Augusto Cury — texto do programa sobre Trabalho, renda e previdência (Presidente, 2026)
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[p. 11]
[b175] (trabalho) A esquerda nasceu do grito dos invisíveis. Surgiu quando milhões de trabalhadores viviam asfixiados por sistemas econômicos que enriqueciam poucos enquanto multidões sobreviviam em condições desumanas. Crianças trabalhavam em fábricas sem proteção. Homens e mulheres enfrentavam jornadas exaustivas, sem descanso remunerado, férias, aposentadoria, assistência à saúde e os mais básicos direitos trabalhistas. A desigualdade social crescia sem limites. Nesse cenário,
[p. 56]
[b797] (trabalho) 13. JUVENTUDE E FUTURO DO TRABALHO
[b801] (trabalho) b) Primeiro emprego e transição para o mercado de trabalho
[p. 57]
[b804] (trabalho) Criaremos um grande programa nacional de inserção produtiva da juventude, com incentivos fiscais para empresas que contratarem jovens em seu primeiro emprego, estágios ampliados e programas de aprendizagem tecnológica. O objetivo é reduzir o desemprego juvenil e acelerar a entrada qualificada no mercado de trabalho. → trabalho-previdencia/p29, trabalho-previdencia/p31, trabalho-previdencia/p32
[b806] (trabalho) c) Empreendedorismo jovem e inovação → trabalho-previdencia/p34
[b807] (trabalho) Há cerca de 8 milhões de jovens que nem trabalham e nem estudam no país, os chamados “nem-nem”. É a era da desesperança. A juventude será estimulada a empreender. Ampliaremos o acesso a crédito, incubadoras de startups, parques tecnológicos e programas de capacitação em inovação digital, inteligência artificial, economia criativa e negócios sustentáveis. → trabalho-previdencia/p34, trabalho-previdencia/p49, trabalho-previdencia/p79
[p. 95]
[b1525] (trabalho) PROJETO 4 - SECRETARIA EXECUTIVA (OU NOVO MINISTÉRIO) DO → trabalho-previdencia/p50
[b1526] (trabalho) EMPREENDEDORISMO E DA ECONOMIA DISTRIBUÍDA → trabalho-previdencia/p50
[b1527] (trabalho) 10 milhões de Microempresas: mais Empreendedorismo, mais oportunidades, mais Brasil. → trabalho-previdencia/p51
[b1528] (trabalho) Transformar o Brasil em uma das nações mais empreendedoras do planeta: um projeto para prevenir a epidemia do desemprego na era da inteligência artificial e da robótica. → trabalho-previdencia/p51
[b1530] (trabalho) 1. UMA NOVA CRISE SILENCIOSA: A EPIDEMIA DO DESEMPREGO
[b1531] (trabalho) A humanidade está entrando em uma nova era. Não é uma mudança gradual, mas uma ruptura estrutural. A inteligência artificial e a robótica não estão apenas transformando profissões — estão redesenhando o próprio conceito de trabalho.
[b1532] (trabalho) As grandes empresas, que são fundamentais para o desenvolvimento econômico, estão se tornando cada vez mais técnicas, automatizadas, eficientes. Elas produzem mais com menos pessoas. Isso é inevitável, irreversível e, em muitos aspectos, positivo. Mas há um efeito colateral silencioso e perigoso: a substituição em massa da força de trabalho humana.
[b1533] (trabalho) Estamos diante de uma nova epidemia. Não é viral, mas é social. Não ataca o corpo, mas atinge a dignidade, a autoestima e o sentido de existência.
[b1534] (trabalho) A epidemia do desemprego estrutural.
[b1536] (trabalho) 2. A VACINAÇÃO SOCIAL: PREVENIR ANTES DE REMEDIAR
[b1537] (trabalho) Quando uma epidemia se inicia, a vacinação é essencial. Ainda que haja resistência, ainda que muitos subestimem o risco, a história mostra que prevenir salva milhões de vidas. Da mesma forma, diante da epidemia do desemprego na nova economia, precisamos de uma vacinação mental, educacional e econômica.
[b1538] (trabalho) Não podemos esperar o colapso para agir.
[b1539] (trabalho) Precisamos preparar a população para:
[b1542] (trabalho) • Reinventar-se continuamente;
[b1543] (trabalho) • Gerir sua emoção diante das perdas e das mudanças.
[p. 96]
[b1552] (trabalho) O ser humano não nasceu para ser apenas executante. Ele tem dentro de si a necessidade de criar, decidir, construir, sonhar. Quando perde sua função produtiva, não perde apenas renda — perde identidade.
[b1557] (trabalho) • Aumento de transtornos emocionais
[b1559] (trabalho) Na linguagem da Teoria da Inteligência Multifocal, o “Eu” deixa de ser autor e passa a ser vítima do script social.
[p. 99]
[b1627] (trabalho) g) OS 100 TIPOS DE PROFISSÕES — A BASE DA TRANSIÇÃO
[b1628] (trabalho) Precisamos preparar médicos, advogados, dentistas, fisioterapeutas, profissionais de escritório, trabalhadores industriais e de serviços para uma nova mentalidade. → trabalho-previdencia/p1, trabalho-previdencia/p73
[b1629] (trabalho) Estrutura dos 100 caminhos profissionais para a nova economia:
[b1654] (trabalho) 12. Criador de cursos digitais
[b1661] (trabalho) 19. Produtor de conteúdo educacional
[p. 100]
[b1664] (trabalho) 20. Gestor de plataformas educacionais
[p. 101]
[b1706] (trabalho) 52. Manutenção de computadores
[b1712] (trabalho) 58. Suporte a pequenas empresas
[b1714] (trabalho) 60. Manutenção de equipamentos
[p. 102]
[b1739] (trabalho) 79. Produção rural diversificada
[b1744] (trabalho) 82. Gestão de pequenos negócios
[b1748] (trabalho) 86. Contabilidade simplificada
[b1749] (trabalho) 87. Consultoria administrativa
[b1761] (trabalho) 97. Treinamento comportamental
[b1763] (trabalho) 99. Requalificação profissional
[p. 103]
[b1768] (trabalho) Não podemos impedir a automação, mas podemos multiplicar empreendedores.
[b1769] (trabalho) Não podemos impedir o avanço da tecnologia, mas podemos decidir quem será beneficiado por ela. Se nada fizermos, ela concentrará renda e ampliará desigualdades. Se formos inteligentes, ela será a maior ferramenta de inclusão da história. O maior erro da sociedade não é errar — é não se preparar. E a nova economia não perdoará os despreparados.
[b1771] (trabalho) Não basta proteger empregos. É preciso formar autores de oportunidades.
[b1772] (trabalho) Não basta reagir à crise. É preciso antecipá-la. Não basta sobreviver à nova economia. É preciso liderá-la.
[p. 106]
[b1860] (trabalho) O Brasil precisa ensinar milhões de pessoas não apenas a procurar emprego, mas também a criar trabalho, renda e empresas.
[b1861] (trabalho) Será criada a Escola do Empreendedor, com presença nas comunidades participantes do programa. → trabalho-previdencia/p52
[b1862] (trabalho) Não construiremos milhares de prédios desnecessariamente. Utilizaremos estruturas existentes: escolas públicas no período noturno e nos finais de semana, universidades, institutos federais, centros comunitários e instituições parceiras. → trabalho-previdencia/p52
[p. 107]
[b1865] (trabalho) Poderão participar também entidades privadas e organizações da sociedade civil que cumpram critérios técnicos e de transparência. → trabalho-previdencia/p91
[b1867] (trabalho) Os cursos de formação poderão incluir: → trabalho-previdencia/p52
[b1868] (trabalho) • Empreendedorismo e elaboração de modelos de negócio; → trabalho-previdencia/p52
[b1870] (trabalho) • Fluxo de caixa e formação de preços; → trabalho-previdencia/p52
[b1873] (trabalho) • Vendas e atendimento ao consumidor; → trabalho-previdencia/p52
[b1874] (trabalho) • Inteligência artificial aplicada ao pequeno negócio; → trabalho-previdencia/p69
[b1875] (trabalho) • Abertura e administração de mei e microempresa; → trabalho-previdencia/p52
[b1880] (trabalho) • Prevenção ao superendividamento; → trabalho-previdencia/p70
[b1881] (trabalho) • Capacitação profissional e técnica. → industria-ciencia/p42, trabalho-previdencia/p1, trabalho-previdencia/p73
[b1882] (trabalho) META: Formar 5 milhões de brasileiros em dez anos, aproximadamente 500 mil por ano. → trabalho-previdencia/p52
[b1883] (trabalho) O princípio será: ANTES DE EMPRESTAR DINHEIRO, VAMOS EMPRESTAR
[p. 110]
[b1959] (trabalho) • Escola do Empreendedor e assistência técnica: aproximadamente R$ 5 bilhões a R$ 10 bilhões. → trabalho-previdencia/p52
[p. 120]
[b2172] (trabalho) O Brasil atravessa uma transição histórica silenciosa e irreversível. A inteligência artificial, a robótica e a automação avançada transformarão profundamente o mercado de trabalho nas próximas décadas, eliminando milhões de empregos tradicionais, especialmente aqueles baseados em atividades repetitivas e previsíveis.
[b2173] (trabalho) Diante dessa realidade, este projeto não é apenas econômico. É preventivo, estrutural e civilizatório.
[b2174] (trabalho) Precisamos preparar o Brasil para uma nova economia, na qual o emprego formal deixará de ser o único eixo de inclusão social. Devemos substituir a cultura da dependência pela cultura do empreendedorismo acessível, distribuído e inteligente.
[b2178] (trabalho) O Projeto BEE integra o plano nacional de formação de 10 milhões de microempreendedores nos próximos anos, transformando a malha rodoviária brasileira em um grande corredor de prosperidade. → trabalho-previdencia/p51
[p. 121]
[b2183] (trabalho) Implantar polos organizados de empreendedorismo ao longo das rodovias brasileiras, formando uma rede nacional de comércio popular estruturado, seguro, padronizado e integrado ao desenvolvimento regional, por exemplo a cada dez a quinze quilômetros. → trabalho-previdencia/p53
[b2184] (trabalho) Cada polo funcionará como um microecossistema econômico capaz de fortalecer a agricultura familiar, incentivar a produção local, impulsionar o turismo e gerar milhares de oportunidades de trabalho e renda. → trabalho-previdencia/p53
[b2197] (trabalho) As unidades poderão priorizar:
[p. 122]
[b2211] (trabalho) 4. FORTALECIMENTO DA ECONOMIA LOCAL
[b2218] (trabalho) Além de gerar renda, o programa fortalecerá a identidade cultural brasileira, estimulará o turismo rodoviário e interiorizará o desenvolvimento econômico.
[b2236] (trabalho) 6. FORMALIZAÇÃO SIMPLES E INCENTIVO AO EMPREENDEDOR → trabalho-previdencia/p47
[b2237] (trabalho) Será criado um mutirão nacional de formalização com: • → trabalho-previdencia/p47, trabalho-previdencia/p48
[b2241] (trabalho) Inclusão automática no Simples Nacional; → trabalho-previdencia/p48
[p. 123]
[b2250] (trabalho) Na primeira etapa, o projeto prevê milhares de polos e centenas de milhares de unidades comerciais. → trabalho-previdencia/p53
[b2251] (trabalho) Na expansão nacional, poderá ultrapassar um milhão de barracas estruturadas, gerando milhões de empregos diretos e impactando positivamente cerca de dez milhões de brasileiros. → trabalho-previdencia/p53
[b2252] (trabalho) O Projeto BEE contribuirá para: •
[b2255] (trabalho) Fortalecer a agricultura familiar; •
[b2258] (trabalho) Estimular a economia regional; •
[b2259] (trabalho) Preparar o Brasil para os impactos da inteligência artificial.
[b2261] (trabalho) 8. MUITO MAIS QUE UM PROJETO ECONÔMICO
[b2267] (trabalho) 9. UMA PROPOSTA PARA O BRASIL E PARA O MUNDO
[b2268] (trabalho) O Brasil pode transformar suas estradas na maior rede de microempreendedorismo do planeta. Este modelo poderá inspirar outros países da América Latina, da África
[p. 124]
[b2271] (trabalho) e da Ásia, tornando-se uma referência mundial de desenvolvimento econômico distribuído, inclusão produtiva e empreendedorismo popular.
[b2273] (trabalho) O Projeto BEE representa uma nova forma de pensar o desenvolvimento nacional: transformar infraestrutura em oportunidade, conhecimento em prosperidade e cidadãos em protagonistas.
[b2274] (trabalho) Onde passa uma estrada, pode nascer uma oportunidade. Onde nasce um empreendedor, nasce um novo futuro para o Brasil.
[p. 131]
[b2456] (cooperativismo) PROJETO 9 - BCOO: BRASIL COOPERATIVISMO
[b2457] (cooperativismo) Quando todos crescem, o Brasil prospera.
[b2459] (cooperativismo) 1. UMA NOVA ARQUITETURA ECONÔMICA PARA O BRASIL
[b2460] (cooperativismo) O Brasil enfrenta uma encruzilhada histórica.
[b2461] (cooperativismo) De um lado, o avanço acelerado da inteligência artificial, da robótica e da automação ameaça milhões de empregos tradicionais.
[b2462] (cooperativismo) De outro, temos diante de nós uma das mais poderosas ferramentas de inclusão econômica já criadas pela humanidade: o cooperativismo.
[b2463] (cooperativismo) O cooperativismo não é apenas um modelo econômico. É um modelo civilizatório.
[b2464] (cooperativismo) Ele distribui renda, democratiza oportunidades, reduz desigualdades, fortalece comunidades e transforma pessoas isoladas em protagonistas coletivos.
[b2465] (cooperativismo) Hoje, o Brasil possui aproximadamente cinco mil cooperativas e cerca de 27 milhões de cooperados.
[b2466] (cooperativismo) Este plano estabelece uma meta ousada, mas possível: ➢ Dobrar o número de cooperativas no Brasil. ➢ Dobrar o número de cooperados, passando de 27 milhões para 54 milhões. → trabalho-previdencia/p55
[b2467] (cooperativismo) Entretanto, nosso objetivo não é apenas crescer em números. É expandir o cooperativismo para todas as dimensões da vida econômica e social do país.
[b2469] (cooperativismo) 2. O COOPERATIVISMO COMO RESPOSTA AO FUTURO
[b2470] (cooperativismo) O mundo caminha para uma transformação profunda: máquinas substituirão atividades repetitivas, a inteligência artificial assumirá diversas funções cognitivas e a concentração econômica poderá aumentar ainda mais o poder das grandes corporações.
[b2471] (cooperativismo) Se nada for feito, milhões de trabalhadores poderão enfrentar o desemprego estrutural, a exclusão econômica e a perda de perspectivas.
[b2472] (cooperativismo) O cooperativismo surge como um dos mais importantes antídotos para esse cenário.
[b2473] (cooperativismo) Ele é democrático, porque cada cooperado tem voz. É distributivo, porque compartilha resultados. É resiliente, porque fortalece as comunidades. É descentralizador, porque pulveriza oportunidades e riqueza.
[b2474] (cooperativismo) Diante de uma economia que concentra, o cooperativismo distribui.
[p. 132]
[b2477] (cooperativismo) Diante de uma sociedade que isola, ele integra.
[b2478] (cooperativismo) Diante de um futuro que ameaça excluir milhões, ele cria novas formas de trabalho, renda e participação econômica.
[b2480] (cooperativismo) 3. UMA POTÊNCIA COOPERATIVISTA MUNDIAL
[b2481] (cooperativismo) O Brasil já possui exemplos que demonstram a força, a competitividade e a capacidade de expansão desse modelo.
[b2482] (cooperativismo) Cooperativas agroindustriais, financeiras e de saúde alcançaram excelência, tornaram-se referências nacionais e provaram que o cooperativismo pode ser moderno, eficiente e altamente competitivo.
[b2483] (cooperativismo) A partir dessas experiências, propomos transformar o Brasil em uma das maiores potências cooperativistas do mundo.
[b2484] (cooperativismo) Nos próximos dez anos, o país deverá: → trabalho-previdencia/p55
[b2485] (cooperativismo) • Ampliar o número de cooperativas para mais de dez mil; → trabalho-previdencia/p55
[b2486] (cooperativismo) • Alcançar 54 milhões de cooperados; → trabalho-previdencia/p55
[b2487] (cooperativismo) • Gerar milhões de oportunidades de trabalho e renda;
[b2488] (cooperativismo) • Fortalecer as economias locais e regionais;
[b2489] (cooperativismo) • Democratizar o acesso ao crédito, aos seguros, à saúde, à educação e ao consumo;
[b2490] (cooperativismo) • Integrar cooperativas às cadeias agroindustriais, energéticas, industriais e tecnológicas.
[b2491] (cooperativismo) Não queremos cooperativas frágeis, isoladas e limitadas. Queremos ecossistemas cooperativos fortes, conectados, profissionalizados e preparados para competir em escala nacional e internacional.
[b2493] (cooperativismo) 4. GRANDES ECOSSISTEMAS COOPERATIVOS
[b2494] (cooperativismo) O Brasil Cooperativismo será estruturado por grandes redes de cooperação, organizadas de acordo com as vocações e necessidades de cada região.
[p. 135]
[b2556] (cooperativismo) As cooperativas de consumo poderão organizar supermercados, centrais de compras e redes de comercialização coletiva. Ao comprar em escala, os cooperados poderão reduzir os preços de alimentos, medicamentos, materiais escolares e produtos essenciais. → trabalho-previdencia/p59
[b2557] (cooperativismo) Essa política contribuirá diretamente para diminuir o custo de vida das famílias brasileiras.
[p. 136]
[b2581] (cooperativismo) As cooperativas de compras permitirão reunir empresas, produtores e consumidores para realizar aquisições em grande escala. → trabalho-previdencia/p59
[b2584] (cooperativismo) • Melhorar as condições de pagamento;
[b2586] (cooperativismo) • Aumentar as margens dos pequenos negócios;
[b2587] (cooperativismo) • Facilitar o acesso a insumos e tecnologias.
[b2588] (cooperativismo) A escala coletiva transforma fragilidade individual em força econômica.
[b2590] (cooperativismo) 5. POLÍTICAS PÚBLICAS DE APOIO
[b2591] (cooperativismo) Para que o cooperativismo se expanda, será necessário criar um ambiente favorável ao seu desenvolvimento.
[b2593] (cooperativismo) • Linhas especiais de crédito; → agricultura/p93
[p. 137]
[b2601] (cooperativismo) • Plataformas digitais integradas;
[b2602] (cooperativismo) • Apoio à inserção nos mercados nacional e internacional. → economia/p68
[b2607] (cooperativismo) As cooperativas brasileiras precisam estar conectadas à nova economia.
[b2608] (cooperativismo) Será criada uma plataforma digital nacional para integrar cooperativas, cooperados, fornecedores, consumidores, instituições financeiras e mercados internacionais. → trabalho-previdencia/p57
[b2609] (cooperativismo) Essa plataforma poderá oferecer: → trabalho-previdencia/p57
[b2618] (cooperativismo) A tecnologia deverá aproximar pessoas e ampliar oportunidades, não apenas substituir trabalhadores.
[b2622] (cooperativismo) Para coordenar essa transformação, propomos a criação da Autoridade Nacional do Cooperativismo — ANCOOP. → trabalho-previdencia/p56
[b2624] (cooperativismo) • estimular a expansão das cooperativas;
[b2625] (cooperativismo) • integrar políticas públicas;
[b2626] (cooperativismo) • simplificar a regulamentação; → trabalho-previdencia/p56
[p. 138]
[b2631] (cooperativismo) • apoiar a modernização e a digitalização;
[b2632] (cooperativismo) • conectar cooperativas brasileiras aos mercados internacionais.
[b2633] (cooperativismo) A Autoridade não deverá ser mais uma estrutura burocrática e sim um núcleo estratégico de expansão, inovação e apoio ao cooperativismo nacional. → trabalho-previdencia/p54
[b2635] (cooperativismo) 8. A DIMENSÃO HUMANA DO COOPERATIVISMO
[b2636] (cooperativismo) O cooperativismo liberta o imaginário econômico. Ele substitui o individualismo extremo pelo associativismo inteligente, transforma competidores isolados em colaboradores estratégicos e ensina que ninguém precisa crescer diminuindo o outro.
[b2637] (cooperativismo) É possível produzir riqueza e, ao mesmo tempo, distribuir oportunidades, ser competitivo sem ser predatório, prosperar sem abandonar a responsabilidade social.
[b2638] (cooperativismo) Na linguagem da Gestão da Emoção, o cooperativismo fortalece o protagonismo coletivo. O indivíduo continua sendo autor da própria história, mas aprende que algumas histórias somente podem ser construídas quando muitos autores escrevem juntos.
[b2639] (cooperativismo) O Brasil precisa decidir: ou será uma nação concentradora de riqueza, ou será uma nação distribuidora de oportunidades. O cooperativismo não é apenas uma alternativa econômica. É uma necessidade histórica.
[b2640] (cooperativismo) O Brasil Cooperativismo — BCOO — será um grande ecossistema nacional. → trabalho-previdencia/p54
[b2641] (cooperativismo) Um ecossistema que produz alimentos: produz energia, produz tecnologia, oferece crédito, protege por meio dos seguros, cuida da saúde, reduz o custo de vida, gera trabalho, distribui resultados.
[b2642] (cooperativismo) Um modelo em que a economia não exclui, mas integra. Em que crescer não significa concentrar, mas compartilhar.
[b2643] (cooperativismo) Em que pequenos produtores, trabalhadores, profissionais e empreendedores deixam de enfrentar o mercado isoladamente e passam a construir juntos uma nova história.
[b2644] (cooperativismo) É tempo de transformar o Brasil de um país de poucos em uma nação de todos.
FIM — 148 blocos neste arquivo.