para o ID Animal RJ. Financiamento por recursos estaduais, crédito da AgeRio para os produtores aquícolas, parcerias público-privadas e convênios municipais, com transparência e destinação vinculada. Metas e valores a confirmar na estimação técnica.
[p. 95]
[b2327] (economia) • Gerar milhares de postos de trabalho verde ligados a viveiros, plantio e manutenção florestal (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → economia-agro/p114
[p. 107]
[b2645] (economia) • Trilha 2 — Emprego Rápido (Geração Nem-Nem): criação do CIR — Contrato de Inserção → economia-agro/p21
[b2646] (economia) Rápida, em três modalidades. CIR-Emprego: contrato CLT desde o primeiro dia, formação remunerada em parceria com SENAI/SENAC e incentivo à empresa via crédito de ICMS vinculado à manutenção do vínculo, com perda do crédito para quem demitir antes de 12 meses. CIR-Empreendedor: capacitação com o SEBRAE, microcrédito de até R$ 15 mil e abertura de MEI no primeiro dia. CIR-Continuidade: bolsa somada a estágio para quem permanece em curso técnico ou superior. Direcionamento prioritário à Baixada Fluminense e ao interior, onde a inserção é mais frágil. → economia-agro/p21
[b2652] (economia) • 100 mil Contratos de Inserção Rápida (CIR) firmados ao longo de quatro anos (meta do plano → economia-agro/p21
[b2653] (economia) — a confirmar na estimação técnica).
[p. 108]
[b2674] (economia) • Número de CIRs ativos e taxa de permanência no emprego após 12 meses.
[p. 109]
[b2697] (economia) • Direcionar crédito produtivo barato e desburocratizado às empreendedoras, com foco no interior e nas periferias. → economia-agro/p35
[b2698] (economia) • Conectar a capacitação técnica às vocações econômicas de cada região e às vagas efetivamente disponíveis. → economia-agro/p20
[b2703] (economia) • Linhas de microcrédito produtivo com juros acessíveis e trâmite simplificado para empreendedoras, em articulação com o banco de fomento do Estado e cooperativas de crédito. → economia-agro/p35
[b2704] (economia) • Programa de capacitação técnica e empreendedora em parceria com o Sistema S (SENAI, → economia-agro/p35
[b2705] (economia) SENAC, SEBRAE), com trilhas conectadas às vocações regionais. → economia-agro/p115
[b2706] (economia) • Conexão com mercados: apoio à comercialização, feiras, compras públicas e circuitos curtos que absorvam a produção de empreendedoras e cooperativas femininas. → economia-agro/p35
[b2708] (economia) • Balcão de orientação para formalização (MEI), acesso a crédito e direitos trabalhistas, → economia-agro/p34, economia-agro/p147
[p. 110]
[b2720] (economia) • Elevação da taxa de ocupação e de formalização das mulheres atendidas pelo programa (meta do plano — a confirmar na estimação técnica).
[b2727] (economia) • Número de mulheres beneficiadas por crédito, capacitação e Cartão Autonomia.
[b2728] (economia) • Taxa de ocupação e de formalização das mulheres atendidas (IBGE/PNAD).
[b2730] (economia) • Sobrevivência dos negócios apoiados após 12 e 24 meses.
[p. 115]
[b2867] (economia) • Qualificação de mão de obra em turismo, eventos e manutenção esportiva, aproveitando a → economia-agro/p42
[p. 119]
[b2973] (economia) • Linha de crédito produtivo dedicada à cadeia do carnaval, com desburocratização do acesso, em articulação com a AgeRio e os fundos de fomento estaduais. → economia-agro/p116
[b2974] (economia) • Programa permanente de formação e qualificação em ofícios do carnaval (costura, aderecismo, ferragem, som, iluminação, produção). → economia-agro/p117
[b2975] (economia) • Fomento a barracões, ateliês e cooperativas para produção contínua, inclusive para outros eventos e para exportação de serviços criativos. → economia-agro/p118
[p. 123]
[b3066] (economia) 50. Plano Estratégico de Turismo RJ + 10 Anos
[b3067] (economia) "O turismo do Rio não pode caber só na capital: renda e emprego têm que chegar às 12 regiões turísticas."
[b3069] (economia) O potencial turístico do Rio de Janeiro está concentrado na capital e subaproveitado no interior.
[b3070] (economia) Faltam planejamento de longo prazo, dado confiável e infraestrutura de informação e sinalização que permitam ao visitante circular pelas 12 regiões turísticas do Estado. O turismo é um dos maiores geradores de emprego do Rio e um dos setores portadores de futuro da economia fluminense (economia criativa e turismo premium), mas segue amador na gestão pública, sem observatório de dados e sem estratégia que interiorize a renda. O resultado é um Estado que projeta a Cidade Maravilhosa ao mundo, mas deixa serras, litoral, campos e regiões históricas fora do mapa do visitante — e, com isso, desperdiça emprego e renda no interior.
[b3072] (economia) Instituir o instrumento indutor do desenvolvimento turístico sustentável de longo prazo nas 12 regiões turísticas do Estado, profissionalizando a gestão do setor, interiorizando a renda e estruturando dados, informação e sinalização à altura de um destino de classe mundial. → economia-agro/p40, economia-agro/p41
[b3074] (economia) • Planejamento de longo prazo (horizonte de dez anos), com metas e revisões periódicas.
[b3075] (economia) • Interiorização da renda turística, distribuindo fluxo e investimento pelas 12 regiões turísticas.
[b3076] (economia) • Decisão baseada em dados: um observatório que substitua o improviso por evidência.
[b3077] (economia) • Sustentabilidade ambiental, cultural e social como critério de desenvolvimento do destino.
[b3078] (economia) • Profissionalização da cadeia e integração com a cultura, o esporte e os megaeventos. → economia-agro/p77
[b3080] (economia) • Elaboração e publicação do Plano Estratégico de Turismo RJ + 10 Anos, com diagnóstico e metas por região. → economia-agro/p41
[b3081] (economia) • Observatório do Turismo do RJ, com coleta e divulgação de dados confiáveis de fluxo, emprego e receita. → economia-agro/p45
[b3082] (economia) • Portal interativo do turismo fluminense, com informação integrada de destinos, roteiros e serviços. → economia-agro/p45
[b3083] (economia) • Sinalização turística bilíngue nas principais rodovias estaduais e nos centros históricos. → economia-agro/p46
[b3084] (economia) • Estruturação e promoção de roteiros regionais integrados, valorizando serra, litoral, campos e patrimônio histórico. → economia-agro/p40
[b3085] (economia) • Qualificação profissional da cadeia turística (hospitalidade, guias, gastronomia, idiomas), em parceria com o Sistema S. → economia-agro/p42
[b3086] (economia) • Integração com o Calendário Cultural RJ e com os megaeventos como indutores de fluxo distribuído. → economia-agro/p77
[b3088] (economia) • Publicar o Plano Estratégico RJ + 10 Anos e implantar o Observatório do Turismo até 2028 (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → economia-agro/p41, economia-agro/p45
[b3089] (economia) • Implantar sinalização turística bilíngue nas principais rodovias e centros históricos das 12 regiões (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → economia-agro/p46
[b3090] (economia) • Elevar o fluxo turístico e a receita do setor no interior, reduzindo a concentração na capital → economia-agro/p40
[p. 124]
[b3098] (economia) (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → economia-agro/p40
[b3099] (economia) • Qualificar profissionais da cadeia turística em todas as regiões turísticas (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → economia-agro/p42
[b3101] (economia) Fase 1 — 2027: elaboração do Plano RJ + 10 Anos; estruturação do Observatório do Turismo; lançamento do portal interativo; início da sinalização bilíngue. → economia-agro/p41, economia-agro/p119
[b3102] (economia) Fase 2 — 2028–2029: execução dos roteiros regionais; ampliação da sinalização; qualificação profissional em escala; uso da Copa 2027 como plataforma de promoção. → economia-agro/p47
[b3103] (economia) Fase 3 — 2030: destino consolidado com fluxo distribuído pelas 12 regiões; avaliação de resultados do Observatório; revisão do plano decenal.
[b3105] (economia) • Fluxo de visitantes e receita turística por região turística.
[b3106] (economia) • Empregos formais gerados na cadeia do turismo, por região.
[b3107] (economia) • Extensão de vias e centros históricos com sinalização turística bilíngue implantada.
[b3108] (economia) • Número de profissionais qualificados e de roteiros regionais estruturados.
[b3110] (economia) Coordenação pela Secretaria de Estado de Turismo e pela TurisRio, com o Observatório do Turismo como base técnica de decisão e conselho com representação das 12 regiões turísticas. → economia-agro/p152
[b3111] (economia) Financiamento por dotação estadual, fundos de turismo, parcerias público-privadas, recursos de promoção associados à Copa 2027 e cooperação com os municípios. Gestão orientada por dados e por metas públicas de entrega, no padrão da LEGE-RJ. → economia-agro/p120
[p. 125]
[b3121] (economia) 51. Interiorização e Legado da Copa 2027
[b3122] (economia) "Megaevento não pode ser luz que acende só na capital: o legado da Copa vai iluminar o interior do Rio."
[b3124] (economia) Durante megaeventos, o fluxo de turistas e o investimento tendem a se concentrar na capital, deixando as regiões menos conhecidas de fora do legado. A Copa de 2027 traz uma janela global de visibilidade para o Rio de Janeiro, mas, sem estratégia deliberada de distribuição, esse benefício se esgota no eixo já consolidado, e o interior — serra, litoral, campos e regiões históricas — perde a oportunidade de converter atenção momentânea em fluxo turístico permanente. O desafio é transformar a vitrine do megaevento em desenvolvimento distribuído, com qualificação de mão de obra, modernização de equipamentos e promoção internacional que alcancem todo o território fluminense, e não apenas a Cidade do Rio.
[b3126] (economia) Usar a Copa de 2027 como plataforma global de posicionamento do Rio de Janeiro para promover as regiões do interior, distribuindo o legado do megaevento por todo o território e convertendo a visibilidade internacional momentânea em fluxo turístico e emprego permanentes. → economia-agro/p47
[b3128] (economia) • Legado distribuído: a Copa como indutor de desenvolvimento no interior, não apenas na capital.
[b3129] (economia) • Preparação da mão de obra local para captar as oportunidades de emprego geradas pelo evento.
[b3130] (economia) • Promoção internacional das regiões turísticas fluminenses aproveitando a exposição global do torneio.
[b3131] (economia) • Sustentabilidade do legado: infraestrutura e equipamentos com uso garantido após o evento.
[b3132] (economia) • Integração com o Plano Estratégico de Turismo RJ + 10 Anos e com o Calendário Cultural RJ. → economia-agro/p77
[b3134] (economia) • Campanha internacional de posicionamento do Rio como destino, com destaque para as 12 regiões turísticas do interior. → economia-agro/p47
[b3135] (economia) • Programa de qualificação de mão de obra em turismo, hospitalidade, eventos e idiomas nas cidades-polo do interior. → economia-agro/p42
[b3136] (economia) • Modernização de equipamentos turísticos e de apoio ao visitante nas regiões fora da capital. → economia-agro/p121
[b3137] (economia) • Roteiros de pré e pós-evento que levem o visitante da Copa ao interior fluminense. → economia-agro/p47
[b3138] (economia) • Integração com o Observatório do Turismo para medir o fluxo captado por região durante e após o evento. → economia-agro/p45
[b3139] (economia) • Articulação com o Pacto Estado-Municípios para capacitar as prefeituras do interior a receber o fluxo. → economia-agro/p122
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