André Marinho — texto do programa sobre Infraestrutura, transporte e mobilidade (Governador — RJ, 2026)
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[b208] (infraestrutura) Segurança se constrói com presença do Estado — e presença do Estado custa dinheiro bem gasto. O segundo pilar da Agenda é o compromisso com um robusto e criterioso programa de investimentos públicos, prioritariamente em infraestrutura, educação, saúde e mobilidade. O Estado do Rio tem uma posição privilegiada: é o maior polo petrolífero do país, responsável por parcela significativa dos royalties que financiam o orçamento público. Esses recursos pertencem ao povo fluminense e devem retornar a ele na forma de serviços, obras e oportunidades — não de contratos superfaturados nem de caixas-pretas institucionais.
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[b286] (infraestrutura) Lição 2 — Infraestrutura integrada é condição para destravar o potencial do Estado. A fragmentação geográfica do Rio — montanhas, planícies, baía, lagoas, litoral — só foi obstáculo enquanto o Estado não teve a infraestrutura para integrá-la. Não é coincidência que os períodos de maior crescimento relativo do Rio foram exatamente aqueles em que houve grandes obras de integração territorial.
[b293] (infraestrutura) • O ArcoMM — Integrando os Municípios do Mar à Montanha — como projeto de integração territorial capaz de desbloquear décadas de potencial represado.
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[b370] (mobilidade) 32,6% de distorção idade-série (INEP). No transporte, o tempo médio casa-trabalho na Região Metropolitana é de 52 minutos, o pior entre as metrópoles brasileiras, e a SuperVia encerrou operações em maio de 2026.
[b375] (mobilidade) O Rio de 2030 é um estado que funciona: o trabalhador da Baixada atravessa a região em transporte digno e integrado ao longo do Arco do Mar à Montanha; o jovem termina o ensino médio com uma profissão nas mãos e uma vaga real à sua espera; o paciente do interior trata o câncer perto de casa; e o aposentado recebe em dia, de um regime previdenciário que deixou de depender do preço do barril. → infraestrutura-mobilidade/p78
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[b393] (mobilidade) Com André Marinho isso vai mudar! Deslocamentos para trabalhar nos novos polos de desenvolvimento do ArcoMM serão de, no máximo, 30 minutos. Marinho vai devolver nada menos que TRÊS HORAS DIÁRIAS de vida e lazer para cada cidadão da Baixada. É pagar para ver. → infraestrutura-mobilidade/p70
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[b421] (infraestrutura) A espinha dorsal do ArcoMM é o Grande Anel Multimodal: um sistema integrado de transporte que conecta os 145 km do Arco Metropolitano a todos os grandes eixos viários e modais da região — BR-101 (Sul Fluminense e Santos/SP), Av. Brasil, BR-116 (Rodovia Presidente Dutra), TransOlímpica, Linha Amarela, BR-040 (rodovias para Petrópolis, Minas e Teresópolis) e norte do Estado, além dos aeroportos internacionais, do Porto do Rio e do Porto de Itaguaí. → infraestrutura-mobilidade/p78
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[b429] (mobilidade) O elemento central desse sistema é o Monotrilho Suspenso (Metrô Aéreo) ao longo dos 60 km iniciais do Arco — projetado para funcionar não apenas como transporte, mas como eixo distribuidor de infraestrutura: segurança e patrulhamento, atendimento médico emergencial, internet, energia com rede enterrada, galerias de esgotamento e comunicação inteligente (IoT). → infraestrutura-mobilidade/p10
[b430] (mobilidade) Os grandes Hubs de Integração ao longo do traçado funcionarão como centros comerciais, de serviços, conveniência e apoio médico — todos dotados de helipontos e integrados às linhas de metrô existentes. → infraestrutura-mobilidade/p10
[b431] (mobilidade) A referência internacional é o Monotrilho de Chongqing, na China: 67 km de extensão, 250 milhões de passageiros por ano. O Rio tem a escala e a necessidade para um projeto da mesma ambição. O Monotrilho Suspenso, antes de tudo, será uma enorme atração turística, dada a intensa beleza do relevo da Serra do Mar que emoldura as oito Cidades inteligentes.
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[b455] (mobilidade) 01. Corredor Pavuna–Arco do Mar à Montanha (Projeto Âncora)
[b457] (mobilidade) A Baixada Fluminense concentra a maior massa populacional e trabalhadora da Região Metropolitana e, ao mesmo tempo, a maior exclusão em mobilidade. Apenas 17% dos moradores da Baixada vivem a menos de 1 km de um sistema de transporte de alta capacidade, o que empurra milhões para deslocamentos longos, caros e inseguros. O quadro se agrava porque o tempo médio casa-trabalho na Região Metropolitana do Rio é de 52 minutos, o pior entre nove metrópoles brasileiras (Quanta-Lerner/PNAD), e porque o principal sistema ferroviário — antiga SuperVia, que já transportou cerca de 600 mil passageiros por dia e caiu para cerca de 300 mil — encerrou operações em maio de 2026 (Agência Brasil/CNN), deixando um vazio de capacidade justamente no eixo mais dependente do trem. A ausência de um eixo estruturante ao longo do Arco do Mar à Montanha trava o desenvolvimento territorial e mantém a Baixada como periferia de passagem, e não como polo de vida e emprego.
[b459] (mobilidade) Implantar um eixo ferroviário de transporte de alta capacidade — VLT/Metrô Leve — de mais de 20 km com 22 estações, atravessando cinco municípios da Baixada, para funcionar como âncora estruturante do desenvolvimento ao longo do Arco do Mar à Montanha, corrigindo a exclusão histórica em mobilidade e organizando o adensamento urbano em torno do transporte. → infraestrutura-mobilidade/p9, infraestrutura-mobilidade/p33, infraestrutura-mobilidade/p97
[b461] (mobilidade) • Tratar o transporte de alta capacidade como infraestrutura indutora de desenvolvimento, e não como obra isolada: cada estação é um polo de emprego, serviços e habitação. → infraestrutura-mobilidade/p9, infraestrutura-mobilidade/p97
[b462] (mobilidade) • Priorizar a integração física e tarifária do novo eixo com os demais modais metropolitanos, evitando repetir a lógica de sistemas ilhados. → infraestrutura-mobilidade/p51, infraestrutura-mobilidade/p108
[b463] (mobilidade) • Estruturar o financiamento em modelo de parceria público-privada e captura de valorização fundiária, sem transferir a conta ao usuário. → infraestrutura-mobilidade/p69
[b464] (mobilidade) • Vincular o traçado às Cidades Vocacionadas e às áreas econômicas do Arco, para que o transporte e a geração de emprego avancem juntos. → infraestrutura-mobilidade/p88
[b466] (mobilidade) • Projeto executivo e licenciamento ambiental do corredor de mais de 20 km com 22 estações em cinco municípios da Baixada. → infraestrutura-mobilidade/p9, infraestrutura-mobilidade/p97
[b467] (mobilidade) • Desapropriações, liberação de faixa e implantação da via em lotes construtivos sequenciados. → infraestrutura-mobilidade/p89
[b468] (mobilidade) • Construção das estações como Hubs de Integração conectados a ônibus municipais, BRT e à → infraestrutura-mobilidade/p33
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[b476] (mobilidade) malha ferroviária remanescente. → infraestrutura-mobilidade/p33
[b478] (mobilidade) • Sistema de bilhetagem integrado ao Bilhete Único Metropolitano. → infraestrutura-mobilidade/p51, infraestrutura-mobilidade/p108
[b480] (mobilidade) • Beneficiar 3,7 milhões de pessoas ao longo do eixo (meta do plano — a confirmar na estimação técnica).
[b481] (mobilidade) • Gerar 47 mil empregos e capacidade de absorver 122 mil novos habitantes no entorno estruturado (meta do plano — a confirmar na estimação técnica).
[b482] (mobilidade) • Elevar de 17% para patamar significativamente superior a fração de moradores da Baixada a menos de 1 km de transporte de alta capacidade (meta do plano — a confirmar na estimação técnica).
[b484] (mobilidade) Fase 1 — 2027: projeto executivo, licenciamento, modelagem da PPP, desapropriações prioritárias e início das obras dos primeiros lotes. → infraestrutura-mobilidade/p69
[b485] (mobilidade) Fase 2 — 2028–2029: execução do grosso da infraestrutura civil, construção das estações-hub e implantação dos sistemas; entrega de trechos operacionais parciais.
[b486] (mobilidade) Fase 3 — 2030: conclusão do corredor, operação plena das 22 estações e consolidação dos polos de desenvolvimento no entorno. → infraestrutura-mobilidade/p9, infraestrutura-mobilidade/p97
[b488] (mobilidade) • Quilômetros de via entregues e estações em operação.
[b489] (mobilidade) • Passageiros transportados por dia e tempo médio de deslocamento no eixo.
[b490] (mobilidade) • Empregos formais gerados e unidades habitacionais licenciadas no entorno das estações.
[b492] (mobilidade) Estruturação em parceria público-privada sob regulação do Estado, combinando aporte público, financiamento de longo prazo e captura da valorização fundiária gerada pelas estações. A coordenação caberá ao órgão metropolitano de mobilidade, com contrato de metas e fiscalização, e o equilíbrio fiscal do Estado — sustentado pela agenda de transparência e pela renegociação da dívida no PROPAG (Casa Civil, 2026) — é a base de credibilidade para atrair o investimento de longo prazo que a obra exige. → infraestrutura-mobilidade/p69
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[b502] (mobilidade) 02. Mobilidade Metropolitana — Recuperar e Expandir
[b503] (mobilidade) "30 anos de vida produtiva, 10 perdidos no transporte: é preciso devolver ao trabalhador fluminense pelo menos parte desse tempo."
[b505] (mobilidade) O transporte metropolitano do Rio rouba o tempo de vida do trabalhador. Os trens que já levaram cerca de 600 mil passageiros por dia transportavam cerca de 300 mil antes do colapso da concessão, sucateados e lentos, com o encerramento das operações da SuperVia em 29 de maio de 2026 e sucessão pela Nova Via Mobilidade (Agência Brasil/CNN); no ramal Japeri, o tempo de viagem subiu de 95 para 111 minutos. O BRT desabou: das cerca de 400 articulados prometidos, apenas 120 funcionavam em 2021, hoje com 339 em operação (Prefeitura do Rio).
[b506] (mobilidade) O resultado é um tempo médio casa-trabalho de 52 minutos na Região Metropolitana, o pior entre nove metrópoles do país (Quanta-Lerner/PNAD), e trabalhadores de Belford Roxo, Japeri e Queimados que acordam de madrugada e voltam sem ver o filho com a luz do sol. Enquanto o Corredor Âncora estrutura o novo eixo, a rede existente precisa ser recuperada com urgência e ampliada.
[b508] (mobilidade) Recuperar a malha ferroviária e o BRT e expandir a capacidade metropolitana com o Monotrilho Suspenso ao longo do Arco e a integração ao Metrô, reduzindo de forma medida o tempo médio de deslocamento e devolvendo tempo de vida ao trabalhador. → infraestrutura-mobilidade/p2
[b510] (mobilidade) • Resgatar antes de expandir: recuperar frota, estações e confiabilidade dos sistemas ferroviário e BRT como prioridade imediata. → infraestrutura-mobilidade/p2, infraestrutura-mobilidade/p36
[b511] (mobilidade) • Tratar o Monotrilho Suspenso ao longo dos 60 km iniciais do Arco como infraestrutura multifuncional — transporte de massa, eixo de segurança, distribuição de internet e suporte a saneamento. → infraestrutura-mobilidade/p10
[b512] (mobilidade) • Integrar todos os modais por bilhete e informação única, com Hubs de Integração conectando o sistema ao metrô, às rodovias federais e aos aeroportos. → infraestrutura-mobilidade/p51, infraestrutura-mobilidade/p108
[b513] (mobilidade) • Priorizar os ramais e corredores mais precários, onde a espera pesa mais sobre quem menos pode. → infraestrutura-mobilidade/p90
[b515] (mobilidade) • Renovação de frota e requalificação de estações ferroviárias, começando por Senador → infraestrutura-mobilidade/p2, infraestrutura-mobilidade/p4, infraestrutura-mobilidade/p95
[b516] (mobilidade) Camará, Belford Roxo e Japeri. → infraestrutura-mobilidade/p2
[b517] (mobilidade) • Recomposição e modernização da frota do BRT e recuperação dos corredores existentes. → infraestrutura-mobilidade/p36
[b518] (mobilidade) • Projeto e implantação do Monotrilho Suspenso ao longo dos 60 km iniciais do Arco do Mar à Montanha, com Hubs de Integração. → infraestrutura-mobilidade/p10
[b519] (mobilidade) • Apoio à expansão do Metrô, incluindo a Linha 3 (Praça XV–Niterói–São Gonçalo), de 21,7 km e 15 estações, com travessia da Baía (A Tribuna RJ). → infraestrutura-mobilidade/p1
[b520] (mobilidade) • Bilhete Único Metropolitano, aplicativo estadual de informação em tempo real e Passe Livre para jovens em formação técnica. → infraestrutura-mobilidade/p51, infraestrutura-mobilidade/p58, infraestrutura-mobilidade/p68, infraestrutura-mobilidade/p109
[b522] (mobilidade) • Reduzir o tempo médio de deslocamento metropolitano em 25% em quatro anos (meta do plano — a confirmar na estimação técnica), partindo da linha de base de 52 minutos (Quanta-Lerner/PNAD). → infraestrutura-mobilidade/p70
[b523] (mobilidade) • Implantar os 60 km iniciais do Monotrilho Suspenso ao longo do Arco (meta do plano — a → infraestrutura-mobilidade/p10
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[b531] (mobilidade) confirmar na estimação técnica).
[b532] (mobilidade) • Recuperar a confiabilidade da malha ferroviária, revertendo o quadro de quase 5 mil interrupções anuais registrado no colapso da antiga concessão (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → infraestrutura-mobilidade/p2
[b534] (mobilidade) Fase 1 — 2027: plano emergencial de resgate da malha ferroviária e do BRT, primeiras estações requalificadas e projeto do Monotrilho e dos Hubs. → infraestrutura-mobilidade/p4, infraestrutura-mobilidade/p36, infraestrutura-mobilidade/p95
[b535] (mobilidade) Fase 2 — 2028–2029: renovação de frota em escala, obras do Monotrilho nos trechos iniciais, avanço da Linha 3 do Metrô e implantação do Bilhete Único Metropolitano. → infraestrutura-mobilidade/p1
[b536] (mobilidade) Fase 3 — 2030: operação integrada dos modais recuperados e do Monotrilho, com painel público do tempo devolvido ao trabalhador. → infraestrutura-mobilidade/p44, infraestrutura-mobilidade/p70
[b538] (mobilidade) • Tempo médio de deslocamento metropolitano e por ramal.
[b539] (mobilidade) • Número de interrupções e índice de confiabilidade do sistema ferroviário e do BRT.
[b540] (mobilidade) • Quilômetros de Monotrilho e de Metrô entregues e passageiros integrados por bilhete único.
[b542] (mobilidade) Execução coordenada pelo órgão metropolitano de mobilidade, articulando concessões, recursos estaduais e federais e o modelo de PPP do ArcoMM para o Monotrilho e os Hubs. A recuperação da malha exige renegociação e reestruturação dos contratos de concessão com metas e fiscalização unificada, e o financiamento das novas obras se apoia no arranjo de parceria com o setor privado sob regulação do Estado. → infraestrutura-mobilidade/p49, infraestrutura-mobilidade/p69
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[b552] (mobilidade) 03. Autoridade Metropolitana de Mobilidade
[b553] (mobilidade) "Trem, metrô, ônibus, BRT e barca precisam conversar: um bilhete, um sistema, um responsável."
[b555] (mobilidade) O transporte metropolitano do Rio não tem comando. O trem é estadual e entrou em colapso, o BRT é municipal e sucateado, o metrô é concessão, as barcas sinalizam querer deixar a operação e ônibus e vans seguem fragmentados — sem nenhuma autoridade que integre tudo.
[b556] (mobilidade) O passageiro que combina trem, BRT, ônibus e barca paga tarifas separadas, perde tempo em baldeações sem integração e fica refém de contratos que ninguém fiscaliza de forma unificada.
[b557] (mobilidade) O custo dessa ausência de governança é concreto: tempo médio casa-trabalho de 52 minutos, o pior entre nove metrópoles (Quanta-Lerner/PNAD), e crises recorrentes — como a falência da antiga SuperVia, encerrada em maio de 2026 (Agência Brasil/CNN) — resolvidas por improviso.
[b558] (mobilidade) Sem um comando metropolitano, o sistema nunca funciona como rede, e cada modal permanece uma ilha.
[b560] (mobilidade) Criar a Autoridade Metropolitana de Mobilidade, órgão estadual de comando único que planeje e integre trem, metrô, ônibus, BRT, vans e barcas, retome o controle dos dados do sistema, redesenhe as concessões com metas e fiscalização e implante o Bilhete Único Metropolitano de fato. → infraestrutura-mobilidade/p61, infraestrutura-mobilidade/p63
[b562] (mobilidade) • Comando único: uma autoridade responsável por planejar, integrar e fiscalizar todos os modais metropolitanos. → infraestrutura-mobilidade/p61
[b563] (mobilidade) • Integração tarifária e de dados como espinha dorsal do sistema, com o Estado reassumindo a titularidade da informação operacional. → infraestrutura-mobilidade/p48
[b564] (mobilidade) • Redesenho das concessões com metas de serviço, fiscalização forte e cláusulas de desempenho. → infraestrutura-mobilidade/p43, infraestrutura-mobilidade/p49
[b565] (mobilidade) • Cooperação técnica com referências internacionais de governança de transporte (Singapore → infraestrutura-mobilidade/p91
[b566] (mobilidade) LTA, TfL London, MTA New York). → infraestrutura-mobilidade/p91
[b568] (mobilidade) • Marco legal de criação da Autoridade Metropolitana de Mobilidade e sua estrutura de governança. → infraestrutura-mobilidade/p61
[b569] (mobilidade) • Central integrada de dados e de operação dos modais metropolitanos, sob controle do → infraestrutura-mobilidade/p44, infraestrutura-mobilidade/p48
[b571] (mobilidade) • Revisão e repactuação dos contratos de concessão, com metas de qualidade e fiscalização unificada. → infraestrutura-mobilidade/p43, infraestrutura-mobilidade/p49
[b572] (mobilidade) • Implantação do Bilhete Único Metropolitano no modelo de cartão integrado (referência → infraestrutura-mobilidade/p51, infraestrutura-mobilidade/p108
[b574] (mobilidade) • Plano integrado das conexões intermunicipais entre interior, periferia e polos de emprego.
[b576] (mobilidade) • Instituir e tornar operacional a Autoridade Metropolitana de Mobilidade até o fim da Fase → infraestrutura-mobilidade/p63
[b577] (mobilidade) 1 (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → infraestrutura-mobilidade/p63
[b578] (mobilidade) • Universalizar o Bilhete Único Metropolitano com integração plena entre modais (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → infraestrutura-mobilidade/p51, infraestrutura-mobilidade/p108
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[b586] (mobilidade) • Reduzir baldeações não integradas e o custo médio de deslocamento multimodal do trabalhador (meta do plano — a confirmar na estimação técnica).
[b588] (mobilidade) Fase 1 — 2027: criação legal da autoridade, montagem da equipe técnica, retomada dos dados do sistema e diagnóstico das concessões. → infraestrutura-mobilidade/p48, infraestrutura-mobilidade/p63
[b589] (mobilidade) Fase 2 — 2028–2029: repactuação dos contratos, implantação da central integrada e do Bilhete Único Metropolitano. → infraestrutura-mobilidade/p49
[b590] (mobilidade) Fase 3 — 2030: operação plena da governança integrada, com planejamento unificado e fiscalização por metas dos cinco modais. → infraestrutura-mobilidade/p43
[b592] (mobilidade) • Percentual de viagens realizadas com integração tarifária plena.
[b593] (mobilidade) • Índice de cumprimento das metas contratuais por concessionário.
[b594] (mobilidade) • Satisfação do usuário e tempo médio de baldeação.
[b596] (mobilidade) A autoridade será órgão estadual com mandato técnico e orçamento próprio, financiada por dotação estadual, taxas regulatórias e ganhos de eficiência das concessões repactuadas. Sua criação é pré-condição institucional para que o Corredor Âncora, o Monotrilho e a recuperação da malha operem como rede única, e não como obras avulsas. → infraestrutura-mobilidade/p63
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[b615] (infraestrutura) • Integração porto-aeroporto-indústria usando Itaguaí, o Galeão e o Porto do Açu como âncoras, mais concessões estratégicas e modernização de terminais. → infraestrutura-mobilidade/p77
[b620] (infraestrutura) • Concessões estratégicas e modernização de terminais portuários e aeroportuários. → infraestrutura-mobilidade/p77
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[b670] (infraestrutura) • Estruturação dos pacotes de saneamento, energia, telefonia e internet associados ao → infraestrutura-mobilidade/p10
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[b706] (infraestrutura) 06. Concessão de 700 km de Rodovias
[b708] (infraestrutura) A malha rodoviária estadual deteriorada encarece o frete, aumenta acidentes e alonga o tempo de viagem, penalizando a economia e a segurança de quem depende das estradas. O Estado, em recuperação fiscal e com dívida de R$ 210 bilhões com a União (Casa Civil, 2026), não tem caixa para manter sozinho essa malha, e os municípios do Rio investem apenas 4,6% da receita, o pior desempenho do país no IFGF (Firjan). O eixo econômico do Arco do Mar à Montanha e o escoamento da produção do interior dependem de rodovias em condição adequada — sem elas, o custo logístico corrói a competitividade do estado e a promessa de interiorização do desenvolvimento não se sustenta.
[b710] (infraestrutura) Estruturar a concessão de cerca de 700 km de rodovias estaduais em lotes que melhorem a qualidade e a segurança das vias, com prazo ampliado e garantias robustas, sem criar novos pedágios nem transferir a conta ao usuário. → infraestrutura-mobilidade/p23, infraestrutura-mobilidade/p24
[b712] (infraestrutura) • Melhorar a via sem onerar o usuário: concessões desenhadas para elevar a qualidade sem criação de novos pedágios. → infraestrutura-mobilidade/p24
[b713] (infraestrutura) • Prazo ampliado para até 30 anos, permitindo diluir o investimento e viabilizar obras de maior porte. → infraestrutura-mobilidade/p24
[b714] (infraestrutura) • Mecanismos robustos de garantia e de equilíbrio econômico-financeiro, com fiscalização por metas de qualidade. → infraestrutura-mobilidade/p23
[b715] (infraestrutura) • Prioridade aos lotes que conectam o interior às rotas de desenvolvimento e ao eixo do Arco. → infraestrutura-mobilidade/p93
[b717] (infraestrutura) • Diagnóstico técnico da malha e divisão em lotes de concessão de acordo com fluxo e estado de conservação. → infraestrutura-mobilidade/p24
[b718] (infraestrutura) • Modelagem econômico-financeira com prazo ampliado para 30 anos e matriz de garantias. → infraestrutura-mobilidade/p24
[b719] (infraestrutura) • Editais de concessão com metas contratuais de recuperação, duplicação de trechos críticos e segurança viária. → infraestrutura-mobilidade/p19, infraestrutura-mobilidade/p25, infraestrutura-mobilidade/p99
[b720] (infraestrutura) • Programa de recuperação inicial obrigatória nos primeiros anos de contrato. → infraestrutura-mobilidade/p19
[b721] (infraestrutura) • Sistema de fiscalização de desempenho com penalidades por descumprimento. → infraestrutura-mobilidade/p23
[b723] (infraestrutura) • Concessionar cerca de 700 km de rodovias estaduais em lotes (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → infraestrutura-mobilidade/p24
[b724] (infraestrutura) • Recuperar a totalidade dos trechos concessionados dentro dos prazos contratuais, sem novos pedágios (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → infraestrutura-mobilidade/p19
[b725] (infraestrutura) • Reduzir acidentes e tempo de viagem nos eixos concedidos (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → infraestrutura-mobilidade/p25, infraestrutura-mobilidade/p99
[b727] (infraestrutura) Fase 1 — 2027: diagnóstico da malha, definição dos lotes, modelagem e primeiros editais. → infraestrutura-mobilidade/p24
[b728] (infraestrutura) Fase 2 — 2028–2029: assinatura dos contratos, obras de recuperação inicial e início das metas de duplicação e segurança.
[b729] (infraestrutura) Fase 3 — 2030: malha concedida em operação plena, com padrão de qualidade e fiscalização por desempenho consolidados.
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[b738] (infraestrutura) • Quilômetros concedidos e recuperados por lote.
[b739] (infraestrutura) • Índice de qualidade do pavimento e de sinalização das vias concedidas.
[b740] (infraestrutura) • Número de acidentes e tempo médio de viagem nos eixos concessionados.
[b742] (infraestrutura) Concessões estruturadas sob agência reguladora de excelência, com contratos de metas, cláusulas de performance e garantias que protegem o usuário e a atratividade do investimento. → infraestrutura-mobilidade/p23
[b743] (infraestrutura) O modelo transfere ao concessionário o custo de recuperação e manutenção, preservando o caixa do Estado em recuperação fiscal, e integra-se à estratégia logística do Hub das Américas e à interiorização do desenvolvimento. → infraestrutura-mobilidade/p24
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[b1284] (infraestrutura) • Aproveitamento do Porto do Açu como hub de energia e transição energética, integrando gás natural, hidrogênio de baixo carbono e logística offshore. → infraestrutura-mobilidade/p80
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[b3174] (mobilidade) Devolver o tempo do trabalhador e a ordem no trânsito
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[b3240] (mobilidade) • Programa Carona Formal Rio: formalização do motorista honesto por meio de microcrédito para regularização do veículo, capacitação e atribuição de rotas oficiais. → infraestrutura-mobilidade/p86
[b3242] (mobilidade) • Regularização de linhas e itinerários hoje sob domínio miliciano, com integração tarifária ao sistema formal. → infraestrutura-mobilidade/p87
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[b3254] (mobilidade) • Formalizar milhares de motoristas hoje cooptados por meio do Carona Formal Rio (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → infraestrutura-mobilidade/p86
[b3255] (mobilidade) • Destinar 100% dos recursos recuperados em leilão à recuperação do transporte sobre trilhos e do BRT (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → infraestrutura-mobilidade/p36
[b3256] (mobilidade) • Reduzir o valor médio pago pelo trabalhador no transporte alternativo dessas regiões (meta do plano — a confirmar na estimação técnica). → infraestrutura-mobilidade/p87
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[b3453] (infraestrutura) Corredor Pavuna–Arco do Mar à Montanha (Projeto Âncora)
[b3455] (mobilidade) Mobilidade Metropolitana — Recuperar e Expandir
[b3457] (mobilidade) Autoridade Metropolitana de Mobilidade
[b3463] (infraestrutura) Concessão de 700 km de Rodovias
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