André Marinho — texto do programa sobre Educação (Governador — RJ, 2026)
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[b369] (educacao) — IEPS). Na educação, o IDEB do ensino médio estadual é 3,3 — penúltimo do Brasil — com
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[b666] (educacao) • Vinculação da economia de energia à melhoria da própria rede escolar. → educacao/p27
[b678] (educacao) • Gerar economia de custeio energético reinvestida na infraestrutura escolar (meta do plano → educacao/p27
[b679] (educacao) — a confirmar na estimação técnica).
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[b1090] (educacao) Formar para a vaga que existe e reter o jovem na escola
[b1091] (educacao) 13. Educação Técnica com Emprego Real
[b1092] (educacao) "Formar o fluminense para a vaga que existe aqui — com salário enquanto aprende."
[b1094] (educacao) O Rio de Janeiro vive o pior dos mundos no encontro entre juventude e trabalho: de um lado, cerca de 600 mil jovens de 15 a 29 anos estão fora da escola e fora do mercado (IBGE/PNAD Contínua); de outro, empresas de setores estratégicos não preenchem suas vagas por falta de qualificação técnica compatível. O desemprego entre jovens de 18 a 24 anos chega a 20,5%, o maior do país, e alcança 28,1% na periferia da Região Metropolitana (IBGE/PNAD, 2025). A raiz do descompasso está na escola: o ensino médio da rede estadual tem IDEB de 3,3, penúltimo do Brasil e o pior do Sudeste (INEP/Iede, 2023), com 32,6% dos alunos em distorção idade-série (Anuário da Educação Básica 2024). O currículo segue desconectado das vocações econômicas do território — enquanto o petróleo do Norte Fluminense, a siderurgia do Médio Paraíba e o porto da Costa Verde contratam técnicos formados fora do estado. Na Baixada Fluminense, que concentra a maior demanda industrial e logística (REDUC, corredor da Avenida Brasil, varejo), o jovem não tem formação técnica vinculada à vaga que está a poucos quilômetros de casa. Em referências internacionais como a Alemanha, cerca de 70% da mão de obra industrial passa pela aprendizagem dual; o Rio, com petróleo, siderurgia e porto, ainda não forma o próprio técnico.
[b1096] (educacao) Reconectar a educação profissional ao mercado de trabalho real do estado, expandindo os centros técnicos estaduais e implantando, em escala inédita, a aprendizagem dual — o jovem estuda e trabalha ao mesmo tempo, com salário, vínculo formal e uma profissião casada à vocação econômica de sua região. A meta é transformar a maior fragilidade do Rio (juventude ociosa somada a vagas técnicas não preenchidas) em motor de emprego, renda e segurança. → educacao/p5, educacao/p96, educacao/p132
[b1098] (educacao) • Expansão dos centros técnicos estaduais com foco nas cadeias de maior potencial: tecnologia, saúde, logística e energias renováveis, além de petróleo e gás, siderurgia, portuária e náutica. → educacao/p1, educacao/p96, educacao/p132
[b1099] (educacao) • Aprendizagem dual como eixo estruturante: divisão da semana entre escola e empresa, com salário-aprendiz cofinanciado e vínculo formal (modelo dual alemão). → educacao/p5
[b1100] (educacao) • Vinculação territorial: cada trilha técnica casada à vocação regional — petróleo e offshore no Norte, automotivo e siderurgia no Médio Paraíba, nuclear e porto na Costa Verde, indústria e logística na Baixada. → educacao/p2, educacao/p96, educacao/p132
[b1101] (educacao) • Parcerias com o Sistema S (SENAI, SENAC, SEBRAE), setor privado e grandes contratantes para garantir que a formação termine em contratação. → educacao/p4
[b1102] (educacao) • Letramento massivo em inteligência artificial desde o ensino fundamental, para que o técnico fluminense chegue ao mercado com domínio das ferramentas do século XXI. → educacao/p87
[b1104] (educacao) • Programa Aprendiz Rio: aprendizagem dual para jovens de 15 a 18 anos, com 3 dias na escola e 2 dias na empresa, salário-aprendiz de R$ 800 a R$ 1.200 cofinanciado (Estado 30%, empresa 70%), contrato CLT, vale-transporte e mentor designado. → educacao/p5
[b1105] (educacao) • Convênios obrigatórios com grandes empregadores das cadeias regionais (petróleo, → educacao/p4
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[b1113] (educacao) siderurgia, automotivo, nuclear e portuária) para reserva de vagas de aprendizagem. → educacao/p99
[b1114] (educacao) • Meta regional casada à demanda: a Baixada Fluminense, de maior demanda industrial e logística, recebe o maior contingente de vagas de aprendizagem. → educacao/p6
[b1115] (educacao) • Ampliação e modernização da rede de centros técnicos estaduais (Faetec e novas unidades), com laboratórios alinhados às tecnologias das cadeias-alvo. → educacao/p1, educacao/p3, educacao/p19, educacao/p96, educacao/p117, educacao/p132
[b1116] (educacao) • Integração com a Plataforma Trabalho Já e demais programas de emprego do Estado, para direcionar o egresso à vaga compatível e ao curso rápido quando faltar qualificação. → educacao/p4
[b1117] (educacao) • Trilha de IA aplicada e competências digitais em todas as unidades técnicas, com passe de transporte para o jovem aprendiz. → educacao/p54, educacao/p87
[b1119] (educacao) • 200 mil jovens em aprendizagem dual (Aprendiz Rio) ao longo de quatro anos (meta do plano — a confirmar na estimação técnica), com a maior concentração de vagas na Baixada Fluminense. → educacao/p6
[b1120] (educacao) • Reduzir em pelo menos um quarto o contingente de jovens de 15 a 29 anos fora da escola e do trabalho, hoje em torno de 600 mil (meta do plano — a confirmar na estimação técnica).
[b1121] (educacao) • Ampliar a oferta de vagas na educação técnica estadual, priorizando tecnologia, saúde, logística e energias renováveis (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → educacao/p1, educacao/p96, educacao/p132
[b1122] (educacao) • Elevar a taxa de conclusão do ensino médio até os 19 anos, hoje em 74% (Anuário 2024), por meio da atratividade da trilha profissional (meta do plano — a confirmar na estimação técnica).
[b1123] (educacao) • Universalizar o letramento em IA na rede estadual até 2030 (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → educacao/p87
[b1125] (educacao) Fase 1 — 2027: instalação da governança do programa, assinatura dos convênios obrigatórios com grandes contratantes, mapeamento das vocações das regiões e das vagas técnicas abertas, primeiras turmas-piloto de aprendizagem dual na Baixada e no Norte Fluminense, e lançamento da trilha de IA. → educacao/p100
[b1126] (educacao) Fase 2 — 2028–2029: expansão da rede de centros técnicos e escalonamento das vagas de aprendizagem para todas as nove regiões, com integração plena à plataforma estadual de emprego e ampliação dos convênios com o Sistema S e o setor privado. → educacao/p101
[b1127] (educacao) Fase 3 — 2030: consolidação da aprendizagem dual como política permanente de Estado, avaliação de resultados por região e institucionalização do modelo em lei, garantindo continuidade além do mandato. → educacao/p102
[b1129] (educacao) • Número de jovens em aprendizagem dual e taxa de efetivação em emprego formal após 12 meses.
[b1130] (educacao) • Percentual de jovens de 15 a 29 anos fora da escola e do trabalho (NEET), com recorte por região.
[b1131] (educacao) • Taxa de desemprego juvenil (18 a 24 anos), com acompanhamento específico da periferia metropolitana.
[b1132] (educacao) • IDEB do ensino médio da rede estadual e taxa de distorção idade-série.
[b1133] (educacao) • Número de vagas técnicas preenchidas por profissionais formados no estado nas cadeias estratégicas.
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[b1142] (educacao) Coordenação pela Secretaria de Estado de Educação em articulação com as pastas de Trabalho, Ciência e Tecnologia e Desenvolvimento Econômico, com participação do Sistema S e dos grandes contratantes. O cofinanciamento do salário-aprendiz (Estado 30%, empresa 70%) dilui o custo público e amarra a empresa ao resultado. O modelo aproveita a contrapartida do PROPAG, que exige a aplicação de 1% do saldo da dívida em educação profissional, infraestrutura e segurança (Casa Civil, jun/2026), além de créditos fiscais vinculados à manutenção do emprego e de parcerias com o Sistema S. Custos e metas a confirmar na estimação técnica. → educacao/p5, educacao/p103
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[b1152] (educacao) 14. Escolas Cívico-Militares com Formação Técnica
[b1153] (educacao) "O jovem se forma com disciplina, cidadania e uma profissão nas mãos."
[b1155] (educacao) A rede estadual fluminense convive com dois males que se retroalimentam: baixo desempenho acadêmico e abandono escolar. O IDEB do ensino médio é de 3,3, penúltimo do Brasil (INEP/Iede, 2023), e a distorção idade-série alcança 32,6% (Anuário da Educação Básica 2024)
[b1156] (educacao) — o dobro da média de estados vizinhos, sinal de reprovação e evasão em massa. A violência agrava o quadro: entre 2023 e 2025, cerca de 188,7 mil estudantes da rede tiveram o trajeto casa-escola comprometido, e 95% das escolas chegaram a registrar ao menos uma interrupção de aulas por tiroteio (UNICEF/Fogo Cruzado/GENI-UFF, 2026). Perde-se aula, perde-se rotina e o jovem some — e, onde a escola recua, o tráfico avança para disputar o mesmo jovem. O modelo cívico-militar, adotado em outras redes, mostrou capacidade de reduzir o abandono e melhorar o clima escolar, combinando rigor disciplinar, formação cidadã e qualidade acadêmica.
[b1157] (educacao) Falta, porém, dar a esse modelo um diferencial fluminense: conectar disciplina a profissão.
[b1159] (educacao) Lançar e expandir o modelo cívico-militar na rede estadual, integrando de forma pioneira itinerários de educação técnica profissional ao currículo. Cada unidade oferecerá trilhas vinculadas à vocação econômica de seu território, de modo que o jovem conclua o ensino médio com disciplina, cidadania e uma profissão nas mãos — retendo-o na escola e afastando-o do recrutamento criminoso. → educacao/p65
[b1161] (educacao) • Rigor disciplinar, formação cidadã e foco em resultados acadêmicos como base do modelo, com gestão orientada à redução do abandono. → educacao/p104
[b1162] (educacao) • Integração inédita de itinerários técnicos ao currículo cívico-militar, vinculados à vocação regional: logística, tecnologia e saúde na Baixada; turismo, agronegócio e meio ambiente na Serra; aquicultura, energia offshore e náutica no litoral. → educacao/p67
[b1163] (educacao) • Priorização de territórios de alta vulnerabilidade e de escolas com trajeto comprometido pela violência, disputando o tempo do jovem com o crime. → educacao/p41, educacao/p68
[b1164] (educacao) • Articulação com a rede técnica estadual e o Sistema S para certificação profissional das trilhas. → educacao/p67
[b1165] (educacao) • Expansão gradual e monitorada, com avaliação de impacto sobre frequência, aprovação e clima escolar. → educacao/p105
[b1167] (educacao) • Implantação das primeiras unidades cívico-militares com formação técnica em regiões de alta vulnerabilidade e forte vocação econômica. → educacao/p65, educacao/p68
[b1168] (educacao) • Definição das trilhas técnicas por território, casadas às cadeias produtivas regionais e à demanda de vagas do mercado local. → educacao/p2
[b1169] (educacao) • Certificação profissional dos itinerários em parceria com Faetec, SENAI e SENAC. → educacao/p4, educacao/p67
[b1170] (educacao) • Programa de recuperação de aprendizagem e correção de fluxo para atacar a distorção idade-série dentro das unidades. → educacao/p49
[b1171] (educacao) • Protocolos de proteção e busca ativa dos alunos em territórios afetados pela violência armada, para reduzir a evasão. → educacao/p41, educacao/p48
[b1173] (educacao) • Implantar e expandir uma rede de escolas cívico-militares com formação técnica ao longo → educacao/p65
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[b1181] (educacao) do mandato, com pelo menos uma trilha profissional por unidade (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → educacao/p67
[b1182] (educacao) • Reduzir a taxa de abandono e a distorção idade-série (hoje 32,6%) nas unidades do modelo (meta do plano — a confirmar na estimação técnica).
[b1183] (educacao) • Elevar o IDEB do ensino médio, hoje em 3,3, nas escolas integrantes do programa (meta do plano — a confirmar na estimação técnica).
[b1184] (educacao) • Garantir certificação técnica aos concluintes das unidades cívico-militares (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → educacao/p67
[b1186] (educacao) Fase 1 — 2027: definição do marco normativo do modelo, seleção das primeiras unidades por vulnerabilidade e vocação econômica, desenho das trilhas técnicas regionais e implantação das turmas iniciais. → educacao/p66, educacao/p123
[b1187] (educacao) Fase 2 — 2028–2029: expansão da rede para novas regiões, consolidação das certificações técnicas e ajuste do modelo a partir dos resultados de frequência, aprovação e clima escolar. → educacao/p65
[b1188] (educacao) Fase 3 — 2030: avaliação de impacto, institucionalização do modelo e integração definitiva das trilhas técnicas às cadeias produtivas regionais. → educacao/p106
[b1190] (educacao) • Taxa de abandono e de distorção idade-série nas unidades cívico-militares.
[b1191] (educacao) • IDEB e indicadores de aprendizagem das escolas do modelo.
[b1192] (educacao) • Percentual de concluintes com certificação técnica e taxa de inserção no mercado de trabalho.
[b1193] (educacao) • Frequência escolar e número de interrupções de aula por violência nas unidades.
[b1195] (educacao) Coordenação pela Secretaria de Estado de Educação, em articulação com as forças de segurança para o componente cívico-militar e com a rede técnica estadual e o Sistema S para as trilhas profissionais. O financiamento combina recursos ordinários da educação, a contrapartida do PROPAG destinada à educação profissional (Casa Civil, jun/2026) e parcerias para certificação. A expansão é gradual e condicionada à avaliação de resultados, evitando escala sem qualidade. → educacao/p107
[b1196] (educacao) Custos e metas a confirmar na estimação técnica.
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[b1206] (educacao) 15. Escola 18h com Saúde Mental
[b1207] (educacao) "A escola funciona 5 horas por dia — e o crime funciona 24. Vamos disputar o tempo do jovem."
[b1209] (educacao) O ensino médio da rede estadual do Rio é o segundo pior do Brasil, com IDEB de 3,3, e a escola pública funciona, em regra, cinco horas por dia, enquanto o tráfico opera 24 horas e recruta o jovem no tempo ocioso. A distorção idade-série alcança 32,6% (Anuário da Educação Básica 2024), retrato de reprovação e evasão. A violência empurra o aluno para fora: cerca de 188,7 mil estudantes tiveram o trajeto escolar comprometido e as escolas somaram milhares de interrupções de aula por tiroteios (UNICEF/Fogo Cruzado/GENI-UFF, 2026). Some-se a isso a crise de saúde mental: a fila para atendimento psicossocial no SUS fluminense chega a dois anos, e a rede pública é insuficiente para acolher crianças e adolescentes em sofrimento. O resultado é um jovem exposto, ocioso metade do dia e sem suporte emocional — exatamente o perfil que o crime disputa primeiro.
[b1211] (educacao) Ampliar a jornada escolar para até o fim da tarde (Escola 18h), integrando reforço acadêmico, esporte, cultura e apoio psicossocial, de modo a reter o jovem na escola, atacar a distorção idade-série e disputar seu tempo com o tráfico. A saúde mental deixa de ser serviço distante para se tornar parte da rotina escolar, aproximando o acolhimento de quem mais precisa. → educacao/p13
[b1213] (educacao) • Jornada ampliada como política de proteção: mais tempo na escola significa menos tempo exposto ao recrutamento criminoso. → educacao/p13
[b1214] (educacao) • Integração entre educação e saúde mental, com apoio psicossocial dentro da escola e articulação com a atenção básica. → educacao/p35
[b1215] (educacao) • Prioridade aos territórios de maior vulnerabilidade e às escolas com trajeto comprometido pela violência armada. → educacao/p41
[b1216] (educacao) • Combate direto à distorção idade-série por meio de reforço e correção de fluxo no contraturno. → educacao/p49
[b1217] (educacao) • Esporte e cultura como vínculo, condicionados à matrícula ativa e à frequência escolar. → educacao/p53
[b1219] (educacao) • Implantação progressiva da Escola 18h, com contraturno de reforço acadêmico, esporte, cultura e atividades socioeducativas. → educacao/p13, educacao/p93
[b1220] (educacao) • Equipes de apoio psicossocial nas escolas e ampliação do acesso à saúde mental, inclusive por teleconsulta, articulada à rede de atenção nos 92 municípios. → educacao/p35
[b1221] (educacao) • Programa de recuperação de aprendizagem para reduzir a distorção idade-série, hoje em → educacao/p49
[b1223] (educacao) • Busca ativa dos alunos ausentes, com visita à família quando o jovem some da escola, integrando educação e assistência social. → educacao/p42, educacao/p48
[b1224] (educacao) • Alimentação e transporte compatíveis com a jornada ampliada, para não penalizar o aluno de baixa renda. → educacao/p20, educacao/p54
[b1226] (educacao) • Expandir a Escola 18h para a rede estadual, priorizando os territórios mais vulneráveis (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → educacao/p13
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[b1234] (educacao) • Reduzir a distorção idade-série no ensino médio, hoje em 32,6% (meta do plano — a confirmar na estimação técnica).
[b1235] (educacao) • Elevar o IDEB do ensino médio da rede estadual, hoje em 3,3 (meta do plano — a confirmar na estimação técnica).
[b1236] (educacao) • Garantir apoio psicossocial e acesso à saúde mental nas escolas de jornada ampliada e reduzir a fila de espera, hoje de até dois anos (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → educacao/p35
[b1238] (educacao) Fase 1 — 2027: desenho do modelo pedagógico da jornada ampliada, implantação nas primeiras escolas de territórios críticos, estruturação das equipes de apoio psicossocial e da busca ativa. → educacao/p108
[b1239] (educacao) Fase 2 — 2028–2029: expansão da Escola 18h para novas unidades e regiões, integração plena com a rede de saúde mental e consolidação dos programas de correção de fluxo. → educacao/p109
[b1240] (educacao) Fase 3 — 2030: avaliação de impacto sobre frequência, aprendizagem e evasão, e institucionalização da jornada ampliada com apoio psicossocial como política permanente. → educacao/p110
[b1242] (educacao) • Taxa de distorção idade-série e taxa de abandono no ensino médio.
[b1243] (educacao) • IDEB do ensino médio da rede estadual.
[b1244] (educacao) • Número de escolas com jornada ampliada e de alunos atendidos.
[b1245] (educacao) • Cobertura de apoio psicossocial nas escolas e tempo de espera por atendimento em saúde mental.
[b1246] (educacao) • Frequência escolar e efetividade da busca ativa nos territórios de maior violência.
[b1248] (educacao) Coordenação pela Secretaria de Estado de Educação, em articulação com a Secretaria de Estado de Saúde para o componente de saúde mental e com a assistência social para a busca ativa. O financiamento combina recursos ordinários da educação, a contrapartida do PROPAG (Casa Civil, jun/2026) e a integração com a política estadual de saúde mental, aproveitando a teleconsulta para levar acolhimento aos 92 municípios. A expansão é progressiva e priorizada por vulnerabilidade. Custos e metas a confirmar na estimação técnica. → educacao/p111
[p. 64]
[b1576] (educacao) • Centro de Formação e Universidade do Mar, com cursos técnicos e superiores voltados às atividades marítimas. → educacao/p12
[b1581] (educacao) • Formar profissionais especializados em atividades marítimas pelo Centro de Formação e pela Universidade do Mar (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → educacao/p12
[p. 106]
[b2625] (educacao) A raiz do problema começa na escola. A rede estadual fluminense tem o pior ensino médio do Sudeste — IDEB de 3,3 em 2023, penúltimo do país (INEP/Iede) — e uma distorção idade-série de 32,6% no ensino médio, sinal de reprovação e abandono em massa (Anuário da Educação Básica 2024). E o motivo não está só na sala de aula: entre 2023 e 2026, 188.694 estudantes da rede municipal do Rio tiveram o trajeto casa-escola comprometido pela violência armada, com 95% das escolas (3.825 unidades) sofrendo ao menos uma interrupção e 2.228 paralisações registradas (UNICEF/Instituto Fogo Cruzado/GENI-UFF, 2026). A escola virou refém, e o tráfico disputa exatamente o jovem que ela perde. No extremo dessa exclusão está o adolescente que vive em território sob domínio armado, em "liberdade fictícia": solto, mas prisioneiro do crime, dentro do raio de recrutamento e fora de qualquer política comum. Some-se a isso a violência letal — 3.881 vítimas de letalidade violenta em 2025 (ISP-RJ) —, que atinge de forma desproporcional crianças e adolescentes negros da periferia. A melhora recente do mercado de trabalho concentrou-se na capital, enquanto a Baixada Fluminense e o interior ficaram para trás: em 2024, o estado bateu recorde de vagas formais, mas a Baixada gerou apenas cerca de 17,8 mil, mantendo sua juventude exposta.
[b2631] (educacao) • Condicionar benefícios a matrícula ativa e frequência escolar, usando a permanência na escola como espinha dorsal de todas as trilhas. → educacao/p53
[p. 107]
[b2647] (educacao) • Trilha 3 — Escola + Esporte + Família: implantação de uma rede de polos esportivopedagógicos em territórios críticos (referência da metodologia de esporte social já aplicada na Maré), com regra de ouro — a vaga no esporte exige matrícula ativa e 85% de frequência escolar. Criação dos Centros Estaduais de Apoio Psicossocial à Família (CEAPFE) e da busca ativa cruzada: sumiu da escola ou do polo, a família é visitada em até 72 horas. → educacao/p42, educacao/p48, educacao/p53, educacao/p93
[b2648] (educacao) Complementarmente, ampliação da jornada escolar com reforço, cultura e apoio psicossocial, e o Mapa Real das escolas estaduais para diagnóstico de infraestrutura e gestão. → educacao/p13, educacao/p28
[b2655] (educacao) • Redução da distorção idade-série no ensino médio da rede estadual dos atuais 32,6% para patamar de um dígito (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → educacao/p49
[p. 108]
[b2673] (educacao) • IDEB e distorção idade-série da rede estadual de ensino médio (INEP).
[b2676] (educacao) • Frequência escolar e taxa de abandono nos territórios com polos esportivo-pedagógicos.
[p. 109]
[b2707] (educacao) • Ampliação da rede de creches e de equipamentos de cuidado, com prioridade para os territórios de maior demanda reprimida, removendo o principal obstáculo à inserção feminina no mercado. → educacao/p47, educacao/p121
[p. 110]
[b2719] (educacao) • Ampliação significativa da oferta de vagas em creches nos territórios de maior demanda (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → educacao/p47, educacao/p121
[b2729] (educacao) • Vagas de creche criadas e taxa de atendimento da demanda por território.
[p. 138]
[b3461] (educacao) Escolas Solares e PPPs do ArcoMM → educacao/p27
[b3477] (educacao) Educação Técnica com Emprego Real
[b3479] (educacao) Escolas Cívico-Militares com Formação Técnica
FIM — 107 blocos neste arquivo.