Fernando Haddad — texto do programa sobre Educação (Governador — SP, 2026)

Fonte: eleicoes.ai — programas de governo registrados no TSE (eleições 2026). Use SÓ o que está nestes arquivos para falar dos programas; cite o candidato e a página do programa; não recomende voto. Estados possíveis de um candidato numa proposta: PROPÕE (há trecho), PROPÕE O CONTRÁRIO (há trecho que rejeita a mesma medida), NÃO LOCALIZADO (não achamos trecho no programa dele NESTE tema — não é "é contra", e não é prova de que o programa não trata do assunto: o trecho pode estar classificado em outro tema; procure no índice de assuntos e no texto do programa antes de afirmar ausência, e prefira dizer "não localizei").

Este arquivo tem 8 blocos do programa de Fernando Haddad, na ordem do documento. [p. N] é a página do PDF registrado no TSE (divulgacandcontas.tse.jus.br/divulga/rest/arquivo/doc/250017095435). "→" marca o bloco que sustenta proposta da comparação (eleicoes.ai/ia/dados/governador/sp/tema-educacao).

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[b151] (educacao) Isso começa por uma educação pública que não deixe ninguém para trás: que alfabetize na idade certa, que forme jovens dominando matemática e os prepare para as profissões que vêm aí. E continua na economia do dia a dia, que precisa funcionar para quem trabalha: empresa que se abre em minutos, crédito que chega ao pequeno negócio, formação profissional casada com a vocação de cada região, estrada bem cuidada para escoar o que o campo produz. É assim que o trabalho rende, o pequeno cresce e o campo enriquece, na capital e no interior. → educacao/p1, educacao/p4, educacao/p5, educacao/p26, educacao/p40

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[b192] (educacao) 3. EDUCAÇÃO: A PORTA DA PROSPERIDADE

[b193] (educacao) Não existe projeto de prosperidade sem escola pública de qualidade, e é na educação que a falta de projeto cobra o preço mais alto. Pela régua federal do Ministério da Educação, 61% das crianças paulistas da rede pública foram alfabetizadas na idade certa em 2025, contra 66% na média nacional, enquanto o Ceará, com uma fração da riqueza paulista, alcançou 84%, graças a um regime sério de colaboração entre estado e municípios e ao apoio efetivo a quem está na ponta. O que falta a São Paulo é um governo que assuma a educação como obra de estado.

[b195] (educacao) Ninguém para trás. Toda criança paulista alfabetizada na idade certa, com o estado exercendo de verdade o papel de coordenador das redes: um pacto com os 645 municípios, com apoio técnico e financeiro, avaliação transparente e metas medidas pela régua federal, a mesma que vale para o Brasil inteiro. E, para os estudantes que a escola vem perdendo, busca ativa, reforço de aprendizagem e apoio à permanência, porque cada aluno que abandona os estudos é um projeto de vida interrompido. → educacao/p1, educacao/p3, educacao/p10, educacao/p11, educacao/p41

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[b199] (educacao) Escola completa, com profissão. Vamos expandir com qualidade o ensino em tempo integral e conectar o ensino médio à formação profissional que emprega, aproveitando a força do Centro Paula Souza, das Etecs e Fatecs, para que o jovem conclua a educação básica com diploma e com profissão, preparado para as carreiras que a nova economia está criando. A escola pública paulista deve ser o caminho mais curto entre a origem de um jovem e o futuro que ele deseja. → educacao/p4, educacao/p14, educacao/p40

[b201] (educacao) Universidade pública, patrimônio de São Paulo. A USP, a Unicamp, a Unesp e a FAPESP são conquistas de décadas e serão tratadas como aquilo que, de fato, são, instituições de estado. Vamos respeitar a autonomia universitária e a estabilidade do financiamento que a sustenta, aproximar a pesquisa paulista dos desafios concretos do estado, da saúde à segurança e à nova economia, e fortalecer a formação inicial e continuada dos nossos professores, que é onde a universidade encontra a escola. E vamos cuidar da permanência de quem entra, porque vaga sem condição de ficar não é oportunidade. → educacao/p18, educacao/p22, educacao/p23, educacao/p24, educacao/p43

[b203] (educacao) O professor no centro. Nenhuma rede de ensino é melhor do que os seus professores, e hoje o professor paulista perde horas de aula alimentando sistemas: a plataformização do ensino o transformou em preenchedor de planilha, cobrado pela tela e não pela aprendizagem. Vamos fazer uma revisão completa desse modelo, devolvendo ao professor o tempo de ensinar e à tecnologia o seu lugar de ferramenta, que serve ao professor, e não o contrário. E vamos valorizar a carreira docente, investir em formação continuada de qualidade e dar condições reais de trabalho, com o protagonismo e o respeito que a função exige. Um governo que trata mal quem ensina está tratando mal o futuro. → educacao/p17, educacao/p19

[b205] (educacao) Educação com liderança. A educação paulista terá governança clara, prioridades definidas e responsabilidade nomeada, do gabinete do governador à sala de aula, com metas públicas e acompanhamento permanente. Chega de cada um fazendo o que quer: rede boa é rede coordenada, e coordenar é responsabilidade de quem governa. → educacao/p31

FIM — 8 blocos neste arquivo.