Douglas Ruas — texto do programa sobre Infraestrutura, transporte e mobilidade (Governador — RJ, 2026)
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[b76] (infraestrutura) Construir a infraestrutura e o planejamento que sustentam o futuro.
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[b338] (infraestrutura) Conectar o Rio para reduzir custos, atrair investimentos e gerar empregos.
[b339] (infraestrutura) • Estradas para produzir, com recuperação de estradas vicinais e trechos estaduais estratégicos para o escoamento da produção rural, o acesso a polos industriais, o turismo e a ligação entre cidades do interior. → infraestrutura-mobilidade/p19, infraestrutura-mobilidade/p20
[b341] (infraestrutura) Modernizar a infraestrutura econômica do Rio de Janeiro, integrando rodovias, ferrovias, portos, aeroportos, energia, gás e conectividade digital para reduzir custos de produção, melhorar a logística, fortalecer o interior e ampliar a competitividade das empresas.
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[b417] (infraestrutura) Reunimos aqui as políticas de infraestrutura, mobilidade e meio ambiente necessárias para conectar as regiões, reduzir riscos e criar condições permanentes para o desenvolvimento do Estado, organizando investimentos estruturantes, integração logística, prevenção de desastres e proteção responsável dos recursos naturais.
[b418] (infraestrutura) Preparar o Rio de Janeiro significa enfrentar os problemas de hoje e evitar que se repitam amanhã, com obras planejadas, melhor circulação de pessoas e mercadorias, proteção aos municípios expostos a enchentes e deslizamentos e infraestrutura que chegue também ao interior, construindo um estado mais conectado, resiliente e preparado para novos ciclos de desenvolvimento.
[p. 40]
[b422] (infraestrutura) O Rio de Janeiro precisa retomar o planejamento de longo prazo para preparar seu futuro. Nas últimas décadas, a infraestrutura estadual sofreu com descontinuidade de investimentos, obras paralisadas, fiscalização insuficiente das concessões e baixa coordenação entre Estado e municípios, comprometendo a qualidade de vida e a competitividade da economia.
[b423] (infraestrutura) Os impactos aparecem no cotidiano.
[b424] (mobilidade) O transporte público ainda é caro, lento e pouco integrado, obrigando muitos trabalhadores a pagar mais de uma tarifa para concluir seus deslocamentos.
[b425] (infraestrutura) Rodovias em condições inadequadas dificultam a circulação de pessoas e mercadorias, sobretudo no interior, elevando custos para a produção, o turismo e os serviços. A mobilidade tornou-se um fator decisivo para o desenvolvimento.
[b426] (infraestrutura) O Estado também precisa fortalecer sua capacidade de regular e fiscalizar os serviços concedidos, garantindo investimentos, qualidade e cumprimento dos contratos. Quando a fiscalização falha, o cidadão sente na ponta, com a entrega de serviços abaixo do esperado. Na área ambiental, o desafio é conciliar prevenção de desastres, saneamento, recuperação dos recursos naturais, proteção animal, eficiência energética e desenvolvimento sustentável, apoiando tecnicamente os municípios diante dos eventos climáticos cada vez mais frequentes.
[b427] (infraestrutura) O próximo governo tratará a infraestrutura como política estratégica para conectar regiões, proteger vidas e impulsionar o desenvolvimento. O Estado atuará como planejador, coordenador e fiscalizador, em parceria com os municípios e a iniciativa privada, priorizando a integração dos transportes, a modernização das concessões, a prevenção de desastres, a gestão ambiental e a ampliação da capacidade da infraestrutura existente.
[b428] (mobilidade) Há também uma dimensão social importante. As mulheres, principais usuárias do transporte coletivo, muitas vezes realizam deslocamentos entre trabalho, escola dos filhos, serviços de saúde e cuidados familiares.
[b429] (mobilidade) Um sistema de transporte mais integrado, eficiente e bem fiscalizado reduz custos, economiza tempo e melhora a qualidade de vida das famílias fluminenses.
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[b447] (mobilidade) NOVOS CORREDORES DE MOBILIDADE
[b449] (mobilidade) Metropolitano têm os maiores tempos de deslocamento do estado. Isso tem solução. E vai começar agora. → infraestrutura-mobilidade/p90
[b450] (mobilidade) • Estudar conexões da Via Light, ligando a Via Light à Linha Vermelha, à Avenida → infraestrutura-mobilidade/p30
[b451] (mobilidade) Brasil e à Via Dutra, com foco em desafogar o principal eixo Rio-São Paulo e melhorar o deslocamento de quem mora na Baixada. → infraestrutura-mobilidade/p30
[b452] (mobilidade) • Novo corredor viário de alta capacidade da Baixada Fluminense conectando → infraestrutura-mobilidade/p33
[b453] (mobilidade) Duque de Caxias, Belford Roxo, Nilópolis, Mesquita e São João de Meriti, com faixa exclusiva, estações acessíveis e requalificação urbana no entorno. → infraestrutura-mobilidade/p33
[b454] (mobilidade) • Acompanhar a finalização do projeto da Linha 3 do metrô e realizar a captação de recursos para sua implementação.
[b455] (mobilidade) Falta transporte de alta capacidade justamente onde a população mais precisa. O governo vai planejar, estruturar e viabilizar corredores capazes de reduzir tempo de viagem, organizar o transporte intermunicipal e melhorar a integração com os demais modais. → infraestrutura-mobilidade/p90, infraestrutura-mobilidade/p110
[b456] (mobilidade) • Melhor aproveitamento da rede já existente, com mais eficiência, menor tempo de deslocamento e melhor uso dos investimentos públicos. → infraestrutura-mobilidade/p37, infraestrutura-mobilidade/p90, infraestrutura-mobilidade/p110
[b457] (mobilidade) • Ampliação e expansão de faixas exclusivas e prioridade operacional, garantindo mais velocidade, previsibilidade e regularidade ao transporte coletivo nos principais corredores metropolitanos. → infraestrutura-mobilidade/p37, infraestrutura-mobilidade/p90, infraestrutura-mobilidade/p110
[b458] (mobilidade) • Reordenação das linhas de ônibus intermunicipais, com função alimentadora dos corredores existentes e redução de sobreposições desnecessárias. → infraestrutura-mobilidade/p39
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[b462] (mobilidade) Uma rede integrada para aproximar todas as regiões do Estado.
[b463] (mobilidade) • Revisão e modernização da bilhetagem única estadual, com integração progressiva entre metrô, trem, barcas, BRT e ônibus intermunicipais. → infraestrutura-mobilidade/p51, infraestrutura-mobilidade/p92, infraestrutura-mobilidade/p113
[b464] (mobilidade) • Integração tarifária com responsabilidade fiscal, critérios técnicos, sustentabilidade financeira e tarifa social focalizada para a população de baixa renda. → infraestrutura-mobilidade/p52, infraestrutura-mobilidade/p92, infraestrutura-mobilidade/p113
[b465] (mobilidade) • Plataforma digital de mobilidade, com informações em tempo real sobre rotas, horários, conexões, tempo de espera e condições dos serviços. → infraestrutura-mobilidade/p68, infraestrutura-mobilidade/p92
[b466] (mobilidade) O transporte no Rio ainda cobra caro de quem mais precisa se deslocar.
[b467] (mobilidade) Muitos trabalhadores usam mais de um modal para chegar ao emprego, à escola, ao médico ou aos serviços públicos, pagando várias vezes por uma única jornada. O Estado vai liderar a integração do sistema, com responsabilidade fiscal, tecnologia, transparência e foco no passageiro.
[b468] (mobilidade) • Expansão gradual da integração tarifária para os principais polos regionais, fazendo da mobilidade integrada uma política para todo o Estado do Rio de Janeiro. → infraestrutura-mobilidade/p51
[b469] (mobilidade) • Isenção para viagens de cuidado nos sistemas estaduais, permitindo combinar ônibus intermunicipais, trens, metrô e barcas para mulheres de baixa renda responsáveis por crianças, idosos ou pessoas com deficiência. → infraestrutura-mobilidade/p57
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[b473] (infraestrutura) Estrada sem buraco não é obra.
[b474] (infraestrutura) É gestão. E o Estado vai voltar a gerir.
[b475] (infraestrutura) • Segurança viária, com mapeamento dos pontos mais perigosos e intervenções em sinalização, pavimento, iluminação e fiscalização. → infraestrutura-mobilidade/p25
[b476] (infraestrutura) • Patrulhas regionais permanentes, com atuação preventiva nos trechos críticos e apoio à redução de acidentes. → infraestrutura-mobilidade/p26, infraestrutura-mobilidade/p101
[b477] (infraestrutura) • Estradas para Produzir, com recuperação e ampliação de rodovias estratégicas para o agro, a indústria, a logística e o turismo do interior. → infraestrutura-mobilidade/p19, infraestrutura-mobilidade/p20
[b478] (infraestrutura) • Pontes e travessias prioritárias, especialmente em trechos que isolam comunidades, dificultam o escoamento da produção e prejudicam o acesso a serviços públicos. → infraestrutura-mobilidade/p28
[b479] (infraestrutura) Rodovia em boas condições não é favor: é dever de gestão. A malha estadual precisa ser tratada como infraestrutura essencial para salvar vidas, reduzir custos, conectar municípios, fortalecer o agro, a indústria, o turismo e melhorar a circulação de pessoas e mercadorias em todas as regiões do Estado.
[b480] (infraestrutura) • Reequipamento do DER-RJ, com máquinas, equipes, tecnologia e sistemas modernos de gestão da malha estadual e fortalecimento das operações de manutenção das rodovias. → infraestrutura-mobilidade/p22, infraestrutura-mobilidade/p98
[b481] (infraestrutura) • Concessões inteligentes, com novos contratos baseados em manutenção permanente, iluminação, atendimento emergencial, câmeras e leitura de placas para tornar nossas estradas mais seguras. → infraestrutura-mobilidade/p23, infraestrutura-mobilidade/p27, infraestrutura-mobilidade/p98
[p. 46]
[b486] (mobilidade) Quem assinou o contrato vai cumprir. O Estado vai medir, publicar e punir quem falha.
[b487] (mobilidade) • Cobrança das obrigações contratuais das barcas, especialmente pontualidade, regularidade das travessias e redução dos cancelamentos que prejudicam o Leste Metropolitano, com modernização dos terminais aquaviários, incluindo acessibilidade, iluminação, organização operacional e videomonitoramento. → infraestrutura-mobilidade/p43, infraestrutura-mobilidade/p50, infraestrutura-mobilidade/p81
[b488] (mobilidade) • Fortalecimento da fiscalização dos serviços de transporte público estadual, abrangendo trens, metrô, ônibus e vans intermunicipais, com monitoramento permanente de indicadores de desempenho, como pontualidade, regularidade, velocidade operacional e qualidade do atendimento, transparência por meio de painel aberto ao cidadão, cobrança do cumprimento das obrigações assumidas, renovação da frota, modernização da infraestrutura e aplicação efetiva de penalidades quando cabíveis. → infraestrutura-mobilidade/p42, infraestrutura-mobilidade/p43, infraestrutura-mobilidade/p44
[b489] (mobilidade) Conceder um serviço público não significa transferir a responsabilidade do Estado para terceiros. Trem, metrô, barcas, vans, ônibus intermunicipais, rodovias e saneamento precisam ter fiscalização permanente e cobrança efetiva. Toda concessão terá contrapartidas obrigatórias: investimento, qualidade, pontualidade, expansão dos serviços e respeito ao cidadão. → infraestrutura-mobilidade/p42
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[b496] (mobilidade) • Estações e terminais seguros e acessíveis como obrigação das concessionárias, com iluminação, câmeras, comunicação de emergência, funcionamento garantido de elevadores e rampas, e atendimento capacitado e prioritário a mulheres, passageiras com crianças, idosos e pessoas com deficiência, com intervenções prioritárias nos pontos de maior insegurança. → infraestrutura-mobilidade/p4, infraestrutura-mobilidade/p81, infraestrutura-mobilidade/p82
FIM — 47 blocos neste arquivo.